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ABPA

Business

ABPA e ApexBrasil promovem avicultura do Brasil na Inglaterra

Por Amanda Krohn 13/09/2022
Por Amanda Krohn

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promoveu um dia especial para exaltar os atributos da cadeia produtiva da avicultura do país. A ação ocorreu na última semana na Casa Brasil, espaço mantido pela ApexBrasil, em Londres, capital inglesa. Com a presença do diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, o Chicken Day realizou uma exposição de imagens da obra fotográfica “Da Nossa Mesa para a Sua Mesa”, de autoria de Manoel Petry, que relata a rotina de produtores que se dedicam a produzir alimentos para famílias do Brasil e de nações dos cinco continentes.

A ação contou também com a realização de uma experiência em realidade virtual, com vídeo em 360 graus, em uma imersão na rotina dentro das granjas. A sustentabilidade também esteve na pauta da ação, com o vídeo da campanha internacional “Da Nossa Mesa para a sua Mesa”, produzido pela ABPA com o objetivo de destacar o papel do Brasil como colaborador global pela segurança alimentar.

Os preceitos de sustentabilidade da produção brasileira também foram destaques na ação, com a apresentação da campanha internacional “Good Food for the People and the Planet”, ação global da ABPA que aborda atributos setoriais e ações que reforçam o alinhamento da avicultura e suinocultura com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

O sabor e a versatilidade da carne de frango do Brasil também foram destaque, com a realização de um “cooking show”, com o preparo de pratos à base de carne de frango made in Brasil. Cerca de 60 de formadores de opinião e visitantes do espaço participaram da ação, que exaltou a qualidade dos produtos. “Buscamos reforçar, para as mais de 350 pessoas que nos visitaram no Chicken Day, o compromisso com a sustentabilidade setorial, bem como com a segurança alimentar global e o apoio ao Reino Unido no suprimento do mercado com proteína de alta qualidade”, ressaltou Rua.

Destaque entre os principais importadores de carne de frango do Brasil, o Reino Unido importou entre janeiro e agosto deste ano 64,7 mil toneladas de carne de frango brasileira, com receita de US$ 188,7 milhões. A comunidade britânica é o 10º principal destino no ranking cambial dos principais importadores do produto brasileiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2022 0 Comentários 565 Visualizações
Business

ABPA projeta negócios superiores a US$ 800 milhões após o SIAVS

Por Amanda Krohn 17/08/2022
Por Amanda Krohn

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) indica que as projeções de contratos realizados durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS) devem ultrapassar os US$ 800 milhões. Os números resultam da participação de 48 agroindústrias produtoras e exportadoras de carne de aves, suínos, ovos, lácteos, patos, peixes de cultivo e material genético, em ação no SIAVS por meio de parceria entre a ABPA e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O evento encerrou na última quinta-feira (11). Não são considerados negócios fechados por expositores de equipamentos, ração, insumos biológicos, certificadoras e outros participantes do evento.

Segundo as empresas consultadas, os negócios realizados e os contatos estabelecidos durante o evento deverão resultar em US$ 880,3 milhões em exportações nos próximos 12 meses. Apenas durante os três dias do evento, de acordo com as empresas associadas, os negócios alcançaram US$ 544,3 milhões. Conforme a ABPA, o SIAVS atraiu para a capital paulista importadores dos mercados da Colômbia, Peru, Dinamarca, Coreia do Sul, Malásia, África do Sul, Filipinas, México, Tailândia, Nigéria, Iraque, Catar, República Dominicana, Alemanha e Estados Unidos, além de traders e outros tradicionais clientes dos produtos exportados pelo Brasil.

Além disso, a parceria ABPA e ApexBrasil levou para São Paulo 28 jornalistas estrangeiros por meio do Projeto Imagem, 15 importadores pelo Projeto Comprador e 15 formadores de opinião de mercados estratégicos via Projeto Formadores de Opinião. “O SIAVS foi um marco histórico para a cadeia produtiva de proteína animal sob diversos aspectos, seja político, técnico e comercial. Os números e as consultas mostraram que a promoção de negócios e o fomento à geração de receitas cambiais para as cadeias produtivas superou, e muito, as expectativas. O volume de negócios realizados e projetados nos corredores do Anhembi terá significativo impacto positivo na balança comercial da avicultura e da suinocultura do Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Ao todo, 21 mil visitantes de 53 países estiveram presentes no evento — maior número já registrado até aqui. E a próxima edição já tem data marcada: de 6 a 8 de agosto de 2024, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP). As novidades do evento estão no site do Siavs.

“O volume de negócios realizados e projetados nos corredores do Anhembi terá significativo impacto positivo na balança comercial da avicultura e da suinocultura do Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin

Fotos: Alf Ribeiro/ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/08/2022 0 Comentários 812 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 6% em 2022

Por Amanda Krohn 05/08/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 2,828 milhões de toneladas nos sete primeiros meses de 2022, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 6% o total embarcado pelo país no mesmo período de 2021, com 2,668 milhões de toneladas.

O resultado em dólares das exportações do ano alcançou US$ 5,620 bilhões, valor 33,3% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 4,216 bilhões. Em julho, as vendas internacionais de carne de frango totalizaram 405,3 mil toneladas, volume 4,5% menor que o total exportado no sétimo mês de 2021, com 424,4 mil toneladas. Em receita, houve aumento de 20,7%, com US$ 892 milhões neste ano, contra US$ 739,2 milhões em 2021.

Principais destinos

Os Emirados Árabes Unidos assumiram, novamente, a liderança nas exportações de carne de frango do Brasil, com 37,8 mil toneladas exportadas em julho, número 11% superior ao alcançado no mesmo período de 2021. A China, no segundo posto, importou 37,5 mil toneladas (-40,5%). Em terceiro lugar, a Árabia Saudita importou 37,2 mil toneladas (+52,7%).

Outros destaques do mês foram Filipinas, com 21,8 mil toneladas (+16,1%), Coreia do Sul, com 18,8 mil toneladas (+79,4%) e Singapura, com 15,4 mil toneladas (+93,2%). “Destaque positivo para a Arábia Saudita que voltou a comprar volumes significativos nestes últimos dois meses. A expectativa, no geral, é que as exportações fiquem acima das 400 mil toneladas mensais até o fim do ano.” destacou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Carne suína

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 606,5 mil toneladas nos primeiros sete meses de 2022, informa a ABPA. O volume é 8,9% menor ao registrado no mesmo período de 2021, quando foram embarcadas 665,4 mil toneladas.

A receita acumulada entre janeiro e julho deste ano chegou a US$ 1,337 bilhão, valor 16,2% menor que o efetuado no mesmo período de 2021, quando obteve US$ 1,596 bilhão. Considerando apenas o mês de julho, as vendas do setor chegaram a 96,3 mil toneladas, volume 6,2% menor que as 102,7 mil toneladas exportadas em julho de 2021. O saldo em dólares dos embarques do mês totalizaram US$ 222,4 milhões, número 9,7% menor que o resultado de julho do ano passado, com US$ 246,4 milhões.

O principal destino das exportações brasileiras de carne suína, a China, importou em julho deste ano 38,4 mil toneladas (-24,4%). Em segundo lugar, as Filipinas importaram no período 8,2 mil toneladas (+238,2%). Outros destaques foram a Tailândia, com 5 mil toneladas (+2149,7%) e o Uruguai, com 4,1 mil toneladas (+7,8%).

“Há um novo patamar nas vendas de carne suína para a China, em torno de 40 mil toneladas, o que deve se manter nos próximos meses e acima dos volumes praticados no primeiro semestre deste ano. Ao mesmo tempo, vemos outros mercados ganharem protagonismo em 2022, como Filipinas, EUA, Tailândia e Japão, para onde destinamos produtos de valor agregado mais elevado. Nos próximos meses, espera-se que os níveis de exportações sejam próximos de 100 mil toneladas”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2022 0 Comentários 751 Visualizações
Business

ABPA projeta desempenho da produção, consumo e exportações para 2022-2023

Por Amanda Krohn 30/07/2022
Por Amanda Krohn

A avicultura e a suinocultura do Brasil deverão registrar novos avanços neste ano. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) que apresentou, em coletiva de imprensa, as projeções do setor para produção, exportações e consumo de carnes de frango e suína do Brasil para 2022 e 2023. Segundo as perspectivas da ABPA, a produção brasileira de carne de frango poderá crescer até 1% este ano na comparação com 2021, alcançando até 14,5 milhões de toneladas em 2022. A alta deve seguir em 2023, quando é projetada alta de até 5% na produção, podendo chegar a 15 milhões de toneladas.

