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Saúde

Saúde

Unhas fracas podem indicar deficiências nutricionais e doenças, alerta SBD-RS

Por Jonathan da Silva 03/06/2026
Por Jonathan da Silva

Unhas fracas, quebradiças, descamativas ou com alterações na superfície podem estar relacionadas a deficiências nutricionais, hábitos inadequados, exposição frequente a produtos químicos ou até mesmo a doenças sistêmicas. O alerta é da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS), que orienta a população a procurar avaliação médica quando as mudanças persistem ou são acompanhadas de dor, inflamação, deformidades ou piora progressiva. Segundo a entidade, a investigação especializada é importante para identificar a causa e definir o tratamento adequado.

De acordo com a delegada da SBD-RS e dermatologista Vanessa Santos Cunha, nem toda fragilidade nas unhas está relacionada à falta de vitaminas, embora essa hipótese possa fazer parte da avaliação clínica. “Unhas fracas podem ter relação com a dieta e com algumas deficiências nutricionais, mas também podem ocorrer por fatores genéticos, doenças sistêmicas ou agressões externas. Por isso, não é indicado iniciar suplementação por conta própria. O ideal é investigar a causa para que a orientação seja adequada a cada pessoa”, explica Vanessa.

Possíveis causas

Segundo a especialista, algumas pessoas apresentam unhas naturalmente mais finas e frágeis devido à predisposição genética. Em outros casos, a condição pode estar associada à baixa ingestão de proteínas, restrições alimentares ou deficiências de nutrientes como ferro, vitamina B12, vitamina D, zinco e silício.

Entre as alterações mais comuns estão a onicosquizia, caracterizada pela descamação da unha em camadas, e a onicorrexe, marcada pelo surgimento de fissuras ou estrias longitudinais. Essas alterações podem estar relacionadas ao envelhecimento, à exposição frequente à água, ao uso contínuo de detergentes e produtos de limpeza, à retirada excessiva de cutículas e à utilização constante de esmaltes, removedores ou procedimentos estéticos que enfraquecem a lâmina ungueal.

A SBD-RS também destaca que profissionais que mantêm as mãos úmidas durante longos períodos ou trabalham com substâncias químicas sem proteção adequada estão mais suscetíveis a desenvolver problemas nas unhas.

Cuidados com produtos e cutículas

A entidade orienta cautela no uso de bases fortalecedoras sem orientação médica. Embora alguns produtos possam auxiliar em situações específicas, eles nem sempre tratam a origem do problema.

Segundo a SBD-RS, produtos à base de formol podem endurecer temporariamente as unhas, mas também podem aumentar a fragilidade e favorecer irritações e alergias. Já os esmaltes hipoalergênicos podem ser uma alternativa para pessoas sensíveis a determinadas substâncias, embora não substituam a avaliação dermatológica quando as alterações persistem.

Outro ponto destacado pela entidade é a importância da preservação das cutículas. A recomendação é evitar sua remoção profunda, já que elas funcionam como uma barreira de proteção da matriz ungueal.

Quando retiradas em excesso, as cutículas podem facilitar a entrada de bactérias, fungos e agentes químicos, aumentando o risco de infecções, inflamações e deformidades. Em salões de beleza, a orientação é apenas empurrar delicadamente ou remover o excesso, além de observar a higienização dos instrumentos utilizados.

Investigação médica

De acordo com a SBD-RS, a avaliação médica pode incluir exame clínico, análise dos hábitos de cuidado com as unhas, revisão da alimentação e, quando necessário, exames laboratoriais para identificar possíveis deficiências nutricionais ou doenças associadas.

Entre as condições que podem se manifestar por alterações nas unhas estão problemas de tireoide, diabetes e outras doenças sistêmicas.

A entidade também alerta para os riscos da automedicação com vitaminas, suplementos e fórmulas manipuladas. Segundo a SBD-RS, o consumo excessivo de determinados nutrientes pode provocar efeitos indesejados e não resolve necessariamente a causa da fragilidade ungueal.

Orientação da SBD-RS

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul reforça que os cuidados com as unhas vão além da estética. Alterações persistentes, fragilidade acentuada ou mudanças de cor, espessura, formato e crescimento devem ser avaliadas por um médico dermatologista, profissional habilitado para diagnosticar e tratar doenças da pele, dos cabelos e das unhas.

Em casos de suspeita, a orientação é procurar atendimento especializado para investigação e acompanhamento adequados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2026 0 Comentários 48 Visualizações
Saúde

Dor de garganta em crianças exige atenção no inverno, alerta SPRS

Por Jonathan da Silva 02/06/2026
Por Jonathan da Silva

A dor de garganta, uma das queixas mais frequentes entre crianças durante o inverno, exige atenção de pais e responsáveis diante de sinais que podem indicar desde quadros virais comuns até infecções bacterianas. Com a chegada dos dias mais frios no Rio Grande do Sul, a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) alerta para a necessidade de observar sintomas como febre persistente, dificuldade para engolir, alterações respiratórias e piora do estado geral da criança. O aumento das infecções respiratórias nesta época do ano está relacionado ao frio, ao ar seco e à maior permanência em ambientes fechados, fatores que favorecem a circulação de vírus e a irritação das vias respiratórias.

Segundo o 1º vice-presidente da SPRS, Silvio Baptista, a dor de garganta costuma aparecer associada a gripes e resfriados, acompanhada de sintomas como coriza, tosse, rouquidão, vermelhidão na garganta e febre. Em algumas situações, também pode provocar dificuldade para se alimentar, recusa de líquidos, sonolência excessiva e redução da disposição.

Sinais de alerta

De acordo com Silvio Baptista, embora muitas ocorrências estejam relacionadas a infecções virais, a dor de garganta também pode indicar infecções bacterianas, especialmente em crianças maiores. Nesses casos, os sintomas mais comuns incluem febre, dor importante ao engolir, mal-estar e ausência de sinais respiratórios, como coriza. “A dor de garganta, assim como as demais doenças infantis, preocupa quando atinge significativamente o estado geral da criança, com dificuldade para respirar, diminuição da ingesta alimentar e de líquidos, prostração, sonolência excessiva e queixas progressivas de dor”, explica Baptista.

O médico destaca que a avaliação do conjunto de sintomas é fundamental para diferenciar quadros leves daqueles que exigem atendimento médico. Nos primeiros dois ou três anos de vida, as infecções bacterianas de orofaringe causadas principalmente pelo Streptococcus pyogenes são menos frequentes, sendo os vírus os principais responsáveis pelos casos nessa faixa etária. Já em crianças maiores, as infecções bacterianas costumam provocar dor, febre e mal-estar sem sintomas respiratórios associados.

Diagnóstico

Conforme a SPRS, pode ser difícil distinguir infecções virais de bacterianas apenas pela observação clínica. Em alguns casos, exames específicos realizados na orofaringe podem auxiliar na identificação de bactérias causadoras da infecção. “Pode ser difícil diferenciar as causas infecciosas, entre virais e bacterianas. Existem exames com pesquisa direta na orofaringe para identificação de bactérias patogênicas, como Streptococcus sp., que podem ser solicitados para ajudar o médico nessa diferenciação”, destaca Silvio Baptista.

Em casa, a orientação é observar o estado geral da criança, manter a hidratação e utilizar apenas medicamentos previamente orientados pelo pediatra, como analgésicos para alívio da dor. Medicamentos para controle da febre devem ser administrados quando houver mal-estar ou dor associados, sempre conforme recomendação profissional.

Prevenção

A SPRS alerta que a automedicação deve ser evitada, principalmente com antibióticos, anti-inflamatórios e xaropes sem prescrição médica. O uso inadequado desses medicamentos pode mascarar sintomas, provocar efeitos adversos e contribuir para o aumento da resistência bacteriana. “Nem toda dor de garganta precisa de antibiótico. Na maioria das vezes, a causa é viral e o tratamento envolve hidratação, repouso, controle da dor e acompanhamento da evolução. O antibiótico só deve ser usado quando houver confirmação de infecção bacteriana, sempre com prescrição médica”, afirma Baptista.

Entre as medidas preventivas recomendadas estão manter a criança hidratada, estimular a respiração pelo nariz, evitar exposição ao frio intenso, utilizar roupas adequadas para baixas temperaturas e manter os ambientes ventilados. Em locais com ar muito seco, ações para aumentar a umidade do ambiente também podem ajudar a reduzir o ressecamento das vias respiratórias. Líquidos mornos, quando adequados à idade da criança, podem contribuir para aliviar o desconforto.

