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agronegócio

Cidades

Carreteada mobiliza milhares de pessoas em Lomba Grande

Por Jonathan da Silva 30/03/2026
Por Jonathan da Silva

A 22ª Carreteada de Lomba Grande reuniu milhares de pessoas neste sábado (28) em Novo Hamburgo, com um desfile de carretas pelas ruas e estradas do bairro rural. O evento contou com a participação de moradores e visitantes, que acompanharam e integraram a atividade, marcada pela presença de veículos tradicionalmente ornamentados. A iniciativa busca preservar costumes do meio rural e valorizar a história local, resgatando práticas ligadas ao uso de carretas no desenvolvimento da região.

A carreteada mobilizou famílias inteiras, tanto entre os participantes do desfile quanto entre o público que acompanhou a programação ao longo do percurso. As vias do bairro receberam grande fluxo de pessoas, que se concentraram em pontos estratégicos para assistir à passagem das carretas.

Valorização cultural

O presidente da Associação dos Amigos Carreteiros de Lomba Grande, José Décio Machado, destacou o caráter coletivo da atividade. “A carreteada é, acima de tudo, um evento de família. A gente vê pais, filhos, avós, todos juntos, mantendo viva essa tradição que passa de geração em geração”, afirmou Machado.

O prefeito de Novo Hamburgo, Gustavo Finck (PP), também comentou a importância do evento para o município. “A Carreteada de Lomba Grande é um símbolo da nossa identidade. É um momento em que a comunidade se reúne, valoriza suas origens e mostra a força da cultura do interior. Eventos como este fortalecem o sentimento de pertencimento e orgulho da nossa cidade”, ressaltou o chefe do executivo hamburguense.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2026 0 Comentários 97 Visualizações
Variedades

Fenasul Expoleite projeta recorde de animais

Por Jonathan da Silva 30/03/2026
Por Jonathan da Silva

A organização da Fenasul Expoleite projeta um número recorde de animais na edição deste ano, que será realizada de 13 a 17 de maio no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A expectativa foi apresentada durante reunião de definição da programação realizada na sexta-feira (27), na sede da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), em Porto Alegre. O aumento na procura por participação e a realização simultânea da Fenovinos impulsionam o crescimento da feira, que busca ampliar a estrutura e diversificar as atividades.

O encontro reuniu entidades envolvidas na organização do evento e marcou o início da construção da programação. Segundo o presidente da Gadolando, Marcos Tang, a adesão dos participantes superou as expectativas. “Nesta reunião com as entidades que participarão do evento ficamos contentes ao ver que a feira está caindo no gosto dos produtores, dos criadores e das entidades. E achamos, sim, que teremos um número recorde de participação de animais”, afirmou Tang.

Diversidade de espécies

De acordo com Marcos Tang, as raças leiteiras terão presença expressiva, com expectativa de mais de 100 exemplares de gado holandês, além de volumes semelhantes das raças Jersey e Gir Leiteiro. A programação também deve incluir ovinos, caprinos, equinos, búfalos e pequenos animais, como aves, chinchilas e coelhos. “Faremos, portanto, uma Fenasul que provavelmente baterá muitos números, o que nos alegra, mas também cria maior responsabilidade com estrutura e segurança”, pontuou o presidente da entidade.

Como será a feira

A feira contará com entrada gratuita e deve reunir visitantes da região metropolitana, de outras regiões do estado e de diferentes partes do país. Entre as atrações previstas estão a Multifeira da Prefeitura de Esteio, o pavilhão da Agricultura Familiar, palestras técnicas da Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola (Agptea) e a participação do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (Simers).

Planejamento antecipado

O secretário adjunto da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul, Márcio Madalena, destacou a importância da organização prévia do evento. “A organização inicial junto com as entidades participantes permite antecipar o calendário e as necessidades de cada um. A Fenasul Expoleite vem ganhando tamanho, mais corpo e se consolidando como um dos principais eventos do primeiro semestre da agropecuária gaúcha. Por isso, a Secretaria da Agricultura, juntamente com o Gadolando, a Prefeitura de Esteio e demais entidades, entende que antecipar essa discussão é fundamental. Temos convicção de que teremos mais uma grande edição, com recorde de animais e participação de público”, afirmou Madalena.