A disponibilidade de produtos no mercado interno também deverá apresentar níveis positivos, com elevação de até 0,5% em 2022, alcançando 9,78 milhões de toneladas, com aumento da disponibilidade interna esperada para 2023 de 9,8 milhões de toneladas.  “Os produtores têm mantido a disponibilidade interna de produtos, o que sustentou os níveis per capita. Os programas de auxílio à renda que chegarão ao mercado ainda este ano deverão incrementar o poder de compra da população, com consequente impacto nas vendas internas de produtos avícolas”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Já as exportações do setor, conforme a ABPA, deverão alcançar neste ano até 4,9 milhões de toneladas, número 6% maior que o registrado no ano anterior. Em 2023, a expectativa é de vendas também 6% superiores, alcançando até 5,2 milhões de toneladas.

“Os produtores têm mantido a disponibilidade interna de produtos, o que sustentou os níveis per capita. Os programas de auxílio à renda que chegarão ao mercado ainda este ano deverão incrementar o poder de compra da população, com consequente impacto nas vendas internas de produtos avícolas – presidente da ABPA, Ricardo Santin.

“A questão sanitária internacional ainda deve pressionar o comércio global de carne de frango. Novos focos de influenza aviária foram identificados entre os grandes produtores, sustentando a demanda de grandes exportadores livres da enfermidade, como é o caso do Brasil. Adicionalmente, a sentida redução da participação da Ucrânia no comércio internacional, a retirada das tarifas de importação do México até o próximo ano, a forte demanda filipina e a redução temporária das tarifas sul-coreanas de importação também impactarão no saldo das exportações”, completa Santin.

 

Já em carne suína, as projeções da ABPA indicam crescimento de até 5% na produção em 2022, podendo alcançar 4,95 milhões de toneladas. Em 2023, a produção deverá chegar a até 5,1 milhões de toneladas, com elevação de 3%. A disponibilidade de produtos para o mercado interno neste ano deverá ser até 9% superior, com 3,9 milhões de toneladas. Para 2023, a expectativa é de nova elevação, chegando a 3,95 milhões de toneladas, 2% maior.

“A carne suína está mais competitiva que as demais proteínas, o que tem gerado um considerável impulso no consumo interno, que deverá pela primeira vez atingir os 18 quilos per capita. Neste contexto, a diversificação e customização de produtos pelas agroindústrias vem gerando oportunidades interessantes e possibilitando ao consumidor descobrir a qualidade e a variedade proporcionada pela carne suína, que combina com praticamente tudo. Pelo lado da produção, tivemos um primeiro semestre bastante complicado, mas tudo indica que a segunda parte do ano seja melhor, tanto no mercado interno quanto externo”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Por fim, as exportações projetadas para o ano deverão alcançar até 1,1 milhão de toneladas, número 3% menor que o registrado em 2022 mas, mesmo assim, o segundo melhor resultado da história da suinocultura brasileira. Em 2023, entretanto, é esperada nova elevação, de até 9%, com volumes que podem alcançar 1,2 milhão de toneladas.

“Há expectativa de incremento nas importações chinesas de carne suína ao longo do segundo semestre, o que deverá favorecer as exportações do setor, conforme já temos observado. Soma-se a isso a abertura do mercado do Canadá, as reduções tarifárias da Coreia do Sul e Vietnã, além da ampliação das vendas para novos mercados, como a Tailândia. Muito possivelmente a média mensal de exportações ficará próxima das 100 mil toneladas a partir de agora”, completa Rua.

Estudo de competitividade setorial

Durante a coletiva, a ABPA apresentou pontos de um amplo estudo que detalha gargalos e fatores positivos da capacidade competitiva da avicultura e da suinocultura do Brasil. Um dos pontos abordados no trabalho foi o aumento dos insumos que compõem a produção. O polietileno utilizado na fabricação de embalagens acumulou alta de 61% entre 2018 e 2021, segundo o levantamento. A energia elétrica aumentou, no mesmo período, 32% — mantendo o Brasil entre os países com custos energéticos menos competitivos, em comparação com outros grandes exportadores mundiais de proteínas.

Os custos também se tornaram mais elevados na logística de exportação. A média do frete internacional por contêiner saltou de US$ 3,89 mil dólares em 2018, para mais de US$ 7 mil em 2021, alta de quase 100%. “O estudo nos mostrou que, além de repensarmos questões fundamentais para o país, como a carga tributária que recai sobre os insumos, é preciso fortalecer as políticas de oferta destes elementos fundamentais para produção. Ao mesmo tempo, é fundamental aprofundar a posição do país como grande exportador, por meio da ampliação de acordos comerciais que nos tornem mais competitivos em mercados onde a taxação nos acomete de forma mais severa, em relação aos nossos competidores”, conclui Ricardo Santin.

