Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Administradores do Grupo Hospitalar Conceição entram em greve total na...
Área Azul Digital começa a operar em Santa Cruz no...
Confraternização de Páscoa reúne 400 idosos em Santa Cruz do...
CRMV-RS realiza evento em Porto Alegre sobre protagonismo feminino
Nova Petrópolis é eleita a cidade mais feliz do Rio...
Produção gaúcha-cuiabana ‘Cinco Tipos de Medo’ estreia nesta quinta
Um dos maiores nomes do agro no Brasil, José Luiz...
Santa Cruz do Sul recebe 10º edição do Festival da...
Aspeur/Feevale e Novo Hamburgo formalizam parceria para cercamento eletrônico
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

sus

Saúde

SUS receberá reforço assistencial de estudantes da área da saúde durante pandemia

Por Gabrielle Pacheco 02/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Alunos de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia que estiverem nos últimos anos da graduação deverão atuar na cobertura assistencial a pacientes com Covid-19, em caráter excepcional e temporário no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O edital que descreve o programa Brasil Conta Comigo foi publicado no Diário Oficial da União nesta quarta-feira, 1º.

Estados, municípios e unidades de saúde poderão se cadastrar para receber a força de trabalho dos acadêmicos, que trabalharão sob supervisão de profissionais. Os alunos poderão atuar em postos de saúde, unidades de pronto atendimentos, estabelecimentos da rede hospitalar e unidades de saúde voltadas às populações indígenas, quilombolas e ribeirinhas.

Os estudantes que deverão aderir ao programa são os que estiverem devidamente matriculados no sistema federal de ensino (universidades públicas e privadas) no 5° e no 6° ano de medicina e nos últimos anos dos cursos de enfermagem, farmácia e fisioterapia.

A carga horária será de 40 horas semanais, com uma bolsa no valor de R$ 1.045. Os alunos de outros anos desses cursos também poderão aderir ao programa, se desejarem, com bolsa no valor de R$ 522,50. Todos receberão certificado de participação no esforço de contenção da pandemia da Covid-19, com a respectiva carga horária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/04/2020 0 Comentários 438 Visualizações
Saúde

Prazo de validade de receitas médicas de medicamentos de uso contínuo é ampliado

Por Gabrielle Pacheco 20/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira, 19, a Portaria SES 208/2020, que permite o aumento do prazo de validade de receitas de medicamentos de uso contínuo nas farmácias públicas do RS.

O usuário do Sistema Único de Saúde (SUS), que antes tinha até um mês para retirar seu medicamento na Farmácia do Estado a partir do momento da prescrição do médico, agora poderá usar esse mesmo documento todos os meses por até um ano, desde que esteja escrito “uso contínuo” na receita. No caso de remédios controlados, esse prazo será de até seis meses.

Esta portaria tem o objetivo reduzir a necessidade de deslocamento por parte dos usuários, frente à pandemia de Covid-19 e o decreto de calamidade pública no Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2020 0 Comentários 552 Visualizações
Saúde

Novos tratamentos para psoríase são incluídos no SUS

Por Gabrielle Pacheco 23/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Foi aprovada, no último dia 11 de setembro, a incorporação de ustequinumabe no Sistema Único de Saúde com a atualização do PCDT (Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas) para tratamento de psoríase moderada à grave. O imunobiológico da Janssen, farmacêutica da Johnson & Johnson, será uma importante opção para pacientes que falharam à terapia com medicamentos anti-TNF ou que apresentem alguma contraindicação a esta classe.

A psoríase é uma doença crônica e inflamatória conhecida por causar lesões na pele que descamam e causam grande incomodo físico e psicológico, afetando a autoestima e a confiança dos pacientes. No Brasil, mais de 3 milhões de pessoas convivem com a doença.

Para os pacientes que não respondem aos tratamentos convencionais, os medicamentos imunobiológicos são fundamentais: “A incorporação pelo SUS dessa classe de medicamentos mais modernos tem uma importância vital para a melhoria do bem-estar físico e psíquico dos pacientes”, afirma o Dr. Ricardo Romiti, médico dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e responsável pelo Ambulatório de Psoríase do Hospital das Clínicas da USP.

