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Ensino

Ensino

Projeto Mãos na Horta inicia atividades com alunos da rede municipal de Santa Cruz do Sul

Por Marina Klein Telles 20/05/2026
Por Marina Klein Telles

O contato direto com a terra, o aprendizado sobre alimentação saudável e a valorização do trabalho no campo marcaram, nesta quarta-feira, 20, o início do Projeto Mãos na Horta, com alunos da turma do 4º ano das Emefs Bom Jesus e Guido Herberts em Santa Cruz do Sul. A iniciativa, desenvolvida no Banco de Alimentos, acontece de forma intersetorial, envolvendo as secretarias municipais de Educação (SEE), de Agricultura (Seagri), de Desenvolvimento Social e Inclusão (Sedesi) e de Saúde (Sesa).

Voltado aos estudantes da rede pública municipal de Santa Cruz – serão duas escolas neste primeiro semestre e outras duas no segundo – o projeto busca promover educação alimentar e nutricional, sustentabilidade, vivências na horta e incentivo a hábitos saudáveis. A proposta também pretende aproximar as crianças do universo da produção de alimentos, despertando o interesse por verduras e legumes e valorizando aquilo que a terra oferece. “As crianças vivem em um ambiente bastante urbanizado, onde tudo chega pronto nas prateleiras. Mostrar de onde vem o alimento, incentivar uma alimentação mais saudável e valorizar o trabalho dos produtores do nosso interior é muito importante”, observou a secretária municipal de Educação de Santa Cruz do Sul, Jane Sabin.

Neste primeiro encontro, os estudantes participaram de uma introdução teórica sobre hortas e de uma prática inicial de plantio. Bastante interessados e interagindo a todo instante, eles acompanharam atentos as explicações do técnico agrícola Moises Mora, que transmitiu noções básicas de cultivo, desde a escolha do local e preparação da terra até as ferramentas necessárias, tipos de mudas e cuidados com a plantação.

Depois da parte teórica, as crianças tiveram a oportunidade de participar de atividades nos canteiros, plantaram mudas de alfaces verde e roxa, de repolho e de couve. Elas colocaram as mãos na terra, abrindo covas e acomodando as pequenas mudas. Também aprenderam sobre espaçamento correto, importância da adubação, necessidade de água e sol e os demais cuidados necessários para o desenvolvimento das plantas.

A última atividade do encontro teve um significado especial para os estudantes. Cada criança plantou uma pequena muda em uma garrafa pet, que foi levada para casa com a missão de acompanhar o crescimento da planta e cuidar dela até a colheita. Entre os pequenos agricultores do dia, a estudante Isabel Ribeiro Machado, 9 anos, dedicou atenção redobrada ao acomodar sua muda de alface na terra, carregando também uma expectativa cheia de esperança. “No 3º ano ganhei uma muda de alface e ela murchou. Acho que não cuidei direito”, contou, sorrindo, confiante de que desta vez o resultado será diferente.

As atividades do Projeto Mãos na Horta terão sequência no mês de junho. No segundo encontro, os estudantes aprenderão sobre compostagem, com atividades práticas e uma gincana voltada à alimentação saudável. O terceiro encontro acontece em julho e prevê visita a uma propriedade rural, proporcionando às crianças contato ainda mais próximo com a produção de alimentos. Já a última atividade será no mês de agosto, com uma oficina de culinária, encerrando o projeto com experiências ligadas ao preparo e aproveitamento dos alimentos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/05/2026 0 Comentários 7 Visualizações
Ensino

Pesquisadores da Feevale participam de missão acadêmica na Finlândia e em Portugal

Por Jonathan da Silva 20/05/2026
Por Jonathan da Silva

Uma comitiva da Universidade Feevale participa de uma missão internacional na Finlândia e em Portugal entre os dias 19 e 28 de maio, com o objetivo de fortalecer parcerias acadêmicas e científicas e ampliar possibilidades de cooperação entre programas de pós-graduação da instituição e universidades europeias. A programação conta com reuniões institucionais, visitas técnicas, participação em evento internacional e discussões sobre projetos conjuntos, cotutelas e doutorado sanduíche.

