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ICMS

Business

Empresas calçadistas poderão manter créditos presumidos de ICMS fora do PIS/Cofins

Por Jonathan da Silva 12/06/2024
Por Jonathan da Silva

A liminar que assegura que as empresas do setor calçadista terão o direito de excluir créditos presumidos de ICMS do recolhimento do PIS e Cofins foi deferida pelo poder judiciário. A decisão foi comunicada pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). A medida pode gerar mais de R$ 100 milhões de economia para as empresas.

A coordenadora da Assessoria Jurídica da Abicalçados, Suély Mühl, explica que, a partir de agora, empresas associadas à entidade poderão manter de fora da contribuição do PIS Cofins seus créditos presumidos de ICMS recebidos nos estados. “A depender do porte da empresa, a economia pode ultrapassar R$ 110 milhões por ano”, explica a especialista.

Essa é a segunda liminar em menos de um mês concedida por ação da Abicalçados em prol das empresas associadas. A primeira havia sido a exclusão dos créditos presumidos de ICMS da base de cálculo do IRPJ e CSLL. Ambos os Mandados de Segurança Coletivo exitosos foram patrocinados pela Biason Advocacia.

Mais informações sobre a medida e suas consequências podem ser obtidas pelo e-mail suely@abicalcados.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2024 0 Comentários 435 Visualizações
Business

Enchentes provocam queda de 15,6% nas vendas da indústria gaúcha em maio

Por Marina Klein Telles 10/06/2024
Por Marina Klein Telles

Publicada nesta sexta-feira (7), a terceira edição do Boletim Econômico-Tributário da Receita Estadual sobre os impactos das enchentes nas movimentações econômicas dos contribuintes do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços (ICMS) do RS indica queda de 15,6% nas vendas da indústria em maio de 2024. A comparação é frente ao mesmo mês de 2023. Entre os destaques da publicação estão os efeitos na emissão de notas fiscais e na arrecadação, além da visão detalhada dos setores de agroindústria, alimentos e insumos agropecuários.

O volume de vendas das indústrias do RS foi mais impactado nos setores de insumos agropecuários, com menos 39,1% em maio, metalmecânico, com menos 24,4%, e de pneumáticos e borrachas, com menos 18,2%. Os segmentos de têxteis e vestuário, com menos 17,2%, e de Madeira, Cimento e Vidro, com menos 16,1%, também estão com desempenho pior que a média geral da indústria gaúcha em comparação como mesmo período do ano anterior (-15,6%). Apesar disso, todos os setores analisados já apresentam sinal de retomada após o momento mais crítico da crise meteorológica – a queda geral média chegou a ser de menos 37,3% na primeira semana do mês.

Na visão por região do Rstado, as maiores baixas são verificadas na Fronteira Noroeste (-63,2%), no Alto do Jacuí (-28,6%), no Vale do Rio dos Sinos (-26,2%), no Vale do Taquari (-26,0%) e no Vale do Caí (-25,9%). A Região Metropolitana tem índice de menos 21,2% na comparação das vendas da indústria em maio de 2024 e 2023.

Detalhamento setorial

A terceira edição do boletim aprofunda os dados relativos a três setores da economia gaúcha: agroindústria, alimentos e insumos agropecuários.

Dos 1,3 mil estabelecimentos da agroindústria contribuintes do ICMS, 89% deles estão em municípios afetados (24% em estado de calamidade e 65% em estado de emergência). Eles respondem por 88% da arrecadação do setor. Desses, 12% estão em áreas que foram inundadas, representando 15% da arrecadação setorial. O volume de vendas no mês de maio em comparação a maio de 2023 caiu 9,9%.

Já no setor de alimentos, a queda no volume de vendas em maio foi menor: 5,3%. As baixas estão concentradas nas regiões do Vale do Taquari, com menos 31,6%, e do Vale do Rio dos Sinos, com menos 26,1%. Dos 8,3 mil estabelecimentos do setor, 92% estão em municípios afetados (50% em estado de calamidade e 42% em estado de emergência). Eles respondem por 94% da arrecadação do setor. Desses, 18% estão em áreas que foram inundadas, representando 33% da arrecadação setorial.

