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Política

Política

Marcha dos Prefeitos terá debate sobre cadeia produtiva do tabaco

Por Jonathan da Silva 12/05/2026
Por Jonathan da Silva

A cadeia produtiva do tabaco será tema de uma arena temática durante a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que será realizada pela Confederação Nacional de Municíios (CNM) entre os dias 18 e 21 de maio, em Brasília. A programação específica sobre o tabaco ocorrerá no dia 20 de maio, das 14h às 18h, na Arena 10, reunindo prefeitos, gestores públicos, especialistas e representantes de iniciativas ligadas ao setor para discutir os impactos econômicos, sociais, ambientais e educacionais da produção de tabaco nos municípios brasileiros.

A atividade integra a programação oficial do evento municipalista e busca ampliar o debate nacional sobre a relevância da cadeia produtiva do tabaco, especialmente nos municípios da região sul. Entre os temas previstos estão educação, desenvolvimento social, preservação ambiental e os impactos do mercado ilegal na arrecadação e nas economias locais.

Debate sobre desenvolvimento regional

O presidente da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco) e prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker (PSD), destaca que a presença do tema na programação da CNM representa uma oportunidade de ampliar o entendimento sobre a realidade dos municípios produtores. “Estamos falando de um espaço que reúne prefeitos, parlamentares e gestores públicos de todas as regiões do País. É uma oportunidade de furar a bolha e apresentar o tabaco dentro de uma visão ampla de desenvolvimento, mostrando como essa cadeia impacta diretamente a economia, a educação, a arrecadação, o meio ambiente e a permanência das famílias no meio rural”, afirma Becker.

Segundo o dirigente, a arena temática também pretende apresentar experiências práticas desenvolvidas em municípios produtores, especialmente nas áreas de sustentabilidade, sucessão rural e proteção social. “Existe uma visão muito limitada quando o assunto é tabaco. Precisamos mostrar que existem municípios organizados, projetos ambientais reconhecidos, programas educacionais estruturados e milhares de famílias que dependem diretamente dessa atividade. Levar esse debate para dentro da Marcha é fazer com que o Brasil conheça melhor essa realidade”, completa o presidente da Amprotabaco.

Programação temática

A programação será dividida em três painéis temáticos. O primeiro abordará educação e boas práticas nos municípios produtores, com participação da coordenadora do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, além de secretários municipais dos três estados do sul.

Na sequência, o debate tratará de agricultura, desenvolvimento social e meio ambiente, incluindo a apresentação do projeto Protetor das Águas, desenvolvido pelo município de Vera Cruz em parceria com o Ministério Público. Também participará o influenciador digital e vereador catarinense Emerson Gabriel Woiecechovski, da página Fumicultores Unidos.

O terceiro painel discutirá o mercado ilegal e os impactos econômicos aos municípios brasileiros.

O secretário executivo da Amprotabaco, Vinícius Pegoraro, destaca que a construção da arena temática envolveu diferentes instituições ligadas ao setor e busca ampliar o diálogo com gestores públicos de todo o país. “A cadeia produtiva do tabaco possui forte impacto na arrecadação, na geração de renda e na manutenção das economias locais. Estar presente em um espaço como a Marcha dos Prefeitos significa ampliar o diálogo institucional e levar informações técnicas e experiências concretas para gestores públicos de todo o país”, pontua Pegoraro.

Serviço

  • O quê: Arena temática “Produção de Tabaco e o Desenvolvimento Econômico Social para os Municípios”, durante a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios
  • Quando: 20 de maio, das 14h às 18h
  • Onde: Arena 10, em Brasília
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2026 0 Comentários 37 Visualizações
Política

FecoAgro/RS apresenta demandas do setor ao ministro da Agricultura

Por Jonathan da Silva 08/05/2026
Por Jonathan da Silva

O presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Adriano Borghetti, participou nesta quinta-feira (7) de uma audiência com o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, na sede do Sistema Ocergs, em Porto Alegre. O encontro reuniu lideranças do cooperativismo agropecuário gaúcho para discutir demandas do setor, entre elas apoio aos produtores rurais, repactuação de dívidas e fortalecimento de projetos de inovação no campo.

