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brasil

Política

Marcel van Hattem lidera pesquisa da Brasmarket para o Senado no RS

Por Jonathan da Silva 22/04/2026
Por Jonathan da Silva

O deputado federal Marcel van Hattem (Novo) apraece na liderança de uma pesquisa de intenção de voto para o Senado no Rio Grande do Sul, divulgada pela Brasmarket e registrada na Justiça Eleitoral sob os números RS-01619/2026 e BR-02697/2026. O levantamento considera a modalidade estimulada, em que os entrevistados escolhem candidatos a partir de uma lista, e aponta o parlamentar com 31,5% no somatório de dois votos.

De acordo com os dados, após Marcel van Hattem, o deputado federal Sanderson aparece com 21,3%. Na sequência, estão Manuela D’Ávila (PSOL), com 21%; o ex-governador Germano Rigotto (MDB), com 16,2%; o deputado federal Paulo Pimenta (PT), com 13,4%; e Frederico Antunes (PSD), com 9,3%.

Movimento político

O deputado federal Marcel van Hattem comentou o resultado do levantamento. “Os dados mostram que há um movimento consistente de apoio a candidaturas de direita, que defendem mudanças reais no Senado, as mais importantes para mudar de fato o Brasil e acabar com a farra dos intocáveis. Fico muito honrado com essa confiança e, ao lado do Sanderson, seguimos trabalhando para representar o Rio Grande com firmeza e compromisso”, afirmou o parlamentar.

Foto: Leandro Souza/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/04/2026 0 Comentários 186 Visualizações
Política

Reajuste no preço de medicamentos entra em vigor no Brasil

Por Jonathan da Silva 01/04/2026
Por Jonathan da Silva

Entrou em vigor nesta terça-feira (31) o reajuste anual dos preços de medicamentos em todo o país, após publicação no Diário Oficial da União. A atualização foi aprovada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e estabelece um teto médio de 2,47% para 2026. A medida vale para medicamentos com preços regulados e define limites máximos de aumento conforme o nível de concorrência no mercado, com o objetivo de controlar a variação de preços no setor farmacêutico.

De acordo com a CMED, o índice máximo permitido será de 3,81% para medicamentos do Nível 1, de alta concorrência; 2,47% para o Nível 2, de concorrência intermediária; e 1,13% para o Nível 3, de baixa concorrência. Os percentuais têm como base a inflação medida pelo IPCA acumulado em 12 meses até fevereiro e funcionam como limite para os reajustes aplicados pelas farmacêuticas.

Aplicação do reajuste

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado do Rio Grande do Sul (Sinprofar RS), Leomar Rehbein, explica que o reajuste não é automaticamente aplicado no teto máximo definido pela CMED. “O reajuste dos medicamentos nem sempre ocorre com base no teto máximo definido pela CMED. Muitas farmácias optam por elevações menores de preço, a fim de conquistar e fidelizar clientes”, destaca Rehbein.

O dirigente também ressalta que a atualização dos preços não ocorre de forma imediata para todos os produtos. “Outro detalhe é que o reajuste não é automático, ou seja, não significa que todos os medicamentos estarão com preços mais elevados a partir de 1º de abril”, pontua o presidente da entidade.

Segundo Rehbein, as farmácias podem aplicar o reajuste de forma gradual ao longo do ano, desde que respeitem os limites estabelecidos pela Câmara de Regulação. O dirigente também destaca que a maior parte dos medicamentos comercializados no país possui preços regulados, embora existam exceções com valores livres.

Orientações ao consumidor

Para os consumidores, a recomendação é de atenção na hora da compra. O presidente do Sinprofar RS orienta a pesquisa de preços e o uso de benefícios oferecidos pelas farmácias. “Vale lembrar que a grande maioria das farmácias possui ainda programas de fidelidades com benefícios importantes para os consumidores, o que ameniza o reflexo do reajuste”, pontua Rehbein.

