Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª...
Delly’s inaugura novo Centro de Distribuição no RS e reforça...
Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em...
Evento reúne noivos e fornecedores de casamentos sustentáveis
New Balance 42K Porto Alegre inicia entrega de kits e...
Comitiva do 53º Festival Internacional de Folclore visita a Revista...
Santa Cruz do Sul se prepara para um novo ciclo...
Em julho acontece a primeira Feijoada do Panda em Porto...
Fundador do Di Paolo compartilha sua trajetória de sucesso no...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

tabaco

Política

Projeto de lei propõe fortalecer cadeia produtiva do tabaco no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) participou do protocolo oficial do Projeto de Lei nº 259/2026, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, na quinta-feira (23). De autoria do deputado estadual Marcus Vinícius de Almeida (PP), a proposta institui a Política Estadual de Fortalecimento da Fumicultura e de Incentivo à Agregação de Valor à Cadeia Produtiva do Tabaco. O objetivo é estimular investimentos, inovação e novas oportunidades para a cadeia produtiva por meio da industrialização da nicotina natural produzida no estado.

O ato de protocolo reuniu parlamentares, lideranças do setor produtivo, representantes das empresas associadas ao SindiTabaco e entidades representativas dos produtores de tabaco. O projeto também recebeu a assinatura de outros 12 deputados estaduais.

Medidas previstas

Entre as diretrizes previstas no projeto está o incentivo à extração e à industrialização da nicotina natural obtida das folhas de tabaco cultivadas no Rio Grande do Sul, com foco na agregação de valor à produção local. A proposta também prevê a proibição da comercialização de produtos que contenham nicotina sintética no estado, medida que, segundo o texto, busca fortalecer a competitividade da cadeia produtiva baseada na matéria-prima produzida pelos fumicultores gaúchos.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, afirmou que a proposta busca preparar o setor para as mudanças do mercado. “Temos uma produção nacional estável e que tem sido anualmente direcionada para mais de 120 países. Mas é importante nos prepararmos para o futuro e para as transformações do mercado mundial. Pensar em novas aplicações para a matéria-prima, aproveitando as plantas industriais já instaladas, pode ampliar as oportunidades para todo o setor. O futuro da cadeia produtiva do tabaco no Brasil passa pela capacidade de inovar e agregar valor à produção, que já é reconhecida mundialmente por sua qualidade e pelas boas práticas implementadas”, destacou Thesing.

Cadeia produtiva

Segundo o SindiTabaco, o Rio Grande do Sul é o maior produtor de tabaco do Brasil. Na safra 2025/2026, a atividade esteve presente em 206 municípios gaúchos, envolvendo cerca de 69 mil famílias produtoras. Desenvolvida predominantemente por agricultores familiares, a produção é apontada como uma das principais atividades econômicas do estado.

A entidade informa ainda que o Rio Grande do Sul lidera as exportações brasileiras de tabaco. Em 2025, quase 90% dos embarques do produto foram realizados pelo Porto de Rio Grande.

Foto: Di Fontoura/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 52 Visualizações
Política

Entidades pedem inclusão do tabaco em lista de exceções dos EUA

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e a Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) encaminharam uma carta ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) na sexta-feira (24), solicitando que o governo brasileiro atue para incluir o tabaco na lista de exceções à tarifa adicional imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. O pedido foi formalizado após audiência realizada em 22 de julho com o ministro Geraldo Alckmin, e técnicos da pasta, quando o setor apresentou os impactos da medida e propostas para reduzir seus efeitos.

Segundo as entidades, a manutenção do tabaco fora da lista de exceções pode reduzir a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano, provocar perdas de até US$ 100 milhões em exportações e afetar produtores rurais, a indústria e municípios cuja economia depende da cadeia produtiva do tabaco.

Impactos nas exportações

Na correspondência, o SindiTabaco e a Abifumo destacam que a cadeia produtiva do tabaco está presente em mais de 525 municípios brasileiros e gera renda para mais de 600 mil pessoas no meio rural. Historicamente, os Estados Unidos ocupam a terceira posição entre os principais destinos das exportações brasileiras de tabaco, respondendo por cerca de 9% dos embarques do setor. Em 2025, essa participação caiu para 6%.

Conforme dados do MDIC/Secex apresentados no documento, as exportações para o mercado norte-americano somaram US$ 195,3 milhões em 2025, queda de 23,4% em relação ao ano anterior. No primeiro semestre de 2026, os embarques totalizaram US$ 88,8 milhões, redução de 31% na comparação com o mesmo período de 2025.

Concorrência internacional

As entidades afirmam que outros produtos do agronegócio brasileiro, como carne bovina, café, laranja, mel orgânico, castanhas e celulose, foram incluídos na lista de exceções divulgada pelos Estados Unidos, enquanto o tabaco permaneceu sujeito à sobretaxa. Segundo o setor, essa situação coloca o produto brasileiro em desvantagem competitiva frente a outros países exportadores.

De acordo com a carta, caso as tarifas sejam mantidas, compradores norte-americanos poderão buscar fornecedores em outros mercados, principalmente em países africanos, como Zimbábue e Malaui, que ampliaram sua produção. A estimativa apresentada pelas entidades é de uma perda aproximada de US$ 100 milhões em exportações brasileiras.

Reflexos na produção

O documento destaca que a redução da demanda poderá atingir especialmente a produção de tabaco Burley, variedade que possui mercado internacional concentrado nos Estados Unidos e poucas alternativas de comercialização. Segundo as entidades, esse cenário poderá afetar centenas de pequenos produtores rurais que têm nesse cultivo sua principal fonte de renda.

Além dos impactos sobre a produção e o emprego, a carta aponta que a redução da atividade econômica poderá diminuir a arrecadação de tributos e comprometer investimentos públicos em municípios cuja economia depende da cadeia produtiva do tabaco.

Pedido ao governo

No ofício encaminhado ao MDIC, o SindiTabaco e a Abifumo solicitam a inclusão de todo o Capítulo 24 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que engloba o tabaco e seus produtos, na lista de exceções à tarifa adicional aplicada pelos Estados Unidos. As entidades também informam que permanecem à disposição do governo federal para contribuir tecnicamente na busca de uma solução que preserve a competitividade das exportações brasileiras e reduza os impactos econômicos e sociais da medida.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 66 Visualizações
Variedades

Câmara Setorial do Tabaco debate safra, exportações e desafios do mercado

Por Jonathan da Silva 16/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco realizou sua 80ª Reunião Ordinária em formato híbrido nesta quarta-feira (15), reunindo representantes de entidades do setor para discutir o cenário da safra 2025/2026, o desempenho das exportações brasileiras e ações estratégicas para a cadeia produtiva. Os trabalhos foram conduzidos pelo presidente da Câmara Setorial, Romeu Schneider. Durante o encontro, também foram apresentados dados sobre a comercialização da safra, o mercado internacional e iniciativas desenvolvidas ao longo do ano. A próxima e última reunião ordinária de 2026 está marcada para 11 de novembro.

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Drescher, apresentou dados da safra 2025/2026 e destacou a presença da cultura do tabaco em 528 dos 1.191 municípios da Região Sul. O Rio Grande do Sul concentra 205 municípios produtores, seguido por Santa Catarina, com 188, e Paraná, com 135.

Segundo Drescher, até 11 de julho, 91,7% da produção da safra havia sido comercializada. O índice chegou a 99% no Paraná, 98,1% em Santa Catarina e 82,7% no Rio Grande do Sul. No mesmo período da safra anterior, a comercialização alcançava 98,8%.

O dirigente também apresentou dados sobre produção e remuneração ao produtor. A estimativa para o tabaco Virgínia é de 620 mil toneladas na safra 2025/2026, abaixo das 648 mil toneladas do ciclo anterior. O preço médio estimado ao produtor é de R$ 19,25 por quilo, após atingir R$ 23,52/kg na safra 2023/2024 e R$ 20,56/kg em 2024/2025.

No caso do tabaco Burley, a apresentação apontou recuperação parcial da produção para 55 mil toneladas na safra atual, com preço estimado em R$ 14,99 por quilo. Conforme os dados apresentados, a remuneração permanece acima dos patamares registrados na década anterior.

Cenário internacional

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, apresentou um panorama das exportações brasileiras no primeiro semestre de 2026. Entre janeiro e junho, o Brasil exportou 173.608 toneladas de tabaco, volume 15,94% inferior ao registrado no mesmo período de 2025. A receita somou US$ 1,07 bilhão, redução de 21,42%.

Segundo Thesing, o desempenho está relacionado ao aumento da oferta internacional, especialmente de países africanos, que ampliaram sua produção nos últimos anos. “Além do cenário de maior oferta mundial, o setor acompanha com preocupação a possibilidade de os Estados Unidos aplicarem tarifas adicionais aos produtos brasileiros. Hoje deve sair uma definição dos EUA sobre taxas adicionais e o impacto pode chegar a 35% para as exportações ao país que anualmente, em média, leva 9% dos nosso tabaco. Diante desse contexto, a expectativa do Sinditabaco é que as exportações retornem ao patamar médio dos últimos cinco anos, em torno de US$ 2,6 bilhões, ficando significativamente abaixo do recorde de aproximadamente US$ 3,4 bilhões alcançado em 2025”, expôs o dirigente.

No primeiro semestre, os principais destinos do tabaco brasileiro foram Bélgica, China, Estados Unidos, Indonésia, Vietnã e Turquia.

Ações do setor

A programação também incluiu um balanço das ações desenvolvidas desde a reunião anterior da Câmara Setorial. Foram destacadas a participação na Expotchê e agendas realizadas em Brasília para acompanhamento de pautas consideradas estratégicas para a cadeia produtiva.

O presidente da Associação dos Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Gilson Becker, avaliou as iniciativas. Segundo ele, as ações foram importantes diante da necessidade de aproximar o setor do centro político do país.

Já o representante da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Tabaco e Afins (Fentitabaco), Rangel Marcon, apresentou informações sobre os Seminários Regionais e a audiência pública promovidos em conjunto com a Amprotabaco, destacando os resultados obtidos pelas iniciativas.

Próximos passos

Ao final da reunião, os participantes reforçaram a continuidade do diálogo entre as entidades representativas e o acompanhamento das demandas da cadeia produtiva. A próxima e última reunião ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco em 2026 está prevista para o dia 11 de novembro.

Foto: Eliana Stülp Kroth/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2026 0 Comentários 76 Visualizações
Variedades

Produtores de tabaco mantêm 156 mil hectares de florestas plantadas no sul

Por Jonathan da Silva 14/07/2026
Por Jonathan da Silva

Produtores de tabaco da região sul mantêm cerca de 156 mil hectares de florestas plantadas em suas propriedades, segundo dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) referentes à safra 2024/2025. A área, distribuída entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, representa um potencial econômico superior a R$ 540 milhões em valor de produção. No Rio Grande do Sul, onde o setor florestal se aproxima da marca de 1 milhão de hectares de florestas plantadas, os produtores de tabaco respondem por aproximadamente 82 mil hectares reflorestados, o equivalente a 8,2% da base florestal plantada do estado.

Segundo informações do Sindimadeira-RS, o Rio Grande do Sul está próximo de atingir 1 milhão de hectares de florestas plantadas. O setor florestal gaúcho registra valor de produção próximo de R$ 3,5 bilhões e movimenta cerca de R$ 30 bilhões por meio da cadeia industrial associada.

Nesse contexto, a Afubra aponta que o reflorestamento integra o modelo de produção das propriedades fumicultoras. Conforme o levantamento da safra 2024/2025, a propriedade média produtora de tabaco na Região Sul possui 14,6 hectares, dos quais 8% são destinados às florestas plantadas.

No Rio Grande do Sul, onde há aproximadamente 70 mil produtores de tabaco, a estimativa é de que essas propriedades mantenham cerca de 82 mil hectares reflorestados. Considerando a produtividade média do setor florestal gaúcho, essa área representa potencial econômico estimado em R$ 286 milhões em valor de produção.

Diversificação nas propriedades

Além do cultivo do tabaco, que ocupa em média 21,4% da área das propriedades, os produtores também cultivam grãos, mantêm áreas de pastagem, produzem alimentos e preservam recursos naturais.

Segundo a Afubra, as áreas destinadas à conservação ambiental e à atividade florestal representam juntas 22,7% da propriedade média, sendo 14,7% compostas por mata nativa e 8% por florestas plantadas.

Uso da biomassa renovável

Fernanda

A assessora técnica do SindiTabaco e engenheira agrônoma, Fernanda Viana Bender, afirma que as florestas plantadas fazem parte do sistema produtivo das propriedades há décadas. “As florestas plantadas fazem parte da realidade das propriedades produtoras de tabaco há décadas. Além de contribuírem para a diversificação da renda, elas garantem uma fonte renovável de energia utilizada na cura do tabaco e reforçam o compromisso das famílias produtoras com a sustentabilidade e a conservação ambiental”, ressalta Fernanda.