O setor de insumos agropecuários, por sua vez, é o mais afetado entre todos os analisados, com menos 39,1% no volume de vendas em maio. A perda foi impulsionada principalmente pela Região Sul (que concentra mais de metade das vendas e apresentou redução de 35,9%) e pelo Vale do Rio dos Sinos, com menos 63,8%. Dos 2,8, mil estabelecimentos do setor, 84% estão em municípios afetados (22% em estado de calamidade e 62% em estado de emergência). Eles respondem por 74% da arrecadação do setor. Desses, 9% estão em áreas que foram inundadas, representando 18% da arrecadação setorial.

Arrecadação de ICMS caiu 16,1%

O fechamento do mês também revela os primeiros impactos na arrecadação de ICMS. O valor projetado para o período de 1º a 3 de maio, antes das enchentes, era de R$ 3,97 bilhões. Na prática, entretanto, foram arrecadados R$ 3,33 bilhões, ou seja, uma redução de R$ 640 milhões (-16,1%). Pelo fato de o ICMS refletir as operações do mês anterior, a expectativa é que junho tenha queda mais acentuada.

44 mil estabelecimentos em áreas inundadas

Conforme apurado, 91% dos 278 mil estabelecimentos contribuintes do ICMS no RS estão situados em municípios em estado de calamidade pública ou em situação de emergência, conforme o Decreto 57.626/24. Em média, eles respondem por 93% da arrecadação e 90% das vendas entre empresas. A publicação indica ainda que 44 mil estabelecimentos (16% do total), responsáveis por 27% da arrecadação de ICMS no RS, estão situados em áreas que foram inundadas.

Impactos na atividade econômica

O valor das operações realizadas por empresas gaúchas teve uma queda de 20% nos últimos sete dias de maio em comparação ao mesmo período de abril. Isso significa uma redução de R$ 630 milhões em operações diárias. A queda percentual chegou a ser de 55% no pior momento da crise, conforme números atualizados. Já o número de empresas que emitiram nota fiscal no RS caiu 12% nos últimos sete dias. O indicador chegou a mostrar redução de 37% no início de maio.

Medidas implementadas até o momento

A Secretaria da Fazenda (Sefaz) e a Receita Estadual monitoram permanentemente as necessidades e buscam soluções para mitigar os impactos e atender os contribuintes durante o período de calamidade, bem como facilitar a recuperação das empresas que foram mais severamente impactadas pelos alagamentos e deslizamentos em diferentes regiões gaúchas.

Entre as medidas já implementadas estão: prorrogação de prazos de pagamento para estabelecimentos de todos os municípios gaúchos (ICMS em geral e Simples Nacional); prorrogação de prazos para entrega das declarações; prorrogação de prazos processuais e demais atos administrativos; inibição das negativações na Serasa; benefício de isenção de ICMS para compra de ativos imobilizados para estabelecimentos em munícipios em estado de calamidade ou de emergência; benefício de não estorno dos créditos de ICMS dos bens danificados ou perdidos do estoque nas enchentes para estabelecimentos em munícipios em estado de calamidade ou de emergência; entre outras.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2024 0 Comentários 369 Visualizações
Business

Empresas de todo o RS poderão pagar ICMS com prazo estendido

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

Pensando nos desafios que o Rio Grande do Sul terá para sua recuperação, o governo estadual ampliou para todas as empresas do estado o pagamento de ICMS em prazo superior ao original, sem cobrança de juros ou de multa. Anteriormente, a medida estava restrita a municípios em situação de calamidade; agora, foi estendida para as cidades de todas as regiões.

A decisão foi autorizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), a pedido do governo gaúcho, e está oficializada no Decreto 57.636, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) de segunda-feira (27).

Os secretários de Fazenda dos demais estados do país foram sensíveis ao pedido do Rio Grande do Sul, que teve mais de 90% dos municípios atingidos pelas enchentes. “O Estado inteiro foi afetado, e entendemos que as empresas precisam de fôlego para a recuperação. O alongamento do prazo para quitação do ICMS oferece mais tempo para que os contribuintes possam reestruturar seus negócios. Estamos trabalhando na adoção de medidas de apoio aos atingidos”, explica o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira.

