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história

Cidades

Campo Bom vai restaurar prédio que abrigou o Grupo Escolar Theodomiro Porto da Fonseca

Por Ester Ellwanger 09/06/2022
Por Ester Ellwanger

Prédio inaugurado em 10 de setembro de 1933 com o propósito de servir à educação pública será restaurado para receber estudantes, novamente, em Campo Bom. Trata-se do imóvel localizado na rua dos Andradas, 252, que abrigou o Grupo Escolar Theodomiro Porto da Fonseca, a primeira instituição de ensino estadual instalada em um distrito no RS — à época, o município ainda pertencia à São Leopoldo.

O espaço terá oito metros da volumetria original restaurada e, a partir disso, ocorrerá a construção de um centro tecnológico educacional. A prefeitura adquiriu o imóvel em janeiro de 2020 e firmou contrato com a Associação Pró-Ensino Superior (Aspeur) para a elaboração do projeto de restauro do antigo prédio e da realização da nova obra.

Para o prefeito Luciano Orsi, a decisão significa mais um avanço para a educação pública campo-bonense, bem como mostra a preocupação da administração municipal com a história local.

“O prédio é um patrimônio histórico e cultural do município, que agora será restaurado e voltará a servir à população com fins educacionais”, observa.

“É o lugar onde passado e futuro vão se encontrar, pois temos um espaço que representa parte da história de Campo Bom e vai receber alunos para falar sobre tecnologia”, destaca a secretária de Educação e Cultura Simone Schneider.

No momento, ocorre a limpeza do prédio para que a equipe da empresa responsável pelo projeto realize os laudos e diagnósticos necessários para o início da restauração.

 

Foto: Lucas Unser/ Divulgação | Fonte: Assessoria

 

09/06/2022 0 Comentários 632 Visualizações
Cultura

Guaporé ganha livro histórico sobre a cidade

Por Ester Ellwanger 19/04/2022
Por Ester Ellwanger

Composto por 368 páginas, o livro “Caminhos de Guaporé — Dos primeiros habitantes ao primeiro centenário” chegará às mãos da comunidade no dia 20 de abril, quarta-feira, às 19h, em evento com entrada gratuita na Casa da Cultura de Guaporé. A ocasião celebra o longo trabalho de pesquisa de Gilberto Luis Dal Mas para compor a história da cidade desde o ano de 1632 até 2003, ocasião das comemorações de 100 anos da emancipação guaporense.

Recheada de informações inéditas, a obra é ricamente ilustrada com fotografias de época e texto de profunda pesquisa com conteúdo distribuído em 12 capítulos no formato de cronologia temporal linear. A publicação de elevado padrão de acabamento oferece ao leitor um passeio por diferentes aspectos e fatos que forjam a cidade atual. Enaltece a identidade automobilística, joalheira e de confecções, sem deixar passar despercebido outros setores econômicos da configuração de Guaporé como município.


Com edição de Fabiano Mazzotti, proponente do projeto, a obra ultrapassa a forma convencional de apresentação de conteúdo histórico de um território. Compartilha protagonistas sempre lembrados no desenvolvimento da cidade, bem como recorda de personagens comuns no dia-a-dia do lugar e que fazem dessa narrativa de fatos um livro de interesse coletivo. Em suas páginas, também se observa o importante registro de nomes ocupantes de posições nos poderes executivo e legislativo ao longo dos anos.

A origem e significado do nome ‘Guaporé’ ganha destaque ao final da obra com profundas justificativas de sua designação ao município e demonstra a seriedade na edição do conteúdo impresso.

Disponível na noite de lançamento pelo preço promocional de R$ 50,00 (para os primeiros 200 exemplares), o livro tem tiragem total de 1.000 unidades acompanhado por uma versão sonora, oferecendo acessibilidade de conteúdo a deficientes visuais.

O projeto é viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal. Tem patrocínio das empresas Vibra, Agrogen, Pan Electric, Buffon, LNF Latino-americana, Servicarga Transportes e Serviços, Politorno Móveis, Três M Recuperadora, Zandei Plásticos, Instinto Íntimo, Safira Joias, Camadi Joias e Superluc Tecnologia. Apoio do Município de Guaporé. E realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

 

Serviço

O lançamento:
Quando: 20 de abril, às 19h
Onde: Casa da Cultura de Guaporé
Entrada gratuita

O livro:
Formato: 24cm x 28cm
Páginas: 368
Capa: dura
Miolo: em papel couchê com impressão colorida
Preço promocional: R$50,00 (para os primeiros 200 exemplares)
Preço normal: R$ 80,00
Vendas na noite de lançamento. Após, diretamente com o editor, o autor e livrarias em Guaporé.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2022 0 Comentários 966 Visualizações
Cultura

Brinquedos são destaque no Museu do Colégio Mauá

Por Ester Ellwanger 11/03/2022
Por Ester Ellwanger

Com o lançamento da exposição temporária Brincar é Coisa Séria, o Museu do Colégio Mauá foi reaberto ao público na tarde na quinta-feira, 10 de março, com a presença da imprensa e convidados. A mostra destaca brinquedos de diferentes épocas, desde o século 19 até os dias de hoje, como bonecas de porcelana, celuloide, papel e plástico. “São brinquedos que marcaram a infância de muitas crianças. O público também encontra na exposição jogos de tabuleiro, autorama, carrinhos, quebra-cabeças, casinhas de boneca, bercinhos, entre outras peças”, destacou a diretora do Museu, Maria Luiza Rauber Schuster.

Conforme Maria Luiza, a escolha do tema da exposição teve como inspiração o dia 21 de março, Dia Mundial da Infância, criada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) como um dia de reflexão sobre as condições de vida das crianças do mundo, com a compreensão de que é muito importante que todas elas tenham uma infância saudável e feliz. “Todo o ser humano tem seu tempo de infância e que depende do meio e condições em que vive. As crianças precisam ter o direito de brincar, que oportuniza aprendizados para a vida adulta. Nossa exposição mostra um pouco disso por meio dos brinquedos”, ressaltou.

A exposição é fundamentada também pela afirmação da educadora Adriana Friedmann, que explicou que o “brincar” deve ter lugar prioritário na vida da criança. “Brincar é fundamental na infância por ser uma das linguagens expressivas do ser humano. Proporciona a comunicação, a descoberta do mundo, a socialização e o desenvolvimento integral”, afirmou. Além disso, o Estatuto da Criança e do Adolescente, publicado em 1990, determina que pessoas de até 12 anos incompletos são consideradas crianças, e que devem ter oportunidades e facilidades que assegurem o pleno desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social em condições de liberdade e de dignidade.

Outro embasamento para a realização da exposição é o Marco Legal da Primeira Infância (Lei Federal Nº 13.257/2016), criado em 2016, que contempla crianças de zero até seis anos e tem, entre as diversas diretrizes, a determinação do direito ao brincar. Para conferir a mostra de brinquedos, o Museu do Colégio Mauá está localizado na Rua Marechal Floriano, 274, com atendimento de terças a sextas-feiras, das 14h às 17 horas. Os grupos devem agendar horário pelo telefone (51) 3715-0496. Os ingressos custam R$ 4,00 para o público em geral, e estudantes e aposentados pagam R$ 2,00.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2022 0 Comentários 1,K Visualizações
Cultura

Museu Histórico de Taquara inicia visitas guiadas com alunos do município

Por Ester Ellwanger 11/03/2022
Por Ester Ellwanger

As visitas guiadas aos estudantes do município já estão sendo promovidas pelo Museu Histórico Municipal Adelmo Trott. Após dois anos fechado, o espaço foi reaberto no início do mês em novo endereço, na Rua Nelson Renck, 2933, Centro, ao lado da Biblioteca Pública Municipal Professor Rodolfo Dietschi. O horário de atendimento é de segunda à quinta-feira, das 7h30 às 12h e das 13h às 17h, e nas sextas, das 7h30 às 13h30.

Para participar as escolas devem agendar as visitas pelo telefone 51 3541 9200, ramal 434 e pelos e-mails [email protected] / [email protected]. O acompanhamento é feito pelo professor de Literatura, Laureci Armando Mayca e pelo chefe de Divisão do Arquivo Histórico, o historiador Maicon Rodrigues.

 

Primeira visita guiada

A Escola Municipal de Ensino Fundamental João Martins Nunes foi a primeira instituição de ensino a ser recebida no novo espaço. Os alunos do Gama (Grupos de Aprendizagem por Metodologias Ativas para correção do fluxo escolar) estiveram acompanhados das professoras Luciane de Oliveira Corrêa (supervisora dos anos finais do turno da tarde) e Tatiane Jaeger (supervisora da parte da manhã). 

“A nossa visita ao museu vai ao encontro do projeto “As experiência do meu cotidiano” onde estamos fazendo uma ampla pesquisa sobre as origens do bairro Medianeira, a sua historicidade. Partimos para a questão do Município, dos pontos principais da cidade, parte histórica, geográfica, acessibilidade, trabalhando todo este projeto de modo interdisciplinar”, explica Luciane. Após a visita ao museu, os estudantes conheceram o Palácio Municipal Coronel Diniz Martins Rangel e a Praça Marechal Deodoro.

 

O Museu

Segundo o historiador Maicon Rodrigues, o museu possui 993 peças cadastradas. “São objetos relacionados a personalidades históricas do Município, objetos familiares, documentos, acervos relacionados a profissões, armamentos, objetos de cozinha, filatelia, fotografias, quadros, animais empalhados, entre outros. Peças que contam um pouco a história de Taquara e ao mesmo tempo das personalidades que construíram esta cidade ao longo do tempo”, informa Maicon.

Dentro do espaço há sempre uma exposição itinerante que a cada semestre muda dando lugar a uma nova apresentação ao público. Hoje, uma das exposições itinerantes para visitação é sobre o projeto “Memórias da africanidade: a contribuição da comunidade afrodescendente na história de Taquara-RS a partir dos olhares dos educandos taquarenses e do Museu Municipal Adelmo Trott”.

Foto: Magda Rabie/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Cidades

Projeto busca a reconstrução da memória do universo ferroviário em Gramado

Por Ester Ellwanger 11/03/2022
Por Ester Ellwanger

Gramado teve grande parte de sua história construída a partir dos trilhos do trem. Ao longo de 44 anos, de 1919 a 1963, o sino das estações ferroviárias, o apito e o barulho das marias-fumaça determinaram o ritmo de vida das pessoas da região. O projeto “Reconstrução da memória do universo ferroviário”, criado e desenvolvido pelos historiadores Wanderley Cavalcante, Alex Juarez Müller e Eduardo da Silva Weber (Grupo Karahá – História e Cultura), revisado pela professora Lisiane Pinto dos Santos, é financiado pelo Fundo Municipal de Cultura, e objetiva reconstruir essa trajetória.

O projeto vai disponibilizar um livro digital (e-book) denominado “Gramado nos caminhos do Trem”, que servirá como guia para pesquisas sobre o tema na região. Também será oferecido um curso de Introdução à história ferroviária de Gramado na modalidade Educação a Distância (EAD), com carga horária de 40h e que contemplará exercícios, prova e certificado. Além disso, serão distribuídos folders educativos com infográficos nas escolas públicas do município, que também vão receber oficinas sobre o tema. Todas essas ações têm o objetivo de difundir amplamente esse conhecimento.

O projeto apresenta ainda uma proposta de ação concreta para debate junto às comunidades, às áreas da Educação, da Cultura, do Turismo e da Ação Social, aos setores público e privado: a concepção e construção de um Sítio Ferroviário para registro e tombamento desse patrimônio, reunindo edificações, pontos históricos, memórias afetivas, imagens e ações de pesquisas futuras sobre esse passado coletivo.

Assim, reconhecendo a memória ferroviária como marca fundamental da história da região, o projeto busca chamar a atenção para a urgência de se preservar a essência do patrimônio cultural do município como condição para seu desenvolvimento fincado em suas raízes.

 

 Foto: Igor Mallmann/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

11/03/2022 0 Comentários 591 Visualizações
Cultura

Arquivo Histórico de Nova Petrópolis promove exposição com fotos de 1987

Por Ester Ellwanger 26/10/2021
Por Ester Ellwanger

O Arquivo Histórico Municipal de Nova Petrópolis está promovendo uma exposição com imagens do concurso fotográfico “Construindo uma nova pátria” realizado no ano 1987 e que foram utilizadas no Calendário de Eventos de 1988. As fotos estão à disposição para contemplação no saguão da Biblioteca Municipal Professora Elsa Hofstätter da Silva até o dia 19 de novembro.

