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tabaco

Variedades

Documento que protege produtores de tabaco do Brasil completa 20 anos

Por Jonathan da Silva 23/10/2025
Por Jonathan da Silva

A Declaração Interpretativa da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, firmada em 2005 por seis ministros de Estado para garantir a proteção aos produtores de tabaco no Brasil, completa 20 anos neste mês de outubro. O documento foi decisivo para a ratificação da Convenção da Organização Mundial da Saúde (OMS) e assegura que o país permaneça comprometido com o livre comércio e com o respaldo institucional à produção do tabaco, especialmente nas regiões sul e nordeste. A comemoração coincide com o Dia do Produtor de Tabaco, celebrado em 28 de outubro.

A Declaração de 2005 foi assinada pelos então ministros Dilma Rousseff (Casa Civil), Celso Amorim (Relações Exteriores), José Agenor Alvares da Silva (Saúde), Miguel Rossetto (Desenvolvimento Agrário), Roberto Rodrigues (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e Antônio Palocci (Fazenda). O texto enfatiza que o Brasil não deve restringir políticas nacionais de apoio à produção do tabaco e defende que a Convenção-Quadro sirva como instrumento de mobilização de recursos para o desenvolvimento de alternativas econômicas sustentáveis, sem práticas discriminatórias ao livre comércio.

Debate internacional sobre o controle do tabaco

Desde sua criação, a Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT) promove as Conferências das Partes (COPs) a cada dois anos, reunindo países signatários para discutir políticas relacionadas ao tabagismo. O Brasil, embora seja líder mundial na exportação de tabaco há mais de 30 anos, também participa ativamente dessas conferências, que têm debatido medidas com impacto direto sobre os produtores.

Segundo o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, o foco das COPs mudou ao longo do tempo. “As primeiras COPs trataram exclusivamente de temas voltados ao controle do tabagismo, mas a partir da quarta edição percebemos uma mudança de direção. Os temas discutidos passaram a afetar também a produção de tabaco, como restrições ao crédito”, afirmou Thesing.

O dirigente lembrou que uma dessas medidas foi adotada no Brasil, trazendo prejuízos aos produtores. “Queremos enaltecer nossos produtores de tabaco e aproveitamos esse momento para lembrar a importância de estarmos atentos e mobilizados, no sentido de fazer valer o compromisso firmado pelo governo brasileiro, para que não tenhamos outras medidas restritivas implementadas durante a COP 11”, ponderou Thesing. A 11ª edição do encontro ocorrerá entre 17 e 22 de novembro, em Genebra, na Suíça.

Importância econômica e social

A cadeia produtiva do tabaco tem papel estratégico na economia nacional, especialmente nas regiões sul e nordeste, onde se concentra a maior parte da produção. De acordo com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), a safra 2024/25 registrou aumento de 3,57% no número de famílias produtoras na região sul, totalizando 138.020. O Paraná apresentou o maior crescimento, seguido por Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Foram colhidas 719.891 toneladas de tabaco em 525 municípios, um avanço de 41,7% em relação à safra anterior, com receita estimada em R$ 14,58 bilhões. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC/ComexStat), entre janeiro e setembro de 2025, o Brasil exportou 376.907 toneladas do produto, 19,23% a mais do que no mesmo período de 2024. A receita das exportações chegou a US$ 2,35 bilhões, aumento de 16,22%.

O setor também é responsável por mais de 44 mil empregos diretos no país, entre efetivos, safristas, terceirizados e transportadores — a maioria concentrada no Vale do Rio Pardo (RS).

Homenagem aos produtores

Em homenagem ao Dia do Produtor de Tabaco, Valmor Thesing destacou o papel dos agricultores na manutenção da cadeia produtiva. “Em nome das nossas empresas associadas, rendo homenagem aos valorosos produtores de tabaco, que com dedicação e responsabilidade sustentam uma das cadeias produtivas mais importantes do nosso país. Vocês são o elo fundamental de um sistema integrado que é referência mundial em qualidade, sustentabilidade e eficiência”, afirmou o presidente da entidade.

Thesing acrescentou que o setor se mantém forte “graças ao compromisso de cada família no campo, ao cuidado em cada detalhe da produção e à confiança mútua que sustenta essa parceria e se renova a cada safra”.

Compromisso firmado há duas décadas

O documento interministerial de 2005 segue como base da posição brasileira nas discussões sobre o tabaco, reforçando a autonomia nacional na formulação de políticas agrícolas e comerciais. O texto declara, entre outros pontos, que “não há proibição à produção do tabaco ou restrição a políticas nacionais de apoio aos agricultores que atualmente se dedicam a essa atividade”.

A Declaração Interpretativa também reconhece a necessidade de apoio técnico e financeiro internacional para que países em desenvolvimento possam adotar alternativas econômicas sustentáveis, sem comprometer os meios de subsistência das famílias envolvidas na produção.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/10/2025 0 Comentários 198 Visualizações
Política

Assembleia Legislativa debate combate ao contrabando de cigarros e DEFs

Por Jonathan da Silva 30/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul realizou uma reunião de trabalho da Subcomissão de Defesa do Setor do Tabaco e Acompanhamento da COP 11 nesta segunda-feira (29), em Porto Alegre, para discutir o agravamento do mercado ilegal de cigarros e a ausência de regulamentação dos dispositivos eletrônicos para fumar. O encontro reuniu representantes de órgãos de segurança, fiscalização, lideranças políticas, entidades de classe e produtores para avaliar medidas de enfrentamento ao problema.

Participaram do debate representantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Brigada Militar, Ministério Público Estadual e Receita Estadual. As instituições apresentaram ações voltadas ao combate ao contrabando, falsificação, descaminho, roubo de cargas, comércio ilegal e fabricação clandestina de cigarros.

O deputado estadual Marcus Vinicius (PP), proponente da reunião, afirmou que o mercado ilegal tem crescido e atinge diretamente os produtores. “Defendemos o setor econômico que tem presença muito forte no Rio Grande do Sul, um setor lícito, pagador de impostos e que envolve famílias produtoras. O contrabandista é concorrente também dos produtores. Opera nas sombras, sem normas trabalhistas, sem cuidados ambientais e, por isso, oferecendo produto a baixo custo”, declarou o parlamentar.

Impacto na economia e no setor produtivo

O secretário estadual da Agricultura, Edivilson Brum, participou da atividade e destacou a relevância do tabaco para a geração de emprego e renda. “Não se termina com o tabagismo terminando com o produtor de tabaco”, afirmou o titular da pasta. Brum ainda apontou a preocupação com a facilidade de acesso a produtos ilegais e lembrou que a cultura do tabaco tem garantido renda em regiões afetadas por problemas climáticos.

Por sua vez, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, ressaltou os prejuízos ao estado. “O contrabando é um problema de muitos anos que compromete empregos e renda para o setor, mas também provoca perdas bilionárias ao Estado brasileiro, tanto em termos de arrecadação tributária quanto em impacto direto na economia formal”, enfatizou o dirigente.

Alta carga tributária como desafio

Dados apresentados pela Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) apontaram que o mercado ilegal já responde por 32% dos cigarros vendidos no Brasil, movimentando cerca de R$ 34 bilhões ao ano. As perdas fiscais acumuladas em 12 anos chegaram a R$ 105 bilhões, sendo R$ 9 bilhões apenas em 2024.

A diferença de carga tributária foi destacada como fator central: enquanto os cigarros brasileiros pagam entre 70% e 90% em impostos, no Paraguai a tributação é de 13%. O país vizinho produz 50 bilhões de cigarros por ano, dos quais 96% têm destino ao contrabando, principalmente para o Brasil.

Dispositivos eletrônicos de fumar

O debate também abordou os dispositivos eletrônicos de fumar, mercado dominado pelo contrabando em razão da falta de regulamentação. Segundo o Ipec (2024), o Brasil tem cerca de 4 milhões de usuários desses produtos. Estimativas da USP (2024) indicam que a ausência de marco regulatório deve gerar perda de R$ 10,5 bilhões em arrecadação somente em 2025.

De acordo com estudo da FIEMG (2024), a regulamentação poderia criar até 124,5 mil empregos no país, abrangendo áreas produtivas, logísticas e comerciais.

Próximos encontros da Subcomissão

  • 2 de outubro, às 14h – Canguçu, Câmara Municipal de Vereadores
    Tema: Agricultura familiar e diversificação de renda

  • 3 de outubro, às 9h – São Lourenço do Sul, Restaurante do Sindicato Rural
    Tema: Estratégias de valorização da produção e comércio internacional

  • 8 de outubro, às 14h – Porto Alegre, Assembleia Legislativa do RS
    Tema: Apresentação e aprovação do relatório

Foto: Eliana Stülp Kroth/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2025 0 Comentários 197 Visualizações
Variedades

Tabaco apresenta índices elevados de sucessão rural e renda, aponta estudo

Por Jonathan da Silva 26/09/2025
Por Jonathan da Silva

A reunião da Subcomissão de Defesa do Setor do Tabaco e Acompanhamento da COP 11 da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), realizada nesta sexta-feira (26) em Candelária, destacou que a cadeia produtiva do tabaco apresenta um dos melhores índices de sucessão no campo e renda superior à média nacional. O encontro ocorreu na Câmara de Vereadores do município e contou com lideranças políticas, representantes de entidades, sindicatos e produtores.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, foi painelista no evento e apresentou a pesquisa Perfil Socioeconômico dos Produtores de Tabaco da Região Sul do Brasil, conduzida pelo Cepa/UFRGS em 2023. Segundo o levantamento, 68,2% dos produtores afirmam ter sucessor na família, índice bem acima da média nacional.

Thesing comparou o resultado com dados do Censo Agropecuário 2017 do IBGE, segundo os quais apenas 30% das propriedades rurais chegam à segunda geração e 5% ultrapassam a terceira. “Enquanto os dados nacionais do IBGE apontam para uma crise de sucessão na agricultura familiar brasileira, a cultura do tabaco se destaca, com níveis superiores de sucessão”, afirmou o presidente da entidade.

Permanência no setor

O estudo revelou ainda que, entre os jovens que pretendem permanecer nas propriedades, 41,8% continuarão cultivando tabaco. Outros 24,2% afirmaram que os filhos não seguirão na atividade, e 34,1% ainda não têm definição. Para Thesing, esses números demonstram que “apesar das dificuldades similares às demais cadeias produtivas, a cultura do tabaco possui maior capacidade de retenção de sucessores e isso se deve muito à alta rentabilidade e qualidade de vida proporcionada pelo tabaco a essas famílias produtoras”.

Renda acima da média

A pesquisa do Cepa/UFRGS apontou também que os produtores de tabaco estão entre os de maior rendimento do meio rural. De acordo com os dados, quase 80% pertencem aos estratos sociais A e B. Entre os fatores que favorecem esse desempenho, destacam-se a rentabilidade por hectare, o modelo de produção integrada — que garante assistência técnica, fornecimento de insumos e compra da produção — e a viabilidade econômica em pequenas propriedades.

Desafios e riscos

Durante o encontro, Thesing alertou para riscos relacionados a medidas da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT). Segundo ele, países concorrentes têm ampliado seus volumes de produção com apoio de subsídios, em contraste com o cenário nacional. “Temos acompanhado um aumento substancial nos volumes de países produtores concorrentes que acendem o alerta para o avanço de medidas que possam prejudicar a cadeia produtiva instalada no Brasil. Alguns desses países sequer ratificaram a Convenção-Quadro e possuem subsídios diretos de seus respectivos governos, em um tratamento bem diferente ao que temos visto para os produtores brasileiros”, destacou o presidente da entidade.

Próximos encontros

A Subcomissão já realizou reuniões em Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires, Rio Pardo, Barão do Triunfo e Camaquã. Os encaminhamentos serão reunidos em relatório que servirá de base para a atuação institucional junto a governos e negociações internacionais da COP 11.

  • 29 de setembro, 13h, Porto Alegre (Espaço de Convergência da ALRS): atuação de órgãos de controle e combate ao contrabando.

  • 2 de outubro, 14h, Canguçu (Câmara Municipal): agricultura familiar e diversificação de renda.

  • 3 de outubro, 9h, São Lourenço do Sul (Restaurante do Sindicato Rural): estratégias de valorização da produção e comércio internacional.

  • 8 de outubro, 14h, Porto Alegre (ALRS): apresentação e aprovação do relatório final.

Foto: Eliana Stülp Kroth/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2025 0 Comentários 205 Visualizações
Variedades

Capital Nacional do Tabaco, Santa Cruz do Sul celebra 147 anos

Por Jonathan da Silva 24/09/2025
Por Jonathan da Silva

Santa Cruz do Sul celebrou 147 anos neste domingo (28), reafirmando sua posição como a Capital Nacional do Tabaco. O setor é responsável por movimentar a economia local, garantir renda a milhares de famílias rurais e consolidar o município entre as maiores economias do Rio Grande do Sul. Atualmente, 2.949 produtores estão envolvidos diretamente com a atividade, que na última safra resultou em 12,6 mil toneladas colhidas em 5,3 mil hectares.

O tabaco tem reflexos em toda a cadeia produtiva e no ambiente urbano santa-cruzense. Apenas na produção primária, o retorno de ICMS ao município soma R$ 2,77 milhões. As cinco maiores empresas com sede em Santa Cruz do Sul, em valor adicionado, também pertencem ao setor.

O Produto Interno Bruto (PIB) local, segundo dados do IBGE de 2021, foi de R$ 9,8 bilhões, com PIB per capita de R$ 74,2 mil. O desempenho da cadeia produtiva contribuiu para que o município avançasse da 11ª para a 8ª posição entre as maiores economias do Estado, com crescimento de 5,25% na participação do ICMS estadual, feito registrado pelo segundo ano consecutivo.

Competitividade e qualidade de vida

Além da relevância econômica, Santa Cruz do Sul também se destaca em indicadores de desenvolvimento. No Ranking Nacional de Competitividade dos Municípios 2025, divulgado em agosto, a cidade ficou em 5º lugar no Rio Grande do Sul e na 88ª posição do Brasil, entre 418 municípios avaliados. Em relação ao ano anterior, subiu uma colocação no ranking estadual e três no nacional.

Setor mantém liderança global

Para o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, a força do setor se reflete diretamente nos indicadores locais e estaduais. “A contribuição do tabaco para Santa Cruz do Sul é visível nos indicadores econômicos e sociais do município. E essa relevância se amplia quando olhamos para o Estado, que há mais de 30 anos lidera as exportações mundiais de tabaco graças à força do nosso polo regional”, afirmou o dirigente.

O Brasil mantém a liderança mundial nas exportações do produto há 32 anos e é o segundo maior produtor global. No sul do país, 138 mil famílias em 525 municípios estão envolvidas com a atividade, que também gera mais de 44 mil empregos diretos nas indústrias.

O que é o SindiTabaco

O SindiTabaco foi fundado em 1947 e tem sede em Santa Cruz do Sul. Com 14 empresas associadas, concentra sua atuação especialmente na Região Sul, responsável por 94% da produção nacional de tabaco, envolvendo 533 mil pessoas no meio rural. Desde 2010, a entidade atua em todo o território nacional, com exceção da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 236 Visualizações
Variedades

Tabaco mantém liderança na renda das famílias produtoras do sul

Por Jonathan da Silva 22/09/2025
Por Jonathan da Silva

Mesmo com o avanço da diversificação agrícola, o tabaco segue como principal fonte de renda das famílias produtoras do sul do Brasil. Um levantamento divulgado em setembro de 2025 pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) aponta que, entre as safras 2023/2024 e 2024/2025, a receita com o cultivo cresceu mais de R$ 2,3 bilhões, chegando a R$ 14,17 bilhões. O valor representa 58,3% da renda total das propriedades rurais da região.

A safra 2024/2025 gerou uma receita de R$ 24,3 bilhões, alta de 16,15% em relação ao ciclo anterior. Na safra passada, o tabaco já respondia por 56,3% da renda, com R$ 11,78 bilhões. “Com uma cadeia produtiva consolidada e demanda estável no mercado externo, a cultura segue sendo um pilar econômico para milhares de pequenos produtores”, afirmou o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing.

Diversificação das culturas

O estudo também mostra avanço das demais culturas agrícolas, que saltaram de R$ 3,83 bilhões na safra 2023/2024 para R$ 5,5 bilhões em 2024/2025, crescimento de 43,85%. Com isso, a participação dessas culturas na renda das propriedades subiu de 18,3% para 22,7%.

Queda na produção animal

Na contramão, a produção animal e os produtos granjeiros tiveram recuo. A receita caiu de R$ 5,32 bilhões para R$ 4,63 bilhões, reduzindo a participação de 25,4% para 19,1%. “O movimento pode indicar um reposicionamento dos produtores frente aos custos e à rentabilidade do setor pecuário”, avaliou Thesing.

Mais famílias produtoras

Outro dado destacado pela Afubra é o aumento no número de famílias envolvidas no setor, que passou de 133 mil para 138 mil, uma alta de 3,76%. O crescimento pode estar ligado à atratividade econômica do cultivo de tabaco conforme a entidade.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/09/2025 0 Comentários 221 Visualizações
Política

SindiTabaco cobra aplicação de lei anti-contrabando

Por Jonathan da Silva 19/09/2025
Por Jonathan da Silva

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, participou de uma reunião para tratar da aplicação da Lei nº 16.326/2025 nesta quinta-feira (18), no Palácio Piratini, em Porto Alegre. A legislação, de autoria do deputado estadual Elton Weber (PSB) e aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), estabelece sanções administrativas e restrições a empresas envolvidas com produtos ilícitos, com foco nos setores do tabaco e do vinho, que sofrem prejuízos com o mercado ilegal.

O encontro contou com a presença do secretário da Casa Civil estadual, Artur Lemos, de representantes das Secretarias da Fazenda e da Segurança Pública, da Procuradoria-Geral do Estado, além de entidades como a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o Instituto Consevitis-RS e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no RS (Fetag-RS).

Para o SindiTabaco, a regulamentação e a efetiva implementação da nova lei são fundamentais no enfrentamento à concorrência desleal. “Temos sido, há anos, duramente impactados pelo contrabando, que compromete empregos, renda e a sustentabilidade da cadeia produtiva formal. Por isso, consideramos fundamental a união de esforços para assegurar a efetividade dessa nova legislação”, afirmou o presidente Thesing.

Impacto do contrabando no Brasil

Dados do Ipec (2024) apresentados na reunião mostram que o mercado ilegal representa 32% do total de cigarros comercializados no país, movimentando cerca de R$ 34 bilhões ao ano. A evasão fiscal resultante alcançou R$ 105 bilhões nos últimos 12 anos, sendo R$ 9 bilhões somente em 2024. A diferença de tributação entre Brasil e Paraguai é apontada como um dos fatores que alimentam o problema: enquanto os produtos paraguaios têm carga tributária de 13%, no Brasil ela varia entre 70% e 90%. Na avaliação da entidade, essa disparidade gera uma diferença de preços significativa, estimulando o consumo de produtos ilícitos.

Produção no Paraguai

O Paraguai produz 50 bilhões de cigarros por ano, dos quais apenas 2 bilhões são consumidos internamente. O restante é destinado principalmente ao contrabando, com o Brasil absorvendo mais de 30 bilhões de unidades. O preço médio do cigarro legal no Brasil em 2024 foi de R$ 8,13, contra R$ 5,21 no mercado ilegal — diferença de 56%. No segmento de baixo preço, a diferença chegou a R$ 1,56 em 2025, favorecendo o acesso aos produtos contrabandeados pelas camadas mais vulneráveis da população.

Novos desafios

O combate ao contrabando enfrenta limitações adicionais, como o corte de R$ 708 milhões no orçamento federal destinado ao combate ao crime organizado em 2024, o que enfraquece a fiscalização em fronteiras e cidades. O país perde anualmente mais de R$ 500 bilhões com contrabando de diversos produtos. Thesing destacou ainda o avanço de dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), cujo mercado é 100% dominado pelo contrabando. “Soma-se a isso o crescimento de novos desafios, como o mercado de dispositivos eletrônicos para fumar, que hoje é 100% dominado pelo contrabando, já que esses produtos não são regulamentados nem tributados no Brasil, ao passo que seu consumo aumenta anualmente”, pontuou o presidente do SindiTabaco.

Potenciais da regulamentação dos DEFs

Segundo dados do Ipec (2024), mais de 3 milhões de brasileiros já utilizam os DEFs. A ausência de regulamentação traz perdas econômicas e de arrecadação. Estudo da FIEMG (2024) estima que a regularização do setor poderia gerar 124,5 mil novos empregos em todo o país, abrangendo desde a produção até logística, comércio e fiscalização. Já dados da USP (2024) apontam que o Brasil deve deixar de arrecadar R$ 10,5 bilhões em 2025 pela falta de um marco regulatório.

Reflexos na economia

Para Thesing, a regulamentação pode trazer efeitos diretos para as contas públicas. “Esse montante representa uma perda expressiva para os cofres públicos, com reflexos diretos na capacidade de investimento em áreas essenciais como saúde, educação e segurança pública. Portanto, a regulamentação não é apenas uma medida de controle sanitário ou legal; ela se apresenta como uma ferramenta estratégica de desenvolvimento econômico, capaz de fomentar empregos, recuperar receitas fiscais e reduzir o espaço ocupado pelo mercado ilegal no país”, concluiu o presidente do SindiTabaco.

Foto: Eliana Stülp Kroth/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2025 0 Comentários 241 Visualizações
Variedades

Fentitabaco retoma atividades e reforça representação nacional dos trabalhadores

Por Jonathan da Silva 10/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Tabaco e Afins (Fentitabaco) retomou suas atividades em nível nacional no dia 1º de setembro, em Santa Cruz do Sul, com a missão de fortalecer a organização sindical e ampliar a representatividade da categoria em todo o país. A entidade, antes denominada Fentifumo, passa por um processo de modernização que inclui a mudança de nome e a renovação da direção, sob comando do presidente Rangel Marcon.

A Fentitabaco reúne sindicatos de diferentes estados, representando mais de 44 mil trabalhadores da indústria do tabaco. Entre os filiados estão o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Stifa), o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo da Região Sul de Santa Catarina (Sitifursc), o Sindicato do Alto Vale do Itajaí, Planalto Norte e Oeste Catarinense (Sintifavi), o Sindicato de Uberlândia (Sintraf) e o Sindicato de Rio Negro, no Paraná (Sitifumo).

O setor do tabaco é responsável por 95% da produção concentrada no Sul do Brasil, envolvendo mais de 600 municípios. Em 2023, as exportações brasileiras do segmento somaram US$ 2,7 bilhões, mantendo o país como líder mundial desde 1993. “Estamos diante de uma cadeia produtiva organizada e legal, que precisa de defesa firme e de valorização dos seus trabalhadores”, destacou o presidente Rangel Marcon.

Defesa de direitos e conquistas

A federação reafirma como prioridades a preservação de conquistas históricas, como reajustes salariais acima da inflação, benefícios de alimentação, transporte e saúde, além de investimentos em segurança e qualificação. “Nosso compromisso é ser um espaço de união e compartilhamento, fortalecendo a ação sindical e ampliando a representatividade dos trabalhadores em todo o país”, afirmou Marcon.

A entidade também participa do Grupo de Trabalho em Defesa do Tabaco, ao lado de municípios e organizações do setor, para enfrentar desafios como políticas internacionais restritivas, elevação de carga tributária e riscos de perda de empregos. “Estamos empenhados em manter o equilíbrio entre a geração de empregos, o desenvolvimento econômico e a valorização dos direitos dos trabalhadores”, acrescentou o presidente da entidade.

Nova identidade

A alteração de Fentifumo para Fentitabaco marca a transição para um novo tempo da Federação. Segundo Marcon, a mudança de nome “traduz a necessidade de modernização e fortalece a identidade da federação, que segue comprometida com os trabalhadores e atenta às transformações da sociedade e do mercado”.

O presidente do Stifa, Éder Rodrigues, destacou a importância da parceria com a nova Federação. “Estamos muito felizes em poder compartilhar este momento e atuar de forma participativa junto à Fentitabaco, agregando ainda mais força e representatividade dos nossos trabalhadores deste setor”, afirmou Rodrigues.

Foto: Rodrigo Nascimento/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2025 0 Comentários 232 Visualizações
Política

Amprotabaco defende cadeia produtiva do tabaco em reunião da Conicq

Por Jonathan da Silva 03/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco) defendeu a importância socioeconômica da produção legal de tabaco durante a Reunião Aberta da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq) realizada nesta terça-feira (2), em Brasília. O encontro, realizado na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), integra as etapas preparatórias para a 11ª Conferência das Partes (COP-11), que ocorrerá em novembro, em Genebra, na Suíça.

A entidade foi representada pelo presidente Gilson Becker, pelo vice-presidente em Santa Catarina, Emerson Maas, e pelo secretário executivo, Vinícius Pegoraro. Em sua fala, o presidente destacou que a Amprotabaco cumpre o papel de dar visibilidade à cadeia produtiva. “Não defendemos o consumo de cigarros, mas sim a produção agrícola legal, a economia que dela resulta e a dignidade dos produtores rurais que têm no tabaco sua principal fonte de renda. Essa atividade representa oportunidades no campo, empregos nas indústrias, arrecadação nos municípios e desenvolvimento em diferentes níveis da sociedade”, afirmou Becker.

Segundo o líder da entidade, a cultura do tabaco sustenta mais de 500 municípios brasileiros e envolve diretamente mais de 130 mil famílias agricultoras.

Relevância econômica e social

Becker ressaltou que o tabaco brasileiro é produzido de forma regulada e ambientalmente controlada, assegurando renda estável e qualidade de vida. “Não se trata de apologia, mas de realidade: onde há produção de tabaco, há crescimento econômico e inclusão social. O Brasil precisa compreender a dimensão desse setor, que lidera mundialmente em exportações e mantém vivas regiões inteiras”, pontuou o dirigente.

O presidente também destacou que a atividade contribui para fixar jovens no campo e ampliar o acesso a serviços como educação e saúde em áreas rurais.

Compromisso da Amprotabaco

Ao final da reunião, Becker reiterou o compromisso da entidade em defender o setor nas discussões internacionais. “Seguiremos unidos para mostrar a verdade, valorizar o desenvolvimento regional e defender as pessoas que vivem da terra. É por elas que continuaremos lutando, com coragem e presença, para que essa cadeia seja respeitada e mantida viva para as próximas gerações. Onde há tabaco, há dignidade, há trabalho, há futuro”, destacou o líder da Amprotabaco.

A reunião contou com a presença da presidente da Conicq, doutora Vera Lúcia da Costa e Silva, além de outros membros da comissão.

O que é a COP-11

A Conferência das Partes (COP) é o órgão deliberativo máximo da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), tratado internacional de saúde pública da Organização Mundial da Saúde (OMS). O Brasil, como signatário, participa do encontro para definir estratégias de implementação da convenção. A 11ª edição será realizada entre 17 e 22 de novembro de 2025, em Genebra, reunindo representantes de diversos países para debater medidas de controle e regulação do tabaco.

Foto: Amprotabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2025 0 Comentários 182 Visualizações
Variedades

SindiTabaco participa de reunião da Conicq em Brasília nesta terça

Por Jonathan da Silva 02/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro sobre Controle do Uso do Tabaco e de seus Protocolos (Conicq) realiza nesta terça-feira, 2 de setembro, em Brasília, uma reunião aberta para debater os documentos que serão discutidos na 11ª Sessão da Conferência das Partes da Convenção-Quadro sobre Controle do Uso do Tabaco (COP11) e na 4ª Reunião das Partes do Protocolo para Eliminar o Comércio Ilícito dos Produtos de Tabaco (MOP4), programadas para novembro, na Suíça. O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) confirmou presença no encontro, que acontece a partir das 14h na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, destacou a importância de levar à Conicq os impactos sociais e econômicos da cadeia produtiva do tabaco. “Esperamos que o diálogo prevaleça e que a Conicq, que abrange representantes de 11 ministérios, da Casa Civil, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e da Fundação Oswaldo Cruz, considere não somente as questões de saúde, mas também a importância econômica e social do setor do tabaco para mais de 525 municípios e 138 mil produtores brasileiros, cumprindo com a declaração interpretativa assinada quando da ratificação da Convenção-Quadro”, afirmou o dirigente.

Produção e exportação

Dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) apontam que a safra 2024/2025 atingiu 720 mil toneladas, gerando cerca de R$ 14,58 bilhões aos produtores integrados. O Brasil ocupa a posição de segundo maior produtor mundial e lidera as exportações há mais de 30 anos, com 90% da produção destinada a mais de 100 países. A expectativa é encerrar 2025 com US$ 3 bilhões em divisas. Entre janeiro e julho, os embarques já somaram 270 mil toneladas, com divisas 20,8% superiores ao mesmo período do ano passado, alcançando US$ 1,74 bilhão. Na indústria, o setor gera mais de 44 mil empregos diretos no país e recolhe R$ 17 bilhões em impostos.

Temas em debate

Embora a pauta da COP11 ainda não esteja oficializada, alguns assuntos devem integrar as discussões em Genebra. Entre eles está a diversificação das atividades agrícolas. Segundo a Afubra, para obter a mesma renda de um hectare de tabaco, um produtor precisaria de 7,85 hectares de soja. Na safra 2024/2025, os produtores ligados ao setor alcançaram R$ 24,7 bilhões em produtos agropecuários, sendo 59% dessa renda proveniente do tabaco e 41% de outras culturas e pecuária.

Outro ponto é a regulamentação dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs). Para o SindiTabaco, a medida poderia atender à demanda da saúde pública, incentivar a inovação e criar novas oportunidades econômicas. Atualmente, o consumo desses produtos ilegais no Brasil cresceu de 500 mil consumidores, em 2018, para 3 milhões em 2023, segundo pesquisa do Ipec.

Também deve estar em pauta o combate ao mercado ilegal. A carga tributária dos cigarros no Brasil varia de 70% a 90%, enquanto no Paraguai é de 13%, fator que favorece o contrabando e a concorrência desleal.

O que é a Conicq

Criada em 1999, a Conicq tem como objetivo subsidiar a participação do Brasil em negociações internacionais de controle do uso de tabaco. Reestruturada em 2023, a comissão reúne representantes de diversos ministérios, da Casa Civil, da Anvisa e da Fiocruz.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2025 0 Comentários 236 Visualizações
Variedades

Safra de tabaco cresce 41,7% no sul do Brasil em 2024/2025

Por Jonathan da Silva 22/08/2025
Por Jonathan da Silva

A safra de tabaco 2024/2025 no sul do Brasil fechou em 719.891 toneladas, um aumento de 41,7% em relação à temporada anterior. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (22), pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), que realiza levantamentos junto aos produtores. Do total, 648.189 toneladas correspondem à variedade Virgínia, 59.629 ao Burley e 12.073 ao Comum. A estimativa inicial divulgada em novembro de 2024 previa 696.435 toneladas, o que indica um acréscimo de 3,4% no fechamento.

De acordo com o presidente da Afubra, Marcilio Drescher, a diferença em relação à safra anterior se deve a três fatores principais. Segundo ele, a safra 2023/2024 sofreu perdas de produtividade devido à instabilidade climática, o que elevou o preço pago ao produtor. Paralelamente, a redução nos preços de grãos favoreceu a migração de áreas para o tabaco, ampliando a produção. Além disso, a produtividade em 2024/2025 foi considerada normal, sem perdas generalizadas.
“Esses fatores explicam o aumento significativo no volume total da produção, considerando ainda que vem ocorrendo aumento na área plantada nas últimas três safras. E, nesta safra que finda, com a volta da produtividade normal, o volume de produção se evidencia com mais força”, afirmou Drescher.

Produção nos estados

O Rio Grande do Sul registrou crescimento de 37,9%, alcançando 303.393 toneladas e representando 42,2% da produção sul-brasileira. Foram 131.789 hectares cultivados por 69.238 famílias, com produtividade média de 2.313 kg/ha. Apesar da alta, o preço por quilo caiu 14,5%, fechando em R$ 20,45.

Em Santa Catarina, a produção atingiu 226.233 toneladas, aumento de 50,5%, com área plantada de 94.212 hectares e 41.720 famílias envolvidas. A produtividade média foi de 2.401 kg/ha, mas o preço também caiu, encerrando em R$ 20,32, queda de 11,6%.

No Paraná, o crescimento foi de 38,1%, totalizando 190.264 toneladas, produzidas em 83.981 hectares por 27.062 famílias. A produtividade ficou em 2.266 kg/ha e o preço médio por quilo caiu 10,8%, fechando em R$ 19,83.

Receita bruta

A receita bruta da produção no sul do Brasil chegou a R$ 14,57 bilhões, alta de 23,7% em relação à safra anterior. O Rio Grande do Sul participou com R$ 6,2 bilhões (+17,9%), Santa Catarina com R$ 4,59 bilhões (+33%) e o Paraná com R$ 3,77 bilhões (+23,2%).

Estimativas futuras

A Afubra informou que a estimativa inicial para a safra 2025/2026 será divulgada já em novembro. Drescher adiantou que já há indícios de aumento da área plantada. “Além da importância de conseguirmos um equilíbrio entre oferta e demanda nos próximos ciclos para garantir uma rentabilidade justa ao produtor, a este fator soma-se os impactos que podemos sofrer com a continuidade do ‘tarifaço’ ao que o Brasil vem sendo submetido pelos Estados Unidos”, destacou o presidente.

Foto: Arquivo/Afubra/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2025 0 Comentários 405 Visualizações
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