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economia

Business

São Leopoldo recebe palestra sobre o cenário econômico de 2026 na segunda-feira

Por Jonathan da Silva 08/05/2026
Por Jonathan da Silva

Empresários, gestores e representantes de empresas associadas ao Sindimetal RS, Sinborsul e Sindivest participarão de uma palestra econômica com o economista-chefe do Sistema Fiergs, Giovani Baggio, na próxima segunda-feira, dia 11 de maio, em São Leopoldo. O encontro ocorrerá na sede do Sindimetal RS, junto ao Centro das Indústrias, com início às 16h30min, e abordará os impactos dos riscos globais e dos desafios econômicos brasileiros sobre o Rio Grande do Sul. A atividade busca discutir os efeitos das tensões internacionais, da política econômica e dos eventos climáticos no desempenho da indústria e da economia gaúcha.

A programação começará com recepção e coffee break às 16h30min. A palestra terá início às 17h, com encerramento previsto para as 18h30min.

Debate sobre economia global e indústria

Com o tema “Riscos globais, desafios do Brasil e impactos no Rio Grande do Sul”, a palestra irá tratar do cenário econômico projetado para 2026 em um contexto de incertezas internacionais. Entre os assuntos previstos estão os reflexos das tensões geopolíticas, como o conflito no Oriente Médio e o avanço de medidas protecionistas, sobre os preços da energia, a inflação e o comércio internacional.

A partir desse cenário, também serão discutidos os efeitos sobre a economia brasileira, especialmente em relação às taxas de juros, ao câmbio e à trajetória fiscal. Segundo a organização, a proposta é analisar como esses fatores influenciam o crédito, os investimentos e a competitividade da indústria nacional.

O economista-chefe do Sistema Fiergs, Giovani Baggio, afirmou que o Rio Grande do Sul também estará no centro da análise. “Teremos destaque também sobre o Rio Grande do Sul, onde a recorrência de eventos climáticos extremos, somada a desafios estruturais e recentes barreiras comerciais, reforça um ambiente mais complexo para o crescimento econômico e a atividade industrial”, comentou Baggio.

Participação mediante doação

O acesso ao evento será mediante a doação de um quilo de alimento não perecível. Os itens arrecadados serão destinados ao Banco de Alimentos – Vale do Sinos.

Mais detalhes podem ser obtidos pelo telefone (51) 3590-7708.

Serviço

  • O quê: Palestra econômica com o economista-chefe do Sistema Fiergs, Giovani Baggio
  • Quando: Segunda-feira, 11 de maio, das 16h30min às 18h30min
  • Onde: Sede do Sindimetal RS, junto ao Centro das Indústrias, em São Leopoldo
  • Quanto: 1 kg de alimento não perecível para doação ao Banco de Alimentos – Vale do Sinos
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2026 0 Comentários 11 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de frango crescem 2,2% em abril

Por Jonathan da Silva 08/05/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 486,5 mil toneladas em abril, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (8) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume, que conta produtos in natura e processados, representa um crescimento de 2,2% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 475,9 mil toneladas. O resultado é o maior já registrado para o quarto mês do ano.

A receita obtida com os embarques também apresentou alta no período. Conforme a ABPA, o saldo chegou a US$ 940,5 milhões em abril deste ano, valor 3,8% superior aos US$ 906,1 milhões registrados no mesmo mês de 2025.

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, o Brasil exportou 1,943 milhão de toneladas de carne de frango, crescimento de 4,3% em comparação às 1,863 milhão de toneladas embarcadas entre janeiro e abril do ano passado. Em receita, o aumento acumulado foi de 6,1%, passando de US$ 3,492 bilhões em 2025 para US$ 3,704 bilhões neste ano.

Principais destinos

A China permaneceu como principal destino das exportações brasileiras de carne de frango em abril, com 52,2 mil toneladas embarcadas, volume 0,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Na sequência aparecem Japão, com 42,3 mil toneladas e crescimento de 13,1%; Arábia Saudita, com 35,8 mil toneladas e alta de 5,2%; União Europeia, com 33 mil toneladas e avanço de 23,1%; e México, com 27,1 mil toneladas, registrando aumento de 50,2%.