De acordo com a diretora do arquivo histórico, Cristiane Schneider Weber, o concurso contou com a participação de 36 fotos, que tinham o objetivo de promover as belezas de Nova Petrópolis nossetores da agricultura, indústria e serviços, despertar o interesse pela fotografia e atrair a atenção dos visitantes para a cidade.

Os fotógrafos participantes foram Normelio Deppe, Gessy Deppe, Edio Bratz, Luís Antônio Schneider, Hermann Walter Schaal, Celio Ivo Nöller, João Darcy Hennemann e Erica Hoffmann.

As fotos estão expostas na entrada da biblioteca e também na sala do arquivo municipal, no terceiro andar do prédio, desde o dia 22 de outubro e ficam disponíveis até o dia 19 de novembro, diariamente das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h30.

Foto: Ana Paula Backes/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/10/2021 0 Comentários 808 Visualizações
Cidades

Uma aula de história no café da manhã

Por Ester Ellwanger 27/09/2021
Por Ester Ellwanger

Era de manhã e as cinco xícaras estavam expostas, no saguão da Secretaria de Educação de Santa Cruz do Sul, aguardando os convidados. Em meio a elas estavam livros de história. De repente aparecem cinco atores juvenis da Escola Municipal Guido Herberts, do bairro Várzea. “Queremos homenagear Santa Cruz com a apresentação contos e encontros”, diz a estudante Nicole Kohls, de 11 anos. “Santa Cruz é considerada uma das dez maiores economias do Rio Grande do Sul”, exclamou Enrique Figueiredo de, 16 anos. “O progresso pegou carona no trem que ligou Santa Cruz a Rio Pardo”, prosseguiu Lucas dos Santos, de 14 anos. E as curiosidades sobre o município foram sendo elencadas, conforme a cronologia do tempo.

O ato cívico ocorreu nesta segunda-feira, 27 de setembro, dentro das festividades alusivas aos 143 anos do município. A programação iniciou com a execução dos hinos Nacional e Riograndense, e finalizou com o hino de Santa Cruz do Sul.

A prefeita Helena Hermany prestigiou o evento e, em sua fala, referiu-se aos professores e às crianças. “A escola já existia antes mesmo de Santa Cruz ser emancipada. Então percebemos quanta diferença faz o professor na vida de uma cidade. Quantas crianças passam na mão de um professor”, afirmou. E elogiou o trabalho realizado pelos profissionais de educação. “Entrei aqui e senti uma aura positiva, de pessoas que trabalham com uma missão, e quando se faz com amor, tudo funciona melhor”, finalizou.

Já o secretário de Educação Miguel Wenzel, exaltou o empenho dos educadores durante o período de pandemia. “Nossos professores souberam se reinventar neste período tão difícil para todos. E nesta apresentação de hoje, vimos o quanto a educação deve e pode ser viva, e que temos uma educação de qualidade”, afirmou.

Também estiveram presentes no ato cívico o vice-prefeito, Elstor Desbessell, a chefe de gabinete, Berenice Bohnen, o secretário de Obras e Infraestrutura, Edmar Hermany, e a diretora da Emef Guido Herberts, Lucenia Pohlmann.

Foto: Luiz Fernando Bertuol/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2021 0 Comentários 664 Visualizações
Cultura

Seis décadas de história da educação em um clique

Por Caren Souza 18/03/2021
Por Caren Souza

Lançado pela Secretaria de Educação (SMED), o livro “Conselho Municipal de Educação de Novo Hamburgo: 6 décadas de história 1958-2018” está disponível em formato digital. A obra, publicada em dezembro do ano passado com tiragem física de 200 exemplares, poderá ser acessada gratuitamente a partir do site da SMED. O endereço para download do material é https://novohamburgo.rs.gov.br/smed/livro-conselho-municipal-educacao.

“Contar a história do conselho é, de certa forma, contar e valorizar a história da educação de Novo Hamburgo. Com a versão digital, esta importante obra estará disponível para professores, pesquisadores e demais interessados na área”, afirma a secretária de Educação, Maristela Guasselli, uma das idealizadoras do livro.

A publicação apresenta fatos da história do mais antigo conselho municipal de educação do Brasil, que neste ano completa 63 anos de atuação. Em mais de 160 páginas, a obra destaca cada uma das seis primeiras décadas de história do Conselho Municipal de Educação (CME) e os principais desafios enfrentados em cada período.

O livro foi produzido pela própria equipe da SMED e envolveu diferentes profissionais entre pesquisa, apresentação, revisão e projeto gráfico. O texto é assinado pelo professor e assessor Dionísio Felipe Hatzenberger que entrevistou ex-integrantes do Conselho e consultou documentos como livros, atas, resoluções e correspondências da entidade.

Fonte:  Assessoria
18/03/2021 0 Comentários 924 Visualizações
Variedades

Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM) comemora 34 anos de história

Por Gabrielle Pacheco 15/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Fundada em 15 de julho de 1986, a SBGM é uma entidade civil, de caráter científico e normativo, sem fins lucrativos, composta em sua maioria por médicos, mas também por outros profissionais comprometidos com a prática da Genética Médica e na atenção de pacientes com doenças genéticas raras ou não. A missão da SBGM é desenvolver e sustentar iniciativas em genética médica e estabelecer o paradigma da medicina genômica através de declarações políticas e diretrizes baseadas em evidência, oferecer educação e ferramentas para os médicos geneticistas, profissionais da saúde e sociedade, além de trabalhar com os responsáveis políticos para apoiar a aplicação da genética na prática médica.

“O papel da SBGM foi fundamental na implantação e consolidação da Política Nacional de Atenção Integral à Pessoa com Doença Rara no Brasil. O fortalecimento dos serviços de referência também tem sido um destaque importante para promoção de um melhor diagnóstico, tratamento e maior qualidade de vida dos pacientes e familiares com Doenças Raras no Brasil”, afirma a presidente da SBGM, Têmis Maria Félix.

Durante a pandemia, a entidade está se reinventando. O Congresso Brasileiro de Genética Médica que ocorre anualmente aconteceria em maio desse ano e foi reagendado para 2021 em virtude da pandemia do coronavírus. Será a primeira vez na história, que o encontro não acontecerá. No entanto, como forma de compensar essa ausência, a SBGM organizou webinars semanais que estão acontecendo com foco na atualização e qualificação de profissionais da área. Para o público geral, acontecem lives também semanais abordando temas variados ligados a especialidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2020 0 Comentários 792 Visualizações
Variedades

Grupo SLC completa 75 anos e realiza maior investimento da sua história em transformação digital

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Grupo SLC completa 75 anos com uma trajetória que simboliza a força do empreendedorismo e do agronegócio brasileiro, e chega a 2020 realizando seu maior investimento em inovação, tecnologia e conectividade. Fundado em 1945, congrega duas empresas – a SLC Agrícola e a SLC Máquinas. A primeira, é uma das maiores produtoras mundiais de grãos e fibras, focada na produção de algodão, soja e milho. Presente em seis estados com 16 unidades de produção, além da Matriz em Porto Alegre, a empresa é conhecida pelo seu pioneirismo ao ter sido uma das primeiras do setor a ter ações negociadas em Bolsa de Valores no mundo, tornando-se referência no seu segmento. A SLC Máquinas é concessionário John Deere com 18 unidades, abrangendo 213 municípios no Rio Grande do Sul e tem como foco levar ao produtor tecnologia de ponta, para promover uma produção mais rentável. O Grupo SLC tem mais de 4 mil colaboradores e faturamento anual que já supera R$ 3 bilhões.

Entre os investimentos previstos estão aportes de R﹩ 70 milhões na SLC Máquinas no próximo quinquênio (2020 a 2024), sendo R$ 20 milhões somente neste ano, abrangendo a construção da nova sede, em Cruz Alta, o desenvolvimento e implantação do Centro de Suporte as Operações de Agricultura Digital, digitalização e novo modelo de negócios, ampliação do mix de produtos, consolidação de áreas e reconfiguração de lojas.

“A história da SLC está conectada com o desenvolvimento da agricultura brasileira. Nestes 75 anos, caminhamos lado a lado com a agricultura brasileira e trouxemos inovações que transformaram o setor em um dos mais tecnológicos e produtivos do mundo. Temos orgulho de tudo o que fizemos nestas mais de sete décadas e de nossa longa história. Hoje, atuamos em diversas frentes, com fazendas de soja, milho e algodão que quebram sucessivos recordes de produtividade, com concessionárias que oferecem os mais avançados equipamentos agrícolas da John Deere para o Rio Grande do Sul, além da produção de sementes. Neste marco de 75 anos, alguns dos nossos focos são os investimentos em inovação, tecnologia e conectividade no Brasil”, comenta Eduardo Logemann, presidente do Grupo SLC.

A história da companhia começou com uma serraria, um moinho de trigo e uma oficina mecânica, em 1945. As possibilidades de crescimento da empresa se apoiavam no avanço das lavouras no Estado. Dois anos depois, os fundadores Frederico Jorge Logemann e Balduíno Schneider (já com a família Ullmann entre os sócios) decidiram fabricar as próprias máquinas agrícolas (trilhadeiras, inicialmente), de acordo com as necessidades dos produtores de milho e soja da região. Na época, a agricultura brasileira era o principal meio de subsistência de grande parcela da população e parte fundamental da economia do Brasil. As fazendas produziam suas lavouras manualmente em um país que começava a sua história industrial.

Os sócios dedicaram duas décadas para a fabricação de trilhadeiras, trituradores de milho e ferramentas agrícolas. Então pensaram: por que não fabricar e vender uma variedade de máquinas agrícolas para facilitar o trabalho no campo?

Começa então em 1965 a trajetória de inovação com o lançamento da primeira colheitadeira automotriz do Brasil, feita na fábrica de Horizontina. Nos distantes anos 1960, eram poucos tratores e sem nenhuma tecnologia embarcada. A máquina logo chama atenção com seu motor a gasolina e os mesmos atributos dos caminhões que atravessavam o país transportando a produção agrícola brasileira.

Década de 1970. As colheitadeiras da SLC estão em muitas fazendas brasileiras e o mercado logo se abre para outras marcas de tratores. Entretanto, a liderança se mantém pela SLC com o lançamento da série 1000 de colheitadeiras. O protagonismo da SLC entra no radar dos executivos norte-americanos da John Deere que desejavam contribuir para transformar o mercado agrícola brasileiro. Assim, em 1979, é formada uma joint-venture com a John Deere e da fábrica de Horizontina começam a sair as mais modernas máquinas agrícolas do mundo nas cores verde e amarela, fortemente reconhecida no campo.

As fazendas mudam sua gestão no Brasil

Final da década de 1970. Os dirigentes da SLC levam seu jeito de gerenciar, permeado por inovação e gestão operacional, para dentro da porteira. Nasce a SLC Agrícola com três fazendas em solo gaúcho voltadas à produção de soja e milho. O ciclo de crescimento segue o curso da expansão da agricultura brasileira e, em 1980 é adquirida uma fazenda em Goiás e o algodão também entra no portfólio.

O DNA de empreendedorismo e inovação se manteve na gestão das fazendas. Assim, em 1988, é criada a primeira área experimental na Fazenda Pamplona, em Cristalina (GO). Dali, os vários conceitos da inovação agrícola passam a ser expandidos para as demais unidades agrícolas. Mais de três décadas depois, as áreas de pesquisa estão em 13 propriedades e as informações geradas fundamentam as estratégias para a elaboração dos planejamentos agrícolas das fazendas e norteiam as estratégias futuras da empresa.

Hoje, essa história que começou em 1945 é vivenciada diariamente por mais de 4 mil pessoas em 16 unidades produtivas, que estão em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão e Piauí, além da Matriz, em Porto Alegre (RS). O resultado da gestão altamente profissional é a produtividade batendo sucessivos recordes e o papel da SLC no desenvolvimento e protagonismo da agricultura brasileira.

Os principais diferenciais na gestão das fazendas são a otimização de custos, a eficiência do ciclo operacional, a total mecanização dos processos de plantio e de colheita, a utilização do sistema de rotação de culturas, o domínio da técnica do plantio direto, a experiência na correção da composição química do solo e na seleção de sementes e o domínio do pacote tecnológico de insumos, que permite máxima eficiência técnica.

Além disso, a conectividade, ponto fundamental para o uso da tecnologia nas lavouras, já chegou a cinco unidades produtivas, cobrindo uma área de aproximadamente 70 mil hectares com sinal de internet. A infraestrutura tecnológica com 4G também beneficia as comunidades locais, fornecedores e profissionais que circulam nas áreas próximas às unidades de produção. É a SLC desenvolvendo a agricultura, fomentando a economia local, a educação e as possibilidades para que as pessoas desbravem um novo mundo. Como foi feito em 1945, na então pequena gaúcha Horizontina.

“Muitas transformações aconteceram em nossos negócios. A forma dinâmica como alocamos nossos investimentos, a disciplina em fusões e aquisições, o controle obstinado dos custos e a busca permanente por aumento de produtividade são fatores importantes para o nosso sucesso até aqui”, avalia o Vice-presidente do Grupo SLC, Jorge Luiz Logemann.

Inovação para garantir liderança

O Grupos SLC acredita, ainda, que inovar e quebrar paradigmas é decisivo para a sustentabilidade do negócio e para a definição do futuro do agro. Por isso, conta com um programa de conexão com startups, o AgroExponencial, que busca no ecossistema empreendedor soluções para desafios mapeados pela SLC Agrícola não endereçados pela cadeia tradicional de fornecedores. O programa já está em sua segunda edição e, em 2019, o AgroExponencial teve resultados concretos com sete pilotos realizados e quatro soluções aprovadas para uso ampliado. O Ideias&Resultados é o Programa de intraempreendedorismo da empresa, que visa acelerar projetos com potencial de geração de valor valendo-se da cooperação entre os colaboradores.

SLC Máquinas, oferecendo soluções tecnológicas ao produtor

Com crescimento de seus negócios no Brasil, a John Deere, em 1999, adquire 100% dos ativos e a SLC passa a atuar como concessionário no Rio Grande do Sul. Hoje, a SLC Máquinas opera em 18 unidades no Estado, com sede em Horizontina e abrange 213 municípios. Por meio da empresa, os produtores gaúchos têm acesso às soluções tecnológicas oferecidas pelos equipamentos John Deere, além de um serviço diferenciado de pós-vendas e de atendimento ao cliente.

Na SLC Máquinas está tecnologia está inserida no cotidiano da empresa, por meio de ferramentas que promovem o aumento da produtividade e orientam o produtor no melhor aproveitamento do solo e dos insumos. A agricultura digital promove a redução do desperdício e dos custos. Graças aos equipamentos conectados o produtor ganha em eficiência operacional e, com isso, consegue realizar modificações que possam otimizar ainda mais seus resultados, para cada vez mais aumentar a eficiência de sua produtividade na lavoura.

Histórico Social

A história do Grupo SLC sempre esteve conectada com as cidades onde está inserido. Outro grande marco de 2020 foi a criação do Instituto SLC, braço social do Grupo SLC, que surge para centralizar as iniciativas sociais. O foco prioritário são ações ligadas à educação, mas sensível ao cenário de combate ao coronavírus no Brasil, a primeira iniciativa do Instituto SLC foi a doação de R﹩ 1,6 milhão a instituições de saúde para aquisição de equipamentos e insumos médicos. Dezenove cidades onde o Grupo SLC tem atuação foram beneficiadas pela medida.

Um olhar para o futuro

Segundo Eduardo Logemann, o futuro da agricultura brasileira é extremamente promissor. As lavouras de soja, milho e algodão deverão alcançar índices produtivos de maneira crescente. Hoje, a previsão de colheita anual é de 250 milhões de toneladas de grãos. E o Grupo SLC estará sempre alinhada ao desenvolvimento das lavouras: “O que podemos pensar sobre o futuro? Só temos perspectivas positivas. A agricultura brasileira continuará batendo recordes de produtividade. Os agricultores, cada vez, se capacitarão para usufruir de todas os benefícios tecnológicos. Nós estaremos ao lado do produtor, oferecendo soluções para que ele obtenha o máximo potencial produtivo, desenvolvendo novas variedades de grãos e aumentando a conectividade em nossas fazendas para que a comunidade local se desenvolva. A demanda por alimentos crescerá nos próximos anos, o Brasil se tornará cada vez mais protagonista no papel de alimentar o mundo de forma responsável. O trabalho precisará de mão de obra qualificada, e isso fará com que tenhamos mais jovens se mantendo no campo, além de gerar empregos e continuar ajudando a economia brasileira. Que os próximos 75 anos sejam tão frutíferos como foram estes primeiros 75 anos!”, finaliza Logemann.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 1,1K Visualizações
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