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Hospital Moinhos de Vento

médicos residentes
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza 1º Simpósio de Cirurgia Robótica Colorretal

Por Stephany Foscarini 27/09/2021
Por Stephany Foscarini

Muitas vezes formados a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso, os tumores intestinais atingiram quase 41 mil pessoas no Brasil em 2020, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Nos últimos anos, com inovações que revolucionaram o modo de tratar os pacientes, a medicina desenvolveu um aliado no combate à doença: a cirurgia robótica. A técnica, que por meio de um console que oferece instrumentos multiarticulados com grande mobilidade de rotação, possibilita que o cirurgião faça movimentos complexos e alcance regiões de difícil acesso.

Referência em cirurgia robótica, com mais de 200 procedimentos realizados em 2020 — sendo 179 urológicas —, o Hospital Moinhos de Vento está ampliando a formação e o acesso à técnica em diversas especialidades. Nos dias 1º e 2 de outubro, a Faculdade de Ciências da Saúde realiza o primeiro Simpósio sobre a técnica na área da cirurgia colorretal.

Composto de 5 módulos — introdutório, câncer de cólon direito, câncer de cólon esquerdo, câncer de reto e cirurgia robótica colorretal avançada —, o evento terá a participação de cinco especialistas internacionais e reunirá as dez principais referências médicas nacionais na área. Junto com médicos do Serviço de Coloproctologia do Hospital Moinhos de Vento, eles irão abordar as práticas, tendências e indicações da técnica.

A programação, que é voltada para profissionais da saúde em geral, inicia às 19h na sexta-feira (1º) e às 9h no sábado (2). Todos os painéis e discussões serão transmitidos ao vivo pelo canal no Youtube. As inscrições podem ser feitas no site do hospital.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2021 0 Comentários 585 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento recruta pacientes com histórico de AVC

Por Ester Ellwanger 18/09/2021
Por Ester Ellwanger

O Hospital Moinhos de Vento está recrutando pacientes com histórico de Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico que sejam maiores de 18 anos, tenham pressão alta e não possuam doenças relacionadas ao rim e ao fígado. Os voluntários irão participar de uma pesquisa internacional, considerada um dos maiores estudos de prevenção secundária do AVC deste tipo no mundo, com o objetivo de fornecer evidências do impacto do tratamento em nível global. A estimativa é que sejam recrutadas 1,5 mil pessoas, sendo 150 brasileiros, em 11 centros de diversas regiões do país.

O projeto Trident — sigla em inglês para Estudo da Terapia Tripla para Prevenção de Eventos Recorrentes de Doença Cerebral Intraparenquimatosa — investiga a combinação de medicamentos anti-hipertensivos em uma única pílula para a diminuição da recorrência da doença, uma das formas mais graves e responsável por 10% das reincidências de AVC do mundo. De acordo com a investigadora principal do estudo e chefe do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Moinhos de Vento, Sheila Martins, os resultados poderão contribuir para a introdução de uma medicação anti-hipertensiva de baixo custo no SUS, além de ter possibilidade de manufatura em laboratórios públicos.

O estudo Trident testa o efeito de uma combinação de três medicamentos de baixa dosagem, em uma pílula única, na prevenção desses pacientes nos primeiros seis meses de tratamento.”

“O estudo Trident testa o efeito de uma combinação de três medicamentos de baixa dosagem, em uma pílula única, na prevenção desses pacientes nos primeiros seis meses de tratamento. Essa medicação é capaz de reduzir efetivamente a pressão arterial com a intenção de prevenir novos eventos, como AVC isquêmico e hemorrágico, doenças do coração e, consequentemente, a taxa de mortalidade”, afirma.

O estudo

No Brasil, a iniciativa acontece em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sus (PROADI-SUS), e com a Rede AVC Brasil. A pesquisa de nível internacional é coordenada pelo The George Institute for Global Health e estima incluir 1,5 mil pacientes até o final de 2023.

A participação brasileira é considerada fundamental para garantir a representatividade da sua população. “Nosso país tem uma amostra étnica muito ampla, garantindo características genéticas muito diversas, e com um sistema de saúde universal. Temos uma rede de pesquisa nacional muito forte na área de AVC com pessoas interessadas em mudar e qualificar o atendimento a estes casos”, ressalta a neurologista vascular do Hospital Moinhos de Vento e líder do Projeto Trident no Brasil, Ana Cláudia de Souza.

De acordo com a médica, além de contribuir internacionalmente com a pesquisa científica, o projeto é uma oportunidade de incluir no rol de medicamentos oferecidos pelo SUS uma nova opção, de baixo custo, eficaz e de dose diária única, eliminando a dificuldade dos pacientes de tomar vários remédios ao longo do dia.

O estudo teve início em 2017 e, além do Brasil, é executado na Austrália, China, Inglaterra, Taiwan, Malásia, Singapura, Sri Lanka, Holanda e Suécia.

O AVC

O AVC é uma alteração súbita da circulação cerebral e pode ocorrer de duas formas. O chamado AVC Hemorrágico, que corresponde de 10% a 15% dos casos, é provocado pelo rompimento de um vaso sanguíneo cerebral, espalhando sangue pelo cérebro. O AVC Isquêmico, considerado o mais comum, se caracteriza pela falta de sangue numa região do cérebro, que é causada a partir da obstrução de um vaso sanguíneo cerebral. Este último tem tratamento possível se o paciente chegar rapidamente ao hospital.

Considerado o maior fator de incapacidade no mundo, é a segunda causa de mortalidade no Brasil, onde são registrados cerca de 400 mil casos por ano — destes, 80% são atendidos no Sistema Único de Saúde. Apesar das estatísticas, estima-se que, em 90% dos casos, a doença poderia ser evitada. A prevenção depende de o paciente atuar em dez fatores de risco: pressão alta (considerada o principal fator), colesterol elevado, diabetes, fumo, fibrilação atrial (arritmia cardíaca que provoca má circulação sanguínea), obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada, abuso de bebidas alcoólicas e depressão e/ou estresse.

É fundamental que a população tenha conhecimento disso, pois é uma doença que pode ser evitada com facilidade”.

“Todos esses fatores implicam em uma mudança significativa no estilo de vida. É fundamental que a população tenha conhecimento disso, pois é uma doença que pode ser evitada com facilidade”, explica Sheila Martins. A especialista também reforça que o exercício é considerado um poderoso protetor contra o AVC: fazer 30 minutos de atividade física, cinco vezes por semana, reduz os riscos em quase 40%.

É importante aprender a reconhecer os sinais, como perda de força ou dormência, geralmente em uma metade do corpo; dificuldade para falar ou compreender a fala; dificuldade de enxergar em um olho, nos dois olhos, ou numa metade do campo de visão; tontura, que se manifesta com uma sensação rotatória associada à falta de equilíbrio e de coordenação; e intensa dor de cabeça súbita.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2021 0 Comentários 951 Visualizações
Variedades

Hospital Moinhos de Vento realiza melhorias

Por Stephany Foscarini 16/09/2021
Por Stephany Foscarini

Só no último ano, e em plena pandemia, o Hospital Moinhos de Vento ampliou a área de compostagem, construiu sua própria estufa agrícola e instalou um novo bicicletário. Também realizou o plantio de mudas de hortaliças e árvores frutíferas em comunidades em situação de vulnerabilidade social, como forma de promover uma alimentação mais saudável e o desenvolvimento sustentável. Essas ações se somam a iniciativas pioneiras nos últimos anos, como a implantação da primeira Central de Transformação de Resíduos dentro de um hospital no Brasil. A estrutura trata e reaproveita as 2 mil toneladas anuais de materiais gerados na própria instituição, reduzindo a zero o volume de resíduos infectantes destinados a aterros sanitários.

Esse conjunto de ações rendeu o Prêmio HealthARQ 2021 na categoria Sustentabilidade. Concedido pelo Grupo Mídia, a honraria é uma das mais importantes do Brasil no setor saúde. De acordo com o superintendente administrativo do hospital, Evandro Moraes, as tão badaladas práticas preconizadas no conceito ESG (Ambiental, Social e Governança, em livre tradução) estão no DNA da instituição desde o início de sua história e alinhadas com o propósito de cuidar de vidas. “Somos uma locomotiva que não para. Temos equipes que compreendem isso e estão engajadas na missão de manter um ambiente e uma sociedade saudável para as futuras gerações. O prêmio é o reconhecimento desse trabalho”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2021 0 Comentários 675 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza procedimento inédito

Por Stephany Foscarini 09/09/2021
Por Stephany Foscarini

Pacientes portadores do esôfago de Barrett, que é uma complicação do refluxo gastroesofágico, possuem um novo tratamento no combate à doença. A Unidade de Endoscopia do Hospital Moinhos de Vento realizou, pela primeira vez em Porto Alegre, uma ablação endoscópica por radiofrequência. O paciente, um homem de 50 anos, possuía a enfermidade e displasia de alto grau.

Com dispositivos colocados por meio de um endoscópio e com visualização direta, é possível cauterizar de forma controlada a mucosa doente”.

Mundialmente difundida e já realizada no Brasil, a nova técnica consiste na ablação por radiofrequência de toda a extensão do esôfago comprometido. “Com dispositivos colocados por meio de um endoscópio e com visualização direta, é possível cauterizar de forma controlada a mucosa doente. Um gerador específico entrega de forma precisa e automática a quantidade de energia exata para alcançar a erradicação da parte enferma e, ao mesmo tempo, minimizar o risco de complicações”, explica o chefe do Serviço de Gastroenterologia e Cirurgia do Aparelho Digestivo, Fernando Wolff.

O procedimento é destinado a pacientes com esôfago de Barrett que apresentaram alterações conhecidas como displasias de alto grau — ou, até mesmo, câncer precoce que já foi tratado. Após a resolução dessas alterações também por endoscopia, muitas vezes, há um risco aumentado de novas transformações em câncer. Por isso, é importante tratar a mucosa afetada. “Antes da radiofrequência, o que podíamos fazer era acompanhar esses pacientes com exames endoscópicos seriados para a detecção precoce do adenocarcinoma esofágico. Esse tratamento, nesse momento, geralmente é cirúrgico”, alerta a gastroenterologista Luiza Haendchen Bento. Ela acrescenta que o grande diferencial é que a ablação de todo o epitélio atingido impede que o problema evolua para um tumor.

Menos invasiva e com recuperação rápida

A doença do refluxo é muito prevalente: estima-se que 12% da população seja acometida por esse mal”.

A opção é menos invasiva e com menor incidência de eventos adversos. Pode ser feita ambulatorialmente ou com poucos dias de internação para manejo inicial da dor e da dificuldade para engolir — problema que pode ocorrer em alguns casos. O paciente, que realizou o procedimento no final de julho, conforme Luiza, passa bem e agora segue um acompanhamento médico rigoroso. “A doença do refluxo é muito prevalente: estima-se que 12% da população seja acometida por esse mal. Cerca de 10% dos pacientes que procuram o médico por doença do refluxo apresentam esôfago de Barrett. Mas não se sabe ao certo a incidência no Brasil e no RS”, conta Luiza.

A tecnologia

Registrada na Anvisa (Reg. nº 10349000491, 10349000492 ) e fabricada pela Medtronic (empresa de tecnologia médica com sede nos Estados Unidos), a inovação possui capacidade de fornecer uma quantidade controlada de terapia ablativa, reduzindo significativamente o risco de complicações. O gerador e o cateter Barrx™ RF são projetados para trabalharem em conjunto para alcançar uma profundidade de ablação entre 500μm (mícron) e 1.000 μm, aproximadamente. Engloba dois procedimentos em um, fornecendo flexibilidade para escolher um cateter para tratamentos de áreas maiores ou os cateteres focais para áreas menores.

Esôfago de Barrett

A patologia é uma alteração da mucosa (revestimento interno) da porção do esôfago próxima da junção com o estômago, ocorrendo como uma complicação da Doença do Refluxo Gastroesofágico. Na maioria dos casos, a evolução é benigna, exigindo apenas acompanhamento endoscópico periódico. “Entretanto, em alguns pacientes, surgem alterações pré-malignas (displasia de alto grau) ou mesmo malignas (câncer de esôfago) dentro dessa mucosa alterada. Quando descobertas precocemente, essas lesões são tratadas por técnicas endoscópicas, e, após essa etapa, é necessário que todo esôfago de Barrett seja adequadamente tratado a fim de diminuir o risco de novas lesões de maior risco”, conclui Fernando Wolff.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2021 0 Comentários 590 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento treina equipes de saúde de Florianópolis

Por Stephany Foscarini 13/08/2021
Por Stephany Foscarini

O Hospital Moinhos de Vento está capacitando equipes de 10 unidades básicas de saúde de Florianópolis que vão atuar no Estudo de Prevalência do Papilomavírus no Brasil (POP-Brasil). A pesquisa tem como principal objetivo avaliar o impacto da vacinação contra o HPV em todas as regiões do país. As pesquisadoras da instituição chegaram na capital catarinense na última terça-feira (10), e encerraram o treinamento dos profissionais da Prefeitura de Florianópolis na quinta-feira (12).

Eles foram capacitados para realizar uma nova edição de coleta de dados e de testagem, no mesmo modelo usado entre 2015 e 2017 — primeira etapa do estudo. As coletas de dados, de sangue e de material genital e anal serão efetuadas mediante entrevistas feitas por profissionais de saúde. As amostras serão utilizadas para testes de anticorpos específicos contra os tipos de HPV incluídos na vacina.

“O objetivo é reproduzir o método e comparar os resultados para avaliar se houve diminuição da prevalência ou persistência da infecção em indivíduos vacinados”, explica a líder do projeto e pesquisadora do Hospital Moinhos de Vento, Eliana Wendland. A médica acrescenta que o estudo é essencial para avaliar e determinar os próximos passos a serem seguidos na vacinação contra o HPV no Brasil.

Em todas as capitais do país, cerca de 15 mil mulheres e homens de 16 a 25 anos serão examinados por meio de coletas feitas nos centros de saúde de cada cidade. O estudo será finalizado em 2023, período previsto para que uma boa parcela de brasileiros desta faixa etária seja analisada antes e após a imunização.

Estudos sobre o HPV

Desde 2015, o Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde, lidera um trabalho epidemiológico nacional sobre o HPV, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). A iniciativa busca avaliar o impacto da infecção pelo papilomavírus humano em três estudos: POP-Brasil (avalia a prevalência de HPV nacionalmente, monitorando o impacto da vacinação), SMESH (avalia a prevalência de HPV em populações de alto risco) e STOP-HPV (avalia a associação de HPV e câncer de cabeça e pescoço). Em 2020, o estudo POP-Brasil mostrou que o HPV atinge igualmente todas as classes sociais no país. Os dados mostram prevalência da infecção em 51% da classe A-B, 53% da classe C e 55% da classe D-E.

O HPV é um vírus infeccioso e sexualmente transmissível. Além disso, pode ser responsável pelo desenvolvimento de diversos tipos de câncer como o de colo uterino, orofaringe, pênis e vagina.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2021 0 Comentários 679 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento promove I Simpósio Multiprofissional de Aleitamento Materno

Por Stephany Foscarini 11/08/2021
Por Stephany Foscarini

O Hospital Moinhos de Vento será palco, nos dias 11 e 18 de agosto, do I Simpósio Multiprofissional de Aleitamento Materno. O evento online e gratuito tem como objetivo principal enfatizar a importância de os profissionais da saúde de todas as especialidades contribuírem e promoverem a amamentação, incentivando a prática entre as pacientes puérperas. Dedicado aos públicos interno e externo, o evento ocorre das 19h às 21h e as inscrições podem ser feitas no site da instituição.

Em debate, estarão temas como o aleitamento durante a pandemia e a importância do leite materno como fator de proteção para o bebê. Também serão abordados os aspectos de nutrição do lactente, além de amamentação e o vínculo entre mãe e filho. A programação integra o Mês do Aleitamento Materno, que em 2021 tem como tema “Proteger a amamentação é proteger a vida.”

Ao longo de todo o mês — conhecido como Agosto Dourado devido à cor que se refere ao padrão ouro de qualidade do leite materno —, o Hospital Moinhos de Vento busca conscientizar a sociedade, por meio de ações internas e externas, a respeito da importância desse ato. “A amamentação é uma questão de saúde pública, um direito garantido por lei e traz benefícios tanto para a saúde da mulher quanto da criança a curto, médio e longo prazos. É sabido que reduz o número de internações na infância e, consequentemente, reduz a mortalidade infantil”, destaca Andreia Amorim, enfermeira e coordenadora assistencial da Maternidade Hilda Gerdau Johannpeter. “O aleitamento deve ter início logo no nascimento do bebê, por isso, é de fundamental importância o contato pele a pele após o parto”, explica.

Programa Amamentar

O Hospital Moinhos realiza uma série de ações de acompanhamento das pacientes. Entre eles está o serviço “Amamentar”, destinado às puérperas que desejam obter maior conhecimento sobre o aleitamento materno ou aquelas que estão com algum tipo de dificuldade para amamentar após a alta hospitalar. O atendimento conta com duas enfermeiras que possuem o título de especialista internacional em lactação pelo International Board of Lactation Consultant Examiners (IBCLE).

Além disso, as equipes da Maternidade, UTI Neonatal e Pediatria recebem capacitações frequentes para que estejam sempre atualizadas, prestando uma assistência individualizada às mães e sua rede de apoio. “Amamentar não é intuitivo, é necessário naturalizar as dificuldades que algumas mulheres experienciam no ato de nutrir seus filhos e se colocar ao lado delas para reduzir essas barreiras. Muitas vezes esses desafios estão relacionados à própria história materna e às redes de apoio nas quais ela está inserida”, revela a enfermeira.

Aleitamento materno

Uma pesquisa inédita realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2020 buscou descrever a prevalência dos indicadores do aleitamento materno, por macrorregião, e analisou a tendência desses indicadores nos últimos 34 anos.

A prevalência do aleitamento materno exclusivo entre as crianças com menos de seis meses de idade foi de 45,7% no Brasil, sendo essa prática mais frequente na região Sul (53,1%) e menos na região Nordeste (38,0%). Por outro lado, a região Nordeste apresentou maiores índices no aleitamento materno continuado aos 12 meses (crianças de 12 a 15 meses), com 61,1%. No Sul, para esta faixa etária, o índice ficou em 35%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/08/2021 0 Comentários 570 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento entrega novo espaço de educação, eventos e transformação social

Por Stephany Foscarini 06/08/2021
Por Stephany Foscarini

O Hospital Moinhos de Vento apresentou nesta quinta-feira (5) o seu novo espaço de educação, eventos e transformação social, no hall do Bloco B (Rua Tiradentes, 333). Calcada nas diretrizes de assistência, educação e pesquisa, a instituição disponibiliza agora um local inovador, que busca conectar as pessoas, com ambientes modernos e equipados com alta tecnologia. A área total de 1,2 mil metros quadrados recebeu um investimento de R$ 7 milhões e é voltada aos pacientes, acompanhantes, colaboradores, corpo clínico e estudantes.

Uma das novidades são os totens de autoatendimento, que agilizam o acesso de pacientes e acompanhantes ao hospital. “A proposta é melhorar a experiência do nosso cliente, disponibilizando a ele uma estrutura acolhedora, confortável e com sistemas informatizados. A soma de todas as interações que influenciam as percepções fazem parte do cuidado”, observa o superintendente Administrativo, Evandro Luis Moraes.

O espaço conta com um novo auditório de 112 lugares, com mídia de ponta, além de quatro salas de aula com 142 lugares no total. Esses ambientes passam a fazer parte da estrutura de eventos da instituição, o Anfiteatro Schwester Hilda Sturm (no Bloco C), com capacidade para 249 pessoas. Todos estão interligados virtualmente, com tecnologia avançada, permitindo assim transmissões ao vivo e simultâneas.

“O novo complexo proporciona eventos de grande porte e estimula que a equipe seja protagonista em compartilhar seu conhecimento, bem como fazer uso deste local para o aprendizado. Temos vários eventos tradicionais no mercado, como o Moinhos Educa, o Moinhos Class, o Moinhos Talks, além de palestras, eventos nacionais e internacionais, que poderão seguir na modalidade híbrida — presencial e online. Além de ser um espaço da Faculdade Moinhos, alavancando necessidades de nossos alunos e corpo docente”, esclarece a superintendente Assistencial e de Educação, Vania Röhsig.

A nova biblioteca, com acervo físico e virtual, está à disposição do público, colaboradores, corpo clínico, alunos e pesquisadores. O espaço também tem uma área destinada ao Instituto de Transformação Social, que será lançado nos próximos meses, com programa de voluntariado, parcerias com projetos sociais e campanhas de responsabilidade social. O local já possuía uma alameda de serviços que conta com a Cafeteria Havanna, Unicred, Santander e Panvel.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2021 0 Comentários 816 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza procedimento pioneiro no RS para o tratamento de doença da próstata

Por Stephany Foscarini 30/07/2021
Por Stephany Foscarini

Recentemente aprovada no Brasil, uma nova tecnologia de procedimento minimamente invasivo para o tratamento de hiperplasia de próstata foi utilizada pela primeira vez no Rio Grande do Sul. O Hospital Moinhos de Vento está entre os cinco centros de referência médica do país escolhidos para testar a inovação, chamada UroLift. O sistema, que tem como base a realização de um implante permanente, reduz os sintomas causados pela hiperplasia benigna de próstata (HBP).

De acordo com o médico urologista e especialista em cirurgia robótica, André Berger, a grande vantagem da tecnologia é uma recuperação mais rápida e a preservação funcional do paciente. “Este é o procedimento menos invasivo para tratamento do aumento da próstata disponível no mundo e agora no Brasil. Pode ser realizado de forma ambulatorial, com anestesia local com ou sem sedação, e dura cerca de 10 minutos. Dispensa o uso de sonda e não provoca qualquer interferência na função sexual — ereção e ejaculação. O paciente retorna para casa no mesmo dia”, explica o médico que também é o líder do Núcleo de Cirurgia Robótica do hospital.

A hiperplasia acomete 70% dos homens com idades entre 60 e 69 anos e 80% dos homens com mais de 70 anos. A doença provoca dificuldades para urinar, impedindo o esvaziamento completo da bexiga e fazendo com que as idas ao banheiro sejam mais frequentes e urgentes, especialmente à noite.

Pioneirismo

É a primeira vez que a tecnologia é utilizada no Rio Grande do Sul. Também está em teste em três hospitais em São Paulo e um no Paraná. O procedimento é rotineiramente realizado nos Estados Unidos há 7 anos.

A cirurgia pioneira, realizada nesta quinta-feira (29) por Berger com auxílio dos urologistas Artur Paludo e Dorival Duarte Júnior, foi transmitida para outros médicos presentes no centro cirúrgico e no anfiteatro do Hospital Moinhos de Vento. O paciente de 52 anos fazia uso de medicação para tratamento da hiperplasia, mas não apresentou melhora significativa. Ele teve alta 90 minutos após o procedimento, sem sonda, urinando espontaneamente.

Para o chefe do Serviço de Urologia da instituição, Eduardo Franco Carvalhal, a tecnologia minimamente invasiva e com ótimos resultados, é mais uma opção dentro da estratégia de oferecer o que há de mais moderno e inovador no tratamento das doenças da próstata. “O Hospital Moinhos de Vento é uma referência — somos o segundo melhor do país. Buscamos priorizar sempre o que há de melhor e mais eficaz para garantir os melhores desfechos clínicos aos nossos pacientes. Essa técnica possibilita o alívio da obstrução prostática leve a moderada, com a vantagem de não interferir em aspectos ejaculatórios do paciente. Com a chegada desse procedimento, associado ao laser da próstata, cirurgia robótica e as técnicas convencionais, estamos próximos de um programa completo de tratamento da saúde do homem, em que a hiperplasia de próstata é um dos problemas mais comuns”, afirma.

O serviço ficará disponível para pacientes com plano de saúde ou particulares.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2021 0 Comentários 710 Visualizações
Variedades

Hospital Moinhos de Vento inaugurou novo setor de emergência

Por Milena Costa 29/07/2021
Por Milena Costa

O Hospital Moinhos de Vento inaugurou nesta quarta-feira (28) a sua nova Emergência Adulto. O espaço com 660 metros quadrados, além do Centro de Atendimento de AVC, agora conta com unidades de cardiologia, traumatologia — voltada a vítimas de acidentes, com traumatologistas, ortopedistas e cirurgiões —, uma sala de atendimento de paciente grave e uma UTI com oito leitos para internação de pacientes instáveis. A equipe possui 225 colaboradores, entre médicos, enfermeiros, técnicos, administrativos e apoio.

“Essa é uma das nossas entregas que seguem à risca nosso compromisso de levar medicina de excelência à população.”

No evento restrito à direção do hospital e equipes médicas e assistenciais do setor, o presidente da Associação Hospitalar Moinhos de Vento, Eduardo Bier Correa, reforçou a importância do investimento de R$ 5,1 milhões na nova Emergência Adulto, porta de entrada de 40% das internações na instituição. “Essa é uma das nossas entregas que seguem à risca nosso compromisso de levar medicina de excelência à população. A estrutura, mais completa, mais integrada e mais moderna vai garantir atendimento ainda mais qualificado e rápido para todos os casos”, destacou.

Elevamos cada vez mais o patamar de qualidade, buscando a excelência sem abrir mão do atendimento humanizado”

Além dos recursos aplicados na Emergência, mais R$ 10 milhões foram investidos na expansão de todo o Bloco C, com criação de leitos e aquisição de equipamento de ressonância magnética de última geração, reduzindo deslocamentos para exames e dando mais conforto. Segundo o superintendente executivo, Mohamed Parrini, a instituição investe permanentemente para estar presente onde a população mais precisa. “Estamos prontos e de portas abertas às necessidades da população, para atender a mais pessoas e mais doenças, de forma mais ampla e completa. Elevamos cada vez mais o patamar de qualidade, buscando a excelência sem abrir mão do atendimento humanizado”, afirmou.

O secretário municipal de Saúde de Porto Alegre, Mauro Sparta elogiou o empreendimento. “As emergências são muito importantes para a cidade. Priorizar investimentos nesses serviços é fundamental, pois são portas de entrada de pacientes que precisam de um atendimento, um olhar mais apurado. O Hospital Moinhos de Vento entrega uma emergência extremamente qualificada que, por ser referência e modelo de excelência, repercute na qualificação de toda a rede de saúde de Porto Alegre, do estado e do Brasil”, ressaltou.

Da esquerda para a direita, o chefe do Serviço de Emergência do Hospital Moinhos de Vento, Paulo Schmitz, o presidente do hospital, Eduardo Bier Correa, o superintendente executivo, Mohamed Parrini e o superintendente médico, Luiz Antonio Nasi

Avaliação rápida em todos os casos

Dos 125 atendimentos feitos por dia no local, 40 são casos graves ou críticos e, em média, seis vão para o Centro de Terapia Intensiva e oito são encaminhados para cirurgia. Nestes casos, com necessidade de resposta rápida, qualificada e especializada, os indicadores do Hospital Moinhos de Vento são referência. Do momento em que o paciente com AVC entra na Emergência até a administração da terapia, o chamado tempo porta-agulha, são 52 minutos, abaixo dos 60 preconizados pela Associação Americana de AVC. Para pacientes com infarto agudo do miocárdio, são 55 minutos entre a chegada e a angioplastia — tempo porta-balão —, também dentro do ideal.

O trabalho em rede, a integração interna e a garantia da melhor experiência para o paciente são os pilares da nossa nova Emergência Adulto”

De acordo com o superintendente médico, Luiz Antonio Nasi, quem mais sofre com a espera numa emergência não são os pacientes classificados como de alto risco, com uma das principais síndromes clínicas da medicina de urgência, pois esses são atendidos imediatamente. “Uma enxaqueca forte pode não ser um AVC, mas também pode ser sintoma de algo grave, como um tumor, que precisa ser investigado. Esse paciente também precisa ser visto por um especialista o mais rápido possível. O trabalho em rede, a integração interna e a garantia da melhor experiência para o paciente são os pilares da nossa nova Emergência Adulto”, pontua Nasi.

O chefe do Serviço de Emergência do Hospital Moinhos de Vento, Paulo Schmitz, acrescenta que a ampliação da área física oferece mais conforto nas acomodações. Com o ajuste nos fluxos é possível dar mais agilidade para todos os casos, dos mais simples aos mais graves. “O modelo médico integrado estabelece um padrão que vai além da classificação de risco e gravidade clínica: ele garante que qualquer paciente que entre na Emergência Adulto seja atendido pelo especialista que pode tratar o seu problema o mais rápido possível”, conclui.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/07/2021 0 Comentários 855 Visualizações
Saúde

Ministro da Saúde conhece nova emergência do Hospital Moinhos de Vento

Por Milena Costa 05/07/2021
Por Milena Costa

Em passagem pelo Rio Grande do Sul na tarde desta sexta-feira (2), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, visitou o Hospital Moinhos de Vento — um dos seis de excelência do Brasil, segundo o governo federal. Ele conheceu as instalações da nova emergência, em funcionamento desde o início do ano e cuja estrutura foi ampliada e reestruturada, com qualificação do fluxo de pacientes. A agenda também contou com uma apresentação sobre os projetos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS), além de outras iniciativas de pesquisa do hospital, bem como a expansão e o posicionamento no mercado de saúde, sempre com foco na excelência dos serviços prestados à população.

“É uma estrutura qualificada, chancelada pelos mais altos padrões de certificação hospitalar”.

Queiroga elogiou as instalações da nova emergência. “É uma estrutura qualificada, chancelada pelos mais altos padrões de certificação hospitalar”, reforçou. O superintendente médico, Luiz Antonio Nasi, apresentou o espaço ao lado da equipe da Emergência. O serviço passou a trabalhar com um conceito de avaliação rápida: ao chegar ao hospital, o paciente já tem a mensuração dos sete principais sinais vitais na avaliação de risco global. “No local, além do Centro de Atendimento de AVC, agora funcionam unidades cardiológica e de traumatologia, além de uma sala de atendimento de paciente grave e uma UTI com oito leitos para internação de pacientes instáveis”, explicou Nasi à comitiva.

“O hospital possui uma equipe técnica altamente qualificada e tem uma assistência de elevado padrão. Nosso objetivo é transformar todas as instituições hospitalares do país em Hospital Moinhos de Vento”

Na visita, o ministro enalteceu a trajetória e os resultados da instituição, destacando sua participação no Proadi-SUS. “Através deste programa, nós desenvolvemos políticas públicas importantes para o aprimoramento do Sistema Único de Saúde. O hospital possui uma equipe técnica altamente qualificada e tem uma assistência de elevado padrão. Nosso objetivo é transformar todas as instituições hospitalares do país em Hospital Moinhos de Vento”, sentenciou.

Superintendente médico, Luiz Antonio Nasi, Presidente do Conselho de Administração do hospital, Eduardo Bier Correa, Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, Senador Luis Carlos Heinze e Deputado Federal Pedro Westphalen

Recursos para o atendimento à comunidade

“Isso contribui de forma mais efetiva para a comunidade, gerando saúde para aqueles que mais precisam”.

Para o presidente do Conselho de Administração do hospital, Eduardo Bier Correa, o direcionamento de recursos para projetos de qualificação do SUS traz excelência para a saúde. “Isso contribui de forma mais efetiva para a comunidade, gerando saúde para aqueles que mais precisam”, disse.

“Ele tinha nossos números de investimentos na ponta da língua, o que mostra o conhecimento e o valor do nosso trabalho”.

O superintendente de Responsabilidade Social, Luis Eduardo Mariath, comemorou o reconhecimento do trabalho de pesquisa desenvolvido pelo hospital. “Ficamos contentes com a reafirmação do ministro sobre a relevância do Proadi-SUS como um programa que ajuda a alavancar a saúde pública do Brasil. Ele tinha nossos números de investimentos na ponta da língua, o que mostra o conhecimento e o valor do nosso trabalho. Afinal, foram mais de R$ 630 milhões para o desenvolvimento do nosso país”, pontuou.

Também participaram da visita os outros superintendentes do hospital e chefes dos serviços médicos. O ministro estava acompanhado do secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde, Raphael Câmara, do senador Luis Carlos Heinze e do deputado federal Pedro Westphalen, além de lideranças técnicas da pasta.

Foto: Karine Viana/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2021 0 Comentários 731 Visualizações
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