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Variedades

Estruturação de sistema de saúde e atenção primária durante a pandemia foi tema do Webinar promovido pela ACI e LIDE RS

Por Gabrielle Pacheco 13/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha, juntamente com a LIDE RS, promoveram, na noite da última sexta-feira, 10, o Webinar Construindo Soluções – Estruturação de sistema de saúde e atenção primária. Participaram da discussão profissionais da área médica, o cirurgião geral, intensivista e prefeito de Porto Feliz/SP, Antônio Cássio Habice Prado, o médico cirurgião geral e diretor executivo da Prevent Senior, Pedro Benedito Batista Junior, o presidente da Sociedade Médica de Canoas (Somedica), Luciano Zuffo, também membro do Grupo COVID RS, assim como presidente da LIDE RS, Eduardo Fernandez. A mediação foi do diretor da ACI, Marco Aurélio Kirsch.

Tendo como tema principal “Modelos comprovados de sucesso no combate ao Covid”, o Webinar, gratuito e aberto a todos os interessados, focou em alternativas que possam diminuir os impactos nas áreas da saúde, social e econômica, com exemplos já colocados em prática no Brasil.

O médico e prefeito de Porto Feliz, com 53 mil habitantes e distante 100 quilômetros da capital, fez um relato do trabalho realizado no município paulista, tendo início em fevereiro deste ano, logo após a primeira divulgação da doença. Com grandes empresas em sua área territorial, a cidade colocou em prática um “posto sentinela”, comprou insumos e implantou um kit de medicamentos, mediante receita médica e com aceite do paciente. “Fomos muito criticados. Montamos um protocolo, com diversos medicamentos, e fomos atualizando. Já estamos na sétima versão, que é destinada à fase precoce do coronavírus. Toda a nossa equipe médica segue este protocolo e não tivemos casos de doentes na nossa equipe, apenas dois que não quiseram fazer profilaxia”, explicou Antônio Cássio Prado. “Digo que dos tratamentos precoces realizados, 95% que tratou precocemente não precisou internar. O tratamento precoce funciona. Somos a favor do protocolo que foi iniciado na Prevent Senior e não da droga X ou Y. Nós ouvimos o que eles tinham a dizer. Infelizmente, o Brasil não ouviu e podíamos ter evitado mortes”, afirma o médico.

O médico cirurgião geral e diretor executivo da Prevent Senior, Pedro Junior ressaltou sobre a previsibilidade que estava sendo discutida desde novembro, com prazo para formatar um sistema de combate à pandemia. “Hoje sou responsável por uma empresa de meio milhão de vidas, com uma média de idade de 68 anos. Literalmente, seria o público a ser dizimado, e os resultados de prevenção e tratamento no início da doença, trouxeram excelentes evidências de cura”, reforçou ele.

E o médico Luciano Zuffo, do Grupo COVID RS, ressaltou que discutir evidências, neste momento urgente, é preciso ser deixado um pouco de lado, para agir. “Temos que reverter o quadro. Hoje contamos com mais de 49 estudos que mostram que o tratamento precoce é a principal ferramenta que temos para diminuir a mortalidade e a evolução da doença”, destacou, ao citar três exemplos, um em Detroit (USA), outro em Marselha (França) e ainda uma metanálise, trabalho realizado com 105 mil casos, de 20 estudos em nove países.

“Este momento é histórico, porque estamos construindo mostrar possibilidades reais, num trabalho conjunto entre a ACI e a Lide”, afirmou Marco Kirsch. “Vida e economia sempre andam juntas. Na saúde, os tratamentos que estão sendo implementados buscam a questão da saúde, mas também dirimem os impactos sociais e econômicos dos ambientes onde estão inseridos. Parabéns a nossa parceira ACI, não só neste, mas em tantos outros eventos e temas”, complementou o presidente da LIDE RS, Eduardo Fernandez.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2020 0 Comentários 553 Visualizações
Saúde

Em marco histórico, SUS incorpora primeira imunoterapia para câncer a pedido da SBOC

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Foi anunciado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (CONITEC), órgão do Ministério da Saúde, a recomendação favorável para a incorporação da primeira imunoterapia para o tratamento de pacientes com melanoma metastático no Sistema Público de Saúde (SUS). Desde 2016, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) vem concentrando seus esforços para a introdução de imunoterápicos no SUS e, mesmo com o posicionamento inicial contrário da CONITEC, a Sociedade continuou honrando seu compromisso de defender o bem-estar dos pacientes e a boa prática oncológica.