Quando procurar atendimento

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul orienta que a criança seja levada ao pronto atendimento ou à emergência em casos de dificuldade para respirar, piora do estado geral, prostração, sonolência excessiva, sinais de desidratação, recusa persistente de líquidos, dor intensa que impeça a alimentação ou febre e dor que persistam mesmo após o uso das medicações orientadas. A recomendação vale especialmente para bebês, crianças pequenas e pacientes com doenças crônicas, que demandam atenção redobrada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2026 0 Comentários 51 Visualizações
Saúde

Estudo aponta modelo para prever risco de depressão em adolescentes antes dos sintomas

Por Jonathan da Silva 02/06/2026
Por Jonathan da Silva

Um estudo liderado pelo professor e doutor em psiquiatria Christian Kieling, head da Unidade de Pesquisa em Saúde Mental do Hospital Moinhos de Vento, identificou um modelo capaz de prever o risco de depressão em adolescentes antes do surgimento dos primeiros sintomas. A pesquisa, realizada em parceria com pesquisadores do Reino Unido e publicada na revista Molecular Psychiatry, acompanhou estudantes da rede pública de Porto Alegre durante três anos. O trabalho combina dados sociodemográficos, exames de sangue e neuroimagem para ampliar a capacidade de identificar jovens mais vulneráveis ao desenvolvimento da doença, com o objetivo de fortalecer estratégias de prevenção em saúde mental.

Os resultados mostraram que 44% dos adolescentes classificados como de alto risco pelos dois modelos avaliados desenvolveram depressão ao longo de três anos. Entre aqueles considerados de baixo risco em ambos os critérios, não houve registros da doença no mesmo período.

A pesquisa integra o consórcio internacional IDEA (Identifying Depression Early in Adolescence) e propõe uma abordagem diferente da tradicional, que normalmente identifica a depressão apenas quando os sintomas já estão presentes. “A depressão não surge de forma repentina. O que mostramos é que existem indicadores psicossociais e biológicos que permitem identificar uma vulnerabilidade maior ao desenvolvimento da doença”, afirma o professor e doutor em psiquiatria Christian Kieling.

Combinação de fatores

Segundo os pesquisadores, a capacidade de previsão aumenta quando são analisados em conjunto fatores relacionados ao contexto de vida dos adolescentes, como ambiente familiar e condições sociais, além de indicadores biológicos ligados à inflamação, alterações em substâncias que protegem o cérebro e maior sensibilidade a estímulos negativos em áreas cerebrais associadas às emoções. “Quando analisados em conjunto, esses fatores permitem uma compreensão mais ampla da saúde mental, ao conectar o funcionamento do cérebro, o sistema imunológico e o contexto de vida”, explica Christian Kieling.

Impacto para a saúde pública

De acordo com os pesquisadores, os resultados podem contribuir para a identificação precoce de adolescentes em situação de vulnerabilidade, reduzir os impactos da depressão entre jovens, melhorar a distribuição de recursos em saúde mental e fortalecer políticas de prevenção baseadas em evidências científicas.

A proposta prevê um modelo de triagem em etapas. Inicialmente, seriam utilizadas informações sociodemográficas de fácil obtenção. Em um segundo momento, adolescentes identificados como mais vulneráveis poderiam ser submetidos a exames complementares mais específicos. “Esse modelo abre caminho para uma mudança importante no cuidado em saúde mental: sair de uma abordagem reativa, focada no tratamento, para uma atuação preventiva, identificando quem precisa de atenção antes do adoecimento”, destaca Christian Kieling.

Foto: Ryanniel Masucol/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
02/06/2026 0 Comentários 48 Visualizações
Saúde

SBD-RS reforça alerta contra uso de PMMA em procedimentos estéticos

Por Jonathan da Silva 02/06/2026
Por Jonathan da Silva

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS) manifestou apoio ao posicionamento nacional contrário ao uso do polimetilmetacrilato (PMMA) para fins estéticos e cosmiátricos. O alerta foi reforçado após a confirmação de uma nova morte associada à utilização da substância em um procedimento estético realizado em São Paulo. Segundo a entidade, o caso evidencia a necessidade de ampliar a informação à população sobre os riscos relacionados ao produto e de fortalecer o controle sanitário e regulatório sobre sua utilização.