Realização

A Fenasul Expoleite é realizada pela Gadolando e pela Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul, com correalização da Farsul, Fetag/RS, Febrac e Prefeitura de Esteio.

Foto: Érika Ferraz/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2026 0 Comentários 140 Visualizações
Variedades

Receita intensifica fiscalização sobre IR de produtores rurais

Por Jonathan da Silva 30/03/2026
Por Jonathan da Silva

O prazo para entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026, referente ao ano-base 2025, termina em 29 de maio e exige atenção de produtores rurais em todo o país. A Receita Federal tem intensificado a fiscalização sobre contratos de arrendamento e parceria rural, com foco na verificação de informações declaradas, o que pode resultar em multas e autuações em caso de erros. A revisão dos contratos e do preenchimento da declaração é apontada como etapa necessária para evitar inconsistências.

Devem entregar a declaração os contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis superiores a R$ 35.584,00, incluindo valores provenientes de arrendamentos, ou que registraram receita bruta da atividade rural acima de R$ 169.440,00 ao longo de 2025. Produtores que ultrapassarem esse limite também precisam apresentar o Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR), utilizado para detalhar as movimentações financeiras da atividade.

Contratos agrários em foco

Segundo o advogado Frederico Buss, da HBS Advogados, os contratos agrários estão entre os principais pontos de atenção na declaração. “Esse é um dos aspectos mais fiscalizados pela Receita Federal, inclusive por meio da operação ‘Declara Grãos’, que realiza cruzamentos de dados para verificar a regularidade dessas informações”, afirmou Buss.

O especialista explica que o contrato de arrendamento ocorre quando o proprietário transfere o uso do imóvel rural a terceiros mediante pagamento fixo. “Essa remuneração pode ser em dinheiro ou equivalente em produção, como sacas de soja por hectare, caracterizando uma espécie de locação. Nesses casos, a tributação segue regras semelhantes às de aluguel, podendo atingir alíquotas mais elevadas do Imposto de Renda”, reforçou Buss.

Diferença entre arrendamento e parceria

No caso da parceria rural, o proprietário participa dos riscos da atividade e recebe um percentual da produção. “Assim, os ganhos variam conforme a produtividade, e a tributação costuma ser mais branda, seguindo critérios aplicáveis à atividade rural”, explicou o advogado.

De acordo com Frederico Buss, erros na classificação desses contratos são comuns e podem gerar penalidades. “Quando a Receita Federal identifica essa inconsistência, realiza a correção do imposto devido, acrescida de juros e multas”, alertou o especialista.

Critério de análise da Receita

O advogado destacou que a nomenclatura do contrato não é o único fator considerado pela Receita Federal. “Caso seja constatado que um contrato rotulado como parceria funciona, na verdade, como arrendamento, ele será reclassificado e tributado de acordo com essa natureza”, afirmou Buss.

A orientação é que produtores revisem os contratos e as informações declaradas para garantir que estejam de acordo com a prática das operações e evitar autuações.

Foto: Paulo Rossi/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2026 0 Comentários 132 Visualizações
Variedades

Setor do tabaco é destacado como base econômica em painel da ACI na Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 27/03/2026
Por Jonathan da Silva

Lideranças do setor fumageiro destacaram o papel do tabaco na sustentação econômica do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (26), durante painel realizado na Expoagro Afubra, em Rio Pardo. O debate ocorreu como uma edição especial do evento Tá na Hora, promovido pela Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul (ACI), e reuniu representantes de entidades e gestores para discutir a integração entre campo, comércio e indústria, além da resiliência da cultura diante de crises climáticas.

O painel foi mediado pela vice-presidente regional da Federasul, Nicéia Wünsch, e contou com a participação de dirigentes do setor. O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Laurindo Drescher, abriu o encontro destacando a complexidade da cadeia produtiva e a diversidade de temas abordados durante a feira.

Acima de milho e soja

Dados apresentados pela Afubra indicam que, na safra 2024/2025, o tabaco registra receita média de R$ 47 mil por hectare, superando culturas como milho e soja. Para atingir o mesmo faturamento bruto de 1 hectare de tabaco, seria necessário cultivar 6,58 hectares de milho ou 7,53 hectares de soja. “Esses números explicam por que o tabaco permanece como a base da viabilidade econômica para as pequenas propriedades de agricultura familiar na região Sul”, ressalta Drescher.

Protagonismo econômico

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, afirmou que a cultura representa cerca de 50% do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios produtores. “Santa Cruz do Sul consolidou-se como o 2º maior exportador do Rio Grande do Sul e o 3º maior arrecadador de impostos”, destacou Thesing.

Segundo o dirigente, 80,4% dos produtores estão nas classes A e B, com renda per capita média de R$ 3.540,75. “Não por acaso, 87,4% dos agricultores afirmam que continuam na atividade por ser a opção mais lucrativa”, ponderou Thesing. Em 2025, o setor exportou 561.052 toneladas no Brasil, gerando US$ 3,389 bilhões, crescimento de 13,84% em relação ao ano anterior. Thesing também apontou o contrabando como desafio, com índice de 32% no país, acima da média mundial de 11%.

Impacto social e ambiental

O presidente da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco) e prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker (PSB), destacou a estabilidade da cultura frente a variações climáticas. “O tabaco tem se mostrado uma cultura muito resiliente pela época do plantio e pela estabilização dos valores. É uma das culturas de faturamento mais estável em pequenas propriedades, com rentabilidade por hectare muito superior a outras commodities”, pontuou Becker.

De acordo com o dirigente, o tabaco ocupa 21,4% da área das propriedades, mas responde por 52% da renda familiar, além de gerar retorno financeiro de R$ 14,6 bilhões. O setor também mantém 24,4% de áreas preservadas nas propriedades rurais.

Integração econômica

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul, Marco Antônio Borba, destacou o impacto da cadeia produtiva na economia regional. “A relevância do tabaco é medida pelo seu efeito multiplicador. Esse capital, ao ingressar na nossa região, sustenta o varejo, impulsiona o setor imobiliário e demanda uma rede complexa de serviços e logística que fortalece centenas de empresas locais. A força de nossa economia está fortemente ligada aos resultados da cadeia do tabaco”, afirmou Borba.

Foto: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2026 0 Comentários 122 Visualizações
Variedades

Estudos apontam ganhos de produtividade em milho e soja sob estresse climático

Por Jonathan da Silva 27/03/2026
Por Jonathan da Silva

Levantamentos realizados pela empresa Elicit Plant indicam ganhos de até 17 sacas por hectare no milho-verão e cerca de 5 sacas por hectare na soja em áreas submetidas a estresses climáticos. Os dados foram obtidos ao longo das últimas semanas em diferentes regiões produtoras do Brasil, durante o mês de março, período marcado por etapas decisivas do calendário agrícola, como colheita, plantio e planejamento de safras. As avaliações consideram lavouras expostas a condições como déficit hídrico, altas temperaturas e variações de radiação, com o uso de tecnologias voltadas ao fortalecimento fisiológico das plantas.

No milho-verão, a colheita avança no Centro-Sul e atinge 55,7% da área cultivada, com destaque para o Rio Grande do Sul, com 84,5%, Santa Catarina, com 78,2%, e Paraná, com 69,7%. Nessas regiões, as lavouras enfrentaram ondas de calor, irregularidade de chuvas e oscilações de luminosidade ao longo do ciclo. De acordo com as avaliações da Elicit Plant, os incrementos de produtividade variaram entre 15 e 17 sacas por hectare em áreas submetidas a múltiplos estresses.

Na soja, a colheita alcança 61% da área nacional, em ritmo inferior ao observado em anos anteriores. No Sul, o déficit hídrico associado ao calor reduziu o potencial produtivo, enquanto no Norte e Nordeste o excesso de chuvas dificultou as operações e afetou a qualidade dos grãos. Mesmo nesse contexto, os levantamentos indicam ganho médio de cerca de 5 sacas por hectare nas áreas acompanhadas.

Avanço do milho safrinha

O plantio do milho safrinha chega a 85,5% da área, superando a média dos últimos cinco anos. Mato Grosso lidera com 99,3% da área semeada, seguido por Tocantins, com 98%, e Maranhão, com 95%. Em parte do Paraná, a baixa umidade do solo limita o desenvolvimento inicial das lavouras, enquanto o excesso de chuvas provocou interrupções em Mato Grosso do Sul e Tocantins. O atraso na colheita da soja, com cerca de 1,3 milhão de hectares ainda pendentes, amplia a exposição ao risco climático na segunda safra.

Estimativas de produção

As projeções de produção indicam diferenças entre órgãos. Para a soja, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima 176,1 milhões de toneladas, enquanto o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projeta 178 milhões. Para o milho, a Conab prevê 138,8 milhões de toneladas, frente aos 131 milhões indicados pelo USDA.

Planejamento

Com o avanço das safras de verão, produtores da região sul iniciam o planejamento da safra de trigo, ainda sob estiagem e excesso de chuvas. Nesse cenário, decisões de manejo passam a ter impacto direto sobre o desempenho produtivo.

O responsável pelas operações da Elicit Plant no Brasil, Felipe Sulzbach, afirmou que o contexto atual exige novas estratégias. “O cenário desta safra evidencia que os estresses abióticos deixaram de ser pontuais e passaram a ocorrer de forma combinada, exigindo uma resposta mais consistente das lavouras”, afirma Sulzbach.

Segundo o especialista, os resultados observados indicam a atuação das tecnologias em diferentes ambientes produtivos. “A adoção de tecnologias voltadas ao fortalecimento fisiológico das plantas deve ganhar espaço à medida que o produtor busca mais previsibilidade produtiva”, conclui Sulzbach.

Foto: Elicit Plant/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2026 0 Comentários 102 Visualizações
Variedades

Fenovinos será realizada junto à Fenasul Expoleite em Esteio no mês de maio

Por Jonathan da Silva 27/03/2026
Por Jonathan da Silva

A 38ª Feira Nacional de Ovinos (Fenovinos) será realizada de 13 a 17 de maio, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, integrada à 19ª Fenasul e à 46ª Expoleite. Promovida pela Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), a feira ocorrerá de forma conjunta com outros segmentos da pecuária, reunindo cadeias de corte, leite e ovinocultura em um mesmo ambiente, com foco na apresentação de animais, avaliação genética e ampliação da participação de criadores.

A mudança no formato insere a Fenovinos em uma programação unificada com outras feiras do setor, conectando diferentes cadeias produtivas e ampliando a exposição de animais e da genética. A proposta, segundo a organização, busca reposicionar o evento no calendário da pecuária e concentrar atividades em uma única agenda.

Integração entre cadeias

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos, Edemundo Ferreira Gressler, a realização conjunta com a Fenasul Expoleite tem como objetivo ampliar a visibilidade da ovinocultura. “A ovinocultura estará inserida neste encontro das cadeias pecuárias, o que amplia a visibilidade e favorece a participação dos criadores”, afirma Gressler.

O dirigente também destacou a expectativa de participação na exposição. “Esperamos um número significativo de ovinos na exposição para mostrar a qualidade genética das raças”, projeta Gressler.

Organização do evento

A Fenasul Expoleite é promovida pela Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) e pela Secretaria Estadual da Agricultura (Seapi), com copromoção da Febrac, Farsul, Fetag e Prefeitura Municipal de Esteio. A programação completa do evento deve ser divulgada pelas entidades organizadoras nas próximas semanas.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2026 0 Comentários 108 Visualizações
Variedades

Produtores de Campo Bom visitam a Expoagro Afubra 2026

Por Jonathan da Silva 26/03/2026
Por Jonathan da Silva

Um grupo de 20 agricultores de Campo Bom visitou a Expoagro Afubra 2026, que ocorre entre os dias 24 e 27, na localidade de Rincão del Rey, em Rio Pardo. A participação ocorreu por meio de uma excursão organizada pela Emater em parceria com a Associação dos Agricultores de Campo Bom (AACB), com o objetivo de proporcionar acesso a informações, tecnologias e oportunidades voltadas à agricultura familiar.

Considerada a maior feira do Brasil voltada ao segmento, a Expoagro Afubra reúne alternativas para produtores que enfrentam desafios como estiagens, enchentes, granizo, vendavais e oscilações de preços. A edição deste ano tem como tema a resiliência no campo, com programação que inclui seminários, fóruns, demonstrações de lavouras, exposição de animais, máquinas e implementos, além de oportunidades de negócios.

Apoio aos produtores

A excursão contou com apoio técnico da Emater e articulação da Associação dos Agricultores de Campo Bom, que reúne produtores do município. Segundo a organização, a iniciativa busca fortalecer a troca de experiências e o acesso a novas práticas agrícolas.

Além disso, os agricultores contam com apoio da administração municipal, que adquire mais de 70% da produção local para a merenda escolar e mantém a patrulha agrícola, com disponibilização de máquinas e ferramentas para o preparo das lavouras.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 96 Visualizações
Variedades

Brasil deve produzir cerca de 1 milhão de litros de azeite no ano

Por Jonathan da Silva 26/03/2026
Por Jonathan da Silva

A produção de azeite de oliva no Brasil deve se aproximar de 1 milhão de litros em 2026, com cerca de 800 mil litros previstos no Rio Grande do Sul, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Olivicultura. O crescimento ocorre após duas safras impactadas por condições climáticas adversas e reflete a recuperação da atividade no país. O cenário acompanha a realização da 14ª Abertura Oficial da Colheita da Oliva, marcada para 17 de abril, na sede da Azeite Milonga, em Triunfo.

De acordo com o setor, as condições climáticas ao longo do último ciclo favoreceram o desenvolvimento das oliveiras, permitindo a retomada da produção após anos de perdas. Do volume total estimado, aproximadamente 200 mil litros devem ser produzidos em outras regiões do país.

O presidente do Instituto Brasileiro de Olivicultura, Flávio Obino Filho, relacionou o resultado ao clima registrado no período. “Tivemos um ano com clima que contribuiu para o desenvolvimento das oliveiras e isso impacta diretamente na produção”, afirmou Obino Filho.

Avanço no mercado

Segundo o presidente do Ibraoliva, o aumento na produção também indica crescimento da olivicultura no Brasil. “É um crescimento que reforça a presença do azeite brasileiro no mercado e amplia o acesso do consumidor ao produto nacional”, ressaltou Obino Filho.

Evento marca início da colheita

A 14ª Abertura Oficial da Colheita da Oliva será realizada na sede da Azeite Milonga, em Triunfo, reunindo produtores e representantes do setor. A programação inclui uma feira de negócios voltada à olivicultura e a comercialização direta de azeites da safra 2026.

O evento é organizado pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, com patrocínio de Banrisul, Badesul e BRDE.

Foto: Kauê Silva/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 128 Visualizações
Variedades

Pavilhão da Agricultura Familiar reúne diversidade de produtos na Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 26/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Pavilhão da Agricultura Familiar é um dos destaques da Expoagro Afubra, que reúne 177 agroindústrias, além de expositores de artesanato, plantas, flores e iniciativas indígenas durante a programação da feira. Localizado à direita do pórtico de entrada, em uma área de 3.480 metros quadrados, o espaço recebe visitantes de diferentes regiões, que circulam pelos corredores para conhecer e adquirir produtos provenientes de 122 municípios. A estrutura conta com suporte da Afubra, da Secretaria de Desenvolvimento Rural, da Emater/RS-Ascar e da Fetag-RS, com o objetivo de fortalecer a agricultura familiar e ampliar a comercialização.

Além das agroindústrias, o pavilhão reúne 23 expositores de artesanato, 19 de plantas e flores e três iniciativas indígenas. A variedade inclui alimentos, itens decorativos e espécies vegetais, compondo um espaço voltado à valorização da produção familiar e à conexão com o público visitante.

A agricultora Sandra Neitzke Hornke visitou o local com a família e destacou a procura pelo espaço. “Não tem como visitar a feira e não passar por aqui. Viemos no início do dia para conhecer os estandes e agora retornamos para fazer nossas compras”, afirmou Sandra. Ela esteve acompanhada do esposo Gildonei e dos filhos Ryah, Bruno e Rafaela, após viajar de Canguçu, no Sul do Estado.

Artesanato em madeira

No setor de artesanato, o produtor rural Olasio Lopes dos Santos participa pela primeira vez como expositor, ao lado de Adriana Saraiva Staehler. O casal, de Sinimbu, apresenta peças torneadas em madeira produzidas na propriedade familiar, como cuias, taças, potes e itens de decoração, com cerca de 15 opções disponíveis. “Estou sempre criando coisas novas”, afirmou o artesão. Segundo os expositores, os produtos podem ser comercializados em todo o estado e no país, por meio do Programa Gaúcho de Artesanato e do Programa de Artesanato Brasileiro. “Já temos pedidos na Alemanhã e nos Estados Unidos”, comentou Adriana.

Produção de plantas e sementes

Entre os expositores de plantas, o feirante Moisés de Borba Ribeiro participa da feira desde 2012, apresentando rosas do deserto cultivadas desde 2011. “A rosa do deserto tem um formato único, com muita beleza nos caules e flores”, destacou Ribeiro.

De acordo com o produtor, a planta exige cuidados específicos, principalmente durante o inverno. “No inverno, o recomendado é deixar o vaso em uma área coberta e não irrigar. Essas plantas podem ficar até meio ano sem água”, explicou o feirante. No estande, são comercializadas mudas e plantas adultas, além de sementes crioulas de espécies como milho, feijão, moranga, girassol e melão da neve. “As sementes crioulas também garantem lavouras mais resistentes a doenças”, concluiu o agricultor, que cultiva os exemplares em sua propriedade em Mato Leitão.

Foto: Bruno Pedry/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 132 Visualizações
Variedades

Expoagro Afubra 2026 é aberta com foco na resiliência da agricultura familiar

Por Jonathan da Silva 25/03/2026
Por Jonathan da Silva

A 24ª edição da Expoagro Afubra foi oficialmente aberta na manhã desta terça-feira (24), em Rio Pardo, com a presença de autoridades, lideranças políticas, expositores e visitantes. A cerimônia ocorreu junto ao Pavilhão do Espaço do Conhecimento e Inovação no Agro e deu ênfase ao tema “Resiliência”, escolhido para esta edição, como representação do cotidiano dos agricultores familiares diante de desafios climáticos, econômicos e produtivos.

Antes dos pronunciamentos, o público acompanhou apresentações do Coral da Afubra e da banda do 7º Batalhão de Infantaria Blindado. Em seguida, o presidente da Afubra, Marcilio Laurindo Drescher, realizou a fala de abertura e relacionou o tema da feira à realidade do campo. “A resiliência é algo que o produtor rural conhece como ninguém. O termo pode ser novo, mas o seu significado sempre fez parte da vida de quem vive no campo”, afirmou Drescher.

O dirigente também destacou as dificuldades enfrentadas pelos produtores. “Ele pode cansar, se frustrar, enfrentar desafios, mas nunca desiste. Planta sem a certeza da colheita e, quando colhe, não sabe se vai ter o preço justo. A cada safra, um novo desafio. A cada ano, uma nova surpresa”, ressaltou Drescher.

Ainda durante o discurso, o presidente da entidade reforçou a necessidade de políticas agrícolas e de proteção ao mercado. “Apesar das dificuldades, o agricultor não para e se reinventa. Segue fazendo aquilo que sabe fazer de melhor: produzir. Que a comercialização da safra de tabaco seja pautada pela justiça. Que haja equilíbrio e sustentabilidade a toda cadeia”, concluiu o dirigente.

Pronunciamentos de autoridades

O vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, abordou a importância da produção de tabaco para a economia estadual e os desafios enfrentados pelos produtores. “O governo estadual entende como vital para a economia gaúcha a produção de tabaco, que já alcança quase 150 mil hectares de lavouras aqui no Rio Grande do Sul. Somos o maior produtor e o maior exportador dessa cultura. Quando nós olhamos uma produção regulamentada, legalizada, que gera emprego e renda, nós temos que incentivar”, afirmou o líder estadual.

Sabemos que hoje 40% das propriedades que plantam tabaco, apostam em outras culturas e elas também precisam de crédito para serem viabilizadas. […] Nas últimas sete safras, tivemos seis estiagens em algum nível. É por isso que os gaúchos e as gaúchas também precisam de uma atenção do governo federal”, ressaltou Gabriel Souza.

O prefeito de Rio Pardo, Rogério Monteiro (MDB), destacou a situação econômica dos produtores. “Resiliência é a capacidade de recuperar-se. Só que este tema poderia ser de outras edições passadas, porque entra ano, sai ano, o agricultor continua na penúria, trabalhando só para pagar conta. […] Por favor, ação! Chega de conversa. O produtor já está cansado”, enfatizou o chefe do executivo local.

O senador Luis Carlos Heinze (PP), por sua vez, abordou o tema de crédito de carbono. “Um saco de soja, um saco de arroz, um saco de milho, um litro de leite é um ativo que nós temos na mão. E hoje, pela qualidade da nossa agricultura, já temos uma lei que permite que o agricultor possa receber crédito de carbono”, afirmou Heinze.

O deputado federal Heitor Schuch (PSB) também destacou o contexto enfrentado pelo setor. “Clima, secas, enchentes, calamidades, prejuízos, reconstrução, solidariedade. Resiliência para continuar trabalhando, sim. Não desanimar jamais. É preciso esperançar”, pontuou o parlamentar.

A deputada estadual Kelly Moraes (PL) ressaltou a participação de diferentes públicos no setor. “Me orgulha muito falar que aqui tem jovens, mas que também estão as mulheres. Nós ficamos muito orgulhosos das mulheres participarem da agricultura, do agro, da nossa fumicultura”, expressou Kelly.

O superintendente do Ministério da Agricultura e Pecuária no Rio Grande do Sul, José Cléber Dias de Souza, destacou ações voltadas à cadeia produtiva do tabaco. “Destacar a atuação que nós, do governo federal, temos tido sempre nas missões internacionais, especialmente da China, que é um importante mercado para o nosso tabaco”, comentou Dias de Souza.

O secretário estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Edivilson Brum, enfatizou o papel da entidade organizadora. “Pela importância social e econômica que a Afubra representa para todos os seus associados, nós não conseguimos imaginar o que seria do setor se não fosse a entidade”, ressaltou o titular da pasta.

O secretário de Desenvolvimento Rural, Gustavo Paim, mencionou o desempenho comercial do evento. “No ano passado, os nossos expositores venderam mais de 2 milhões de reais em produtos. […] Temos aqui 222 expositores do que nós temos de melhor na nossa agricultura e nas nossas agroindústrias”, detalhou Paim.

Homenagem

Durante a cerimônia, também foi realizada a entrega de uma placa alusiva ao reconhecimento da Expoagro Afubra como Patrimônio Cultural Imaterial de Rio Pardo. A distinção foi aprovada em agosto de 2025 por meio de proposta do vereador Tenente Marcos Rogério (Podemos).

O autor da proposição destacou a relevância do evento. “Esse é um espaço de tradição que encontra a inovação. Ele nos coloca na vitrine e projeta nosso nome para além-fronteiras. Essa homenagem é sinônimo de reconhecimento, gratidão, respeito e admiração”, afirmou o vereador.

O presidente da Câmara de Vereadores de Rio Pardo, Thiago Hertz (PP), também comentou o reconhecimento. “Só resilientes vamos conseguir defender os interesses de quem mais importa, que são os moradores do Vale do Rio Pardo”, expressou Hertz.

Foto: Guilherme Figueiredo/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/03/2026 0 Comentários 215 Visualizações
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