O trabalho será apresentado durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), maior evento dos setores no país, que será realizado de 9 a 11 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP).

SIAVS

Realizado pela ABPA, o principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil será ainda maior que a edição anterior, realizada em 2019. A área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivo e legislativo nacional e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

Em 2019, o evento recebeu mais de 20 mil visitantes de 50 países, com mais de 170 expositores. Nas dezenas de salas do congresso ocorreram apresentações de mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países para 2,4 mil congressistas.  O credenciamento de imprensa para o SIAVS 2022 pode ser feito antecipadamente pelo site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2022 0 Comentários 706 Visualizações
Business

Exportações de carne suína totalizaram 93,5 mil toneladas em junho

Por Ester Ellwanger 06/07/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 93,5 mil toneladas em junho, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 14% menor que o registrado no mesmo período de 2021, com 108,8 mil toneladas.

As vendas internacionais do setor geraram receita de US$ 219,1 milhões em junho, valor 18,9% menor que o registrado no sexto mês do ano passado, com US$ 270,2 milhões.

No semestre, as exportações de carne suína totalizaram 510,2 mil toneladas, 9,3% inferior ao acumulado nos primeiros seis meses de 2021, com 562,7 mil toneladas.

A receita acumulada este ano alcançou US$ 1,115 bilhão, número 17,4% inferior ao registrado no primeiro semestre do ano passado, com US$ 1,349 bilhão.

“Após o desempenho ocorrido em 2021, vemos as exportações de carne suína manterem patamares de estabilidade nos últimos meses, com volumes superiores ao período anterior às crises sanitárias de Peste Suína Africana em importantes nações produtoras. Os novos patamares de exportações mantidos pelo Brasil neste primeiro semestre estão 230 mil toneladas maiores que o desempenho registrado em 2018, período anterior aos efeitos da enfermidade”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

 

Principais mercados

Entre os principais destinos das exportações de carne suína estão a China, com 37,2 mil toneladas (-36,7%), Filipinas, com 9,4 mil toneladas (+229,2%), Hong Kong, com 7,9 mil toneladas (-5,9%), e Vietnã, com 4,3 mil toneladas (+14,9%).

“As nações asiáticas seguem protagonistas entre os destinos das exportações brasileiras de carne suína. Há tendência de alta nas vendas no médio prazo, face ao incremento contínuo do consumo de proteína animal nesta região. Exemplo disso são as Filipinas, que neste mês ganharam forte presença nos dados dos embarques, assumindo o segundo posto. O Brasil tem se posicionado como parceiro estável e confiável para atender esta demanda adicional da Ásia”, destaca Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

Mesma situação registrou o Estado, que acompanhou a tendência nacional e registrou desaceleração tanto em volume quanto em receita nas exportações de carne suína neste primeiro semestre de 2022.

As exportações alcançaram 114,57 mil toneladas, volume 25,44% menor em relação aos embarques registrados no mesmo período de 2021, que foram de 153,67 mil toneladas.

O saldo em dólares nos primeiros seis meses deste ano chegou a quase US$ 250 milhões. A receita acumulada foi de US$ 249,76 milhões, valor 34,77% inferior ao obtido entre janeiro e junho do ano passado, quando resultou em US$ 382,88 milhões.

Os embarques gaúchos em março registraram 22,10 mil toneladas, tamanho 27,14% menor em relação ao exportado no mesmo período do ano anterior, que foi de 30,34 mil toneladas. As vendas foram de US$ 51,73 milhões. O valor é 33,61% menor que o obtido no sexto mês de 2021, que foi de US$ 77,93 milhões.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

06/07/2022 0 Comentários 600 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 8,8% em junho

Por Ester Ellwanger 06/07/2022
Por Ester Ellwanger

Levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostra que as exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 432,5 mil toneladas em junho, volume que supera em 8,8% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 397,4 mil toneladas.

Em receita, as vendas de junho totalizaram US$ 951,7 milhões, desempenho 46,3% maior que o realizado no sexto mês de 2021, com US$ 650,6 milhões.  As exportações totais registradas ao longo do primeiro semestre alcançaram 2,423 milhões de toneladas, volume 8% superior ao registrado nos seis primeiros meses de 2021, com 2,244 milhões de toneladas. Em receita, a alta do semestre é de 36%, com US$ 4,728 bilhões em 2022, contra US$ 3,476 bilhões em 2021.

“A inflação global dos alimentos e os efeitos dos custos de produção, assim como as consequências para o comércio internacional dos inúmeros focos de influenza aviária em várias partes do mundo, tiveram influência direta no resultado das exportações brasileiras de carne de frango de junho. Os mercados internacionais enfrentam dificuldades para manter os níveis das produções locais. Como contramedidas, demandam volumes junto a parceiros confiáveis, sanitariamente seguros e estáveis, como o Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

No ranking dos principais destinos de junho, destaque para a China, com 46,5 mil toneladas (-18%), Arábia Saudita, com 39 mil toneladas (+69%), Japão, com 37,1 mil toneladas (+3%), Emirados Árabes Unidos, com 35,6 mil toneladas (+18%), Filipinas, com 21,1 mil toneladas (+9%), e Coreia do Sul, com 18,4 mil toneladas (+67%).

“A maior parte dos nossos principais clientes internacionais vêm aumentando o volume das compras. Neste contexto, destacam-se mercados do Oriente Médio, como a Arábia Saudita, que recentemente reabilitou parcialmente plantas brasileiras, tendo voltado inclusive a comprar volumes de patamares históricos. Também foram relevantes as altas de determinados mercados da Ásia, como as Filipinas e a Coreia do Sul, que assumiram, respectivamente, o quinto e o sexto postos entre os principais importadores de junho. Além disso, o preço médio obtido com as exportações também vêm evoluindo nos últimos meses, dentro de um contexto de necessidade em função dos custos de produção”, avalia Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

06/07/2022 0 Comentários 667 Visualizações
Business

SIAVS promove imersão na sustentabilidade do setor com espaço multissensorial

Por Ester Ellwanger 05/07/2022
Por Ester Ellwanger

A sustentabilidade na avicultura e na suinocultura do Brasil estarão em evidência em um espaço multissensorial instalado em meio ao Salão Internacional da Avicultura e da Suinocultura (SIAVS), maior evento dos setores no país, que será realizado entre os dias 9 e 11 de agosto no Anhembi Parque, em São Paulo (SP).

Com o objetivo de promover uma imersão na cadeia produtiva, o SIAVS Experience — nome dado ao espaço — contará com uma área de mais de 70 metros quadrados destinados exclusivamente para a experiência.

Serão diversas telas imensas de LED em um labirinto com jogos de espelhos, além de uma sala com projeção mapeada que promove ilusão de ótica em três dimensões. A experiência é completa pela sonorização e pelo cheiro de terra molhada, que é liberado estrategicamente por odorizadores espalhados pelo espaço.

A experiência será pautada por apresentações sobre os setores, a produção de alta qualidade, o papel do país como parceiro pela segurança alimentar e a importância da superação das barreiras para a produção e distribuição de alimentos no mundo, além da campanha internacional de sustentabilidade mantida pela ABPA — com o tema “Good Food for the People and the Planet”, ou “Boa Comida para as Pessoas e o Planeta”.

“Além de negócios e geração de conhecimento, o SIAVS é uma grande vitrine do nosso setor para o mundo. É uma oportunidade única para compartilharmos valores e informações importantes sobre as características que fazem de nossa cadeia produtiva sustentável e estratégica para a segurança alimentar global”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

O SIAVS

Principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil, o SIAVS 2022 será ainda maior que a edição anterior, realizada em 2019. A área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivos e legislativos nacionais, e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2022 0 Comentários 701 Visualizações
Business

Energia limpa moverá o SIAVS 2022

Por Ester Ellwanger 24/06/2022
Por Ester Ellwanger

A energia que moverá o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), que acontece de 9 a 11 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP),  virá de fontes com zero emissão de CO² ou dióxido de carbono.

Isso porque a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), organizadora do SIAVS 2022, contratou para o evento o I-REC (Certificados Internacionais de Energia Renovável), um sistema global de rastreamento de atributos ambientais de energia que emite certificados que comprovam a origem da energia renovável utilizada. A emissão dos certificados será realizada pela Trix Energia, participante desta edição do SIAVS.

Em termos práticos, o certificado de rastreabilidade comprova que a energia demandada pelo SIAVS foi aplicada no sistema elétrico a partir de fonte renovável. Cada certificado representa 1 MWh, que equivale no Brasil a 60 quilos de CO² não emitidos.

A projeção inicial é que quase 1,5 toneladas de dióxido de carbono, que seriam emitidas com a demanda energética do evento, sejam neutralizadas pelo sistema.

