Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª...
Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em...
Delly’s inaugura novo Centro de Distribuição no RS e reforça...
Evento reúne noivos e fornecedores de casamentos sustentáveis
New Balance 42K Porto Alegre inicia entrega de kits e...
Comitiva do 53º Festival Internacional de Folclore visita a Revista...
Santa Cruz do Sul se prepara para um novo ciclo...
Em julho acontece a primeira Feijoada do Panda em Porto...
Fundador do Di Paolo compartilha sua trajetória de sucesso no...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

brasil

Ensino

Professor da Escola de Aplicação Feevale apresenta pesquisa em fórum no Benim

Por Jonathan da Silva 31/07/2026
Por Jonathan da Silva

O professor da Escola de Aplicação Feevale, José Luiz Domingues Gularte, foi selecionado para apresentar uma pesquisa no Fórum Mundial de Teologia e Libertação (FMTL), evento que integra a programação do Fórum Social Mundial (FSM). O encontro ocorre entre os dias 31 de julho e 8 de agosto, em Cotonou, no Benim. A participação do pesquisador ocorrerá neste sábado, dia 1º, durante um painel dedicado à memória da escravidão e às relações históricas entre o Benim e o Brasil.

Gularte apresentará a comunicação intitulada “Entre o tambor do Benin e o tambor Brasil existe um oceano”, que integra o painel “Memória da Escravidão e Laços entre Benim e Brasil”. O trabalho aborda aspectos relacionados às conexões históricas e culturais construídas entre os dois países a partir do período da escravidão.

O painel será presidido pelos pesquisadores brasileiros Selenir Kronbauer e Ronilso Pacheco, além do pesquisador beninense Sylvestre Edjekpoto. A atividade reunirá especialistas para discutir a memória da escravidão, os vínculos históricos e culturais entre o Benim e o Brasil e os desafios contemporâneos relacionados ao tema.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2026 0 Comentários 29 Visualizações
Política

Entidades do Vale do Sinos pedem agilização na liberação de créditos de ICMS

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

Entidades representativas da indústria e do comércio do Vale do Sinos encaminharam uma correspondência ao subsecretário da Receita Estadual do Rio Grande do Sul, Ricardo Neves Pereira, solicitando a simplificação, a celeridade e a ampliação da liquidez dos créditos de ICMS. O pedido foi apresentado como uma medida para fortalecer a competitividade das empresas gaúchas em um cenário de desaceleração econômica, aumento dos custos operacionais e elevação das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

O documento é assinado por sete entidades que representam mais de 5 mil empresas da região. As organizações argumentam que a disponibilização mais rápida dos créditos de ICMS pode reforçar o capital de giro das empresas sem gerar renúncia fiscal por parte do Estado, uma vez que os valores já pertencem aos contribuintes.

Cenário econômico

Na correspondência, as entidades afirmam que as empresas gaúchas, especialmente as voltadas à exportação, enfrentam pressão financeira decorrente dos efeitos das enchentes de 2024, da alta dos custos logísticos, do ambiente econômico e das novas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Segundo o documento, esse contexto reduz a competitividade internacional, compromete investimentos e pode afetar a manutenção de empregos.

Diante desse cenário, as entidades defendem que o governo estadual adote medidas para facilitar o acesso aos créditos tributários, contribuindo para a preservação da atividade econômica e da capacidade de exportação das empresas.

Reivindicações

No ofício, as entidades solicitam a simplificação dos procedimentos administrativos para reconhecimento e utilização dos créditos de ICMS, maior rapidez nos processos de homologação e liberação dos valores, ampliação dos mecanismos de liquidez para utilização ou conversão dos créditos acumulados e prioridade na análise dos pedidos apresentados por empresas exportadoras ou diretamente impactadas pelas barreiras tarifárias internacionais.

Segundo o documento, essas medidas podem fortalecer o capital de giro das empresas, preservar investimentos, manter empregos e ampliar a competitividade da indústria e do comércio gaúchos em um período de instabilidade econômica.

