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ABPA

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Receita de exportações de material genético avícola cresce 12,5% em 2022

Por Amanda Krohn 17/11/2022
Por Amanda Krohn

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que a receita das exportações brasileiras de material genético avícola acumulou alta de 12,5% em 2022, com US$ 139,4 milhões registrados entre janeiro e outubro deste ano, contra US$ 123,9 milhões no mesmo período do ano passado. Em volume, as vendas de ovos férteis e pintinhos de um dia chegaram a 12,3 mil toneladas em 2022, número 3,2% menor do que o registrado nos dez primeiros meses de 2021, com 12,773 mil toneladas.

Considerando apenas o mês de outubro, as vendas de genética avícola brasileira alcançaram receita de US$ 15,384 milhões, número 5,9% menor que o efetuado no mesmo período do ano passado, com US$ 16,349 milhões. Em volume, os embarques chegaram a 1,46 mil toneladas, número 8,1% menor que o registrado no décimo mês de 2021, com 1,59 mil toneladas.

Principal destino das exportações de material genético avícola do Brasil, o México importou entre janeiro e outubro de 2022 um total de 5,513 mil toneladas, volume 60,9% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com 3,427 mil toneladas. “Graças ao fato de nunca ter registrado Influenza Aviária no território, o Brasil segue como relevante plataforma exportadora de material genético, ampliando as exportações especialmente para destinos das Américas e Oriente Médio”, destaca o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Divulgação/ABPA | Fonte: Assessoria
17/11/2022 0 Comentários 622 Visualizações
Business

Receita de exportações de ovos cresce 26,6% em outubro

Por Amanda Krohn 16/11/2022
Por Amanda Krohn

A receita das exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram em outubro US$ 1,725 milhão, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 26,6% o resultado alcançado no mesmo período do ano passado, com US$ 1,363 milhão. Em volume, porém, as vendas de ovos chegaram a 587 toneladas, volume 28,4% menor que o registrado no mesmo período de 2021, com 819 toneladas.

Entre janeiro e outubro deste ano, a alta acumulada na receita das exportações de ovos chega a 52,3%, com US$ 19,657 milhões, contra US$ 12,903 milhões do ano passado. O resultado também é positivo em volume, com 8,649 mil toneladas embarcadas, número 6,1% maior que o acumulado nos 10 primeiros meses de 2021, com 8,148 mil toneladas.

Principal destino das exportações de ovos, as vendas para os Emirados Árabes Unidos geraram receita de US$ 5,520 milhões em 2022, resultado 9,3% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior. Outros destaques foram o Japão, com U$ 5,085 milhões (+164%), e o Catar, país sede da Copa do Mundo, com US$ 1,784 milhões (+253%). “As vendas internacionais de ovos e ovo-produto do Brasil estão ganhando nova configuração, com uma expressiva elevação da relevância do mercado japonês para os resultados do ano, assim como está ocorrendo com o Catar, que aumentou a demanda diante do grande volume de visitantes estrangeiros com o Mundial”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação ABPA | Fonte: Assessoria
16/11/2022 0 Comentários 466 Visualizações
Business

ABPA comemora abertura do México para a carne suína do Brasil

Por Amanda Krohn 16/11/2022
Por Amanda Krohn

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou o anúncio feito hoje pelo ministro Marcos Montes, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, sobre a abertura do mercado mexicano para a carne suína do Brasil. A publicação da autorização foi feita hoje pelo SENASICA — órgão equivalente ao Ministério da Agricultura brasileiro, responsável pelo controle da produção, importação e exportação de alimentos no México. As habilitações são de plantas frigoríficas de Santa Catarina que, à época da solicitação de acesso às autoridades mexicanas, era a única região do Brasil reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como livre de aftosa sem vacinação.