“Sem dúvida, essa nova diretriz possibilitará que o manejo da psoríase seja realizado da forma mais eficaz possível alcançando um maior número de pacientes”, completa.

“Tratamentos biológicos, como o ustequinumabe, são compostos por moléculas complexas, produzidas a partir de células vivas por meio de técnicas de biotecnologia. São medicações eficazes ao combater quadros mais complexos da doença, em que outras terapias não fazem o efeito desejado”, explica o especialista.

O tratamento adequado é a única forma de minimizar os efeitos negativos da doença na vida dos pacientes: as lesões representam um grande incômodo para os pacientes pois podem tomar conta de órgãos visíveis, como braços, pernas, tronco e couro cabeludo.

Com o avanço de pesquisas e estudos sobre a doença, chegaram ao mercado novas classes de biológicos que agem bloqueando de forma específica a reação inflamatória, como “mísseis teleguiados” sobre as chamadas interleucinas. O especialista explica que esses medicamentos “são opções inovadoras, extremamente eficazes e seguras, e que oferecem alta porcentagem de regressão das lesões de pele. Isso porque elas atuam diretamente nessas citocinas que promovem a ação inflamatória causadora das lesões de psoríase”.

“A falta de conhecimento, o medo infundado de contágio e o próprio preconceito pela doença ainda são uma realidade do dia-a-dia das pessoas com psoríase, levando-as ao isolamento. Consequentemente, as relações sociais, a autoimagem e a autoestima também são prejudicadas pela doença”, relata o médico.

Fato que se traduz em números: quase 70% dos pacientes são acometidos por patologias psicológicas, como ansiedade (39,7%) e depressão (27,1%), segundo o estudo APPISOT, publicado no Journal of Dermatological Treatment.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2019 0 Comentários 604 Visualizações
Variedades

Em dez anos, acidentes de trânsito consomem quase R$ 3 bilhões do SUS

Por Gabrielle Pacheco 23/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

No Brasil, a cada 60 minutos, em média, pelo menos cinco pessoas morrem vítimas de acidente de trânsito. Os desastres nas ruas e estradas do País também já deixaram mais de 1,6 milhão de feridos nos últimos dez anos, ao custo direto de quase R$ 3 bilhões para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Os números fazem parte de um levantamento elaborado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que nesta semana realiza em Brasília (DF) um evento nacional para entender esse problema que atinge proporções epidêmicas.

Para o coordenador da Câmara Técnica de Medicina de Tráfego do CFM, José Fernando Vinagre, os números mostram que os acidentes de trânsito constituem um grave problema de saúde pública e que provoca sobrecarga nos serviços de assistência, em especial nos prontos-socorros e nas alas de internação dos hospitais.

“É preciso reconhecer o aprimoramento da legislação ao longo dos anos e o aumento na fiscalização, especialmente após a Lei Seca. Porém, precisamos avançar nas estratégias para tornar o trânsito brasileiro mais seguro”, destacou.

Segundo a análise do CFM, a cada hora, em média, cerca de 20 pessoas dão entrada em um hospital da rede pública de saúde com ferimento grave decorrente de acidente de transporte terrestre. Ao avaliar o volume total de vítimas graves do tráfego nos últimos dez anos (1.636.878), é possível verificar que 60% desses casos envolveram vítimas com idade entre 15 e 39 anos, sendo menor a frequência nas faixas etárias que vão de zero a 14 anos (8,2%) e em maiores de 60 anos (8,4%). Outra constatação: quase 80% das vítimas eram do sexo masculino.

Mais vítimas

Entre 2009 e 2018, houve um crescimento de 33% na quantidade de internações em todo o País. O pior cenário, proporcionalmente, foi identificado no estado de Tocantins, que saiu das 60 internações, em 2009, para 1.348, no ano passado (aumento de 2.147%).

Na sequência aparece Pernambuco, onde o salto foi de 725% na última década. Apenas cinco estados registraram queda no número de internações por acidente de transporte: Maranhão (redução de 40%), Rio Grande do Sul (22%), Paraíba (20%), Distrito Federal (16%) e Rio de Janeiro (2%).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/05/2019 0 Comentários 501 Visualizações
Saúde

Sem espera para tratamento oncológico em São Leopoldo

Por Gabrielle Pacheco 14/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Em meio à crise generalizada da saúde no Brasil, São Leopoldo vem dando exemplo quando o assunto é oncologia. Enquanto muitas administrações municipais reduzem serviços por falta de repasses dos Estados, pacientes que ficam em filas ou precisam entrar na Justiça para garantir o atendimento, o Município dá resolutividade aos casos em um curto espaço de tempo, vencendo até mesmo o calendário de 60 dias estipulado por lei.

Do diagnóstico ao tratamento, em menos de um mês os pacientes do Sistema Único de Saúde já estão entrando pelas portas da Oncologia Centenário, clínica referência no atendimento ao câncer, para realizar radioterapia ou quimioterapia. Prazos que, muitas vezes, são ainda mais encurtados. Jaldo Castro, responsável pelos agendamentos oncológicos da Secretaria da Saúde de São Leopoldo, comenta:

“A partir da solicitação médica, agendamos o tratamento para a semana seguinte. Nossa média de encaminhamentos para tratamento clínico é de 82 novos pacientes/mês”.

E os números mostram a importância e a eficiência da Oncologia Centenário, clínica privada que presta serviços ao Hospital Centenário. Em 2018, 1.361 pacientes encaminhados pela Prefeitura de São Leopoldo iniciaram o tratamento. Destes, 877 foram para quimioterapia e 484 submetidos à radioterapia. Ao todo, a Oncologia Centenário realizou, no ano passado, 5.326 consultas e 2.138 sessões de quimioterapia, e outras 2.218 consultas e 11.815 sessões de radioterapia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2019 0 Comentários 711 Visualizações
Saúde

Senado determina que exames para diagnóstico de câncer devem ser feitos pelo SUS no prazo máximo de 30 dias

Por Gabrielle Pacheco 11/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

O PLC 143/2018, mais conhecido como PLC dos 30 dias, foi aprovado ontem, 10, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal.

O projeto estabelece que, nos casos em que a principal hipótese diagnóstica seja a de câncer, os exames necessários para confirmação devem ser feitos no prazo máximo de 30 dias.

Agora, a determinação segue para votação em regime de urgência no Plenário do Senado e deve ser votado na semana que vem.

A partir da aprovação, será adicionado um parágrafo à Lei nº 12.732 de 2012, conhecida como Lei dos 60 Dias, que determina que o tratamento oncológico deve iniciar em até 60 dias a partir da confirmação do diagnóstico do câncer registrado em exame anatomopatológico.

A rede pública de saúde passará, portanto, a dispor do prazo máximo de 90 dias entre a identificação dos primeiros sintomas do câncer e o início do tratamento.

O avanço da pauta é mais uma conquista da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA) e suas ONGs associadas. O projeto foi votado ontem por conta de mobilização encabeçada pela Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília (Recomeçar).

“Desde a proposição do projeto, há mais de 5 anos, estamos lutando por sua aprovação. O período de confirmação do diagnóstico é uma necessidade urgente que certamente terá grande impacto sobre a assistência aos pacientes com câncer no Brasil”, afirma Maira Caleffi, presidente voluntaria da FEMAMA.

A reivindicação da Recomeçar integra a iniciativa “30 dias: por um diagnóstico que salve vidas!”, contemplado no Edital FEMAMA 2018, que proporciona aporte financeiro para desenvolver iniciativas de advocacy de suas ONGs associadas.

A pauta é prioridade da Federação, já que a determinação de um prazo para o diagnóstico na rede pública garantirá mais efetividade à Lei dos 60 dias.