Também figuram entre os principais compradores a África do Sul, com 26,3 mil toneladas e retração de 0,8%; Filipinas, com 24 mil toneladas e queda de 10,7%; Emirados Árabes Unidos, com 19,1 mil toneladas e redução de 52,7%; Coreia do Sul, com 15,5 mil toneladas e baixa de 10,2%; e Singapura, com 12,6 mil toneladas, alta de 3,7%.

Cenário internacional

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin, afirmou que o cenário internacional segue em transformação para o setor de proteína animal brasileiro. “Observamos crescimento consistente em mercados estratégicos da Ásia, da União Europeia e da América Latina, além da ampliação de destinos de maior valor agregado. Ao mesmo tempo, há reacomodações pontuais em determinados mercados do Oriente Médio, dentro de um contexto geopolítico mais complexo para o comércio internacional de alimentos”, avaliou Santin.

Segundo o dirigente, o desempenho acumulado no quadrimestre demonstra a competitividade da avicultura brasileira no mercado internacional. “O Brasil segue ampliando sua presença global com base em eficiência produtiva, segurança sanitária e capacidade de abastecimento. Mesmo com o conflito no Oriente Médio, o setor conseguiu realizar as entregas demandadas pela região, apoiando a segurança alimentar dos países do Golfo. Os resultados registrados até aqui confirmam as perspectivas de um fluxo internacional positivo para as exportações do setor em 2026”, destacou Santin.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
08/05/2026 0 Comentários 27 Visualizações
Business

Café.Com do Sindilojas Vale Germânico abordará mercado condominial na próxima terça

Por Jonathan da Silva 08/05/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindilojas Vale Germânico realiza mais uma edição do Café.Com na próxima terça-feira, 12 de maio, em Novo Hamburgo, com foco em oportunidades de negócios no setor condominial. O evento será realizado a partir das 8h, no Centro de Eventos Sindilojas, no bairro Ouro Branco, e terá como tema “O Mercado Invisível dos Condomínios: como lojistas e prestadores de serviço podem acessar esse mercado e gerar novas oportunidades de faturamento”. A proposta é orientar empresários e profissionais sobre formas de ampliar vendas e acessar um segmento considerado pouco explorado.

A programação contará com palestras do advogado Luan Braga e do contador Jonathan Simão. Durante o encontro, os convidados abordarão temas como estratégias para atuar em condomínios, possibilidades de geração de receita, formas de negociação e cuidados jurídicos em contratos e prestações de serviço.

Quem são os palestrantes

O advogado Luan Braga atua nas áreas de direito condominial e empresarial. Ele é pós-graduando em direito imobiliário e condominial pela Fundação Superior do Ministério Público e CEO da Braga Advocacia, de Campo Bom.

Já o contador Jonathan Simão é graduando em Direito e possui mais de 10 anos de atuação como síndico profissional e gestor condominial. Atualmente, é CEO da GestCon, em Novo Hamburgo.

Patrocínios e apoios

O Café.Com do Sindilojas Vale Germânico conta com patrocínio master da Ailos Viacredi Alto Vale e apoio master da Universidade Feevale e Sebrae. Também apoiam o evento o Mercado Compre Bem e Sicredi, como patrocinadores ouro; Caissutti Distribuidora, Gestcon Síndicos Profissionais, Doctor Clin e CDL Porto Alegre, como patrocinadores prata; além de Baterias Lehnen, Connect Consórcios, Ferragem Silva, Reverse Gerenciamento, Elaine Óptica e Joalheria, Splash Piscinas Campo Bom, Qualiservice, Casa Íris e Vilage Marcas e Patentes, como patrocinadores bronze. O evento ainda tem apoio da Essencial Máquinas de Café.

Serviço

  • O quê: Café.Com do Sindilojas Vale Germânico – palestra “O Mercado Invisível dos Condomínios”
  • Quando: terça-feira, 12 de maio, às 8h
  • Onde: Centro de Eventos Sindilojas (Rua Canela, 297, bairro Ouro Branco, Novo Hamburgo)
  • Quanto: inscrições gratuitas pelo site do Sindilojas Vale Germânico
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2026 0 Comentários 23 Visualizações
Business

Comércio de Santa Cruz do Sul projeta aumento nas vendas para o Dia das Mães

Por Jonathan da Silva 07/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Santa Cruz do Sul estima aumento no movimento do comércio local nos dias que antecedem o Dia das Mães, celebrado neste domingo, 10 de maio. A expectativa do setor é de crescimento na procura por presentes, mesmo diante do orçamento mais apertado das famílias, influenciado pela alta de preços, especialmente dos combustíveis, e pela restrição ao crédito. O período é considerado uma das principais datas do varejo no primeiro semestre.

