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agronegócio

Business

Ascribu homenageia quatro criadores ligados à história da bubalinocultura gaúcha

Por Ester Ellwanger 04/09/2026
Por Ester Ellwanger

A Associação Gaúcha de Criadores de Búfalos (Ascribu) homenageou quatro criadores na noite de quarta-feira, 02de setembro, durante a Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil. A cerimônia realizada na Casa do Búfalo reconheceu Eduardo Aydos e Tális Mariante Celeste e prestou homenagens póstumas a Marcos Oberdan Bottega e Nelson Perez Garcia, que faleceram neste ano.

Bottega e Garcia foram lembrados pela dedicação à bubalinocultura e pela contribuição deixada à atividade no Rio Grande do Sul. A homenagem contou com a presença de familiares dos dois criadores, além de produtores e pessoas ligadas à cadeia, que acompanharam as lembranças sobre suas trajetórias e a participação de ambos na criação de búfalos no estado.

Homenageados

Entre os homenageados, Eduardo Aydos relacionou sua trajetória na atividade à busca por uma vida mais próxima da natureza e à continuidade desse vínculo dentro da família. “Encontrei no búfalo e na vida em um sítio esse sonho realizado, um sonho que se transmitiu aos meus filhos. Tenho uma família que realmente é o sonho que tive realizado”, afirmou Aydos.

O criador também destacou que os filhos seguiram caminhos profissionais relacionados, de diferentes formas, ao meio ambiente e à preservação. Para ele, essa continuidade permitiu conciliar a formação profissional com a ligação construída pela família com o campo e a natureza.

Tális Mariante Celeste recebeu a homenagem após uma trajetória de décadas ligada à exposição e divulgação dos búfalos. “Eu me sinto muito lisonjeado, porque alguém reconhece que fiz um trabalho durante muitos e muitos anos. Só aqui na Expointer, fui expositor por mais de 30 anos, além de participar de exposições em outras cidades do Brasil”, relatou Celeste.

Ao recordar esse período, o criador também citou o trabalho necessário para levar os animais às exposições e participar dos julgamentos. Ele cumprimentou os atuais expositores pelo esforço de preparação nas propriedades, transporte e apresentação dos exemplares em pista.

Celeste ainda avaliou que a bubalinocultura tem espaço para ampliar a presença na Expointer e no Rio Grande do Sul. Na avaliação do homenageado, a atuação da presidente da Ascribu, Desireé Möller, primeira mulher a ocupar o cargo na entidade, e o trabalho dos expositores podem contribuir para aumentar a participação de animais e criadores nas próximas edições.

Foto: Tamires de Moraes/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

04/09/2026 0 Comentários 71 Visualizações
Business

Juntos pelo Agro lança programa para qualificar e valorizar o turismo rural gaúcho na Expointer

Por Ester Ellwanger 04/09/2026
Por Ester Ellwanger

A conexão entre produção agropecuária, território, cultura e hospitalidade ganhou uma nova estratégia durante a Expointer 2026. O Programa Juntos pelo Agro lançou, nesta quarta-feira, 02 de setembro, na Casa do Senar RS, o projeto Coleção Terra Gaúcha, voltado à identificação, qualificação e promoção de propriedades rurais com experiências turísticas diferenciadas e potencial de agregação de valor.

Fruto da parceria entre CNA, Farsul, Senar RS e Sebrae-RS, com apoio do Governo do Estado, a iniciativa busca fortalecer o turismo rural como alternativa de diversificação de renda e ampliar sua participação na oferta turística do Rio Grande do Sul. O primeiro ciclo selecionará até 50 propriedades e empreendimentos rurais, que passarão por um processo de qualificação e terão suas experiências promovidas ao mercado.

O projeto

A proposta parte de atributos já presentes no meio rural gaúcho, como produtos de origem, gastronomia, contato com a natureza, cultura e modos de vida. A intenção é organizar esses elementos em experiências capazes de atender a um público que busca autenticidade e qualidade, contribuindo também para um novo posicionamento do segmento.

“Quando a gente fala de turismo autêntico, do papel dos produtos de origem, de uma gastronomia autêntica, isso está na pauta do turismo rural, mas ela não está posicionada dessa forma”, explica a especialista em Turismo do Sebrae-RS, Amanda Paim. Segundo ela, o desafio é fazer com que essas características sejam percebidas como parte de uma oferta turística de excelência e contribuam para fortalecer o posicionamento do Estado como destino.

O projeto prevê ainda uma identidade própria para diferenciar as experiências participantes. As propriedades selecionadas integrarão a primeira edição de um guia de experiências e terão acesso a ações de promoção e visibilidade.

Qualificação técnica

O Senar RS ficará responsável pela qualificação técnica dos empreendimentos, com capacitações e consultorias em áreas como organização da atividade, atendimento ao cliente, gestão financeira, segurança e adequações sanitárias e ambientais. Para o coordenador do Departamento de Desenvolvimento e Inovação do Senar RS, Henrique Padilha, a estruturação é fundamental para transformar o potencial das propriedades em negócios sustentáveis.

“A Coleção Terra Gaúcha nasce para identificar e impulsionar aquelas propriedades que já carregam em sua essência a riqueza da nossa cultura, gastronomia e modo de vida no campo, mas que precisam de estruturação técnica para se transformarem em rotas turísticas atrativas e consolidadas”, afirma.

De acordo com Padilha, o acompanhamento será direcionado às necessidades de cada empreendimento: “A ideia é diversificar a fonte de renda dos produtores e oferecer uma experiência de excelência ao visitante, fortalecendo a economia de todo o Estado”.

Posicionamento estratégico

O Sebrae-RS atuará no posicionamento estratégico, na gestão dos pequenos negócios e na busca por novos canais de comercialização. A perspectiva é aproximar a produção rural da atividade turística e transformar itens como azeites, vinhos, queijos, carnes e produtos artesanais em parte de experiências associadas à identidade dos territórios.

“O nosso objetivo é unir a vocação do Rio Grande do Sul para produtos de qualidade com a vocação para a hospitalidade, entregando um produto de alto valor para os mercados nacional e internacional”, destaca Amanda.

Como parte da estratégia de promoção, as propriedades qualificadas passarão a integrar a plataforma Viva o RS, que reúne roteiros, eventos, gastronomia e experiências turísticas de diferentes regiões do Estado. A presença no ambiente digital amplia a exposição dos empreendimentos e facilita o acesso do público a experiências ligadas às tradições, aos sabores e ao modo de vida rural gaúcho.

Para a especialista, o impacto esperado ultrapassa a seleção dos empreendimentos participantes. “O turismo diversifica a renda, e isso já acontece. Mas a gente quer agregar valor e, através dos produtos, receber as pessoas, contar histórias e ter isso alinhado a uma estratégia de promoção de Estado”, complementa.

Com a Coleção Terra Gaúcha, as instituições estabeleceram uma estratégia de qualificação e valorização do turismo rural, buscando dar maior visibilidade a experiências que reúnem produção, identidade territorial e hospitalidade. A iniciativa também cria novas possibilidades de geração de valor para os negócios do campo e de inserção dessas experiências na promoção turística do Rio Grande do Sul.

Inscrições

Os produtores e empreendedores interessados em qualificar suas ofertas e transformar suas propriedades em rotas estruturadas já podem se inscrever em https://checkin.vivaors.com.br/event/7d2ea496-4833-4e77-8a82-0075c8ee75f5

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

04/09/2026 0 Comentários 90 Visualizações
Business

Qualificação dos serviços de inspeção foi tema de seminário durante a Expointer

Por Ester Ellwanger 04/09/2026
Por Ester Ellwanger

A qualificação dos serviços de inspeção municipal e seus impactos no acesso a mercados para agroindústrias de pequeno porte foram discutidos nesta quarta-feira, durante a Expointer, em Esteio. O Seminário Agroindústrias e Serviços de Inspeção: Qualificação e Adequação como Garantia de Acesso a Mercados ocorreu no Auditório Central do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil (Auditório da Seapi), reunindo presidentes, gestores e equipes técnicas de consórcios municipais de diferentes regiões do Estado.

Promovido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com o Sebrae RS e a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), o encontro integrou as ações do Ministério voltadas ao desenvolvimento dos serviços de inspeção e à segurança dos alimentos. A programação também esteve relacionada à parceria entre MAPA e Sebrae Nacional para ampliar, nos estados, iniciativas vinculadas ao Programa Consim RS.

Destaques

Um dos destaques foi a apresentação da metodologia desenvolvida pelo Sebrae-RS para apoiar consórcios de inspeção municipal. A ferramenta foi apresentada como um recurso que auxilia os consórcios na identificação de oportunidades de aprimoramento e na definição de estratégias de atuação.

“Mais do que compartilhar experiências, o seminário permitiu aproximar os diferentes atores envolvidos e apresentar uma ferramenta que contribui para uma gestão mais estruturada dos serviços de inspeção. A metodologia orienta os consórcios na identificação de oportunidades e na definição de ações para fortalecer sua gestão e ampliar resultados locais”, explicou Marcio Benedusi, analista de Desenvolvimento Territorial do Sebrae RS.

Experiência-piloto com o Copes

A programação contou ainda com um painel sobre os resultados da experiência-piloto desenvolvida junto ao Consórcio Público do Extremo Sul (Copes). O trabalho envolveu um diagnóstico da governança, dos processos e das capacidades instaladas, resultando na construção de um plano de ação para o consórcio.

A iniciativa evidenciou a importância da articulação entre municípios, consórcios e instituições parceiras para identificar gargalos e estruturar soluções adaptáveis a diferentes realidades.

Para Fabrício Burkert, gestor estadual do Programa Cidade e Territórios Empreendedores do Sebrae RS, o projeto demonstrou como o fortalecimento dos serviços de inspeção pode gerar impactos que vão além da esfera regulatória. “A ação promove a integração entre municípios, consórcios e órgãos reguladores, qualifica o trabalho das equipes técnicas e cria condições para que agroindústrias familiares, cooperativas e pequenos produtores ampliem sua competitividade e tenham acesso a novas oportunidades de comercialização”, afirmou.

A melhoria das condições de atuação das agroindústrias tende a refletir positivamente nas economias locais, especialmente quando acompanhada de estratégias de desenvolvimento territorial. Burkert acrescentou que “ao fortalecer seus sistemas de inspeção, os municípios criam condições para que as agroindústrias ampliem mercados, agreguem valor à produção e gerem mais renda e qualidade de vida nas comunidades onde estão inseridas”.

Beatris Sonntag Kuchenbecker, auditora fiscal federal agropecuária e gestora do SISBI na SFA-RS, destacou que o seminário se consolidou como um espaço de integração entre profissionais e instituições que atuam na agroindustrialização de produtos de origem animal.

“A programação permitiu apresentar atualizações sobre o cadastro e a qualificação dos serviços de inspeção e evidenciar o projeto Consim RS, iniciativa regionalizada da política pública do Mapa que busca enfrentar a fragmentação das normas de inspeção por meio de suporte técnico e parcerias estratégicas”, revela Beatris.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

04/09/2026 0 Comentários 79 Visualizações
Variedades

Victron Energy aposta em baterias e microrredes para o campo gaúcho

Por Jonathan da Silva 03/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Victron Energy utiliza o período da Expointer 2026, realizada de 29 de agosto a 6 de setembro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, para apresentar ao mercado gaúcho soluções de armazenamento de energia e microrredes voltadas ao agronegócio. A fabricante holandesa, que não participa fisicamente da feira, destaca tecnologias que combinam geração solar, baterias, rede elétrica, geradores e inversores para ampliar a autonomia energética de propriedades rurais. A proposta é atender operações que precisam manter equipamentos e sistemas em funcionamento mesmo diante de instabilidades ou da ausência de conexão convencional à rede elétrica.

A busca por maior autonomia energética tem relação com a necessidade de manter de forma contínua equipamentos, sistemas de bombeamento, refrigeração, ordenha, irrigação, conectividade e outras estruturas utilizadas nas propriedades rurais. Uma interrupção no fornecimento de energia pode afetar atividades que não podem ser interrompidas, como irrigação, bombeamento de água, refrigeração de leite e alimentos, ordenha, comunicação, monitoramento, segurança e automação.

A Victron Energy é especializada na fabricação de sistemas de armazenamento, inversores, carregadores, controladores MPPT e soluções para aplicações híbridas e off-grid. No agronegócio, a empresa trabalha com a integração de diferentes fontes de energia, permitindo que um sistema combine geração solar, baterias, rede elétrica e geradores, com gerenciamento para determinar como e quando cada fonte será utilizada.

Microrredes dentro da propriedade

Uma das alternativas apresentadas pela fabricante é a arquitetura de microrrede, que permite estruturar sistemas independentes ou híbridos para propriedades rurais. A tecnologia pode ser dimensionada conforme o perfil de consumo de cada operação e posteriormente ampliada de acordo com o crescimento da propriedade.

A arquitetura modular da Victron permite integrar inversores/carregadores, baterias, controladores de carga MPPT e sistemas de monitoramento. Em aplicações de maior porte, diferentes módulos podem operar em conjunto, formando uma estrutura que pode atender desde pequenas propriedades até operações agrícolas maiores.

A possibilidade de manter cargas prioritárias em funcionamento durante falhas no fornecimento é apontada pela empresa como uma das aplicações da tecnologia. “No agronegócio, energia não é apenas uma questão de conforto. Em muitas propriedades, ela está diretamente ligada à produção. Uma interrupção pode significar perda de produtividade, alimentos, leite, água ou horas de trabalho. Por isso, estamos vendo crescer o interesse por sistemas que garantam autonomia e continuidade operacional”, afirmou o gerente nacional da Victron Energy, Edimar Prumucena.

Uso das baterias

As baterias de lítio também podem ser utilizadas na gestão diária da energia, além da função de backup em situações de interrupção do fornecimento. Em sistemas associados à geração solar, a energia produzida durante o dia pode ser armazenada para utilização posteriormente, permitindo ao produtor administrar o consumo e diminuir a dependência da rede elétrica.

A Victron trabalha com diferentes tecnologias de armazenamento, entre elas as baterias de fosfato de ferro-lítio (LFP). Segundo a empresa, essa tecnologia é utilizada em aplicações que demandam segurança, vida útil prolongada, eficiência e elevado número de ciclos.

O armazenamento está deixando de ser visto apenas como backup. Para o produtor rural, a bateria pode ser uma ferramenta de gestão energética, permitindo aproveitar melhor a geração solar e, ao mesmo tempo, criar uma camada de segurança para os equipamentos essenciais da propriedade”, explica o gerente nacional da Victron Energy, Edimar Prumucena.

Aplicações em diferentes estruturas

As soluções podem ser utilizadas para alimentar bombas de água, sistemas de irrigação, cercas elétricas, câmeras, sensores, equipamentos de telecomunicações, iluminação, refrigeração e estruturas de automação. Em propriedades sem acesso à rede elétrica, a arquitetura off-grid pode combinar painéis solares e baterias para formar uma fonte independente de energia.

A configuração também pode ser aplicada em galpões, silos, áreas de armazenamento, estações meteorológicas, sistemas de monitoramento e estruturas localizadas longe da sede das propriedades.

Energia para operações conectadas

A incorporação de sensores, conectividade, inteligência artificial, automação, máquinas conectadas e sistemas de monitoramento ao agronegócio aumenta a quantidade de equipamentos que dependem de eletricidade. Nesse cenário, a energia passa a integrar a infraestrutura necessária para o funcionamento das tecnologias utilizadas nas propriedades.

Para a Victron Energy, a expansão da geração solar distribuída cria espaço para o aumento do uso de baterias e microrredes no campo. A combinação pode formar sistemas capazes de operar conectados à rede elétrica, em modo híbrido ou de maneira totalmente isolada.

A empresa também destaca a possibilidade de expansão gradual dos sistemas. O produtor pode iniciar com uma estrutura dimensionada para as necessidades atuais e acrescentar módulos de armazenamento e geração conforme a operação aumentar.

Armazenamento como parte da infraestrutura

A automação das propriedades rurais faz com que a confiabilidade do fornecimento de energia tenha impacto sobre diferentes etapas da produção. Uma falha pode atingir simultaneamente equipamentos e processos que dependem de eletricidade.

A Victron propõe o uso do armazenamento como parte dessa infraestrutura, por meio da combinação entre geração renovável, baterias e sistemas de gerenciamento. “A tendência é que o produtor deixe de pensar somente em quanto de energia consegue gerar e passe a pensar também em quanto consegue armazenar, por quanto tempo consegue operar e quais equipamentos precisam continuar funcionando em uma situação de emergência”, ressaltou Prumucena.

Atuação no mercado rural

A Victron Energy possui soluções para sistemas residenciais, comerciais, industriais e rurais e identifica o agronegócio brasileiro como um mercado para a expansão de microrredes e armazenamento de energia.

No Rio Grande do Sul, as propriedades rurais estão distribuídas por diferentes regiões e apresentam necessidades distintas de infraestrutura energética. De acordo com a empresa, as tecnologias podem ser utilizadas como complemento à rede elétrica ou em áreas onde a conexão convencional é limitada ou inexistente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2026 0 Comentários 81 Visualizações
Variedades

Produção de leite de búfala é discutida no RS

Por Jonathan da Silva 03/09/2026
Por Jonathan da Silva

Um grupo multidisciplinar se reuniu para discutir formas de ampliar a produção de leite de búfala no Rio Grande do Sul e reduzir a necessidade de abastecimento com matéria-prima de outros estados. O encontro na manhã desta quarta-feira (2) reuniu representantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Emater/RS, da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação e Desenvolvimento Rural (Seapi) e da Associação Gaúcha de Criadores de Búfalos (Ascribu). A proposta é estimular a cadeia produtiva, principalmente em pequenas propriedades, diante da escassez de leite que limita a operação do único frigorífico do estado que atualmente está em funcionamento.

Entre os encaminhamentos do encontro está a proposta de participação de representantes da cadeia de bubalinocultura junto à Câmara Setorial do Leite. A iniciativa poderá resultar na criação de um grupo de trabalho específico para discutir medidas de estímulo à atividade.

O coordenador do Grupo de Estudos em Bubalinocultura (Gebu), professor Diogo Magnabosco, explicou que o objetivo é estruturar a cadeia desde a produção até a comercialização do produto. “Para realmente fomentar o búfalo, ver essa rota do leite para poder chegar na gôndola e poder produzir em maior escala e atender a nossa demanda aqui no Rio Grande do Sul”, relatou Magnabosco. Segundo o coordenador, parte significativa da demanda atual por leite de búfala no estado é atendida por produtos provenientes de outras unidades da federação.

Como está a produção

O Rio Grande do Sul possui dois frigoríficos que processam leite de búfalas, mas apenas um deles está em funcionamento atualmente. Para o coordenador do Gebu, o aumento do número de produtores pode ampliar também a possibilidade de ativação de outros laticínios. “Até pela característica da produção de leite búfala, a gente entende que ele pode ser gerado através de agricultura familiar, em pequena escala, em regiões específicas, até próximas ao local onde a gente tem essa produção”, pontuou Magnabosco.

A avaliação apresentada durante a reunião é de que a expansão da atividade pode ocorrer em propriedades de menor porte, com produção localizada próxima aos estabelecimentos responsáveis pelo processamento.

Capacitação de produtores e estudantes

Outra proposta discutida foi a realização de um trabalho de educação e capacitação voltado a pequenos produtores e estudantes do ensino técnico agrícola. A intenção é apresentar características da criação de búfalos e possibilidades de inserção da atividade nas propriedades rurais.

Magnabosco destacou aspectos sanitários e de manejo relacionados aos animais. “É um animal que exige menos na parte sanitária, os desafios sanitários são menores, resistente, em parte, ao carrapato, não tem tanto problema quanto isso, pela característica do próprio animal, pela forma como que ele vai buscar se termorregular, usa muito a água, tem um couro mais espesso, então, esse que é um problema grande no estado, ele consegue ser suprido, a gente vê, por exemplo, um problema menor com mastite, então a parte sanitária é uma parte bem interessante, isso gera um animal que consegue ser eficiente, resistente a alguns problemas mas ainda produzir um produto que consegue ter valor no mercado”, detalhou o coordenador.

De acordo com o professor, essas características podem ser consideradas na apresentação da bubalinocultura a agricultores familiares e alunos de escolas agrícolas.

Produção de mozzarella

O leite de búfala também foi apontado durante o encontro como uma matéria-prima com características favoráveis à produção de mozzarella de búfala. Magnabosco ressaltou que o produto apresenta maior rendimento na fabricação da mozzarella e que o processo de produção é mais simples.

Segundo o coordenador do Gebu, a mozzarella de búfala possui inserção em um mercado que inclui o fornecimento para restaurantes, o que representa uma possibilidade de comercialização para a produção estadual.

Foto: Érika Ferraz/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2026 0 Comentários 64 Visualizações
Business

Programas de Esteio receberão doação de leite de associações de criadores e da indústria

Por Ester Ellwanger 03/09/2026
Por Ester Ellwanger

A Secretaria Municipal de Cidadania e Direitos Humanos (SMCDH) de Esteio vai receber mil litros de leite, doados pelas associações de criadores de gado Holandês (Gadolando) e Jersey (ACGJRS) do Rio Grande do Sul e pelo Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat). O produto será destinado para os programas Criança Feliz e Primeira Infância Melhor.

O cheque simbólico foi entregue na tarde desta terça-feira, 01 de setembro, ao prefeito Felipe Costella, à primeira-dama Gabriela Fidellis e à titular da SMCDH, Katiane Marques, pelos presidentes da Gadolando, Marcos Tang, e da ACGJRS, Vener Ebert Enns, pouco antes do tradicional banho de leite da Expointer, ato que encerra a solenidade de premiação dos maiores produtores das duas raças durante a Feira.

O leite utilizado no banho, entretanto, não é puro, mas sim um pouco de produto que teria que ser descartado misturado com água morna, evitando-se, assim, o desperdício do alimento.

A quantidade doada para Esteio é o equivalente à produção de três dias das quatro vacas (duas de cada raça), que foram premiadas como as mais produtivas da Expointer. A competição é dividida entre animais jovens, com até 36 meses, e adultos, com mais de 36 meses.

 

 

Campeãs

Holandesa
  • Jovem: Vaca Santa Clara C. Valandro 38423 Flashback, dos expositores Marcelo Bruchez e Grasiela Weber (Granja Bruchez, de Barão) – 93,10 quilos de leite nas três ordenhas
  • Adulta: Vaca Festleite P. Ferraboli 407 Supersire, dos expositores Paulo Diogo e Diego Ferraboli (Granja Ferraboli, de Anta Gorda) – 85,27 quilos de leite nas três ordenhas
Jersey
  • Jovem: Vaca Lealdade Chief da Ventana 2397, da expositora Carmen Peterson Dias da Costa (Cabanha Ventana, de Boa Vista do Incra) –  57,02 quilos de leite nas três ordenhas
  • Adulta: Vaca Ignea Woodrow da Ventana 2429 – também da expositora Carmen Costa – 73,25 quilos de leite nas três ordenhas

Foto: Djalma Correa Pacheco /Divulgação | Fonte: Assessoria

 

03/09/2026 0 Comentários 72 Visualizações
Variedades

Touro Rincon TE 4173 Raindance del Sarandy vence Grande Campeonato Angus

Por Jonathan da Silva 03/09/2026
Por Jonathan da Silva

O touro jovem Rincon TE 4173 Raindance del Sarandy, box 985, conquistou o Grande Campeonato da raça Angus na Expointer 2026 nesta quarta-feira (2), em Esteio. O reprodutor foi escolhido pelo jurado norte-americano Jack Ward. O animal pertence aos pecuaristas Élio Ottoni, da Agroottoni, José Paulo Dornelles Cairoli, da Reconquista Agropecuária, e Luís Felipe Cassol, da Solução Genética, que participam da criação em parceria.

A conquista reúne os três criadores em torno do resultado obtido pelo Rincon TE 4173 Raindance del Sarandy. Para o pecuarista Élio Ottoni, da Agroottoni, o título também representa uma sequência de premiações da propriedade na Expointer, depois de a propriedade ter levado, no ano passado, o campeonato entre as fêmeas.

Trajetória de destaque

O touro já havia conquistado outros títulos antes do Grande Campeonato Angus da Expointer 2026. De acordo com o pecuarista Élio Ottoni, da Agroottoni, o animal foi Grande Campeão Terneiro em Uruguaiana, em 2025, e ficou como terceiro melhor macho em Esteio, também em 2025.

Em 2026, o reprodutor foi Grande Campeão Nacional em Vacaria antes de retornar à Expointer para disputar o campeonato da raça.

Foi grande campeão terneiro em Uruguaiana em 2025, terceiro melhor macho em Esteio em 2025, grande campeão nacional de Vacaria em 2026 e volta agora para completar suas vitórias. São quatro faixas com apenas dois anos de idade”, relatou o pecuarista Élio Ottoni, da Agroottoni.

Destino do animal

Após o resultado na Expointer, o Rincon TE 4173 Raindance del Sarandy deve deixar o Parque de Exposições Assis Brasil e seguir diretamente para uma central de inseminação.

Foto: Nataly Porto/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2026 0 Comentários 70 Visualizações
Business

Prêmio Campo e Batom reconhece mulheres que se destacam no meio rural

Por Ester Ellwanger 03/09/2026
Por Ester Ellwanger

A Casa da Apil/Memorial do Queijo Gaúcho, no Parque de Exposições Assis Brasil, ficou lotada na noite da terça-feira, 01 de setembro, para a cerimônia de anúncio das vencedoras do 1º Prêmio Campo e Batom. Autoridades, familiares e amigos das finalistas acompanharam a solenidade, que também foi transmitida ao vivo pelo YouTube da plataforma Campo e Batom.

A primeira edição da premiação reuniu mulheres reconhecidas por sua atuação no meio rural e teve entre as finalistas representantes do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Amazonas, distribuídas em nove categorias. Realizada em duas etapas, a iniciativa recebeu 2 mil indicações e alcançou 70 mil votos na escolha das finalistas.

Para a idealizadora do prêmio e fundadora da plataforma Campo e Batom, a jornalista Alessandra Bergmann, a expressiva participação do público demonstra o reconhecimento à importância das mulheres no desenvolvimento do meio rural.

“Estou muito feliz com o resultado desta primeira edição, que despertou nas mulheres do agro um reconhecimento pelo seu valor e pelo trabalho que, muitas vezes, é a mola propulsora dos negócios da família. O fato de a votação ser tão expressiva, a ponto de podermos encher um estádio com o número de participantes, nos enche de orgulho e mostra que estamos no caminho certo no esforço de homenagear as trabalhadoras do campo”, destacou.

 

Conheça as vencedoras

Mulher na Pecuária — Nara Bikoski

Produtora da agricultura familiar em Erebango (RS), Nara Bikoski atua com ovinos, fruticultura, lavouras e outras atividades agrícolas, mantendo forte conexão com a terra e a produção rural. “Esse prêmio não é só meu. Divido com todas as mulheres que trabalham muito e poucas vezes têm seu esforço no campo reconhecido.”

Influenciadora do Campo — Camila Telles

Natural de Cruz Alta (RS), Camila Telles é reconhecida como uma das principais vozes na comunicação do agro, aproximando o campo da cidade e combatendo a desinformação sobre o setor. Nas redes sociais, seus vídeos já somam mais de 1 milhão de visualizações. “Trabalhar pelo agro e ser reconhecida é muito importante. Esse prêmio é essencial para o futuro do setor.”

Empreendedora no Campo — Maria Nina Luce Braga

Produtora de azeite de oliva extravirgem orgânico, Maria Nina Luce Braga está à frente de um pomar de oliveiras iniciado em 2010, em Rosário do Sul (RS). Em 2023, tornou-se a primeira mulher a receber a certificação de produtora orgânica no Brasil. “Um passo de cada vez, com muito trabalho, vamos conquistando nosso espaço.”

Mulher Cooperativista — Edinara Rodrigues

Produtora rural e cooperada de Nova Santa Rita (RS), Edinara Rodrigues atua na valorização dos produtores, no cooperativismo e em iniciativas voltadas às mulheres rurais e às políticas para o campo. É embaixadora dos alimentos Caçarola e integrante do Núcleo Feminino da Coperja e da Cetarja Energia e Soluções. “Um prêmio assim prova o valor da mulher e do associativismo. Por isso, acho importante dividir esse prêmio com todas que trabalham no campo.”

Grupo de Mulheres Rurais — Sede Comunidade

A Sede Comunidade é um grupo criado para mulheres da pecuária, com o propósito de impulsionar o trabalho no setor por meio da conexão e da troca de experiências. “Construímos um espaço onde todas têm voz, e agora essa voz sai do nosso grupo e pode ser ouvida. A iniciativa nasceu da troca real entre quem vive a mesma realidade e enfrenta desafios semelhantes. Assim, aprendemos com outras experiências.”

Destaque Jovem no Campo — Melina Heloisa Slaifer

Produtora rural de Encantado (RS), Melina Heloisa Slaifer integra a sexta geração da família na propriedade. Atua na produção agrícola e nas agroindústrias Slaifer e Casa Slaifer, além de representar a agricultura familiar em feiras e exposições. “Agradeço muito à minha família, que torce tanto por mim. Estou muito orgulhosa por esse prêmio, que é um reconhecimento muito importante pelo nosso trabalho.”

Agricultora Familiar — Carla Rodrigues Dal Prá Suliani

Agricultora familiar e produtora de alimentos orgânicos certificados em São Marcos (RS), Carla Rodrigues Dal Prá Suliani atua em toda a cadeia produtiva, do cultivo à comercialização, além de trabalhar pela valorização e expansão da produção orgânica. “Essa é uma conquista incrível e só tenho a agradecer pelo reconhecimento, que impulsiona ainda mais nosso esforço.”

Produtora de Grãos — Andréia Piati Rodrigues

Agricultora e produtora de grãos de Céu Azul (PR), Andréia Piati Rodrigues atua na gestão e na operação da propriedade familiar. Foi a primeira mulher consultora técnica da Cooperativa Capal e uma das conselheiras consultivas da Lar. “Muito bom estar aqui e ver nosso trabalho reconhecido. Estamos em todo lugar, inclusive no campo, mas nem sempre nosso trabalho é visto. Chegou a hora de mostrar.”

Liderança Feminina no Campo — Caroline Luisa Borges Livorato

Engenheira agrônoma e produtora rural de grãos e pecuária, Caroline Luisa Borges Livorato é de Santa Juliana (MG). Também preside o Sindicato dos Produtores Rurais de Santa Juliana, onde atua pelo desenvolvimento de mulheres e jovens no campo. “Sou representante tanto de jovens como das mulheres e é muito importante estar neste palco. O trabalho que fazemos precisa ter valor reconhecido.”

 

Valorização das mulheres rurais

O Prêmio Campo e Batom é uma iniciativa inédita que nasce no Ano Internacional da Mulher Rural, determinado pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de valorizar trajetórias femininas no meio rural e dar visibilidade a histórias de liderança, dedicação, inovação e impacto nas comunidades.

Apresentado pelo Banrisul, o prêmio conta com a parceria da Vinícola Aurora, Elanco e Apil. A realização é do Campo e Batom Programacast, com produção da PILAR – Estratégia, Experiência e Conteúdo, e comercialização da Conexus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

03/09/2026 1 Comentário 121 Visualizações
Business

Fenasul/Expoleite 2027 tem pré-lançamento durante a Expointer

Por Ester Ellwanger 03/09/2026
Por Ester Ellwanger

No final da tarde do sábado, 29 de agosto, na sede da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) no PEEAB, foi feito o pré-lançamento da 20ª Fenasul/47ª Expoleite, evento que ocorre entre 12 e 16 de maio do próximo ano, promovido pela Gadolando e Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e que tem, entre os copromotores, a prefeitura esteiense.

Em seu discurso, o prefeito Felipe Costella falou da satisfação da administração municipal de ser parceira da principal feira do agro no primeiro semestre no Rio Grande do Sul. “Eu quero, enquanto prefeito da cidade, dizer que a Fenasul/Expoleite, assim como a Expointer, sempre terá o apoio desta gestão municipal, não só por merecimento, mas porque a gente acredita nestas feiras”, garantiu.

A feira

Felipe destacou que a Fenasul/Expoleite está crescendo, citando, como exemplo, o público visitante de 2026, que superou a casa das 200 mil pessoas, e falou da importância do trabalho conjunto para a realização do evento. “A gente sabe da importância de nós estarmos juntos para fazermos uma feira cada vez maior e cada vez melhor”, afirmou.

“Nós não podemos ter funções mais ou menos relevantes. O que nós temos, enquanto copromotores, são funções diferentes, e todas elas precisam ter igual importância para que a gente sempre entregue o melhor aos produtores, aos animais e ao público que nos visita”, disse. “Estou muito feliz de poder fazer parte desse pré-lançamento da Fenasul e Expoleite e, mais uma vez, manifesto não só o meu interesse e o meu prestígio, mas todo o meu respeito por esse grande evento. Muito obrigado”, finalizou.

Além da prefeitura, a Fenasul/Expoleite tem copromoção da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS).

Programação

Exposição de animais, torneio leiteiro, julgamentos pecuários, festivais de gastronomia, atrações culturais e shows, entre outras atrações, fazem parte da programação, que será detalhada posteriormente pelos organizadores.

Em paralelo devem ocorrer, ainda, a 6ª Multifeira, organizada pela prefeitura de Esteio, e o 5º Rodeio Artístico de Esteio, promovido pelo CTG Independência Gaúcha com apoio da Administração Municipal.

Foto: Djalma Correa Pacheco /Divulgação | Fonte: Assessoria

03/09/2026 0 Comentários 94 Visualizações
Business

Prefeitura de Esteio e Feevale iniciam programação do Terra da Inovação

Por Ester Ellwanger 03/09/2026
Por Ester Ellwanger

A Prefeitura de Esteio e a Universidade Feevale abriram, no sábado 29 de agosto, a programação do Terra da Inovação, parceria que vai oferecer, até o dia 5 de setembro, uma série de atividades no Hub Agro, espaço que as duas instituições mantêm no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, ao lado da Casa de Esteio. A ação, que tratará de temas como tecnologia e empreendedorismo voltados ao agro, faz parte da 49ª Expointer.

Em sua fala, o prefeito Felipe Costella falou da importância de mais uma ação para consolidar o Hub Agro, inaugurado em 2024 com o intuito de fomentar empresas e profissionais para a criação de soluções para o agronegócio. “O Hub Agro está aqui para que a gente possa construir soluções, para que a gente possa trazer ideias e, principalmente, para que a gente possa estar nesse ambiente tecnológico buscando, cada vez mais, fazer aquilo que a sociedade lá fora espera”, disse. “Que possamos fazer as melhores entregas e ofertar os melhores serviços para aqueles que depositam a confiança, não só no poder público, mas também no trabalho de vocês e na iniciativa privada”, afirmou.

Discurso no mesmo sentido fez o reitor da Feevale, José Paulo da Rosa, que agradeceu por mais uma parceria com a Prefeitura esteiense. “Esse evento tem tudo a ver com o agro: Terra e Inovação. Então é uma programação ao longo da Expointer, que destaca estas ações de inovação, de tecnologia, de empreendedorismo, junto com a Prefeitura, junto com a Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, em parceria com o Sebrae, com o Sistema Fiergs, enfim, com vários parceiros, que vão utilizar este espaço aqui para estas discussões”, disse o gestor.

A programação foi desenhada para promover conexões entre startups, pesquisadores e empresários durante o período de realização da Expointer. O espaço Hub Agro funcionará como ponto focal para debates, apresentações de projetos tecnológicos e ações de networking.

A parceria consolida a integração entre a quádrupla hélice, composta por governo, academia, iniciativa privada e sociedade civil, estabelecendo um canal direto para a validação de novas tecnologias e novos modelos de negócios focados na modernização das cadeias produtivas locais.

Terra da Inovação

  • Quando: Até 5 de setembro, das 9h às 18h
  • Onde: Hub Agro (Parque de Exposições Assis Brasil – Ao lado da Casa de Esteio)
  • Todos os dias: Entrevistas e podcasts; espaço aberto para visita e ações de relacionamento

Foto: Djalma Correa Pacheco /Divulgação | Fonte: Assessoria

 

03/09/2026 0 Comentários 142 Visualizações
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