Integram a comitiva o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da Universidade Feevale, Fernando Spilki; a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental, Daniela Quevedo; a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Processos e Manifestações Culturais, Rosemari Lorenz Martins; o coordenador do mestrado em Psicologia, Marcus Levi Lopes Barbosa; e a professora e pesquisadora Vanusca Dalosto Jahno, vinculada aos Programas de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental e em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais.

Agenda na Finlândia

Na Finlândia, as atividades acontecem na Häme University of Applied Sciences (Hamk). A programação prevê encontros com lideranças acadêmicas e pesquisadores da instituição, além de debates sobre inovação, educação virtual, sustentabilidade, economia circular, pesquisa em materiais e biotecnologia.

Também estão previstas visitas técnicas a laboratórios e ambientes de inovação, como Hamk Design Factory e Hamk Tech.

Entre os compromissos da delegação estão reuniões com a diretora de Pesquisa e Inovação da Hamk, Annukka Pakarinen; com a diretora da Unidade de Pesquisa em Bioeconomia, Ulla Moilanen; e com a diretora de Pesquisa e Desenvolvimento em Pedagogia do Ensino Superior, Liisa Postareff.

A agenda inclui ainda encontro com a chefe da unidade de educação da Tampere University, Minna Mäkihonko.

Compromissos em Portugal

Em Portugal, a missão terá atividades em Leiria, Peniche e Coimbra, com visitas ao Instituto Politécnico de Leiria e à Universidade de Coimbra.

No dia 25, a comitiva participará de reuniões na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (Esecs) e na Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG), com foco em temas relacionados à acessibilidade, inclusão, sustentabilidade urbana e industrial, empreendedorismo e inovação.

Também estão previstas visitas ao Centro de Recursos para a Inclusão Digital (Crid) e encontros com pesquisadores e coordenadores de programas de pós-graduação portugueses.

Participação em evento internacional

No dia 26, os representantes da Universidade Feevale participarão da cerimônia de abertura do evento RUN-EU Innovation Meets Regions, iniciativa voltada à inovação, desenvolvimento regional e colaboração internacional.

Na etapa em Coimbra, a delegação terá reunião com o professor Antônio Gomes Ferreira para tratar de cooperação em pesquisa e mobilidade acadêmica entre programas de pós-graduação das instituições.

A programação será encerrada em Peniche, com encontros na Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM) e no centro de pesquisa Mare-IPLeiria. Segundo a universidade, o objetivo é identificar oportunidades de trabalho conjunto nas áreas de mobilidade acadêmica, projetos e internacionalização da pesquisa.

Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/05/2026 0 Comentários 40 Visualizações
Ensino

Programas educacionais da Sicredi Pioneira são opção para escolas de 21 municípios

Por Marina Klein Telles 20/05/2026
Por Marina Klein Telles

Escolas públicas de 21 municípios da região podem participar dos programas educacionais da Sicredi Pioneira, como A União Faz A Vida, Cooperativas Escolares e Vira-Chave. Os objetivos, os procedimentos de adesão e o funcionamento foram apresentados por Gabriela Riboli e Alini Cossul Martinelli, da Gerência de Atuação Social e Educacional da cooperativa de crédito, na reunião mensal do Comitê de Educação e Cultura da ACI, coordenada pela vice-presidente Cristine Schneider da Rocha.

A União Faz A Vida tem como objetivo desenvolver atitudes de cooperação e cidadania nos alunos participantes. Já o programa Cooperativas Escolares estimula a formação de cooperativas para a solução de problemas e o desenvolvimento de projetos no contraturno escolar. A metodologia de gamificação “Cooperlândia” foi desenvolvida pelo Sicredi para promover o cooperativismo escolar de forma lúdica e prática.

Os alunos são estimulados a criar cooperativas e atuar como protagonistas de todas as ações relacionadas, como formação, eleição de presidente e prestação de contas, entre outras. Um professor ligado à rede municipal de educação é responsável por acompanhar as atividades e recebe assessoria pedagógica de um profissional da Sicredi Pioneira.

Na área de atuação da cooperativa, entre Caxias do Sul e São Leopoldo, 43 Cooperativas Escolares estão em formação ou em funcionamento. A mais antiga existe há 15 anos, na Escola Bom Pastor, em Nova Petrópolis. A cidade de Dois Irmãos já sedia três Cooperativas Escolares e a quarta será criada ainda este ano. “Já temos cerca de 150 alunos participantes e cada cooperativa ajuda a outra, o que gera resultados muito positivos”, disse Denise Maldaner, secretária municipal de educação de Dois Irmãos e integrante do Comitê de Educação e Cultura da ACI.

Programa Vira-Chave

O objetivo do Programa Vira-Chave é proporcionar uma formação complementar para jovens do 9º ano e do Ensino Médio, entre 14 e 17 anos, no contraturno escolar. Amplia oportunidades e prepara adolescentes para os desafios da vida adulta por meio de educação financeira, tecnologia, empreendedorismo e desenvolvimento humano, além de fortalecer o protagonismo juvenil e os veículos comunitários.

Neste os 20 participantes têm encontros às segundas, quartas e sextas-feiras, das 14h às 16h, em agências e Espaços da Sicredi Pioneira. O programa tem duração de seis meses, ao longo dos quais ocorrem quatro encontros com participação dos pais, que também participam da formatura ao final do período. O programa é desenvolvido atualmente em Picada Café, Canela e Caxias do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/05/2026 0 Comentários 38 Visualizações
Ensino

Acadêmicos dos EUA realizam pesquisas e ações de extensão na Feevale

Por Jonathan da Silva 19/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale recebeu nesta segunda-feira (18) dois estudantes de Medicina da University of South Florida para a realização da Atividade Eletiva de Verão em Pesquisa, Inovação e Produção Acadêmica. Pranshu Khanna e Ryan Anthony George permanecerão em Novo Hamburgo até o dia 30 de junho desenvolvendo projetos de pesquisa e participando de atividades de observação no Hospital Unimed. A recepção oficial ocorreu na instituição e reuniu representantes da instituição, professores e estudantes.

Participaram da acolhida o reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, Fernando Spilki, a diretora de Relações Internacionais e Institucionais, Paula Casari Cundari, e a diretora do Instituto de Ciências da Saúde, Caren Mello Guimarães.

Projetos de pesquisa

Durante o período na instituição, Pranshu Khanna atuará sob supervisão da professora Gilmara Coelho Meine na pesquisa “Tendência temporal da mortalidade por neoplasias malignas do trato digestivo no Brasil entre 2012 e 2021”. Já Ryan Anthony George desenvolverá estudos orientados pelo professor Eduardo Costa Barbosa na pesquisa “Obesidade e função cognitiva entre os participantes do Projeto Times no Sul do Brasil”. Além das pesquisas, os estudantes participarão de observações no Hospital Unimed com os professores Leandro Orlandini e Mariana Orlandini.

Parceria entre instituições

A diretora de Relações Internacionais e Institucionais da Universidade Feevale, Paula Casari Cundari, conduziu as boas-vindas e apresentou a universidade e os representantes presentes no encontro.

Em sua apresentação, o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da instituição, Fernando Spilki, destacou os 11 anos de colaboração entre a Feevale e a University of South Florida. Segundo ele, a parceria teve início na área de qualidade da água e foi ampliada durante a pandemia de Covid-19, especialmente em atividades ligadas ao sequenciamento genômico.

O acordo de cooperação entre as duas instituições, prevendo mobilidade de estudantes e professores, foi oficializado em 2021.

Ao final da recepção, o reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, desejou uma boa estadia aos estudantes e entregou um presente para cada um deles.

Expectativas dos estudantes

O estudante Pranshu Khanna afirmou estar motivado para desenvolver as atividades acadêmicas na instituição gaúcha. “Estou muito interessado em gastroenterologia, e será muito bom conduzir pesquisas em um local diferente e aprender sobre os diferentes fatores que afetam a saúde. Penso que essa é uma significativa experiência de aprendizado, com a qual vou me enriquecer culturalmente”, comentou Khanna.

Ryan Anthony George destacou o interesse em conhecer o modelo de atuação das universidades brasileiras junto às comunidades. “Considero incrível como as universidades daqui trabalham com o público e investem na saúde. Penso que há muitos países que fazem isso de forma diferente e às vezes melhor do que os EUA. Estou muito interessado em aprender como diferentes países e culturas lidam com a saúde”, pontuou George.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/05/2026 0 Comentários 30 Visualizações
Ensino

Colégio Mauá inicia Torneio de Integração com atividades esportivas e culturais

Por Jonathan da Silva 15/05/2026
Por Jonathan da Silva

O Colégio Mauá iniciou a programação do 39º Torneio de Integração nesta quinta-feira (14), em Santa Cruz do Sul, com atividades voltadas à educação infantil. O evento esportivo e artístico segue até 3 de junho e mobiliza cerca de 2,4 mil alunos da instituição, além de familiares e comunidade escolar. A cerimônia oficial de abertura ocorrerá no dia 20 de maio, às 19h30min, no Ginásio Poliesportivo do Parque da Oktoberfest, com apresentações de ginástica, música e dança e entrada gratuita.

O torneio reúne estudantes da educação infantil ao ensino médio, divididos entre as equipes Chaparral, Cometa e Atlântis, em disputas esportivas e atividades culturais. A programação conta com modalidades como vôlei, basquete, futebol, atletismo e xadrez.

Integração entre alunos e famílias

O diretor do Colégio Mauá, Nestor Raschen, afirmou que o torneio representa uma tradição da instituição e reforça valores ligados ao esporte e à convivência. “Queremos reafirmar ritos que moldaram gerações da região. O torneio mostra que o Mauá não ensina apenas conteúdo, mas valores essenciais através do esporte e da cultura”, salientou Raschen.

Além das disputas entre estudantes, o evento também prevê a participação de pais e responsáveis em partidas de vôlei, basquete e futebol 7. A programação contará ainda com um show artístico marcado para o dia 27 de maio, às 19h30min, no Teatro do Mauá.

Cerimônia de abertura

A abertura oficial deste ano terá como tema central o sol, símbolo do colégio. O professor Rafael Luz, responsável pelo espetáculo, explicou que a proposta busca destacar o significado do elemento para a instituição. “Nós vamos trazer todo simbolismo e significado desse sol que ilumina a aprendizagem e os nossos sonhos, fazendo parte da essência do colégio”, destacou Luz.

A solenidade contará com desfile das equipes, juramento dos atletas, homenagens e apresentações de ginástica rítmica, artística, trampolim e dança. O acendimento da pira olímpica será realizado por um convidado surpresa.

Ação solidária

O torneio também manterá ações solidárias com arrecadação de alimentos destinados a entidades do município. A mobilização envolve alunos e famílias durante toda a programação.

Na edição anterior, foram arrecadados 2.109 itens destinados aos hospitais Monte Alverne, Santa Cruz e Ana Nery. Os resultados da campanha deste ano serão divulgados no encerramento do evento, marcado para o dia 3 de junho, às 14h, no ginásio principal da escola.

Foto: Regina Colombelli/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2026 0 Comentários 35 Visualizações
Ensino

Feevale promove “Pint of Science” em bares de Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 13/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale realizará, nos dias 19 e 20 de maio, em Novo Hamburgo, mais uma edição do “Pint of Science”, evento internacional que busca aproximar a ciência da comunidade por meio de debates em bares e cafés. A programação ocorrerá no Velho Viking e no Boteco 1538, a partir das 19h, com entrada gratuita e participação de pesquisadores, professores e estudantes da instituição. A proposta é discutir temas científicos atuais em linguagem acessível, promovendo o diálogo entre academia e população em espaços informais.

Organizado pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da Feevale, o evento integra uma iniciativa internacional criada no Reino Unido e realizada simultaneamente em diversos países. No Brasil, o Pint of Science acontece há mais de dez anos e, em 2026, alcança um recorde de participação, chegando a 213 cidades.

Programação na cidade

A programação em Novo Hamburgo começa na terça-feira, 19 de maio, no Velho Viking. O encontro contará com a conversa “Vírus de Cinema: o que da ficção pode ser real?”, conduzida pelas acadêmicas do mestrado em Virologia da Feevale, Laura Gabriela Nienow, Pamela Maria Correa e Maria Eduarda Seidler. Na mesma noite, a mestranda do Programa de Pós-Graduação em Toxicologia e Análises Toxicológicas da Feevale, Isadora Richter, abordará o tema “Drogas, álcool e um fio de cabelo: a ciência por trás do passado”, discutindo métodos científicos utilizados para análises toxicológicas.