De acordo com a SBD-RS, o PMMA é um preenchedor permanente e não absorvível, característica que faz com que a substância permaneça no organismo por tempo indeterminado. A entidade destaca que o material pode estar associado a complicações imediatas e tardias, incluindo processos inflamatórios, infecções, granulomas, deformidades, sequelas permanentes e, em situações mais graves, complicações sistêmicas com risco de morte.

Caso em São Paulo

O posicionamento da entidade ocorre após a morte de uma maquiadora de 48 anos, registrada na capital paulista. Conforme informações divulgadas, a vítima passou por um procedimento de remodelação glútea e de coxas com aplicação de PMMA no bairro Brooklin, na zona sul de São Paulo. A médica responsável informou à polícia ter utilizado 100 seringas da substância durante o procedimento.

A SBD-RS afirmou que o episódio reforça a importância de priorizar a segurança do paciente, a boa prática médica e a medicina baseada em evidências nas discussões sobre procedimentos estéticos.

Defesa de maior controle regulatório

A entidade gaúcha também declarou apoio à posição da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), que defende o endurecimento do controle sanitário e regulatório do PMMA junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo a SBD-RS, embora existam propostas para restringir o uso da substância a determinadas especialidades médicas, essa medida não elimina os riscos inerentes ao produto, especialmente quando empregado com finalidade estética.

Orientação aos pacientes

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul ressalta que procedimentos dermatológicos e cosmiátricos exigem avaliação médica criteriosa, indicação responsável e informações claras sobre benefícios, limitações e possíveis complicações.

Para a entidade, a busca por resultados estéticos deve estar acompanhada de critérios de segurança, principalmente em casos que envolvem substâncias permanentes e de difícil manejo diante de reações adversas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2026 0 Comentários 53 Visualizações
Saúde

Alta de casos respiratórios no Rio Grande do Sul exige atenção redobrada com crianças

Por Marina Klein Telles 02/06/2026
Por Marina Klein Telles

O aumento dos casos respiratórios no Rio Grande do Sul acende um alerta importante para famílias, escolas e serviços de saúde. O Estado entrou na categoria de alto risco para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado na última quinta-feira, 28/05, com dados referentes à semana epidemiológica de 17 a 23/05. Diante do cenário, a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) orienta pais e responsáveis a reforçarem medidas de prevenção, manterem a vacinação em dia e observarem sinais de agravamento em crianças com sintomas respiratórios.

A preocupação ocorre em um período de maior circulação de vírus respiratórios, especialmente Influenza A e Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Enquanto a Influenza pode causar quadros graves e hospitalizações em diferentes faixas etárias, o VSR é uma das principais causas de infecções respiratórias em bebês e crianças pequenas. “Para as famílias, esse cenário precisa acender um alerta, não de pânico, mas de atenção redobrada. Sintomas respiratórios que muitas vezes começam como um resfriado podem evoluir rapidamente em lactentes, crianças menores, prematuros ou pacientes com comorbidades. O momento exige prevenção, vacinação em dia, cuidado com ambientes fechados, higiene das mãos e procura precoce por atendimento quando surgirem sinais de gravidade”, afirma o presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Marcelo Porto.

Entre os sinais que indicam necessidade de atendimento médico imediato estão dificuldade para respirar, respiração acelerada, esforço respiratório com afundamento das costelas, batimento de asa do nariz, gemência, lábios ou extremidades arroxeadas, sonolência excessiva, irritabilidade intensa, recusa alimentar importante, sinais de desidratação, febre persistente ou piora do estado geral. “Os pais e responsáveis devem procurar atendimento médico imediatamente quando a criança apresenta dificuldade para respirar, respiração muito rápida, esforço para respirar com afundamento das costelas, batimento de asa do nariz, gemência, lábios ou extremidades arroxeadas, sonolência excessiva, irritabilidade intensa, recusa alimentar importante, sinais de desidratação, febre persistente ou piora do estado geral. Em bebês pequenos, especialmente menores de seis meses, qualquer alteração respiratória mais intensa deve ser valorizada. A criança pode descompensar com mais rapidez do que o adulto, por isso a avaliação precoce faz diferença”, acrescenta Marcelo Porto.