Segundo o SindiTabaco, desde a década de 1970 a cadeia produtiva do tabaco investe em reflorestamento para assegurar o fornecimento de biomassa renovável utilizada no processo de cura do produto. A estratégia permitiu desenvolver um modelo de autossuficiência energética nas propriedades e reduzir a utilização de recursos florestais nativos.

Dados da Região sul

Considerando os cerca de 133 mil produtores de tabaco distribuídos entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a área de florestas plantadas chega a aproximadamente 156 mil hectares. Com base na produtividade média do setor florestal gaúcho, esse volume corresponde a um potencial econômico superior a R$ 540 milhões em valor de produção.

Fernanda Viana Bender destaca a relação entre as atividades desenvolvidas nas propriedades rurais. “Os números evidenciam como diferentes cadeias produtivas podem atuar de forma complementar. Ao mesmo tempo em que o Brasil lidera as exportações mundiais de tabaco há mais de três décadas, milhares de produtores contribuem também para o fortalecimento do setor florestal, para a conservação ambiental e para a diversificação econômica das regiões rurais”, comenta a engenheira agrônoma.

O que é o SindiTabaco

Fundado em 24 de junho de 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) tem sede em Santa Cruz do Sul e reúne 13 empresas associadas. Desde 2010, a entidade atua em todo o território nacional, com exceção da Bahia, do Rio de Janeiro e de São Paulo. De acordo com o sindicato, 96% do tabaco brasileiro é produzido na Região Sul, envolvendo cerca de 533 mil pessoas no meio rural, distribuídas em 525 municípios.

Fotos: Banco de Imagens/SindiTabaco e Cristina Severgnini/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2026 0 Comentários 88 Visualizações
Política

Marcha dos Prefeitos terá debate sobre cadeia produtiva do tabaco

Por Jonathan da Silva 12/05/2026
Por Jonathan da Silva

A cadeia produtiva do tabaco será tema de uma arena temática durante a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que será realizada pela Confederação Nacional de Municíios (CNM) entre os dias 18 e 21 de maio, em Brasília. A programação específica sobre o tabaco ocorrerá no dia 20 de maio, das 14h às 18h, na Arena 10, reunindo prefeitos, gestores públicos, especialistas e representantes de iniciativas ligadas ao setor para discutir os impactos econômicos, sociais, ambientais e educacionais da produção de tabaco nos municípios brasileiros.

A atividade integra a programação oficial do evento municipalista e busca ampliar o debate nacional sobre a relevância da cadeia produtiva do tabaco, especialmente nos municípios da região sul. Entre os temas previstos estão educação, desenvolvimento social, preservação ambiental e os impactos do mercado ilegal na arrecadação e nas economias locais.

Debate sobre desenvolvimento regional

O presidente da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco) e prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker (PSD), destaca que a presença do tema na programação da CNM representa uma oportunidade de ampliar o entendimento sobre a realidade dos municípios produtores. “Estamos falando de um espaço que reúne prefeitos, parlamentares e gestores públicos de todas as regiões do País. É uma oportunidade de furar a bolha e apresentar o tabaco dentro de uma visão ampla de desenvolvimento, mostrando como essa cadeia impacta diretamente a economia, a educação, a arrecadação, o meio ambiente e a permanência das famílias no meio rural”, afirma Becker.

Segundo o dirigente, a arena temática também pretende apresentar experiências práticas desenvolvidas em municípios produtores, especialmente nas áreas de sustentabilidade, sucessão rural e proteção social. “Existe uma visão muito limitada quando o assunto é tabaco. Precisamos mostrar que existem municípios organizados, projetos ambientais reconhecidos, programas educacionais estruturados e milhares de famílias que dependem diretamente dessa atividade. Levar esse debate para dentro da Marcha é fazer com que o Brasil conheça melhor essa realidade”, completa o presidente da Amprotabaco.

Programação temática

A programação será dividida em três painéis temáticos. O primeiro abordará educação e boas práticas nos municípios produtores, com participação da coordenadora do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, além de secretários municipais dos três estados do sul.

Na sequência, o debate tratará de agricultura, desenvolvimento social e meio ambiente, incluindo a apresentação do projeto Protetor das Águas, desenvolvido pelo município de Vera Cruz em parceria com o Ministério Público. Também participará o influenciador digital e vereador catarinense Emerson Gabriel Woiecechovski, da página Fumicultores Unidos.

O terceiro painel discutirá o mercado ilegal e os impactos econômicos aos municípios brasileiros.