Já na quarta-feira, 20 de maio, o Boteco 1538 receberá o debate “O tempo não para: estamos preparados para viver mais e melhor?”. A atividade reunirá pesquisadores, professores e estudantes vinculados ao Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Gerontologia e ao Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão Social da Feevale. Participam da conversa Cesar Augusto Kampff, Yasmin Daniele Garcia, Deise Claudiane Rodrigues Antunes, Ana Carolina Lima, Marliese Christine Simador Godoflite, Geraldine Alves dos Santos, Rosane Barbosa e Igor de Oliveira Lopes.

Ciência fora dos laboratórios

Segundo a organização, o objetivo do Pint of Science é transformar espaços cotidianos em ambientes de troca de conhecimento, permitindo que o público tenha contato direto com pesquisadores e temas científicos presentes no dia a dia.

A programação é aberta à comunidade e não exige inscrição prévia. Os encontros ocorrerão sempre às 19h, nos dois estabelecimentos participantes.

O festival internacional foi criado com o propósito de tornar o conhecimento científico mais acessível ao público geral, incentivando conversas sobre pesquisa, inovação e sociedade em ambientes descontraídos.

Serviço

  • O quê: Pint of Science 2026 em Novo Hamburgo
  • Quando: 19 e 20 de maio, às 19h
  • Onde: Velho Viking e Boteco 1538, em Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2026 0 Comentários 63 Visualizações
Ensino

Pesquisa sobre genética indígena publicada na Nature tem participação gaúcha

Por Jonathan da Silva 13/05/2026
Por Jonathan da Silva

Um estudo internacional sobre a história evolutiva e a diversidade genética dos povos indígenas da América, publicado na capa da revista científica Nature em abril, apresentou novos dados sobre a origem e a evolução dessas populações. A pesquisa contou com a participação de pesquisadores vinculados e egressos do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular (PPGBM) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e analisou 128 genomas completos de alta cobertura, o maior conjunto já estudado desse tipo entre populações indígenas americanas. O trabalho identificou mais de 1,4 milhão de variantes genéticas inéditas e aponta uma complexidade maior na formação dos povos originários do continente.

O estudo, intitulado “The evolutionary history and unique genetic diversity of Indigenous Americans”, investiga processos de migração, adaptação biológica e ancestralidade genética das populações indígenas americanas. Segundo os pesquisadores, os resultados reforçam que a ocupação da América ocorreu há pelo menos 15 mil anos, a partir de populações que começaram a se diferenciar geneticamente há cerca de 25 mil anos na região da Beríngia, território que conectava Ásia e América durante a última era glacial.

Diversidade genética

De acordo com a pesquisa, os povos indígenas da América apresentam uma diversidade genética superior à anteriormente conhecida. Os dados também indicam múltiplas migrações para a América do Sul e adaptações biológicas a ambientes extremos ao longo do tempo.

Os pesquisadores identificaram marcas genéticas relacionadas à imunidade, metabolismo e reprodução, indicando a ação da seleção natural sobre essas populações. O estudo também encontrou sinais de ancestralidade arcaica, como neandertais e denisovanos, preservados ao longo das gerações e possivelmente associados a adaptações biológicas importantes.

Outro ponto destacado pela pesquisa é a identificação e ampliação da compreensão do componente ancestral Ypikuéra, termo de origem Tupi. Segundo os autores, esse sinal genético permanece presente há mais de 10 mil anos em populações indígenas americanas e pode refletir processos ligados à seleção natural.

Os resultados também indicam conexões genéticas entre esse componente ancestral e populações da Australásia, sugerindo uma história compartilhada mais profunda do que a anteriormente conhecida pela ciência.

Impactos para a medicina de precisão

Os pesquisadores afirmam que o estudo tem implicações para a medicina de precisão e para políticas públicas voltadas à saúde. Isso porque as populações indígenas americanas carregam variantes genéticas pouco representadas em pesquisas baseadas predominantemente em populações europeias.

Segundo o estudo, essas variantes podem influenciar tanto fatores de risco quanto mecanismos de proteção relacionados a doenças comuns. A incorporação dessa diversidade genética em pesquisas médicas pode contribuir para o desenvolvimento de diagnósticos e tratamentos mais específicos.

Participação da UFRGS

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular da UFRGS, Maria Cátira Bortolini, que também é uma das autoras do estudo, destacou o alcance científico da publicação. “A publicação na Nature representa um avanço científico extraordinário. Resultado de um trabalho construído com rigor, colaboração e respeito às populações indígenas”, afirma Maria Cátira.

Segundo a pesquisadora, a expectativa é que os resultados contribuam para ampliar a valorização da diversidade genética humana e dos povos originários da América. “Espera-se que esse estudo estimule a valorização da diversidade genética humana e da nossa história evolutiva, valorizando os povos originários da América, e contribua para descentralizar visões historicamente eurocêntricas na ciência”, conclui Maria Cátira.

Foto: Evidência Press/Comunicação/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2026 0 Comentários 61 Visualizações
Ensino

Feevale promove debate sobre impactos do ambiente digital em crianças e jovens

Por Jonathan da Silva 12/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale realizará mais uma edição do Café da Ética no próximo dia 29 de maio, desta vez para discutir os impactos do ambiente digital no comportamento, na atenção e no desenvolvimento de crianças e jovens. O encontro será realizado às 19h30min, no auditório do prédio Azul, no Câmpus II da instituição, em Novo Hamburgo. Promovida pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da universidade, a atividade será gratuita e aberta ao público, com inscrições já disponíveis pela internet.

Com o tema “Conectados e Vulneráveis: o desafio ético da educação na infoera”, o evento pretende ampliar o debate sobre os desafios relacionados ao uso das tecnologias digitais e seus reflexos nos processos de aprendizagem, inclusão e convivência social.

Quem estará no evento

A palestra será ministrada pela professora Roberta Stockmanns, pesquisadora na área de Educação e Inovação, com atuação voltada às tecnologias digitais, inclusão e processos de aprendizagem.

A mediação ficará a cargo do professor Gustavo Roese Sanfelice, coordenador do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Feevale e líder do Grupo de Pesquisa Análise dos Processos Midiáticos e Práticas Socioculturais.

Segundo a instituição, a proposta do encontro é promover reflexões sobre questões éticas relacionadas à presença cada vez mais intensa do ambiente digital na vida cotidiana de crianças e adolescentes.

Inscrições abertas

A participação é gratuita e aberta ao público. As inscrições devem ser realizadas por meio de formulário online disponibilizado pela Universidade Feevale.

Serviço

  • O quê: Café da Ética – Conectados e Vulneráveis: o desafio ético da educação na infoera
  • Quando: 29 de maio, às 19h30min
  • Onde: Auditório do prédio Azul, Câmpus II da Universidade Feevale (ERS-239, 2755, bairro Vila Nova, em Novo Hamburgo)
  • Quanto: Gratuito
Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2026 0 Comentários 55 Visualizações
Ensino

Feevale celebra 20 anos do programa de pós-graduação em Qualidade Ambiental

Por Jonathan da Silva 11/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale realizou um evento em comemoração aos 20 anos do Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental (PPGQA nesta quinta-feira (7), no Espaço Cosmos, no Câmpus II da instituição, em Novo Hamburgo. A atividade reuniu egressos, professores, pesquisadores e autoridades acadêmicas para celebrar a história do programa e discutir os desafios atuais das pesquisas ambientais. Neste ano, o PPGQA recebeu nota 7 na avaliação quadrienal 2021-2024 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), conceito máximo atribuído pela instituição.

O resultado coloca o programa entre um grupo restrito de pós-graduações do país com avaliação máxima e reforça a atuação da Feevale na área de pesquisa ambiental e formação acadêmica avançada.

Durante o evento, o reitor da Feevale, José Paulo da Rosa, destacou a importância da nota obtida pelo programa e os desafios ligados às questões ambientais. “Hoje, temos novos desafios na questão ambiental, que nos obrigam a estimular mais pesquisas, novas metodologias, e é isso que pretendemos fazer no programa. Então, vamos continuar trabalhando e investindo, para que nossos estudantes e professores continuem sendo essa referência, como diz o slogan da Universidade”, pontuou o líder da instituição.

Reconhecimento acadêmico

A coordenadora do PPGQA, professora Daniela Müller de Quevedo, atribuiu o resultado ao trabalho coletivo desenvolvido ao longo das duas décadas do programa. “O PPGQA é fruto do trabalho conjunto de docentes, discentes, técnicos e parceiros, reforçando uma construção coletiva ao longo do tempo, com o objetivo de integrar ciência e sociedade e influenciar políticas públicas”, afirmou Daniela.

O pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da Feevale, Fernando Spilki, ressaltou a relevância do programa para o desenvolvimento institucional da universidade. “Inicialmente, nossos projetos eram muito localizados regionalmente e se atinham à bacia do Rio do Sinos. Ao longo do tempo, contribuímos para a qualidade de vida na nossa região e nos abrimos, também, para o mundo. Porém, as mudanças climáticas e os eventos extremos nos exigem novamente olhar para nossa aldeia. O programa existe em função da sociedade: a comunidade e a Universidade esperam muito de nós. Vida longa e que continuemos essa bonita missão!”, completou Spilki.

Programação reuniu pesquisadores e egressos

A programação contou com palestra do professor Valdir Fernandes, que abordou as bases sociais, as origens, a institucionalização e os desdobramentos sociopolíticos e científicos das ciências ambientais.

O encontro também teve exposição de trabalhos desenvolvidos por egressos do programa e a presença de representantes institucionais e convidados externos.

História do programa

O Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental da Feevale foi aprovado em 2004, inicialmente como mestrado em Gestão Tecnológica, com caráter interdisciplinar. O edital de seleção foi lançado em 2005 e as atividades começaram em 2006.

Ao longo de 20 anos, o programa formou mais de 250 pesquisadores e professores e desenvolveu mais de 300 projetos de pesquisa em parceria com instituições nacionais e internacionais, incluindo organizações do Canadá, Estados Unidos, Finlândia e países do Brics.

Atualmente, o PPGQA conta com 76 acadêmicos matriculados, 14 docentes permanentes, quatro colaboradores e três pós-doutores. A estrutura reúne 14 laboratórios integrados. No último quadriênio, foram publicados 156 artigos por alunos e 197 por egressos, além da execução de 47 projetos de pesquisa financiados e da obtenção de 26 premiações, titulações e menções acadêmicas concedidas a professores do programa.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2026 0 Comentários 75 Visualizações
Ensino

Novo Hamburgo amplia ações de educação antirracista na rede municipal

Por Jonathan da Silva 07/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal de Educação de Novo Hamburgo (Smed) ampliou em 2026 as ações de educação antirracista desenvolvidas na rede municipal de ensino. O projeto Escolas Sementeiras, criado em 2024 inicialmente em 27 escolas, passou a contemplar todos os espaços educativos do município, com atividades voltadas à promoção da equidade, do respeito às diferenças e da valorização das identidades. As iniciativas incluem formações para professores, debates sobre diversidade e práticas pedagógicas alinhadas às diretrizes de Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER).

Segundo a Secretaria, a educação antirracista é trabalhada de forma cotidiana nas escolas, por meio de atividades em sala de aula, seleção de materiais pedagógicos e formações continuadas para profissionais da educação. A proposta busca estimular reflexões sobre representatividade, direitos humanos e enfrentamento ao racismo dentro e fora do ambiente escolar.

As ações desenvolvidas pelo projeto Escolas Sementeiras incluem encontros formativos presenciais e virtuais, visitas aos territórios escolares, construção de acervos pedagógicos e integração das temáticas relacionadas à educação étnico-racial desde a Educação Infantil até a Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Papel social da escola pública

As práticas implementadas pela rede municipal também seguem as determinações das Leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08, que estabelecem o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas.

O secretário municipal de Educação de Novo Hamburgo, André Luís da Silva, afirmou que o fortalecimento das ações está relacionado ao papel social da escola pública. “Quando toda a rede assume o compromisso com a equidade e o respeito às diferenças, a educação se torna mais humana e democrática”, destacou o titular da pasta.

A assessora da Smed e coordenadora do projeto Escolas Sementeiras, Fernanda Duarte de Oliveira, explicou que a iniciativa busca aproximar as escolas de temas ligados à formação cidadã. Segundo ela, as ações são desenvolvidas diariamente nas práticas pedagógicas, nas formações e nas relações construídas dentro dos ambientes escolares.

Ampliação do projeto

Criado em 2024 com participação inicial de 27 escolas municipais, o projeto Escolas Sementeiras foi ampliado neste ano para atingir toda a rede municipal de ensino. De acordo com a Smed, a proposta é fortalecer espaços escolares mais acolhedores e representativos para bebês, crianças, adolescentes e estudantes da EJA, ampliando referências culturais e promovendo o reconhecimento das diferentes identidades nos processos de aprendizagem.

Foto: Smed/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2026 0 Comentários 63 Visualizações
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