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Marina Klein Telles

Marina Klein Telles

Business

Emprego formal cresce, mas 2,2 milhões de desligamentos revelam mercado em forte reposição

Por Marina Klein Telles 25/05/2026
Por Marina Klein Telles

O mercado formal brasileiro encerrou março de 2026 com saldo positivo de 228.026 empregos com carteira assinada, segundo análise da Sim Carreira com base nos dados do Novo CAGED. O resultado confirma a expansão do emprego formal no país, mas também revela um ponto de atenção para empresas: o crescimento ocorre em meio a uma forte movimentação de admissões e desligamentos.

No período, foram registradas 2,5 milhões de admissões e 2,2 milhões de desligamentos, com pressão de contratação de 1,10x. Ou seja, as empresas seguem contratando mais do que desligando, mas operam em um ambiente de alta circulação de profissionais.

Para a Sim Carreira, o dado mostra que o desafio das organizações não está apenas em abrir vagas, mas em contratar com mais precisão e reduzir ciclos recorrentes de reposição.

“Quando o mercado está aquecido, a velocidade de contratação passa a ser importante. Mas ela não pode vir sozinha. Empresas que contratam sem olhar para dados, perfil, aderência e retenção tendem a entrar em um ciclo de reposição constante”, avalia Thiago Melo, CEO da Sim Carreira.

A análise também mostra que o crescimento está concentrado na base da operação. A senioridade Auxiliar/Assistente concentrou 61% das admissões no período, com saldo positivo de 189.823 vagas. Já o departamento de Operações foi o mais movimentado, com saldo de 130.041 vagas.

Esse recorte ajuda a explicar por que o avanço do emprego formal pode ampliar a competição por profissionais. Com a demanda concentrada em funções essenciais para a operação, muitas vezes marcadas por alto volume, urgência de contratação e maior rotatividade, empresas passam a disputar talentos em um mercado mais aquecido e dinâmico.

Segundo a Sim Carreira, empresas que usam dados de mercado no planejamento de pessoas ganham mais previsibilidade para ajustar salários, melhorar ofertas, reduzir etapas desnecessárias e aumentar a assertividade na seleção.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 165 Visualizações
Variedades

Tensão global afeta cadeia de petróleo e abre espaço para soluções circulares no Brasil

Por Marina Klein Telles 25/05/2026
Por Marina Klein Telles

A escalada de tensões no Oriente Médio, região-chave para o fornecimento global de petróleo, tem impacto direto sobre cadeias produtivas no Brasil, especialmente aquelas dependentes de derivados como matéria-prima. Entre elas, o setor de óleos lubrificantes se destaca pela relevância transversal na economia, abastecendo desde a indústria pesada até o transporte.

Dados recentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicam que, apesar de avanços na produção nacional, o Brasil ainda mantém uma dependência significativa da importação de óleos básicos. Em 2024, a produção nacional de óleos básicos pelas refinarias foi de aproximadamente 646 milhões de litros, enquanto a demanda interna segue superior a esse volume, exigindo complementação por meio de importações.

Estimativas do setor, com base em dados da ANP e do comércio exterior, indicam que o Brasil importa milhões de litros de óleos básicos anualmente, com participação relevante de mercados como Estados Unidos, Oriente Médio e Ásia, o que torna a cadeia diretamente exposta a oscilações geopolíticas, logísticas e cambiais.

Produção nacional sustentável

Ao mesmo tempo, o país tem avançado em uma alternativa estratégica e sustentável: o rerrefino de óleo lubrificante usado, isto é, refinar novamente o resíduo pós consumo. O modelo brasileiro é referência internacional, e permite transformar resíduos em novos óleos básicos de alta qualidade, incluindo produtos do Grupo II, que só tem produção no Brasil por meio do rerrefino, reduzindo a necessidade de importação e a dependência de petróleo virgem.

Atualmente, o rerrefino é responsável por evitar parte significativa da importação de Óleo Básico mineral, gerando uma economia estimada em cerca de US$ 300 milhões por ano de acordo com a AMBIOLUC, Associação Ambiental para coleta, gestão e rerrefino do OLUC.

No Brasil, por força da legislação, o óleo lubrificante usado deve retornar ao ciclo produtivo por meio do rerrefino, um volume que contribui de forma relevante para o abastecimento interno, embora ainda insuficiente para atender toda a demanda nacional.

“A dependência de insumos importados torna a indústria brasileira mais vulnerável a eventos externos, como conflitos e restrições logísticas. O rerrefino é uma solução estratégica que combina segurança de abastecimento com ganhos ambientais”, afirma Aylla Kipper, presidente da AMBIOLUC e head de relações institucionais da Lwart Soluções Ambientais.

Segundo a executiva, o Brasil possui uma base sólida para ampliar essa produção. “Temos uma cadeia estruturada de logística reversa e capacidade tecnológica instalada”, destaca.

Além do aspecto econômico, o rerrefino também contribui diretamente para a agenda ambiental. O reaproveitamento do óleo usado evita o descarte irregular e reduz a necessidade de extração de petróleo, com impacto positivo na redução de emissões de gases de efeito estufa.

Lwart amplia capacidade e reforça papel do Brasil no rerrefino de alta qualidade

Como um dos principais players do setor no país, a Lwart Soluções Ambientais avança na expansão de sua planta industrial, com conclusão prevista para o segundo semestre deste ano. O investimento permitirá dobrar a capacidade produtiva da empresa, ampliando a oferta nacional de óleos básicos rerrefinados do Grupo II.

A iniciativa reforça o papel estratégico do rerrefino não apenas como solução ambiental, mas como alternativa concreta para reduzir a dependência brasileira de insumos importados. “Com a ampliação, a Lwart contribui para o fortalecimento da cadeia local de lubrificantes e para o aumento da segurança de abastecimento em um cenário internacional instável”, complementa Aylla.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 173 Visualizações
Moda e beleza

Páprika moda feminina comemora dois anos em Porto Alegre

Por Marina Klein Telles 25/05/2026
Por Marina Klein Telles

Entre o estilo descomplicado e a elegância atemporal, a marca paranaense de moda feminina traduz um vestir contemporâneo, leve e sofisticado, acompanhando diferentes gerações. Trazendo seu olhar apurado em cada detalhe de suas coleções, une tradição e inovação à experiência de 40 anos no cenário fashion.

A aposta em modelos versáteis e minimalistas, com caimento impecável e informação de moda na medida, é pensada para transitar com naturalidade entre o cotidiano e ocasiões especiais. É com este olhar que desde 2024 a Páprika vem conquistando o público feminino do RS, com peças práticas e ao mesmo tempo refinadas, feitas para atravessar temporadas.

De acordo com o sócio da Páprika, André Mendes, quando a marca chegou ao RS, há dois anos, ainda era pouco conhecida, mas já tinha a convicção de que sua proposta conversava com o estilo da mulher gaúcha, especialmente pela modelagem, pelo conforto e pela versatilidade das peças. “Hoje, é muito gratificante perceber o encantamento das clientes de Porto Alegre e de diferentes cidades do estado pelos produtos e pela experiência que a grife proporciona. Mais do que conquistar consumidoras, construímos uma relação próxima e verdadeira, criando um sentimento de pertencimento e conexão com a Páprika”, destaca.

Coleções

Ao longo do ano, são criadas coleções de outono/inverno e primavera/verão ganhando ritmo com lançamentos por meio de drops exclusivos, que renovam semanalmente o desejo no closet. A loja de Porto Alegre/RS recebe novidades duas vezes na semana, e conta também com o estoque integrado das demais unidades da marca. Assim, independentemente da localização da cliente, ela consegue ter acesso a todas as peças da label, que são entregues com uma logística muito ágil.

Outono/inverno 2026

Além dos best-sellers da marca, como a icônica Blusa Hana, e de um mix completo que veste do office ao happy hour, o time da Páprika investiu para a estação das baixas temperaturas em padronagens clássicas, como xadrez e tweed, e nos tecidos tecnológicos normalmente já utilizados pela grife. A cartela de cores apresenta tons neutros e terrosos atemporais, bem como matizes marcantes e cheios de personalidade, como Mangostim e Mirtilo, que vêm conquistando muitos corações. E para arrematar com bossa, a estampa ícone da estação: a Tie Deer, é inspirada nas manchas dos cervos, virando febre entre as fashionistas e prometendo ser trend em evidência na temporada.

Tecidos tecnológicos

Na Páprika, textura também é prioridade. Entre os tecidos diferenciados, a grife vem utilizando os tecnológicos Ecotouch – ultra macio e que acolhe o corpo com leveza – e Sarja Premium – combina poliamida com algodão para entregar bem-estar, sofisticação e muita durabilidade. Além dos conhecidos Ultrablock  – que entrega uma alfaiataria impecável com máximo conforto – e o Jersey – com proteção UV, secagem rápida e dispensa de passar a peça ferro.

O jeito Páprika de ser e atender

O espaço em Porto Alegre promete encantar a todas. Mantendo o coração em cada processo, a Páprika pauta suas relações no carinho e no cuidado como parte de seu DNA, priorizando a construção de laços com suas consumidoras. Com detalhes que fazem a diferença, desde a excelência no atendimento até seu mix de peças, um delicioso capuccino estará sempre à espera de cada uma das clientes. Além disso, já é tradicional da marca um calendário próprio de eventos em suas lojas, na da capital gaúcha quarta-feira é dia de servir bolo e espumante para o público que visitar a loja.

A marca, com sete unidades, seis no Paraná e uma na capital gaúcha, possui clientes em mais de 30 cidades do RS, atendendo de forma online. A abertura da loja física em Porto Alegre/RS ampliou ainda mais o alcance da Páprika no estado. Hoje, a grife tem presença digital relevante no Sul e Sudeste do País.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 239 Visualizações
Gastronomia

Como escolher o vinho certo para acompanhar risotos, sopas e caldos

Por Marina Klein Telles 25/05/2026
Por Marina Klein Telles

Com a queda das temperaturas no outono, risotos, sopas e caldos tornam-se protagonistas à mesa em reuniões casuais, sempre acompanhados de um bom vinho. Diferente do que muitos pensam, a harmonização vai além da simples preferência por rótulos mais encorpados, exigindo atenção especial à acidez e à estrutura, como explicam os sommeliers do e-commerce TodoVino, da Interfood Importação.

O equilíbrio entre o vinho e o prato cremoso depende do contraste de texturas. Receitas que levam manteiga, queijos e cremes pedem rótulos com acidez elevada para cortar a untuosidade e evitar que a refeição se torne pesada. Enquanto preparos de base vegetal ou laticínios leves combinam com castas como Pinot Noir, pratos de maior intensidade, como risotos de carne ou caldos, exigem tintos com maior presença de taninos e notas de especiarias para sustentar o peso da receita.

A temperatura de serviço também é um ponto de atenção na hora de escolher o vinho ideal para o jantar. Em pratos servidos muito quentes, vinhos com graduação alcoólica elevada podem causar um desequilíbrio sensorial, ressaltando o álcool na boca em vez do sabor. A recomendação é priorizar o frescor e a mineralidade, garantindo que o vinho refresque o paladar entre as colheradas sem sobrepor os ingredientes da receita.

A seguir, confira a seleção de rótulos de TodoVino para os jantares do outono:

Entre os tintos, uma das indicações é o 9 Lives Reserva Cabernet Sauvignon (R$ 74,43), do Vale do Curicó, no Chile. O vinho combina frutas negras, especiarias e notas sutis de madeira, resultado também de uma passagem parcial por barricas de carvalho francês e americano, que acrescentam complexidade aromática e ajudam a acompanhar preparos mais estruturados.

Outra sugestão é o Castillo de Molina Gran Reserva Pinot Noir (R$ 131,04), do Vale de Casablanca, no Chile. Produzido em uma das regiões frias mais conhecidas do país, o vinho reflete a forte presença do clima costeiro, com maturação lenta das uvas, boa intensidade e acidez natural marcada, características que favorecem a harmonização com pratos típicos de outono.

Da Argentina, o Costa & Pampa Pinot Noir (R$ 187,17) representa um projeto singular da Trapiche em Chapadmalal, na província de Buenos Aires. Cultivado a poucos quilômetros do Oceano Atlântico, o rótulo expressa o frescor e a acidez típicos da influência marítima, com um perfil elegante e gastronômico, adequado para pratos de sabor delicado e textura cremosa.

Entre os brancos, o Marqués de Riscal Rueda Verdejo (R$ 165,42), elaborado em Rueda, na Espanha, é uma opção para receitas à base de frutos do mar, como a paella, ou ainda com queijos mais leves. No paladar, é um rótulo leve, frutado e fresco, perfeito para a estação intermediária com temperaturas mais amenas.

Da França, o Louis Jadot Bourgogne Gamay (R$ 358,84) traz um perfil mais leve, com acidez média, taninos maduros e notas de frutas vermelhas. Produzido em Beaujolais, o rótulo mantém o caráter frutado da Gamay, com toques florais e de especiarias doces, o que o torna uma alternativa versátil para pratos típicos da época, como risoto de cogumelos.

Já para receitas mais cremosas, como risoto de abóbora, a indicação é o Il Seggio Bolgheri Rosso DOC (R$ 630,21), da Toscana. O vinho é elaborado com Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Petit Verdot, combinação que resulta em um tinto equilibrado, com fruta madura, ervas mediterrâneas e nuances balsâmicas, em sintonia com pratos de maior profundidade de sabor.

Todos os vinhos indicados para harmonização podem ser adquiridos no próprio e-commerce TodoVino, no canal de Televendas (11) 2602-7266, no WhatsApp (11) 99278-9369 ou nas melhores lojas especializadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 196 Visualizações
Saúde

Congresso Gaúcho em Pediatria encerra com debates sobre telas e canetas emagrecedoras na infância

Por Marina Klein Telles 25/05/2026
Por Marina Klein Telles

O uso excessivo de telas, os impactos das canetas emagrecedoras na infância, a prevenção do VSR (Vírus Sincicial Respiratório) e a valorização da profissão do pediatra estiveram entre os destaques do último dia do XVIII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria. A programação deste sábado, 23/05, no auditório do Barra Shopping Sul, em Porto Alegre, reuniu especialistas para discutir temas que atravessam a rotina dos consultórios, os desafios das famílias e a construção de um cuidado pediátrico cada vez mais atento às transformações da sociedade.

Pela manhã, o médico pediatra Juarez Cunha apresentou dados atualizados sobre o VSR e destacou a importância da vigilância para o acompanhamento dos casos.

“Vigilância, para nós, é fundamental. Temos que ter dados. Quando se tem dados, você tem um panorama”, pontuou.

Canetas emagrecedoras na infância

Um dos destaques foi a palestra com o médico endocrinologista pediatra Guilherme Guaragna Filho e a médica nutróloga Marcia Schneider, que abordaram o uso das chamadas canetas emagrecedoras na infância e na adolescência. Os especialistas destacaram que a medicação pode ter papel no tratamento da obesidade, mas deve estar associada à mudança de estilo de vida e ao acompanhamento médico.

“A medicação deve ser um empurrão. Já colocamos ela pensando em retirar. É um gatilho para a mudança. Nós buscamos dar esse empurrão e organizar a mudança de estilo de vida. A medicação uma hora vai ter que sair e o paciente precisa seguir com alimentação, atividade física e sono adequado”, afirmou Guilherme Guaragna Filho.

Marcia Schneider também chamou atenção para a forma como a obesidade é tratada socialmente.

“Precisamos entender que a pessoa não é obesa, ela está obesa”, destacou.

A nutróloga ainda apontou que o Rio Grande do Sul apresenta índices acima da média nacional de prevalência da obesidade e reforçou os desafios relacionados à alimentação.

“Hoje, o Brasil come mais, mas não come melhor. Cada vez mais, no supermercado, a gente percebe que comer saudável é caro. Dá trabalho”, completou.

Uso excessivo de telas e desenvolvimento infantil

Na sequência, os médicos Renato Santos Coelho, José Paulo Ferreira, Ricardo Sukiennik e Simone Sudbrack debateram um caso clínico e a interferência das telas no sistema neurológico das crianças. A discussão passou pelos impactos do uso persistente de dispositivos digitais no desenvolvimento infantil, especialmente em relação à fala, ao comportamento, à socialização e à avaliação de possíveis transtornos.

Renato Santos Coelho destacou que a dificuldade de fala tem sido uma das principais queixas levadas pelas famílias aos consultórios.

“Eles vão no Google e a ferramenta já dá o diagnóstico de autismo”, disse, ao chamar atenção para a necessidade de uma avaliação médica cuidadosa.

O painel também reforçou o papel central do pediatra na condução desses casos.

“O pediatra vê a criança em um recorte. Precisamos dos apoios, como psicólogos, para ajudar no diagnóstico”, pontuou Simone Sudbrack.

Ricardo Sukiennik defendeu que o consultório também deve ser um espaço de observação da criança.

“Precisamos voltar a ter brinquedos na nossa sala de exame. Ver as crianças brincarem, se brincam de maneira funcional. Isso é fundamental para diagnóstico de autismo”, afirmou.

Os especialistas ainda discutiram a necessidade de orientar as famílias sobre o uso inteligente das telas. José Paulo Ferreira alertou para o efeito dos algoritmos sobre as crianças.

“O algoritmo é um prato cheio para crianças. Ele inunda os neurotransmissores e a criança fica hipnotizada”, disse.

Renato Santos Coelho, por sua vez, destacou que a mudança precisa envolver também os adultos.

“Os pais também precisam sair das telas e ir curtir as crianças”, afirmou, reforçando que a rede de apoio é um fator de proteção no desenvolvimento infantil.

Valorização da profissão do pediatra

O turno da manhã foi encerrado com um painel sobre a importância de valorizar a profissão do pediatra, conduzido pelos médicos Felipe Lora e Tania Denise, com moderação de João Ronaldo Krauzer. A conversa abordou aspectos da carreira que nem sempre são discutidos durante a residência, ampliando a reflexão sobre os desafios, responsabilidades e aprendizados que fazem parte da prática pediátrica.

Na sequência, a miniconferência “Neonatologia Hot Topics” trouxe uma atualização objetiva sobre temas atuais e desafiadores no cuidado ao recém-nascido, com moderação de Carolina Mena e participação dos palestrantes Desiree de Freitas Valle Volkmer e Paulo de Jesus Hartmann Nader.

Quando chamar o especialista

A avaliação de episódios de convulsão na infância e na adolescência exige cautela, escuta qualificada e análise clínica criteriosa, destacou Sócrates Salvador. O especialista chamou atenção para a importância da anamnese detalhada e para o cuidado em não rotular, de forma precipitada, um quadro como epilepsia.

“É fundamental lembrar que a clínica sempre será soberana. A anamnese detalhada pode ser decisiva para diferenciar uma crise epiléptica de outras condições, evitando diagnósticos apressados e tratamentos desnecessários”, afirmou Sócrates Salvador.

Silvia Casonato destacou que o sopro cardíaco na infância deve ser avaliado conforme suas características, sintomas associados, exame físico e fatores de risco, como histórico familiar de morte súbita, síndromes genéticas e recém-nascidos de mães diabéticas. Ela alertou que sinais de insuficiência cardíaca podem ocorrer mesmo sem sopro e exigem investigação.

“O sopro nem sempre significa doença, mas sintomas, alterações no exame físico ou fatores de risco devem acender o alerta para avaliação cardiovascular”, afirmou Silvia Casonato.

Nutrição infantil

O último bloco da programação foi dedicado à nutrição infantil, com a mesa-redonda “Nutrição que transforma: do aleitamento à formação de hábitos”, moderada por João Paulo Weiand. O aleitamento materno foi apresentado por Leandro Meirelles Nunes como base da nutrição infantil não apenas pelo valor nutricional, mas também pelo papel imunológico e na formação do microbioma do bebê.

“Amamentar requer muita disponibilidade física, mental, temporal e afetiva. Por isso, a regra de ouro é elogiar a mãe sempre”, destacou Leandro Meirelles Nunes.

Na sequência, foram abordados critérios para indicação e escolha de fórmulas infantis, com José Vicente Noronha Spolidoro, e a introdução alimentar como etapa fundamental para a construção de hábitos saudáveis desde os primeiros anos de vida, com Maíra Lucília Monteiro Ferreira.

O XVIII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria encerrou sua 18ª edição reforçando a importância da atualização científica, da escuta qualificada e do cuidado integral com crianças e adolescentes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 170 Visualizações
Business

De pote a ícone cultural: como a Tupperware celebra 80 anos e reinventa a relação das pessoas com comida, casa e memória

Por Marina Klein Telles 25/05/2026
Por Marina Klein Telles

Poucas marcas conseguem atravessar gerações mantendo relevância cultural por oito décadas. A Tupperware é uma delas. Fundada em 1946 por Earl Tupper, a marca nasceu a partir de uma inovação simples, mas revolucionária para a época: um plástico flexível e seguro para alimentos combinado a um sistema de vedação inspirado nas tampas de latas de tinta. O resultado foi a criação da Tigela Maravilhosa, considerada a primeira tigela hermética da história e um dos produtos mais influentes do design doméstico moderno.

Mais do que transformar a forma como os alimentos eram armazenados, a Tupperware ajudou a redefinir hábitos dentro de casa e se consolidou como um símbolo cultural presente no cotidiano de milhões de famílias ao redor do mundo.

A revolução das Tupperware Parties

A expansão da marca ganhou força nos anos 1950 com Brownie Wise, responsável por criar as icônicas Tupperware Parties. O modelo de demonstrações domiciliares revolucionou o mercado de vendas diretas e transformou a marca em um dos maiores exemplos de empreendedorismo feminino do século XX.

O impacto foi tão significativo que Wise se tornou a primeira mulher a aparecer sozinha na capa da revista Business Week, em 1954. Décadas antes de conceitos como economia colaborativa e creator economy ganharem força, as reuniões promovidas pela Tupperware já conectavam demonstração de produto, comunidade e geração de renda.

No Brasil, a marca consolidou essa relação desde os primeiros anos de operação. Registros dos catálogos iniciais mostram uma comunicação centrada em facilitar a rotina das famílias e nas oportunidades de empreendedorismo por meio das reuniões domiciliares.

Do utilitário ao design: quando os potes viraram ícones 

Ao longo das décadas, a Tupperware ultrapassou a funcionalidade e passou a ocupar também um espaço ligado ao design e ao estilo de vida. Nos anos 1970, o lançamento da linha Sensação marcou essa transformação ao unir conservação de alimentos, estética e comportamento em um mesmo produto.

Inspirada no design modernista da época, a linha ficou conhecida pela tampa em formato de “raio de sol”, pelas cores vibrantes e pelo conceito serve & store, pensado para levar os recipientes da geladeira diretamente à mesa.

O impacto cultural da marca também se refletiu no universo do design. Produtos da Tupperware passaram a integrar acervos de instituições como o MoMA, em Nova York, o Smithsonian e o Design Museum de Londres, consolidando a marca como referência do design industrial mundial. Linhas como Allegra também receberam reconhecimento internacional por inovação em design.

E, por falar em premiação, a marca já recebeu reconhecimentos como o prêmio RedDot, uma das maiores e mais prestigiadas competições internacionais de design, que atestaram a excelência em inovação, praticidade, sustentabilidade e a qualidade dos produtos Tupperware, como a Pipoqueira WowPop e as bolsas de silicone.

Dos lares ao espaço: inovação como parte da história

Ao longo de sua trajetória, a Tupperware acumulou marcos que ajudaram a consolidar sua presença global, tendo estado presente em mais de 100 países e somado, até o momento, mais de 50 bilhões de produtos vendidos em todo o mundo.

Parte dessa relevância também está ligada à inovação. O tradicional “click” da tampa hermética, por exemplo, é considerado um dos primeiros exemplos de experiência tátil aplicada ao design de produtos de consumo.

Décadas depois de revolucionar a conservação de alimentos dentro de casa, a Tupperware também levou sua expertise para além da Terra. Em parceria com a NASA, a marca participou do desenvolvimento do PONDS, sistema utilizado para cultivo de vegetais em microgravidade na Estação Espacial Internacional.

80 anos depois, a marca segue presente na cultura popular

No Brasil há mais de 50 anos, a Tupperware atravessou essas décadas conectada a memórias e hábitos cotidianos, da lancheira da escola ao almoço de domingo.

Ao completar 80 anos, a marca mantém esse legado vivo enquanto amplia sua presença cultural por meio de novas colaborações e iniciativas. A campanha comemorativa contou com o economista e influenciador Gil do Vigor como protagonista, enquanto parcerias com nomes como Simone Mendes reforçam a conexão da marca com diferentes públicos brasileiros.

A Tupperware também tem investido em licenciamentos com grandes marcas do entretenimento, como Warner Bros. e Disney, além da expansão de categorias, como a linha de vidro premium.

Mais do que uma marca de utilidades domésticas, a Tupperware se tornou parte da memória coletiva de diferentes gerações, um raro exemplo de produto que atravessou o tempo sem perder espaço no cotidiano das pessoas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 202 Visualizações
Variedades

Especialista avalia a chegada do El Niño no sul brasileiro e quais podem ser os riscos para négocios da região

Por Marina Klein Telles 25/05/2026
Por Marina Klein Telles

As recentes tempestades registradas na Região Sul acenderam um alerta para os impactos da formação do fenômeno El Niño em 2026. Segundo o CEO da i4sea, Mateus Lima, a combinação entre anomalias climáticas no Oceano Pacífico e outros fenômenos atmosféricos deve aumentar significativamente o risco de eventos extremos no Sul do Brasil nos próximos meses, pressionando setores estratégicos da economia.

De acordo com o executivo, o instituto IRI/Columbia já aponta 98% de probabilidade de formação do El Niño entre maio e julho de 2026, enquanto a temperatura do Pacífico apresenta anomalia de +0,9°C. Embora ele ressalte que episódios recentes de temporais, ventos acima de 117 km/h e possíveis tornados ainda precisem de estudos específicos para comprovar relação direta com o fenômeno, o cenário já indica maior suscetibilidade da região a chuvas torrenciais, vendavais e ciclones.

Entre os setores mais vulneráveis estão logística portuária, infraestrutura energética, indústria de manufatura e agronegócio. Segundo Lima, paralisações em portos, aeroportos e rodovias podem desencadear um efeito cascata em toda a cadeia produtiva nacional. “O Sul é hub de exportação e distribuição interna. Quando trava, trava o resto”, afirma.

O executivo lembra que, em 2024, 11 portos do Rio Grande do Sul interromperam operações durante eventos climáticos severos, enquanto o Aeroporto Salgado Filho ficou fechado por 12 dias. A consequência imediata, segundo ele, é o aumento expressivo do frete, atrasos logísticos e renegociação de contratos comerciais. “Cada dia de navio parado custa entre US$ 30 mil e US$ 50 mil apenas de afretamento. Isso vai para o frete, e o frete vai para a prateleira”, destaca.

No setor industrial, Lima alerta que muitas plantas operam com estruturas projetadas para um padrão climático ultrapassado. Ele cita o caso da fábrica da Toyota em Sorocaba como exemplo de vulnerabilidade estrutural diante de rajadas de vento cada vez mais intensas. “O ponto fraco da indústria brasileira não é construção. É calibração”, afirma.

Segundo ele, três pontos exigem auditoria urgente: sistemas de cobertura e fixação de telhados, drenagem de águas pluviais e redes de distribuição de energia. “As normas técnicas foram escritas para um clima que não existe mais”, observa.

Para minimizar perdas financeiras e operacionais, o CEO defende que as empresas avancem na adoção de inteligência climática aplicada ao negócio. Isso inclui monitoramento hiperlocal dos ativos, protocolos de contingência integrados às operações e análise de risco climático individualizada para contratação de seguros.

“Não basta gerar alerta. O dado climático precisa entrar nas decisões de negócio”, afirma. Segundo Lima, empresas que conseguem antecipar eventos extremos com sete a dez dias de antecedência têm mais capacidade de redirecionar cargas, contratar fretes antes da alta de preços e proteger contratos estratégicos.

O executivo também chama atenção para mudanças regulatórias que devem pressionar grandes corporações a incorporarem o risco climático em seus planejamentos financeiros e de governança. Ele cita a Resolução CVM 218, que obriga companhias abertas brasileiras a reportarem exposição climática por ativo a partir de 2026.

“Risco climático virou item de balanço, não item de ESG”, afirma. Para ele, empresas que continuarem baseando seus planejamentos apenas em médias históricas estarão mais expostas financeiramente. “Quem orça com cenário climático provisiona o que precisa. Quem não fizer isso vai pagar prêmio de risco para banco, seguradora e investidor”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 1,K Visualizações
Variedades

Cansaço dos aplicativos leva jovens a buscar conexões mais reais

Por Marina Klein Telles 25/05/2026
Por Marina Klein Telles

Após anos de protagonismo dos aplicativos de namoro, cresce um movimento de afastamento dessas plataformas, impulsionado pelo cansaço emocional e pela busca por conexões mais autênticas. O fenômeno, conhecido como “dating app fatigue”, reflete o desgaste provocado por interações superficiais, excesso de opções, conversas descartáveis e dificuldades em construir vínculos consistentes.

Segundo uma pesquisa da Forbes Health, 78% da Geração Z relatam esgotamento com o uso de aplicativos de namoro. Em contrapartida, um levantamento do Bumble apontou que 62% dos jovens da mesma geração voltaram a utilizar plataformas, mas com uma nova perspectiva: priorizando conexões mais autênticas, intencionais e alinhadas emocionalmente, em resposta à superficialidade que marcou os primeiros anos dessa experiência digital.

Embora os aplicativos tradicionais tenham ampliado as possibilidades de conhecer pessoas, muitos usuários relatam exaustão diante da dinâmica acelerada e da recorrência de interações pouco comprometidas. Dados de um estudo recente do MeuPatrocínio, maior plataforma Sugar Daddy e Sugar Baby da América Latina, mostram que 83,9% das 1.548 jovens da Geração Z entrevistadas afirmaram ter escolhido a plataforma devido à transparência, ao apoio e ao alinhamento de objetivos, pilares associados à hipergamia.

O especialista em comportamento afetivo e relacionamentos do MeuPatrocínio, Caio Bittencourt, explica que “essa geração tem mais consciência e preocupação com a saúde mental e também com a responsabilidade emocional, optando por um modelo de relacionamento mais prático e descomplicado, como a hipergamia, ou estilo de vida Sugar, por ser uma escolha que valoriza a leveza”.

A insatisfação com plataformas convencionais abriu espaço para modelos de relacionamento que priorizam clareza desde o início, comunicação objetiva e expectativas alinhadas. Nesse novo contexto, a autenticidade deixa de ser apenas um diferencial e passa a ocupar posição central nas escolhas amorosas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 181 Visualizações
Business

Geely amplia presença no RS com nova concessionária em Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 25/05/2026
Por Marina Klein Telles

O Grupo IESA amplia a operação da montadora chinesa Geely no Rio Grande do Sul com a inauguração de uma unidade em Novo Hamburgo. A nova concessionária recebeu investimento de R$ 3,9 milhões e representa a segunda operação da marca no Estado comandada pelo grupo. Localizada na Rua Ignácio Treis, 405, a estrutura possui 1.919,78 m² e iniciou oficialmente as atividades no dia 23 de maio.

A Geely reforça seu compromisso em tecnologia, eficiência energética e inovação automotiva com a chegada do novo Geely EX5 EM-i, que amplia o portfólio da fabricante no Brasil. Na nova loja, os visitantes poderão conhecer de perto o modelo híbrido plug-in, que oferece até 1.300 km de autonomia total combinada. Além do lançamento, a concessionária conta com os modelos 100% elétricos Geely EX5 e Geely EX2, sendo o EX2 o veículo mais vendido do mundo nos segmentos A e B em 2025.

Em menos de um ano de atuação no Brasil, a marca ultrapassou 10 mil veículos comercializados e consolidou presença entre as principais fabricantes do segmento de elétricos, segundo dados do RENAVAM. Para sustentar esse avanço, a Geely firmou parceria estratégica com a Renault no Brasil, adquirindo uma participação de 26,4% na operação da montadora. A associação garante a utilização da estrutura e da rede de distribuição da Renault para produção e comercialização dos modelos da marca chinesa.

O diretor comercial da IESA Geely, Ari Campanhol, destaca os impactos da parceria para a operação no país. “A partir do segundo semestre, a Geely começará a produzir seus modelos na fábrica da Renault em São José dos Pinhais, o que traz ainda mais credibilidade para a marca e fortalece toda a estrutura de suporte técnico e pós-venda, contando com a expertise já consolidada da Renault no Brasil”, afirma. 

Com a nova concessionária IESA, a expectativa é ampliar a presença do grupo no Vale do Sinos e fortalecer o atendimento ao público interessado em mobilidade eletrificada. Atualmente, o Grupo IESA está presente em Novo Hamburgo com as marcas GWM, BYD, Nissan, BMW, MINI e BMW Motorrad. 

Segundo Ambrosio Pesce, Diretor Institucional e de Relações com o Mercado do Grupo IESA, a operação está preparada para oferecer tecnologia, inovação e uma experiência diferenciada aos clientes. “A chegada da Geely em Novo Hamburgo reforça a confiança da IESA no potencial de crescimento da mobilidade híbrida e elétrica no mercado gaúcho. A Geely vem demonstrando forte aceitação no Brasil, e acreditamos que a cidade terá papel importante nessa nova fase de expansão da marca”, complementa Pesce. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 803 Visualizações
Variedades

Galapos capta mais de R$ 550 milhões pela Finep para inovação em 2025

Por Marina Klein Telles 22/05/2026
Por Marina Klein Telles

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) fechou 2025 com a contratação de mais de R$ 6,5 bilhões em operações de crédito direto com a financiadora. Deste montante, mais de R$ 550 milhões são de projetos desenvolvidos pela Galapos, somando 9% das captações no país e com 70 projetos no total.

Entre as contratações, quase 90% dos projetos foram enquadrados na linha Mais Inovação, vinculados diretamente às missões propostas pela Nova Indústria Brasil. Ou seja, se tratam de projetos de relevância para o cenário da inovação nacional, com grande impacto sócioeconômico.

Para Fernanda D’Arrigo, gerente de captação de recursos da Galapos, o número é positivo, já que se trata de um cenário de crédito difícil, no qual os projetos demandam qualificação técnica e outros desafios. “Podemos dizer que o cenário de captação de recursos para projetos de inovação em 2025 foi desafiador. As mudanças das condições operacionais da Finep desafiaram as empresas a elevar o nível das propostas pleiteadas nos projetos de inovação. No entanto, bons projetos, com desafios tecnológicos significativos foram aprovados e já estão sendo executados”, explica.

De acordo com ela, a Galapos trabalha com diversidade de áreas contempladas porque tem uma equipe técnica interna própria, composta por time técnico robusto e qualificado, que valoriza o potencial dos projetos. Ainda, este time multidisciplinar é capaz de atender diversos setores, mantendo a qualidade técnica esperada na descrição de um projeto de inovação.

“A nossa área técnica de projetos é multidisciplinar, com qualificação técnica relevante e que consegue atender a todas as demandas dos mais variados setores. Contamos com engenheiros nas mais diversas áreas, além de mestres e doutores prontos para estarem acompanhando as empresas na jornada da captação de recursos. Nosso time tem know-how sobre os processos e os fluxos e acaba complementando esses conhecimentos, facilitando os fluxos e os processos de aprovação”, contextualiza.

Investimento se tornam diferencial competitivo no mercado

Uma das captações de Finep conduzidas pela Galapos foi realizada pela fabricante mineira de fraldas CCM, responsável pela marca Hipopó, na linha infantil e Confort na linha de fraldas adultas. Com um investimento de R$ 45 milhões, a empresa expandiu a fábrica em Uberaba (MG), desenvolvendo novas tecnologias para um mercado de cuidados básicos, apostando em um mercado que cresce em sintonia com o envelhecimento da população brasileira. Com o investimento, a empresa projeta aumentar a oferta nacional de fraldas em 10% no segmento infantil e 15% no adulto.

Outras duas conduções feitas pela companhia gaúcha envolveram empresas da indústria farmacêutica. A primeira, com a Geolab, de Goiânia, a captação foi de R$ 85 milhões e destinada para um projeto que foca no desenvolvimento de novos produtos que compõem a linha de fármacos da empresa. O segundo, com a HalexIstar, somou R$ 93 milhões. O objetivo é o desenvolvimento de novos fármacos e novos métodos produtivos, que ampliam o portfólio da empresa.

Além disso, há ainda a assessoria na captação de R$ 53 milhões da nstech, maior empresa de software para logística da América Latina, que utilizou o montante para ampliar ações de desenvolvimento da empresa.

Novas perspectivas para 2026

Conforme Fernanda, o cenário é positivo com a projeção de retorno e liberação de mais de R$ 1,5 bilhão para o programa Inovacred no primeiro semestre de 2026. “O Inovacred é uma modalidade importante de acesso ao crédito para inovação por apoiar empresas de pequeno e médio porte que precisam da inovação como motor de crescimento”, destaca.

A Finep anunciou em dezembro de 2025 que serão disponibilizados R$ 1,5 bilhão, sendo que 30% serão destinados para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, para o primeiro semestre de 2026, que poderão ter forte acréscimo à medida em que se completar o processo de capitalização da Finep e de recebimento de recursos adicionais no âmbito da Lei 12.184/2025.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2026 0 Comentários 147 Visualizações
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