A abertura, na visão do presidente da ABPA, Ricardo Santin, representa uma das mais importantes conquistas para a cadeia exportadora de proteína animal do Brasil. “O México é, historicamente, um dos três principais destinos das exportações globais de carne suína, com volumes próximos a 1 milhão de toneladas. Falamos de aproximadamente 10% do trade global. A abertura deste mercado é parte das medidas tomadas pelo governo mexicano para o controle inflacionário e das ações do MAPA e do Ministério das Relações Exteriores brasileiro no sentido de ampliar os acessos de nossa proteína”, ressalta. “Neste contexto, o Brasil reforça a posição de apoio às nações para a segurança alimentar e para a oferta de alimentos”, acrescenta Santin.

De acordo com o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, as exportações brasileiras deverão ser direcionadas aos processadores mexicanos, evitando concorrência com a produção local de suínos. “Vamos atuar em complementaridade à produção mexicana de suínos”, afirma. “Exatamente neste sentido, envidaremos esforços para ampliar a habilitação para plantas de novas áreas reconhecidas pela OMSA como livre de aftosa sem vacinação, como Rio Grande do Sul e Paraná, ampliando ao máximo a capacidade de fornecimento de produtos brasileiros à população do México”, completa o diretor da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/11/2022 0 Comentários 573 Visualizações
Business

Receita de exportações de ovos cresce 12,3% em setembro

Por Amanda Krohn 19/10/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) geraram receita de US$ 1,663 milhão em setembro, segundo levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado supera em 12,3% o desempenho registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 1,480 milhão. O volume exportado no fim do terceiro trimestre do ano alcançou 479 toneladas, número 26,3% menor que o efetuado no mesmo período de 2021, com 650 toneladas.

Em 2022, a alta acumulada em receita representa aumento de 55,4%, com US$ 17,9 milhões entre janeiro e setembro deste ano, contra US$ 11,5 milhões no ano anterior. O saldo positivo se repete em volume, com 8,062 mil toneladas nos nove primeiros meses deste ano, 10% superior ao registrado no ano passado, com 7,329 mil toneladas.

Principais mercados

Entre os principais destinos das exportações, destaque para os Emirados Árabes Unidos, maior importador do ovo brasileiro, com 4,323 mil toneladas entre janeiro e setembro (-1,9%), seguido pelo Japão, com 815 toneladas (+25,5%). Sede da próxima Copa do Mundo, o Catar aumentou as importações do produto brasileiro em 222,16% neste ano, com 783 toneladas. “Há uma alta generalizada entre os doze maiores compradores de ovos brasileiros neste ano, apontando uma tendência de ampliação da capilaridade do produto, especialmente para nações islâmicas, ‘Ásia das Américas”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/10/2022 0 Comentários 478 Visualizações
Business

ABPA e ApexBrasil promovem exposição de imagens dos setores na Espanha

Por Amanda Krohn 19/10/2022
Por Amanda Krohn

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promoverá uma exposição de imagens da avicultura e da suinocultura do Brasil nesta quinta-feira, 20, em Madri, na Espanha. O evento ocorrerá na Embaixada do Brasil na capital espanhola e mostrará elementos que definem o perfil produtivo dos setores brasileiros como a qualidade dos produtos, o status sanitário e a sustentabilidade das pequenas propriedades do interior do país. As imagens são da obra fotográfica Da Nossa Mesa para a sua Mesa, do fotógrafo Manoel Petry. Stakeholders e representantes da imprensa espanhola foram convidados para a exposição.

O evento de lançamento contará com apresentações do presidente da ABPA, Ricardo Santin, e do Embaixador do Brasil em Madrid, Orlando Leite Ribeiro. Santin abordará o papel do Brasil como fornecedor de alimentos para o continente europeu, em complementaridade à produção local.  “Neste momento em que a Europa busca construir caminhos seguros para a própria segurança alimentar, queremos reforçar a posição brasileira como parceiro sólido. Destacaremos nossa atuação com os mais elevados padrões de qualidade e sustentabilidade, além de preservar status sanitário ímpar entre os grandes produtores de carne de frango, por nunca registrar casos de influenza aviária no território. É um momento relevante para reforçarmos nossos laços com a comunidade europeia”, avalia Santin.