A entidade também chama atenção para a importância da vacinação contra a gripe. Em um contexto de baixa cobertura vacinal, aumenta o número de pessoas suscetíveis à Influenza, o que pode ampliar a circulação do vírus e elevar o risco de internações, principalmente entre crianças, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.

A baixa cobertura vacinal contra a gripe amplia o número de pessoas suscetíveis à Influenza e favorece a ocorrência de casos graves, internações e óbitos. A vacina não impede todos os quadros respiratórios, mas reduz de forma importante o risco de complicações, principalmente nos grupos mais vulneráveis.

Além da vacinação, a SPRS recomenda medidas simples e eficazes, como higienização frequente das mãos, ventilação dos ambientes, evitar levar crianças com sintomas respiratórios para a escola ou creche, reduzir exposição de bebês a locais fechados e aglomerados, manter acompanhamento pediátrico regular e buscar orientação profissional diante de dúvidas sobre evolução dos sintomas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2026 0 Comentários 75 Visualizações
Saúde

Vacinação contra gripe será ampliada para toda a população de Novo Hamburgo nesta terça

Por Jonathan da Silva 01/06/2026
Por Jonathan da Silva

A vacinação contra a influenza será ampliada para toda a população de Novo Hamburgo a partir desta terça-feira, 2 de junho. A medida foi definida pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) com base em análise técnica e em alinhamento com as orientações do Governo do Estado. Para viabilizar a ampliação do público-alvo, o município receberá uma nova remessa de 10 mil doses da vacina na segunda-feira, dia 1º, reforçando o estoque atual de 12.350 doses.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, parte das doses recebidas será reservada para garantir o avanço da cobertura vacinal entre os grupos prioritários. A estratégia busca manter o atendimento à população em geral sem comprometer a imunização dos públicos considerados mais vulneráveis à doença.

Disponível em todos os postos

A vacina contra a influenza estará disponível em todas as unidades de saúde de Novo Hamburgo durante o horário regular de funcionamento. Neste momento, as unidades com horário estendido não realizarão a aplicação do imunizante no turno da noite.

A imunização também seguirá sendo oferecida na Casa da Vacina, localizada na Rua Joaquim Nabuco, 634, com acesso pela Rua Magalhães Calvet, no Centro. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h30min às 19h.

Reforço da cobertura vacinal

Além da ampliação da vacinação para toda a população, a Secretaria Municipal de Saúde promoverá ações específicas de imunização ao longo da próxima semana. As equipes atuarão em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) e em Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs).

A iniciativa tem como objetivo ampliar a cobertura vacinal entre idosos e crianças, públicos considerados prioritários para a prevenção das complicações causadas pela influenza.

Foto: Felipe Nabinger/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2026 0 Comentários 70 Visualizações
Saúde

Hospital Sapiranga entrega novo Centro Cirúrgico

Por Jonathan da Silva 29/05/2026
Por Jonathan da Silva

O Hospital Sapiranga realizou a cerimônia de entrega da nova estrutura do Centro Cirúrgico da instituição na noite desta quarta-feira (27). O evento foi realizado no auditório do hospital e reuniu integrantes do Comitê Executivo, diretoria, enfermeiros, coordenadoras do Centro Cirúrgico, cirurgiões, anestesistas e lideranças médicas. A conclusão das melhorias integra o projeto estratégico HS 2030, voltado à ampliação da assistência, modernização tecnológica e fortalecimento da segurança dos pacientes.

A nova estrutura foi apresentada como um avanço para qualificar o atendimento e oferecer melhores condições de trabalho às equipes médicas e assistenciais. Durante a cerimônia, o coordenador do Serviço de Cirurgia Geral, Dr. Vinícius Pena Coutinho, e o diretor técnico do Hospital Sapiranga, Dr. Airton Schmitt, ressaltaram a importância da ampliação e modernização do espaço para a rotina hospitalar e para o fortalecimento dos serviços cirúrgicos.

Planejamento estratégico

Segundo a diretora-executiva do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann, a entrega do novo Centro Cirúrgico faz parte do planejamento de longo prazo da instituição. “O novo Centro Cirúrgico integra o planejamento estratégico do HS 2030, que orienta o futuro do hospital com foco em excelência, crescimento sustentável, inovação, relacionamento humano e compromisso permanente com a comunidade. Ele representa a soma de planejamento, investimento, dedicação das equipes e responsabilidade com cada paciente que confia no Hospital Sapiranga”, destacou Elita.

A obra foi executada em etapas para evitar interrupções nos atendimentos e minimizar impactos na rotina assistencial. Conforme a instituição, a reforma e ampliação foram organizadas de forma gradual, permitindo a continuidade dos serviços com segurança e previsibilidade para pacientes, equipes médicas e profissionais da saúde.

Homenagem

A cerimônia também contou com uma homenagem ao anestesista Dr. Mário José Machado Amoretti, em reconhecimento aos 50 anos de atuação junto ao Hospital Sapiranga. Familiares do médico participaram do momento, que incluiu a entrega de uma placa comemorativa realizada pelo diretor técnico da instituição, Dr. Airton Schmitt.

Ao longo de cinco décadas, Dr. Mário José Machado Amoretti acompanhou diferentes fases do hospital e atuou nos serviços assistenciais da instituição, contribuindo para a consolidação das atividades cirúrgicas e do atendimento prestado à comunidade.

Foto: Comunicação/Hospital Sapiranga/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2026 0 Comentários 64 Visualizações
Saúde

SBD-RS alerta para riscos do uso de vaselina nos cílios

Por Jonathan da Silva 27/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS) emitiu um alerta sobre os riscos da aplicação de vaselina e hidratantes labiais nos cílios, prática que tem se popularizado em vídeos nas redes sociais, especialmente no TikTok. Segundo a entidade, o uso desses produtos na região dos olhos pode causar irritações, alergias, inflamações e complicações oftalmológicas. O alerta foi divulgado diante do aumento da circulação de conteúdos que sugerem o uso da substância para curvar os cílios e prolongar o efeito estético.

De acordo com a vice-presidente da SBD-RS, médica dermatologista Dra. Cíntia Pessin, a vaselina possui características que ajudam a reter a hidratação da pele, mas isso não significa que o produto seja adequado para aplicação nos cílios ou pálpebras. “A base da vaselina é o petrolato, um produto derivado do petróleo. Por isso, pode ser alergênica e facilitar o surgimento de problemas como obstrução dos poros, acne, dermatite na área das pálpebras e blefarite (inflamação crônica na borda das pálpebras)”, explica Cíntia.

Riscos à saúde ocular

A SBD-RS destaca que os riscos não se limitam à pele. Segundo Cíntia, quando aplicada próxima à raiz dos cílios, a vaselina pode atingir estruturas responsáveis pela lubrificação ocular, como as glândulas de Meibomius, localizadas na borda das pálpebras. A dermatologista ressalta que a obstrução dessas glândulas pode provocar desconforto, sensação de olho seco, infecções e até complicações mais graves, como úlcera de córnea.

Orientações da entidade

A recomendação da SBD-RS é que produtos cosméticos sejam utilizados apenas nas áreas para as quais foram desenvolvidos e testados. A entidade orienta que a remoção da maquiagem dos olhos seja feita com produtos específicos para a região ocular ou com óleo de limpeza apropriado.

A vice-presidente da entidade também orienta que a hidratação das pálpebras seja realizada com cremes indicados para essa região. “Não é recomendável aplicar produtos em grande quantidade ou utilizar cosméticos sem indicação adequada para pálpebras e cílios. Também é importante observar sinais de irritação, como vermelhidão, coceira, ardência, inchaço ou descamação”, afirma Cíntia Pessin.

Teste de alergia

Antes de utilizar qualquer produto novo, a SBD-RS recomenda a realização de teste de alergia. A orientação é aplicar pequena quantidade do produto na face interna do punho e aguardar 48 horas para verificar se ocorre alguma reação.

A entidade também reforça que conteúdos virais sobre estética e beleza nas redes sociais não substituem orientação médica e podem representar riscos quando incentivam o uso inadequado de substâncias na região dos olhos.