“Atualmente, há uma lacuna que prejudica a Lei. Por não ter definido um prazo para a fase de investigação da doença, os pacientes esperam muito tempo até obterem a confirmação do câncer em biópsia, o que diminui expressivamente as chances de cura. Com a aprovação, será possível proporcionar um tratamento mais assertivo aos pacientes – muitas vidas serão salvas”, explica Maira.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/04/2019 0 Comentários 700 Visualizações
Saúde

Tabela SUS é impasse no combate ao câncer de colo de útero

Por Gabrielle Pacheco 17/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

O primeiro mês do calendário alerta para o terceiro tipo de câncer mais comum entre as mulheres, o do colo de útero (ou câncer cervical). Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa era de que em 2017 mais de 16 mil novos casos da neoplasia fossem descobertos. O rastreio dessa neoplasia é feito por meio da citologia cérvico-vaginal, popularmente conhecido como exame de Papanicolaou, realizado em mulheres a partir do momento em que se iniciam as práticas sexuais.

Assim como outros tipos de câncer, a descoberta precoce do tumor resulta em maiores chances de cura. Apesar disso o procedimento de rastreio permanece subvalorizado. Os laboratórios de anatomia-patológica, sejam próprios ou conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS), são os responsáveis pela análise de amostras coletadas e pela emissão do diagnóstico citológico que serve como base para a definição dos próximos passos na luta contra o câncer no sistema público.

Esses exames são pagos pelo sistema público aos laboratórios com base na tabela do SUS, que com valores defasados permite ao Estado pagar um preço abaixo da despesa total do procedimento. “O valor pago pelo SUS para o exame Papanicolaou é de apenas R$6,97. É dessa soma que deve sair o custo dos materiais de análise, de higiene, que isoladamente custam cerca de R$14, e ainda há a taxa de serviço do especialista. É por razões como essa que a Tabela do SUS precisa ser encarada como um dos principais obstáculos da saúde no Brasil”, alerta o Dr. Clóvis Klock, presidente da Sociedade Brasileira de Patologia.

Enquanto os reajustes que deveriam ser anuais não saem do papel, o exame de Papanicolaou teve, em sua última alteração em 2014, um aumento abaixo da inflação da época. Para o presidente da SBP, a remuneração inadequada resulta na diminuição de qualidade de vida das pacientes e chances de cura.

“A defasagem da tabela do SUS indica uma cadeia de procedimentos, instituições e profissionais que, ao serem remunerados inadequadamente, sentem o prejuízo e deixam de servir ao sistema público, o que não é diferente com os médicos patologistas”, finaliza o Dr. Klock.

O que a subvalorização representa em números?

No efeito dominó criado pela desatualização da tabela do SUS, ao não especificar como cada paciente deve ser tratada, são oferecidos menos tratamentos, contribuindo para que pacientes se amontoem em filas por procedimentos cirúrgicos.

Em dezembro de 2017, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou um estudo realizado em 16 estados do país, apontando que há pelo menos 904 mil nomes na fila de espera por cirurgias eletivas. Mais de 130 mil desses pacientes – homens e mulheres – aguardam até 10 anos por cirurgias no aparelho geniturinário.

Fonte: Assessoria | Foto: Reprodução
17/01/2018 0 Comentários 1,8K Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 304 | Mar 2026

Entrevista | Dra. Ivana Battaglin defende que a queda dos casos de feminicídio começa na educação

Mulher | Conheça as histórias de mulheres que combatem a misoginia, liderando nas áreas
jurídica, segurança, educação e negócios

Educação | Estudante Lucas Closs conquista vagas em três programas internacionais

Turismo | Temporada da colheita das azeitonas toma conta das ações em Cachoeira do Sul

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Administradores do Grupo Hospitalar Conceição entram em greve total na quinta-feira

  • 3

    Área Azul Digital começa a operar em Santa Cruz no dia 22

  • 4

    Confraternização de Páscoa reúne 400 idosos em Santa Cruz do Sul

  • 5

    CRMV-RS realiza evento em Porto Alegre sobre protagonismo feminino

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO