Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Administradores do Grupo Hospitalar Conceição entram em greve total na...
Área Azul Digital começa a operar em Santa Cruz no...
Confraternização de Páscoa reúne 400 idosos em Santa Cruz do...
CRMV-RS realiza evento em Porto Alegre sobre protagonismo feminino
Nova Petrópolis é eleita a cidade mais feliz do Rio...
Produção gaúcha-cuiabana ‘Cinco Tipos de Medo’ estreia nesta quinta
Santa Cruz do Sul recebe 10º edição do Festival da...
Um dos maiores nomes do agro no Brasil, José Luiz...
Aspeur/Feevale e Novo Hamburgo formalizam parceria para cercamento eletrônico
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

sus

Saúde

Tratamento de hemofilia evolui no Estado

Por Marina Klein Telles 17/04/2023
Por Marina Klein Telles

No Dia Mundial da Hemofilia, que é lembrado nesta segunda-feira (17), a Secretaria da Saúde (SES) comemora a evolução das técnicas de tratamento da doença na Clínica de Hematologia do Estado. Em funcionamento desde 2002, a clínica, vinculada ao Departamento Estadual de Sangue e Hemoderivados (DESH), da SES, chega a 2023 como referência no atendimento multidisciplinar ambulatorial da hemofilia e de outras coagulopatias hereditárias, como a Doença de von Willebrand.

Ao longo de duas décadas, o serviço foi se adequando aos avanços da medicina e melhorando a qualidade de vida dos usuários, em uma trajetória de evolução e crescimento. “Estamos sempre em busca de inovação, da definição da melhor técnica e da otimização dos recursos”, afirma a diretora do DESH, Kátia Brotd.

A clínica é a única a realizar o atendimento específico de hemofilia pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Sul, e conta com 2.800 pacientes cadastrados. Destes, 700 são hemofílicos, e outros têm a Doença de von Willebrand. O serviço dispõe de equipe formada por médicos hematologistas, enfermeiros, fisioterapeutas, odontóloga, assistente social e psicóloga.

Os pacientes contam com tratamento profilático – ou seja, de prevenção – que pode, inclusive, ser dispensado para ser feito em casa, com doses domiciliares. “Hoje temos acesso a medicamentos e mais entendimento sobre a própria doença e vemos que a qualidade de vida dos pacientes mudou muito”, destaca a fisioterapeuta Giovana Diaz, ressaltando que os paradigmas de atendimento estão se transformando.

Taison da Silva Régio é paciente há 27 anos e reconhece a clínica como sua segunda casa. “A imagem que eu tinha antes do que era o tratamento do hemofílico é muito diferente da que tenho agora. A evolução é impressionante”, avalia Taison. “Possuo qualidade de vida, consigo andar de bicicleta e nadar, e tudo graças à fisioterapia.”

A hematologista Clarisse Ferreira conta que, como parte de um programa do Ministério da Saúde, os pacientes recebem medicamentos para profilaxia, reduzindo ou prevenindo sangramentos musculares e nas articulações.

O que é a hemofilia

A hemofilia é uma doença hereditária causada pela deficiência de uma proteína plasmática, denominada de fator da coagulação, provocando sangramentos. Antes, os pacientes tinham apenas uma dose de medicamento para ser usado em caso de emergência.

Diagnóstico

O diagnóstico da hemofilia ou de outras coagulopatias hereditárias ocorre de acordo com as manifestações hemorrágicas apresentadas pelo paciente. Oferecido pelo SUS, o diagnóstico deve ser realizado pelos Hemocentros e/ou Centros de Tratamento de Hemofilia (CTHs) em seus laboratórios de hemostasia, onde os resultados indicarão o caminho investigativo a ser adotado.

Sinais de alerta e sintomas

Sangramentos frequentes e desproporcionais ao tamanho do trauma;

manchas roxas que aparecem no bebê (após esbarrar em algum objeto ou cair, por exemplo), e que podem ser um alerta para o diagnóstico da hemofilia.

Cuidados

Os profissionais de saúde devem orientar os pais sobre como lidar com o filho com hemofilia e estimulá-los a se comprometer com o tratamento para que essa condição não interfira no desenvolvimento biopsicosocial da criança. A prática regular de exercícios que fortaleçam a musculatura é fundamental para pessoas com hemofilia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2023 0 Comentários 526 Visualizações
Saúde

Gerint começa a ser utilizado em Caxias do Sul

Por Marina Klein Telles 30/03/2023
Por Marina Klein Telles

Neste sábado (1/4), a Central Municipal de Regulação de Caxias do Sul começa a utilizar o Gerint para gestão da regulação de internações hospitalares. A implementação do sistema em todo o Estado é um trabalho da Secretaria Estadual da Saúde (SES), que o utiliza para regulação estadual e unificação das filas de espera por internações no Sistema Único de Saúde (SUS).

“Até agora, regulamos e mandamos pacientes para Caxias. A partir de abril, a diferença será que Caxias receberá as solicitações, e nós, que gerimos todo o Estado, poderemos compartilhar e transferir pacientes de outras regiões para a Serra”, disse a chefe da Divisão de Apoio às Centrais de Regulação do Departamento de Regulação Estadual, Flávia Schuck.

O Gerint já está em funcionamento em Porto Alegre, onde o software foi desenvolvido. Caxias é a primeira central municipal de regulação fora da capital a aderir ao sistema. As duas centrais restantes, Pelotas e Canoas, estão em fase de implementação, sem data prevista para início da utilização. Em relação aos hospitais, 100% das instituições gaúchas já utilizam o Gerint desde de 2020. Na ocasião, o sistema foi uma importante ferramenta para o enfrentamento da covid-19.

“Para Caxias, é muito importante a utilização do Gerint, já que regulamos as vagas para os 49 municípios da macrorregião da Serra. Antes, tínhamos um sistema próprio que não era integrado ao do Estado. Por isso, este é um marco muito importante. Poderemos dar mais transparência para as filas de espera, que poderão ser acompanhadas pela central e pelas e demais regiões do Estado”, explicou a secretária municipal de Saúde de Caxias do Sul, Daniela Meneguzzi.

Gerint e Gercon

Gerint e Gercon são, respectivamente, sistemas de gerenciamento de internações em leitos clínicos e hospitalares e de consultas com especialistas. Foram desenvolvidos pela Companhia de Processamento de Dados do Município de Porto Alegre (Procempa) e são utilizados pelo governo do Estado. Os programas permitem uma qualificação do acesso ao SUS e uma unificação das filas de esperas em todo território gaúcho.

Foto: Marcelo Bernardes/divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2023 0 Comentários 632 Visualizações
Cidades

UTI Neonatal do Hospital Sapiranga celebra seis anos de história

Por Amanda Krohn 25/01/2023
Por Amanda Krohn

O espaço da UTI Neonatal no Hospital Sapiranga celebra nesta semana seis anos de existência. Ao longo deste período (23/01/2017 a 10/01/2023), foram 1.464 pacientes atendidos. O tempo médio de internação é 15 dias, porém, casos mais complicados registram até três meses. As situações mais frequentes são relacionadas à prematuridade, desconforto respiratório do recém-nascido e icterícia neonatal. Atualmente, o local é centro de referência da região e já  recebeu recém-nascidos de 55 cidades do Rio Grande do Sul. Conforme relata a diretora do hospital, Elita Herrmann, um dos principais desafios da instituição foi a sua manutenção, devido à defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS).

Grande parte do sucesso dos tratamentos e da recuperação é resultado do amor, do carinho e da presença da mãe e do pai ao lado de seus recém-nascidos

Segundo a gestora, o orçamento não supre os custos totais das diárias da unidade, o que gera dificuldades para manter o serviço. “Mas durante esses seis anos, não medimos esforços na busca de auxílio, um exemplo são, os recursos destinados por emendas parlamentares que contribuem para a manutenção deste serviço essencial para a nossa comunidade”, garante Elita. A equipe de psicologia do Hospital Sapiranga é um exemplos da importância do serviço. De acordo com a coordenadora, Viviana Blume, os profissionais dessa área cumprem um papel importante no acompanhamento dos casos com os pais na UTI Neonatal. “Todos estão preparados para gerar seus bebês e os levar para casa e quando isso não acontece, precisamos intervir para auxiliar com os sentimentos dos pais e fortalecer o vínculo dos mesmos com seus bebês”, exemplifica Blume. “Também organizamos grupos com os pais, no qual instigamos eles a falarem sobre seus sentimentos e com isso acabam percebendo que não estão sozinhos”, acrescenta.

Viviana menciona ainda a importância deste primeiro período de aproximação. “Pensando sempre em fortalecer o vínculo entre pais e filhos, o período de visita nesta unidade é mais prolongado”, afirma. “Grande parte do sucesso dos tratamentos e da recuperação é resultado do amor, do carinho e da presença da mãe e do pai ao lado de seus recém-nascidos”, explica a coordenadora.

A primeira paciente da unidade foi Rita Cristiane Bender, mãe de Julia Bender Flores, hoje com 6 anos. A bebê nasceu de 34 semanas, em um hospital em Novo Hamburgo de emergência, porém não tinha mais leito no hospital e a família foi, então, comunicada da necessidade de transferência. Rita comenta que sua experiência foi desafiadora. “Nenhuma mãe está emocionalmente preparada em dar a luz a seu sonhado filho e deixá-lo no hospital, comigo não foi diferente. Posso dizer que foram os 17 dias mais angustiantes da minha vida”, relembra. “Foi uma mistura de sentimentos que tomou conta de mim com medo, incertezas e insegurança”, acrescenta.

A mãe havia chegado com o pai às 9h e saído às 21h. O repouso na hora do almoço era doído não só pela angústia, mas pelos pés inchados. Apesar das dificuldades, a ex-paciente se sente agradecida pelo atendimento recebido na época. “Aos poucos fui pegando confiança na equipe de médicos e de enfermeiras que cuidaram com comprometimento e dedicação não só da minha filha mas de todos que entravam lá”, narra. “As enfermeiras foram os anjos que pedia em minhas orações. Nós evoluímos a cada dia um pouquinho e essa parte da minha vida foi construída pela equipe maravilhosa e abençoada do Hospital Sapiranga”, completa.

Kassia Loh Barth, mãe de Lavínia Loh Trendt, também foi atendida pelo Hospital Sapiranga. No dia 27 de novembro de 2018, Lavínia nasceu de 31 semanas e saiu de lá dia 8 de janeiro de 2019. Kassia relata que no hospital em que estava anteriormente não havia UTI, portanto, foi transferida para lá.  Para ela, a atenção prestada pela equipe fez toda a diferença. “Fui muito bem atendida em um momento em que eu não conseguia sequer fazer força. As enfermeiras me deram a mão e me ajudaram”, lembra. “A UTI Neonatal é muito bonita, organizada e sempre tive uma atenção plena das enfermeiras”, acrescenta. A ex-paciente conta que sua filha tinha apneia e dificuldade ao respirar, mas que o atendimento amenizava suas preocupações. ” O ambiente era tão bom que às vezes a gente esquecia que estava em uma UTI Neonatal. Criamos uma rede de apoio e amizade e, hoje, acolhemos mães que perderam seus filhos”, descreveu.

Kassia Barth, mãe de Lavínia, se sente grata até hoje pelo atendimento recebido

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/01/2023 0 Comentários 581 Visualizações
Saúde

Amrigs homenageia Santa Casa por inauguração de emergência SUS no Hospital Nora Teixeira

Por Amanda Krohn 21/10/2022
Por Amanda Krohn

Entre as homenagens realizadas no Dia do Médico, a visita do presidente da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), Dr. Gerson Junqueira Jr., ao Complexo Hospitalar Santa Casa foi destaque. Na ocasião foi feita entrega de uma placa homenageando a instituição pela importância do projeto que, além da emergência, é formado por uma ampla estrutura para atendimento em saúde. Após, foi conduzido para uma visita guiada às instalações. A nova estrutura de atendimento de emergência é dedicada exclusivamente aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), espaço que deverá estar em pleno funcionamento a partir do dia 20 de outubro.

Mesmo mantendo o volume de atendimentos atualmente contratualizado com o SUS, a nova estrutura terá um processo assistencial amplo voltado ao referenciamento de complexidades, muito mais individualizado, humanizado e seguro para pacientes e profissionais. As mudanças contam com aumento de leitos fixos na sala de observação dos atuais 13 para 28 (três de isolamento, todos com boxes individuais); dois postos de enfermagem, garantindo atendimento mais rápido aos pacientes; ampliação do número de posições de medicação, passando de 12 para 18 posições; aumento do número de salas de acolhimento e consultórios, sendo uma sala específica para eletrocardiografia; três salas de estabilização clínica (salas vermelhas); centro de diagnóstico por imagem dedicado à Emergência, com tomografia, raio-x e ecografias; e unidade de AVC. Esse será o primeiro espaço do Hospital Nora Teixeira a ser inaugurado. A previsão é de que a nova unidade hospitalar do Complexo esteja operando 100% até o primeiro semestre do próximo ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/10/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Hospital Sapiranga e outras instituições buscam formas de suprir novo piso da Enfermagem

Por Amanda Krohn 16/08/2022
Por Amanda Krohn

O Hospital Sapiranga, junto a outras instituições de saúde, está buscando alternativas para suprir o novo piso da enfermagem. O tema foi tratado na última semana em Assembleia Geral da Rede de Hospitais Sem Fins Lucrativos do Rio Grande do Sul. Na ocasião, também foram discutidos o novo piso da Enfermagem, a defasagem da tabela SUS e o impacto de quase R$ 950 milhões por ano, o que inviabiliza o funcionamento das Instituições.

Sem previsão de recursos extras para o cumprimento do novo piso, as 247 Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, responsáveis por mais de 70% das internações SUS, entrarão em colapso financeiro. A situação prejudica a assistência à saúde da população do Estado, tendo em vista a inevitável necessidade de diminuir suas estruturas de leitos e de pessoal. A rede, da qual o Hospital Sapiranga faz parte, definiu que permanecerá em estado de Assembleia permanente enquanto se discutem alternativas financeiras para o cumprimento e decisão de ADIN já em andamento, caso contrário, a desassistência em saúde é inevitável.

“Os recursos da tabela SUS, já eram insuficientes cobrindo apenas 60% dos custos envolvidos, com o novo piso fica completamente inviável se não houver uma nova fonte de receita. Não estamos discutindo o mérito da categoria, a qual é linha de frente dos hospitais, porém temos que encontrar de forma conjunta e responsável alternativas, para amenizar esse impacto e poder seguir mantendo nossos atendimentos”, enfatiza Elita Herrmann, diretora do Hospital Sapiranga.

Os recursos da tabela SUS, já eram insuficientes cobrindo apenas 60% dos custos envolvidos, com o novo piso fica completamente inviável se não houver uma nova fonte de receita. Não estamos discutindo o mérito da categoria, a qual é linha de frente dos hospitais, porém temos que encontrar de forma conjunta e responsável alternativas – diretora do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann

Logo após a Assembleia, mais de 60 dirigentes hospitalares foram recebidos pelo Chefe da Casa Civil, Artur Lemos e Secretária Estadual de Saúde, Arita Bergmann, onde entregaram o documento oficial das Instituições. Na ocasião, foi criado um Grupo de Trabalho que envolverá outras Entidades, buscando soluções para o enfrentamento desta crise, que poderá resultar também em paralisações ou suspensões de atendimentos. A comitiva também foi recebida na Assembleia Legislativa do Estado, que recebeu o documento da Federação.

O próximo passo é a participação do Congresso Nacional da CMB, com a entrega do documento do Rio Grande do Sul e buscando uma grande mobilização nacional, tendo em vista que os recursos extras para o cumprimento do novo piso deveria ter sido apresentado pelo Executivo/Legislativo Federal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

16/08/2022 0 Comentários 915 Visualizações
Cidades

Tecnologia que agiliza o SUS em Novo Hamburgo é premiada

Por Gabrielle Pacheco 10/05/2022
Por Gabrielle Pacheco

O desenvolvimento de ferramentas tecnológicas para agilizar e simplificar o atendimento pelo SUS em Novo Hamburgo foi premiado na etapa estadual da Mostra teu SUS, Rio Grande do Sul. Com isso, o município será uma das 15 cidades gaúchas (20 trabalhos) na etapa nacional da Mostra Brasil aqui tem SUS, que ocorre no dia 12 de julho, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

O trabalho hamburguense, intitulado Tecnologia Aplicada aos Serviços de Saúde – Carta de Referência Eletrônica, torna online o encaminhamento de pacientes SUS para consultas com especialistas, agilizando e simplificando o processo. Segundo a diretora de Governo Eletrônico, Tatiane Souza, a ferramenta foi “incorporada em toda a rede básica da Secretaria Municipal de Saúde e está reduzindo em até cinco meses o tempo de inserção dos dados dos pacientes no sistema de regulação para consultas com especialistas”.

Isso permite ao profissional médico, no momento da consulta do paciente, inserir o encaminhamento ao especialista, conforme a patologia. “Além disso, como a ferramenta possibilita anexar laudos e imagens de exames e permite detalhar a história clínica do paciente por meio de questionário específico de cada especialidade, estamos conseguindo pontuar melhor nossos encaminhamentos, colocando eles mais à frente na fila de espera da regulação estadual”, acrescenta Tatiane, que desenvolveu a ferramenta em conjunto com os colegas Andrius Luz, Dorelino Pereira, Itaraiaci Júnior, Raquel Fernandes e Roberto Martin.

A implantação começou em 2018 e foi sendo inserida gradualmente em todas as unidades. “Esta premiação reconhece o importante trabalho realizado nos bastidores para qualificar o atendimento realizado nas unidades da rede básica de saúde. Nosso trabalho não se resume apenas na estruturação das unidades e no desafio de manter profissionais em quantidade adequada. Vai bem além”, completa o secretário municipal de Saúde, Marcelo Reidel.

Como era

Até então, os encaminhamentos para especialistas por parte dos médicos das 26 unidades de saúde do Município eram realizados de forma física. Diariamente, por meio de malote, os formulários de encaminhamento para consultas com especialistas eram recolhidos de cada uma das unidades. Na Secretaria de Saúde, os formulários eram separados por especialidade e, depois, inseridos manualmente no sistema de regulação.

“Todo este processo demorava entre quatro e cinco meses. Mas também era comum receber formulário cuja letra era difícil compreender. Ele precisa retornar à unidade para esclarecimentos, o que demandava ainda mais tempo”, explica Tatiane. Com o processo online, o próprio médico recebe um aviso de pendência ao acessar o sistema na unidade básica e pode corrigir rapidamente.

Antes de ser levada a Campo Grande, a experiência de Novo Hamburgo será apresentada no 32º Congresso das Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul, que ocorre nos dias 29 e 30 de junho, em Gramado. O objetivo principal é promover ações bem sucedidas do SUS, criativas e inovadoras, que façam a diferença no atendimento e acolhimento da população usuária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2022 0 Comentários 641 Visualizações
Cidades

São Gabriel começa a atender pacientes SUS no Centro de Oncologia

Por Stephany Foscarini 06/05/2022
Por Stephany Foscarini

O Centro de Oncologia Marina Ramos, da Santa Casa de Caridade de São Gabriel, passa a ser oficialmente um estabelecimento de saúde credenciado nos serviços de alta complexidade do Sistema Único de Saúde (SUS). O ato que oficializou a habilitação foi realizado nesta quinta-feira (5), na Santa Casa, com as presenças do prefeito do município, Lucas Menezes, da secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, e de outras autoridades.

Serão 11 postos de tratamento para atender, além dos pacientes de São Gabriel, os municípios de Alegrete, Manoel Viana, Rosário do Sul, Sant’Ana do Livramento e Santa Margarida do Sul — beneficiando cerca de 260 mil habitantes da região. Atualmente, os pacientes oncológicos que dependem do sistema público de saúde são obrigados a se deslocarem até o município de Uruguaiana, a 300 km de São Gabriel, o que corresponde a cerca de oito horas na estrada — entre ida e volta — para receber o tratamento. Em alguns casos, dependendo do tipo do tumor, o procedimento é realizado em Santa Maria.

Esta é, sem dúvida, uma conquista para os gabrielenses e região. Os pacientes oncológicos poderão ter um atendimento de qualidade no município, perto das suas casas. A exaustão do tratamento é algo evidente e teremos a oportunidade de diminuir essa dor nas famílias. Foram anos de batalha junto ao governo Federal, mas agora é hora de celebrarmos”.

“Esta é, sem dúvida, uma conquista para os gabrielenses e região. Os pacientes oncológicos poderão ter um atendimento de qualidade no município, perto das suas casas. A exaustão do tratamento é algo evidente e teremos a oportunidade de diminuir essa dor nas famílias. Foram anos de batalha junto ao governo Federal, mas agora é hora de celebrarmos”, ressalta o prefeito.

O Centro de Oncologia foi inaugurado em 2019, com atendimento apenas a pacientes particulares, convênios e credenciados do IPE Saúde. Desde 2016, os gestores municipais vinham articulando junto ao Ministério da Saúde o credenciamento ao SUS. No dia 27 de dezembro de 2021, foi publicado no Diário Oficial da União a portaria GM/MS n.º 3733 que habilitou a unidade, mas apenas agora o serviço começa a ser oferecido no sistema público.

A gestão das vagas será controlada pela Secretaria Estadual de Saúde. “Com este Centro de Oncologia teremos condições de atender demandas regionais qualificando a atenção à saúde dos pacientes”, afirma Arita. Ela destaca ainda investimentos importantes do governo do Estado feitos na instituição hospitalar como a reforma e ampliação do serviço de endoscopia e o encaminhamento da aquisição de aparelho de raio x digital e mamógrafo digital.

A instituição contará com orçamento anual de R$ 4,7 milhões, que passa a ser acrescentado ao limite de Alta Complexidade do Estado do Rio Grande do Sul, sob responsabilidade da Secretaria Nacional de Atenção Especializada em Saúde.

Já é um momento muito difícil o tratamento oncológico em si e oportunizar que essas pessoas se manterem em casa e perto da suas famílias para fazer o tratamento, isso não tem preço. Uma viagem de tamanha quilometragem para esses pacientes é desgastante”.

Para a secretária da Saúde de São Gabriel, Kátia Raposo, o ponto positivo dessa conquista é o bem-estar dos pacientes. “Já é um momento muito difícil o tratamento oncológico em si e oportunizar que essas pessoas se manterem em casa e perto da suas famílias para fazer o tratamento, isso não tem preço. Uma viagem de tamanha quilometragem para esses pacientes é desgastante”, afirmou.

Ela também ressalta que a distância será menor para outros municípios, por estarem mais próximos de São Gabriel, e que a habitação do Centro ao SUS também resultará em economia financeira para as cidades, já que cada Prefeitura é responsável pelo custeio de todo o transporte para tratamentos de saúde fora do município.

Para o provedor da Santa Casa de São Gabriel, Cilon Lopes de Siqueira, a habilitação é a concretização de um grande desejo Institucional de ter esse serviço regional e resolutivo, e evitar grandes deslocamentos da comunidade e região.

Foto: Amanda Chagas Hickmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2022 0 Comentários 862 Visualizações
Saúde

Evento alerta para restrições de acesso ao diagnóstico precoce e tratamento de doenças raras

Por Stephany Foscarini 12/08/2021
Por Stephany Foscarini

O papel do médico geneticista na atenção à saúde foi um dos aspectos mais importantes discutidos durante os dois dias de realização do III Fórum de Doenças Raras do CFM (Conselho Federal de Medicina). Especialistas debateram a organização das linhas de cuidados para pessoas com Doenças Genéticas Raras no âmbito do SUS bem como o acesso a tecnologias assistivas que permitem assistência mais adequada aos pacientes. As palestras foram realizadas de forma online nos dias 5 e 6 de agosto através de videoconferência na plataforma Zoom com transmissão ao vivo pelo canal YouTube do CFM, onde estão disponíveis.

“Ficamos felizes com a participação ativa de muitos médicos geneticistas e membros da SBGM. Isso mostra a importância da especialidade no diagnóstico e tratamento das doenças raras, e contribui para maior visibilidade da nossa sociedade. O tema escolhido foi muito feliz, dialogando com a Portaria de Atenção Integral a Pessoas com Doenças Raras no SUS. Nossos colegas médicos geneticistas tiveram a oportunidade de contar experiências locais bem sucedidas como, por exemplo, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, na Universidade Federal de Alagoas, em Maceió e na UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas”, destacou a diretora da SBGM, Débora Gusmão Melo.

A segunda mesa redonda, tratou do acesso a tecnologias assistivas. A presidente da SBGM, Têmis Maria Félix, apresentou o tema “Osteogênese Imperfeita e Reabilitação”.

“Na osteogênese imperfeita, um dos pilares do tratamento é a reabilitação, tanto com fisioterapia como com terapia ocupacional. Essas ações promovem aumento da força muscular, previnem contraturas e deformidades, aumentam a funcionalidade e promovem a independência dos pacientes”, afirmou.

O evento foi organizado pela Câmara Técnica de Doenças Raras do CFM que conta com participação de dois membros da diretoria da SBGM: Débora Gusmão Melo e Marcial Francis Galera. Além disso, o evento contou com a palestra da presidente da SBGM, Têmis Maria Félix e de outros quatro médicos geneticistas associados da SBGM.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/08/2021 0 Comentários 821 Visualizações
Saúde

Ampliação do teste do pezinho no SUS identificará mais de 50 doenças

Por Milena Costa 01/06/2021
Por Milena Costa

Na última quarta-feira (26), foi sancionado pela União o projeto de lei 5.043/2020, aprovado pelo Congresso, que amplia o número de doenças detectáveis no teste do pezinho realizado no âmbito do Sistema Único de Saúde. Atualmente, a testagem feita em recém-nascidos identificava apenas sete enfermidades — em breve, esse número será de mais de 50.

Hoje, o teste ampliado está disponível apenas na rede particular. A partir da nova lei, será possível identificar pelo SUS uma série de doenças raras, como distúrbios dos aminoácidos e dos ácidos graxos, galactosemia, imunodeficiências, doenças lisossômicas, atrofia muscular espinhal, entre outras. A inclusão de novas enfermidades será feita em etapas, com início dos novos testes dentro de um ano — até lá, o sistema público será preparado para implementar a medida.

Professor do Departamento de Genética da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), o médico geneticista Roberto Giugliani avalia que essa ampliação é um grande avanço para facilitar o diagnóstico e tratamento precoce de doenças raras.

“Com isso, muitas crianças terão a chance de viver com mais qualidade, prevenindo muitos problemas associados à progressão dessas enfermidades”, enfatiza o especialista.

Entre as doenças que poderão ser identificadas pelo teste, estão as chamadas doenças lisossômicas, como as mucopolissacaridoses, quando o organismo não consegue degradar adequadamente algumas substâncias, pela ausência ou mau funcionamento de enzimas. Com isso, substratos se acumulam e provocam uma série de distúrbios.

“Muitas dessas enfermidades têm tratamento, que é mais eficiente quando iniciado mais cedo”, explica Giugliani que, em 1984, liderou de forma pioneira a realização do teste do pezinho no Serviço de Genética Médica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. A testagem se tornaria regular no Brasil apenas em 2001.

O que é o teste do pezinho

É um exame no qual gotinhas de sangue do calcanhar do bebê são coletadas e encaminhadas para testagem laboratorial, coleta esta feita ao redor do quinto dia de vida do bebê

No teste são identificadas condições que têm tratamento, que só pode ser iniciado após o diagnóstico — o qual ocorre, em geral, muito tarde, quando já há sequelas irreversíveis, uma vez que no início essas doenças progridem silenciosamente.

Quais doenças são detectadas atualmente?

Na rede pública, hoje são testadas a fenilcetonúria, o hipotireoidismo congênito, as hemoglobinopatias, a fibrose cística, a hiperplasia adrenal congênita, a deficiência de biotinidase e, ainda, uma doença infecciosa, a toxoplasmose.

Quais doenças passarão a ser testadas agora?

A ampliação se dará em cinco etapas:

Na primeira, continuará o teste das sete doenças atuais. Na segunda, serão acrescentadas testagens para galactosemias, aminoacidopatias, distúrbios do ciclo da ureia e doenças da oxidação dos ácidos graxos.

Na terceira etapa, entram as doenças lisossômicas (que afetam a reciclagem de moléculas pelas células). Em seguida, as imunodeficiências (quando o indivíduo não consegue combater infecções). E, por fim, a atrofia muscular espinhal (que causa perda de neurônios e fraqueza muscular progressiva). Mais enfermidades poderão ser incluídas, de acordo com a avaliação dos sistemas de saúde.

Foto: Divulgação/USAF Photographic Archives | Fonte: Assessoria
01/06/2021 0 Comentários 885 Visualizações
Hospital
Cidades

Hospital de Taquara reabre 14 leitos clínicos pelo SUS

Por Eduarda Ferreira 18/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O Hospital Bom Jesus, de Taquara, reabriu 14 leitos clínicos para o atendimento de pacientes por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Assim, a reabertura dos leitos clínicos ocorreu na última terça-feira (12) após reforma na área da unidade de internação. Dessa forma, a instituição tem 38 leitos clínicos em atividade, 14 leitos de saúde mental, 10 de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) para atendimento de pacientes não Covid-19 e 11 leitos de UTI exclusivamente para Covid-19.

O Hospital Bom Jesus atende as especialidades de oncologia, cirurgia geral e saúde mental. De acordo com a coordenadora da 1ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), Ane Beatriz Silva Nantal, esses leitos são fundamentais para a população de Taquara e representa um reforço para a assistência à saúde da população em um momento de pandemia. “O hospital passou por uma revitalização dos leitos clínicos, para garantir melhor acolhimento aos pacientes. Com essa entrega, quem necessitar de internação clínica poderá permanecer no próprio hospital, sem necessidade de transferência para outra instituição da região”, informa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/01/2021 0 Comentários 757 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 304 | Mar 2026

Entrevista | Dra. Ivana Battaglin defende que a queda dos casos de feminicídio começa na educação

Mulher | Conheça as histórias de mulheres que combatem a misoginia, liderando nas áreas
jurídica, segurança, educação e negócios

Educação | Estudante Lucas Closs conquista vagas em três programas internacionais

Turismo | Temporada da colheita das azeitonas toma conta das ações em Cachoeira do Sul

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Administradores do Grupo Hospitalar Conceição entram em greve total na quinta-feira

  • 3

    Área Azul Digital começa a operar em Santa Cruz no dia 22

  • 4

    Confraternização de Páscoa reúne 400 idosos em Santa Cruz do Sul

  • 5

    CRMV-RS realiza evento em Porto Alegre sobre protagonismo feminino

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO