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Business

Dia dos Namorados deve movimentar R$ 800 milhões no comércio gaúcho

Por Jonathan da Silva 01/06/2026
Por Jonathan da Silva

O Dia dos Namorados deve movimentar cerca de R$ 800 milhões no comércio gaúcho em 2026, segundo projeção da Federação das Câmaras de Comércio e de Serviços do Rio Grande do Sul (FCCS-RS). A expectativa da entidade é de que a data, celebrada em 12 de junho, impulsione as vendas em diversos segmentos do varejo e dos serviços em todo o estado, motivada pelo apelo emocional da ocasião e pela tradicional troca de presentes entre casais.

De acordo com a FCCS-RS, os consumidores já iniciaram a busca pelos produtos que pretendem adquirir para presentear seus parceiros. O movimento gera expectativa positiva entre os comerciantes, mesmo diante de um cenário econômico que ainda exige cautela por parte dos consumidores.

Expectativa para o comércio

O presidente da FCCS-RS, Vitor Augusto Koch, destaca que a data possui potencial para estimular a atividade econômica. “Como é uma data de forte apelo emocional e na qual há a compra de presentes por cada integrante do casal, o Dia dos Namorados tem um potencial importante para aquecer as vendas”, afirma Koch.

A entidade estima que o ticket médio das compras fique em torno de R$ 420 por casal, o equivalente a aproximadamente R$ 210 por pessoa. Segundo a federação, o preço deverá ser um dos principais critérios considerados pelos consumidores na escolha dos presentes.

Formas de pagamento

A análise da FCCS-RS aponta ainda um aumento na intenção de pagamento à vista, por meio de débito, Pix ou dinheiro. Apesar disso, o parcelamento continua sendo uma alternativa relevante para parte dos consumidores. “Há, também, o crescimento da intenção dos consumidores em efetuar o pagamento das compras à vista, no débito, pix ou dinheiro. No entanto, o pagamento de forma parcelada, seja no crédito próprio das lojas ou no cartão de crédito, será uma opção bastante utilizada, já que muitas pessoas preferem diluir o que tem a pagar em vários meses, estratégia que, muitas vezes, está mais adequada ao seu orçamento”, aponta Vitor Augusto Koch.

Produtos mais procurados

Conforme a federação, os itens mais procurados para a data devem seguir a tendência observada nos últimos anos. A lista é liderada por artigos de vestuário, seguidos por calçados, perfumes, cosméticos, flores e eletroeletrônicos.

Além do varejo, segmentos ligados ao lazer e à gastronomia também devem registrar aumento na demanda. Bares, restaurantes e hotéis costumam ampliar o movimento em razão das comemorações do Dia dos Namorados.

Compras de última hora

A FCCS-RS projeta que muitos consumidores mantenham o hábito de deixar as compras para os dias que antecedem a data comemorativa. A expectativa é de maior fluxo de consumidores nos estabelecimentos comerciais nos dias 10 e 11 de junho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2026 0 Comentários 75 Visualizações
Business

Levantamento da Fiergs aponta queda na produção industrial do RS em abril

Por Jonathan da Silva 29/05/2026
Por Jonathan da Silva

A produção industrial do Rio Grande do Sul apresentou retração em abril na comparação com março, conforme dados divulgados nesta quinta-feira (28) pela pesquisa Sondagem Industrial do RS, realizada pelo Sistema Fiergs. O índice de produção ficou em 46,3 pontos, abaixo da linha de 50 pontos, indicando queda na atividade industrial. Apesar disso, o resultado permaneceu acima da média histórica para o mês, de 45,4 pontos, o que sinaliza uma retração menos intensa do que a normalmente registrada em abril. Ao mesmo tempo, o levantamento apontou aumento na disposição dos empresários industriais para investir nos próximos seis meses.

Segundo a pesquisa, o índice do número de empregados ficou em 49 pontos em abril, repetindo o desempenho registrado em março e indicando nova retração no emprego industrial. A utilização da capacidade instalada alcançou 69%, patamar considerado abaixo do usual para o período.

Estoques sobem

Os estoques de produtos finais armazenados pelas indústrias cresceram entre março e abril. O indicador de evolução atingiu 51,5 pontos, enquanto o índice em relação ao planejado marcou 52,4 pontos, demonstrando que os estoques ficaram acima do desejado pelas empresas.

Expectativas caem

A sondagem também mostrou retração nas expectativas da indústria para maio nos indicadores de demanda e exportações. O índice de demanda caiu 1,6 ponto, chegando a 49 pontos, enquanto o indicador de exportações recuou 2,8 pontos, alcançando 46,8 pontos.

Por outro lado, houve avanço nas expectativas relacionadas ao emprego e às compras de matérias-primas. O índice de emprego subiu 1,2 ponto, atingindo 49 pontos, e o indicador de compras de matérias-primas avançou 0,3 ponto, chegando a 49,6 pontos. Mesmo com a alta, todos os índices permaneceram abaixo da linha de 50 pontos, indicando perspectivas pessimistas para os próximos meses.

Intenção de investir cresce

Apesar do cenário de retração na produção e das expectativas negativas, a intenção de investir da indústria gaúcha apresentou crescimento entre abril e maio. O índice avançou 3,5 pontos, passando de 51,8 para 55,3 pontos, superando a média histórica de 52,1 pontos.

De acordo com a pesquisa, 59,7% das empresas consultadas demonstraram intenção de realizar investimentos nos próximos seis meses.

O levantamento foi realizado entre os dias 4 e 13 de maio com 129 empresas industriais do Rio Grande do Sul, sendo 30 pequenas, 43 médias e 56 grandes.

Foto: Hoang NC/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
29/05/2026 0 Comentários 83 Visualizações
Variedades

Ailos Viacredi Alto Vale orienta uso consciente do crédito para realização de projetos

Por Jonathan da Silva 29/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Ailos Viacredi Alto Vale tem reforçado ações educativas e orientações sobre o uso consciente do crédito como ferramenta de planejamento financeiro para realização de projetos pessoais e familiares. A iniciativa busca auxiliar cooperados na tomada de decisões relacionadas à compra da casa própria, aquisição de veículos e outras metas financeiras, por meio de informações sobre organização do orçamento e análise da capacidade de pagamento.

Segundo a cooperativa, o objetivo é ampliar o acesso a orientações que contribuam para o uso planejado do crédito, evitando comprometimentos excessivos da renda familiar. De acordo com o gerente regional da Ailos Viacredi Alto Vale, Jonatan Jensen, o crédito deve estar associado a um planejamento financeiro estruturado. “Realizar sonhos começa com uma boa organização financeira, saber o quanto ganha, e destina seus gastos de forma correta e inteligente, o crédito passa a ser um impulsionador para realizar sonhos, e que esse impulso seja e venha de forma ainda mais especial, a cooperativa possui linhas de créditos que facilitam as conquistas dos cooperados”, afirma Jensen.

Casa própria

Entre os projetos mais procurados pelos cooperados está a aquisição da casa própria. Segundo a cooperativa, o crédito imobiliário aparece como uma alternativa para famílias que buscam sair do aluguel e conquistar estabilidade financeira.

Para a agente de negócios da Ailos Viacredi Alto Vale em Campo Bom, Vitória Gabriela da Silva, o financiamento habitacional representa mais do que a compra de um imóvel. “Ele realiza sonhos que muitas vezes parece distante para muitas pessoas, para muitas famílias. Então é através dele que muitas pessoas conseguem sair do aluguel, conquistar segurança, estabilidade, e até construir memórias dentro do próprio lar com a família. E poder acompanhar cada conquista é o que torna esse trabalho especial pra mim”, ressalta Vitória Gabriela.

O gerente regional Jonatan Jensen ressalta que, antes da contratação, é necessário avaliar o impacto das parcelas no orçamento familiar. “O quanto aquela parcela compromete a renda, e se somando todas as despesas esse investimento a longo prazo irá trazer além de um sonho uma tranquilidade financeira”, orienta Jensen.

Crédito para veículos

A cooperativa também destaca a procura por crédito voltado à compra de veículos, utilizado tanto para mobilidade pessoal quanto para atividades profissionais. Nesse caso, a orientação financeira é apontada como parte importante do processo de contratação.

Segundo o consultor de negócios da Ailos Viacredi Alto Vale, Diego Wagner, a análise do orçamento deve anteceder a contratação. “Antes de contratar, é importante entender como aquela parcela se encaixa no dia a dia. Nosso papel é orientar para que a escolha seja confortável e segura, respeitando o momento de cada cooperado”, ressalta Wagner.

Ainda conforme Jonatan Jensen, o atendimento consultivo oferecido pela cooperativa busca auxiliar os cooperados na escolha das condições de pagamento mais adequadas. “Nossos colaboradores estão especializados para tirar todas as dúvidas dos nossos cooperados, chegando naquela parcela que cabe no orçamento familiar”, destaca o gerente regional.

Planejamento financeiro

A Ailos Viacredi Alto Vale afirma que o planejamento financeiro e o acompanhamento especializado podem contribuir para tornar metas pessoais mais viáveis. Para a cooperativa, alinhar objetivos e condições financeiras é parte do processo de organização familiar.

Quando o sonho vira um projeto, com planejamento e acompanhamento, ele se torna alcançável. Muitas vezes, está mais perto do que a pessoa imagina”, conclui o gerente regional Jonatan Jensen.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Business

Dia dos Namorados promete movimentar o comércio do Vale do Rio Pardo

Por Jonathan da Silva 29/05/2026
Por Jonathan da Silva

O Dia dos Namorados deve impulsionar o comércio e o setor de serviços no Vale do Rio Pardo nas próximas semanas, com expectativa de aumento nas vendas de presentes, gastronomia e experiências. Pesquisa divulgada pela Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) aponta que 51,7% dos gaúchos pretendem comprar presentes para a data, celebrada em 12 de junho, com gasto médio estimado em R$ 303,08 por consumidor. Em Santa Cruz do Sul e região, a avaliação do Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP) é de que o cenário também deve refletir na economia local, especialmente em municípios com forte presença do comércio e da gastronomia.

Segundo o levantamento, além das lojas, restaurantes, hotéis, cafeterias e espaços voltados a experiências devem registrar aumento na movimentação durante o período. A pesquisa também indica que os consumidores seguem mais atentos aos preços e às oportunidades de compra. Conforme os dados, 75,6% dos entrevistados pretendem pesquisar ofertas e comparar preços antes de definir os presentes, principalmente pela internet.

Entre os itens mais procurados pelos consumidores aparecem vestuário, citado por 40,5% dos entrevistados, seguido por perfumes e cosméticos, calçados e chocolates. O estudo também aponta que 81,6% das compras devem ocorrer na semana que antecede a data, cenário que tradicionalmente amplia o fluxo no comércio.

Comportamento do consumidor

Para o presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode, o comportamento identificado pela pesquisa acompanha o perfil do consumidor da região. “O Vale do Rio Pardo possui um comércio diversificado e uma forte cultura de valorização das datas comemorativas. Mesmo em um cenário econômico mais cauteloso, existe disposição para celebrar e buscar presentes que tenham significado”, afirma Spode.

De acordo com o dirigente, a chegada antecipada das temperaturas mais baixas também tende a influenciar as vendas. “O consumidor começa a procurar produtos de inverno, itens de autocuidado e opções ligadas ao conforto e ao bem-estar. Isso ajuda a criar um ambiente favorável para o comércio e para os serviços”, acrescenta Mauro Spode.

Gastronomia e lazer

Além da compra de presentes, a pesquisa da Fecomércio-RS aponta crescimento na intenção de consumo ligada ao lazer e à gastronomia. Entre os entrevistados, 61,3% afirmaram que pretendem realizar alguma comemoração especial no Dia dos Namorados, principalmente com almoços e jantares fora de casa. O gasto médio previsto para essas experiências é de R$ 333,19.

Segundo o presidente do Sindilojas-VRP, diferentes setores da economia regional devem ser impactados pela data. “O período acaba movimentando diferentes áreas da economia local. Restaurantes, hotéis, cafeterias e espaços de entretenimento também se beneficiam deste movimento, especialmente em municípios que possuem uma oferta diversificada de serviços e experiências”, conclui Spode.

Fotos: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2026 0 Comentários 85 Visualizações
Variedades

Ável reúne lideranças no Market Talk em Porto Alegre para debater economia e negócios

Por Jonathan da Silva 27/05/2026
Por Jonathan da Silva

Empresários, investidores, executivos e autoridades participaram da primeira edição do Market Talk nesta terça-feira (26), promovido pela empresa Ável no Leopoldina Juvenil, em Porto Alegre. O evento reuniu lideranças para discutir perspectivas para a economia brasileira no cenário pós-eleições e os impactos esperados para os negócios nos próximos anos. A iniciativa integra um projeto nacional da companhia, que prevê a realização de encontros em outras capitais do país para conectar o setor empresarial a análises econômicas e estratégicas.

O debate foi conduzido pelo economista Marcelo Portugal e pelo CEO da SLC Agrícola, Aurélio Pavinato. Entre os temas abordados estiveram cenário macroeconômico, juros, ambiente político, investimentos, competitividade do agronegócio e os desafios para o crescimento econômico brasileiro.

Cenário econômico

Durante o encontro, o economista Marcelo Portugal avaliou que o Brasil avançou em relação a desequilíbrios macroeconômicos registrados em décadas anteriores, como inflação elevada e vulnerabilidade externa, mas destacou que o país ainda enfrenta desafios relacionados às contas públicas.

Já o CEO da SLC Agrícola, Aurélio Pavinato, apresentou uma análise voltada ao agronegócio brasileiro e ao posicionamento do país no mercado global de alimentos. Segundo ele, o aumento da produtividade no campo foi determinante para o crescimento do setor e os próximos avanços devem estar ligados à agricultura digital, automação e uso de inteligência artificial.

Pavinato também afirmou que o desenvolvimento econômico brasileiro depende da ampliação de investimentos em inovação e agregação de valor em diferentes setores da economia.

Objetivo do evento

O co-CEO da Ável, Fernando Pisa, afirmou que o Market Talk foi criado para aproximar empresários e investidores de discussões estratégicas para o ambiente de negócios. “O Market Talk nasce para criar conexões relevantes e promover conversas que ajudem empresários e investidores a tomarem decisões qualificadas em um cenário cada vez mais complexo. Queremos que a Ável seja também uma parceira de inteligência e visão de mercado para os clientes”, afirmou Pisa.

Expansão da Ável

A realização do evento ocorre em meio ao processo de expansão e fortalecimento institucional da Ável. Recentemente, a empresa anunciou a criação de um conselho consultivo, composto pelo economista Aod Cunha e pelo executivo Alcindo Costa Canto Neto.

Segundo o co-CEO da Ável e presidente do conselho, Marcelo Cincão, a medida faz parte da estratégia de crescimento da companhia. “Estamos estruturando a Ável para os próximos anos, com evolução de governança, fortalecimento da nossa atuação nacional e aproximação cada vez maior com o ecossistema empresarial. Temos metas ambiciosas de crescimento e estamos construindo uma empresa preparada para esse próximo estágio”, ressaltou Cincão.

Fundada em 2019, a Ável atua nas áreas de assessoria de investimentos, planejamento financeiro e wealth management. A empresa possui escritórios na região sul do país, atuação nacional, mais de R$ 16 bilhões sob custódia e mais de 50 mil clientes em todo o país. A projeção da companhia é alcançar R$ 200 milhões em receita em 2026 e atingir R$ 100 bilhões sob custódia até 2030.

Foto: Lisa Roos/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2026 0 Comentários 75 Visualizações
Business

Sicoob MaxiCrédito registra R$ 1 bilhão em economia para cooperados em 2025

Por Jonathan da Silva 27/05/2026
Por Jonathan da Silva

Os cooperados do Sicoob MaxiCrédito tiveram R$ 1 bilhão em economia ao longo de 2025, segundo levantamento divulgado pela cooperativa. O valor considera benefícios obtidos com taxas e tarifas abaixo da média do mercado, melhor remuneração de investimentos, condições diferenciadas em operações de crédito e a distribuição de resultados aos associados. O indicador, chamado de Benefício Econômico Total, foi apresentado pela instituição como uma forma de mensurar os impactos financeiros gerados aos cooperados em comparação ao Sistema Financeiro Nacional.

De acordo com a presidente executiva do Sicoob MaxiCrédito, Adriana Grigol, o modelo cooperativista busca gerar benefícios diretos aos associados por meio de relações financeiras baseadas em cooperação e proximidade. “As instituições financeiras cooperativas transformam o mercado por meio da cooperação, da proximidade e do compromisso com as pessoas, gerando prosperidade pela justiça financeira praticada com seus produtos e serviços”, afirma Adriana.

Benefício econômico

Segundo a cooperativa, o Benefício Econômico Total leva em conta os recursos economizados pelos cooperados em taxas, tarifas e juros, além da remuneração de investimentos e da distribuição dos resultados financeiros da instituição. “Um exemplo claro desse papel transformador é o Benefício Econômico Total, um recurso que os cooperados deixam de gastar em taxas e tarifas, para usar em outras atividades ou conquistas importantes do dia a dia”, destaca Adriana.

O Sicoob informou ainda que, em nível nacional, o sistema cooperativo registrou R$ 49,8 bilhões em Benefício Econômico Total em 2025, crescimento superior a 25% em relação ao ano anterior. Conforme a instituição, o resultado reúne o impacto gerado pelas cooperativas integrantes do sistema em todo o país.

A presidente executiva do Sicoob MaxiCrédito ressaltou que o resultado obtido pela cooperativa representa uma economia média de R$ 4,7 mil por cooperado ativo. “Proporcionar este tipo de benefício aos nossos associados é a demonstração prática que o cooperativismo existe para transformar resultados em desenvolvimento coletivo. O Benefício Econômico Total representa mais do que números, ele demonstra o impacto real gerado na vida dos cooperados, das comunidades e do mercado”, afirma Adriana Grigol.

Distribuição de resultados

Outro dado divulgado pela cooperativa refere-se à distribuição dos resultados financeiros aos cooperados. Em 2025, o Sicoob MaxiCrédito destinou mais de R$ 68 milhões aos associados, sendo R$ 43 milhões referentes aos juros ao capital e mais de R$ 25 milhões em sobras do resultado.

O pagamento das sobras foi realizado no fim de abril diretamente em conta corrente, conforme decisão dos cooperados durante as Pré-Assembleias de 2026. “É fruto da solidez e da parceria entre a Cooperativa e seus cooperados, que fazem negócios sustentáveis ao longo dos anos e promovem prosperidade para todos. Uma cooperativa forte é sinônimo de comunidade fortalecida, pois os benefícios extrapolam o econômico. É o fomento ao desenvolvimento, empreendedorismo, aumento de empregos, renda e oportunidade para todos. Esse é o compromisso do Sicoob MaxiCrédito”, destaca Adriana.

Projetos sociais

Segundo a instituição, os recursos movimentados pelos cooperados também fortalecem ações sociais e comunitárias desenvolvidas pela cooperativa. Entre os projetos citados estão o Fundo de Desenvolvimento Social, que já destinou R$ 10 milhões a iniciativas coletivas em quatro edições, e o Programa Comunidades. “É uma relação de confiança que promove um impacto positivo em toda comunidade, e que é fortalecida diariamente, a cada novo negócio feito junto à cooperativa, a cada novo associado que acredita no mesmo propósito e escolhe fazer parte do Sicoob”, finaliza a presidente executiva.

O que é o Sicoob

Com mais de 40 anos de atuação, o Sicoob MaxiCrédito possui mais de 280 mil cooperados e mantém 103 pontos de atendimento nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2026 0 Comentários 89 Visualizações
Business

Reforma Tributária amplia impacto da cadeia de fornecedores nas empresas

Por Jonathan da Silva 25/05/2026
Por Jonathan da Silva

A implementação da Reforma Tributária no Brasil deve alterar a forma como empresas administram fornecedores, fluxo de caixa e créditos fiscais. Com o novo modelo de IVA dual, composto pela CBS e pelo IBS, e a ampliação da fiscalização digital em tempo real, o aproveitamento de créditos tributários passará a depender também da regularidade fiscal dos fornecedores. A mudança coloca a cadeia de suprimentos no centro das estratégias de competitividade e gestão tributária das companhias.

Segundo a empresa de inteligência de mercado Cial Dun & Bradstreet, especializada em dados corporativos e análise de riscos, o novo sistema exige monitoramento contínuo da situação fiscal dos parceiros comerciais. Pelo modelo previsto, o crédito tributário deixa de depender apenas da emissão da nota fiscal e passa a estar condicionado ao pagamento efetivo do imposto pelo fornecedor. Com isso, empresas poderão perder créditos em operações realizadas com fornecedores inadimplentes ou irregulares.

Um fornecedor competitivo em preço pode se tornar mais caro na prática se houver maior probabilidade de perda de crédito tributário ou questionamento fiscal. A Reforma Tributária traz a gestão de fornecedores para o centro da discussão sobre margem, fluxo de caixa e competitividade”, afirma o COO Brasil da Cial Dun & Bradstreet e head de Produtos para a América Latina, Pedro Vieira Maciel.

Análise fiscal passa a integrar área de compras

A nova dinâmica amplia a responsabilidade das áreas de compras, que passam a considerar não apenas preço, prazo e qualidade, mas também riscos fiscais indiretos. Entre os fatores que precisarão ser analisados estão regularidade do CNPJ, CNAE, enquadramento tributário, participação no Simples Nacional, incidência de Imposto Seletivo e impactos sobre créditos de IBS e CBS.

De acordo com a empresa, organizações com centenas ou milhares de fornecedores tendem a enfrentar dificuldades para realizar esse monitoramento manualmente. Para lidar com esse cenário, a Cial Dun & Bradstreet vem desenvolvendo soluções automatizadas baseadas em cruzamento de dados fiscais, cadastrais, financeiros e societários.

A partir dessas informações, é possível classificar fornecedores conforme o potencial de geração de créditos válidos, o risco de perda tributária e os impactos no custo efetivo das operações. O modelo busca transformar o acompanhamento tributário em um processo contínuo e integrado à estratégia empresarial. “A pergunta deixa de ser apenas quanto imposto pagar, e passa a ser quanto risco tributário está escondido na base de fornecedores. Com dados e monitoramento, as empresas deixam de reagir às mudanças e ganham capacidade de planejar a cadeia sob as novas regras”, comenta Maciel.

Mudanças afetam fluxo de caixa e gestão financeira

Além das questões tributárias, a reforma também deve impactar a gestão financeira das empresas. Entre os pontos observados está a possível adoção do mecanismo de split payment, em que o imposto é separado automaticamente no momento da transação comercial. Segundo a Cial, isso reduz o uso dos tributos como capital de giro e aumenta a necessidade de planejamento financeiro das organizações.

A empresa avalia que o novo cenário tende a acelerar a profissionalização da gestão de fornecedores no país, exigindo revisão contratual, incorporação de indicadores fiscais e financeiros e uso de inteligência de dados para tomada de decisão. “A Reforma Tributária não é apenas uma mudança técnica do sistema. Ela redefine o papel da cadeia de fornecedores no resultado das empresas. Quem usar dados para entender esse novo ambiente terá vantagem competitiva no próximo ciclo tributário brasileiro”, conclui Maciel.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 127 Visualizações
Variedades

Mercado do cavalo Crioulo vive momento de expansão

Por Jonathan da Silva 21/05/2026
Por Jonathan da Silva

O mercado do cavalo Crioulo segue em expansão com o crescimento de modalidades esportivas voltadas a proprietários e jovens competidores, de acordo com avaliação da Trajano Silva Remates. O aumento da participação em provas como Freio do Proprietário e Freio Jovem tem ampliado a base de usuários da raça, movimentado o setor e atraído novos compradores dentro e fora do Brasil. A análise foi apresentada pelo leiloeiro e diretor da empresa, Marcelo Silva, que projeta continuidade do crescimento do segmento até meados de 2027, embora em ritmo mais moderado por fatores econômicos e políticos.

De acordo com Silva, a diversificação das provas ajudou a aproximar novos participantes do universo do cavalo Crioulo e ampliou a circulação de animais, criadores e investidores. “As provas mais voltadas aos proprietários fizeram com que a raça tivesse uma pulverização muito importante. Isso aproxima mais pessoas, aumenta o envolvimento com os animais e amplia o mercado em torno da raça”, afirmou o leiloeiro.