De acordo com o Dr. Rodrigo Munhoz, vice-presidente para Ensino da Oncologia da SBOC, que vem a frente da defesa pela imunoterapia no SUS, a conquista é um grande passo para quem depende da rede de saúde pública, além de ser uma questão de justiça social. “Os pacientes ficam à mercê de um tratamento quimioterápico-padrão que não só é pouco eficaz contra o melanoma avançado, mas também prejudica consideravelmente a qualidade de vida dos pacientes, por conta de efeitos colaterais bastante severos”. No sistema privado, os tratamentos que permitem aos pacientes um aumento considerável de sobrevida, como a imunoterapia e a terapia-alvo, estão disponíveis desde janeiro de 2018.

Isso abre caminho para que hospitais públicos de todo o país finalmente possam tratar os pacientes de forma efetiva e segura contra tumores mais agressivos. “Para se ter uma ideia, a chance de um paciente com melanoma metastático estar vivo em três anos com a quimioterapia oferecida pelo SUS é de 10% a 12%. Esse número chegou a quase 60% com combinação de imunoterapias. Ou seja, os pacientes que antes viviam de 6 a 9 meses, hoje podem viver até mais de 5 anos e, em alguns casos, atingir a cura”, aponta Dr. Munhoz, enfatizando a importância do acesso ao tratamento imunoterápico para todos. “Agora, um importante avanço da ciência oncológica, que já era disponível a poucos pacientes, pode chegar à população de forma mais justa. Continuaremos lutando para que tratamentos dignos sejam ofertados aos brasileiros”, completa.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a imunoterapia é considerada “medicamento essencial” para o tratamento de melanoma metastático desde agosto de 2019. Esse título implica na responsabilidade de proporcionar esse medicamento aos pacientes de todos os países membros das Nações Unidas, incluindo o Brasil. Por isso, a conquista da SBOC é um marco histórico, capaz de abrir portas a novos avanços no SUS. É resultado da atuação da entidade ao longo dos anos, que trabalhou não somente envolvendo evidências científicas do potencial terapêutico da imunoterapia, mas também um trabalho sobre a custo-efetividade dos medicamentos.

Vale destacar que, com a posicionamento contrário da CONITEC no relatório inicial para a incorporação das imunoterapias no SUS, a SBOC não só participou como recomendou à população a participar da consulta pública aberta pelo órgão em janeiro deste ano, quando o assunto em questão foi avaliado e as contribuições poderiam interferir positivamente na recomendação final da instituição. Esse esforço conjunto resultou em mais de 2.200 contribuições a favor da incorporação dos novos medicamentos no Sistema Público de Saúde, reforçando a necessidade da oferta digna e igualitária de tratamento para todos.

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica defende que as necessidades dos pacientes devem estar em primeiro lugar e, por isso, é fundamental viabilizar o acesso desses tratamentos para os pacientes do SUS. “O parecer favorável da CONITEC é o primeiro passo para que o tratamento seja disponibilizado pelo SUS, esperamos que as autoridades envolvidas no processo atuem de forma vigorosa para garantir o acesso do paciente com melanoma a um tratamento que pode ser decisivo em sua vida. A SBOC seguirá atuante para que isso se torne realidade o quanto antes, de forma rápida e efetiva”, garante Dr. Munhoz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2020 0 Comentários 641 Visualizações
Variedades

Médico brasileiro que atuou na implantação do SAMU no Brasil lança autobiografia

Por Gabrielle Pacheco 07/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Brasil, com a generalização do SAMU 192 em todos os estados, tem a maior rede de Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do mundo, com mais de 190 unidades em todo o país. O médico Paulo Ernani Rezende de Rezende foi um dos principais atores na implantação do projeto no país, a partir de inspiração no modelo francês de atendimento a casos de urgência. Em sua autobiografia, lançada recentemente no Brasil, Rezende, hoje com 80 anos e radicado na França, revela os bastidores deste grande projeto e detalhes de sua trajetória profissional, bem como sua atuação política – que o levou ao autoexílio na década de 60. O livro “Do Pinheiro Torto ao vasto mundo” está disponível nas livrarias e no site da Libretos Editora.

