Professor da Feevale apresenta pesquisa sobre inclusão para universidade portuguesa

Por Jonathan da Silva

O professor da Universidade Feevale Marcelo Curth participou do Summer Academy Program, da Universidade Católica do Porto, em Portugal, onde apresentou, de forma online, uma pesquisa sobre inclusão, acessibilidade e desenvolvimento de soluções digitais. Durante a palestra, realizada nesta quinta-feira (16), o docente compartilhou um estudo sobre salas sensoriais em estádios de futebol para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e mostrou os avanços de um aplicativo que reúne informações sobre esses espaços e outros recursos de acessibilidade.

Na apresentação, realizada na disciplina ministrada pela professora Susana Costa e Silva, Curth explicou o projeto que busca mapear a realidade das salas sensoriais em estádios brasileiros. A pesquisa investiga a evolução desses espaços, suas características, as formas de acesso e as informações disponibilizadas aos torcedores e seus familiares.

O professor também apresentou o desenvolvimento de um aplicativo voltado à centralização de informações sobre salas sensoriais e recursos de acessibilidade. A ferramenta está na fase final de desenvolvimento, após passar por etapas de validação e estruturação.

Aplicativo reúne informações para torcedores

A proposta do aplicativo é facilitar o acesso a informações para torcedores que são familiares ou responsáveis por pessoas com TEA, contribuindo para o planejamento da experiência em estádios e para a ampliação da inclusão no ambiente esportivo.

A pesquisa integra a dissertação de mestrado do aluno Nicolas Duprat, do Programa de Pós-Graduação em Processos e Manifestações Culturais da Universidade Feevale, e está vinculada ao projeto de pesquisa sobre plataformas digitais coordenado por Marcelo Curth na instituição.

Internacionalização da pesquisa

Segundo Marcelo Curth, a participação no Summer Academy Program reforça a importância da cooperação internacional para o desenvolvimento das pesquisas. “A construção de uma rede de internacionalização permite não apenas compartilhar o conhecimento que estamos produzindo, mas também colocar nossas pesquisas em contato com diferentes realidades e perspectivas. Esses espaços de diálogo com pesquisadores e estudantes de outros países são fundamentais para gerar novas possibilidades de cooperação, validar ideias e ampliar o impacto dos projetos desenvolvidos na niversidade”, destacou o professor.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
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