Foto: ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/10/2022 0 Comentários 562 Visualizações
Business

Setor de avicultura celebra Dia Mundial do Ovo com crescimento de consumo

Por Amanda Krohn 13/10/2022
Por Amanda Krohn

Nesta sexta-feira, 14, será celebrado o Dia Mundial do Ovo. A data é comemorada anualmente, sempre nas segundas sextas-feiras de outubro. No Brasil, as celebrações acontecem em todo o país, envolvendo produtores, entidades estaduais da avicultura, membros do Instituto Ovos Brasil, apreciadores e entusiastas da proteína animal cujo consumo mais cresceu nos últimos quinze anos. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em 2007, cada brasileiro consumia 131 unidades por ano. Atualmente, o índice praticamente dobrou: são 257 unidades anuais por pessoa, conforme último levantamento setorial, realizado em 2021.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, que também preside o conselho administrativo do Instituto Ovos Brasil, os investimentos em produtividade e as campanhas de esclarecimento sobre as propriedades do produto foram determinantes para que o ovo se transformasse em alimento prioritário na dieta média da população brasileira.

“Antes haviam estigmas severos sobre o ovo, com informações equivocadas relacionando-o ao aumento do colesterol e outros malefícios à saúde. No início da década passada, a ciência entrou em campo e reverteu esta desinformação, mostrando que, na verdade, o ovo é o alimento mais completo na natureza, depois do leite materno. A partir disso, um amplo trabalho de esclarecimento pautado por informações científicas e pela ampliação da capacidade produtora do Brasil permitiu disponibilizar à população oferta de produtos que superam a média global de consumo, que é de 230 unidades”, analisa Santin.

Hoje, o Brasil é o sexto maior produtor de ovos do planeta. Por segundo, são produzidos no país 1,743 mil ovos, tendo como base a produção total de 2021, com 54,973 bilhões de unidades. Os principais estados produtores são São Paulo (29,6% do total), Minas Gerais (10,5%), Espírito Santo (9,1%), Pernambuco (8,1%) e Rio Grande do Sul (5,8%), mas há polos de produção espalhados de norte a sul do país.

Em torno de 99,5% da produção nacional é destinada ao mercado interno, sendo exportado apenas 0,5% do total. Apesar disso, o produto brasileiro tem conquistado cada vez mais espaço no mercado internacional, com exportações acumulando alta de 13,5%.

“O ovo é, hoje, estratégico para a segurança alimentar do Brasil, com praticamente toda a produção destinada às nossas gôndolas. Entretanto, com as fortes altas nos custos de produção e os preços históricos do milho e do farelo de soja, o setor viu no mercado internacional uma oportunidade de equilibrar as contas, o que também tem gerado divisas importantes para o país. Com a melhora nos estoques de passagem de grãos este ano, esperamos que ocorra uma melhora na competitividade do ovo, mantendo o papel de proteína acessível e fundamental para a nutrição da população brasileira”, completa Santin.

Foto: Divulgação/ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/10/2022 0 Comentários 598 Visualizações
Business

Exportações de carne suína alcançam 102,7 mil toneladas em setembro

Por Amanda Krohn 05/10/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 102,7 mil toneladas em setembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 8,5% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 112,2 mil toneladas. No mesmo período comparativo, as vendas de carne suína alcançaram receita de US$ 244,3 milhões, resultado 4,5% menor ao registrado em setembro de 2021, quando somaram US$ 255,8 milhões.

“O preço médio das vendas internacionais de carne suína vem se recuperando significativamente desde junho deste ano. Em setembro registraram preços médios em patamares próximos aos vistos no ápice da crise internacional de Peste Suína Africana, quando houve maior pressão do mercado global por proteína animal. É uma sinalização positiva para o comportamento das exportações neste segundo semestre e para a minimização das perdas da suinocultura brasileira no primeiro semestre. Vale destacar também a diversificação de mercados ao longo de 2022, com o Brasil aumentando as exportações para países de todas as regiões do mundo”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Balanço acumulado

No acumulado do ano, as vendas de carne suína alcançaram 825 mil toneladas, dado 5% inferior em relação ao embarcado entre janeiro e setembro de 2021, com 868,8 mil toneladas. O total da receita acumulada nos nove primeiros meses de 2022 chega a US$ 1,851 bilhão, número 10,2% menor que o realizado no mesmo período do ano passado, com US$ 2,061 bilhões.

“Os embarques de carne suína vem recuperando gradativamente os níveis das exportações ao longo do ano. No primeiro trimestre, a média mensal ficou abaixo de 80 mil toneladas. Nos três meses seguintes, o Brasil alcançou média mensal superior a 90 mil toneladas. No terceiro trimestre, superamos a média mensal de 100 mil toneladas, o que sinaliza um fechamento de ano acima do esperado, em relação às projeções traçadas no início de 2022, com patamares próximos ao realizado em 2021”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principais destinos

Principal destino das exportações brasileiras de carne suína, a China importou em setembro 46,9 mil toneladas (-12,1%), seguida por Hong Kong, com 8,1 mil toneladas (-48,5%), Chile, com 7,1 mil toneladas (+46,2%), Filipinas, com 6,4 mil toneladas (+53,2%), Vietnã, com 5,5 mil toneladas (+26,3%), e Angola, com 4,5 mil toneladas (+92,4%).

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2022 0 Comentários 528 Visualizações
Cidades

Brasileiros são homenageados durante o OVUM 2022

Por Amanda Krohn 15/09/2022
Por Amanda Krohn

O presidente do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, e o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), José Guilherme Tollstadius Leal, foram homenageados durante o 27º Congresso Latino-Americano de Avicultura (OVUM 2022), promovido pela associação representante do setor na América Latina, em San Pedro Sula, Honduras.

Turra foi escolhido na categoria “Empresário Líder”. A indicação é resultado da trajetória como uma das personalidades mais importantes da história da avicultura e do agronegócio no Brasil. Político com atuação no executivo e legislativo, municipal, estadual e federal, Turra atuou pelo desenvolvimento da capacidade competitiva do agronegócio nacional. Foi presidente da Companhia Brasileira de Alimentos (CONAB) e ajudou a regularizar e restabelecer o papel da empresa como grande gestora de grãos do país.

Mais tarde, assumiu o ministério da Agricultura, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, construindo programas voltados à modernização e à implantação de novas tecnologias nas propriedades rurais do país. Em 2008, tornou-se presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Frango (ABEF), que se uniu a outras entidades até a consolidação como ABPA. Lá, trabalhou na construção de estratégias para a expansão do Brasil como maior exportador mundial e terceiro maior produtor de carne de frango.

Entre as conquistas à frente da ABPA esteve a liderança em estratégias vencedoras diante de grandes crises setoriais e a construção e consolidação do Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), o maior evento das cadeias produtivas do Brasil. Durante os 12 anos da gestão de Turra na entidade, o setor registrou um aumento de 246% nas receitas com exportações de carne de frango e quase 450% em carne suína, ambas em Real. Nesse período, foram fechados mais de US$ 1,2 bilhão em negócios durante mais de 100 ações internacionais lideradas pela associação.

Já o secretário Tollstadius foi reconhecido como Profissional Destacado. De acordo com a organização do OVUM, graças ao trabalho à frente da secretaria de Defesa Agropecuária, o setor avícola no Brasil avançou significativamente em questões importantes para a produtividade, redução da burocracia e desperdício de produtos, com a construção de normas que modernizaram a inspeção animal no país.

Como secretário, também trabalhou continuamente para a ampliação dos destinos de produtos brasileiros, mantendo um importante papel no aumento da receita por meio das exportações para mais de 150 países. Além disso, foi também uma importante liderança para manutenção do abastecimento de alimentos no Brasil durante a pandemia, com trabalho contínuo para preservação da saúde dos trabalhadores e segurança alimentar. Esse trabalho foi consolidado por normas e leis que estabeleceram novos padrões de proteção nos frigoríficos.

Também foi motivo de destaque o trabalho pela manutenção da saúde animal no país, que nunca registrou Influenza Aviária no território. Treinamentos, campanhas e outras ações estão entre as ações promovidas pela secretaria. “Turra e Tollstadius são ícones do que faz o Brasil referência mundial na produção e no comércio internacional de produtos avícolas. São justas homenagens que reafirmam o papel de protagonismo da cadeia produtiva nacional como auxiliadores da segurança alimentar global”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Os prêmios entregues em Honduras foram recebidos pelos representantes de Turra e Tollstadius na ocasião, respectivamente, o presidente da ABPA, Ricardo Santin, e a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do MAPA, Ana Lúcia Viana.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2022 0 Comentários 542 Visualizações
Business

Receita de exportações de ovos cresce 61,7% em 2022

Por Amanda Krohn 14/09/2022
Por Amanda Krohn

Levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostra que a receita das exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram em agosto US$ 1,499 milhão de dólares. O resultado é 20,5% superior ao registrado no mesmo período de 2021, quando obteve US$ 1,243 milhão de dólares.

Em volume, as vendas brasileiras de ovos ao mercado externo alcançaram 446 toneladas no oitavo mês deste ano, desempenho 21,5% menor que o alcançado em 2021, quando o país exportou 568 toneladas. No acumulado de janeiro a agosto, as receitas brasileiras totalizaram US$ 16,270 milhões, valor 61,7% maior que o efetivado no mesmo período do ano passado, quando foram registrados US$ 10,060 milhões. Em volume, a alta acumulada é de 13,5% nos oito primeiros meses deste ano, com 7,583 mil toneladas em 2022, contra 6,678 mil toneladas em 2021.

Principais mercados

Os Emirados Árabes Unidos seguem como principais destinos das exportações brasileiras de ovos, com 4,332 mil toneladas entre janeiro e agosto, volume 2,2% superior ao efetivado em 2021, com 4,231 mil toneladas. Em segundo lugar o Japão, maior consumidor global da proteína, destino de 728 toneladas no mesmo período, número 40,9% maior que o volume embarcado em 2021, com 517 toneladas.

“Há indicativos de que, pela primeira vez na história, deveremos fechar este ano com embarques equivalentes a 1% da produção total brasileira, um marco importante para o setor que vem crescendo de forma sustentável, com vendas para a Ásia e Oriente Médio”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/09/2022 0 Comentários 550 Visualizações
Business

Receita das exportações de genética avícola cresce 22,7% em agosto

Por Amanda Krohn 13/09/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de material genético avícola totalizaram em agosto US$ 15,7 milhões, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 22,7% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 12,7 milhões. Considerando o volume exportado, as vendas de genética avícola registraram queda de 14,9%, com 1,299 mil toneladas exportadas no oitavo mês de 2022, contra 1,527 mil toneladas no ano anterior. No acumulado do ano, as receitas em genética avícola acumulam alta de 15,5%, com US$ 110,3 milhões em 2022, contra US$ 95,4 milhões de 2021.

Já em volume, houve retração de 2% no comparativo de 2022 com o ano passado, com 9,698 mil toneladas exportadas este ano, contra 9,892 mil toneladas registradas no ano anterior. Principais mercados — Entre os principais destinos das exportações do setor em 2022, destacam-se o México, com 37,4% do volume embarcado entre janeiro e agosto, seguido por Senegal, com 31,7%, Paraguai, com 17,9%, e Bolívia, com 3%.

“Apesar de uma leve retração no volume exportado pelo Brasil em 2022, há uma notável elevação nos preços médios de exportação do setor, o que indica o aumento da pressão de mercado por genética avícola. Há expectativa de que este quadro se mantenha ao longo deste ano”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2022 0 Comentários 505 Visualizações
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