O secretário executivo da Amprotabaco, Vinícius Pegoraro, destaca que a construção da arena temática envolveu diferentes instituições ligadas ao setor e busca ampliar o diálogo com gestores públicos de todo o país. “A cadeia produtiva do tabaco possui forte impacto na arrecadação, na geração de renda e na manutenção das economias locais. Estar presente em um espaço como a Marcha dos Prefeitos significa ampliar o diálogo institucional e levar informações técnicas e experiências concretas para gestores públicos de todo o país”, pontua Pegoraro.

Serviço

  • O quê: Arena temática “Produção de Tabaco e o Desenvolvimento Econômico Social para os Municípios”, durante a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios
  • Quando: 20 de maio, das 14h às 18h
  • Onde: Arena 10, em Brasília
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2026 0 Comentários 181 Visualizações
Variedades

Capacitações orientam produtores de tabaco sobre norma de segurança no campo

Por Jonathan da Silva 04/05/2026
Por Jonathan da Silva

Produtores de tabaco do sul do Brasil vêm sendo capacitados de forma contínua sobre a Norma Regulamentadora nº 31 (NR-31), que trata da segurança e saúde no trabalho rural. As formações ocorrem ao longo de 2026, em diversos municípios, com participação de produtores integrados às empresas associadas ao SindiTabaco e com cursos realizados em parceria com o Senar. A iniciativa busca alinhar práticas agrícolas às exigências legais, reduzir riscos de acidentes e garantir condições adequadas de trabalho no campo.

As ações fazem parte de um programa permanente conduzido pelas empresas associadas ao Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco, com foco na conscientização e qualificação técnica. Os treinamentos incluem atividades teóricas e práticas voltadas ao uso seguro de insumos agrícolas e à organização do ambiente de trabalho rural.

Capacitações no estado

Neste ano, já foram realizadas capacitações nos municípios gaúchos de Agudo, Caiçara, Camaquã, Candelária, Chuvisca, Jaguari, Santa Cruz do Sul, Sinimbu e Vale do Sol. Os cursos são organizados em turmas com capacidade entre 10 e 15 participantes.

De acordo com a assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana Bender, além dos produtores, os treinamentos também são oferecidos a novos orientadores agrícolas das empresas integradoras. “Temos atualmente 178 treinamentos mapeados só no Rio Grande do Sul. E também há cronogramas nas regiões produtoras de tabaco do Paraná e de Santa Catarina”, afirmou Fernanda.

A expectativa é de que mais de 2 mil produtores sejam capacitados ao longo do ano apenas no Rio Grande do Sul.

Conteúdo dos cursos

O treinamento “Aplicação Correta e Segura de Defensivos Agrícolas – NR-31” aborda temas como rotulagem de produtos, primeiros socorros, operação e manutenção de equipamentos de aplicação, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), transporte e armazenamento de agrotóxicos, além da destinação correta de embalagens e procedimentos como a tríplice lavagem.

As atividades buscam garantir que os participantes adotem práticas seguras no manejo de insumos e na condução das atividades agrícolas.

O que é a NR-31

A Norma Regulamentadora nº 31 estabelece diretrizes para segurança e saúde no trabalho na agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura. Criada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a norma define responsabilidades de empregadores e trabalhadores na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.

Entre os pontos abordados estão o uso adequado de EPIs, a segurança no manuseio de equipamentos e agrotóxicos, a obrigatoriedade de capacitações e a organização do ambiente de trabalho.

A norma também prevê penalidades em casos de descumprimento, como a ausência ou uso inadequado de equipamentos de proteção, aplicação de agrotóxicos sem treinamento e armazenamento irregular de produtos.

O que é o SindiTabaco

Fundado em 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) tem sede em Santa Cruz do Sul e atua nacionalmente, com exceção dos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. A entidade reúne 14 empresas associadas e concentra suas ações na Região Sul, responsável por 96% da produção de tabaco no Brasil.

Segundo o sindicato, cerca de 533 mil pessoas estão envolvidas na cadeia produtiva em 525 municípios, o que reforça a necessidade de ações voltadas à qualificação e segurança no trabalho rural.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2026 0 Comentários 142 Visualizações
Variedades

Fentifumo e Stifa convidam prefeito de Santa Cruz para seminário da cadeia do tabaco

Por Jonathan da Silva 14/04/2026
Por Jonathan da Silva

O prefeito de Santa Cruz do Sul, Sérgio Ivan Moraes (PL), recebeu representantes da Federação Interestadual dos Trabalhadores nas Indústrias do Tabaco (Fentifumo) e do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação (Stifa) na tarde desta segunda-feira (13), que formalizaram convite para sua participação no Seminário Regional da Cadeia Produtiva do Tabaco, marcado para o dia 23 de abril na Câmara de Vereadores.