A audiência ocorreu durante agenda oficial do ministro no Rio Grande do Sul e foi promovida a convite do presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann. Segundo Borghetti, o encontro permitiu apresentar ao Ministério da Agricultura as principais dificuldades enfrentadas pelos produtores rurais e pelas cooperativas vinculadas à FecoAgro/RS. “O momento foi importante para colocarmos os anseios das cooperativas e dos produtores, que convivem diariamente com custos elevados, pressão sobre os preços e sucessivas frustrações. Mesmo diante das dificuldades, seguimos buscando soluções e adaptação ao cenário atual, que é o que as cooperativas e a FecoAgro vêm fazendo em conjunto”, destacou o presidente da Fecoagro-RS.

Projetos apresentados

Durante a reunião, o presidente da FecoAgro/RS apresentou iniciativas voltadas ao fortalecimento do cooperativismo agropecuário no estado. Entre os projetos citados está a plataforma SmartCoop, direcionada à gestão financeira das propriedades rurais.

Borghetti também mencionou experiências de intercooperação desenvolvidas por cooperativas gaúchas, como a CCGL e a RTC, apontadas pela entidade como exemplos de inovação e eficiência no setor. “O cooperativismo agropecuário gaúcho está sempre buscando novos caminhos. Tivemos a oportunidade de mostrar ao ministro que, além das dificuldades, existem ações concretas sendo desenvolvidas para apoiar os produtores e fortalecer as cooperativas”, afirmou o dirigente.

Repactuação de dívidas

Outro tema discutido no encontro foi a tramitação do Projeto de Lei 5122, que trata da repactuação de dívidas dos produtores rurais. Segundo o presidente da FecoAgro/RS, a proposta é considerada importante pelo setor diante das perdas acumuladas nos últimos anos.

Sobre a posição do ministro em relação às demandas apresentadas, Borghetti afirmou que André de Paula reconheceu as dificuldades enfrentadas pelo Rio Grande do Sul e indicou atenção às necessidades do estado. “Ele comentou sobre a diferença entre o ideal e o possível, reconhecendo que os desafios não são apenas do Rio Grande do Sul, mas de todo o Brasil. No entanto, destacou que o Estado precisa de um olhar diferenciado, especialmente pelos impactos mais severos enfrentados nos últimos anos”, contou o dirigente.

Ao comentar os resultados da audiência, Borghetti afirmou que o encontro reforçou a necessidade de apoio ao cooperativismo e aos produtores rurais gaúchos. “Tenho certeza de que o ministro leva consigo pontos importantes de atenção para ajudar o cooperativismo e olhar com carinho para todo o Rio Grande do Sul”, concluiu o presidente da FecoAgro/RS.

Foto: Artur Chagas/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2026 0 Comentários 43 Visualizações
Política

PEC do Turismo avança na Assembleia com apoio de lideranças de Gramado

Por Jonathan da Silva 07/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 302/2025, conhecida como “PEC do Turismo”, foi aprovada em primeiro turno pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) nesta terça-feira (5), com 43 votos favoráveis. O debate da proposta, que busca incluir o turismo na Constituição Estadual e criar diretrizes para o desenvolvimento do setor, contou com a presença de uma comitiva de lideranças políticas e empresariais de Gramado durante a votação no legislativo gaúcho.

A comitiva foi liderada pelo prefeito de Gramado, Nestor Tissot (PP), e reuniu representantes do setor turístico e empresarial do município. Participaram da mobilização a presidente da Gramadotur, Rosa Helena Volk; o secretário municipal de Turismo, Ricardo Reginato; e os empresários Guilherme Paulus, Pedro Bertolucci, Eduardo Zorzanello, Marta Rossi, Any Brocker, Luciano Peccin e Felipe Peccin.

A proposta é de autoria do deputado estadual Guilherme Pasin (PP) e ainda precisará passar por uma segunda votação antes de ser promulgada.

Mudanças previstas

A PEC propõe inserir o turismo na Constituição Estadual e estabelecer diretrizes voltadas ao desenvolvimento do setor no Rio Grande do Sul. Entre os pontos previstos está a destinação de recursos fixos do orçamento estadual para a área, com o objetivo de ampliar a previsibilidade e a segurança jurídica para investimentos.

Segundo o texto divulgado pelos apoiadores da proposta, a medida busca fortalecer políticas públicas voltadas ao turismo e consolidar o setor como vetor econômico no estado.

Reconhecimento ao setor

O prefeito Nestor Tissot afirmou que a aprovação da PEC representa reconhecimento da importância econômica do turismo. “A aprovação desta PEC faz com que o turismo seja reconhecido como o motor estratégico que ele realmente é para a nossa economia, trazendo segurança para quem investe e incentivando a criação de novos postos de trabalho”, destacou o chefe do executivo gramadense.

A expectativa do setor turístico é de manutenção do apoio parlamentar registrado na primeira votação durante a análise em segundo turno na Assembleia Legislativa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2026 0 Comentários 56 Visualizações
Política

Fiergs defende fundo constitucional para o sul em seminário da Câmara

Por Jonathan da Silva 06/05/2026
Por Jonathan da Silva

A criação de fundos constitucionais para as regiões sul e sudeste foi debatida nesta segunda-feira (4), em seminário promovido pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados na sede do Sistema Fiergs, em Porto Alegre. O encontro reuniu lideranças políticas e representantes do setor produtivo, que discutiram propostas em tramitação no Congresso Nacional para alterar a distribuição de recursos federais, com previsão de gerar cerca de R$ 35 bilhões anuais em novos repasses para regiões, segurança pública e municípios. A iniciativa busca corrigir desigualdades na divisão dos recursos da União entre as regiões do país.

Atualmente, as regiões sul e sudeste concentram cerca de 71% da arrecadação federal e mais da metade da população brasileira, mas recebem proporcionalmente menos recursos da União. O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, destacou a diferença entre arrecadação e retorno. “Quando olhamos para os recursos que retornam, a realidade é bem diferente”, afirmou Bier.

Segundo o dirigente, as regiões sustentam parte relevante do financiamento público nacional, mas não possuem instrumentos equivalentes de apoio ao desenvolvimento. “É justamente esse o ponto do debate. Criar mais equilíbrio e dar melhores condições para que as empresas possam investir, crescer e continuar gerando empregos. Esse é um pedido legítimo por mais oportunidades para quem produz”, acrescentou Bier.

Propostas em tramitação

As propostas de emenda à Constituição 231/2019, 27/2023 e 25/2022 tramitam de forma conjunta no Congresso e tratam da redistribuição de impostos federais, como Imposto de Renda, Imposto sobre Produtos Industrializados e Imposto Seletivo. O texto prevê elevar os repasses totais de 50% para 53,5%. Desse percentual adicional, 1% seria destinado ao fundo do Sul, 1% ao Sudeste, 1% ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e 0,5% à segurança pública nacional.

Impacto financeiro e regional

De acordo com simulação apresentada pelo vice-presidente da Comissão Especial sobre o FPM e Fundos Constitucionais Sul/Sudeste, deputado federal Pompeo de Mattos (PDT), o impacto pode chegar a R$ 35 bilhões anuais em novos repasses. O parlamentar também mencionou desigualdades dentro do próprio estado. “No Rio Grande do Sul, a metade norte é bem desenvolvida, mas a metade sul tem níveis de desenvolvimento mais baixos, similares aos de estados do norte e nordeste”, destacou o parlamentar.

O deputado estadual Gustavo Victorino (Republicanos), que representou a Assembleia Legislativa no evento, afirmou que a proposta tem efeitos que vão além da economia. Para ele, trata-se do “primeiro passo para restabelecer a dignidade tributária do RS. Hoje, há uma distribuição desigual no país. É uma questão que transcende a economia e vira social”.

Articulação política

O coordenador do Conselho de Articulação Política do Sistema Fiergs, Diogo Paz Bier, destacou a necessidade de mobilização regional em torno do tema. “Os fundos vão trazer competitividade, por isso a PEC deve ser abraçada por toda a região Sul e Sudeste. Precisamos fazer mais política regional. Estamos fazendo nosso dever de casa. O Sistema Fiergs conseguiu manter a pauta na agenda legislativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI)”, afirmou Bier, que também ressaltou que a proposta não reduz recursos de outros fundos e amplia repasses para municípios e segurança pública.

Efeitos para o desenvolvimento

Representando o governo do estado, o secretário de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano do Rio Grande do Sul, Davi Severgnini, apontou impactos práticos da proposta. “Os fundos são instrumentos que podem gerar emprego, ampliar arrecadação e impulsionar o desenvolvimento do estado”, comentou o titular da pasta. Segundo Severgnini, o desequilíbrio atual contribui para diferenças de preços de produtos entre regiões.

Dados econômicos

O economista-chefe do Sistema Fiergs, Giovani Baggio, apresentou dados sobre a relação entre arrecadação e retorno de recursos. A cada R$ 100 arrecadados em tributos federais no Rio Grande do Sul, cerca de R$ 30 retornam ao estado, enquanto unidades da federação como o Pará recebem até R$ 273. Em 2025, o estado contribuiu com R$ 77,7 bilhões para a União, o equivalente a 10,7% do Produto Interno Bruto (PIB). No mesmo período, a produção industrial gaúcha cresceu 3,3%, abaixo dos 15,8% registrados no país desde 2002, enquanto o PIB industrial estadual recuou 1,2%, frente a alta de 28,2% na média nacional.

Foto: Dudu Leal/Sistema Fiergs/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2026 0 Comentários 69 Visualizações
Política

Deputada Franciane Bayer anuncia emenda de R$ 312 mil para São José do Hortêncio

Por Jonathan da Silva 06/05/2026
Por Jonathan da Silva

A deputada federal Franciane Bayer (Republicanos) anunciou a destinação de R$ 312.851,00 em emenda parlamentar para o esporte de São José do Hortêncio. O anúncio foi feito no domingo (3), durante a programação da 20ª Festa Municipal do Aipim realizada no município, com a presença de autoridades locais. O recurso será aplicado na área esportiva, com o objetivo de fortalecer ações e incentivar a prática de atividades físicas na cidade.

A parlamentar foi recepcionada pela prefeita Ester Elisa Dill Koch (PL), pelo vice-prefeito José Maurício Heck, pelo presidente da festa Felipe Edgar Trein, pela secretária de Educação, Cultura e Desporto, Viviane Flores, pela coordenadora do Desporto, professora Camila Bauer, pelo vereador Adilson Lima (Republicanos) e outras lideranças municipais.

Durante o evento, a prefeita destacou a relevância do investimento para o município. Já a deputada ressaltou o compromisso em apoiar iniciativas
que promovam qualidade de vida, integração social e incentivo à prática esportiva.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2026 0 Comentários 61 Visualizações
Política

Após avanço de suspensão, Van Hattem afirma estar sofrendo perseguição na Câmara

Por Jonathan da Silva 06/05/2026
Por Jonathan da Silva

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (5), o relatório que recomenda a suspensão por dois meses do mandato do deputado federal Marcel van Hattem (NOVO-RS). A decisão foi tomada após análise de condutas atribuídas ao deputado. O caso ainda será submetido ao plenário da Câmara, onde haverá deliberação final sobre a punição. O parlamentar criticou a decisão e afirmou que a medida não possui fundamento jurídico.

Está provado o que eu venho dizendo desde o começo desse processo, há uma perseguição política aos parlamentares de direita. A decisão do Conselho de Ética foi política, não jurídica. Nossa defesa comprovou que não há base legal, não houve infração regimental. Pedir suspensão de mandato por protesto pacífico é censura à oposição, querem nos silenciar”, declarou o deputado Marcel van Hattem.

A aprovação do relatório no Conselho de Ética representa uma etapa do processo disciplinar contra o parlamentar. Caso o plenário da Câmara dos Deputados confirme a decisão, a suspensão será aplicada pelo período indicado no parecer.

Deputado acusa desigualdade na condução

O parlamentar também mencionou o tratamento dado a outros casos no Conselho de Ética. Segundo ele, há desigualdade na condução de processos envolvendo diferentes deputados. “Faria de novo o que nós fizemos. Não sento para fazer acordo em temas que envolvem os nossos princípios e os nossos valores. Não vou abandonar jamais os meus princípios”, afirmou van Hattem.

Próximos passos

A decisão do Conselho de Ética não encerra o processo. O caso será encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados, responsável pela decisão final sobre a eventual suspensão do mandato.

Foto: Erick Silva/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2026 0 Comentários 76 Visualizações
Política

Novo Hamburgo apresenta projeto de ampliação de dique ao governo estadual

Por Jonathan da Silva 05/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Novo Hamburgo apresentou um estudo avançado para ampliação do sistema de proteção contra cheias no município ao Governo do Estado, com investimento estimado em R$ 800 milhões. A proposta foi discutida nesta segunda-feira (4), em reunião com a Secretaria da Reconstrução Gaúcha (Serg), em Porto Alegre, e prevê a ampliação de quase 21 quilômetros de dique entre os limites com São Leopoldo e Campo Bom. O objetivo seria de ampliar a proteção contra alagamentos nos bairros Santo Afonso e Canudos, beneficiando diretamente cerca de 92 mil moradores.

O projeto inclui a recuperação da Casa de Bombas do Santo Afonso e a construção de até sete Estações de Bombeamento de Água Pluvial (EBAP). O valor estimado já contempla os custos para elaboração do projeto final, que corresponde a cerca de 2,5% do total, sendo que o montante definitivo dependerá da conclusão do projeto executivo.

Próximos passos

De acordo com o município, a próxima etapa depende da captação de recursos por meio do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), que viabilizará a contratação do projeto executivo. Após essa fase, a execução da obra deverá ser financiada com recursos do Fundo de Apoio à Infraestrutura para Recuperação e Adaptação a Eventos Climáticos Extremos (Firece).

O prefeito de Novo Hamburgo, Gustavo Finck (PP), afirmou que a administração municipal tem atuado de forma antecipada na busca por soluções para as cheias. “Novo Hamburgo não ficou de braços cruzados, aguardando a conclusão dos projetos do estado. O município está agindo e largando na frente, com a certeza de que o governador Eduardo Leite é sensível à necessidade de mitigar a situação das cheias”, declarou Finck.

Avaliação do estado

A secretária-adjunta da Reconstrução Gaúcha, Angela de Oliveira, avaliou positivamente o estudo apresentado e indicou a realização de uma nova reunião técnica entre as equipes do município e do Estado ainda nesta semana. O encontro também contou com a participação da subsecretária de Parcerias e Concessões, Anna Clara Yaginuma.

Outros temas discutidos

Além do sistema de proteção contra cheias, a reunião abordou a busca por recursos para pavimentação de estradas no bairro Lomba Grande, ações de hidrojateamento, questões relacionadas ao saneamento e a Parceria Público-Privada (PPP) de escolas estaduais localizadas no município.

Participaram do encontro, representando Novo Hamburgo, o procurador-geral do Município, Vanir de Mattos, a secretária municipal da Fazenda, Michele Antonello, o secretário municipal de Educação, André Luis da Silva, integrantes da equipe técnica da Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura e o diretor técnico da Comusa, Neri Chilanti.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/05/2026 0 Comentários 77 Visualizações
Política

ACI e SinmaqSinos lançam manifesto com críticas a políticas econômicas do governo federal

Por Jonathan da Silva 05/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) e o Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos) lançaram, nesta terça-feira (5), um manifesto conjunto em que cobram mudanças de postura do governo federal em relação à condução da economia. O documento divulgado pelas entidades da região do Vale do Sinos apresenta críticas a medidas como oferta de crédito, políticas de juros e propostas de redução de jornada de trabalho, apontando impactos na competitividade e no endividamento.

Intitulado “Menos promessas, mais responsabilidade”, o manifesto afirma que o país precisa adotar decisões econômicas com maior responsabilidade e transparência. Segundo o texto, a ampliação do crédito é apresentada como solução imediata, mas pode resultar em aumento do endividamento das famílias e comprometimento da renda futura.

Críticas a políticas econômicas

As entidades também apontam que a redução de jornada ou carga de trabalho tem sido apresentada como avanço social sem a devida análise dos impactos sobre produtividade e custos. De acordo com o manifesto, esses efeitos podem refletir no aumento de preços, perda de competitividade da indústria nacional e maior presença de produtos importados no mercado interno.

O documento questiona ainda quem é beneficiado pelas medidas adotadas. “No fim, quem paga é a sociedade, ou seja, todos nós. Ou paga mais caro pelos produtos ou perde espaço no mercado de trabalho ou ainda vê sua renda real encolher. E aí surge a pergunta inevitável: este é um governo para os trabalhadores? Para quais trabalhadores? Os brasileiros que produzem aqui ou os trabalhadores de países que passam a exportar mais para o Brasil quando nossa indústria perde competitividade?”, diz o texto.

O manifesto também aborda o crescimento do sistema financeiro em cenários de aumento do endividamento. “E mais: quem realmente se beneficia desse modelo? São as famílias ou o sistema financeiro, que cresce justamente quando o endividamento aumenta?”, relata.

Posicionamento das entidades

No documento, as entidades defendem a adoção de medidas econômicas com foco em resultados de longo prazo. “O país precisa sair da lógica das soluções fáceis e dos anúncios de curto prazo. Medidas econômicas sérias exigem responsabilidade, transparência e compromisso com os efeitos reais, não com o ganho político imediato. Prometer é fácil. Sustentar crescimento, renda e emprego é o que realmente importa”, conclui o manifesto, assinado pelos presidentes da ACI, Robinson Klein, e do SinmaqSinos, Marlos Schmidt.