Internacionalização do mercado

Segundo o diretor da Trajano Silva Remates, a expansão do mercado também pode ser observada pela presença crescente de compradores estrangeiros em eventos ligados à raça. Durante a FICCC, realizada em Montevidéu, no Uruguai, Silva relatou a participação de representantes do Chile, Paraguai, Argentina, Brasil e México.

Para o especialista, o interesse internacional demonstra que o cavalo Crioulo deixou de se concentrar apenas nos mercados tradicionais da América do Sul. “Hoje já vemos negócios com o Paraguai e interesse de outros países. A raça não está mais limitada apenas a Uruguai, Argentina e Brasil. Esse é um sinal claro de que o mercado ganhou outra dimensão”, destacou Silva.

Cenário econômico

Apesar da avaliação positiva, Marcelo Silva considera que fatores como o cenário econômico, o período eleitoral e a proximidade de grandes eventos esportivos internacionais podem desacelerar o ritmo dos negócios no curto prazo. “A raça continua e continuará crescendo. Talvez em um ritmo um pouco mais lento, principalmente até meados de 2027, por causa do ambiente econômico, das eleições e de outros fatores que acabam interferindo nas decisões de compra”, explicou o leiloeiro.

O especialista também destacou a ampliação do calendário de eventos como um dos fatores que contribuíram para fortalecer o setor. Segundo ele, anteriormente os principais negócios da raça estavam concentrados em cidades como Bagé, Uruguaiana, Jaguarão, Pelotas e na Expointer. Com o aumento das provas e atividades, o mercado passou a ter maior movimentação ao longo do ano. “A associação vem fazendo uma gestão muito positiva, e a multiplicação dos eventos ajudou a dar mais movimento ao mercado. Antes eram poucos pontos de concentração. Agora, a raça anda em um ritmo muito mais amplo”, afirmou Marcelo Silva.

Nos próximos dias, a Trajano Silva Remates realizará novos leilões ligados à agenda comercial do cavalo Crioulo. De acordo com Silva, a combinação entre esporte, calendário de provas, internacionalização e liquidez deve seguir sustentando o crescimento do mercado da raça.

Foto: José Guilherme Martini/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2026 0 Comentários 91 Visualizações
Moda e beleza

Marca com origem em Novo Hamburgo é a maior rede de aluguel de trajes do país

Por Jonathan da Silva 21/05/2026
Por Jonathan da Silva

Fundada em Novo Hamburgo, a rede Lord’s Trajes consolidou sua atuação no mercado de aluguel de roupas masculinas e alcançou 16 unidades em operação no Brasil, se tornando a maior referência do país no setor. Criada em 2012, a empresa atua no segmento de trajes para eventos como casamentos, formaturas e celebrações sociais, apostando em um modelo de atendimento consultivo e na expansão por franquias. Em 2025, a marca registrou um faturamento de R$ 14 milhões e projeta ampliar sua presença no mercado nacional e internacional.

A empresa surgiu com a proposta de oferecer ao público masculino uma experiência voltada à escolha de trajes para ocasiões formais. De acordo coma marca, o crescimento ocorreu a partir da combinação entre atendimento personalizado e desenvolvimento de coleções próprias.

Em 2015, a Lord’s lançou sua linha exclusiva de trajes, com modelagens e coleções inspiradas em tendências nacionais e internacionais da moda masculina. A iniciativa marcou uma nova etapa da empresa, que passou a atuar também no desenvolvimento de produtos próprios.

Expansão por franquias

O modelo de franquias é apontado pela empresa como um dos principais fatores para a expansão da rede. Atualmente, a Lord’s possui unidades distribuídas em diferentes regiões do país. O franqueado Adriano Canabarro afirmou que identificou potencial de crescimento no modelo de negócios da empresa. “Quando conheci a Lord’s, enxerguei de imediato um modelo de negócio promissor. Qualidade de produto, atendimento consultivo e agilidade — exatamente o que o homem moderno procura e raramente encontra”, comentou Cabanarro.

A empresa também projeta ampliar sua atuação para outros países nos próximos anos. Segundo o fundador e CEO da Lord’s Trajes, Pedro Bagatini Guerra, o planejamento inclui a consolidação da marca fora do Brasil. “Estamos trabalhando forte na expansão da marca. Hoje somos a maior do Brasil, mas pensamos grande — nosso objetivo é ser a maior rede de aluguel de trajes do mundo”, afirmou o empresário.

De Novo Hamburgo para o Brasil

A marca iniciou suas atividades no Rio Grande do Sul e hoje atua no segmento de aluguel de trajes masculinos para eventos sociais em diferentes estados brasileiros. A unidade da loja em Novo Hamburgo está localizada na Rua José do Patrocínio, nº 455.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2026 0 Comentários 399 Visualizações
Cidades

Observatório aponta mais de 300 mil visitantes em Gramado durante Páscoa e Tiradentes

Por Jonathan da Silva 20/05/2026
Por Jonathan da Silva

O Observatório do Turismo de Gramado registrou mais de 300 mil visitantes em Gramado durante os feriados de Páscoa e Tiradentes de 2026. Os dados, elaborados com base em informações da Claro Geodata, apontam intensa movimentação turística no município ao longo de abril, com destaque para turistas brasileiros e visitantes internacionais vindos principalmente da Argentina, Uruguai e Paraguai.

Segundo o levantamento, os dois períodos movimentaram a cadeia turística local, ampliando o número de visitantes, pernoites e a permanência média dos turistas na cidade.

Páscoa reuniu 147 mil visitantes

Durante o feriado de Páscoa, Gramado recebeu cerca de 147 mil visitantes únicos. O levantamento identificou 6.940 turistas internacionais no período analisado, principalmente da Argentina, Uruguai e Paraguai.

Entre os estados brasileiros, o Rio Grande do Sul liderou o fluxo de visitantes, seguido por Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

O sábado, 4 de abril, foi o dia de maior movimentação, com registro de 104.031 visitantes. Os dados apontam ainda que o fluxo começou a crescer já na quinta-feira, indicando antecipação na chegada dos turistas ao município.

O estudo também identificou 88.832 turistas com pernoite entre quinta-feira e domingo, totalizando mais de 231 mil pernoites e média de permanência de 2,61 noites.

Tiradentes teve mais de 158 mil visitantes

No feriado de Tiradentes, realizado entre 16 e 21 de abril, Gramado contabilizou 158.147 visitantes únicos.

Entre os turistas interestaduais, São Paulo liderou o fluxo, seguido por Santa Catarina, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais. No mercado internacional, a Argentina apareceu novamente como principal origem dos visitantes estrangeiros, seguida por Uruguai e Paraguai.

O domingo, 19 de abril, registrou o maior fluxo do período, com 100.650 visitantes. O levantamento também apontou 97.501 turistas com pernoite, totalizando 281.038 pernoites e média de permanência de 2,88 noites.

Movimentação mais equilibrada

O secretário de Turismo de Gramado, Ricardo Bertolucci, afirmou que a distribuição dos feriados ao longo do mês contribuiu para uma movimentação mais equilibrada no calendário turístico. “Diferentemente de 2025, quando a coincidência entre a Páscoa e Tiradentes concentrou um volume muito elevado de visitantes em um único grande feriadão, neste ano observamos uma distribuição mais equilibrada do fluxo ao longo de abril. Tanto a Páscoa quanto o feriado de Tiradentes apresentaram movimentação relevante, contribuindo para uma circulação turística mais distribuída ao longo do mês, com reflexos positivos na permanência dos visitantes e na ocupação do destino”, observou o titular da pasta.

Impacto econômico

O prefeito de Gramado, Nestor Tissot (PP), destacou o impacto econômico dos períodos festivos para o município. “Nós preparamos a nossa cidade com muito carinho para receber os visitantes nesses feriados e o resultado foi ótimo. Datas como estas aquecem a nossa economia e movimentam o comércio”, afirmou o chefe do executivo gramadense.

Foto: Cleiton Thiele/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/05/2026 0 Comentários 75 Visualizações
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