Participaram do encontro o presidente da Fentifumo, Rangel Marcon, acompanhado do presidente e do diretor do Stifa, Éder Rodrigues e Alessandre Pontel, além do secretário municipal de Agricultura, Zeno Assmann.

O que é o seminário

Promovido pela Fentifumo em parceria com a Amprotabaco, o seminário integra o ciclo regional de 2026 e propõe o debate de temas como saúde dos trabalhadores, emprego, renda, desenvolvimento regional e transição econômica. O encontro reunirá lideranças, trabalhadores, produtores, especialistas e entidades do setor, com o objetivo de contribuir para a elaboração de um documento regional que servirá de base para discussões em nível nacional.

Relatório Executivo da Cadeia do Tabaco

Durante as conversas, a comitiva também entregou ao prefeito um exemplar do Relatório Executivo da Cadeia do Tabaco no Brasil – Análise Técnica, Econômica e Institucional, que reúne dados do setor entre 2019 e 2025. O documento consolida indicadores, analisa tendências e busca fundamentar posicionamentos institucionais com base técnica.

Foto: Évelin Nyland/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2026 0 Comentários 188 Visualizações
Variedades

Setor do tabaco é destacado como base econômica em painel da ACI na Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 27/03/2026
Por Jonathan da Silva

Lideranças do setor fumageiro destacaram o papel do tabaco na sustentação econômica do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (26), durante painel realizado na Expoagro Afubra, em Rio Pardo. O debate ocorreu como uma edição especial do evento Tá na Hora, promovido pela Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul (ACI), e reuniu representantes de entidades e gestores para discutir a integração entre campo, comércio e indústria, além da resiliência da cultura diante de crises climáticas.

O painel foi mediado pela vice-presidente regional da Federasul, Nicéia Wünsch, e contou com a participação de dirigentes do setor. O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Laurindo Drescher, abriu o encontro destacando a complexidade da cadeia produtiva e a diversidade de temas abordados durante a feira.

Acima de milho e soja

Dados apresentados pela Afubra indicam que, na safra 2024/2025, o tabaco registra receita média de R$ 47 mil por hectare, superando culturas como milho e soja. Para atingir o mesmo faturamento bruto de 1 hectare de tabaco, seria necessário cultivar 6,58 hectares de milho ou 7,53 hectares de soja. “Esses números explicam por que o tabaco permanece como a base da viabilidade econômica para as pequenas propriedades de agricultura familiar na região Sul”, ressalta Drescher.

Protagonismo econômico

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, afirmou que a cultura representa cerca de 50% do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios produtores. “Santa Cruz do Sul consolidou-se como o 2º maior exportador do Rio Grande do Sul e o 3º maior arrecadador de impostos”, destacou Thesing.

Segundo o dirigente, 80,4% dos produtores estão nas classes A e B, com renda per capita média de R$ 3.540,75. “Não por acaso, 87,4% dos agricultores afirmam que continuam na atividade por ser a opção mais lucrativa”, ponderou Thesing. Em 2025, o setor exportou 561.052 toneladas no Brasil, gerando US$ 3,389 bilhões, crescimento de 13,84% em relação ao ano anterior. Thesing também apontou o contrabando como desafio, com índice de 32% no país, acima da média mundial de 11%.

Impacto social e ambiental

O presidente da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco) e prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker (PSB), destacou a estabilidade da cultura frente a variações climáticas. “O tabaco tem se mostrado uma cultura muito resiliente pela época do plantio e pela estabilização dos valores. É uma das culturas de faturamento mais estável em pequenas propriedades, com rentabilidade por hectare muito superior a outras commodities”, pontuou Becker.

De acordo com o dirigente, o tabaco ocupa 21,4% da área das propriedades, mas responde por 52% da renda familiar, além de gerar retorno financeiro de R$ 14,6 bilhões. O setor também mantém 24,4% de áreas preservadas nas propriedades rurais.

Integração econômica

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul, Marco Antônio Borba, destacou o impacto da cadeia produtiva na economia regional. “A relevância do tabaco é medida pelo seu efeito multiplicador. Esse capital, ao ingressar na nossa região, sustenta o varejo, impulsiona o setor imobiliário e demanda uma rede complexa de serviços e logística que fortalece centenas de empresas locais. A força de nossa economia está fortemente ligada aos resultados da cadeia do tabaco”, afirmou Borba.

Foto: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2026 0 Comentários 224 Visualizações
Política

Trabalhadores aprovam nova diretoria do Stifa com 98,2% dos votos

Por Jonathan da Silva 01/12/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Stifa) confirmou a eleição da nova diretoria para o mandato de 2026 a 2031, após votação realizada com urnas itinerantes e urna fixa na sede da entidade, em Santa Cruz do Sul. A chapa única a disputar o pleito recebeu a aprovação de 98,2% dos votantes.

O presidente reeleito, Éder Rodrigues, afirmou que a aprovação expressiva está relacionada a um projeto de gestão que colocou o trabalhador no centro das decisões. “Esta eleição demonstra que a categoria quer um Sindicato presente, atuante e comprometido com quem está na linha de produção”, afirmou Rodrigues. O mandatário destacou que a prioridade continuará sendo o cuidado com as pessoas. “Não existe representação sindical sem olhar humano. Cada trabalhador precisa sentir que o Stifa está ao seu lado”, enfatizou.

Serviços oferecidos pelo sindicato

O Stifa mantém serviços nas áreas da saúde e assistência, incluindo consultas médicas em clínica geral, pediatria, ginecologia e pneumologia, além de atendimento psicológico, nutricional e de enfermagem. A entidade também possui convênios com laboratórios e clínicas especializadas, atendimento odontológico em todas as especialidades, atendimento com neuropsicopedagoga e assessoria jurídica para associados e dependentes.

Atuação internacional do sindicato

A participação do Stifa em debates internacionais também marcou o período mais recente. Em novembro, a entidade integrou a comitiva brasileira na COP-11, realizada na Suíça, representando trabalhadores do setor nas discussões sobre o futuro do tabaco no mundo. “Estar em Genebra e representar os trabalhadores foi um marco. Levamos a realidade de quem está na fábrica e mostramos que a nossa voz precisa ser ouvida”, afirmou Rodrigues.

Seguiremos com o mesmo compromisso nos próximos cinco anos. O trabalhador seguirá como protagonista desse projeto”, ressaltou o presidente Éder Rodrigues.

Nova diretoria (2026-2031)

  • Presidente: Éder Roberto Figueira Rodrigues
  • Secretário Geral e de Organização: Leonel Goulart Almeida
  • Secretário de Finanças: Carlos Alberto Grade
  • Secretário de Política e Formação Sindical: Rangel Marcon
  • Secretário de Políticas Públicas e Sociais: Alessandre Pontel Alves
  • Secretário de Imprensa e Divulgação: Pedro Jercei Marques Correa
  • Secretária de Assuntos Jurídicos: Fernanda Regina Wagner
  • Suplentes: Tiago Nunes Ferreira, Maria Margarete Nunes, Josiane Fischer, Junior Lotário Kessler, Cássio Fernando Dorfey, Newton Bastos Martins e Edson Schonarth
  • Conselho fiscal efetivo: Ubiratã Melchior, Cristofer Jocelito D’Avila Schmachtemberg e Paulo Liandris Alves da Rosa (Suplentes: Telmo Waldy Zanette, Silvane Heck e Leci da Silva)
  • Conselho de representantes efetivo: Lúcio Cesar Ribeiro e Elói Alceu Iser (Suplentes: Valdemar Rodrigues dos Santos e Laurinda Maria Stuelp)
Foto: Stifa/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/12/2025 0 Comentários 279 Visualizações
Variedades

Afubra aponta que safra de tabaco 2025/2026 deve encolher no sul

Por Jonathan da Silva 24/11/2025
Por Jonathan da Silva

A safra 2025/2026 de tabaco deve ser menor do que a anterior, segundo estimativa inicial divulgada na semana passada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). O levantamento, realizado nos três estados do sul, indica que o clima mais úmido e as noites mais frias têm afetado o desenvolvimento das lavouras, resultando em previsão de queda na produção de todos os tipos de tabaco cultivados na região. A entidade aponta uma estimativa inicial de 685.274 toneladas produzidas no sul do Brasil, somando os tipos Virgínia, Burley e Comum.

O presidente da Afubra, Marcilio Drescher, afirma que os números consideram produtividade histórica e podem ser alterados ao longo da safra. “Quando falamos em números, é preciso ter em mente que são estimativas iniciais, números que levam em conta a média e, principalmente, o que vai determinar a safra, é o clima. Também precisamos sempre levar em conta que são mais de 500 municípios produtores no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná”, destaca Drescher.

O dirigente reforça que as condições climáticas distintas entre regiões podem equilibrar ou acentuar variações na produtividade. “Muitas vezes, quando em uma ou outra região o clima castiga e dá uma certa quebra de produção, em outras, ele é favorável, o que faz com que a produtividade e a produção sejam equilibradas”, afirma Drescher.

Produção por tipo de tabaco

O tabaco do tipo Virgínia, responsável por 90,47% da produção sul-brasileira, tem estimativa de 619.969 toneladas, uma redução de 4,35% em relação à safra anterior. No Rio Grande do Sul, a previsão é de 248.103 toneladas (-7,67%); em Santa Catarina, 202.002 toneladas (-2,50%); e no Paraná, 169.864 toneladas (-1,40%).

Para o tipo Burley, a estimativa inicial é de 54.979 toneladas (-7,80%). A produção prevista é de 30.919 toneladas no Rio Grande do Sul (-7,75%), 15.741 em Santa Catarina (-8,55%) e 8.320 no Paraná (-6,52%).

O tipo Comum tem estimativa de 10.326 toneladas (-14,47%), com 820 toneladas no Rio Grande do Sul (-28,66%), 1.089 em Santa Catarina (-40,64%) e 8.417 no Paraná (-7,39%).

Área plantada nos estados

A área total plantada com tabaco no Sul teve uma redução de 0,34%, resultando em 308.943 hectares. No Paraná, foram cultivados 83.834 hectares (-0,18%). O Burley e o Comum tiveram redução, com 4.162 hectares (-6,28%) e 3.840 hectares (-0,21%) respectivamente, enquanto o Virgínia registrou leve aumento, com 75.832 hectares (+0,18%).

Santa Catarina apresentou a maior redução na área plantada: 93.033 hectares (-1,25%). A maior queda ocorreu no tipo Comum, com 630 hectares (-40,06%). O Burley soma 7.564 hectares (-5,91%) e o Virgínia ocupa 84.839 hectares (-0,33%).

No Rio Grande do Sul, houve aumento de 0,22% na área plantada, totalizando 132.076 hectares. O Virgínia teve redução de 0,49% (115.612 hectares) e o Comum caiu 22,49% (510 hectares), enquanto o Burley aumentou 6,72%, alcançando 15.954 hectares.

Número de famílias produtoras

A estimativa aponta redução de 1,47% no número de famílias produtoras de tabaco nos três estados, totalizando 135.985. Santa Catarina registra 40.668 famílias (-2,52%), o Rio Grande do Sul tem 67.815 (-2,06%) e o Paraná apresenta aumento de 1,63%, com 27.502 famílias produtoras.

Produtividade prevista

A produtividade também deve diminuir na safra 2025/2026. No Rio Grande do Sul, a previsão é de 2.146 kg/ha no Virgínia (-7,22%), 1.938 kg/ha no Burley (-13,56%) e 1.607 kg/ha no Comum (-7,96%).

Em Santa Catarina, a estimativa é de 2.381 kg/ha no Virgínia (-2,18%), 2.081 kg/ha no Burley (-2,80%) e 1.729 kg/ha no Comum (-0,97%).

No Paraná, a produtividade prevista é de 2.240 kg/ha no Virgínia (-1,58%), 1.999 kg/ha no Burley (-0,25%) e 2.192 kg/ha no Comum (-7,20%).

Foto: Luciana Jost Radtke/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/11/2025 0 Comentários 602 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 308 | Jul 2026

Entrevista | Guilherme Viezzer fala sobre a automação e a IA no mercado supermercadista

Cooperativismo | Modelo de negócios que transforma comunidades

Cidades| São Leopoldo comemora sua história e projeta desenvolvimento

Educação | Da sala de aula para a vida: a educação financeira que muda hábitos

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª Expocande

  • 3

    Delly’s inaugura novo Centro de Distribuição no RS e reforça expansão nacional da marca Fritz&Frida

  • 4

    Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em Canela

  • 5

    Evento reúne noivos e fornecedores de casamentos sustentáveis

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO