Com o objetivo de promover a conscientização sobre a violência contra a mulher e o feminicídio, além de incentivar denúncias e reforçar a atuação da rede de proteção no município, um banco vermelho foi instalado nesta quinta-feira (21) pelo Gabinete da Primeira-Dama na Rua São Pedro, em frente à sede do órgão. O monumento é inspirado no Instituto Banco Vermelho (IBV), referência no enfrentamento à violência doméstica. O ato reuniu autoridades civis, militares e representantes do poder público com o foco em ampliar a mobilização da comunidade em torno do tema.
Durante a cerimônia, a primeira-dama Jandira Tissot afirmou que o espaço funcionará como um lembrete permanente sobre a necessidade de combate à violência contra as mulheres. “Esse trabalho de conscientização precisa ser permanente. A violência é um ato cruel e, na gestão Nestor e Luia, estamos estruturados em uma rede de apoio para auxiliar as mulheres e as famílias gramadenses”, expressou Jandira.
Integração entre órgãos
A delegada Fernanda Aranha destacou a importância da integração entre forças de segurança e administração pública para ampliar a efetividade das ações de proteção às vítimas. “É mais uma ferramenta no combate contra a violência doméstica. Esse trabalho é muito mais efetivo quando atuamos de forma integrada”, pontuou a delegada.
O evento contou ainda com a presença da diretora do Gabinete da Primeira-Dama, Suzana Strassburger, da major Francieli Ronsoni e da soldado Mariceles Stocco, representantes da Patrulha Maria da Penha da Brigada Militar. Também acompanharam a inauguração os secretários municipais de Obras, William Camilo, e da Saúde, Jeferson Moschen, além de servidores municipais.
Símbolo de conscientização
O Banco Vermelho é um símbolo internacional utilizado em espaços públicos para chamar atenção à violência de gênero e estimular a denúncia de casos de agressão e feminicídio. A proposta da iniciativa é ampliar a conscientização da população e fortalecer o debate sobre prevenção e acolhimento às vítimas.
Violência contra a mulher é crime. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 180.