Setor farmacêutico

O dirigente também avalia o impacto do modelo de regulação de preços sobre o setor e defende a revisão das regras atuais. “O modelo atual traz dificuldades para que os estabelecimentos farmacêuticos possam equilibrar suas contas, uma vez que na série histórica o reajuste acumulado de preços de medicamentos está abaixo do IPCA. Sabemos do impacto de reajustes de preços no orçamento das famílias, mas para o setor farmacêutico quanto menor for o valor do medicamento, maiores são os desafios e obstáculos para manter o equilíbrio financeiro . E, em 2026, o reajuste médio no preço dos medicamentos é o menor em quase 20 anos. E abaixo da inflação acumulada dos últimos 12 meses, que foi 3,81%”, conclui o presidente do Sinprofar RS.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
01/04/2026 0 Comentários 107 Visualizações
Variedades

Receita intensifica fiscalização sobre IR de produtores rurais

Por Jonathan da Silva 30/03/2026
Por Jonathan da Silva

O prazo para entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026, referente ao ano-base 2025, termina em 29 de maio e exige atenção de produtores rurais em todo o país. A Receita Federal tem intensificado a fiscalização sobre contratos de arrendamento e parceria rural, com foco na verificação de informações declaradas, o que pode resultar em multas e autuações em caso de erros. A revisão dos contratos e do preenchimento da declaração é apontada como etapa necessária para evitar inconsistências.

Devem entregar a declaração os contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis superiores a R$ 35.584,00, incluindo valores provenientes de arrendamentos, ou que registraram receita bruta da atividade rural acima de R$ 169.440,00 ao longo de 2025. Produtores que ultrapassarem esse limite também precisam apresentar o Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR), utilizado para detalhar as movimentações financeiras da atividade.

Contratos agrários em foco

Segundo o advogado Frederico Buss, da HBS Advogados, os contratos agrários estão entre os principais pontos de atenção na declaração. “Esse é um dos aspectos mais fiscalizados pela Receita Federal, inclusive por meio da operação ‘Declara Grãos’, que realiza cruzamentos de dados para verificar a regularidade dessas informações”, afirmou Buss.

O especialista explica que o contrato de arrendamento ocorre quando o proprietário transfere o uso do imóvel rural a terceiros mediante pagamento fixo. “Essa remuneração pode ser em dinheiro ou equivalente em produção, como sacas de soja por hectare, caracterizando uma espécie de locação. Nesses casos, a tributação segue regras semelhantes às de aluguel, podendo atingir alíquotas mais elevadas do Imposto de Renda”, reforçou Buss.

Diferença entre arrendamento e parceria

No caso da parceria rural, o proprietário participa dos riscos da atividade e recebe um percentual da produção. “Assim, os ganhos variam conforme a produtividade, e a tributação costuma ser mais branda, seguindo critérios aplicáveis à atividade rural”, explicou o advogado.

De acordo com Frederico Buss, erros na classificação desses contratos são comuns e podem gerar penalidades. “Quando a Receita Federal identifica essa inconsistência, realiza a correção do imposto devido, acrescida de juros e multas”, alertou o especialista.

Critério de análise da Receita

O advogado destacou que a nomenclatura do contrato não é o único fator considerado pela Receita Federal. “Caso seja constatado que um contrato rotulado como parceria funciona, na verdade, como arrendamento, ele será reclassificado e tributado de acordo com essa natureza”, afirmou Buss.

A orientação é que produtores revisem os contratos e as informações declaradas para garantir que estejam de acordo com a prática das operações e evitar autuações.

Foto: Paulo Rossi/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2026 0 Comentários 131 Visualizações
Política

Pensão é garantida a órfãos de feminicídio no Brasil

Por Jonathan da Silva 26/03/2026
Por Jonathan da Silva

Filhos de mulheres vítimas de feminicídio têm direito a receber pensão especial do governo federal desde 2023, conforme estabelece a Lei 14.717. O benefício é destinado a dependentes menores de 18 anos de famílias de baixa renda em todo o país. A medida atende crianças que perderam as mães em decorrência do crime e não possuem amparo previdenciário, sendo concedida mediante critérios de renda e análise das condições familiares.

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que mais de 1.568 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2025 no Brasil. Embora não haja levantamento oficial sobre quantas eram mães, a entidade estima que cerca de 2 mil crianças se tornam órfãs todos os anos em decorrência desses casos.

Quem pode receber o auxílio

A lei, de iniciativa da deputada federal Maria do Rosário (PT), determina que o benefício será pago aos órfãos cuja renda familiar mensal per capita seja de até 25% do salário mínimo. O valor corresponde a um salário mínimo, dividido entre os filhos biológicos, adotivos ou dependentes da vítima.

Como funciona

O advogado previdenciarista Jefferson Maleski explica que a medida atende casos em que não há cobertura da Previdência Social. “Ela auxilia crianças que não são assistidas pela Previdência Social. São famílias onde a mãe não era assegurada, pois nesse caso poderia pedir a pensão por morte, e o pai também não era, pois nesse caso poderia solicitar o auxílio reclusão”, afirma Maleski.

Segundo o especialista, o objetivo é alcançar situações de maior vulnerabilidade. “Abarca crianças totalmente desassistidas, pois perdem a mãe e o pai e acabam sendo criadas por parentes. Se essa família for carente, não tiver condições de criar a criança, ela receberá essa pensão especial paga pelo governo”, destaca o advogado, que ressalta ainda que outros benefícios não podem ser acumulados, com exceção do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

De acordo com Jefferson Maleski, a legislação também contempla casos anteriores à sua criação. “O dependente não recebe retroativamente, mas vale para crimes que aconteceram antes da aprovação da lei, em 2023. E não é preciso ter o processo já transitado em julgado, pode ser um processo apenas com indícios de feminicídio. Se no final ficar provado que não houve um feminicídio, cessa o pagamento e a criança não precisa devolver o valor”, salienta.

O advogado aponta, no entanto, que ainda há aspectos a serem regulamentados. “Ainda faltam serem definidos alguns procedimentos técnicos para regulamentar, como por exemplo, em qual órgão o benefício será solicitado e quais os documentos que deverão ser apresentados. Outra questão que precisa ser regulamentada é quem seria considerado ‘dependente’ da vítima e que poderia solicitar a pensão além dos filhos: o dependente previdenciário? o dependente financeiro? ou o dependente que aparece na declaração de imposto de renda?”, ressalta Maleski.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 151 Visualizações
Saúde

Entidades médicas gaúchas alertam população após aumento de casos de Mpox no Brasil

Por Jonathan da Silva 23/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) e a Sociedade Gaúcha de Infectologia (SGI) divulgaram orientações à população diante do registro de casos de Mpox no Brasil em 2026. A nota conjunta foi publicada com base em dados atualizados do Ministério da Saúde em março, que apontam 149 registros relacionados à doença no país neste ano, sendo 140 confirmados e nove prováveis. O objetivo das entidades é informar sobre sintomas, formas de transmissão e prevenção, além de reforçar a importância do diagnóstico precoce e da vigilância epidemiológica.

De acordo com o levantamento, há ainda 539 casos suspeitos em investigação e não foram registradas mortes no período. A maior concentração de ocorrências está em São Paulo, com 93 registros confirmados ou prováveis, seguido por Rio de Janeiro, com 18, e pelos estados de Minas Gerais e Rondônia, com 11 casos cada.

No Rio Grande do Sul, de acordo com o monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde, não há aumento significativo de casos até o momento. Ainda assim, a circulação do vírus em outras regiões do país é considerada um fator de atenção, especialmente devido ao fluxo de pessoas entre estados.

O que é a Mpox

A Mpox é uma infecção viral do mesmo grupo da varíola humana, geralmente com menor gravidade. A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões de pele, secreções ou objetos contaminados, como roupas de cama e toalhas, além de situações de proximidade prolongada ou contato íntimo.

As entidades destacam que a circulação de pessoas, especialmente em viagens e eventos, pode favorecer a introdução de novos casos em regiões sem aumento expressivo, como o Rio Grande do Sul.

Quais são os sintomas

Entre os principais sinais da doença estão febre, dor de cabeça, dores no corpo, cansaço, aumento dos gânglios e lesões na pele ou mucosas. As manifestações podem incluir bolhas ou feridas em regiões como rosto, mãos, pés, boca, área genital ou anal, além de dor ao urinar, ao engolir ou desconforto anorretal.

O que orientam os especialistas

A recomendação é buscar atendimento em serviços de saúde diante do surgimento desses sintomas, especialmente quando houver lesões cutâneas associadas a febre ou mal-estar. A confirmação do diagnóstico pode exigir exames laboratoriais, já que a doença pode ser confundida com outras condições.

As medidas de prevenção incluem evitar contato direto com lesões de pessoas com suspeita da doença, não compartilhar objetos pessoais e manter a higiene frequente das mãos. Também é orientado procurar avaliação médica ao identificar alterações na pele ou outros sintomas.

As entidades ressaltam que o país conta com sistemas de vigilância epidemiológica, notificação obrigatória e fluxos de diagnóstico e acompanhamento. A resposta ao cenário depende do reconhecimento precoce dos sinais e da comunicação com a população.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/03/2026 1 Comentário 234 Visualizações
Variedades

Febrac aponta que rastreabilidade bovina pode ampliar acesso a mercados internacionais

Por Jonathan da Silva 23/03/2026
Por Jonathan da Silva

A rastreabilidade bovina deve ganhar peso nas exigências do mercado internacional para a carne brasileira, segundo avaliação da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac). A entidade acompanha um projeto em andamento no Rio Grande do Sul, conduzido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), que busca ampliar o controle dos rebanhos. A medida tem como objetivo atender a critérios sanitários, garantir transparência na cadeia produtiva e facilitar o acesso a novos mercados compradores.

De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a demanda por rastreabilidade já é uma realidade em alguns países importadores. “Eles estão vendo com muito bons olhos todo esse projeto que está sendo desenvolvido aqui pelo estado do Rio Grande do Sul, uma parceria da Secretaria da Agricultura, da qual a Febrac também faz parte, e vem apoiando bastante todo esse movimento”, destaca Martins.

Segundo a entidade, compradores internacionais têm valorizado sistemas que permitem acompanhar a origem e o histórico dos animais, direcionando a demanda para produtores que adotam esse padrão.

Como funciona o sistema

A rastreabilidade bovina consiste na identificação individual dos animais e no registro de informações ao longo de toda a cadeia produtiva, desde o nascimento até o abate. Entre os dados monitorados estão origem, vacinação, alimentação e movimentações. O sistema é apontado pelo setor como ferramenta para controle sanitário e segurança alimentar, além de permitir respostas mais rápidas em situações de surtos sanitários.

Desafios para adoção

Apesar do avanço, a implementação ainda enfrenta dificuldades, principalmente entre pequenos e médios produtores. Entre os principais entraves estão os custos de adaptação e o uso de tecnologias necessárias para o controle dos dados.

Mesmo assim, a Febrac avalia que a rastreabilidade deixou de ser um diferencial e passou a ser uma exigência do mercado. “A rastreabilidade está diretamente relacionada hoje não só com a biosseguridade, mas também com a garantia da segurança alimentar e sanitária da proteína animal que chega ao consumidor”, pontua o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins.

Projeto no Rio Grande do Sul

A entidade acompanha a execução de um projeto piloto no estado, desenvolvido pela Seapi em alguns rebanhos. A iniciativa busca ampliar o alcance da rastreabilidade e preparar os produtores para atender às exigências internacionais. “Inclusive apoiamos de maneira bastante importante um projeto piloto que já está em desenvolvimento por parte da Secretaria em alguns rebanhos no Rio Grande do Sul”, conclui Martins.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/03/2026 0 Comentários 169 Visualizações
Variedades

Mercado projeta valorização da reposição na pecuária de corte no outono

Por Jonathan da Silva 20/03/2026
Por Jonathan da Silva

O mercado da pecuária de corte projeta valorização no segmento de reposição durante o outono de 2026, com aumento na procura por terneiros e expectativa de elevação nos preços. A análise vem do leiloeiro e diretor da Trajano Silva Remates, Marcelo Silva, que aponta um cenário de aquecimento nas negociações, tanto na região sul quanto em outras partes do país. O movimento é impulsionado pela demanda por animais jovens e pela busca de produtores por reposição de qualidade.

De acordo com o leiloeiro Marcelo Silva, a procura por terneiros tem sido elevada, o que tem sustentado as cotações no mercado. Segundo o especialista, animais de melhor padrão têm sido comercializados com maior rapidez. “Hoje, nós estamos tendo uma procura muito grande para reposição. E quem tem terneiros de primeira linha vende por R$ 15,00 o quilo à vista. As fêmeas um pouco menos, ficando entre R$ 13,50 e R$ 14,00. E sempre são animais de muita qualidade”, afirma Silva.

Cotações no país

O comportamento observado no sul também se repete em outras regiões do Brasil. Segundo Marcelo Silva, na região Central os valores já atingem patamares mais elevados, chegando a R$ 18 por quilo para terneiros. “Então, nós estamos achando que a reposição vai valer bastante e teremos uma boa temporada de vendas agora no outono”, ressalta o leiloeiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2026 0 Comentários 128 Visualizações
Variedades

Grupo Equatorial é listado entre as 100 empresas mais inovadoras no uso de TI

Por Jonathan da Silva 12/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Grupo Equatorial foi incluído pelo IT Forum na lista das 100 empresas mais inovadoras no uso de tecnologia da informação no Brasil em 2025. O ranking anual reconhece organizações que se destacam na aplicação de processos e práticas tecnológicas voltadas à transformação digital e à geração de valor para os negócios. A classificação final será anunciada no dia 24 de março, durante cerimônia promovida pelo IT Forum no Distrito Itaqui, em Itapevi, no interior de São Paulo.

Ao todo, 351 cases foram inscritos para avaliação. A lista foi elaborada pelo IT Forum Inteligência, que analisa projetos e iniciativas de empresas de diferentes setores com base em critérios relacionados à inovação tecnológica e ao impacto das soluções adotadas.

Critérios de avaliação

Os projetos inscritos no ranking foram avaliados com base em seis pilares principais. Entre os critérios estão inovação e originalidade, com peso de até 25%, e impacto nos resultados de negócio, também com até 25% da pontuação.

A análise também considera a liderança da área de tecnologia da informação na condução de iniciativas de inovação, com peso de até 20%, além da complexidade e escalabilidade das soluções, que representam até 15% da avaliação.

Outros fatores incluem sustentabilidade e responsabilidade social, com até 10% da pontuação, e aderência estratégica, com até 5%, totalizando 100% da nota final.

Investimentos em inovação

O Grupo Equatorial informa que vem ampliando os investimentos em inovação, que atualmente somam mais de R$ 402 milhões por ano. A empresa mantém mais de 50 projetos em desenvolvimento ou implementação, organizados em quatro pilares: clientes, eficiência operacional e segurança, garantia de receitas e transição energética.

Entre as iniciativas está a implementação do ADMS (Advanced Distribution Management System), sistema voltado à gestão da distribuição de energia elétrica. A tecnologia oferece visão em tempo real da operação e busca reduzir o tempo de resposta em caso de ocorrências.

O diretor de Clientes, Inovação e Serviços do Grupo Equatorial, Maurício Velloso, afirmou que a presença da empresa no ranking reflete a estratégia de investimento em tecnologia. “Estar entre as 100 empresas mais inovadoras no uso de TI reforça o compromisso do Grupo Equatorial com a transformação digital como alavanca estratégica para o negócio. Temos investido continuamente em tecnologia, processos e pessoas para impulsionar eficiência, inovação e sustentabilidade, sempre com foco em gerar valor para nossos clientes e para a sociedade”, pontuou Velloso.

O dirigente também destacou o papel da inovação na estratégia da companhia. “O Grupo Equatorial compreende a inovação como estratégia essencial para a melhoria da eficiência operacional e financeira, da satisfação de seus clientes, assim da sua capacidade de resiliência diante às transformações econômicas, sociais e ambientais que venha a vivenciar”, expressou Velloso.

Hub de inovação

Desde 2023, o Grupo Equatorial mantém o EQTLab, Instituto de Ciência e Tecnologia da companhia, sediado em um casarão histórico restaurado em São Luís, no Maranhão. O espaço atua como hub de inovação voltado ao desenvolvimento de soluções tecnológicas, capacitação de profissionais, geração de propriedade intelectual e fortalecimento da cultura de inovação. O EQTLab opera em parceria com startups e universidades para o desenvolvimento de projetos voltados ao setor de energia e à transformação digital.

Foto: CEEE Equatorial/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2026 0 Comentários 143 Visualizações
Business

Mercado de veículos no RS registra queda no primeiro bimestre de 2026

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

O mercado de veículos zero quilômetro no Rio Grande do Sul registrou retração em fevereiro e também no acumulado do primeiro bimestre do ano. De acordo com dados divulgados pelo Sincodiv/Fenabrave-RS, foram emplacadas 12.277 unidades no estado em fevereiro, número 4,2% inferior ao registrado em janeiro, quando foram comercializados 12.815 veículos. Na comparação com fevereiro de 2025, quando foram vendidas 14.048 unidades, a queda foi de 12,58%.

No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, o mercado gaúcho soma 25.092 veículos comercializados, frente a 28.900 unidades no mesmo período do ano anterior, o que representa retração de 13,18%.

Comparação com o mercado nacional

Segundo o Sincodiv/Fenabrave-RS, o desempenho de fevereiro acompanha características sazonais do início do ano, período marcado por férias, retomada gradual das atividades econômicas e menor número de dias úteis.

Mesmo assim, o desempenho do estado ficou abaixo da média nacional. Enquanto o mercado gaúcho registrou retração de 4,2% em relação a janeiro, o mercado brasileiro apresentou crescimento de 2,25%. Na comparação com fevereiro de 2025, o Rio Grande do Sul teve queda de 12,58%, enquanto o país registrou alta de 4,13%. No acumulado do ano, o estado apresenta recuo de 13,18%, enquanto o mercado nacional cresce 5,73%.

Com esse desempenho, o Rio Grande do Sul passou a ocupar a 11ª colocação no ranking nacional de vendas de veículos, atrás de estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Bahia, Santa Catarina, Pernambuco, Pará, Goiás e Ceará.

Desempenho do segmento de automóveis

O segmento de automóveis registrou 5.995 unidades vendidas em fevereiro, número 2,93% inferior ao de janeiro, quando foram comercializadas 6.176 unidades.

No acumulado do primeiro bimestre, o segmento soma 12.171 unidades, frente a 14.012 no mesmo período de 2025, representando retração de 13,14%.

O presidente do Sincodiv/Fenabrave-RS, Jefferson Fürtstenau, afirma que o desempenho precisa ser analisado dentro do contexto do início do ano. “Apesar de o Rio Grande do Sul figurar na sexta colocação nacional em vendas de automóveis no acumulado, o mês de fevereiro ele contabilizou a 5ª colocação, esse resultado também reflete um mês de janeiro mais fraco para o segmento. Ainda assim, em fevereiro o Estado vendeu mais automóveis do que o Rio de Janeiro, que ocupa a quarta colocação geral no ranking geral”, salienta Fürtstenau.

Comerciais leves

O segmento de comerciais leves registrou 1.478 unidades vendidas em fevereiro, queda de 11,18% em relação a janeiro, quando foram comercializadas 1.664 unidades.

No acumulado do bimestre, o volume soma 3.142 unidades, frente a 4.141 no mesmo período de 2025, retração de 24,12%.

De acordo com a entidade, o desempenho está relacionado ao cenário econômico do agronegócio no estado, setor que possui relação direta com a demanda por picapes e utilitários.

Caminhões

O segmento de caminhões registrou 471 unidades em fevereiro, redução de 1,88% em comparação com janeiro.

No acumulado do bimestre foram 951 unidades comercializadas, frente a 1.524 no mesmo período de 2025, o que representa retração de 37,6%.

Apesar da redução no volume, o Sincodiv/Fenabrave-RS destaca que o segmento possui ticket médio elevado e continua representando parcela importante da movimentação econômica do setor no Estado, mantendo a quinta colocação no ranking nacional.

Ônibus

O segmento de ônibus registrou 50 unidades vendidas em fevereiro, queda de 32,43% em relação a janeiro, quando foram comercializadas 74 unidades.

No acumulado do bimestre, o volume soma 124 unidades, frente a 234 no mesmo período de 2025, retração de 47,01%.

Com o desempenho, o segmento também perdeu posição no ranking nacional, passando da sexta para a oitava colocação.

Motocicletas

O segmento de motocicletas registrou 2.922 unidades vendidas em fevereiro, retração de 3,6% em relação a janeiro.

No acumulado do bimestre, foram comercializadas 5.953 unidades, contra 5.799 no mesmo período de 2025, crescimento de 2,66%.

Apesar da alta, o desempenho gaúcho permanece abaixo da média nacional, onde o segmento registra crescimento mais acelerado.

Impacto das motocicletas no ranking nacional

Segundo o levantamento, o baixo volume de vendas de motocicletas influencia diretamente a posição do Rio Grande do Sul no ranking nacional de comercialização de veículos.

No acumulado do bimestre, o Ceará registrou 25.786 veículos vendidos, superando o Rio Grande do Sul, que contabilizou 25.092 unidades. A diferença se amplia quando observado o segmento de duas rodas: o estado nordestino comercializou 17.133 motocicletas, enquanto o Rio Grande do Sul registrou 5.953 unidades.

Situação semelhante ocorre na comparação com o Pará, que ocupa a oitava posição no ranking nacional. O estado soma 29.980 veículos vendidos no bimestre, enquanto o Rio Grande do Sul registra 25.092. A principal diferença também está nas motocicletas: o Pará comercializou cerca de 24 mil unidades, frente às 5.953 vendidas no Estado gaúcho.

Avaliação do setor

Para o presidente do Sincodiv/Fenabrave-RS, o desempenho registrado no início do ano deve ser acompanhado com cautela. “É claro que a queda nesses dois primeiros meses preocupa. No entanto, quando observamos os segmentos de automóveis e caminhões, que possuem os maiores tickets médios, o Rio Grande do Sul continua apresentando bom desempenho e relevância no mercado nacional. Importante aguardar o desempenho de março, que apresenta forte perspectiva de recuperação, para avaliarmos o primeiro trimestre do ano”, conclui Jefferson Fürtstenau.

De acordo com a entidade, o comportamento do mercado nos próximos meses dependerá da evolução do cenário econômico, da recuperação de setores estratégicos como o agronegócio e da manutenção das condições de crédito ao consumidor.

Foto: Senivpetro/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 135 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem em fevereiro

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína totalizaram 122,1 mil toneladas em fevereiro de 2026, um volume 6,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados na sexta-feira (6) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O crescimento foi impulsionado principalmente pela demanda de mercados asiáticos, com destaque para as Filipinas, que ampliaram as importações do produto brasileiro no mês.

De acordo com a ABPA, em fevereiro de 2025 haviam sido embarcadas 114,4 mil toneladas de carne suína. Já neste ano, o volume chegou a 122,1 mil toneladas.

Crescimento também financeiro

Em receita, as vendas internacionais do setor somaram US$ 284,1 milhões no mês, valor 4,1% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, quando as exportações alcançaram US$ 272,9 milhões.

No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o Brasil exportou 238,4 mil toneladas de carne suína, crescimento de 8,1% em relação ao mesmo período de 2025, quando o volume foi de 220,5 mil toneladas.

A receita gerada pelas exportações também apresentou aumento no período. Nos dois primeiros meses de 2026, o setor somou US$ 554,4 milhões, frente aos US$ 510,9 milhões registrados no primeiro bimestre do ano anterior, o que representa crescimento de 8,5%.

Principais destinos

Entre os mercados importadores, as Filipinas ampliaram a liderança como principal destino da carne suína brasileira. Em fevereiro, o país importou 40,9 mil toneladas, volume 77,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem Japão, com 12,1 mil toneladas, aumento de 34,8%, e China, com 11,1 mil toneladas, queda de 43%. Também figuram entre os principais destinos Chile, com 8,8 mil toneladas, alta de 6%, e Hong Kong, com 8 mil toneladas, retração de 40%.

Outros mercados relevantes foram Singapura, com 5,4 mil toneladas (-16,6%), Argentina, com 4,3 mil toneladas (-10,5%), Uruguai, com 4 mil toneladas (+8,7%), México, com 3,2 mil toneladas (+8%) e Geórgia, com 3,1 mil toneladas (+122%).

Exportações por estado

Entre os estados exportadores, Santa Catarina manteve a liderança em fevereiro, com 57 mil toneladas embarcadas. O volume, porém, representa queda de 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Na sequência aparecem o Rio Grande do Sul, com 29,7 mil toneladas exportadas e crescimento de 24,1%, o Paraná, com 20,6 mil toneladas (+15,3%), Mato Grosso, com 3,9 mil toneladas (+39,2%) e Minas Gerais, com 3,1 mil toneladas (+34,3%).

Avaliação do setor

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, avaliou que a expansão em diferentes mercados tem contribuído para o desempenho das exportações. “O avanço expressivo em mercados como Filipinas e Japão demonstra a confiança dos importadores no status sanitário, na regularidade de fornecimento e na competitividade da proteína produzida no Brasil. Ao mesmo tempo, a diversificação de destinos tem ampliado a segurança da pauta exportadora, reduzindo a dependência de mercados específicos e abrindo novas oportunidades comerciais. Neste cenário, fatores como a credibilidade sanitária, a capacidade produtiva e a eficiência logística do setor brasileiro deixam de ser apenas condicionantes e passam a se consolidar como diferenciais estratégicos para sustentar o crescimento das exportações ao longo do ano”, comentou Santin.

Foto: Bearfotos/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 145 Visualizações
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