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mulher

Projetos especiais

Cia Entre Linhas promove oficina gratuita de teatro para mulheres em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 05/06/2026
Por Jonathan da Silva

Uma oficina de teatro de sombras gratuita voltada para mulheres será realizada em Novo Hamburgo neste sábado, 6 de junho, pela Cia. de Teatro Entre Linhas. A atividade ocorrerá às 15h, na Praça CEU, localizada na Rua do Bosque, e faz parte do projeto “Eu Vejo Você”, iniciativa que busca compartilhar técnicas artísticas de teatro com a comunidade por meio de ações formativas e culturais.

A oficina integra uma série de atividades desenvolvidas pela companhia dentro de uma pesquisa sobre bonecos híbridos que resultou na montagem teatral “Eu Vejo Você”. O projeto foi contemplado por edital público e conta com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).

Projeto promove formação artística

A Oficina de Teatro de Sombras dá sequência às ações do projeto, que já realizou duas edições da Oficina de Construção de Bonecos de Jornal direcionadas ao público infantil na semana anterior. Segundo a organização, o objetivo das atividades é ampliar o acesso da população a conhecimentos sobre diferentes técnicas teatrais, promovendo experiências de formação artística para públicos diversos.

O projeto “Eu Vejo Você” foi desenvolvido com apoio da Secretaria Municipal da Cultura de Novo Hamburgo e recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Lei Federal nº 14.399/2022), por meio do Chamamento Público Cultural nº 06/2024 – Edital de Fomento à Execução de Ações Culturais (PNAB). A execução ocorre em parceria com o Núcleo Cenotécnico do Vale do Sinos.

O que é a Cia. de Teatro Entre Linhas

A Cia. de Teatro Entre Linhas desenvolve pesquisas e projetos teatrais em diferentes formatos, além de participar de festivais, oficinas e workshops no Brasil e no exterior.

A diretora Alice Ribeiro completa 40 anos de atividades artísticas e culturais em 2026. Ao longo da trajetória, atua como atriz, produtora, diretora e pesquisadora de técnicas teatrais.

Serviço

  • O quê: Oficina de Teatro de Sombras para mulheres
  • Quando: Sábado, 6 de junho, às 15h
  • Onde: Praça CEU (Rua do Bosque), em Novo Hamburgo
  • Quanto: Gratuito
Foto: Mariana Ribeiro/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2026 0 Comentários 31 Visualizações
Variedades

ADCE Caxias cria núcleo voltado à participação feminina

Por Jonathan da Silva 03/06/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação de Dirigentes Cristãos de Empresas (ADCE) de Caxias do Sul anunciou a criação da ADCE Mulher, projeto destinado a ampliar a participação feminina na entidade por meio de ações de integração, acolhimento, espiritualidade e desenvolvimento. A iniciativa foi apresentada com o objetivo de fortalecer vínculos entre mulheres ligadas à associação, promover reencontros e estimular o protagonismo feminino alinhado aos princípios da Doutrina Social Cristã.

Segundo a entidade, o projeto surgiu a partir da proposta de reunir mulheres que participaram da trajetória da ADCE em diferentes momentos, criando um espaço voltado à troca de experiências, ao compartilhamento de conhecimentos e à construção de novas conexões.

Nova frente de atuação

A ADCE Mulher estará vinculada diretamente à ADCE Caxias e seguirá uma estrutura semelhante à da ADCE Jovem, núcleo lançado recentemente pela associação para incentivar a participação de jovens nas áreas empresarial e social.

De acordo com a presidente da ADCE Caxias, Lisandra De Bona, a criação do grupo busca valorizar a história da entidade e ampliar a participação feminina em suas atividades. “A ADCE Mulher nasce como um espaço de reencontro, escuta e fortalecimento. Queremos valorizar mulheres que ajudaram a construir a trajetória da nossa entidade e, ao mesmo tempo, abrir caminhos para novas conexões, novas lideranças e novas formas de servir. É um projeto que carrega cuidado, fé, propósito e o compromisso de contribuir para a transformação humana a partir dos valores cristãos”, afirma Lisandra.

