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Hospital Moinhos de Vento

Saúde

Hospital Moinhos de Vento testa aplicativo para recuperação de pacientes após AVC

Por Jonathan da Silva 13/08/2024
Por Jonathan da Silva

Parte do programa de futuros líderes da World Stroke Organization (Organização Mundial de AVC), o projeto colaborativo SmartRehab está avaliando a viabilidade e a usabilidade de um aplicativo para recuperação de pacientes após o acidente vascular cerebral (AVC). Criada em Hong Kong, a ferramenta está em teste em sete países. No Brasil, o Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, é a única instituição a utilizá-la.

A ideia do aplicativo é oferecer uma rotina de exercícios de reabilitação associando o rastreamento dos movimentos do paciente, identificando as dificuldades e os pontos que precisam ser trabalhados no acompanhamento com fisioterapeuta, explica o médico neurologista Leonardo Carbonera, pesquisador responsável pelo estudo e membro do corpo clínico do hospital. “Ele mede o alcance máximo do movimento e dá uma pontuação que permite que paciente e o fisioterapeuta acompanhem o progresso da reabilitação. Se, por exemplo, for detectada perda de força no braço esquerdo, serão prescritos exercícios para retomá-la”, detalha o especialista, que também é líder operacional de Projetos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

No Moinhos, os pacientes selecionados levarão um tablet para casa a fim de utilizar o aplicativo por 30 dias. Os exercícios serão prescritos individualmente para eles pelos profissionais da instituição. Além do Brasil, Argentina, Estados Unidos, Itália, Romênia, Índia e Malásia também testam o produto.

                       

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2024 0 Comentários 431 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento inaugura andar para atendimento pediátrico

Por Jonathan da Silva 24/07/2024
Por Jonathan da Silva

Um andar para atendimento pediátrico foi inaugurado recentemente pelo Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre. Com investimento de R$ 9 milhões, a reforma trouxe 30 novos leitos ao espaço, em uma área de 900 m². O projeto foi pensado para oferecer mais conforto aos pequenos pacientes que vivem a jornada de internação, ao lado dos pais ou responsáveis.

Para o CEO do hospital, Mohamed Parrini, inovação e modernização estão no cerne da estratégia da instituição. “Essa entrega simboliza ainda mais conforto e qualidade no atendimento dos nossos pacientes pediátricos e suas famílias. Estamos sempre em busca do melhor para cumprir o nosso propósito de cuidar das pessoas”, ressalta Parrini.

O espaço também recebeu investimentos em tecnologia para oferecer mais autonomia aos pacientes e familiares. Os leitos possuem estrutura de acesso à internet e aos streamings por tablets e televisões smart, assim como um sistema integrado e digital para monitoramento dos pedidos feitos ao posto de enfermagem. “Também foi instalado o prontuário eletrônico, com display, ao lado das portas de entrada de cada quarto, garantindo que as equipes assistenciais tenham informações rápidas e precisas, otimizando o tempo de cuidado de cada paciente. Com essas melhorias, estamos utilizando a tecnologia para disponibilizar um atendimento mais humano e qualificado”, explica o gerente de Tecnologia da Informação do hospital, Tiago de Abreu.

Leito do novo espaço pediátrico do Hospital Moinhos

Segurança e cuidado

Com foco no bem-estar aliado ao cuidado em saúde, alguns dos leitos contam com uma antecâmara que garante as pressões adequadas de proteção e tratamento de casos de isolamentos, portanto, evita que o ar contaminado de outros ambientes entre na atmosfera daquele ambiente. O espaço é moderno, bem iluminado e conta com copa e recreação para os pequenos, além de um sistema moderno de climatização, em conformidade com as normas vigentes para qualidade do ar em ambientes de saúde.

O Hospital Moinhos de Vento está localizado na rua Ramiro Barcelos, 910, no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

Fotos: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2024 0 Comentários 526 Visualizações
Saúde

Banco de sangue do Hospital Moinhos de Vento necessita doações

Por Jonathan da Silva 16/07/2024
Por Jonathan da Silva

O banco de sangue do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, está precisando de doações. Todos os tipos sanguíneos são necessários no momento. Para realizar a doação, é preciso fazer agendamento prévio pelo telefone (51) 3314-3072 e WhatsApp (51) 99235-6964. A coleta é feita pelo Serviço de Hemoterapia do Grupo H.Hemo, que funciona de segunda à sexta-feira, das 7h30min às 13h, e sábados, das 7h30min às 12h.

A doação de sangue é realizada no Bloco E do hospital. O acesso externo deve ser feito pela Rua Tiradentes, 333, ao lado do estacionamento. No dia da coleta, o doador deverá apresentar um documento de identificação oficial com foto.

Orientações do hospital

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2024 0 Comentários 503 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza quase mil atendimentos a atingidos pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 23/05/2024
Por Jonathan da Silva

Médicos, enfermeiros e técnicos em enfermagem do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, já visitaram 60 abrigos da capital e de Canoas e realizaram quase mil atendimentos em saúde a pessoas atingidas pelas enchentes. Através do pilar social Instituto Moinhos Social (IMS), a instituição conta com 387 profissionais atuando como voluntários.

O atendimento por telemedicina, que foi oferecido pelo Hospital Moinhos de Vento de forma gratuita à população, já realizou cerca de 500 consultas e está chegando a 900 cadastros.

Com o fechamento do Aeroporto Salgado Filho, o Moinhos abriu seu heliporto para doar e receber donativos, medicamentos e insumos médicos para outras instituições, além de auxiliar na transferência de pacientes e profissionais da saúde. De 4 a 21 de maio, o local já registrou 60 operações.

Dados das ações solidárias do Hospital Moinhos de Vento

  • Abrigos atendidos: 60
  • Pessoas impactadas: 22.928
  • Roupas doadas: 14.917
  • Litros de água doados: 24.695
  • Itens de Higiene: 16.741
  • Bens hospitalares emprestados: 11
  • Voluntários em ação: 387
  • Atendimentos em saúde: 979
Fotos: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2024 0 Comentários 455 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento faz a 100ª cirurgia com robô Versius

Por Jonathan da Silva 24/01/2024
Por Jonathan da Silva

O centésimo procedimento utilizando a tecnologia Versius foi realizado pelo Hospital Moinhos de Vento em dezembro de 2023. O uso de robôs para realização de cirurgias tem crescido anualmente na instituição de Porto Alegre, que abriga um dos mais completos e diversificados parques robóticos da América Latina. Versius é um sistema compacto, portátil, que conta com braços que se articulam separadamente e pinças ultrafinas.

Realizada pelos cirurgiões Artur Paludo e Ricardo Zordan, o procedimento de nefrectomia radical (retirada total ou de grande parte do rim) teve duração de duas horas, e o paciente, um indivíduo de 56 anos, teve alta após 24 horas da cirurgia. “As plataformas robóticas nos permitem ter uma visão em três dimensões e ampliada em até oito vezes da anatomia do paciente. Assim, conseguimos dissecar melhor os tecidos e preservar aqueles que precisam ser preservados. Além disso, as pinças dos robôs são pequenas e têm movimentação maior que nosso próprio punho, o que permite fazer uma intervenção mais rápida, com menos dor e sangramento”, detalhou Paludo, que faz parte do corpo clínico do Hospital Moinhos de Vento.

Urologia, Ginecologia, Cirurgia Torácica, Coloproctologia, Cirurgia Geral e Digestiva tem utilizado essa plataforma regularmente. “Oferecer essas novas possibilidades vai ao encontro da política do Hospital Moinhos de Vento de investir em tecnologia para garantir uma assistência de excelência e de qualidade. Utilizar esses sistemas traz benefícios que vão além de um ótimo resultado no tratamento. Eles garantem mais qualidade de vida e pronta recuperação aos pacientes”, destacou o urologista André Berger, coordenador do Núcleo de Cirurgia Robótica do hospital.

Parque robótico

O Programa Robótico do Hospital Moinhos de Vento foi constituído em 2018 e realizou, até dezembro de 2023, quase 3 mil procedimentos com apoio dessas tecnologias. Além do Versius, a instituição conta com o sistema Da Vinci e robôs específicos para especialidades, como o Rosa (ortopedia) e Cirq (neurocirurgia).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/01/2024 0 Comentários 459 Visualizações
Saúde

Pesquisadores discutem desafios das ciências biológicas e biomédicas

Por Marina Klein Telles 11/12/2023
Por Marina Klein Telles

Dezenas de jovens pesquisadores de vários estados brasileiros participaram no domingo (10), em Porto Alegre, do workshop de pré-abertura do Proxima Symposium, que tem apoio do Hospital Moinhos de Vento. No encontro da Iniciativa Proxima, realizado no Auditório Moinhos com o tema “Fronteiras das Ciências Biológicas e Biomédicas: Medicina Personalizada”, falaram dois pesquisadores de renome mundial. Já o simpósio, evento internacional que reúne pesquisadores das áreas de ciências biológicas e da saúde, ocorrerá desta segunda (11) a quarta-feira (13) na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).

No pré-evento, o brasileiro Eduardo Zimmer, professor adjunto em Farmacologia na Ufrgs, abordou a medicina personalizada, que consiste na adaptação do tratamento médico às características individuais de cada paciente. Ele contou casos de pacientes com demência causada por Alzheimer e comentou pesquisas desenvolvidas na área. Já o português Luis Saraiva, investigador principal e diretor interino da Divisão de Modelagem de Doenças Humanas e Terapêutica na Sidra Medicine, no Catar, falou sobre mutações genéticas identificadas em pacientes renais e seus respectivos tratamentos.

O objetivo da Proxima Symposium é fortalecer a comunidade científica. “A Iniciativa Proxima busca descobrir talentos jovens no Brasil que, como brincamos, tenham os olhos brilhando pela ciência. Acreditamos que é por meio da ciência que um país, uma sociedade, as comunidades conseguem ser soberanas. Queremos criar uma estrutura de descoberta de talentos, prepará-los para uma carreira profissional e dar oportunidade de desenvolvimento”, comentou Marcelo Dietrich, professor associado em Medicina Comparativa e Neurociências em Yale, que lidera a Iniciativa Proxima.

Um dos participantes do evento deste domingo foi o estudante de biologia Jorley Santos da Silva, 24 anos, de Salvador (BA), que integrou a primeira turma da Iniciativa Proxima, há três anos, e atualmente estuda micro-organismos e resistência a antibióticos. “No próximo semestre, serei o primeiro da minha família a se graduar. Quando falei que faria biologia e que queria ser pesquisador acharam estranho. A Iniciativa Proxima me fez acreditar que a ciência é para todos, que todos podem participar e se envolver. Quero continuar fazendo pesquisa para ajudar as pessoas, fazer a diferença”, contou o estudante, que participou de mentoria e capacitações durante 10 meses.

O CEO do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, destacou a importância de receber o evento. “Nosso propósito é cuidar das pessoas, aliando assistência, pesquisa e ensino. O incentivo à pesquisa e à ciência é uma das nossas prioridades – recentemente, investimos R$ 2,5 milhões na ampliação do nosso Instituto de Pesquisa. É um orgulho para nós, como instituição, receber esse evento de tamanha relevância para o cenário internacional da pesquisa científica”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/12/2023 0 Comentários 468 Visualizações
Saúde

Pesquisador gaúcho acredita estar perto de encontrar a cura para o Alzheimer

Por Marina Klein Telles 08/08/2023
Por Marina Klein Telles

“Existe esperança. Estamos no caminho certo”. Foi com esse otimismo em relação à cura que o médico gaúcho Pedro Rosa Neto, autoridade internacional na pesquisa sobre a doença de Alzheimer, encerrou sua apresentação no Grand Round, evento promovido pelo Hospital Moinhos de Vento no dia 2 de agosto. Essa edição do encontro apresentou os avanços na identificação e no tratamento da enfermidade.

A confiança do diretor do Centro de Pesquisa para Estudos em Envelhecimento e professor de Neurologia da Universidade McGill, de Montreal, no Canadá, se justifica. Nos últimos anos, pesquisadores de todo o mundo têm feito esforços para descobrir a melhor maneira de identificar e tratar o problema, ainda incurável.

No âmbito dos diagnósticos, apontou Rosa Neto, exames de imagem, com uso de PET- CT, são formas importantes de avaliação e de acompanhamento dos pacientes. As análises, no entanto, ainda têm custo elevado. Por outro lado, novos tipos de testes, mais acessíveis, estão cada vez mais perto de se tornar realidade.

São exames de sangue – como os que medem glicose e colesterol, por exemplo –, capazes de indicar a presença de substâncias características da doença de Alzheimer no cérebro. “Essa imagem é muito poderosa. Faz uma associação entre o que a gente consegue medir no sangue e o que conseguimos medir no cérebro (com o PET-CT). Esses exames de sangue são correspondentes às mesmas alterações patológicas que a gente pode medir usando um scan, que custa, hoje, R$ 9 mil. Conseguimos fazer isso por R$ 400”.

A partir do diagnóstico correto, as chances de se ter um tratamento bem-sucedido aumentam. Atualmente, existem algumas drogas aprovadas e outras em fase de análise. Apesar de atuarem em uma das principais causas da doença – o acúmulo da proteína beta-amiloide no cérebro –, elas ainda não conseguem reverter a neurodegeneração do órgão e têm muitos, e sérios, efeitos colaterais. “Essa é a primeira geração desses medicamentos. Acreditamos que as futuras virão com menos efeitos secundários, serão mais seguras e poderão trazer para os pacientes uma melhora clínica muito mais significativa”, concluiu o médico.

Hospital Moinhos de Vento anuncia Centro da Memória

Um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença de Alzheimer é o envelhecimento. Dado o crescimento da população idosa em todo o país e, especialmente, no Rio Grande do Sul, o Hospital Moinhos de Vento anunciou, por meio do superintendente médico Luiz Antonio Nasi, a inauguração do Centro de Memória. A coordenadora geral do local, a médica Sheila Martins, chefe do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia, deu detalhes sobre o funcionamento do espaço, que tem previsão de inauguração ainda em agosto.

“Um estudo mostra que, no Brasil, 51% dos casos são preveníveis. Temos que fazer mais do que estamos fazendo hoje. Então, reunimos mentes brilhantes para unificar assistência, pesquisa e educação. Nesse espaço, teremos consultórios, área para infusões e reuniões para educação de pacientes e familiares”, contou Sheila.

Pilar fundamental do espaço, a pesquisa oportunizará aos pacientes a participação em ensaios clínicos, ampliando as possibilidades de investigação e de tratamento da doença. “Estamos no melhor lugar e no melhor momento. A Organização Mundial da Saúde (OMS) nos pediu uma população diversa para caracterizar os biomarcadores da doença de Alzheimer”, comemorou o pesquisador Eduardo Zimmer, professor do Departamento de Farmacologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2023 0 Comentários 545 Visualizações
Saúde

Diálise: como funciona o procedimento feito por pacientes com insuficiência renal crônica

Por Marina Klein Telles 23/06/2023
Por Marina Klein Telles

Utilizada para substituir as funções dos rins que param de funcionar ou que reduzem sua atuação, tornando-se insuficientes para o organismo, a diálise é um tratamento realizado por cerca de 150 mil brasileiros, segundo o Censo Brasileiro de Diálise 2021, da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Ela é recomendada para pacientes com insuficiência renal aguda e crônica – último estágio da doença renal crônica.

Dos dois métodos de diálise existentes, a hemodiálise é a mais conhecida e comum, feita por cerca de 95% dos pacientes, conforme o Censo da SBN. Menos popular, a diálise peritoneal oferece como vantagem a possibilidade de ser feita em casa. Desde 2002, o Hospital Moinhos de Vento conta com uma Unidade de Diálise, criada para atender pacientes ambulatoriais ou internados. Para esclarecer as dúvidas sobre o procedimento, o chefe do Serviço de Nefrologia do Hospital Moinhos de Vento, David Saitovitch, respondeu algumas questões.

David Saitovitch

O que é a diálise?

Saitovitch define a diálise como um processo de filtragem e separação. De forma didática, ele explica que é preciso imaginar duas soluções: uma ao lado da outra, separadas, apenas, por uma membrana semipermeável. “Ao longo do tempo, esse líquido vai acabar passando de um lado da membrana para o outro, dependendo da concentração destas substâncias na solução em cada lado da membrana. Juntamente com o líquido, passam algumas moléculas também”, ilustra. Portanto, a diálise é um processo de separação de substâncias entre dois líquidos separados por uma membrana.

Para quem a diálise é indicada?

Esse processo clássico de diálise é usado para pacientes que têm doença renal – crônica ou aguda – e não conseguem mais excluir, por meio dos rins, as substâncias que estes órgãos, normalmente, eliminariam pela urina, como potássio, fósforo, ácidos e líquido. Se não eliminadas, essas substâncias ficam em excesso no corpo.

Quais são os métodos utilizados na diálise?

Basicamente, existem dois métodos: o mais conhecido é a hemodiálise, na qual o sangue retirado passa por um filtro e dele são retiradas substâncias e água. Ela é realizada em hospitais ou clínicas especializadas, de duas a quatro vezes por semana, com duração entre três e cinco horas. Outra possibilidade é a diálise peritoneal, feita diariamente em domicílio pelo próprio paciente ou familiar. Nesse método, se usa a membrana do peritônio, que fica dentro do abdômen, como filtro. Para fazê-lo, um líquido de diálise é colocado na cavidade peritoneal e drenado através de um cateter.

O que é a hemodiafiltração?

É um novo método de filtragem, incluído no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 2021. Nele, se faz uma filtragem muito maior na comparação com os outros métodos. “É um procedimento semelhante à hemodiálise, só que ele usa também um outro princípio, que é o da convecção. Quer dizer, tira muito líquido em uma membrana muito porosa e junto com esse líquido passam, por arrastamento, moléculas, e esse volume é reposto pela veia. Se tira bastante volume na hemodiafiltração e, como os poros da membrana são maiores, também são retiradas moléculas maiores do organismo, quando comparadas à hemodiálise.”, diferencia o médico.

Mas fazer hemodiálise dói?

Na maioria das sessões de hemodiálise, o paciente não sentirá nada. Entretanto, a Sociedade Brasileira de Nefrologia alerta que, algumas vezes, pode ocorrer uma queda da pressão arterial, câimbras ou dor de cabeça. Por estes motivos, as sessões sempre são acompanhadas por um médico e uma equipe de enfermagem.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2023 0 Comentários 797 Visualizações
Variedades

Hospital Moinhos de Vento promove passeio ciclístico

Por Marcel Vogt 22/06/2023
Por Marcel Vogt

Cerca de 700 participantes são aguardados para a 3ª edição do Passeio Ciclístico promovido pelo Hospital Moinhos de Vento de Porto Alegre. A atividade marca as comemorações pelo mês do Meio Ambiente e ocorre no próximo sábado (24), com largada às 10h, do Parque Moinhos de Vento (Parcão). O percurso de 12 quilômetros passará pela Goethe, Vasco da Gama, Sarmento Leite, Loureiro da Silva, Edvaldo Pereira Paiva, Ipiranga e Silva Só, com chegada no Parcão.

Segundo o superintendente administrativo do Hospital Moinhos de Vento, Evandro Moraes, o evento traduz o propósito da instituição, que é cuidar das pessoas. “Promovemos uma cultura de gestão ambiental forte, com iniciativas previstas ao longo de todo o ano. E conscientizar as pessoas sobre a importância do cuidado com o meio ambiente é reforçar a importância do cuidado consigo mesmo, cuidando do nosso planeta e da nossa saúde”, observa o gestor.

O evento é aberto ao público, sem necessidade de inscrição. “Estamos promovendo este passeio com o objetivo de conscientizar sobre a importância do uso da bicicleta como um meio de transporte alternativo. Além de trazer benefícios para a saúde física e mental, a bicicleta também desempenha um papel crucial na redução das emissões de gases de efeito estufa. Com essa iniciativa, buscamos deixar um legado de boas práticas em termos de saúde e preservação ambiental para a cidade de Porto Alegre”, destaca o coordenador de Meio Ambiente do Hospital Moinhos de Vento, Rogério Almeida.

A atividade tem o apoio do PedAlegre Clube de Ciclismo, da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e da Brigada Militar.

Serviço

O que: 3º Passeio Ciclístico
Quando: sábado, 24 de junho. Concentração a partir das 10h, com largada às 10h30
Onde: Parque Moinhos de Vento (Parcão)
Quanto: Evento gratuito

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2023 0 Comentários 582 Visualizações
Variedades

Reumatologista do Hospital Moinhos de Vento recebe Medalha do Espírito Pan-Americano

Por Marcel Vogt 11/05/2023
Por Marcel Vogt

O chefe do Serviço de Reumatologia do Hospital Moinhos de Vento, Fernando Neubarth, foi condecorado com a Medalha Espírito Pan-Americano, sendo o primeiro brasileiro a receber a distinção. A homenagem da Liga Pan-Americana de Associações de Reumatologia (Panlar) ocorreu no final de abril, durante a abertura do 25º congresso da entidade, no Rio de Janeiro.

É com orgulho que recebo esse reconhecimento.

A medalha é um destaque ao especialista por seu apoio à instituição, seus esforços para incorporar a Sociedade Brasileira de Reumatologia à Panlar, bem como sua contribuição como escritor para a revista Global Rheumatology.

“É com orgulho que recebo esse reconhecimento que destaca a importância do comprometimento com os ideais das instituições em que atuamos e, em especial, num momento de avanços que temos obtido nessa área, com contribuições para a qualidade de vida dos pacientes”, destacou o especialista.

Além de presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia (biênio 2006-2008) e atual presidente do seu conselho consultivo, Neubarth exerceu também vários cargos na entidade pan-americana.

A Panlar foi fundada em 1944 e o seu primeiro congresso aconteceu no Brasil, também, no Rio de Janeiro, em 1955. A Liga é formada por todos os países das Américas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2023 0 Comentários 752 Visualizações
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