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impostos

Política

Governo do RS atende demanda da Fecomércio e revoga aumento de ICMS sobre alimentos

Por Jonathan da Silva 15/05/2024
Por Jonathan da Silva

O governo estadual gaúcho revogou os decretos que alteravam benefícios fiscais de itens da cesta básica nesta quarta-feira (14) após solicitação da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), com o apoio de outras entidades empresariais e da sociedade em geral. O pedido da Federação, assinado pelo presidente Luiz Carlos Bohn, foi protocolado no dia 2 de maio. Os decretos estavam em vigor desde o dia 1º e aumentavam a carga tributária de itens como leite, açúcar, carnes, feijão e massa.

 O apelo da entidade é para que a vigência dos decretos se mantenha adiada pelo menos até o final de 2024. “Desde o início do anúncio dessas medidas, temos lutado para impedir as altas de impostos e os consequentes aumentos de preços em itens que são essenciais a todos. Com o início da crise gerada pelas cheias, essa demanda tornou-se ainda mais sensível. Esta situação extrema que presenciamos em diversos municípios gaúchos impacta diretamente no funcionamento da economia local e na produção de alimentos e, consequentemente, no abastecimento, na geração de renda e nas receitas das empresas”, explica Bohn.

A Fecomércio destaca que mantém posição frontalmente contrária a qualquer medida que aumente a cobrança de impostos e tem dialogado com o governo estadual e com o poder legislativo na busca por soluções e compreensão em relação ao tema.

Foto: jComp/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2024 0 Comentários 395 Visualizações
Business

Empresas atingidas são responsáveis por 25% dos impostos arrecadados no RS

Por Marina Klein Telles 10/05/2024
Por Marina Klein Telles

O Gabinete de Apoio ao Empreendedor – que reúne secretários estaduais e dirigentes de entidades empresarias – reuniu-se novamente nesta sexta-feira, 10, com o objetivo de alinhar a situação das empresas atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Conforme o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, que coordena o grupo, um formulário está disponível para identificar as necessidades do setor. As informações fornecidas pelas empresas vão servir de base a um planejamento para a retomada da economia e a reconstrução do estado. “É importante que as empresas preencham o formulário rapidamente para que possam ser tomadas as medidas necessárias”, afirma o presidente da ACI, Robinson Klein, que integra o grupo de trabalho.

Mapeamento das áreas alagadas indica perdas que se estendem por dezenas de municípios. As estimativas são de que 10% das 10 mil empresas (fora as enquadradas no Simples Nacional e os MEIs) existentes nas regiões alagadas tenham sido atingidas. Elas são responsáveis por cerca de 25% da arrecadação do estado e atuam em 16 setores com grande representatividade econômica. Os números de micro e pequenas atingidas ainda não estão disponíveis.

Empréstimo subsidiado do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), no montante de R$ 2 bilhões e juros fixos de 4%, está à disposição das que tiveram as instalações alagadas, conforme anúncio feito, nesta quinta-feira, pelo governo federal.

Subvenção econômica

Polo destacou que o Decreto Legislativo nº 36, de 2024, em seu Art. 2º, autoriza o Poder Executivo Federal a conceder subvenção econômica, limitada ao valor de R$ 2 bilhões, sob a forma de desconto sobre o valor do crédito, em parcela única, a mutuários que tiveram perdas materiais nas áreas afetadas pelos eventos climáticos extremos ocorridos nos meses de abril e maio de 2024.

O § 1º detalha que o desconto, limitado por beneficiário, será concedido no ato da contratação da operação de financiamento, exclusivamente a mutuários com renda ou faturamento limitados a valor a ser determinado em ato do Poder Executivo Federal, em operações de crédito contratadas até 31 de dezembro de 2024 com instituições financeiras oficiais federais no âmbito do: I – Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Pronampe, de que trata a Lei nº 13.999, de 2020; II – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf, de que trata o Decreto nº 3.991, de 30 de outubro de 2001; e III – Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural – Pronamp, instituído por normas do Conselho Monetário Nacional.

Conforme o § 2º, a subvenção de que trata o artigo, nas hipóteses dos incisos II e III do § 1º, poderá ser concedida para operações de crédito contratadas com instituições financeiras autorizadas a operarem o crédito rural. E o § 3º destaca que ato do Ministro do Estado da Fazenda disciplinará o disposto neste artigo, dispondo, inclusive, sobre os critérios de alocação dos recursos e da subvenção de acordo com as perdas materiais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2024 0 Comentários 365 Visualizações
Variedades

Gramado prorroga prazos dos impostos municipais

Por Jonathan da Silva 09/05/2024
Por Jonathan da Silva

Por causa da situação de calamidade pública do Rio Grande do Sul, a Secretaria da Fazenda de Gramado, através do Decreto Nº 1773, de 9 de maio de 2024, prorrogou o vencimento de tributos municipais, manteve ativos os parcelamentos de dívida ativa com inadimplência e decidiu por sustação de protestos extrajudiciais, negativação de nomes, execuções fiscais, entre outros. Também serão prorrogadas as validades das certidões negativas municipais. As medidas administrativas estão vigentes durante o estado de calamidade pública.

Como ficam os prazos

  • IPTU e taxas de lixo 2024: Parcelas que venceriam em 15/05/2024 e 15/06/2024, ficam com vencimento prorrogado para 16/09/2024 e 15/10/2024, respectivamente.
  • ISS fixo (profissionais liberais): Parcelas que venceriam em 20/05/2024 e 20/06/2024 ficam com vencimento prorrogado para 23/09/2024 e 21/10/2024, respectivamente.
  • ISS variável e TTS: Empresas vinculadas ao Simples Nacional devem seguir a regulamentação da Receita Federal (Portaria CGSN N° 45) | Demais empresas: Competência de março, abril e maio com vencimento original do ISS em 20/04/2024, 20/05/2024 e 20/06/2024 ficam com vencimento prorrogado em 30 dias, ou seja, vencimentos passam para 20/05/2024, 20/06/2024 e 20/07/2024, respectivamente.
  • Créditos Não Tributários (como concessões): Vencimentos de maio e junho ficam prorrogados até o último dia dos meses de setembro e outubro de 2024.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2024 0 Comentários 582 Visualizações
Política

Fecomércio-RS comemora aprovação na AL de recurso que pode barrar o aumento do ICMS

Por Jonathan da Silva 28/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Assembleia Legislativa (AL) do Rio Grande do Sul acolheu nesta terça-feira (26) o recurso para que o requerimento que visa interromper os efeitos de decretos do governador que tratam da suspensão de incentivos fiscais possa tramitar na Casa. A Fecomércio-RS comemora o movimento, que pode evitar o aumento de ICMS, principalmente nos alimentos que compõem a cesta básica. O RC 15/2024, de autoria dos deputados Rodrigo Lorenzoni (PL) e Paparico Bacchi (PL), recebeu 24 votos favoráveis e 23 votos contrários, e impugna o arquivamento do RDI 76/2023, rejeitado anteriormente pela Comissão de Constituição e Justiça.

Para o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, a ação mostra a força da entidade na atuação política em rede. “Foi uma batalha dura e agradecemos a todos que atenderam ao nosso chamado e também se posicionaram junto aos deputados. No entanto, aproveito para pedir que sigam engajados, pois a possibilidade de revogação seguirá tramitando na Assembleia e ainda precisa ser aprovada em definitivo”, destaca Bohn.

Os decretos estaduais passam a valer a partir da próxima segunda-feira, 1° de abril, e atingem diversos setores da economia. O mais preocupante, para a Federação, é o aumento de tributos nos alimentos, que passam em alguns casos de 0% para 12% e em outros de 7% para 12%. “As imposições do governo não atingem apenas o empresariado, mas, principalmente, a população de baixa renda que irá sentir no bolso a compra de itens básicos. Essa vitória demonstra a insatisfação da sociedade. Esperamos, com esse resultado, maior espaço de diálogo com o Executivo, no mínimo a postergação da vigência dos decretos, para encontrarmos possíveis caminhos para o tema ”, defende Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/03/2024 0 Comentários 367 Visualizações
Business

CDL Jovem da CDL-NH inicia preparação de ações para o Dia Livre de Impostos

Por Jonathan da Silva 22/03/2024
Por Jonathan da Silva

A CDL Jovem da Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH) iniciou o planejamento para o Dia Livre de Impostos (DLI). Com o intuito de engajar a comunidade hamburguense e empresários a participar da data, ações de conscientização sobre a alta carga tributária, burocracia excessiva para os processos empresariais e para a população e a falta de retorno adequado foram debatidas em reunião realizada na manhã da quarta-feira (20). O encontro entre o diretor da CDL Jovem, Éden Martins, com os membros Gabriel Farias e Gustavo Rosino aconteceu na sede da entidade.

Um dos objetivos da iniciativa é incentivar os associados que quiserem participar da ação. Para isso, os membros da CDL Jovem conversarão com os lojistas, explicando a ação, qual o seu impacto social e poder de vendas. No dia, os produtos serão vendidos sem o valor dos impostos como forma de protesto e também serve para movimentar o comércio local.

Apesar de a campanha acontecer em âmbito nacional há 18 anos, visto que é organizada pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Novo Hamburgo participa há apenas dois. No ano passado foi realizada uma ação na Praça do Imigrante, onde alguns produtos foram expostos com e sem valores de impostos, ou seja, foi uma ação única no dia da campanha. Porém, percebia-se, segundo a CDL Jovem, que os comerciantes tinham interesse de participar. Por isso, neste ano, a entidade decidiu fazer uma fase preparatória com divulgação antecipada a fim de convidar associados. Portanto, desta vez, o DLI acontecerá em mais de um local. Lembrando que a adesão à campanha é gratuita, basta se cadastrar no site dialivredeimpostos.org.br. É necessário cadastrar os dados da loja e do produto que será disponibilizado para o público. O empresário inscrito recebe um material de apoio para chamar a atenção dos consumidores.

De acordo com o diretor da CDL Jovem, Éden Martins, no momento atual se fala tanto em reforma tributária e aumento de impostos, o empresário e o consumidor são os mais prejudicados. “O DLI é uma oportunidade de protestar e mostrar a todos que os altos percentuais de impostos e tributos prejudicam o consumo e atrapalham o fluxo dos negócios e comércio como um todo. O objetivo principal é conscientizar e demonstrar que não é aumentando impostos que se salva a economia de um país”, aponta Martins.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/03/2024 0 Comentários 332 Visualizações
Política

Fecomércio-RS se une à CNC em ação sobre imposto de importação no STF

Por Jonathan da Silva 22/02/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS ingressou com pedido de “Amicus Curiae” na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7589), ajuizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e Confederação Nacional da Indústria (CNI) no Supremo Tribunal Federal (STF). A ação pede a suspensão dos benefícios de isenção do imposto de importação nas remessas internacionais de mercadorias de até US$ 50,00 para pessoas físicas, bem como a declaração de inconstitucionalidade da norma.

O “Amicus Curiae” (amigo da causa) tem por objetivo contribuir com a ação, por meio do acréscimo de informações e dados que possam influenciar a decisão dos Ministros.

Um estudo realizado pela CNC mediu o impacto da isenção do imposto de importação em produtos adquiridos por pessoas físicas com valor até US$ 50 sobre o varejo nacional. Para cada 1% de diferença de preços em relação ao produto importado pelo Programa Remessa Conforme, há perda média de 0,49% no faturamento. Os mais afetados são os setores de farmácia e perfumaria, com o maior impacto (0,87%), seguidos por vestuário e calçados (0,64%).

O estudo ainda indica que, para um empresário importar o mesmo produto anunciado até US$ 50 (aproximadamente R$ 250) em lojas de comércio eletrônico, o custo tributário varia entre 63% e 90%. Isso elevaria o preço de venda ao consumidor desse mesmo produto a R$ 546, no mínimo. “É extremamente necessário fortalecer os argumentos e ampliar o discurso para conseguirmos, em conjunto com as Confederações, reverter esta medida que gera tanto desequilíbrio concorrencial para os empresários brasileiros”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/02/2024 0 Comentários 497 Visualizações
Política

Abicalçados participa de reunião com Casa Civil

Por Marcel Vogt 31/08/2023
Por Marcel Vogt

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, participou, no dia 30, de uma reunião com o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, com a secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior e sua equipe e com deputados federais. O encontro, organizado pela Coalizão Indústria, grupo que reúne entidades representativas de 15 setores da indústria nacional, aconteceu em Brasília/DF.

Entre os assuntos colocados pela Abicalçados para o ministro e sua equipe estava a preocupação com a concorrência desleal gerada pela isenção de impostos em compras de até US$ 50 realizadas em plataformas internacionais de e-commerce e a importância da continuidade da política de desoneração da folha de pagamentos. “São questões que vêm afetando o setor calçadista brasileiro, colocando em riscos milhares de empregos e a saúde financeira da própria indústria”, diz.

Segundo Ferreira, a isenção das compras realizadas nas plataformas internacionais coloca em risco imediato mais de 30 mil empregos na atividade. “A Abicalçados vem alertando as autoridades sobre a importância de revogação da medida, afinal a indústria nacional segue pagando impostos como PIS, Cofins e IPI, enquanto o calçado estrangeiro entra no País sem qualquer tributação. É uma concorrência desleal e que atinge em cheio a produção nacional de calçados”, ressalta.

O estudo realizado pela Abicalçados sobre o impacto nos empregos do setor levou em consideração os impactos provocados somente pelas duas maiores plataformas de e-commerce internacionais atuantes no País. Ambas faturaram, somente em vendas de calçados no Brasil, cerca de R$ 2 bilhões em 2022. O montante corresponde a quase 20% do valor total do varejo on-line de calçados no Brasil.

Outro assunto tratado no encontro foi a importância da aprovação da continuidade da política de desoneração da folha de pagamentos para os 17 setores que mais empregam no Brasil, entre eles o calçadista. A matéria está aguardando votação na Câmara dos Deputados. “A indústria calçadista precisa de previsibilidade no que diz respeito à continuidade da desoneração. Somos um setor intensivo em mão de obra, que no Brasil gera mais de 300 mil postos diretos. Uma possível reoneração do nosso setor impactaria diretamente na atividade, com queda de 20% na produção e a perda de 15 mil empregos somente no primeiro ano”, alerta o executivo. Hoje, o mecanismo permite que o setor calçadista substitua o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1,5% sobre a receita bruta. A medida, se não renovada, vence em dezembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2023 0 Comentários 558 Visualizações
Política

Refis de Novo Hamburgo também beneficia débitos judicializados

Por Marcel Vogt 21/08/2023
Por Marcel Vogt

“Esta é uma oportunidade imperdível para quitar as dívidas com o Município.” A frase do secretário municipal da Fazenda de Novo Hamburgo, Betinho dos Reis, destaca o Programa de Recuperação Fiscal (Refis), lançado na semana passada e que dá desconto de 100% nos juros e multas de mora para débitos inscritos em Dívida Ativa.

“O Refis vem para beneficiar as pessoas que tiveram dificuldades em honrar seus débitos, possibilitando este desconto total de juros e multa”, completa o secretário. A vantagem abrange inclusive dívidas judicializadas, onde as custas judiciais também são reduzidas, uma vez que passam a incidir somente pelo valor original corrigido, sem a multa e os juros.

Os tributos a serem beneficiados são o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e multas (ambientais, sanitárias etc). O contribuinte com mais de uma inscrição em Dívida Ativa poderá optar por quitar uma ou mais por meio do Refis. Todos devem ter sido lançados até 31 de dezembro do ano passado.

Os contribuintes pessoas físicas ou jurídicas têm até dia 30 de novembro para aderir ao Refis. O pagamento do débito deve ser à vista. Os detalhes do programa podem ser conferidos no site refis2023.novohamburgo.rs.gov.br, onde há inclusive uma seção de perguntas e respostas das principais dúvidas. A estimativa do secretário é de um incremento de cerca de R$ 20 milhões na arrecadação municipal com o programa.

Descontos

Betinho cita o exemplo contido no site para mostrar a vantagem do Refis a partir de um débito de IPTU, que é o principal tributo municipal. Uma dívida do ano de 2001 em R$ 159,12 hoje totalizaria R$ 2.333,61 (R$ 32,77 de multa; R$ 496,39 de correção e R$ R$ 1.645,33 de juros). Com o Refis, são eliminados a multa e os juros e o débito cairia para R$ 655,51, um desconto R$ 1.678,10.

Quanto mais antiga a dívida, maior a percepção de desconto. Mas também há descontos vantajosos sobre débitos mais recentes. “No fim, o melhor mesmo é sempre manter em dia os tributos”, pondera o secretário, lembrando que, apesar dos descontos nos juros e multa, os débitos têm seu valor atualizado inclusive no Refis.

Segundo balanço da Fazenda municipal, os débitos inscritos em Dívida Ativa chegam a R$ 607 milhões. Anualmente, cerca de 20% dos tributos que compõem as receitas próprias do Município são lançados em Dívida Ativa. Atualmente, o Município tem mais de 29 mil ações de execução fiscal ajuizadas na Comarca de Novo Hamburgo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2023 0 Comentários 530 Visualizações
Cidades

Primeira etapa do Santa Cruz em Dia arrecada mais de R$ 9 milhões

Por Marcel Vogt 10/07/2023
Por Marcel Vogt

O Programa Santa Cruz em Dia ainda não terminou e já arrecadou um valor recorde se comparado com a campanha realizada nos últimos anos até o período de 30 de junho, prazo em que o devedor tem o benefício de até 100% de desconto nos juros e multas. De acordo com o secretário de Fazenda, Valdir Bruxel, a iniciativa de quitação de créditos tributários municipais foi aderida por 3.777 contribuintes, entre pessoas físicas e jurídicas, totalizando R$ 9.221.750,14.

Ainda segundo ele, as principais origens de arrecadação estão relacionadas ao ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza), em mais de R$ 4 milhões, e IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), totalizando mais de R$ 3 milhões. Conforme o secretário, alguns dos contribuintes, 391 no total, optaram pelo parcelamento da dívida, tendo um desconto de 35% nos juros e multas.

Na avaliação de Bruxel, a arrecadação nesta primeira etapa da campanha superou as expectativas, visto que, se comparado com o ano anterior, o valor que entrou nos cofres públicos nesta edição mais que duplicou. “Tivemos 102% sobre o valor arrecadado em 2022. Dentro do Plano de Ação Fiscal anunciado pela prefeita Helena no mês de maio, o trabalho para aumentar a arrecadação é tão essencial quanto a diminuição nas despesas de viagens e diárias, fazendo com que a Administração mantenha e até amplie os serviços em áreas essenciais como Saúde e Educação”, afirmou.

A campanha Santa Cruz em Dia tem continuidade. A partir de agora, quem quiser saldar sua dívida terá o desconto de 80% nos juros e multas, se procurar a Secretaria de Fazenda (Sefaz) até o dia 31 de agosto.

A Sefaz localiza-se na Rua Coronel Oscar Jost, 1551, no Centro Administrativo I, em frente ao Ginásio Poliesportivo Arnão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2023 0 Comentários 359 Visualizações
Variedades

Municípios gaúchos participam de ações pelo Dia Livre de Impostos

Por Marcel Vogt 26/05/2023
Por Marcel Vogt

Lojistas das cidades de Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Frederico Westphalen e Carazinho, no Rio Grande do Sul, participaram do Dia Livre de Impostos, promovido pela CDL Jovem RS e CDL Jovem e Núcleo Jovem das respectivas cidades, nesta quinta-feira (25). Foi um momento importante para conscientizar a população sobre a alta carga tributária brasileira. Durante a ação, os varejistas comercializaram produtos e serviços sem repassar o valor da tributação aos clientes, possibilitando descontos de até 70% em alguns casos. 

Muitas vezes os lojistas são culpados por preços elevados, mas, na verdade, o principal fator que influencia é a carga tributária.

O coordenador da CDL Jovem no Rio Grande do Sul, que faz parte da Federação Varejista do Rio Grande do Sul, Lucas Magnani, destaca que o Dia Livre de Impostos não apenas chama atenção para a alta carga tributária, mas também ressalta a falta de retorno adequado por parte dos governos. “Cada cidadão e empresa precisa pagar por segurança, educação e saúde de forma privada, o que impacta o bolso de todos”, disse.

O Dia Livre de Impostos, em sua 17ª edição, é promovido anualmente pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem), com o propósito de sensibilizar a população, o varejo e o poder público sobre a necessidade de reformulação do sistema tributário do Brasil. 

O Brasil está entre os últimos colocados nos rankings que mostram o retorno governamental para a população em relação ao que é arrecadado.

A coordenadora da CDL Jovem no RS, Shaíze Roth, reforça a importância desse tipo de ação para conscientizar a população. “Muitas vezes os lojistas são culpados por preços elevados, mas, na verdade, o principal fator que influencia é a carga tributária. O Brasil está entre os últimos colocados nos rankings que mostram o retorno governamental para a população em relação ao que é arrecadado. Além disso, a movimentação serviu para proporcionar aos empresários a oportunidade de destacar seus produtos e serviços de forma diferenciada e criativa”, conclui.

A ação, que ocorreu nacionalmente em mais de 1.500 cidades de todos os estados brasileiros, contou com a participação de 26 estados e do Distrito Federal no último ano, com o envolvimento de mais de 40 mil varejistas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2023 0 Comentários 547 Visualizações
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