Foco do núcleo

Conforme a associação, o foco do novo núcleo estará em ações relacionadas ao cuidado, à integração, à espiritualidade e ao protagonismo feminino. A proposta também prevê atividades voltadas à comunidade, ampliando a participação de mulheres além do quadro associativo.

Estrutura da ADCE Mulher

A coordenação da ADCE Mulher ficará sob responsabilidade de Maria de Lourdes Gianni, tendo Leane Casagrande como vice-coordenadora. Atualmente, o grupo conta com 18 integrantes e deverá promover encontros, ações de integração, momentos de espiritualidade e iniciativas voltadas à conexão entre diferentes gerações.

Integram atualmente a ADCE Mulher: Lisandra De Bona, Daiane De Toni, Leane Casagrande Adami, Mirian de Araújo Campos, Mari Fontana, Janete Buniatti, Maria Celecina Danieli, Rubia Paula Bamberg, Gilde Furlin, Marta Broliatto Basso, Susana Adami Modelski, Delourdes Giani, Joana Jaques Leite, Clarice Leite De Luca, Rélim Hahn, Vânia Lunardi Antunes, Cleusa Lorandi e Estanislawa Rudzewicz Guerra.

Primeira ação prevista

A primeira atividade idealizada pela ADCE Mulher será o projeto “Laços de Luz”, programado para ocorrer anualmente. A iniciativa prevê uma celebração voltada à bênção e renovação dos votos matrimoniais de casais ligados à entidade.

Segundo a presidente da ADCE Caxias, Lisandra De Bona, a proposta inclui a realização de uma missa na Catedral Diocesana, seguida de um momento de confraternização entre as famílias participantes. A ação tem como objetivo promover a integração entre os associados, fortalecer vínculos familiares e incentivar momentos de convivência entre diferentes gerações ligadas à história da entidade.

Foto: ADCE Caxias do Sul/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2026 0 Comentários 36 Visualizações
Cidades

Banco Vermelho é instalado em Gramado como símbolo de combate ao feminicídio

Por Jonathan da Silva 22/05/2026
Por Jonathan da Silva

Com o objetivo de promover a conscientização sobre a violência contra a mulher e o feminicídio, além de incentivar denúncias e reforçar a atuação da rede de proteção no município, um banco vermelho foi instalado nesta quinta-feira (21) pelo Gabinete da Primeira-Dama na Rua São Pedro, em frente à sede do órgão. O monumento é inspirado no Instituto Banco Vermelho (IBV), referência no enfrentamento à violência doméstica. O ato reuniu autoridades civis, militares e representantes do poder público com o foco em ampliar a mobilização da comunidade em torno do tema.

Durante a cerimônia, a primeira-dama Jandira Tissot afirmou que o espaço funcionará como um lembrete permanente sobre a necessidade de combate à violência contra as mulheres. “Esse trabalho de conscientização precisa ser permanente. A violência é um ato cruel e, na gestão Nestor e Luia, estamos estruturados em uma rede de apoio para auxiliar as mulheres e as famílias gramadenses”, expressou Jandira.

Integração entre órgãos

A delegada Fernanda Aranha destacou a importância da integração entre forças de segurança e administração pública para ampliar a efetividade das ações de proteção às vítimas. “É mais uma ferramenta no combate contra a violência doméstica. Esse trabalho é muito mais efetivo quando atuamos de forma integrada”, pontuou a delegada.

O evento contou ainda com a presença da diretora do Gabinete da Primeira-Dama, Suzana Strassburger, da major Francieli Ronsoni e da soldado Mariceles Stocco, representantes da Patrulha Maria da Penha da Brigada Militar. Também acompanharam a inauguração os secretários municipais de Obras, William Camilo, e da Saúde, Jeferson Moschen, além de servidores municipais.

Símbolo de conscientização

O Banco Vermelho é um símbolo internacional utilizado em espaços públicos para chamar atenção à violência de gênero e estimular a denúncia de casos de agressão e feminicídio. A proposta da iniciativa é ampliar a conscientização da população e fortalecer o debate sobre prevenção e acolhimento às vítimas.

Violência contra a mulher é crime. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 180.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Cidades

Curta gaúcho estreia em festival de cinema feminino na Colômbia

Por Jonathan da Silva 07/05/2026
Por Jonathan da Silva

O curta-metragem “Zila”, dirigido pela cineasta gaúcha Kaya Rodrigues, terá sua estreia mundial na mostra competitiva do Mujeres Film Festival, realizado entre os dias 11 e 26 de maio, na cidade de Circasia, na Colômbia. Gravado em Santa Cruz do Sul, o filme aborda temas como memória, ancestralidade, Alzheimer e identidade negra, a partir de uma trama inspirada na mitologia bantu-moçambicana.

“Zila” integra a programação da sexta edição do Mujeres Film Festival, evento voltado à valorização de produções realizadas por mulheres de diferentes países. O curta marca a estreia solo de Kaya Rodrigues na direção.

A trama acompanha a personagem Zila, interpretada por Silvia Duarte, uma senhora negra que vive sozinha e enfrenta o avanço da perda de memória enquanto aguarda a visita de familiares. A chegada da neta Ana, interpretada por Cristal, desencadeia conflitos geracionais e leva a protagonista a buscar um ritual africano de esquecimento.

Experiências pessoais como base

Segundo Kaya Rodrigues, o roteiro foi desenvolvido a partir de experiências pessoais relacionadas ao Alzheimer. “No ano em que soube que minha avó estava com Alzheimer eu passei por um processo de negação”, relembra a diretora e roteirista. “Em parte por desconhecimento do que a doença realmente significava, mas também porque era doloroso demais aceitar que eu estaria perdendo as formas de relação construídas com alguém que eu amava tanto, porque a falta de memória significava que, em algum momento, ela esqueceria de mim também”, complementa Kaya.

Mitologia e ancestralidade

O filme utiliza elementos da mitologia bantu-moçambicana para relacionar o processo de perda de memória da personagem principal com um ritual ancestral ligado a uma árvore. A narrativa também alterna lembranças da infância de Zila com cenas em espaços rurais que destacam o trabalho de pessoas negras no campo.

A produção foi rodada em Santa Cruz do Sul e tem duração de 19 minutos. O curta foi financiado pela Lei Paulo Gustavo de Porto Alegre e representa o primeiro lançamento da produtora Filmes de Água Doce, em coprodução com a Verte Filmes.

Quem é Kaya Rodrigues

Kaya Rodrigues atua como multiartista, produtora, roteirista e arte-educadora. Formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a cineasta também desenvolve trabalhos nas áreas de música, teatro e carnaval.

Ela foi fundadora dos coletivos Criadoras Negras-RS e Macumba Lab, voltados à produção audiovisual de cineastas negros do Rio Grande do Sul. Como atriz, participou das séries “Necrópolis” e “Alce & Alice”, disponíveis em plataformas de streaming.

“Sou uma mulher negra no sul do Brasil, em um espaço em que a negritude muitas vezes é invisível, onde somente no primeiro semestre deste ano já foram registrados 26 casos de feminicídio. Portanto, estar em um festival construído por mulheres que lutam por um cinema mais equânime é de um valor, pra mim, inestimável”, ressalta Kaya.

Atualmente, a diretora também atua como curadora-geral do Festival Cinema Negro em Ação e trabalha na finalização do documentário “Ialode”, dirigido ao lado de Gabriel Faccini, sobre a música negra do Rio Grande do Sul.

Ficha técnica

  • Roteiro e Direção: Kaya Rodrigues
  • Produção: Gabriel Faccini
  • Elenco: Silvia Duarte, Cristal, Álvaro Rosacosta, Cássio Nascimento, Gabriel Faryas, Giselle Rocha, Bruno Kauer e Isadora Gabrielli
  • Direção de Fotografia: Eduardo Rosa
  • Direção de Arte: Bruna Giuliatti e Richard Tavares
  • Técnico de Som direto Fábio Baltar
  • Direção de Produção: Tamara Mancuso
  • 1ª Assistência de Direção: Carolina Silvestrin
  • 2ª Assistência de Direção: Fernanda Reis
  • Montagem: Joana Bernardes, edt.
  • Trilha Original: Renan Franzen
  • Acessibilidade: Néftali Filmes
  • Distribuição em Festivais: Fernanda Etzberger
  • Arte Gráfica: Vit Lisboa
  • Pós-produção de Imagem: Machina Filmes
  • Supervisão de Pós-produção de Imagem: Rafael Duarte
  • Correção de Cor: Rafael Duarte
  • Pós-produção de Som: KF Studios
  • Desenho de Som: Kiko Ferraz e Ricardo Costa
  • Produção Executiva: Ânderson Fragozo e Gabriel Faccini
Foto: Filmes de Água Doce/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2026 0 Comentários 80 Visualizações
Variedades

Projeto Entre Elas participará da Feira Feito em Gramado

Por Jonathan da Silva 23/04/2026
Por Jonathan da Silva

O Projeto Entre Elas, iniciativa do Gabinete da Primeira-Dama de Gramado com apoio das Damas de Caridade, participará da Feira Feito em Gramado 2026, que ocorre de 30 de abril a 17 de maio, nos pavilhões do Expogramado. A ação tem como objetivo valorizar o trabalho artesanal local e incentivar a autonomia financeira de mulheres por meio da exposição e comercialização de produtos. A participação busca ampliar a visibilidade das artesãs do município e fortalecer a economia criativa.

Durante o evento, o público poderá conhecer e adquirir peças produzidas por artesãs gramadenses, com técnicas como costura, crochê, bordado e outros tipos de artesanato. Os produtos são desenvolvidos nos encontros semanais do projeto, que também promovem convivência social e geração de renda.

Valorização do artesanato

De acordo com a coordenadora do Gabinete da Primeira-Dama de Gramado, Suzana Strassburger, a proposta é apresentar um espaço dedicado à produção local. “Os itens refletem não apenas habilidade manual, mas também identidade cultural e a dedicação destas mulheres”, destacou Suzana.

A iniciativa também pretende destacar o papel do artesanato como fonte de renda e instrumento de valorização cultural no município.

O que é o Projeto Entre Elas

O Projeto Entre Elas atua no incentivo ao cooperativismo feminino e à inclusão social, promovendo capacitação e ampliando oportunidades de inserção no mercado de trabalho. A proposta envolve o acolhimento de mulheres e o fortalecimento da autonomia financeira por meio da produção artesanal.

Segundo a primeira-dama de Gramado, Jandira Tissot, a participação na feira reforça o compromisso com o desenvolvimento social. “A presença do projeto reforça o compromisso do Gabinete da Primeira-Dama, do CRAM Gramado e das Damas de Caridade com o desenvolvimento social, a valorização da mulher e o estímulo à economia criativa”, pontuou Jandira.

Durante a Feira Feito em Gramado, os visitantes poderão conhecer as histórias das participantes e apoiar diretamente o trabalho das artesãs locais por meio da aquisição dos produtos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/04/2026 0 Comentários 94 Visualizações
Projetos especiais

O Boticário lança movimento para alertar mulheres sobre manipulação de imagens por IA

Por Jonathan da Silva 10/04/2026
Por Jonathan da Silva

O Boticário acaba de lançar o movimento “Code Her”, iniciativa voltada à conscientização de mulheres sobre crimes envolvendo manipulação de imagens digitais por inteligência artificial. A ação conta com o desenvolvimento de um bot que alerta sobre tentativas de alteração de fotos e a disponibilização de conteúdos educativos sobre medidas legais para denúncia.

A iniciativa surge em meio ao aumento de denúncias de crimes cibernéticos contra mulheres. Segundo dados da SaferNet Brasil, os registros de misoginia, violência ou discriminação cresceram 224,9% em relação ao ano anterior. O movimento busca orientar vítimas e ampliar o debate sobre o uso indevido da inteligência artificial.

É importante destacar que a inteligência artificial trouxe inúmeras possibilidades positivas e que é a intenção humana por trás do prompt que pode torná-la uma ferramenta de exposição e vulnerabilização públicas. A nossa iniciativa é para nos posicionarmos cada vez mais como aliados da mulher, avançando na construção de projetos que extrapolam o universo da beleza, promover discussões relevantes e propor soluções conectadas e construtivas”, afirma Carolina Carrasco, diretora de Branding e Comunicação de O Boticário e Quem Disse, Berenice?.

Campanha multiplataforma

Desenvolvido pela AlmapBBDO, o projeto inclui uma campanha multiplataforma com filme digital protagonizado pela cantora Marina Sena e conteúdo com a jornalista Rose Leonel. A proposta é informar sobre os riscos da manipulação digital e incentivar o conhecimento sobre os mecanismos legais de proteção.

Entre as legislações destacadas pela ação estão a Lei Maria da Penha, a Lei Carolina Dieckmann, o Marco Civil da Internet e a chamada “Lei Rose Leonel”, relacionadas à proteção contra crimes digitais e violência contra a mulher.

Como ativar o bot

O bot Code Her funciona na rede social X e pode ser ativado pelas usuárias por meio do site do projeto. Após a ativação, ao publicar imagens e marcar o perfil do bot, o sistema monitora possíveis tentativas de manipulação por inteligência artificial. Caso identifique alterações, a ferramenta impede a exibição da imagem e envia um alerta com orientações sobre denúncia e direitos legais.

Esse comportamento nas redes sociais é um sintoma sério da nossa sociedade. Mas a internet não é uma terra sem lei. Com o Code Her, estamos usando IA com IA, para que as mulheres possam compartilhar as fotos dos seus corpos como quiserem e eles continuem sendo só delas”, afirmam Ana Novis e Paula Keller Perego, diretoras de Criação da AlmapBBDO.

Outras iniciativas

Além do Code Her, o grupo também desenvolveu outras ações voltadas ao tema, como o canal “Precisamos Falar”, criado em parceria com a plataforma Bloom Care. A iniciativa reuniu especialistas para orientar a população sobre como identificar e enfrentar situações de violência contra a mulher, alcançando mais de 15 mil participantes ao longo do mês de março.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/04/2026 0 Comentários 139 Visualizações
Cultura

Exposição “Território-Cicatriz” será aberta na próxima terça em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 09/04/2026
Por Jonathan da Silva

O Espaço Cultural Castellan, em São Leopoldo, realiza a abertura da exposição Território-Cicatriz na terça-feira, dia 14 de abril, às 18h30min. A mostra propõe reflexões sobre as marcas da violência contra a mulher.

A mostra conta com a presença da artista Aglaé Freitas e aborda, por meio de obras, aspectos visíveis e invisíveis da violência de gênero. Após a abertura, às 19h, será realizada uma roda de conversa sobre o tema, com participação da professora Raquel F. Sparemberger, coordenadora de grupo de pesquisa na FMP, e do inspetor Antônio Carlos P. da Silva.

A programação inclui ainda, às 19h45min, apresentação musical com Dida Larruscain e Vini Ceratti, com curadoria de Carlos Rodriguez.

Realização

A iniciativa é promovida pelo Espaço Cultural Castellan, vinculado ao 1º Tabelionato de Notas e Protestos e Registros Especiais de São Leopoldo, com idealização da tabeliã Jenifer Castellan de Oliveira e curadoria da Genuínaobra. O evento é aberto ao público e busca fomentar o debate e a reflexão por meio da arte.

Serviço

  • O quê: Abertura da exposição “Território-Cicatriz”
  • Quando: Terça-feira, 14 de abril
  • Horário:
    – 18h30min – Visitação com a presença da artista Aglaé Freitas
    – 19h – Roda de conversa
    – 19h45min – Pocket show com Dida Larruscain e Vini Ceratti
  • Onde: Espaço Cultural Castellan (Rua Osvaldo Aranha, 503, sala 102 – Centro, São Leopoldo)
  • Quanto: Entrada gratuita
  • Realização: Castellan – 1º Tabelionato de Notas e Protestos e Registros Especiais de São Leopoldo
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2026 0 Comentários 111 Visualizações
Variedades

CDL Mulher promove encontro sobre sucessão em empresas familiares em Sapiranga

Por Jonathan da Silva 07/04/2026
Por Jonathan da Silva

Com o tema “Empresa familiar e sucessão: o legado e seus desafios”, mais uma edição do evento Entre Elas será realizada nesta quinta-feira, 9 de abril, pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sapiranga, por meio do grupo CDL Mulher. O encontro ocorrerá na sede da entidade, localizada na Rua da República, 64, em Sapiranga, com recepção a partir das 7h. A programação contará com uma palestra de Vera Lúcia Gonzalez e um café da manhã de integração, reunindo empreendedoras, lideranças e participantes interessadas em debater os desafios da continuidade empresarial e a preservação de legados ao longo de gerações.

A sucessão nas empresas familiares, considerada decisiva para a continuidade dos negócios, será o tema central da edição. O momento foi pensado para aproximar participantes em um ambiente de acolhimento e integração, valorizando o empreendedorismo feminino e o compartilhamento de vivências sobre um assunto estratégico para empresas familiares.

Como se inscrever

O investimento para participar é de R$ 30 para associados à CDL e R$ 50 para não associados. As inscrições e mais detalhes podem ser obtidos pelo telefone e WhatsApp (51) 9661-1082 ou pelo e-mail [email protected].

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/04/2026 1 Comentário 144 Visualizações
Variedades

CRMV-RS realiza evento em Porto Alegre sobre protagonismo feminino

Por Jonathan da Silva 06/04/2026
Por Jonathan da Silva

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS) realizou, no penúltimo dia de março, o evento “Mulheres que Inspiram”, no Farol Santander, em Porto Alegre. A ação reuniu lideranças femininas para debater temas relacionados ao papel da mulher na sociedade e no ambiente profissional. A iniciativa integrou as ações alusivas ao mês da mulher e teve como objetivo promover reflexões sobre desafios enfrentados por profissionais, como a autocobrança e a saúde mental.

O evento contou com palestra da psicóloga e coordenadora do Projeto Saúde Mental na Graduação e Pós-Graduação da Faculdade de Veterinária da UFRGS, Liliane Lykawka, que abordou o tema “Conecte-se com você: a mulher na Medicina Veterinária e na Zootecnia além da profissão”. A apresentação trouxe reflexões sobre os desafios emocionais vivenciados por mulheres nas áreas, incluindo a sobrecarga e o risco de desconexão pessoal ao longo da trajetória profissional.

Participação de lideranças

A programação teve ainda uma conversa coordenada pelo presidente do CRMV-RS, Mauro Moreira, com a participação de diferentes lideranças. Estiveram presentes a vice-presidente do CRMV-RS e presidente da Comissão da Médica Veterinária e Zootecnia, Raquel Guarise; a presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Ana Elisa Almeida; a jornalista e ex-senadora Ana Amélia Lemos; a procuradora da Mulher na Câmara Municipal de Porto Alegre, Comandante Nádia; a conselheira do CRMV-SC, Lauren Ventura Parisotto; a médica veterinária da Embrapa Pesca e Aquicultura, Renata Melon; a diretora-geral da Secretaria de Desenvolvimento Social, Lourdes Sprenger; a vice-presidente do CRMV-SP, Carolina Saraiva Filippos de Toledo; a procuradora de Justiça do RS, Ana Maria Moreira Marchesan; e a desembargadora do Tribunal de Justiça, Gisele Anne Vieira de Azambuja.

Foto: UffiziCom/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/04/2026 0 Comentários 390 Visualizações
Projetos especiais

Rede Re-Humam do GHC atende quase 2 mil mulheres em dois anos

Por Jonathan da Silva 31/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Rede de Assistência Humanizada às Mulheres em Situação de Violência (Re-Humam), do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), realizou 1.959 atendimentos em dois anos de atuação no Rio Grande do Sul. Os dados foram apresentados nesta segunda-feira (30), durante evento que marcou o aniversário da iniciativa e reuniu instituições para fortalecer a rede de proteção. A ampliação do atendimento ocorre por meio de parcerias, novos protocolos e atuação integrada entre serviços de saúde, assistência e justiça, com o objetivo de qualificar o acolhimento e ampliar o acesso ao suporte para mulheres vítimas de violência.

Criada em março de 2024, a Re-Humam registrou aumento de 22% nos atendimentos entre o primeiro e o segundo ano, passando de 884 para 1.075 casos. A violência doméstica segue como a principal demanda, representando 52% dos registros, com crescimento de 19% no período. Já os casos de violência sexual aumentaram 56%, totalizando 271 atendimentos no último ano.

A coordenadora da Re-Humam, Débora Cristina Abel, destacou o cenário apresentado pelos indicadores. “Gostaria de estar aqui para apresentar outros números, dizer que diminuímos significativamente os atendimentos porque a violência reduziu, mas infelizmente essa não é a nossa realidade. Continuamos necessários, sendo chamados e atuando como ponte, escuta e acolhimento — muitas vezes, o primeiro lugar onde essa mulher consegue chegar. A partir de agora, também vamos avançar na qualificação dos dados, com uma análise mais detalhada do perfil das vítimas e um sistema mais ágil de busca ativa no Hospital Cristo Redentor”, afirmou Abel.

Como atua

A Re-Humam atua de forma integrada em diferentes serviços do GHC, incluindo os hospitais Conceição, Fêmina, Criança Conceição e Cristo Redentor, além da UPA Moacyr Scliar, Centros de Atenção Psicossocial (Caps), Ambulatório de Identidade de Gênero, Consultório na Rua e 12 Unidades Básicas de Saúde.

A sede da rede está localizada no Hospital Cristo Redentor, que concentra 61% dos atendimentos. Em seguida aparecem o Hospital Nossa Senhora da Conceição, com 15%, e o Hospital Fêmina, com 13%. A maior parte dos casos envolve violência física, com 69%, seguida pela violência sexual, com 23%.

Cooperação com a Defensoria Pública

Durante o evento, foi formalizada a assinatura de termo de cooperação com a Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul, além da implementação de novos protocolos com a Corregedoria e a área de Saúde do Trabalhador do GHC.

O diretor-presidente do GHC, Gilberto Barichello, destacou a necessidade de atuação institucional diante da demanda. “Os problemas da sociedade chegam até nós, e o GHC precisa agir diante deles, tanto no acolhimento de quem busca atendimento quanto na construção de políticas internas que enfrentem essas situações”, afirmou Barichello.

O defensor público-geral do Estado, Nilton Leonel Arnecke Maria, ressaltou a importância da integração dos serviços. “Esse convênio nos permite unir essa rede, porque a mulher vítima está em uma situação tão grave, que não consegue, muitas vezes, percorrer todas as etapas do atendimento. Ela precisa de atendimento de saúde, muitas vezes de saúde mental, e de atendimento jurídico. Não podemos permitir que se perca nesse percurso”, reforçou Arnecke Maria.

A procuradora de Justiça Carla Carrion Frós, coordenadora da Central de Apoio às Vítimas do Ministério Público do Rio Grande do Sul, também destacou a necessidade de articulação. “O nosso trabalho lá na ponta só vai ser efetivo com uma rede de proteção devidamente articulada. A rede existe, os serviços existem, mas sem articulação nós não estaremos protegendo essas mulheres”, pontuou Carla.

Debate sobre a rede de proteção

A programação contou também com um painel com representantes da segurança pública, do Judiciário e da assistência social para discutir o ciclo da violência doméstica e os desafios no atendimento às vítimas. Participaram a delegada Waleska Aline Viana de Alvarenga, a coordenadora do Centro de Referência de Atendimento à Mulher Márcia Calixto, Raquel Garbin Mársico, a defensora pública Paula Granetto, a juíza Taís Culau de Barros, a soldada Andressa Simionato Sthör e a promotora de Justiça Carla Carrion Frós.

Durante o encontro, foram apresentados fluxos de atendimento e medidas protetivas, além do funcionamento de serviços como a Patrulha Maria da Penha e o espaço “Bem-Me-Quer”, voltado ao acolhimento de vítimas.

Exposição

O evento também contou com a exposição “Arrancadas de Nós: histórias que precisam ser contadas”, proposta pela deputada estadual Stela Farias (PT), que reúne relatos e imagens de vítimas de feminicídio como forma de sensibilização e enfrentamento à violência.

Foto: Chico Lisboa/GHC/InPacto/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/03/2026 0 Comentários 130 Visualizações
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