O presidente da CDL Santa Cruz, Gilberto Eidt, afirma que a antecipação da primeira parcela do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS pode contribuir para o aumento das vendas em alguns segmentos do comércio. “O INSS estima que cerca de R$ 80 milhões serão pagos a título de 13º salário dos aposentados. Por isso, acredito que isso irá refletir no aumento das vendas em determinados segmentos”, observa Eidt.

A expectativa local acompanha dados de pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, em parceria com a Offerwise. O levantamento, realizado em abril com consumidores das 27 capitais brasileiras, aponta que 78% dos brasileiros pretendem comprar presentes para a data, movimentando cerca de R$ 37,91 bilhões.

Comportamento do consumidor

Segundo o levantamento, 79% dos consumidores pretendem realizar compras em lojas físicas. O presidente da Federação Varejista do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner, destacou a relevância da data para o setor. “O Dia das Mães é a segunda mais importante do ano para o comércio, atrás apenas do Natal. Para muitos lojistas, sustenta o caixa e permite mais clareza e certeza no planejamento para o restante do ano”, afirma Pioner.

Apesar de 66% dos consumidores relatarem percepção de preços mais altos em comparação com 2025, a pesquisa aponta que 87% pretendem comprar presentes mesmo diante do cenário econômico. A pesquisa antecipada de preços aparece como estratégia adotada pelos consumidores. Nacionalmente, 77% afirmam que devem pesquisar valores com até 15 dias de antecedência.

A pesquisa de preço deixa de ser apenas um hábito e se torna uma ferramenta de planejamento financeiro. É fundamental que o consumidor celebre a data, mas sempre respeitando o planejamento doméstico para evitar um endividamento que comprometa os meses seguintes”, diz Ivonei Pioner.

Mais detalhes projetados

O ticket médio nacional previsto para este ano é de R$ 294, com redução no número médio de itens comprados por consumidor, passando de 2,02 para 1,68 presente. Entre os produtos mais procurados estão roupas, calçados e acessórios, com 53% das intenções de compra, seguidos por itens de beleza, com 50,4%.

No Rio Grande do Sul, a chegada das temperaturas mais baixas tende a aumentar a procura por vestuário. Além disso, a Federação Varejista do RS aponta que a tradição do almoço de Dia das Mães também movimenta setores como restaurantes, supermercados, açougues e padarias.

Em relação ao pagamento, 68,2% dos consumidores brasileiros pretendem pagar as compras à vista, principalmente via Pix, citado por 52,4% dos entrevistados. Segundo a entidade, o varejo gaúcho apresenta tendência de adesão ainda maior ao pagamento imediato, refletindo comportamento mais cauteloso em relação ao endividamento.

Sinais de alerta

Apesar da expectativa positiva para as vendas, a pesquisa aponta que 39% dos consumidores que pretendem comprar presentes possuem contas em atraso, sendo que 72% deles estão negativados. O levantamento também mostra que 14% admitem a possibilidade de deixar de pagar alguma despesa para realizar a compra. “Esse contexto reforça a necessidade de estratégias equilibradas, que considerem tanto o apelo emocional do Dia das Mães quanto a realidade financeira do consumidor”, afirma Ivonei Pioner.

A Federação Varejista do RS também destaca que a data representa um momento importante para o processo de recuperação do comércio gaúcho após os impactos causados pelos eventos climáticos registrados em 2024.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2026 0 Comentários 54 Visualizações
Política

ACI e SinmaqSinos lançam manifesto com críticas a políticas econômicas do governo federal

Por Jonathan da Silva 05/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) e o Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos) lançaram, nesta terça-feira (5), um manifesto conjunto em que cobram mudanças de postura do governo federal em relação à condução da economia. O documento divulgado pelas entidades da região do Vale do Sinos apresenta críticas a medidas como oferta de crédito, políticas de juros e propostas de redução de jornada de trabalho, apontando impactos na competitividade e no endividamento.

Intitulado “Menos promessas, mais responsabilidade”, o manifesto afirma que o país precisa adotar decisões econômicas com maior responsabilidade e transparência. Segundo o texto, a ampliação do crédito é apresentada como solução imediata, mas pode resultar em aumento do endividamento das famílias e comprometimento da renda futura.

Críticas a políticas econômicas

As entidades também apontam que a redução de jornada ou carga de trabalho tem sido apresentada como avanço social sem a devida análise dos impactos sobre produtividade e custos. De acordo com o manifesto, esses efeitos podem refletir no aumento de preços, perda de competitividade da indústria nacional e maior presença de produtos importados no mercado interno.

O documento questiona ainda quem é beneficiado pelas medidas adotadas. “No fim, quem paga é a sociedade, ou seja, todos nós. Ou paga mais caro pelos produtos ou perde espaço no mercado de trabalho ou ainda vê sua renda real encolher. E aí surge a pergunta inevitável: este é um governo para os trabalhadores? Para quais trabalhadores? Os brasileiros que produzem aqui ou os trabalhadores de países que passam a exportar mais para o Brasil quando nossa indústria perde competitividade?”, diz o texto.

O manifesto também aborda o crescimento do sistema financeiro em cenários de aumento do endividamento. “E mais: quem realmente se beneficia desse modelo? São as famílias ou o sistema financeiro, que cresce justamente quando o endividamento aumenta?”, relata.

Posicionamento das entidades

No documento, as entidades defendem a adoção de medidas econômicas com foco em resultados de longo prazo. “O país precisa sair da lógica das soluções fáceis e dos anúncios de curto prazo. Medidas econômicas sérias exigem responsabilidade, transparência e compromisso com os efeitos reais, não com o ganho político imediato. Prometer é fácil. Sustentar crescimento, renda e emprego é o que realmente importa”, conclui o manifesto, assinado pelos presidentes da ACI, Robinson Klein, e do SinmaqSinos, Marlos Schmidt.

Foto: João Pavese/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/05/2026 0 Comentários 65 Visualizações
Business

Acordo Mercosul-UE zera tarifas para parte das exportações do RS

Por Jonathan da Silva 04/05/2026
Por Jonathan da Silva

O acordo entre Mercosul e União Europeia entrou em vigor na sexta-feira (1º), após duas décadas de negociações, com impacto imediato nas exportações do Rio Grande do Sul. A medida, que os envolve governos dos países integrantes dos blocos e o setor industrial, passou a vigorar com a redução de tarifas sobre produtos comercializados. A implementação ocorre por etapas e busca ampliar o comércio exterior, aumentar a competitividade e estimular geração de empregos.

Na fase inicial, cerca de 43% das exportações gaúchas para a União Europeia passaram a ter tarifa zero, o equivalente a aproximadamente US$ 1,2 bilhão de um total de US$ 2,8 bilhões vendidos ao bloco. Ao todo, 500 itens foram incluídos de imediato, somando-se a outros 400 que já eram comercializados sem imposto.

Desgravação tarifária

O cronograma do acordo prevê que, em quatro anos, 93% das exportações do Rio Grande do Sul para a União Europeia estarão isentas de tarifas, alcançando cerca de US$ 2,5 bilhões. A retirada completa de impostos para os cerca de 1,5 mil produtos exportados será feita de forma gradual ao longo de 15 anos.

Entre os principais itens beneficiados na fase inicial estão partes de calçados, componentes para motores, derivados de petróleo, couros e peles, peças automotivas e pneus.

Impactos para a indústria

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, afirmou que o início do tratado exige preparação do setor produtivo. “É fundamental saber aproveitar este momento. É um acordo celebrado, muito bem construído, que cria oportunidades importantes, mas que também exige a construção de um ecossistema de competitividade para a indústria, com avanços em produtividade, inovação e redução do custo Brasil”, ressaltou o dirigente.

Bier também destacou efeitos além do comércio exterior. “Não se trata apenas de ampliar exportações. O acordo também facilita o acesso a tecnologias, processos e insumos mais avançados, o que pode contribuir para elevar a eficiência e a competitividade da indústria brasileira”, afirmou o presidente da entidade.

A Fiergs aponta que o acordo inclui mecanismos de proteção para setores considerados mais sensíveis, com prazos graduais para adaptação e dispositivos de salvaguarda.

Projeções econômicas

Estimativas indicam que, ao longo de 15 anos, o acordo pode gerar crescimento de 4,6% no Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a cerca de R$ 31 bilhões. As exportações industriais do Rio Grande do Sul para o bloco europeu podem aumentar em aproximadamente US$ 801,3 milhões no período.

Entre os setores com potencial de maior impacto estão tabaco, químicos, couro e calçados, alimentos, celulose e papel. O avanço das exportações também pode refletir no mercado de trabalho, com projeção de criação de 31 mil empregos formais na indústria de transformação.

Comércio com a União Europeia

Em 2025, a União Europeia foi o segundo principal destino das exportações gaúchas entre blocos econômicos, com US$ 2,8 bilhões, o que representou 13% do total exportado pelo estado. O bloco também foi a quarta principal origem das importações, com US$ 1,4 bilhão, equivalente a 11,1% do total.

No cenário nacional, o Rio Grande do Sul ocupou a sexta posição entre os estados que mais exportaram para a União Europeia e a oitava entre os que mais importaram.

Foto: Mrsiraphol/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2026 0 Comentários 57 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis projeta ocupação hoteleira próxima de 80% no feriadão

Por Jonathan da Silva 30/04/2026
Por Jonathan da Silva

Nova Petrópolis se prepara para registrar uma intensa movimentação turística neste feriadão, com uma projeção de taxa de ocupação na rede de hospedagem próxima de 80%. A expectativa divulgada pelo município atribui a procura ao período de temperaturas mais baixas, ao cenário de outono na Serra Gaúcha e à oferta de atrações voltadas a famílias, casais e grupos de amigos. O aumento no fluxo de visitantes deve impactar diretamente setores ligados ao turismo e ao comércio local.

Segundo a administração nova-petropolitana, a combinação entre clima frio, tranquilidade, segurança e opções de lazer tem impulsionado a busca pelo destino. A cidade aposta em experiências ligadas ao aconchego, à gastronomia e ao contato com tradições de origem germânica para atrair visitantes nesta época do ano.

Entre os atrativos destacados estão os cafés coloniais, restaurantes com cardápios variados, espaços culturais e áreas ao ar livre. Conforme avaliação do município, esses segmentos ganham maior procura durante o outono, período tradicionalmente associado ao turismo na Serra Gaúcha.

Expectativa do setor

A secretária adjunta de Turismo e Cultura de Nova Petrópolis, Mayara Senna dos Reis, afirmou que o cenário reforça a presença do município no turismo regional. “Nova Petrópolis tem um charme único. O frio valoriza ainda mais nossa essência acolhedora, nossa gastronomia e a experiência que oferecemos a quem busca momentos de qualidade com a família ou amigos. Somos uma cidade que combina tranquilidade, organização e excelentes opções de lazer, cultura e gastronomia”, ressaltou a titular da pasta.

Reconhecimento de empreendimentos

A secretária adjunta também citou premiações recentes recebidas por atrativos e empreendimentos locais no Travellers’ Choice, reconhecimento concedido a estabelecimentos do setor turístico. “Parabenizamos nossos empreendedores, atrativos e toda a cadeia do turismo por essas conquistas. Esse reconhecimento é resultado de muito trabalho, dedicação e compromisso com a qualidade. Nova Petrópolis segue se fortalecendo como referência em hospitalidade e experiência turística”, completou Mayara Senna dos Reis.

Foto: Gian Baum/Acervo Municipal/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/04/2026 0 Comentários 56 Visualizações
Variedades

Carne bovina entra em ciclo de valorização no país com 35% da produção para exportações

Por Jonathan da Silva 24/04/2026
Por Jonathan da Silva

O mercado da carne bovina no Brasil vive um ciclo de valorização impulsionado pela demanda interna e internacional. A avaliação foi apresentada pelo setor nesta quinta-feira (23), durante fórum realizado na Nacional Hereford e Braford, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Especialistas apontam que o movimento ocorre com cerca de 35% da produção nacional voltada à exportação e com oferta global mais restrita, o que sustenta a alta dos preços ao longo da cadeia produtiva.

De acordo com o analista da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, os preços da arroba do boi gordo vêm registrando alta consistente desde 2024, puxados principalmente pelo consumo. “Não é a oferta que está puxando esse movimento, mas sim o crescimento da demanda, que sustenta toda a cadeia produtiva”, afirmou Fabbri. Segundo o especialista, a valorização impacta diretamente todos os elos do setor, refletindo tanto na rentabilidade do produtor quanto nos preços ao consumidor final.

No cenário externo, países como China, Estados Unidos e México ampliaram a demanda pela carne brasileira, enquanto novos mercados seguem em processo de abertura. Ao mesmo tempo, concorrentes relevantes enfrentam queda na produção. Fabbri destacou que os Estados Unidos registram o menor nível de rebanho em décadas, o que os posiciona como importadores. “O mundo quer carne, e o Brasil tem capacidade para atender essa demanda, inclusive em mercados mais exigentes”, comentou o analista.

Mercado interno e externo

Atualmente, cerca de 35% da produção nacional é destinada à exportação, enquanto o mercado interno segue como principal destino. Segundo Fabbri, fatores econômicos como a redução do desemprego e o aumento da renda média contribuem para sustentar o consumo. “Com mais renda, o consumidor passa a buscar produtos de maior valor agregado”, explicou o especialista.

Valorização da carne de qualidade

O diretor do Programa Carne Certificada Hereford, Eduardo Eichenberg, afirmou que a valorização já é percebida também em carnes com diferenciação de qualidade. “A perspectiva é positiva, com valorização contínua, ainda que em ritmo moderado”, afirmou Eichenberg.

Segundo o dirigente, remates recentes ligados à entidade registraram valorização média próxima de 20% em relação ao ano anterior. Ele atribui o resultado à mudança no comportamento do consumidor. “Há uma busca crescente por produtos com padrão superior, o que favorece sistemas de certificação”, ressaltou Eduardo Eichenberg.

Entre os fatores considerados pelos consumidores estão rastreabilidade, sanidade, bem-estar animal e sustentabilidade. “O consumidor está mais exigente. A escolha não passa mais apenas pelo preço, mas pela confiança no produto e na cadeia de produção”, concluiu Eichenberg.

Debate no fórum

Além de Felipe Fabbri e Eduardo Eichenberg, o fórum contou com a participação da consultora Ana Doralina Menezes, do presidente da Associação Brasileira de Hereford e Braford, Eduardo Soares, do gerente executivo da associação, Felipe Azambuja, do representante do Frigorífico Silva, Mateus Silva, da presidente do Instituto Desenvolve Pecuária, Antonia Scalzilli, e do representante do Grupo Mandabrasa, proprietário do 20 Barra 9, Pedro César Bergamaschi.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/04/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Business

Fecomércio-RS divulga primeira sondagem do setor atacadista no estado em 2026

Por Jonathan da Silva 23/04/2026
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS apresentou os resultados da primeira edição de 2026 da Sondagem do Segmento Atacadista, realizada entre os dias 5 e 24 de março com 385 estabelecimentos no Rio Grande do Sul. O levantamento reúne percepções de gestores sobre o cenário atual do setor, incluindo situação financeira, desempenho de vendas, nível de endividamento e expectativas, com o objetivo de orientar análises sobre o comportamento do mercado atacadista no estado.

De acordo com os dados, 64,2% das empresas entrevistadas têm mais de 10 anos de atividade. Entre os participantes, 46,2% atuam como atacadistas comerciais, revendendo produtos diversos, enquanto 22,6% operam no segmento de alimentos e bebidas. Em relação ao porte, 43,9% são pequenas empresas e 31,7% possuem mais de 10 funcionários.

Situação financeira

Sobre a situação financeira, 47,8% dos entrevistados classificaram o momento como bom ou muito bom, enquanto 40,3% apontaram condição regular e 11,9% indicaram cenário ruim ou muito ruim. O nível de endividamento foi considerado baixo por 53,8% dos gestores, moderado por 30,4%, alto por 12,1% e crítico por 3,8%.

Entre as operações financiadas por crédito comercial, a compra de mercadorias aparece como principal destino, com 74,5%. Já nas operações financeiras, o crédito para capital de giro foi citado por 49,7% dos entrevistados.

Desempenho das vendas

Em relação às vendas nos últimos seis meses, 41,6% classificaram o desempenho como regular, 34,7% como bom, muito bom ou excelente e 23,9% como ruim. Para 58,4% dos participantes, os resultados ficaram abaixo das expectativas, enquanto 37,4% afirmaram que as metas foram atendidas e 4,2% disseram que houve superação.

Entre os principais entraves internos, destacam-se a gestão de equipes, mencionada por 37,1%, a gestão financeira, com 30,9%, e o planejamento estratégico, com 30,6%. No ambiente externo, os principais desafios apontados foram a carga tributária, citada por 68,1%, a dificuldade de contratação de mão de obra, com 29,4%, e o aumento dos custos logísticos no Estado, com 27,8%.

Expectativas e investimentos

Quanto às perspectivas, 47,8% dos entrevistados esperam melhora no cenário, enquanto 19,2% projetam piora. “Apesar das circunstâncias atuais de desaceleração econômica e juros elevados, os atacadistas permanecem otimistas”, afirmou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

A sondagem indica ainda que 63,1% das empresas não pretendem ampliar o quadro de funcionários nos próximos meses. Em relação a investimentos, 45,7% dos entrevistados planejam investir no negócio no período de seis meses.

Impactos das enchentes

O levantamento também abordou os efeitos da tragédia climática ocorrida em maio de 2024. Segundo os dados, 59% dos atacadistas relataram ter sido impactados pelas cheias. Entre os entrevistados, 67,8% afirmaram que ainda não estavam plenamente recuperados no momento da pesquisa.

Os principais reflexos apontados foram a redução de faturamento, mencionada por 63%, a perda de clientes, com 53,2%, e dificuldades financeiras, citadas por 33,1% dos participantes.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
23/04/2026 0 Comentários 82 Visualizações
Business

Cooperativas gaúchas participam da Anuga Brazil com foco no mercado internacional

Por Jonathan da Silva 10/04/2026
Por Jonathan da Silva

O cooperativismo do Rio Grande do Sul participou da Anuga Brazil, realizada até a quinta-feira (9), em São Paulo, com foco na ampliação de mercados e na geração de oportunidades comerciais. Pela primeira vez, o Sistema Ocergs esteve presente no evento com estratégia voltada à comercialização.

Durante a feira, produtos como vinhos, sucos e espumantes produzidos no estado chamaram a atenção de compradores internacionais. As cooperativas Vinícola Aurora e Nova Aliança Vinícola participaram de rodadas de negócios com importadores de países como Argentina, Chile e Uruguai, além de empresas brasileiras, com apoio do Sistema OCB. “Esta é uma feira técnica com público qualificado. O comprador de fora do país não busca volume, está à procura de produtos com história, propósito e certificações. E o cooperativismo entrega esse valor, comunicado por meio do carimbo SomosCoop. Foi um evento com forte presença de entidades representativas”, comentou a gerente de Marketing e Negócios do Sistema Ocergs, Simone Zanatta.

Além do evento

Os negócios iniciados durante o evento devem avançar nos próximos meses, com reuniões já agendadas com redes supermercadistas da capital paulista. A participação integra uma estratégia mais ampla da entidade, que busca fortalecer a presença das cooperativas em feiras nacionais e internacionais. “A presença na Anuga Brazil faz parte de uma estratégia ampla e estruturada do Sistema Ocergs para fomentar negócios para as cooperativas. Nosso objetivo é atuar como um facilitador de parcerias, promovendo conexões e gerando um ambiente favorável para a inovação e a competitividade”, acrescentou Simone.

14% do PIB gaúcho

Segundo dados do setor, o cooperativismo gaúcho reúne cerca de 4,2 milhões de associados e movimenta mais de R$ 100 bilhões por ano, representando aproximadamente 14% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. A meta é alcançar R$ 150 bilhões até 2030.

Foto: Sistema Ocergs/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/04/2026 0 Comentários 101 Visualizações
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