Em casos de irritação, alergia, dermatite, inflamação nas pálpebras ou outras alterações na pele, a recomendação é procurar atendimento com médico dermatologista.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2026 0 Comentários 81 Visualizações
Saúde

Sindisaúde-RS realiza ato de 24 horas em frente ao Hospital de Clínicas por valorização da categoria

Por Marina Klein Telles 27/05/2026
Por Marina Klein Telles

O Sindisaúde do Estado do Rio Grande Do Sul, realizará, a partir das 8h da quinta-feira, uma mobilização de 24 horas em frente ao Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). A ação se estenderá até as 8h de sexta-feira.

O ato faz parte de uma agenda de lutas da Campanha Salarial, e tem como objetivo chamar a atenção da sociedade e da gestão do hospital para as principais reivindicações da categoria, que incluem a valorização salarial, melhores condições de trabalho, combate à sobrecarga de trabalho que afeta os profissionais da saúde e um reajuste digno do vale-alimentação.

Durante as 24 horas de mobilização, haverá revezamento de turnos entre os trabalhadores para garantir a continuidade do ato sem desassistência à população. Estão previstas atividades de conscientização, distribuição de panfletos e falas de lideranças sindicais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2026 0 Comentários 69 Visualizações
Saúde

Nova Petrópolis reforça alerta sobre tabagismo no Dia Mundial sem Tabaco

Por Jonathan da Silva 26/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Nova Petrópolis está intensificando as ações de conscientização sobre os riscos do tabagismo e sua relação direta com o câncer de boca, marcando o encerramento da campanha Maio Vermelho no município. A mobilização é promovida pela Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social e busca alertar a população sobre os impactos do consumo de cigarros tradicionais e dispositivos eletrônicos na saúde. No dia 31 se celebra o Dia Mundial sem Tabaco, criado para incentivar a prevenção e o combate ao uso do tabaco, considerado uma das principais causas evitáveis de morte no mundo.

A Prefeitura nova-petropolitana ressalta que o tabagismo é uma doença crônica associada à dependência da nicotina e relacionada a mais de 50 tipos de enfermidades. Na saúde bucal, o cigarro é apontado como um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de tumores malignos, devido às alterações genéticas provocadas nas células da boca e às agressões térmicas causadas pela fumaça.

Riscos à saúde

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social, o uso do tabaco afeta praticamente todos os órgãos do corpo. Além de estar relacionado a 90% das mortes por câncer de pulmão, o hábito de fumar aumenta em até quatro vezes o risco de infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVCs).

A campanha também destaca os impactos do tabagismo na saúde cardiovascular e bucal, incluindo hipertensão, aterosclerose, perda de dentes, mau hálito e lesões pré-cancerígenas. Outros efeitos associados ao consumo de tabaco incluem infertilidade, impotência e catarata.

Uso de cigarros eletrônicos

A administração municipal também chama atenção para o aumento do uso de cigarros eletrônicos, conhecidos como vapes ou pods. Segundo a campanha, embora sejam divulgados como alternativas ao cigarro convencional, os dispositivos podem conter concentrações elevadas de nicotina.

O município alerta que o uso dos cigarros eletrônicos está associado à Evali, lesão pulmonar aguda relacionada ao consumo desses dispositivos, além de provocar ressecamento da mucosa bucal e inflamações na gengiva, fatores considerados de risco para câncer orofaríngeo.

Combinação entre álcool e tabaco

Outro ponto abordado pela campanha é a associação entre o consumo de álcool e cigarro. Conforme a Secretaria de Saúde, o álcool atua como solvente, facilitando a penetração das substâncias tóxicas do cigarro nos tecidos da boca, o que pode elevar significativamente o risco de câncer bucal.

A campanha também destaca os benefícios da interrupção do tabagismo. Segundo as informações divulgadas pelo município, em cerca de 20 minutos após parar de fumar a pressão arterial tende a normalizar, enquanto em 48 horas podem ocorrer melhorias no olfato e no paladar.

Atendimento pelo SUS

A Prefeitura informa que pessoas interessadas em abandonar o tabagismo podem buscar atendimento gratuito pelo Sistema Único de Saúde. Em Nova Petrópolis, os moradores podem procurar a Unidade Básica de Saúde de referência para receber orientações sobre o tratamento da dependência química.

Foto: Ayse ela dikye/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
26/05/2026 0 Comentários 55 Visualizações
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