Entidades signatárias

Assinam a correspondência a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), a Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (Aicsul), o Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas (SICTC), o Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos) e o Sindicato da Indústria de Calçado do Estado do Rio Grande do Sul (Sicergs).

Foto: Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 63 Visualizações
Esporte

Com domínio do Brasil, Copa América de Stocksport é encerrada em Santa Cruz do Sul

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

A 10ª Copa América de Stocksport foi encerrada na noite deste domingo (26), em Santa Cruz do Sul, após quatro dias de disputas que reuniram atletas do Brasil, Paraguai, Argentina e Canadá. Promovida pela International Federation Icestocksport (IFI) em conjunto com a Federação Gaúcha de Eisstocksport (FGDE), a competição ocorreu nas canchas do Centro Cultural 25 de Julho. O Brasil foi campeão em todas as categorias do torneio. A próxima edição do torneio será realizada em Assunção, no Paraguai, daqui a dois anos.

Ao longo do evento, os atletas disputaram provas nas categorias por equipes, individual por equipes e individual, nos naipes masculino e feminino. A cerimônia de premiação foi realizada na noite de domingo e contou com a presença do vereador Ilário Keller (PP).

A presidente da Federação Gaúcha de Eisstocksport, Márcia Reis, avaliou que a competição alcançou os objetivos previstos. “Conseguimos fazer uma excelente competição dentro e fora das quadras e as delegações anfitriãs deixaram nossa cidade com a melhor das impressões em termos de acolhimento. A integração, no final das contas, foi um dos grandes destaques”, afirmou Márcia.

Desenvolvimento da modalidade

O diretor da International Federation Icestocksport, Georg Smoning, responsável pela organização do evento em parceria com o diretor técnico da FGDE, Milton Bressler, destacou o trabalho realizado durante a competição. “Os brasileiros deram um show de organização. A Copa América de Stocksport serve de exemplo de que o esporte está em franco desenvolvimento no mundo, em especial, entre os jovens, que tão bem participaram desta edição”, expressou Bressler.

Quem foram os campeões

Na categoria individual por equipes masculina, o título ficou com o Brasil, representado pela equipe Amstetten, formada por Edison Gassen, Augusto Böhm, Victor Paz da Silva, Felipe Staub e Sérgio Böhm. A equipe Bayer, também do Brasil, ficou com o vice-campeonato, seguida pela Argentina.

No feminino, a equipe Prosit, do Brasil, conquistou o título com Tarcila Frohlich, Noeli Paulus, Anelize Neumann, Helena Bertran e Flávia Fröehlich. O Canadá ficou em segundo lugar e a equipe brasileira Auf Gehts terminou na terceira colocação.

Na disputa por equipes masculina, a equipe Bayer, do Brasil, formada por Marcos Waechter, Jackson Waechter, Ingo Reis, Anderson da Costa e Eduardo Schuster, foi campeã. A equipe Amstetten ficou com o vice-campeonato e o Paraguai terminou em terceiro.

No feminino, a equipe Auf Gehts, composta por Rejane Böhm, Márcia Reis, Suzi Waechter, Laura Pretzel e Sheron Mees, conquistou o título. A equipe Prosit ficou em segundo lugar e o Canadá em terceiro.

Nas provas individuais, Eduardo Schuster, do Brasil, foi campeão no masculino, seguido por Augusto Böhm e Lucas Dalmolin. No feminino, Rejane Böhm conquistou o título, com Márcia Reis em segundo lugar e Laura Pretzel na terceira posição.

Foto: Helena Braz Fotografia/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 74 Visualizações
Política

Entidades pedem inclusão do tabaco em lista de exceções dos EUA

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e a Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) encaminharam uma carta ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) na sexta-feira (24), solicitando que o governo brasileiro atue para incluir o tabaco na lista de exceções à tarifa adicional imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. O pedido foi formalizado após audiência realizada em 22 de julho com o ministro Geraldo Alckmin, e técnicos da pasta, quando o setor apresentou os impactos da medida e propostas para reduzir seus efeitos.