“Considero que foi uma grande aventura a implantação no Brasil do SAMU após o ano de 1995. Muitas vezes, eu me pergunto: como é que um brasileiro (depois também francês, a partir de 1979) que chegou à França como exilado político e terminou conselheiro de diferentes ministros da Saúde, tanto de esquerda quanto de direita, participou dessa jornada magnífica? Até hoje tenho muito orgulho dessa aventura”, afirma Rezende em seu livro.

Na obra, o autor comenta que “a Política Nacional de Atenção às Urgências foi começada no governo do presidente Fernando Henrique e implantada definitivamente na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. A implantação do SAMU 192 provocou grande demanda de qualificação das equipes de regulação médica e de atendimento das urgências pré-hospitalares”.

Rezende obedecia o confinamento imposto durante a  pandemia do coronavirus, em Strasbourg, na França, quando finalizou suas memórias. Ele viria ao Brasil para o lançamento do livro, tanto em Passo Fundo quanto na Feira do Livro de Porto Alegre, mas os planos precisaram ser adiados.

Grandes feitos pelo mundo afora

O médico saiu de Passo Fundo, no interior do Rio Grande do Sul (de uma região chamada Pinheiro Torto, que deu nome à propriedade de seus antepassados), muito jovem, com 19 anos. Em 1960 partiu para Moscou, na Rússia, para cursar Medicina na Universidade da Amizade dos Povos Patrice Lumumba (UAPPL). Mais tarde se tornou membro da Comissão de Saúde Nacional e participou ativamente da construção do sistema francês de saúde.

Na África, foi um dos líderes do programa Esther para atender as pessoas vivendo com o HIV. Paulo Ernani Rezende de Rezende sempre teve um amor instintivo pelas viagens, tendo conhecido todos os continentes, exceto Antártica e Oceania. Nesta autobiografia registra sua trajetória e, revendo suas memórias, pôde comprovar que foi persistente na busca de unidade entre ação e pensamento, desde quando saiu do Pinheiro Torto para enfrentar e conhecer este vasto mundo. 

Na obra, Rezende apresenta também a experiência dos sistemas de urgência franceses na ocasião dos atentados em Paris, em 2015, em material da revista The Lancet, e trata também da diáspora de brasileiros que fugiram para a França na década de 1960.

Uma trajetória de forte atuação política

Em tempos de Guerra Fria, corrida espacial e grandes tensões, Rezende sempre se manteve atuante, dentro e fora da universidade. Naqueles momentos de efervescência política internacional, especializou-se, na França, como médico anestesista reanimador e retornou a um Brasil diferente, no ano de 1967, em meio a uma ditadura militar. Rezende chegou a ser preso em Porto Alegre e em São Paulo, mas optou pelo autoexílio, tendo, inclusive, obtido a cidadania francesa. Na época, filiou-se ao PS (Partido Socialista).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2020 0 Comentários 1,1K Visualizações
Variedades

Moinhos Talks: Debate aponta caminhos para superar crises provocadas pela pandemia

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Rede de saúde ampla, profissionais qualificados, pesquisa, tecnologia e inovação são alguns dos caminhos que o Brasil pode trilhar para sair mais fortalecido da pandemia de Covid-19. Essa foi a avaliação dos painelistas que integraram o Moinhos Talks desta quarta-feira, 1º, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e o deputado federal Pedro Westphalen (Progressistas-RS). Promovida pelo Hospital Moinhos de Vento, a live contou com a participação do CEO da instituição, Mohamed Parrini, e teve a mediação da jornalista e sócia-diretora da Critério, Soraia Hanna.

Na avaliação de Onyx, o Brasil vem se mostrando preparado para enfrentar a pandemia, mesmo com todos os problemas. “É o país que mais cura pacientes infectados pelo coronavírus. Temos o SUS e uma rede privada que funcionam, capacidade de atendimento e profissionais qualificados”, ressaltou o ministro. Outro ponto positivo é a efetividade do pagamento do auxílio emergencial. Enquanto países desenvolvidos como os Estados Unidos enviaram cheques pelo correio, a União usou a tecnologia e garantiu o cadastro por meio de um aplicativo.

A necessidade de mais investimentos em saúde foi um dos pontos defendido por Pedro Westphalen. O deputado, que também é vice-presidente da Confederação Nacional de Saúde e médico, destacou que o sistema brasileiro é muito mais amplo do que apenas o SUS: hospitais filantrópicos e privados e outras empresas do setor respondem por 9,5% do PIB, e a saúde suplementar está tratando 45% dos casos de COVID-19. “A pandemia evidenciou uma série de problemas, desigualdades sociais, baixo investimento no SUS e em pesquisa, dependência de insumos importados, entre outros. Precisamos mudar esse retrato”, pontuou o parlamentar. Segundo ele, não faltam recursos – eles apenas precisam ser geridos de forma mais eficaz.

Otimismo diante da crise

União e soma de esforços são fundamentais para o enfrentamento da pandemia, na opinião de Mohamed Parrini. “Para cuidar de vidas, todos nós precisamos estar fortalecidos. A população está empobrecendo e me preocupa também a situação e sobrevivência dos hospitais menores”, ponderou. Mesmo assim, há motivos para manter o otimismo diante do cenário de crise. O CEO citou iniciativas de colaboração, como o projeto de telemedicina da instituição, por meio do PROADIS-SUS. A ação conseguiu reduzir em até 50% a mortalidade em UTIs de hospitais públicos de diversos estados, como Pará, Ceará e Goiás.

Mediadora do encontro, a jornalista Soraia Hanna destacou que oportunidades como essa esclarecem a opinião pública e ajudam a construir consensos. “Um desafio como uma pandemia só se supera com unidade. Vemos importantes esforços tanto no setor privado como na área pública. Ambos os lados se complementam e precisam estar próximos”, pontuou. O evento online foi transmitido pelo canal do Hospital Moinhos de Vento no YouTube e segue disponível para quem quiser assistir neste link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 550 Visualizações
CidadesSaúde

Balneário Pinhal ganha Centro de Especialidades em Saúde

Por Gabrielle Pacheco 25/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Centro de Especialidades Municipal Renato Viana Siqueira, foi entregue  à comunidade nesta quarta feira, 24, por meio de uma live da prefeita Marcia Tedesco, vice prefeito Alequis Pinto, secretário da Saúde Alex Bandeira e demais secretários, que estiveram no local respeitando o distanciamento protocolar.

O espaço, localizado à Rua João Guimarães Chiden, 303, no centro de Balneário Pinhal, reúne várias especialidades médicas num único local, agilizando atendimento e facilitando o acesso dos usuários.

Com atendimento 100% SUS , oferece as especialidades de pediatria, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e psiquiatria – casos de média complexidade, previamente agendados via Secretaria Municipal da Saúde.

Até agora, essas especialidades estavam em múltiplos espaços: Posto 24h ou nas ESFs,  o que dificultava o atendimento global das pessoas que necessitam de suporte clínico multiprofissional.

Com espaço adequado e planejado, o Centro de Especialidades não só facilita o acesso – por estar situado a 50 metros do terminal Rodoviário – como traz qualidade nos atendimentos, primando assim, pelos princípios do SUS de integralidade, equidade e universalidade. Sem falar, que oportuniza o Posto 24h e as ESFs para os legítimos atendimentos a que se destinam.

“Estamos muito felizes e orgulhosos em entregar mais este equipamento de saúde à comunidade, pois o ofício primeiro de um gestor é cuidar da vida das pessoas”, afirmou a prefeita Marcia Tedesco no ato de entrega do Centro de Especialidades Municipal.

Prédio histórico

O prédio, onde está sediado o Centro de Especialidades Municipal, foi construído em 1977 e já abrigou vários serviços:  1º Centro Administrativo da Praia do Pinhal, Banco, Sub-Prefeitura, Correios, Delegacia de Polícia, Posto de Saúde e Secretaria de Educação.

A atual gestão fez o reaproveitamento da edificação com uma reforma total para que hoje tenha outro nobre destino: o de sediar o Centro de Especialidades Municipal Renato Viana Siqueira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2020 0 Comentários 750 Visualizações
Saúde

Governo repassa incentivo de R$ 4 milhões para hospitais municipais sob gestão do Estado

Por Gabrielle Pacheco 16/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O governo estadual anunciou que repassará R$ 4,15 milhões para 10 hospitais municipais contratualizados pelo Estado. Conforme anunciou o governador Eduardo Leite nesta segunda-feira, 15, durante transmissão virtual, o aporte, em parcela única, é um auxílio para as ações de enfrentamento à Covid-19.

“Esse investimento faz parte da nossa estratégia de reforçar a rede de atendimento de saúde, especialmente de leitos de UTI, e ajudar a dotar o Rio Grande do Sul de condições para enfrentar o avanço da Covid-19 no nosso Estado”, destacou Leite.

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, explicou que a decisão do governo ocorreu porque a União criou políticas de repasse de recursos para hospitais filantrópicos e santas casas participam de forma complementar do Sistema Único de Saúde (SUS) – Lei 13.995/2020 –, mas não incluiu hospitais públicos municipais.

“Por isso, decidimos nós, por orientação do governador, aportar esses mais de R$ 4 milhões para os hospitais contratualizados pelo Estado, hospitais 100% SUS. Um exemplo concreto é o Hospital Santa Terezinha de Erechim, que é referência para região, que receberá R$ 3,5 milhões. É um aporte financeiro possível e sabemos que vai contribuir para que a assistência seja garantida o mais próximo possível do cidadão”, apontou Arita.

Ainda durante a transmissão virtual, o governador divulgou a abertura de um edital para compra de 230 equipamentos para leitos de UTI no Estado. O valor das aquisições está estimado em R$ 25,3 milhões, o que pode variar na terça-feira, 16, a partir da apresentação das ofertas de empresas interessadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2020 0 Comentários 579 Visualizações
Saúde

Secretaria da Saúde repassa R$ 74,6 milhões a hospitais, clínicas e laboratórios

Por Gabrielle Pacheco 09/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (SES), repassou nesta segunda-feira, 8, R$ 74,6 milhões a hospitais, clínicas e laboratórios do Rio Grande do Sul referentes ao atendimento ofertado a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O recurso, proveniente do Ministério da Saúde, é repassado pelo Executivo aos mais de 200 prestadores de serviços de saúde que oferecem procedimentos ambulatoriais e hospitalares de média e alta complexidade (Teto MAC).

“Foi uma tramitação ágil para que pudéssemos garantir o atendimento e dar fôlego o mais rápido possível a essas instituições de saúde nesse momento tão necessário”, explicou o governador Eduardo Leite, durante transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta segunda.

Auxílio emergencial para filantrópicos

Na última semana, a SES concluiu a assinatura digital dos convênios e o repasse das verbas referentes à primeira parcela dos recursos emergenciais a 38 dos 60 hospitais filantrópicos beneficiados, no valor de R$ 14,3 milhões.

“Continuamos com a missão de fazermos pagamentos com regularidade, algo com que a gestão se compromete desde o início do governo”, explicou a secretária da Saúde, Arita Bergmann.

Os outros 22 convênios ainda estão em tramitação para a liberação dos R$ 8,5 milhões restantes. Os recursos são provenientes do Ministério da Saúde, definidos pela Lei 13.995/2020 e da Portaria MS 1.393.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2020 0 Comentários 549 Visualizações
Variedades

Agentes comunitários de saúde de Nova Petrópolis recebem mais de 40 tablets

Por Gabrielle Pacheco 14/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os agentes comunitários de saúde de Nova Petrópolis receberam, nesta quinta-feira, 14, o total de 42 tablets para cadastrar e registrar as visitas domiciliares no sistema de Saúde do Município que é integrado com o Sistema Único de Saúde (SUS). Os itens foram adquiridos pela Prefeitura Municipal por meio de licitação. O investimento na aquisição dos tablets foi de R$ 33.180,00, oriundos do Fundo Nacional de Saúde, destinados ao custeio do Programa de Saúde da Família do Governo Federal. A Adminsitração Municipal também adquiriu capas protetoras para os dispositivos no valor de R$ 1.470,00, por meio de recursos próprios.

O diretor do Departamento de Tecnologia e Informação da Prefeitura de Nova Petrópolis, Sidnei de Castro, destacou a importância da aquisição dos aparelhos. “É importante que os agentes de saúde recebam os tablets, pois são esses profissionais que mantém o cadastro das pessoas atualizado no Sistema Único de Saúde (SUS), que possibilita o atendimento integrado aos pacientes na rede SUS”, disse Castro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2020 0 Comentários 501 Visualizações
Saúde

Governo do Estado repassa R$ 45 milhões a hospitais

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O pagamento de diárias de 139 leitos de UTI em 19 hospitais gaúchos que aguardam habilitação do Ministério da Saúde para atendimento de pacientes da Covid-19 foi tratado nesta quarta-feira, 6, em uma videoconferência que reuniu a Secretaria da Saúde (SES) com dirigentes da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do RS. Outro tema discutido foi o repasse integral do teto dos procedimentos de média e alta complexidade no valor de R$ 45 milhões.

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, informou que as diárias das UTIs são no valor de R$ 1,6 mil. “A SES se compromete com esse custeio e agiliza o início do funcionamento dos leitos de hospitais com gestão estadual, garantindo assim o atendimento de pacientes da Covid-19 no Rio Grande do Sul”, afirmou. São hospitais com gestão estadual que ainda não receberam a habilitação do Ministério da Saúde.

A secretária-adjunta, Aglaé Regina da Silva, alertou que “neste momento as decisões têm que ser rápidas e teremos que fazer o possível para chegar o quanto antes esse repasse aos hospitais”.

São leitos prontos para internação exclusiva de pacientes com diagnóstico de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), suspeitos ou confirmados de Covid-19. A autorização do pagamento é prevista na Portaria da SES 290/2020 e se dá em caráter excepcional, baseada na situação de calamidade pública declarada pelo governo do Estado por causa da pandemia de coronavírus.

Teto MAC integral

Recursos do teto de média e alta complexidade (Teto MAC), no valor de R$ 45 milhões, foram repassados, na sua integralidade, na terça-feira (5/6), a hospitais, clínicas e laboratórios do Rio Grande do Sul. Esse recurso, proveniente do Ministério da Saúde, é calculado pela produção ofertada a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Desde março, devido à pandemia, esse valor está sendo repassado aos prestadores na integralidade, sem o desconto programado aos serviços que não atingirem as metas contratualizadas. Cada serviço de saúde oferecido pelo SUS tem metas de produção a serem atingidas firmadas em contrato, que devem ser cumpridas para que recebam 100% do valor contratualizado.

Emendas parlamentares

Durante a reunião, também foi anunciada a indicação de R$ 105 milhões a cerca de 185 hospitais gaúchos em emendas parlamentares federais. Instituições de todo o Estado serão beneficiadas assim que os recursos estiverem disponíveis no Fundo Estadual de Saúde (FES) e elas tiverem assinado um termo aditivo ao contrato com a Secretaria da Saúde.

Participaram da videoconferência o presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do RS, André Emílio Lagemman, o vice-presidente Luciney Boherer e o superintendente Jairo Tessari.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2020 0 Comentários 479 Visualizações
Saúde

Estado começa a contabilizar resultados de testes rápidos distribuídos aos municípios

Por Gabrielle Pacheco 06/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Do total de testes rápidos recebidos pelo Rio Grande do Sul, via Ministério da Saúde, cerca de 108 mil foram enviados para os municípios, que começaram a registrar os resultados dos exames no e-SUS VE (sistema eletrônico do SUS para a Vigilância Epidemiológica). Assim, as informações serão computadas no levantamento realizado pelo Estado. Com isso, conforme o governador Eduardo Leite disse na transmissão diária ao vivo desta terça-feira, 5, deverá ser minimizada a diferença na contabilidade feita pelas prefeituras e a atualizada pelo governo do Estado.

“Nosso compromisso é garantir a transparência de informações. Esses dados (dos testes rápidos junto com os RT-PCR) nos permitem entender em qual situação cada região se encontra e quais providências deverão ser tomadas, seguindo nosso modelo de distanciamento controlado”, pontuou Leite.

A chefe da divisão de Vigilância Epidemiológica do Centro Estadual da Vigilância em Saúde, Tani Ranieri, explicou que os resultados de todos os testes, positivos ou negativos, devem ser registrados no sistema do SUS. “Esse papel de registro dos municípios é muito importante, e as notificações devem ser realizadas o mais rápido possível”, ressalta.

O sistema já contabiliza 2.027 testes, menos de 2% do total de testes rápidos distribuídos às prefeituras. Do total notificado, 1,6 mil testes foram descartados e outros 416 deram resultado positivo para os anticorpos de Covid-19. Desses positivos, 130 serão adicionados à plataforma que contabiliza os casos no RS ainda nesta terça-feira, 5, causando um aumento expressivo no número total de casos.

A diferença que ocorre entre os anúncios de confirmações provenientes de municípios e as confirmações oficiais do Estado se dá, portanto, devido a um intervalo de tempo entre os testes, o que pode gerar saltos no número de casos, como o que ocorreu em Bento Gonçalves há poucos dias. A cidade tinha resultados represados desde 13 de abril e, no fim de semana passado, foram acrescentadas à contagem estadual 40 confirmações.

Além disso, os números de casos confirmados divulgados pelos boletins das secretarias municipais de Saúde podem divergir do informe estadual em razão dos testes realizados em laboratórios privados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2020 0 Comentários 593 Visualizações
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