Foto: João Pavese/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/05/2026 0 Comentários 72 Visualizações
Política

Prefeito de Novo Hamburgo assume a vice-presidência da Famurs

Por Jonathan da Silva 04/05/2026
Por Jonathan da Silva

O prefeito de Novo Hamburgo, Gustavo Finck (PP), tomou posse como vice-presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) na quinta-feira (30), durante solenidade realizada no litoral norte. A nomeação ocorreu junto à posse da nova diretoria da entidade, que reúne prefeituras gaúchas para articulação institucional e defesa do municipalismo. A indicação de Finck para o cargo foi feita pelo partido Progressistas.

Na mesma cerimônia, o prefeito de Imbé, Ique Vedovato (MDB), assumiu a presidência da Famurs. A entidade atua na integração entre gestores públicos e na promoção de pautas voltadas ao fortalecimento das administrações municipais.

Representação municipal

Ao comentar a posse, o prefeito Finck destacou a importância da participação de Novo Hamburgo na diretoria da federação. “É fundamental que o nosso município tenha voz ativa na maior associação de municípios do Rio Grande do Sul. A Famurs é um espaço estratégico para o diálogo, a construção de políticas públicas e a defesa dos interesses das cidades”, afirmou o chefe do executivo hamburguense.

Atuação da entidade

A Famurs reúne municípios de diferentes regiões do estado e tem como foco a defesa dos interesses das administrações locais, além de atuar na interlocução com outras esferas de governo. A entidade também promove iniciativas voltadas à qualificação da gestão pública.

Outras funções

Com a nova função, o prefeito Gustavo Finck amplia sua atuação em entidades estaduais. Em 2026, ele também assumiu a presidência da Agesan-RS, responsável pela regulação e fiscalização dos serviços de saneamento básico em municípios do Rio Grande do Sul.

Foto: Famurs/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2026 0 Comentários 67 Visualizações
Política

Campo Bom recebe repasse de R$ 2,5 milhões do Governo Federal para novo Caps

Por Jonathan da Silva 28/04/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Campo Bom formalizou o repasse de R$ 2,5 milhões do Governo Federal para a construção de um novo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) no município. O ato ocorreu em cerimônia nesta sexta-feira (24), com participação do Ministério da Saúde e de representantes da administração municipal. A obra já está em andamento e tem como objetivo ampliar a estrutura de atendimento em saúde mental e qualificar os serviços prestados à população.

Participaram da solenidade a secretária municipal da Saúde, Luana Schnorr, e a secretária-geral de Governo, Beatriz Fagundes.

Investimento na obra

O investimento total previsto é de R$ 2.695.990,00. Desse valor, R$ 2,593 milhões são oriundos do Governo Federal, por meio do Novo PAC, e R$ 102 mil correspondem à contrapartida do município.

Segundo a Prefeitura, a captação dos recursos federais foi conduzida pelo Departamento de Captação de Recursos da Secretaria-Geral de Governo.

A nova unidade seguirá o padrão federal para Caps I, com cerca de 900 metros quadrados, adaptada ao terreno disponível.

Atendimento em saúde mental

Atualmente, o serviço acompanha cerca de 2 mil usuários. O Caps atende pessoas de todas as idades com transtornos mentais moderados, graves e persistentes, oferecendo acolhimento e acompanhamento multiprofissional.

Entre os profissionais envolvidos estão psicólogos, psiquiatras e outros trabalhadores da área da saúde. O atendimento inclui terapias individuais e em grupo, atividades comunitárias e projetos terapêuticos como cãoterapia, arteterapia, musicoterapia e ações de ambiência.

Objetivo do serviço

De acordo com a administração campo-bonense, o Caps busca promover a reabilitação psicossocial e a reintegração dos pacientes à sociedade, evitando internações desnecessárias e priorizando atendimento comunitário e multidisciplinar.

Estrutura atual

O Caps – Fips (Fórum Integrado Psicossocial) de Campo Bom foi implantado em gestão anterior do prefeito Giovani Feltes (MDB). Segundo o município, a estrutura atual segue como referência local, abrigando também outros serviços e mantendo funcionamento regular.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2026 0 Comentários 89 Visualizações
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