Segundo as entidades, a manutenção do tabaco fora da lista de exceções pode reduzir a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano, provocar perdas de até US$ 100 milhões em exportações e afetar produtores rurais, a indústria e municípios cuja economia depende da cadeia produtiva do tabaco.

Impactos nas exportações

Na correspondência, o SindiTabaco e a Abifumo destacam que a cadeia produtiva do tabaco está presente em mais de 525 municípios brasileiros e gera renda para mais de 600 mil pessoas no meio rural. Historicamente, os Estados Unidos ocupam a terceira posição entre os principais destinos das exportações brasileiras de tabaco, respondendo por cerca de 9% dos embarques do setor. Em 2025, essa participação caiu para 6%.

Conforme dados do MDIC/Secex apresentados no documento, as exportações para o mercado norte-americano somaram US$ 195,3 milhões em 2025, queda de 23,4% em relação ao ano anterior. No primeiro semestre de 2026, os embarques totalizaram US$ 88,8 milhões, redução de 31% na comparação com o mesmo período de 2025.

Concorrência internacional

As entidades afirmam que outros produtos do agronegócio brasileiro, como carne bovina, café, laranja, mel orgânico, castanhas e celulose, foram incluídos na lista de exceções divulgada pelos Estados Unidos, enquanto o tabaco permaneceu sujeito à sobretaxa. Segundo o setor, essa situação coloca o produto brasileiro em desvantagem competitiva frente a outros países exportadores.

De acordo com a carta, caso as tarifas sejam mantidas, compradores norte-americanos poderão buscar fornecedores em outros mercados, principalmente em países africanos, como Zimbábue e Malaui, que ampliaram sua produção. A estimativa apresentada pelas entidades é de uma perda aproximada de US$ 100 milhões em exportações brasileiras.

Reflexos na produção

O documento destaca que a redução da demanda poderá atingir especialmente a produção de tabaco Burley, variedade que possui mercado internacional concentrado nos Estados Unidos e poucas alternativas de comercialização. Segundo as entidades, esse cenário poderá afetar centenas de pequenos produtores rurais que têm nesse cultivo sua principal fonte de renda.

Além dos impactos sobre a produção e o emprego, a carta aponta que a redução da atividade econômica poderá diminuir a arrecadação de tributos e comprometer investimentos públicos em municípios cuja economia depende da cadeia produtiva do tabaco.

Pedido ao governo

No ofício encaminhado ao MDIC, o SindiTabaco e a Abifumo solicitam a inclusão de todo o Capítulo 24 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que engloba o tabaco e seus produtos, na lista de exceções à tarifa adicional aplicada pelos Estados Unidos. As entidades também informam que permanecem à disposição do governo federal para contribuir tecnicamente na busca de uma solução que preserve a competitividade das exportações brasileiras e reduza os impactos econômicos e sociais da medida.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 70 Visualizações
Esporte

Copa América de Eisstocksport reúne atletas de quatro países em Santa Cruz do Sul

Por Jonathan da Silva 24/07/2026
Por Jonathan da Silva

A 10ª Copa América e o 21º Torneio Internacional de Eisstocksport seguem até domingo, dia 26, em Santa Cruz do Sul, reunindo competidores do Brasil, Canadá, Argentina e Paraguai. Promovido pela Federação Gaúcha de Eisstocksport (FGDE), o evento conta com disputas por equipes masculinas e femininas e na categoria individual. Além da competição internacional, o torneio reúne atletas de diferentes gerações, evidenciando a tradição da modalidade na região.

Entre os atletas brasileiros estão o jovem João Francisco Back dos Santos, de 19 anos, e Lori Sehnem, de 72. Moradores de Linha Santa Cruz, ambos relataram como o esporte ampliou suas experiências dentro e fora do país.

Back dos Santos contou que começou a praticar a modalidade aos 15 anos, após convite da vizinha Nelsi Reis. “Ela me convidou e comecei a treinar desde os 15 anos e sigo até hoje. Com este esporte conheci diversos países, diferentes culturas, joguei até no gelo. E conviver com pessoas que jogam há mais tempo, a gente sempre aprende muito”, relatou o atleta.

Já Sehnem pratica Eisstocksport desde 2004 e afirmou que o esporte proporcionou viagens internacionais. “Meu marido começou a jogar, e depois entrei também e nunca mais parei. Já fui para Alemanha, Áustria, Itália, já conheci muita coisa através do stocksport”, contou o atleta.

Autoridades prestigiam competição

Santa Cruz do Sul é um dos apoiadores da competição. Na sexta-feira (24), o prefeito Sérgio Moraes (PL) e a primeira-dama, Fátima Alves da Silva, visitaram o evento e almoçaram com os participantes. Eles foram recebidos pela presidente da Federação Gaúcha de Eisstocksport, Márcia Reis, e receberam uma lembrança de um competidor da Argentina.

A secretária municipal de Turismo de Santa Cruz do Sul, Jaqueline Marques de Souza, destacou os impactos do evento para o município. “Receber a Copa América é motivo de orgulho para Santa Cruz do Sul. O campeonato projeta o município no cenário esportivo internacional, fortalece nossas tradições e movimenta importantes setores da economia local, como a hotelaria, a gastronomia, o comércio e o turismo. Mais do que uma competição, o evento reafirma a capacidade de Santa Cruz do Sul de sediar grandes encontros”, ressaltou a titular da pasta.

O secretário municipal de Esporte, Daiton Mergen, ressaltou o apoio da Prefeitura à modalidade. “Apoiar diferentes modalidades esportivas é fundamental pois ajuda a valorizar a diversidade de escolhas das pessoas, além de fortalecer a sociedade como um todo. Estamos felizes por receber, em Santa Cruz do Sul a Copa América de Eisstocksport”, expressou Mergen.

Fotos: Ana Souza, Claudine Friedrich e Évelin Nyland/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2026 0 Comentários 59 Visualizações
Business

Fiergs manifesta preocupação com possível tarifa da China sobre carne bovina brasileira

Por Jonathan da Silva 22/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) manifestou preocupação com a iminente aplicação de tarifas adicionais pela China sobre as importações de carne bovina brasileira em razão do esgotamento da cota anual destinada ao Brasil. Na prática, o limite de exportações já está comprometido pelos embarques realizados e em trânsito, o que poderá elevar a tributação para 67% sobre os volumes excedentes. Segundo a entidade, a medida pode reduzir a competitividade da carne bovina brasileira, afetar a indústria frigorífica e provocar impactos na cadeia produtiva do Rio Grande do Sul.

De acordo com a Fiergs, a restrição poderá exigir o redirecionamento de parte da produção para outros mercados em um cenário internacional de maior concorrência. A entidade avalia que o aumento da tributação cria um ambiente de incerteza para o setor e pode afetar diretamente a atividade industrial ligada à carne bovina.

Impactos para o Rio Grande do Sul

Dados apresentados pela Fiergs mostram que, em 2025, o Rio Grande do Sul exportou US$ 309,7 milhões em carne bovina para o mercado internacional. A China foi o principal destino dessas exportações, respondendo por 41,9% do total embarcado pelo estado.

Segundo a federação, a nova restrição poderá atingir a indústria frigorífica, os produtores rurais, além de gerar reflexos sobre o emprego e a geração de renda no Rio Grande do Sul.

Pedido de diálogo

Para o presidente da Fiergs, Claudio Bier, é necessário ampliar as negociações entre os governos brasileiro e chinês para buscar uma solução para a questão das cotas. “O Brasil consolidou-se como um fornecedor estratégico e confiável para atender à crescente demanda chinesa por alimentos. Esperamos que prevaleça o diálogo para a renegociação dos volumes das cotas, adequando-as à atual capacidade exportadora brasileira e às necessidades do mercado asiático. Uma solução negociada preserva a competitividade da indústria, garante segurança ao abastecimento e fortalece uma relação comercial de interesse mútuo”, expressou Bier.

Acompanhamento das negociações

A Fiergs informou ainda que acompanhará a evolução das negociações entre os dois países e defende uma atuação coordenada entre o governo brasileiro e o setor produtivo para preservar a competitividade das exportações e minimizar os impactos da medida sobre a indústria do Rio Grande do Sul.

Foto: Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
22/07/2026 0 Comentários 76 Visualizações
Esporte

Copa América de Stocksport começa nesta quarta-feira em Santa Cruz do Sul

Por Jonathan da Silva 21/07/2026
Por Jonathan da Silva

Santa Cruz do Sul será palco para a Copa América de Stocksport, competição promovida pela Federação Gaúcha de Eisstocksport (FGDE), entre esta quarta-feira, 22 de julho, e o domingo, dia 26. A abertura oficial está marcada para as 19h, nas pistas do Centro Cultural 25 de Julho, reunindo delegações do Brasil, Canadá, Paraguai e Argentina. O torneio contará com disputas por equipes e individuais nas categorias masculina e feminina.

Além da cerimônia de abertura, a programação de quarta-feira inclui treinos das 8h às 17h, seguidos pela inscrição das equipes e pelo sorteio dos confrontos, às 17h30min. A solenidade contará com a presença de autoridades, entre elas o prefeito Sérgio Moraes (PL), e apresentação da Banda do 7º Batalhão de Infantaria Blindado (BIB).

Programação das disputas

As competições terão início na quinta-feira, dia 23, com as disputas por equipes masculinas pela manhã, a partir das 9h, e por equipes femininas à tarde, às 14h. Na sexta-feira, 24, será a vez das provas individuais, com as categorias masculina e feminina competindo às 9h e às 14h, respectivamente.

No sábado, 25, serão realizados os jogos do returno das disputas por equipes, mantendo os mesmos horários dos dias anteriores. As finais por equipes ocorrerão no domingo, 26, a partir das 8h. As finais individuais masculinas e femininas estão previstas para as 13h e 15h, respectivamente. A cerimônia de premiação será realizada às 18h, seguida da festa de encerramento, às 20h.

Delegação brasileira

O Brasil será representado por atletas de clubes do Rio Grande do Sul. No individual feminino competirão Rejane Böhm, Laura Pretzel e Marcia Reis, do Centro Cultural 25 de Julho, e Caroline Rebelatto, do CC Alemã, de Lajeado. No masculino, disputarão Eduardo Schuster e Augusto Böhm, do Centro Cultural 25 de Julho, Lucas Dalmolin, do Alt Pikade, e João Back, da AE 15 de Agosto. Nas provas por equipes, o feminino será representado pelas equipes Auf Gehts e Prosit. No masculino, competirão as equipes Amstetten e Bayer.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2026 0 Comentários 77 Visualizações
Política

Sindilojas-VRP apoia mobilização contra flexibilização da tributação de importações

Por Jonathan da Silva 20/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP) manifestou apoio à mobilização promovida por entidades do comércio gaúcho contra a flexibilização da taxa de importação aplicada às compras internacionais de pequeno valor, tema relacionado à Medida Provisória 1.357/2026 e ao regime conhecido como “Taxa das Blusinhas”. A entidade defende que a discussão considere os impactos da diferença tributária entre produtos importados e nacionais sobre empresas brasileiras, empregos e arrecadação pública.

O posicionamento do Sindilojas-VRP acompanha a campanha estadual coordenada pela CDL Porto Alegre e tem como base uma nota técnica elaborada pela Assessoria Econômica da entidade, assinada pelo economista-chefe Oscar Frank.

Diferença tributária

Segundo o estudo, o comércio brasileiro convive com uma diferença de tratamento tributário entre produtos comercializados por empresas nacionais e mercadorias importadas por plataformas internacionais.

Para o economista-chefe da CDL Porto Alegre, Oscar Frank, o principal problema está na diferença de tributação entre produtos semelhantes. “O ponto central não é ser contra a concorrência nem contra o consumidor. O problema é quando o preço do artigo importado é menor apenas porque não paga a mesma tributação estabelecida pela legislação nacional. A regra do jogo deveria ser a mesma para todos”, avalia Frank.

O levantamento aponta que, em uma compra internacional de US$ 50, considerando um câmbio médio de R$ 5, uma peça de roupa importada passaria de R$ 361,45 para R$ 301,20 após a medida provisória, enquanto um produto nacional equivalente teria custo estimado de R$ 382,67, conforme carga tributária calculada pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). A diferença de preço aumentaria de R$ 21,23 para R$ 81,47.

Segundo o estudo, em outros segmentos a diferença é ainda maior. “No caso dos perfumes, por exemplo, a diferença entre o produto nacional e o importado pode chegar a R$ 438,00 apenas pelo efeito tributário apontado no exercício técnico”, complementa Frank.

Impactos para o comércio

O presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode, afirma que o tema tem reflexos sobre a economia regional e defende condições tributárias equivalentes para empresas brasileiras e plataformas internacionais. “O comércio regional gera emprego, paga impostos, movimenta os municípios e sustenta uma parte importante da arrecadação local. Quando se cria uma regra mais favorável para o produto importado, o impacto não fica restrito à loja. Ele chega ao trabalhador, ao fornecedor, ao prestador de serviço e à própria economia das cidades”, afirma Spode.

O dirigente também defende que uma eventual redução da carga tributária ocorra de forma ampla, sem diferenciação entre empresas nacionais e plataformas estrangeiras. “O consumidor também é beneficiado quando há comércio forte, emprego preservado, concorrência justa e empresas locais saudáveis. Defender o varejo nacional é defender a economia real dos municípios”, complementa Spode.

Campanha estadual

O apoio do Sindilojas-VRP integra a campanha “Pelo fim da taxa das blusinhas brasileiras”, promovida pela CDL Porto Alegre em conjunto com entidades parceiras.

Segundo o presidente da CDL Porto Alegre, Carlos Klein, a mobilização possui três objetivos principais: buscar isonomia tributária entre empresas brasileiras e plataformas internacionais, ampliar a transparência sobre os tributos embutidos nos preços dos produtos e conscientizar os consumidores sobre os efeitos da carga tributária. “Queremos que as empresas locais possam competir sob as mesmas condições. Também precisamos mostrar ao consumidor quanto do preço pago corresponde aos impostos, para que ele se torne um aliado na busca por uma carga tributária mais equilibrada no país”, afirma Klein.

Como parte da campanha, a CDL Porto Alegre disponibilizou uma calculadora de impostos que reúne informações sobre 555 produtos distribuídos em 24 segmentos da economia. A ferramenta permite consultar a estimativa da carga tributária incidente sobre cada item e gerar etiquetas ou cartazes para exposição em vitrines, prateleiras e pontos de venda.

Situação da medida provisória

A Medida Provisória 1.357/2026 alterou o regime de tributação simplificada das remessas postais internacionais e está em vigor desde sua publicação. O texto ainda depende de análise do Congresso Nacional para ser convertido definitivamente em lei. Atualmente, a proposta aguarda a instalação de uma comissão mista e tramita em regime de urgência, com prazo de deliberação prorrogado até 24 de setembro, período em que poderá ser mantida, alterada ou rejeitada pelos parlamentares.

Foto: Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
20/07/2026 0 Comentários 75 Visualizações
Política

Entidades enviam propostas ao governo para reduzir impactos do tarifaço

Por Jonathan da Silva 17/07/2026
Por Jonathan da Silva

Entidades empresariais do Vale do Sinos encaminharam, nesta quinta-feira (16), um documento ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin Filho, e ao ministro das Relações Exteriores, embaixador Mauro Vieira, propondo medidas para reduzir os impactos das novas tarifas impostas pelos Estados Unidos às exportações brasileiras. No documento, as organizações também colocam-se à disposição para cooperar institucionalmente com o governo federal na busca de soluções para preservar a competitividade das empresas exportadoras.

As entidades afirmam que a confirmação das novas tarifas representa um desafio para a indústria nacional, o agronegócio e outros segmentos exportadores, com possíveis reflexos sobre investimentos, produção, empregos e renda em diferentes regiões do país.

Cooperação institucional

Entre as signatárias está a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), que manifesta disposição para colaborar na construção de soluções destinadas a minimizar os efeitos das medidas anunciadas pelos Estados Unidos.

No documento, a entidade informa que está preparada para participar de missões empresariais, promover a aproximação com entidades econômicas internacionais, compartilhar informações do setor produtivo e contribuir tecnicamente com iniciativas voltadas à ampliação da competitividade da economia brasileira.

As entidades também reiteram propostas já defendidas anteriormente, entre elas a intensificação das negociações diplomáticas e comerciais com o governo norte-americano para buscar a revisão das tarifas e o monitoramento permanente dos impactos econômicos decorrentes da medida, permitindo respostas rápidas aos setores afetados.

Medidas propostas

Além dessas ações, o documento apresenta novas propostas ao governo federal. As entidades afirmam que a solução não depende apenas da atuação brasileira, mas defendem medidas para reduzir os efeitos das tarifas sobre empresas exportadoras e suas cadeias produtivas.

Entre as propostas está a isenção, por tempo indeterminado, de tributos federais, como PIS, Cofins e IPI, sobre a produção destinada à exportação e às cadeias produtivas relacionadas. Segundo as entidades, a medida reduziria os custos de produção e permitiria que as empresas mantivessem preços competitivos no mercado internacional.

Outro ponto é a desoneração integral da folha de pagamento das empresas exportadoras e da cadeia produtiva, também sem prazo determinado, com foco na redução de encargos trabalhistas. De acordo com o documento, a medida contribuiria para a manutenção dos empregos e para a estabilidade econômica das regiões produtoras.

Reintegra e drawback

As entidades ainda propõem a ampliação do Programa Reintegra Especial EUA. A sugestão inclui elevar a alíquota do programa para 5% no caso de médias e grandes empresas e para 8% para micro e pequenas empresas, permitir a retroatividade dos créditos para exportações realizadas desde julho de 2024, manter a vigência enquanto perdurarem os efeitos das tarifas, criar crédito extraordinário sobre exportações destinadas aos Estados Unidos, estabelecer percentuais diferenciados para os setores mais afetados e possibilitar a utilização imediata dos créditos para compensação de tributos federais ou restituição financeira.

Segundo o documento, a alíquota atual do programa é insuficiente diante da tarifa de 50% aplicada pelos Estados Unidos. As entidades também lembram que a ampliação do Reintegra foi discutida durante missão a Brasília, em setembro de 2025, mas que o tema não avançou no Congresso Nacional.

Outra proposta é a prorrogação, por tempo indeterminado, dos prazos para exportações realizadas no regime de drawback, sem cobrança de multas ou juros para empresas afetadas pelas tarifas. Conforme o documento, em 2024, US$ 10,5 bilhões das exportações brasileiras para os Estados Unidos ocorreram por meio desse regime, e a prorrogação evitaria penalidades às empresas que não conseguirem cumprir os prazos estabelecidos.

Sem reciprocidade no momento

As entidades também defendem que o governo federal não adote medidas de reciprocidade tarifária neste momento. Em vez disso, propõem a criação de um programa emergencial e temporário de compensação para empresas exportadoras atingidas pelas tarifas. “Não precisamos responder uma tarifa com outra tarifa. Precisamos responder protegendo nossas empresas, nossos empregos e nossa capacidade de competir no mercado internacional. Cada dólar exportado representa emprego, renda e arrecadação no Brasil”, destaca o documento.

Outro encaminhamento sugerido é a instalação imediata de uma Mesa Permanente de Crise para o Comércio Exterior, reunindo representantes da Presidência da República, dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, das Relações Exteriores e da Fazenda, além do Congresso Nacional e de entidades empresariais e exportadoras. O objetivo é acompanhar a evolução do cenário, coordenar ações de enfrentamento e construir soluções conjuntas para preservar a competitividade da economia brasileira.

Entidades participantes

O documento é assinado pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), pela Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), pela Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (Aicsul), pelo Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas (SICTC) e pelo Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (Sinmaqsinos).

Foto: Jannoon028/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
17/07/2026 0 Comentários 55 Visualizações
Variedades

Exportações brasileiras de arroz crescem mais de 80%

Por Jonathan da Silva 15/07/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de arroz cresceram mais de 80% no primeiro semestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior, contribuindo para reduzir a oferta no mercado interno e favorecer a recuperação gradual dos preços pagos aos produtores. A avaliação foi apresentada pela Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), que projeta embarques de cerca de 2 milhões de toneladas até o fim do ano. Segundo a entidade, o aumento das vendas externas também ampliou a liquidez dos produtores ao direcionar parte da safra para o mercado internacional.

O presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, afirmou que o desempenho das exportações foi um dos melhores já registrados pelo setor. “O forte ritmo das exportações deu liquidez aos produtores, que puderam direcionar parte da produção ao mercado externo, evitando uma oferta excessiva no mercado doméstico”, ressaltou Dias Nunes. Segundo o dirigente, os mecanismos de apoio ao escoamento também contribuíram para melhorar a remuneração da saca de arroz.

Receita caiu com preços internacionais

Apesar do crescimento no volume exportado, a receita obtida com as vendas externas ficou abaixo da registrada em 2025 em razão da redução dos preços no mercado internacional. “O primeiros embarques de 2025 foram negociados com valores superiores a R$ 90 por saca, enquanto neste ano os preços ficaram na faixa dos R$ 60, representando uma redução próxima de um terço”, comparou Denis Dias Nunes.

Venezuela amplia participação nas compras

Em relação aos destinos das exportações, o presidente da Federarroz informou que os principais mercados permaneceram praticamente os mesmos, mas destacou o aumento da participação da Venezuela entre os compradores de arroz em casca brasileiro. “Havia preocupação de que mudanças no cenário político venezuelano pudessem alterar o fluxo comercial, hipótese que não se confirmou. Pelo contrário, o mercado se consolidou e apresentou maior segurança para as negociações”, ponderou Dias Nunes.

Perspectiva para o segundo semestre

Segundo Denis Dias Nunes, a balança comercial do arroz registrou superávit de aproximadamente 400 mil toneladas no primeiro semestre, resultado que reforça a expectativa de crescimento das exportações ao longo do ano. “A nossa expectativa é de que o Brasil alcance cerca de 2 milhões de toneladas exportadas ao longo de 2026, com um dos maiores saldos comerciais dos últimos anos”, projetou o presidente da entidade.

Para o dirigente, o aumento das exportações já influencia o mercado interno. “Os preços iniciaram um processo de recuperação e a tendência é de continuidade da valorização nos próximos meses, resultado do trabalho realizado para ampliar o escoamento da safra durante o primeiro semestre”, ressaltou Dias Nunes.

Sobre o cenário para a segunda metade do ano, o dirigente afirmou que a evolução dos preços dependerá do comportamento da produção internacional. “A evolução dos preços dependerá, principalmente, do comportamento da safra norte-americana e da produção nos países asiáticos, que já sofrem influência do fenômeno El Niño”, concluiu Dias Nunes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2026 0 Comentários 77 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 308 | Jul 2026

Entrevista | Guilherme Viezzer fala sobre a automação e a IA no mercado supermercadista

Cooperativismo | Modelo de negócios que transforma comunidades

Cidades| São Leopoldo comemora sua história e projeta desenvolvimento

Educação | Da sala de aula para a vida: a educação financeira que muda hábitos

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª Expocande

  • 3

    Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em Canela

  • 4

    Delly’s inaugura novo Centro de Distribuição no RS e reforça expansão nacional da marca Fritz&Frida

  • 5

    Evento reúne noivos e fornecedores de casamentos sustentáveis

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO