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Marina Klein Telles

Marina Klein Telles

Business

Grupo Lebes celebra 70 anos com homenagem a colaboradores e show da Família Lima

Por Marina Klein Telles 02/06/2026
Por Marina Klein Telles

O Grupo Lebes celebrou seus 70 anos de história em um evento especial realizado na CasaVetro, em Porto Alegre. A comemoração reuniu colaboradores de diversas regiões do Rio Grande do Sul para um momento de celebração e conexão com a trajetória construída ao longo de sete décadas. A programação teve como destaque a homenagem aos colaboradores que completaram marcos importantes, celebrando profissionais com mais de 15, 20, 25, 30, 35, 40 e até mais de 45 anos de dedicação à Lebes. O evento também contou com a presença de ex-colaboradores que marcaram a história da companhia.

Além dos relatos inspiradores de colaboradores e lideranças, os convidados puderam assistir juntos a retrospectiva da construção do Grupo Lebes, desde sua fundação em 1956 até sua consolidação como uma das maiores redes varejistas do Sul do Brasil. E também confraternizar ao som da Família Lima. “Eles valorizam a cultura gaúcha por onde passam. Carregam as origens mundo afora. E a Lebes é assim: nascemos aqui e nossa conexão com o Rio Grande do Sul, com o interior gaúcho, é valiosa ”, explicou, emocionado, o presidente do Grupo Lebes, Otelmo Drebes, sobre a escolha do grupo para esse evento especial.

Fundada em 1956, na cidade de São Jerônimo, a Lebes tem hoje uma das dez maiores redes de departamentos do país. E, recentemente, a companhia se transformou em grupo, conectando outras empresas às suas lojas — otimizando processos, reduzindo custos e abrindo espaço para novos negócios: Lebes Indústria do Vestuário, Lebes Cobrança, Lebes Financeira, Lebes FIDC, IntechLog e Ellosul. “Em um cenário em que tantas empresas surgem e desaparecem ao longo dos anos, completar sete décadas com tanta consistência e motivação é uma conquista que merece ser celebrada. E isso é resultado da confiança dos nossos clientes, da capacidade da Lebes de se adaptar sem perder sua essência e, acima de tudo, da dedicação das pessoas que construíram essa história ao longo das décadas. Por isso, é uma data para reconhecer e agradecer a cada colaborador que, com seu trabalho e compromisso, ajudou a transformar a empresa no que ela é hoje”, destacou o presidente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2026 0 Comentários 118 Visualizações
Business

SINDHA participa de mobilização na Fecomércio-RS em defesa da atualização urgente do Simples Nacional

Por Marina Klein Telles 02/06/2026
Por Marina Klein Telles

Representantes do setor produtivo, parlamentares e especialistas participaram na segunda-feira (1), na sede da Fecomércio-RS, em Porto Alegre, de uma mesa redonda voltada à discussão sobre o novo enquadramento do Microempreendedor Individual (MEI) e a atualização das faixas do Simples Nacional. O encontro marcou o início do plano de trabalho da comissão responsável pela relatoria do PLP 108/2021, presidida pela deputada federal Any Ortiz e com relatoria do deputado federal Jorge Goetten.

Compuseram a mesa principal o deputado federal Jorge Goetten, a deputada federal Any Ortiz, o presidente do Sistema Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, o secretário estadual do Trabalho e Desenvolvimento Profissional, José Scorsatto, além dos deputados estaduais Guilherme Pasin, Marcel Van Hattem e Felipe Camozzato.

Representando o Sindicato de Hospedagem e Alimentação de Porto Alegre e Região (SINDHA), a vice-presidente da entidade, Raqueli Baumbach, defendeu a atualização integral da tabela do Simples Nacional e relatou os impactos práticos da defasagem tributária sobre empresas do setor. “Isso já é discutido há quase dez anos. Precisamos que esse projeto avance e seja votado antes das eleições. O que estamos defendendo não é benefício fiscal, é apenas reposição inflacionária”, afirmou.

Empresária do setor de alimentação há quase 60 anos em Porto Alegre, Raqueli compartilhou a experiência do próprio negócio para exemplificar a distorção provocada pela ausência de atualização da tabela. “Durante dois anos nós fechamos o mês inteiro de dezembro para não sair do Simples por 30 ou 40 mil reais. E isso não era lucro. Era simplesmente inflação acumulada no período”, destacou.

Segundo ela, o SINDHA defende que a atualização contemple conjuntamente microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs, além da correção integral da tabela do Simples Nacional.

Os dados técnicos apresentados durante a mobilização ficaram a cargo do economista Gustavo Moraes, responsável pelo estudo desenvolvido para o SINDHA. Segundo o levantamento, a defasagem acumulada da tabela do Simples Nacional, considerando o IGP-DI desde 2018 até abril de 2026, chega a 89,5%.

Com isso, a faixa teto atual do regime, hoje limitada a R$ 4,8 milhões de faturamento anual, deveria estar próxima de R$ 9,1 milhões apenas para acompanhar a inflação do período. “Não se trata de benefício fiscal. Trata-se de atualização e da preservação de um regime criado para formalização de pequenos negócios”, explicou Moraes.

O estudo também aponta que o Simples Nacional está ligado a quase 13 milhões de empregos no país. Apenas no Rio Grande do Sul, são aproximadamente 719 mil empresas enquadradas no regime, responsáveis por cerca de 1,5 milhão de postos de trabalho.

Segundo o economista, a atualização das faixas teria impacto direto sobre geração de emprego, circulação econômica e competitividade empresarial. “O princípio é simples: sobra mais caixa para as empresas investirem, contratarem, ampliarem operações e movimentarem toda a cadeia econômica. O esforço inicial do governo retorna em arrecadação no médio prazo”, afirmou.

Durante o encontro, representantes do setor empresarial também defenderam a criação de mecanismos automáticos de atualização anual da tabela do Simples Nacional, evitando novos períodos prolongados de defasagem.

O diretor de Políticas Estratégicas e Legislativas da FENACON e assessor contábil do SINDHA, Diogo Chamun, reforçou que a atualização da tabela não deve ser tratada como renúncia fiscal. “Reposição inflacionária não é benefício fiscal. Não faz sentido mobilizar o Congresso Nacional inteiro a cada dez anos apenas para corrigir inflação”, afirmou.

A mobilização também reforçou a atuação do SINDHA dentro do movimento “Atualiza Simples”, iniciativa que teve início no sindicato e que hoje reúne mais de 60 entidades empresariais de diferentes regiões do país em defesa da atualização da tabela do Simples Nacional e da correção da defasagem inflacionária acumulada desde 2018.

A realização do primeiro encontro regional em Porto Alegre reforça a participação do SINDHA nas discussões nacionais sobre o futuro do Simples Nacional e o impacto da atual estrutura tributária sobre microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs brasileiros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2026 0 Comentários 117 Visualizações
Política

Assembleia determina que obra de proteção contra enchentes só ficará pronta em 2031 em Eldorado do Sul

Por Marina Klein Telles 02/06/2026
Por Marina Klein Telles

A confirmação de que o principal sistema de proteção contra enchentes de Eldorado do Sul só deverá ser concluído em junho de 2031 provocou indignação entre moradores, empresários e lideranças políticas durante audiência pública realizada nesta segunda-feira (1º) no município. O cronograma foi apresentado pela secretária-adjunta da Secretaria Estadual da Reconstrução, Ângela de Oliveira, e gerou reações imediatas no plenário.

Segundo a apresentação do governo Eduardo Leite, o edital da obra deve ser lançado ainda em 2026, a contratação ocorrer em maio de 2027, o início efetivo das obras está previsto para junho de 2028 e a conclusão somente três anos depois, em junho de 2031.

A revelação do cronograma ocorreu durante audiência promovida pela Comissão Externa da Câmara dos Deputados sobre os Danos Causados pelas Enchentes de 2023 e 2024 no Rio Grande do Sul e pela Frente Parlamentar do Empreendedorismo e Desburocratização da Assembleia Legislativa. Ao longo do encontro, moradores relataram o medo permanente de uma nova enchente enquanto aguardam as obras definitivas.

O presidente da União Empresarial de Eldorado do Sul (UNEESUL), Carlos Calixto, afirmou que é inadmissível descobrir que ainda se está na fase de licitação do projeto para o dique.  “Os senhores conseguem mensurar a angústia de uma população que dorme e acorda olhando para o nível do rio e para a previsão do tempo? Isso não é apenas um problema climático. Isso é cruel, muito cruel. Estamos na iminência de sofrer mais um prejuízo devastador, um golpe que pode ser fatal para a economia local”, desabafou.

Coordenador da Comissão Externa, o deputado federal Marcel van Hattem (NOVO-RS) afirmou que o prazo apresentado reforça a necessidade de cobrar mais rapidez dos governos. “O que a população ouviu hoje é que a principal obra de proteção da cidade poderá levar mais seis anos para ficar pronta. Isso é algo que precisa nos preocupar e mobilizar. Nosso trabalho é fiscalizar, cobrar e buscar alternativas para acelerar aquilo que é urgente para quem ainda convive diariamente com o medo de uma nova enchente”, afirmou.

O presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo e Desburocratização da Assembleia Legislativa, deputado Felipe Camozzato (NOVO), também criticou a demora e defendeu mudanças legais para acelerar os processos. “A burocracia está custando tempo demais para quem perdeu tudo. Precisamos remover entraves e acelerar os processos para que as obras saiam do papel. O cronograma apresentado hoje mostra que a população de Eldorado do Sul continuará esperando por anos pela proteção definitiva que precisa”, afirmou.

A prefeita Juliana Carvalho também demonstrou preocupação com os prazos e atribuiu a demora à burocracia dos processos públicos. “Temos dinheiro para fazer a obra mais importante da cidade, mas não conseguimos avançar porque a burocracia é enorme. Somos uma cidade que precisa construir praticamente do zero seu sistema de proteção contra enchentes. E quem viveu tudo o que vivemos em 2024 convive, sim, com esse medo”, disse.

O relator da Comissão, deputado federal Pompeo de Mattos (PDT-RS), destacou que Eldorado do Sul foi o município que mais sofreu com a tragédia climática de 2024. “A maior tragédia de todas as tragédias, em termos de inundação, da história do Rio Grande do Sul foi nesta cidade. É por isso que precisamos dialogar, discutir, debater e cobrar soluções com responsabilidade e urgência”, afirmou.

A audiência foi marcada por cobranças para que governos e órgãos de controle encontrem mecanismos que permitam acelerar licitações, licenciamentos e contratações. O consenso entre os participantes foi de que a cidade não pode esperar até 2031 para ter concluída a principal obra destinada a protegê-la de novas enchentes.

Também participaram da audiência representantes de entidades empresariais e municipalistas, como a prefeita de Eldorado do Sul, Juliana Carvalho, vice-presidente regional da Federasul, Darcy Zottis, presidente da Câmara de Vereadores de Eldorado do Sul, Lodear Carlos Hahn (Dunga);  diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Hiratan Pinheiro da Silva, representante do SOS Enchentes e morador de Eldorado do Sul Cristol Gouvea; secretário extraordinário para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul do governo federal, Ramon de Jesus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2026 0 Comentários 163 Visualizações
Cidades

OAB/RS apresenta a Cidade da Advocacia 2026 com ampliação inédita de palcos e serviços

Por Marina Klein Telles 02/06/2026
Por Marina Klein Telles

Há ideias que acompanham o seu tempo, mas existem movimentos que antecipam o próprio futuro do Direito. Foi com esse espírito de vanguarda que a OAB/RS realizou, na manhã da segunda-feira (1º), no Auditório OAB Cubo, em Porto Alegre, o lançamento oficial da Cidade da Advocacia 2026. Consolidado como o maior evento jurídico gratuito do Brasil, o encontro — que ocorrerá de 4 a 8 de agosto no Cais Embarcadero — chega à sua quinta edição focado em empreendedorismo, inteligência artificial e na sustentabilidade da carreira, transformando a capital gaúcha no epicentro do debate jurídico nacional.

Durante o ato, o presidente da Ordem gaúcha, Leonardo Lamachia, destacou o caráter revolucionário do projeto iniciado em 2022. “Em agosto, Porto Alegre se transformará na capital nacional da advocacia e do Direito. Iniciamos esse projeto, que é uma verdadeira revolução na forma de fazer evento e na conexão da OAB do Rio Grande do Sul com os colegas, saltando de 5 mil inscritos na estreia para 28 mil no ano passado. Agora, nossa meta é alcançarmos 40 mil inscritos. É um evento absolutamente gratuito que comunica conhecimento, networking e a reafirmação do orgulho de exercermos a nossa nobre profissão”, apontou o dirigente.

A prefeita de Porto Alegre em exercício, Betina Worm, enalteceu o papel dos advogados na manutenção do tecido social e celebrou a integração do evento com o ecossistema municipal. “Enquanto nós, gestores públicos, cuidamos da arquitetura física de uma cidade, a advocacia ajuda a preservar algo igualmente essencial: a arquitetura da confiança. A ideia de uma Cidade da Advocacia é extremamente feliz porque transforma em espaço aquilo que normalmente é uma função, transforma em encontro o que parece distante e lembra a todos que o Direito é um assunto de todos os cidadãos. Que seja um espaço vivo de trocas e inspirações”, declarou.

Inovação, grandes debates e expansão da estrutura

Para abrigar a expectativa de público recorde, a estrutura física da Cidade da Advocacia passará por uma expansão histórica em 2026, saltando de 12 para 14 palcos simultâneos distribuídos pela área do Cais. O evento trará debates aprofundados sobre gestão, carreira e as novas tendências de mercado por meio da ampliação de ambientes consolidados, como a Praça do Futuro e o Congresso de Direito Digital, que focarão expressamente nos impactos práticos e éticos da inteligência artificial.

Entre os grandes palestrantes nacionais já confirmados estão o renomado filósofo e escritor Luiz Felipe Pondé, o doutor em Direito Econômico e tributarista Paulo Duarte Filho, a futurista especialista em tecnologias emergentes Monica Magalhães, o professor e civilista Pablo Stolze e o jurista e imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL) José Roberto de Castro Neves.

A robusta programação técnica contará com mais de 120 painéis e grandes congressos temáticos voltados às áreas Trabalhista, Previdenciária, Tributária, Responsabilidade Civil, Família e Sucessões, além de um fórum exclusivo sobre a Reforma do Código Civil. Um dos grandes diferenciais dessa edição será a incorporação da XI Conferência Estadual da Advocacia. O evento regimental, que ocorre a cada três anos, debaterá o tema “Estado de Direito e STF: limites constitucionais, mudanças e crise do sistema de Justiça”, promovendo um ambiente de debate maduro, equilibrado e firme sobre o aperfeiçoamento e a preservação institucional da Suprema Corte e do sistema Judiciário brasileiro.

Gama de serviços

Outro pilar essencial do evento será o acolhimento oferecido pela Caixa de Assistência dos Advogados do Rio Grande do Sul (CAARS), que aproveita o encontro para celebrar seus 80 anos de história com uma gama inédita de serviços. Os profissionais de todo o Estado terão acesso a um amplo Espaço de Saúde com atendimentos contínuos de fisioterapia, exames oftalmológicos e preventivos, bioimpedância, aferição de pressão e testes rápidos. Além disso, a CAARS disponibilizará vantagens exclusivas, como simulações de planos de saúde, o Estúdio CAARS para a captação de fotografias corporativas profissionais, transporte gratuito via Van da Advocacia, convênios com hotéis parceiros e um subsídio especial de 30% de desconto em passagens rodoviárias intermunicipais para facilitar o deslocamento e garantir a integração dos colegas vindos das subseções do interior do Estado.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas de forma totalmente gratuita pelo site oficial do evento: cidadedaadvocacia.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2026 0 Comentários 105 Visualizações
Ensino

Lei que amplia investimentos em qualificação profissional nas universidades comunitárias é sancionada

Por Marina Klein Telles 02/06/2026
Por Marina Klein Telles

A Universidade Feevale participou, na segunda-feira, 1º de junho, da cerimônia de sanção da Lei Complementar nº 16.507/2026, que cria o Programa Profissional do Futuro. Realizado no Palácio Piratini, em Porto Alegre, o ato foi conduzido pelo governador Eduardo Leite e marcou um novo passo para o fortalecimento das universidades comunitárias gaúchas e da qualificação profissional no Estado. De autoria do deputado estadual Rafael Braga, o projeto permite que empresas destinem até 5% do ICMS devido para financiar bolsas de estudo e programas de qualificação profissional em instituições comunitárias de ensino superior.

Durante a cerimônia, o governador Leite reforçou a importância da parceria entre o Estado e as universidades comunitárias para a formação de profissionais e o fortalecimento da competitividade gaúcha. “Acreditamos muito nessa parceria com as universidades comunitárias, que oferecem ensino de excelente qualidade, compromisso com as comunidades, presença local e forte atuação regional. Não apenas o governo precisa de bons profissionais; as empresas que prestam serviços ao Estado também enfrentam dificuldades para encontrar mão de obra especializada. Essa formação é estratégica para o desenvolvimento e para a competitividade do nosso estado. Por isso, apostamos fortemente na parceria com as instituições comunitárias de ensino superior”, enfatizou.

Para o reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, a nova legislação fortalece o papel das universidades comunitárias no desenvolvimento econômico e social do Estado. “O Programa Profissional do Futuro representa um avanço muito importante para as universidades comunitárias. Com isso, as empresas passam a contar com mais oportunidades para investir na formação de profissionais, as universidades fortalecem seu papel no desenvolvimento regional e toda a sociedade é beneficiada por meio da geração de conhecimento, inovação e qualificação da mão de obra”, destacou.

Segundo Braga, autor da proposta, o projeto foi construído em conjunto com as instituições comunitárias de ensino superior e busca ampliar os investimentos em educação e desenvolvimento regional. “Nos inspiramos muito no programa Professor do Amanhã para chegarmos até aqui. Esse projeto foi construído pelas universidades comunitárias, e o Rio Grande do Sul inovou ao criar mecanismos de repasse direto para essas instituições, além de antecipações importantes em algumas áreas. As universidades comunitárias demonstram que podem fazer a diferença na formação de mão de obra qualificada e no desenvolvimento regional”, afirmou.

Também participaram da agenda o secretário-chefe da Casa Civil, Ranolfo Vieira Júnior; o deputado estadual Juvir Costella; a reitora da Univates, Evania Schneider; o reitor da Urcamp, Guilherme Cassão Marques Bragança; e a relações institucionais do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), Ana Beatriz Fett Dixon, além de representantes de universidades comunitárias gaúchas.

Foto: Maria Izabella Atanasio/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2026 0 Comentários 128 Visualizações
Variedades

Rota da Lã inaugura Centro de Referência em Mostardas

Por Marina Klein Telles 02/06/2026
Por Marina Klein Telles

A cidade de Mostardas, litoral sul do RS, inaugura seu primeiro Centro de Referência em Artesanato Lãs do RS – Núcleo Museu da Lã nesta terça-feira, dia 2 de junho de 2026, às 14h, na Av. Padre Simão, s/nº, Parque Menotti Garibaldi. O local será dedicado à valorização, promoção e desenvolvimento do artesanato em lã e sua preservação. O projeto vai envolver os municípios da região que historicamente produzem o Cobertor Mostardeiro. Produzido na região do litoral médio do RS desde o século 18, é um símbolo de Mostardas, declarado Patrimônio Cultural desde 2009.

A parceria da criação do espaço é da Prefeitura Municipal de Mostardas com a cedência do espaço e do Lãs do RS com a governança. O espaço vai atuar de forma conectada e coordenada com a Rede Centro de Referência em Artesanato Lãs do RS. Os núcleos são polos de conhecimento, desenvolvimento social, cultural e econômico regional, funcionando como base para geração de renda, articulação e receptivo turístico da Rota da Lã. Cada unidade da rede de centros constitui o Museu da Lã, museu de território, espaço de memória e preservação dos conhecimentos da fibra.

O Cobertor Mostardeiro é um tradicional produto de lã natural da região, feito em tear manual. Costuma apresentar franjas decorativas e padrões listrados rústicos, com espessura ideal para retenção de calor. Atualmente, é confeccionado em pequena escala. Cada peça é única. A criação do Centro de Referência aposta na retomada de sua produção, na geração de renda e no artesanato de lã da região. Para reforçar o conjunto de ações da cultura da lã na região, está previsto também o projeto da Usina Artesanal Lãs do RS para a produção de lã beneficiada para fins artesanais.

A “Rota da Lã” é uma realização da Gestio e Pangea Cultural, em parceria com a APATUR, Ecoarte e Emater-RS/Ascar. Financiamento: Sistema Pró-Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da Lei Complementar no 195/2022, Lei Paulo Gustavo, Governo Federal.

Serviço

Inauguração do Centro de Referência em Artesanato Lãs do RS – Museu da Lã em Santana do Mostardas (RS)

Quando: 2 de junho, terça-feira, às 14h

Onde: Av. Padre Simão, s/nº, Parque Menotti Garibaldi

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2026 0 Comentários 124 Visualizações
Saúde

Alta de casos respiratórios no Rio Grande do Sul exige atenção redobrada com crianças

Por Marina Klein Telles 02/06/2026
Por Marina Klein Telles

O aumento dos casos respiratórios no Rio Grande do Sul acende um alerta importante para famílias, escolas e serviços de saúde. O Estado entrou na categoria de alto risco para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado na última quinta-feira, 28/05, com dados referentes à semana epidemiológica de 17 a 23/05. Diante do cenário, a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) orienta pais e responsáveis a reforçarem medidas de prevenção, manterem a vacinação em dia e observarem sinais de agravamento em crianças com sintomas respiratórios.

A preocupação ocorre em um período de maior circulação de vírus respiratórios, especialmente Influenza A e Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Enquanto a Influenza pode causar quadros graves e hospitalizações em diferentes faixas etárias, o VSR é uma das principais causas de infecções respiratórias em bebês e crianças pequenas. “Para as famílias, esse cenário precisa acender um alerta, não de pânico, mas de atenção redobrada. Sintomas respiratórios que muitas vezes começam como um resfriado podem evoluir rapidamente em lactentes, crianças menores, prematuros ou pacientes com comorbidades. O momento exige prevenção, vacinação em dia, cuidado com ambientes fechados, higiene das mãos e procura precoce por atendimento quando surgirem sinais de gravidade”, afirma o presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Marcelo Porto.

Entre os sinais que indicam necessidade de atendimento médico imediato estão dificuldade para respirar, respiração acelerada, esforço respiratório com afundamento das costelas, batimento de asa do nariz, gemência, lábios ou extremidades arroxeadas, sonolência excessiva, irritabilidade intensa, recusa alimentar importante, sinais de desidratação, febre persistente ou piora do estado geral. “Os pais e responsáveis devem procurar atendimento médico imediatamente quando a criança apresenta dificuldade para respirar, respiração muito rápida, esforço para respirar com afundamento das costelas, batimento de asa do nariz, gemência, lábios ou extremidades arroxeadas, sonolência excessiva, irritabilidade intensa, recusa alimentar importante, sinais de desidratação, febre persistente ou piora do estado geral. Em bebês pequenos, especialmente menores de seis meses, qualquer alteração respiratória mais intensa deve ser valorizada. A criança pode descompensar com mais rapidez do que o adulto, por isso a avaliação precoce faz diferença”, acrescenta Marcelo Porto.

A entidade também chama atenção para a importância da vacinação contra a gripe. Em um contexto de baixa cobertura vacinal, aumenta o número de pessoas suscetíveis à Influenza, o que pode ampliar a circulação do vírus e elevar o risco de internações, principalmente entre crianças, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.

A baixa cobertura vacinal contra a gripe amplia o número de pessoas suscetíveis à Influenza e favorece a ocorrência de casos graves, internações e óbitos. A vacina não impede todos os quadros respiratórios, mas reduz de forma importante o risco de complicações, principalmente nos grupos mais vulneráveis.

Além da vacinação, a SPRS recomenda medidas simples e eficazes, como higienização frequente das mãos, ventilação dos ambientes, evitar levar crianças com sintomas respiratórios para a escola ou creche, reduzir exposição de bebês a locais fechados e aglomerados, manter acompanhamento pediátrico regular e buscar orientação profissional diante de dúvidas sobre evolução dos sintomas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2026 0 Comentários 136 Visualizações
Gastronomia

Santo Antônio celebra 91 anos com grande evento em Esteio

Por Marina Klein Telles 28/05/2026
Por Marina Klein Telles

Na noite de 25 de maio, o restaurante Santo Antônio celebrou seus 91 anos de história com um grande evento em Esteio. A ocasião também marcou dois momentos simbólicos para a marca: o lançamento oficial do livro que resgata nove décadas da trajetória da família Aita e a apresentação do novo espaço de eventos Cavalo Crioulo by Santo Antonio, instalado na sede da ABCCC (Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos), no Parque de Exposições Assis Brasil.

A celebração proporcionou uma verdadeira imersão na história da churrascaria mais antiga do Brasil, reunindo tradição, cultura gaúcha e gastronomia em uma experiência sensorial. Os convidados vivenciaram o contraste entre a rusticidade do fogo de chão e o refinamento da herança italiana que molda a identidade do Santo Antônio desde 1935.

A programação musical contou com apresentação ao vivo de Carluz Freitas, em voz e violão, além do DJ Lê Araujo, que comandou a trilha da noite. Entre os pontos altos da celebração esteve a sessão de autógrafos da família Aita no livro comemorativo, que emocionou convidados, clientes e parceiros da marca. A obra foi realizada pela Critério – Resultado em Opinião Pública, responsável pela concepção editorial, pesquisa, redação e gerenciamento do projeto.

O evento contou com o apoio das marcas Salton, Brahma — chopp oficial da celebração —, Dudu das Caipiras, Coqueiro, Santa Fé e ABCCC.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2026 0 Comentários 116 Visualizações
Variedades

Em descoberta inédita, historiador apresenta primeira cooperativa de crédito na Eslováquia

Por Marina Klein Telles 28/05/2026
Por Marina Klein Telles

A Sicredi Caminho das Águas segue investindo na restauração da história do cooperativismo. A mais recente descoberta, realizada pelo historiador Rodrigo Trespach em pesquisa promovida pela instituição financeira cooperativa, trata-se do local onde nasceu a primeira cooperativa de crédito do mundo, em 1845, na pequena cidade de Sobotište, na Eslováquia. O fato ocorreu quase 20 anos antes de Friedrich Wilhelm Raiffeisen criar na Alemanha o modelo que ficaria amplamente conhecido.

Segundo o estudo de Trespach, o fundador foi o professor Samuel Jurkovič, que chegou a Sobotište em 1831, com 35 anos. Luterano e com grande inteligência, durante 15 anos escreveu livros didáticos para escolas rurais, além de desenvolver métodos de ensino e técnicas agrícolas. Em 9 de fevereiro de 1845, criou a Gazdovský spolok, a “Sociedade agrícola da pequena cidade de Sobotište”, uma associação de agricultores com foco em crédito e poupança.

Para a adesão, o membro ingressava com uma quantia inicial, sendo as próximas semanais. Após um período, recebia de volta a quantia depositada mais o rendimento. O trabalho na cooperativa era voluntário. “A Gazdovský spolok também possuía preocupações sociais e educacionais, com o objetivo de ‘conduzir seus membros à nobreza e à ordem da vida cristã, ao empreendedorismo e à fidelidade em sua profissão, à frugalidade e à prudência’, como consta no estatuto”, diz o pesquisador.

Em 1848, porém, movimentos revolucionários começaram a agitar a Europa. Conforme Trespach, a instabilidade política dos anos seguintes acabou por sabotar o ideal de Jurkovič, com a dissolução da cooperativa seis anos após sua fundação. “Embora a história de Jurkovič não seja popular fora da Eslováquia, a fundação da cooperativa de crédito em Sobotište é um marco histórico importante dentro do cooperativismo mundial e como tal precisa ser melhor conhecida”, declara o historiador.

Para o presidente da Sicredi Caminho das Águas, Álvaro Link, a importância deste movimento é a percepção de que existem camadas a serem descobertas. “Há ainda uma grande carência de estudos que se relacionam ao cooperativismo. No Brasil, são poucos os que se dedicam a realizar pesquisas sérias, que busquem fontes primárias, com técnica. A descoberta de Trespach na Eslováquia demonstra o quanto há para descobrir”, afirma.

Link destaca a necessidade de um olhar mais cuidadoso em relação ao resgate da identidade, essência e origens do cooperativismo. “Há uma responsabilidade em apoiar a investigação histórica, para que tenhamos análises profundas e, assim, renovemos o sentido daquilo que somos e fazemos, o que é imprescindível para seguirmos alcançando mais pessoas. O cooperativismo precisa mostrar quem são os seus heróis”, conclui o presidente.

O artigo “Eslováquia: o berço da primeira cooperativa de crédito do mundo”, publicado na íntegra na plataforma MundoCoop, pode ser conferido aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2026 0 Comentários 89 Visualizações
Ensino

Escolas mobilizam participação estudantil e incentivam ações pedagógicas voltadas para questões climáticas e ambientais

Por Marina Klein Telles 28/05/2026
Por Marina Klein Telles

Com o avanço das mudanças climáticas e de suas consequências, tem-se tornado cada vez mais importante a promoção de discussões de impacto entre os mais diversos setores da sociedade, inclusive no contexto educacional. Para consolidar essa pauta dentro das escolas, neste mês de maio, a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou a criação de diretrizes nacionais obrigatórias para a inclusão da educação climática, ambiental e sustentável na grade curricular básica de todo o país.

A proposta defende que essas pautas devem ser desenvolvidas e trabalhadas dentro dos conteúdos das disciplinas tradicionais e incluídas nos planos pedagógicos escolares. Nesse contexto, alinhadas com temas vigentes no debate público, escolas de todo o Marista Brasil já contam com atividades acadêmicas e participativas para mobilizar a comunidade estudantil em relação às questões ambientais e climáticas.

No ano passado, aconteceu o Observatório Marista de Clima, projeto que reuniu ações pedagógicas, pesquisas e iniciativas locais de sustentabilidade em colégios de toda a rede educacional. Ao longo dessa atividade, surgiram iniciativas de impacto dentro das escolas, com aplicações regionais voltadas para a conscientização e transformação ambiental.

Uma delas, desenvolvida ao longo do projeto, foi o Quiosque Ambiental, criado por alunos do Colégio Marista Pio X, de João Pessoa (PB). A partir de desafios enfrentados na região da Praia da Penha, os estudantes apostaram na criação de um quiosque na própria praia, com áreas para coleta seletiva, oficinas de reciclagem e atividades de conscientização sobre o descarte correto de resíduos.

Ao lado de movimentações de todo o país, a solução paraibana foi apresentada na Conferência Nacional do Observatório Marista do Clima, O evento foi sediado no Colégio Marista Nossa Senhora de Nazaré, localizado em Belém (PA), em paralelo à COP 30. Ao longo de cinco dias, o encontro reuniu cerca de 300 participantes, entre estudantes e educadores de todos os colégios maristas do Brasil, para debaterem questões sustentáveis e apresentarem soluções desenvolvidas pela comunidade estudantil.

Além dos estudos das mudanças climáticas, o projeto discutido pela Comissão de Educação também reitera a introdução de atividades práticas nos planejamentos pedagógicos das escolas, que envolvem programas de aprendizagem em espaços naturais e ao ar livre, criação de hortas, compostagem, reaproveitamento de resíduos e reciclagem, para incentivar a participação ativa em questões voltadas à sustentabilidade.

Focado em transformar hábitos de consumo e de descarte em toda a comunidade escolar, o Colégio Marista Arquidiocesano, localizado na capital de São Paulo, traz na prática um projeto relacionado a essa demanda. Desenvolvido na unidade, o SustentArqui busca reduzir em até 90% o volume de resíduos enviado ao aterro sanitário, o equivalente a desviar mais de 150 toneladas por ano, por meio de práticas pedagógicas e ações sustentáveis junto à comunidade escolar. “Projetos como o SustentArqui mostram que a educação climática precisa ultrapassar os limites da teoria e ser vivida na prática, no cotidiano escolar. Quando os estudantes participam de ações concretas, como compostagem, reciclagem, redução de resíduos, consumo consciente e cuidado com os espaços coletivos, eles deixam de ser apenas espectadores dos problemas ambientais e passam a atuar como protagonistas das soluções”, diz Douglas Rene, educador e coordenador do SustentArqui.

Como resultado logístico, o colégio reduziu o envio de resíduos ao aterro de quatro para três caçambas por dia. Para 2026, estão previstas novas edições do Maio da Compostagem, oficinas para famílias, ampliação das práticas em sala de aula e a Blitz Lixo Zero. “Em um cenário de emergência climática, as escolas têm um papel central na formação de uma geração mais consciente, crítica e corresponsável. O SustentArqui nasce justamente dessa perspectiva: transformar a sustentabilidade em cultura institucional, envolvendo alunos, educadores, colaboradores, gestores e famílias em uma jornada coletiva de cuidado com a Casa Comum”, completa Rene.

Assim, diversas escolas já estão propondo atividades na grade curricular para desenvolver o pensamento crítico dos estudantes do currículo básico e estimular a participação frente a questões atuais. Nesse contexto, em relação à introdução de diretrizes nacionais oficiais, o projeto discutido pela Comissão de Educação ainda passará pela análise das comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se tornar uma lei vigente, deverá ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2026 0 Comentários 125 Visualizações
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