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Hospital Moinhos de Vento

Saúde

Marido recebe rim da esposa em transplante no Hospital Moinhos de Vento

Por Amanda Krohn 09/01/2023
Por Amanda Krohn

A promessa do juntos na saúde e na doença foi levada ao pé da letra pelo casal Gelson Luis Pires, de 57 anos, e sua esposa Rejane Maria Fresee Pires, de 55. Em tratamento conservador em função de problema nos rins desde os 30 anos, há quatro anos o advogado aposentado fazia diálise, mas o tratamento já não estava dando a resposta que precisava. E foi na esposa Rejane que ele encontrou a doadora compatível.

Com uma biópsia inconclusiva da condição de seus rins, Pires já estava com problemas no coração (coração grande) em função da pressão alta, além de sofrer com a bipolaridade. “Eu ficava angustiado já no domingo porque na segunda precisava fazer a diálise”, relata. Foi um amigo que indicou o nefrologista do Hospital Moinhos de Vento, David Saitovitch, especialista responsável pelo transplante. “Foi um milagre, deu tudo certo. Os médicos dizem que foi melhor do que o esperado”, comemora. Pai de duas filhas, Victoria, de 27, e Manuela, de 16, hoje o morador de Porto Alegre já pode fazer coisas que antes não conseguia mais fazer. “Eu nem me concentrava mais na leitura, agora tenho muito mais atividade”, revela.

Foi um milagre, deu tudo certo. Os médicos dizem que foi melhor do que o esperado

Com a sorte de encontrar na esposa o rim compatível, o advogado aposentado conscientiza sobre a importância da doação de órgãos. “As famílias devem aceitar a retirada dos órgãos, é uma forma de permitir que a vida do familiar continue. É uma missão além da vida. O sofrimento das pessoas que fazem diálise é muito grande. A pessoa enfraquece muito, muda até o modo de caminhar”, contou. O transplante é um dos tratamentos para a doença renal crônica e no caso de Pires, ele agora não faz mais hemodiálise e garante a sobrevida, mas segue realizando terapias complementares.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2023 0 Comentários 553 Visualizações
Saúde

Gaúcho assume presidência de Associação Brasileira de Otorrino

Por Stephany Foscarini 02/03/2022
Por Stephany Foscarini

Médico do corpo clínico do Hospital Moinhos de Vento, Renato Roithmann, é o novo presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF). Roithmann e outros 12 membros integram a nova diretoria para a gestão 2022.

Um dos pressupostos de nossa associação é desenvolver ações que promovam a melhoria da saúde da população”.

O profissional atua há mais de 30 anos na entidade e está entusiasmado para desenvolver novos projetos. “Um dos pressupostos de nossa associação é desenvolver ações que promovam a melhoria da saúde da população. Já realizamos diversas campanhas de orientações e atendimentos em consultórios e universidades. Acreditamos que podemos ampliar e fortalecer ainda mais a nossa atuação”, afirmou o novo presidente.

Roithmann possui graduação e doutorado em Ciências Médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e especialização em Otorrinolaringologia no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Foi fellow clínico e de pesquisa com ênfase em Rinossinusologia e Cirurgia Videoendoscópica pelo Mount Sinai Hospital em Toronto, no Canadá. Cursou pós-doutorado na cidade de Adelaide, Austrália, na área de cirurgia avançada do nariz e dos seios paranasais. O profissional também é ex-presidente da Academia Brasileira de Rinologia e da Associação Gaúcha de Otorrinolaringologia e atua há mais de 30 anos na ABORL-CCF.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/03/2022 0 Comentários 650 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza live Coração bem cuidado

Por Ester Ellwanger 26/10/2021
Por Ester Ellwanger

A insuficiência cardíaca atinge cerca de três milhões de brasileiros e é a terceira causa de internação de pessoas com mais de 60 anos. De acordo com os dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, está presente em até 10% dos indivíduos com idade superior a 65 anos. Com o objetivo de promover a conscientização sobre a doença e a efetividade do autocuidado em pacientes, o Hospital Moinhos de Vento promove a edição da live de outubro do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS) com o tema Coração bem cuidado – o uso do SMS.

O cardiologista Luís Eduardo Rohde e a pesquisadora Mariana Blacher, ambos do Hospital Moinhos, e o cardiologista do Hcor, Felix Ramires, irão debater com os convidados, a médica do Instituto de Cardiologia de Porto Alegre, Marciane Rover, e o enfermeiro do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Omar Pereira Neto, temas referentes ao projeto que dá nome à live. O evento online e gratuito acontece nesta quinta-feira, 28 de outubro, a partir das 12h, com transmissão ao vivo pelo Facebook e no canal do hospital no Youtube. As inscrições devem ser feitas no site da instituição.

O projeto

O projeto Coração Bem Cuidado — desenvolvido pelos Hospitais Moinhos de Vento e Hcor, em parceria com o Ministério da Saúde — monitora pacientes com insuficiência cardíaca após a alta hospitalar. Eles são convidados a participar da iniciativa com base em critérios observados durante a internação. Após uma formalização, os voluntários passam a receber mensagens no celular e ligações telefônicas orientando sobre o tratamento enquanto se recuperam em casa. O objetivo é atuar na chamada fase vulnerável da doença, que é o primeiro mês depois da hospitalização. Aplicado em todas as regiões brasileiras, o projeto já atinge 500 pacientes e a ideia é chegar a 700.

 

A doença

A insuficiência cardíaca (IC) é uma condição em que o coração não consegue bombear a quantidade de sangue que o corpo necessita para suprir suas necessidades. As internações por IC em hospitais públicos brasileiros representam aproximadamente 2% de todas as admissões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/10/2021 0 Comentários 597 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realizou treinamento gratuito de RCP

Por Ester Ellwanger 25/10/2021
Por Ester Ellwanger

Estima-se que, anualmente, 17 milhões de pessoas morrem em decorrência de paradas cardíacas em todo o mundo. No Brasil, são aproximadamente 360 mil por ano, ou 800 por dia — representando uma vítima a cada 90 segundos. Orientar e preparar a população para atuar numa situação como essa é essencial para salvar vidas e minimizar sequelas.

Por isso, neste domingo, 24 de outubro, o Hospital Moinhos de Vento realizou treinamentos gratuitos de reanimação cardiopulmonar (RCP) no Parcão. A iniciativa ocorreu em parceria com a Prefeitura de Porto Alegre, Samu e Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio Grande do Sul (Socergs). Médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem utilizaram 15 bonecos e desfibriladores externos automáticos (Dea) para capacitar cerca de cem pessoas durante as três horas de evento, além de reunir frequentadores que passavam pelo local.


Entre os participantes, estavam crianças e adolescentes. Silvia Mozart, de quatro anos, veio de Canoas para participar da ação. “Desde pequena, minha filha diz que quer ser enfermeira. Ela pediu para que eu a trouxesse hoje e, no carro, veio contando que aprenderia a salvar vidas”, contou o pai, Rodrigo Mozart.

O treinamento incluiu um conjunto de manobras que pode ser iniciado antes da chegada do socorro, prevenindo sequelas e até a morte. O Comitê Internacional de Ressuscitação orienta que o procedimento seja feito seguindo os três “Cs”: checar a respiração da vítima; chamar por ajuda no número 192; e comprimir efetivamente o tórax, numa taxa de 100 a 120 compressões por minuto. “Com a iniciativa de hoje, temos mais cem pessoas aptas para identificar os sinais de parada cardíaca e fazer os procedimentos de forma segura. O efeito multiplicador de ações como essa salva vidas”, explicou o médico do Serviço de Emergência do Moinhos de Vento, Luiz Fernando Varela.

Conhecimento que faz a diferença

“Nosso propósito é cuidar de vidas, e isso inclui a promoção de ações educativas junto à comunidade. É fundamental compartilhar nosso conhecimento, orientando as pessoas a saber agir em uma situação como esta”, enfatiza Melina Schuch, Gerente de Estratégia, Inovação e Marketing do Hospital Moinhos de Vento. “Em uma situação de emergência em que a vida de uma pessoa está em risco, o socorro deve ser imediato. O conhecimento de RCP pode fazer toda a diferença”, explica o cardiologista Marcelo Rava de Campos, que ministra treinamentos pela Socergs em todo o Rio Grande do Sul.

 

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2021 0 Comentários 649 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento coordena estudo de efetividade da vacina ComiRNAty

Por Ester Ellwanger 10/10/2021
Por Ester Ellwanger

O Hospital Moinhos de Vento e a Pfizer Brasil, em parceria com o Programa Nacional de Imunização, a Universidade Federal do Paraná e a Secretaria de Saúde de Toledo, realizam um estudo que avaliará a efetividade da vacina ComiRNAty contra a Covid-19, em Toledo, no estado do Paraná.

A pesquisa observacional tem como objetivo avaliar a efetividade do imunizante em um cenário de vida real no Brasil. Serão analisados os impactos da vacina em prevenção de casos sintomáticos, reinfecção, internações, mortes, efeitos adversos, além de Long Covid e consequências em longo prazo atribuídas ao coronavírus.

A coordenação do estudo será realizada por uma equipe do Instituto de Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre. O pesquisador principal e médico intensivista Regis Goulart Rosa explica que deverão ser recrutados cerca de 4.500 voluntários, dos quais aproximadamente 1.500 serão acompanhados durante um ano.
“Um dos nossos objetivos é avaliar o impacto da vacinação em massa para Covid-19 com a ComiRNAty em desfechos relevantes e em um contexto de alta prevalência de variantes preocupantes de SARS-CoV-2, como é o caso das variantes Gamma (P.1) e Delta. A pesquisa deve nos ajudar a entender a efetividade da vacinação para Covid -19 em nosso meio, contribuindo para o desenvolvimento de políticas de imunização baseadas em evidências locais e de alta qualidade”, salienta Regis.

O estudo

Todas as pessoas com 12 anos de idade ou mais que procurarem os serviços de saúde com sintomas suspeitos de Covid -19 serão convidadas a ingressar no estudo. Os pesquisadores classificarão os voluntários entre os que testarem positivo para a infecção (grupo casos) e os negativos (grupo controle). “Informações quanto ao estado vacinal destes participantes permitirão a avaliação da efetividade e segurança da vacina em curto, médio e longo prazo”, pontua Regis.

As vacinas da Pfizer serão fornecidas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) à secretaria municipal de Saúde de Toledo e oferecidas a toda população acima de 12 anos de idade que ainda não tenham recebido outro imunizante. O Município ficará com a responsabilidade de vacinar seus habitantes e fazer a manutenção do sistema de vigilância. A escolha da cidade se baseou em critérios como região geográfica favorável, epidemiologia demonstrando estabilidade do número de casos e circulação de variantes, estrutura física para realizar a vacinação e capacidade do sistema de vigilância estabelecido na cidade.

“Além disso, o potencial de estimular a parceria científica local também foi levado em consideração, o que foi possível por meio da colaboração da Universidade Federal do Paraná (Campus Toledo), que será responsável pela realização da análise genômica das amostras positivas coletadas ao longo do projeto”, explica Júlia Spinardi, líder médica da área de vacinas da Pfizer Brasil. “É um orgulho a UFPR participar de mais essa iniciativa e reforça nossa vocação em favor da ciência e da saúde pública”, completa Ricardo Marcelo Fonseca, reitor da universidade.

Estudos que avaliam a utilização da vacina em vida real vem sendo feito em todo mundo e são fundamentais para o entendimento das estratégias vacinais e medidas de controle da pandemia. “Nos sentimos honradas em poder colaborar com esse projeto e temos certeza que as análises realizadas trarão benefícios a toda a população brasileira”, complementa Júlia.

Os dados coletados serão avaliados pelos pesquisadores e possíveis pontos de melhoria na atenção de saúde da cidade poderão ser discutidos com os gestores locais quase em tempo real.

Para o prefeito Beto Lunitti, Toledo é exemplo em relação ao cumprimento do Programa Nacional de Imunização (PNI) durante toda a campanha de vacinação contra a Covid-19. Essa boa condução rendeu a participação no estudo da Pfizer sobre o comportamento em uma população totalmente vacinada. “Não é sorte. É trabalho, dedicação e respeito àquilo que foi determinado pelos órgãos que estão à frente da vacinação. Estamos felizes em participar deste estudo observacional e colaborar. A melhor vacina é aquela que está no braço e Toledo está aberto à ciência”, afirmou.

Eficácia X Efetividade

O estudo irá avaliar a efetividade da vacina, algo que só é possível num cenário de vida real, com todas as adversidades. Nestes casos, a resposta à uma substância, no caso o imunizante, é observada num grupo heterogêneo de pessoas, com as mais diversas condições de saúde, idade, etc. Ou seja, a pesquisa vai dizer o quanto a vacina é efetiva e como foi a resposta imune dos voluntários recrutados numa perspectiva realista.
A iniciativa é diferente dos testes clínicos de eficácia. Estudos deste tipo são realizados num ambiente controlado e o que se busca é avaliar os efeitos da vacina contra a doença. A ComiRNAty já se mostrou 95% eficaz contra a Covid -19 nestas pesquisas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

10/10/2021 0 Comentários 629 Visualizações
Saúde

Faculdade Moinhos de Vento realiza simpósio sobre colonoscopia terapêutica

Por Ester Ellwanger 09/10/2021
Por Ester Ellwanger

De acordo com estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil deve registrar 625 mil novos casos de câncer ao ano no triênio 2020-2022. Cerca de 41 mil brasileiros serão diagnosticados com tumores colorretais. No entanto, o segundo tipo mais comum de câncer, tanto em homens como em mulheres — depois de próstata e de mama, respectivamente —, é também um dos mais fáceis de se prevenir.

Um dos principais mecanismos para a prevenção e diagnóstico da doença é a colonoscopia. O exame captura imagens em tempo real do intestino grosso e da porção final do intestino delgado, rastreia tumores, permite identificar pólipos e, agora, também é um procedimento para a retirada dessas lesões. Os pólipos são provocados pelo crescimento desordenado das células do tecido do órgão e, se não tratados, podem evoluir para um tumor.


“Em muitos casos, com a colonoscopia terapêutica avançada, não necessitamos de cirurgias mais complexas para a remoção de pólipos ou lesões restritas à mucosa do intestino. Estamos observando inúmeros benefícios como a não necessidade de internação e do uso da anestesia geral”, explica a chefe do Serviço de Coloproctologia do Hospital Moinhos de Vento, Heloisa Guedes Mussnich. Ela acrescenta que o avanço, além de permitir procedimentos menos invasivos, reduz o risco de infecções.

Para discutir essas transformações no modo de tratar o câncer colorretal, a Faculdade de Ciências da Saúde do Hospital Moinhos de Vento promove o II Simpósio de Colonoscopia Terapêutica. O evento online e gratuito acontece no sábado, 16 de outubro, integra o projeto Moinhos Science Symposium e terá a coordenação do médico coloproctologista da instituição Rafael Castilho Pinto.

A transmissão ao vivo pode ser acompanhada pelo canal da Faculdade Moinhos no Youtube, das 8h30 às 11h15. Os interessados devem se inscrever no site do hospital.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2021 0 Comentários 781 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento celebra 94 anos com exposição

Por Ester Ellwanger 05/10/2021
Por Ester Ellwanger

Há 94 anos ninguém imaginava que seria possível prever doenças, que cirurgias poderiam ser feitas por robôs operados à distância por especialistas ou que pacientes consultariam com seus médicos de onde estivessem, por videochamadas. Em menos de um século, a medicina e a assistência evoluíram, diversas novas especialidades e profissões surgiram e outras precisaram se reinventar.

O Hospital Moinhos de Vento, no seu aniversário, faz uma homenagem aos seus profissionais para mostrar o quanto cada um deles é importante para o desenvolvimento e crescimento da instituição. A exposição “94 anos Hospital Moinhos – Juntos, movemos essa história!” apresenta ao visitante o papel que as diferentes carreiras cumprem no propósito de cuidar de vidas.

O Superintendente executivo, Mohamed Parrini, destaca que, no contexto de pandemia, o mundo passou a valorizar ainda mais os profissionais da saúde. “As equipes da linha de frente foram diretamente atingidas. Trabalharam muito para garantir a vida e o bem-estar dos nossos pacientes. O funcionamento de um hospital depende de uma série de profissionais que nem sempre estão no centro das atenções, mas que executam atividades que colaboram de maneira significativa. Assim, oferecemos um atendimento ágil e de qualidade, permitindo que os nossos pacientes tenham a melhor experiência e os melhores desfechos clínicos”, pontua.

A exposição

Inaugurada na manhã desta segunda-feira, 4 de outubro, a exposição é uma viagem no tempo e faz uma homenagem à história de todos os profissionais que atuam no hospital. O resgate da evolução do quadro de funcionários começa com as primeiras equipes, que eram coordenadas pelas Schwestern, e revela como cada atividade era desenvolvida pelas irmãs diaconisas. Com o crescimento da instituição, foram surgindo novas profissões e novos postos de trabalho. Um acervo relacionado ao atendimento de pacientes e a trajetória dos colaboradores, junto com a exibição de um vídeo com informações complementares, está à mostra no bloco C, próximo ao Convívio Médico.

Do outro lado da passarela, no 8º andar do bloco B, uma estrutura com duas telas interativas convida os visitantes a registrarem o momento para postagem nas redes sociais. As fotos serão exibidas em looping na tela seguinte. “Nosso objetivo é fazer uma homenagem a cada colaborador, mostrando que seu trabalho é essencial, seja na linha de frente, seja nas áreas de apoio. Todos nessa instituição estão extremamente engajados na missão de cuidar de vidas”, acrescenta Mohamed.

Além desses espaços, o conteúdo da exposição poderá ser acessado no site do Hospital Moinhos de Vento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2021 0 Comentários 1,K Visualizações
médicos residentes
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza 1º Simpósio de Cirurgia Robótica Colorretal

Por Stephany Foscarini 27/09/2021
Por Stephany Foscarini

Muitas vezes formados a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso, os tumores intestinais atingiram quase 41 mil pessoas no Brasil em 2020, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Nos últimos anos, com inovações que revolucionaram o modo de tratar os pacientes, a medicina desenvolveu um aliado no combate à doença: a cirurgia robótica. A técnica, que por meio de um console que oferece instrumentos multiarticulados com grande mobilidade de rotação, possibilita que o cirurgião faça movimentos complexos e alcance regiões de difícil acesso.

Referência em cirurgia robótica, com mais de 200 procedimentos realizados em 2020 — sendo 179 urológicas —, o Hospital Moinhos de Vento está ampliando a formação e o acesso à técnica em diversas especialidades. Nos dias 1º e 2 de outubro, a Faculdade de Ciências da Saúde realiza o primeiro Simpósio sobre a técnica na área da cirurgia colorretal.

Composto de 5 módulos — introdutório, câncer de cólon direito, câncer de cólon esquerdo, câncer de reto e cirurgia robótica colorretal avançada —, o evento terá a participação de cinco especialistas internacionais e reunirá as dez principais referências médicas nacionais na área. Junto com médicos do Serviço de Coloproctologia do Hospital Moinhos de Vento, eles irão abordar as práticas, tendências e indicações da técnica.

A programação, que é voltada para profissionais da saúde em geral, inicia às 19h na sexta-feira (1º) e às 9h no sábado (2). Todos os painéis e discussões serão transmitidos ao vivo pelo canal no Youtube. As inscrições podem ser feitas no site do hospital.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2021 0 Comentários 562 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento recruta pacientes com histórico de AVC

Por Ester Ellwanger 18/09/2021
Por Ester Ellwanger

O Hospital Moinhos de Vento está recrutando pacientes com histórico de Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico que sejam maiores de 18 anos, tenham pressão alta e não possuam doenças relacionadas ao rim e ao fígado. Os voluntários irão participar de uma pesquisa internacional, considerada um dos maiores estudos de prevenção secundária do AVC deste tipo no mundo, com o objetivo de fornecer evidências do impacto do tratamento em nível global. A estimativa é que sejam recrutadas 1,5 mil pessoas, sendo 150 brasileiros, em 11 centros de diversas regiões do país.

O projeto Trident — sigla em inglês para Estudo da Terapia Tripla para Prevenção de Eventos Recorrentes de Doença Cerebral Intraparenquimatosa — investiga a combinação de medicamentos anti-hipertensivos em uma única pílula para a diminuição da recorrência da doença, uma das formas mais graves e responsável por 10% das reincidências de AVC do mundo. De acordo com a investigadora principal do estudo e chefe do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Moinhos de Vento, Sheila Martins, os resultados poderão contribuir para a introdução de uma medicação anti-hipertensiva de baixo custo no SUS, além de ter possibilidade de manufatura em laboratórios públicos.

O estudo Trident testa o efeito de uma combinação de três medicamentos de baixa dosagem, em uma pílula única, na prevenção desses pacientes nos primeiros seis meses de tratamento.”

“O estudo Trident testa o efeito de uma combinação de três medicamentos de baixa dosagem, em uma pílula única, na prevenção desses pacientes nos primeiros seis meses de tratamento. Essa medicação é capaz de reduzir efetivamente a pressão arterial com a intenção de prevenir novos eventos, como AVC isquêmico e hemorrágico, doenças do coração e, consequentemente, a taxa de mortalidade”, afirma.

O estudo

No Brasil, a iniciativa acontece em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sus (PROADI-SUS), e com a Rede AVC Brasil. A pesquisa de nível internacional é coordenada pelo The George Institute for Global Health e estima incluir 1,5 mil pacientes até o final de 2023.

A participação brasileira é considerada fundamental para garantir a representatividade da sua população. “Nosso país tem uma amostra étnica muito ampla, garantindo características genéticas muito diversas, e com um sistema de saúde universal. Temos uma rede de pesquisa nacional muito forte na área de AVC com pessoas interessadas em mudar e qualificar o atendimento a estes casos”, ressalta a neurologista vascular do Hospital Moinhos de Vento e líder do Projeto Trident no Brasil, Ana Cláudia de Souza.

De acordo com a médica, além de contribuir internacionalmente com a pesquisa científica, o projeto é uma oportunidade de incluir no rol de medicamentos oferecidos pelo SUS uma nova opção, de baixo custo, eficaz e de dose diária única, eliminando a dificuldade dos pacientes de tomar vários remédios ao longo do dia.

O estudo teve início em 2017 e, além do Brasil, é executado na Austrália, China, Inglaterra, Taiwan, Malásia, Singapura, Sri Lanka, Holanda e Suécia.

O AVC

O AVC é uma alteração súbita da circulação cerebral e pode ocorrer de duas formas. O chamado AVC Hemorrágico, que corresponde de 10% a 15% dos casos, é provocado pelo rompimento de um vaso sanguíneo cerebral, espalhando sangue pelo cérebro. O AVC Isquêmico, considerado o mais comum, se caracteriza pela falta de sangue numa região do cérebro, que é causada a partir da obstrução de um vaso sanguíneo cerebral. Este último tem tratamento possível se o paciente chegar rapidamente ao hospital.

Considerado o maior fator de incapacidade no mundo, é a segunda causa de mortalidade no Brasil, onde são registrados cerca de 400 mil casos por ano — destes, 80% são atendidos no Sistema Único de Saúde. Apesar das estatísticas, estima-se que, em 90% dos casos, a doença poderia ser evitada. A prevenção depende de o paciente atuar em dez fatores de risco: pressão alta (considerada o principal fator), colesterol elevado, diabetes, fumo, fibrilação atrial (arritmia cardíaca que provoca má circulação sanguínea), obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada, abuso de bebidas alcoólicas e depressão e/ou estresse.

É fundamental que a população tenha conhecimento disso, pois é uma doença que pode ser evitada com facilidade”.

“Todos esses fatores implicam em uma mudança significativa no estilo de vida. É fundamental que a população tenha conhecimento disso, pois é uma doença que pode ser evitada com facilidade”, explica Sheila Martins. A especialista também reforça que o exercício é considerado um poderoso protetor contra o AVC: fazer 30 minutos de atividade física, cinco vezes por semana, reduz os riscos em quase 40%.

É importante aprender a reconhecer os sinais, como perda de força ou dormência, geralmente em uma metade do corpo; dificuldade para falar ou compreender a fala; dificuldade de enxergar em um olho, nos dois olhos, ou numa metade do campo de visão; tontura, que se manifesta com uma sensação rotatória associada à falta de equilíbrio e de coordenação; e intensa dor de cabeça súbita.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2021 0 Comentários 908 Visualizações
Variedades

Hospital Moinhos de Vento realiza melhorias

Por Stephany Foscarini 16/09/2021
Por Stephany Foscarini

Só no último ano, e em plena pandemia, o Hospital Moinhos de Vento ampliou a área de compostagem, construiu sua própria estufa agrícola e instalou um novo bicicletário. Também realizou o plantio de mudas de hortaliças e árvores frutíferas em comunidades em situação de vulnerabilidade social, como forma de promover uma alimentação mais saudável e o desenvolvimento sustentável. Essas ações se somam a iniciativas pioneiras nos últimos anos, como a implantação da primeira Central de Transformação de Resíduos dentro de um hospital no Brasil. A estrutura trata e reaproveita as 2 mil toneladas anuais de materiais gerados na própria instituição, reduzindo a zero o volume de resíduos infectantes destinados a aterros sanitários.

Esse conjunto de ações rendeu o Prêmio HealthARQ 2021 na categoria Sustentabilidade. Concedido pelo Grupo Mídia, a honraria é uma das mais importantes do Brasil no setor saúde. De acordo com o superintendente administrativo do hospital, Evandro Moraes, as tão badaladas práticas preconizadas no conceito ESG (Ambiental, Social e Governança, em livre tradução) estão no DNA da instituição desde o início de sua história e alinhadas com o propósito de cuidar de vidas. “Somos uma locomotiva que não para. Temos equipes que compreendem isso e estão engajadas na missão de manter um ambiente e uma sociedade saudável para as futuras gerações. O prêmio é o reconhecimento desse trabalho”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2021 0 Comentários 646 Visualizações
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