Assim, os contribuintes que não conseguirem cumprir suas obrigações em dia poderão usufruir do prazo estendido, sem a cobrança de juros ou multa. Para as guias com vencimento entre 24 de abril e 31 de maio, a quitação poderá ser feita até 28 de junho. Para os vencimentos de junho, o prazo será 31 de julho. Os vencimentos de julho poderão ser pagos até 30 de agosto.

A Secretaria da Fazenda (Sefaz), por meio da Receita Estadual, estuda formas de operacionalizar o procedimento para que seja feito da forma mais simples possível. As orientações serão disponibilizadas no site da RE.

Ativo imobilizado e dispensa de estorno

Também publicado nesta segunda-feira, o Decreto 57.632 define que empresas localizadas em cidades em situação de calamidade e de emergência podem usufruir de dois benefícios fiscais. Um deles é a isenção de ICMS nas compras de mercadorias destinadas ao chamado ativo imobilizado, composto por bens duráveis e necessários às operações das empresas – como máquinas, equipamentos e veículos usados no processo produtivo ou na prestação de serviços. A medida vale também para partes, peças e acessórios.

No caso das aquisições internas, há manutenção do crédito pelo vendedor. No caso das aquisições interestaduais, a isenção é relativa à diferença entre as alíquotas interna e interestadual. Para terem direito, os estabelecimentos deverão declarar que foram atingidos pelos eventos meteorológicos.

O outro benefício que pode ser usufruído por empresas localizadas em cidades em situação de calamidade ou de emergência é a dispensa de exigência de estorno dos créditos de ICMS. A medida vale para contribuintes que tiveram mercadorias extraviadas, perdidas, furtadas, roubadas, deterioradas ou destruídas.

Em ambos os casos, as regras têm vigência até 31 de dezembro de 2024.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 363 Visualizações
Política

Governo do RS atende demanda da Fecomércio e revoga aumento de ICMS sobre alimentos

Por Jonathan da Silva 15/05/2024
Por Jonathan da Silva

O governo estadual gaúcho revogou os decretos que alteravam benefícios fiscais de itens da cesta básica nesta quarta-feira (14) após solicitação da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), com o apoio de outras entidades empresariais e da sociedade em geral. O pedido da Federação, assinado pelo presidente Luiz Carlos Bohn, foi protocolado no dia 2 de maio. Os decretos estavam em vigor desde o dia 1º e aumentavam a carga tributária de itens como leite, açúcar, carnes, feijão e massa.

 O apelo da entidade é para que a vigência dos decretos se mantenha adiada pelo menos até o final de 2024. “Desde o início do anúncio dessas medidas, temos lutado para impedir as altas de impostos e os consequentes aumentos de preços em itens que são essenciais a todos. Com o início da crise gerada pelas cheias, essa demanda tornou-se ainda mais sensível. Esta situação extrema que presenciamos em diversos municípios gaúchos impacta diretamente no funcionamento da economia local e na produção de alimentos e, consequentemente, no abastecimento, na geração de renda e nas receitas das empresas”, explica Bohn.

A Fecomércio destaca que mantém posição frontalmente contrária a qualquer medida que aumente a cobrança de impostos e tem dialogado com o governo estadual e com o poder legislativo na busca por soluções e compreensão em relação ao tema.

Foto: jComp/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2024 0 Comentários 429 Visualizações
Política

Fecomércio-RS comemora aprovação na AL de recurso que pode barrar o aumento do ICMS

Por Jonathan da Silva 28/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Assembleia Legislativa (AL) do Rio Grande do Sul acolheu nesta terça-feira (26) o recurso para que o requerimento que visa interromper os efeitos de decretos do governador que tratam da suspensão de incentivos fiscais possa tramitar na Casa. A Fecomércio-RS comemora o movimento, que pode evitar o aumento de ICMS, principalmente nos alimentos que compõem a cesta básica. O RC 15/2024, de autoria dos deputados Rodrigo Lorenzoni (PL) e Paparico Bacchi (PL), recebeu 24 votos favoráveis e 23 votos contrários, e impugna o arquivamento do RDI 76/2023, rejeitado anteriormente pela Comissão de Constituição e Justiça.

Para o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, a ação mostra a força da entidade na atuação política em rede. “Foi uma batalha dura e agradecemos a todos que atenderam ao nosso chamado e também se posicionaram junto aos deputados. No entanto, aproveito para pedir que sigam engajados, pois a possibilidade de revogação seguirá tramitando na Assembleia e ainda precisa ser aprovada em definitivo”, destaca Bohn.

Os decretos estaduais passam a valer a partir da próxima segunda-feira, 1° de abril, e atingem diversos setores da economia. O mais preocupante, para a Federação, é o aumento de tributos nos alimentos, que passam em alguns casos de 0% para 12% e em outros de 7% para 12%. “As imposições do governo não atingem apenas o empresariado, mas, principalmente, a população de baixa renda que irá sentir no bolso a compra de itens básicos. Essa vitória demonstra a insatisfação da sociedade. Esperamos, com esse resultado, maior espaço de diálogo com o Executivo, no mínimo a postergação da vigência dos decretos, para encontrarmos possíveis caminhos para o tema ”, defende Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/03/2024 0 Comentários 409 Visualizações
Business

Governador Leite anuncia fim da GIA para as empresas do Simples Nacional

Por Jonathan da Silva 18/03/2024
Por Jonathan da Silva

Empresas optantes pelo Simples Nacional não deverão mais ser obrigadas a preencher e enviar à Receita Estadual a Guia de Informação e Apuração de ICMS, conhecida como GIA. O anúncio foi realizado pelo governador Eduardo Leite (PSDB) em palestra no evento Tá na Mesa, da Federasul, na quarta-feira (13). A retirada da obrigatoriedade era uma demanda histórica das empresas do comércio de bens e serviços, pleiteada pela Fecomércio-RS.

De acordo com o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, a GIA é uma obrigação acessória que faz com que as empresas prestem informações redundantes à Receita Estadual com dados que o órgão já tem em seus bancos. “Seu preenchimento implica em custo, tempo e burocracia aos empreendimentos, e estamos satisfeitos por este pleito ser atendido”, ressalta. Atualmente, poucos estados brasileiros ainda mantêm a existência da GIA. De acordo com o governador, a desobrigatoriedade será oficializada em breve.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2024 0 Comentários 578 Visualizações
Variedades

Setcergs e entidades empresariais pressionam por suspensão dos decretos estaduais

Por Marina Klein Telles 08/02/2024
Por Marina Klein Telles

Na manhã de quarta-feira (7), representantes do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (SETCERGS) participaram de uma reunião na sede da Federasul. O encontro, que iniciou às 10h, reuniu diversas entidades empresariais para discutir as questões envolvendo o ICMS no Rio Grande do Sul, a partir da decisão do governador do Estado, Eduardo Leite, que diante da não aprovação do proposto reajuste do imposto, impôs decretos estaduais, previstos para entrar em abril de 2024.

As medidas são baseadas em três pilares de cortes de benefícios fiscais. O primeiro deles é a retirada gradual de 40% dos incentivos fiscais concedidos a 64 setores. A cada semestre, a partir do início de 2024, o governo do Estado retiraria 10% dos benefícios. Além disso, está colocada a retirada de benefícios fiscais sobre os itens da cesta básica para 12%. Atualmente, estes produtos são isentos ou pagam 7% do imposto.

Valmor Scapini, empresário do segmento participou representando o presidente do SETCERGS, Sérgio Mário Gabardo, juntamente com a vice-presidente de Transporte Internacional do SETCERGS, Andressa Scapini, estiveram presentes na reunião, assim como o Assessor Jurídico Fernando Massignan e a advogada Mayla de Souza.

“Acredito que o Estado está adotando uma postura equivocada, o que terá consequências que eventualmente teremos que enfrentar. O Estado deve se adaptar à sua realidade, em vez de impor unilateralmente mudanças sobre o setor produtivo. Nosso setor não concorda com essas imposições. Com mais de três milhões de caminhões no Brasil e 1.350.000 empresas cadastradas, somos essenciais para a interação de diversos setores da sociedade. Infelizmente, muitas vezes o governo não compreende a importância do nosso trabalho, exceto em tempos de crise, como durante uma pandemia, quando nossos motoristas se dedicaram a atender às necessidades da população. Essa falta de visão abrangente pode resultar em cobranças se não reagirmos”, afirmou Valmor.