“A contratação de energia de fontes renováveis segue o propósito que o SIAVS assumiu nesta edição, inclusive por meio do temário ‘produção sustentável: caminhos para a segurança alimentar global’. Isto significa que não queremos nos pautar apenas por mensagens e, sim, por decisões que tenham efeito. Trabalhamos em uma visão, de fato, em linha com o Programa ABPA de Incentivo às Práticas Sustentáveis e em linha com a nossa cadeia produtiva”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

O SIAVS

Principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil, o SIAVS 2022 será ainda maior que a edição anterior, realizada em 2019. A área comercial foi expandida em 20%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivos e legislativos nacionais e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

24/06/2022 0 Comentários 662 Visualizações
Business

ABPA apresentará estudo de competitividade durante o SIAVS 2022

Por Ester Ellwanger 23/06/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) apresentará um estudo de competitividade da cadeia produtiva do País durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), maior evento dos setores no Brasil, que será realizado entre os dias 9 e 11 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP).

O estudo será apresentado em um painel previsto para o primeiro dia do evento (9), em debate comandado pelo diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, que também fará a apresentação dos principais pontos do levantamento.

“Entre os temas abordados pelo estudo estarão parâmetros de custos de produção como insumos e energia, gargalos logísticos e outros fatores, além de análises comparativas com grandes competidores globais dos setores de aves, ovos e suínos”, detalha Rua.

O painel contará com a participação de Fabrizio Panzini, da Amcham, José Roberto Goulart, da Alibem Alimentos, José Antônio Ribas Junior, da Seara Alimentos, e Bernardo Gallo, da Cobb Vantress.

Antes do painel, o estudo será oficialmente apresentado, durante a solenidade de abertura do SIAVS, pelo presidente da associação, Ricardo Santin.

“O SIAVS abordará ao longo da programação reflexões em diversas áreas para que avancemos em questões de competitividade. O estudo que apresentaremos e entregaremos ao Governo Federal na solenidade de abertura é uma diretriz que analisa, sob a perspectiva econômica, o que nos trava e o que nos coloca em vantagem no xadrez internacional, permitindo construir soluções mais assertivas para a manutenção de nossa posição como grandes produtores globais de alimentos”, avalia Santin.

O SIAVS

Principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil, o SIAVS 2022 será ainda maior que a edição anterior, realizada em 2019. A área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços, aliás, já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivos e legislativos nacionais e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

Em 2019, o evento recebeu mais de 20 mil visitantes de 50 países, com mais de 170 expositores. Nas dezenas de salas do congresso ocorreram as apresentações de mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países para 2,4 mil congressistas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

23/06/2022 0 Comentários 620 Visualizações
Business

Canadá habilita duas novas plantas brasileiras de carne suína

Por Ester Ellwanger 22/06/2022
Por Ester Ellwanger

Uma semana após autorizar as três primeiras plantas brasileiras para exportação de carne suína, as autoridades sanitárias do Canadá anunciaram a habilitação de outras duas unidades para exportar o produto, conforme informou o Ministério da Agricultura à Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Com as novas habilitações, o Brasil passa a contar com cinco plantas autorizadas para exportação de carne suína para o mercado canadense. A abertura sanitária do mercado foi consolidada em março deste ano, após anos de negociações entre as autoridades dos dois países, como resultado direto das ações do Ministério da Agricultura, da Embaixada Brasileira e da adidância agrícola brasileira em Ottawa.

 

Assim como as três primeiras autorizações, as duas novas unidades habilitadas estão localizadas no estado de Santa Catarina. São unidades da Pamplona Alimentos, de Presidente Getúlio (SC), e da Cooperativa Central Aurora, de Joaçaba (SC).

“Com as novas habilitações, esperamos que o Canadá ganhe relevância no resultado final das exportações brasileiras de carne suína, aumentando a capilaridade dos embarques deste ano com produtos de bom valor agregado, como barriga e costela, em complementaridade à produção local. Ao mesmo tempo, há expectativa que as vendas para o Canadá contribuam para a redução da forte pressão interna sobre os produtores, que enfrentam custos de produção em patamares históricos”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

O Canadá é o terceiro maior exportador global de carne suína, com 1,5 milhão de toneladas em 2021. Ao mesmo tempo, o país é um importante comprador internacional, com cerca de 250 mil toneladas registradas ao longo do ano passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

22/06/2022 0 Comentários 735 Visualizações
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