O presidente da Federasul, Rodrigo Sousa Costa, ressaltou a importância da coesão das entidades representativas. “Os decretos em vigor estão causando um impacto devastador na população, privando-a de empregos e meios de subsistência. Esta crise está unindo todos os setores da sociedade, das federações aos partidos políticos, numa luta comum contra essas medidas cruéis, que afetam milhões de gaúchos e minam o futuro do trabalho e do comércio.”

O segmento de transporte de cargas e logística foi representado, além do SETCERGS, pela Fetransul, através do diretor-executivo Gilberto da Costa Rodrigues, que endossou a visão de plena contrariedade ao aumento de impostos. Outras importantes entidades do estado marcaram presença, incluindo Federasul, Farsul, Fecomércio, Fiergs, Fetag, Associação Gaúcha dos Supermercados, Associação Gaúcha para o Desenvolvimento do Varejo, Sindilojas, Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios e CDL POA, entre outras. Em tom de união, os representantes das entidades enalteceram que o movimento tem como principal alvo, ajudar o consumidor final, que é fortemente prejudicado quando há uma sobrecarga de tributos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/02/2024 0 Comentários 376 Visualizações
Business

Fecomércio-RS propõe regime de transição tributária

Por Marina Klein Telles 13/04/2023
Por Marina Klein Telles

A fim de permitir uma passagem gradual para empresas gaúchas que ultrapassem o limite de receita bruta do Simples Nacional para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de R$ 3,6 milhões anualmente, a Fecomércio-RS apresentou recentemente ao Governo do Estado uma proposta para implementar um regime de transição tributária. A ideia, que será apresentada, também, na próxima reunião do Conselho de Boas Práticas Tributárias que será realizada em maio, sugere que o Executivo estabeleça descontos regressivos e temporários para que os negócios continuem crescendo e consigam se adequar apropriadamente ao regime geral.

Na prática, as empresas que passam das faixas de receita bruta logo acima do limite do Simples Nacional para o ICMS teriam um fôlego para adotar o novo regramento de recolhimento do ICMS. O projeto da Fecomércio-RS sugere que o regime de transição alcance as empresas com receita bruta anual de até R$ 6,5 milhões, com base em um cálculo de atualização monetária dos limites do Simples Nacional.

A proposta precisa ser articulada pela Fazenda Estadual junto ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), conforme prevê a Constituição Federal no que diz respeito a alterações no ICMS. “Com a aceleração da inflação, as empresas têm sido pressionadas a deixar o regime tributário, por excederem os limites de receita bruta, sem que, efetivamente, estejam crescendo. Esse movimento resulta no enfrentamento de um degrau tributário severo para o empresariado gaúcho”, pondera o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn.

Em convênio com o Confaz, a proposta, se aprovada, cria o Programa de Transição para Empresas que migrarem para o Regime Geral e, após tal implementação, altera o RICMS-RS (Decreto nº 37.699, de 26 de agosto de 1997), por meio de Decreto Estadual, para acrescer inciso ao artigo 23 incluindo o novo modelo de tributação.

A medida seria provisória, por um período de três anos, visando a redução da carga com incidências de 4%, 6% ou 8%, conforme a receita bruta da empresa, para que a transição aconteça sem prejuízos ao negócio e também aos cofres públicos. “Acreditamos que a implantação de tal proposta pode ter um efeito positivo, de incentivo ao crescimento de muitas empresas e de formalização no setor terciário da economia gaúcha”, enfatiza Bohn. Para conhecer os projetos legislativos que ampliam as faixas do Simples Nacional, visite a plataforma Representa+.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/04/2023 0 Comentários 454 Visualizações
Política

Programa Nota Fiscal Gaúcha alcança marca de 3 milhões de usuários

Por Marina Klein Telles 21/03/2023
Por Marina Klein Telles

Mais de 3 milhões de cidadãos já estão inscritos no Programa Nota Fiscal Gaúcha (NFG), movimentando uma rede que traz benefícios para consumidores, empresas, entidades sociais e sociedade como um todo. Criado pelo Estado em junho de 2012 e administrado pela Receita Estadual, que integra a Secretaria da Fazenda (Sefaz), o NFG visa incentivar a cidadania fiscal e conscientizar os cidadãos sobre a importância social do tributo.

O consumidor, ao optar pela inclusão do CPF na nota fiscal, passa a obter benefícios e participar de diversos sorteios, além de auxiliar entidades e contribuir no combate à informalidade e à sonegação. A adesão da população ao NFG vem crescendo sistematicamente ao longo dos últimos anos, impulsionada sobretudo pelas novas modalidades.

Entre elas, o Receita da Sorte, prêmio diário instantâneo no qual o cidadão realiza a leitura do QR Code da nota fiscal com CPF na hora da compra; e o Receita Certa, que funciona como um tipo de cashback e prevê que o consumidor receba parte do imposto de volta, independentemente de sorteio. Essas novidades se juntaram a outros benefícios, como os prêmios em dinheiro por sorteios mensais, o desconto do Bom Cidadão no IPVA e a indicação de entidades sociais para receber repasses financeiros.

“O sucesso do NFG está diretamente relacionado à participação dos cidadãos. O crescimento do programa demonstra sua importância e atratividade. A marca de 2 milhões de usuários havia sido batida em julho de 2021 e, agora, menos de 20 meses depois, já estamos superando os 3 milhões de participantes”, destaca o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira. “Esses consumidores, além de receberem vantagens individuais, fazem a diferença para Estado, municípios, empresas e entidades, complementa ele.

Ao demandar o CPF na nota fiscal, o consumidor está estimulando a empresa a emitir o documento fiscal e assim informar a circulação de mercadorias ao Estado. O CPF é utilizado por ser um documento padronizado nacionalmente, o que facilita a participação e a identificação do consumidor para as próprias premiações, permitindo também que qualquer pessoa do país possa fazer parte do NFG.

“É um programa de cidadania fiscal, que visa conscientizar sobre a importância social do tributo. Ao contrário do que muitos pensam, o objetivo não é ter acesso aos dados de consumo de cada cidadão. Com a inclusão do CPF na hora da compra, o consumidor garante que a venda seja feita com documento fiscal e reduz o espaço para sonegação”, ressalta o coordenador do NFG, Fernando Rodrigues dos Santos.

As ações para fortalecer o NFG estão inseridas no contexto da iniciativa Programa de Cidadania da agenda Receita 2030, composta por 30 medidas para modernização da administração tributária gaúcha. Atualmente, o programa tem mais de 300 mil estabelecimentos participantes, quase 3,8 mil entidades indicadas pelos cidadãos e cerca de 4,5 bilhões de notas fiscais processadas. No decorrer dos anos, mais de R$ 150 milhões foram repassados para entidades e mais de R$ 77 milhões, distribuídos em prêmios por meio do Sorteio Mensal e pelo Receita da Sorte.

21/03/2023 0 Comentários 416 Visualizações
Variedades

FCDL-RS se manifesta quanto à possibilidade de aumento do ICMS da gasolina

Por Marina Klein Telles 21/03/2023
Por Marina Klein Telles

A possibilidade do ICMS da gasolina subir dos atuais 17% para valor unificado de impostos em todo o território nacional, majorando custos, afetará ainda mais a já combalida renda dos gaúchos.

Esta é a análise da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS sobre a expectativa de uma decisão do STF em relação a essencialidade da gasolina, que poderá elevar os custos sobre este produto, criando um valor fixo de cobrança de tributo por litro.

“A FCDL-RS é contrária a qualquer possibilidade de retomada de alíquotas maiores do imposto, como está sendo defendido pelo Governo do Estado. A sociedade em geral não pode mais conviver com esse tipo de situação. Aumento de impostos diminui a renda das famílias e retrai o consumo. Precisamos de gestão que administre os recursos disponíveis do Estado de maneira eficiente, sem apelar para a tradicional forma de aumentar impostos e custos”, afirma o presidente da Federação, Vitor Augusto Koch.

O dirigente lembra que a gasolina deve ser considerada, sim, como um insumo essencial, na medida em que o seu preço elevado afeta toda a cadeia produtiva e faz o custo dos demais produtos consumidos pela população aumentarem. “A nossa sociedade já convive com a inflação crescendo mensalmente, com elevadas taxas de juros que dificultam a tomada de crédito e uma carga tributária elevadíssima. Pagar mais tributos pela gasolina vai onerar, ainda mais, o bolso dos gaúchos e isso terá reflexos danosos para todos os setores econômicos, em especial o comércio”, finaliza Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/03/2023 0 Comentários 570 Visualizações
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