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setor calçadista

Business

Abicalçados lança sexta edição de relatório com dados do setor calçadista

Por Caren Souza 29/04/2021
Por Caren Souza

Pelo sexto ano consecutivo, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) lança o Relatório Setorial da Indústria de Calçados. A publicação, que traz dados completos e analisados do setor, no Brasil e no mundo, é considerada a fonte oficial de pesquisas da atividade no Brasil.

Entre os dados apresentados está a produção mundial de calçados, que somou 18,1 bilhões de pares no ano passado, 19% menos do que em 2019. A queda do consumo mundial puxou o indicador, já que caiu 19,7% ante o ano anterior (para 16,6 bilhões de pares). Os principais produtores seguiram sendo os países asiáticos, China (52% de market share), Índia (13,6%) e Vietnã (7%). O Brasil é o quarto principal produtor mundial, com 4,2% de market share.

Brasil

Assim como no âmbito mundial, o setor calçadista brasileiro foi fortemente impactado pela pandemia do novo coronavírus, especialmente pelo fechamento do comércio, que responde por mais de 85% do total das vendas de calçados verde-amarelos.

No ano passado, as 5,6 mil empresas brasileiras de calçados fabricaram 763,7 milhões de pares, 18,4% menos do que em 2019. O resultado teve impacto determinante do comportamento do mercado interno, que despencou 18,6% (691 milhões de pares consumidos). Os principais estados produtores do Brasil foram: Ceará (203,9 milhões de pares, queda de 10,6% ante 2019); Rio Grande do Sul (161,8 milhões de pares, queda de 26,9% ante 2019); e Minas Gerais (122 milhões de pares, queda de 17,9% ante 2019).

O Relatório informa, ainda, que no ápice da pandemia, em maio e junho do ano passado, as fábricas de calçados chegaram a trabalhar com apenas 30% da capacidade instalada. Com a melhora no segundo semestre, o número melhorou, fechando o ano em 60,4%, número bem abaixo do registrado na Indústria de Transformação (76,4%).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explica que o setor calçadista brasileiro foi o mais afetado no âmbito da indústria nacional, especialmente pela sua forte dependência do mercado interno. Ele ressalta que, a partir da recuperação, advinda da vacinação contra a Covid-19, a expectativa é de um crescimento de 12% na produção em 2021. O crescimento deve ser impulsionado pelo incremento das exportações, que caíram 18,6% em volume no ano passado (para 93,8 milhões de pares). A expectativa é de que os embarques aumentem 13% e o consumo doméstico 7%. “Ainda assim encerraremos 2021 com produção e exportações menores do que as registradas em 2019, 8,5% e 8,2%, respectivamente”, projeta.

Empregos

A queda nos indicadores produtivos teve impacto nos empregos do setor calçadista. No ano passado, foram perdidos 21 mil postos de trabalho, com a atividade encerrando o ano empregando diretamente 247,4 mil pessoas (8% menos do que em 2019).

Entre os estados que mais empregam no Brasil, o Rio Grande do Sul (75,7 mil postos) perdeu 13,2% do seu estoque de emprego em relação a 2019. Já o Ceará, segundo maior empregador do setor no País (58,9 mil postos), fechou o ano empregando 5,2% mais do que em 2019. A previsão é de que, com a retomada gradual do setor em 2021, a atividade encerre o ano empregando 5,7% mais pessoas do que no ano passado. “Ainda assim não recuperaremos as perdas de 2020, encerrando com 2,7% menos postos de trabalho do que em 2019”, projeta o executivo.

Produtividade

Outro levantamento destaque no Relatório é o que mede a produtividade da indústria brasileira de calçados. “Os números evidenciam que os principais problemas de competitividade brasileira não são intramuros, mas dependem de fatores externos. A indústria faz a lição de casa”, avalia Ferreira.

Conforme o Relatório, no Brasil cada trabalhador produz 3.480 pares por ano, mais do que seus concorrentes diretos no cenário internacional (China 3.361 por trabalhador; Indonésia 1.991 por trabalhador; Índia 1.380 por trabalhador; e Vietnã 920 por trabalhador). “A indústria brasileira sofre com um custo de produção muito mais elevado do que outros países, especialmente no que diz respeito à carga tributária e à falta de políticas públicas de incentivo”, acrescenta Ferreira.

O Relatório Setorial da Indústria de Calçados tem o objetivo de auxiliar as empresas na tomada de decisões, contando com dados completos da atividade, projeções e análises para curto e médio prazos. O material pode ser baixado gratuitamente no site http://abicalcados.com.br/publicacoes/relatorio-setorial.

Fonte: Assessoria
29/04/2021 0 Comentários 599 Visualizações
Business

Bibi celebra 72 anos e promove ações sociais

Por Caren Souza 27/04/2021
Por Caren Souza

O mês de abril marca os 72 anos da Calçados Bibi, uma história de pioneirismo e inovação no segmento infantil. Uma trajetória que conta com uma rede de 130 lojas no Brasil, na América Latina e Guatemala. Presente em mais de 3,5 mil multimarcas, além da exportação com marca e design próprio para mais de 70 países, inclusive a China. Hoje, a empresa familiar (com sede em Parobé/RS) tem a gestão em sua terceira geração, sendo comandada pela presidente, Andrea Kohlrausch, que assumiu o cargo há dois anos, quando a Bibi completou 70 anos no mercado.

A contribuição social é de suma importância para nós.

Para celebrar a data de uma forma diferente, foi realizado um convite para que colaboradores, fornecedores, lojistas e vendedores compartilhassem suas lembranças com a hashtag #aniverbibi, unindo assim grandes momentos da história. Além disso, considerando a responsabilidade social com grande relevância para a empresa, a Bibi preparou algumas iniciativas especiais para a data.

Entre as atividades, podemos destacar a doação de 5 mil máscaras para os hospitais de Taquara e Parobé, no Rio Grande do Sul, para que possam atender moradores da comunidade com segurança, e a doação de 400 pares do Meu Primeiro Bibi para os recém-nascidos da maternidade do Hospital de Bom Jesus Taquara, como também foi realizado anteriormente na cidade de Parobé, também no Rio Grande do Sul. As doações também serão realizadas na Bahia. A Bibi irá entregar 2 mil máscaras para Secretaria de Assistência Social do município de Cruz das Almas, onde conta com parque fabril, e 30 pares do Meu Primeiro Bibi para os recém-nascidos da maternidade de Santa Casa de Misericórdia, localizada no mesmo município.

“A contribuição social é de suma importância para nós. Em 2020, tivemos iniciativas com foco nas comunidades que cercam o parque fabril em Parobé, inclusive com a colaboração de voluntários do time Bibi. Além disso, sempre desenvolvemos iniciativas para estimular nossos colaboradores, que são os responsáveis pelos 72 anos de sucesso da marca. Para isso, inauguramos uma área de convivência para que possam aproveitar durante o expediente de trabalho, além do novo layout fabril, que busca otimizar a linha de produção de calçados e o tempo de execução das tarefas”, finaliza a presidente, Andrea Kohlrausch.

Sobre a Calçados Bibi

Promover o desenvolvimento natural e saudável para o público de 0 a 9 anos é uma das premissas básicas da Calçados Bibi. A marca é pioneira e líder em desenvolver produtos a partir de pesquisas e estudos científicos. Conquistou reconhecimento do setor a partir do desenvolvimento dos calçados atóxicos, fisiológicos e da tecnologia da exclusiva palmilha Fisioflex Bibi, que proporciona a sensação de andar descalço. Tudo para crianças ser criança. Fundada em 1949, a Bibi é referência no mercado de calçados infantis. Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), produz mais de 2 milhões de pares ao ano. Presente em mais de 70 países nos cinco continentes, no Brasil está em mais de 3,5 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 130 lojas. A empresa é ainda a única calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico e Social.

Fonte: Assessoria
27/04/2021 0 Comentários 688 Visualizações
Business

Marcas brasileiras calçando o mundo

Por Caren Souza 15/04/2021
Por Caren Souza

A diversidade de materiais e modelos, a sustentabilidade, o conforto, o design e a qualidade são algumas das características dos calçados brasileiros que alinhadas à tradição da indústria nacional conquistam cada vez mais mercados mundo afora. Com um grande potencial de crescimento na exportação, as marcas brasileiras apostam no processo de internacionalização como um diferencial que agrega valor não só para a empresa como também ao produto. E para fortalecer a presença das calçadistas nacionais no mercado externo, o setor conta há mais de 20 anos com o programa Brazilian Footwear, realizado pela Abicalçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil).

Presentes em mais de 150 países, os sapatos “made in Brazil”, calçam consumidores de todos os continentes. Quarta maior produtora mundial do segmento, a maior fora da Ásia, a indústria nacional é vista como uma importante parceira de marcas internacionais que optam por produzir no Brasil no modelo private label. Ao mesmo tempo, estratégias de diferenciação e posicionamento internacional são adotadas pelas empresas para que as suas marcas, já conhecidas no mercado doméstico, também ganhem o mundo.

Somente no ano passado, cerca de 93 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 658 milhões, o equivalente a R$ 3 bilhões, saíram das esteiras de produção das fábricas verde-amarelas com destino a mercados como Estados Unidos, China, Chile, Argentina, Itália, Emirados Árabes Unidos, entre outros. Confira alguns exemplos de marcas calçadistas que conquistam seus espaços além-fronteiras e têm a internacionalização como estratégia de negócio.

Exportação como estratégia

A coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, explica que o trabalho de inserção no mercado externo é muito desafiador. “Quando a empresa opta por exportar a sua marca, a exportação vai muito além de uma compra e venda. É preciso criar um desejo, desenvolver um parceiro que acredite no propósito da sua marca, e tudo isso exige uma estratégia mais consistente”, pontua. Essa inserção de marca própria em outro país/continente representa um planejamento de longo prazo voltado à internacionalização.

Neste contexto, entender o público consumidor de cada mercado, a concorrência nesses lugares e a cultura local são questões fundamentais para que a marca consiga de fato se inserir no exterior. “Ações do Brazilian Footwear como o Edital de Marketing Digital, em que conseguimos subsidiar investimentos das marcas junto ao cliente final dos varejistas, e o Brasil Fashion Now, que tem foco na inserção de marcas com prospecção ativa de clientes que fazem sentido para o posicionamento destas nos mercados, são importantes aliados das empresas nesse processo”, exemplifica Letícia, ao contar que, ao longo das mais de duas décadas de atuação do programa, é visível a evolução obtida pelas empresas brasileiras. Atualmente, 75% das exportações de calçados brasileiros são realizadas por empresas associadas ao Brazilian Footwear.

Apex-Brasil
A gestora do Brazilian Footwear na Apex-Brasil, Mariele Christ, destaca que a Agência, ligada ao Governo Federal, tem o objetivo de levar os diferenciais do Brasil para o mundo e chamar a atenção internacional para o potencial do País, contando não só com o apoio dos Escritórios da Apex-Brasil no Brasil e no exterior, mas também dos Setores de Promoção Comercial no Itamaraty, que conta com mais de 120 postos em diversos países.

Segundo Mariele, mesmo diante de um ano desafiador como o de 2020, a Apex-Brasil apoiou um total de 14,5 mil empresas brasileiras por meio de seus diversos serviços ofertados, número 1,4% superior a 2019. “Do total de empresas apoiadas, mais de seis mil foram novas entrantes, ou seja, não participaram de nenhuma ação da Apex-Brasil nos últimos dois anos, um valor 5,7% superior ao registrado no ciclo anterior”, comemora, ao dizer que o Brazilian Footwear é um dos mais prósperos e antigos projetos setoriais vigentes entre os apoiados pela Agência.

Conheça alguns cases de sucesso no mercado internacional

Schutz nos Emirados Árabes Unidos

Com ações intensivas de marketing na web e nas lojas, a Schutz consegue não só posicionar bem a marca em diversos mercados como também obter excelentes resultados de sell-out por meio de plataformas locais de e-commerce de calçados. Um exemplo concreto é o desempenho que a marca do grupo Arezzo&Co vem tendo nos Emirados Árabes Unidos, que é um mercado de alto poder aquisitivo. O gerente de exportação do grupo, Luís Fernando German, salienta que os EAU apresentaram uma excelente aderência ao perfil da marca.

“Posicionamos a Schutz nas melhores lojas de e-commerce locais, assim como nas melhores vitrines da região. Seja no app do celular, no site ou no varejo físico, o importante é estarmos sempre presente na vida dos clientes”, comenta, ao citar parceiros como Levelshoes.com; Tryano.com; Ounass.com, entre outros. A presença internacional e a construção de marcas voltadas para o público externo estão no DNA do grupo que participa com o apoio do Brazilian Footwear de feiras internacionais, rodadas de negócios e outras ações de prospecção. Além dos resultados no Oriente Médio, as vendas para a Europa e América Latina também se destacam.

Bibi na China

A Bibi tem como destaque positivo a sua atuação no mercado chinês, na qual teve auxílio do Brazilian Footwear. A presidente da empresa, Andrea Kohlrausch, conta que os investimentos naquele mercado iniciaram em 2013, durante missão comercial organizada pelo Programa. “Desde que a marca iniciou os investimentos na China o crescimento tem sido constante. A marca está presente em cidades estratégicas, como Xangai, na loja de departamentos Isetan, localizada na Nanjing Road – um dos destinos comerciais mais disputados da China -, e na capital chinesa, na prestigiosa loja de departamentos SKP Beijing”, lista a empresária. Além das lojas físicas, a Bibi também vende seus produtos on-line em plataformas como Tmall, Taobao e Mei.com. Andrea ressalta que a exportação é, hoje, parte fundamental da estratégia comercial da empresa pois diminui a dependência do mercado interno, aumenta a produtividade e qualifica o produto.

Anatomic Shoes no Reino Unido

Porta de entrada para a internacionalização da AnatomicShoes, o Reino Unido representa 50% do faturamento da marca no exterior. O trabalho neste mercado começou há quase 20 anos e é o mais consolidado dentre os mais de 65 países em que a empresa está presente. A sócia fundadora da marca, Moema Pimentel, conta que eles criaram uma comunidade no país, não só um escritório e um centro de distribuição.

“Estamos em mais de 60 lojas, entre as independentes, múltiplas, grandes redes e de departamento. Também em lojas de vestuário que complementam suas operações com nossos calçados e em alguns consultórios de podologia, onde profissionais oferecem produtos especializados.” A AnatomicShoes conta, ainda, com um e-commerce e marketplace próprio, além de lojas próprias dentro de outros marketplaces. “Queremos maximizar as oportunidades de um estoque e por isso também vendemos pelo social media. Fazemos promoções de publicidades on-line e já fizemos ações com influencers.” A relação já conquistada pela marca com produtoras de conteúdo também ajuda no posicionamento estratégico de inserção em campanhas e na mídia.

Usaflex no Chile

Presente em mais de 50 países, a Usaflex conta com 15 lojas licenciadas no exterior. O gerente de exportações da empresa, Jefferson Berz, frisa que o mercado externo é de grande importância, representando 8% do faturamento. “A Usaflex vê com bons olhos a expansão internacional e concentra grande percentual de seus negócios nos países latino-americanos, com destaque para o Chile”, conta.

Neste país, por exemplo, a empresa conseguiu inserir a marca em uma das principais cadeias varejistas da América Latina. Parceria que, inclusive, foi alcançada por meio de um trabalho que começou em 2019, com a participação no edital de Marketing Digital Internacional do Brazilian Footwear. “O projeto foi fundamental, pois contemplou a criação de anúncios da Usaflex nas plataformas Facebook, Instagram e no site do parceiro local. A marca também trabalhou com e-mail marketing para os consumidores finais. Os resultados foram excelentes, crescimento de 15% nas exportações para esse mercado”, informa o gerente.

Democrata no Paraguai

A presença da Democrata no Paraguai é tão forte que a marca brasileira de calçados masculino já foi reconhecida pelos consumidores locais como uma das marcas mais lembradas no país. E esse reconhecimento é fruto de uma parceria de aproximadamente 18 anos. O gerente de exportação, Anderson Melo, conta ainda que é no mercado paraguaio que está localizada, há cerca de oito anos, uma das lojas licenciadas que a marca tem no exterior.

“Nossa atuação internacional é pulverizada. Estamos presentes em 62 países, em todos os continentes”, frisa, ao dizer que 20% do faturamento da empresa vem da exportação. A estratégia internacional da marca passa pela ativação de lojas licenciadas, multimarcas e e-commerce. “Buscamos uma construção de comunicação e posicionamento junto com o parceiro local que seja alinhada com a cultura de cada mercado”, comenta. Nas próximas semanas, a marca vai lançar um e-commerce próprio na Holanda. “Nosso objetivo é, além de atender os Países Baixos, expandir para outros mercados europeus” , projeta Melo.

Vicenza na Itália

No exterior, o mercado europeu é um dos principais parceiros da Vicenza, que, inclusive, conta com um escritório e showroom na Itália, com parceiro local. O gerente de exportação da empresa, Geison Ferreira, explica que o trabalho de inserção e internacionalização da Vicenza já tem 15 anos e garantiu à empresa solidez nas suas operações, reconhecimento de marca e grande presença em todos os países da Europa.

“Hoje, além de termos showroom na Itália com equipe de vendas nativa e centro de distribuição local, lançamos também nosso (https://www.vicenzaeurope.com/), que nos permitiu um relacionamento mais próximo com os clientes e possibilitou entender melhor o perfil de compra das consumidoras europeias”, destaca o gerente, ressaltando que tais informações têm sido extremamente relevantes para aprimorar a oferta de produtos. Atualmente, 25% da produção da empresa tem como destino o mercado europeu, sendo que a meta é ampliar ainda mais essa presença, especialmente por meio de ações digitais.

Piccadilly no Kuwait

Tratando a exportação como estratégia na empresa, a Piccadilly tem no exterior uma parte importante do seu planejamento, já que 35% do total da receita do grupo provém do mercado internacional. “E hoje, praticamente 100% da nossa exportação é com marca própria”, comemora a gerente de exportação, Bruna Kremer. A Piccadilly está presente em mais de 14 mil pontos de venda em aproximadamente 100 países e conta, ainda, com 25 lojas exclusivas, a maioria em shoppings e centros comerciais, espalhadas pelo mundo.

Destas, 14 estão localizadas no Kuwait. “A presença da Piccadilly no Kuwait começou como distribuição e o parceiro identificou a oportunidade de abrir lojas exclusivas da marca. Nós orientamos com relação ao layout e apoiamos com materiais exclusivos de comunicação”, fala Bruna. No final de 2020, a marca deu início ao projeto de franquias no exterior. E a primeira já está em operação no Equador. Bruna explica que, embora mais de 65% das exportações da empresa tenham como destino os mercados da América Latina e Central, existe um esforço para expansão na Europa e Oriente Médio, com o apoio fundamental do Brazilian Footwear, especialmente em ações digitais no Velho Continente.

Klin nos Estados Unidos

Intensificando a presença da marca no mercado externo nos últimos anos, a Klin está presente em mais de 60 países. E dentre esses mercados, os Estados Unidos é o que mais se destaca. Expostos nas prateleiras de redes segmentadas e em lojas especializadas do mercado estadunidense, os produtos da marca infantil têm resultados cada vez melhores entre os consumidores locais.

“Tivemos um incremento de mais de 100%”, ressalta o CEO da empresa, Rodrigo Righi. O executivo frisa que o trabalho neste país é fruto dos contatos com os compradores internacionais obtidos pelas participações nas feiras presenciais e, agora, digitais, que contam com o apoio do programa Brazilian Footwear. A fabricante aposta na internacionalização da marca como uma oportunidade de expansão. “Além de trazer valor, traz a oportunidade de aparar as arestas com experiências que adquirimos comercializando com mercados distintos”, conclui Righi.

 

Fonte: Assessoria
15/04/2021 0 Comentários 744 Visualizações
Business

Evento avalia comportamento do setor calçadista

Por Caren Souza 06/04/2021
Por Caren Souza

Depois de um segundo semestre de breve recuperação no ano passado, o setor calçadista brasileiro voltou a sofrer os impactos do recrudescimento da Covid-19 na atividade. A avaliação setorial, recheada de dados e comparativos com anos anteriores à pandemia, além de projeções para o curto prazo, serão realizadas na primeira edição do Análise de Cenários do ano, no dia 15 de abril. As explanações serão realizadas pela coordenadora de Inteligência de Mercado da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Priscila Linck, e pelo doutor em Economia e consultor setorial, Marcos Lélis.

Priscila adianta que, além das apresentações e avaliações, será lançado o aguardado Relatório Setorial da Indústria de Calçados, publicação que, pelo quinto ano consecutivo, é a fonte oficial de dados e projeções do setor calçadista nacional. “Em 2020, fortemente impactado pela pandemia, tivemos o pior resultado em termos de produção em 16 anos, alcançando 763,7 milhões de pares produzidos, quase 200 milhões a menos do que em 2019. Foi como se tivéssemos ficado dois meses com fábricas inativas”, comenta Priscila, acrescentando que, neste ambiente, a informação de qualidade, com as projeções setoriais, se tornam ainda mais relevantes para a adoção de estratégias assertivas a curto e médio prazos. “O Análise de Cenários, mais uma vez, irá jogar luz nesse quadro ainda muito nebuloso”, projeta a economista.

Assim como no ano passado, o Análise de Cenários será on-line e gratuito mediante inscrições prévias pelo link https://lp.abicalcados.com.br/analisedecenarios. A realização é da Abicalçados com o apoio de sindicatos industriais parceiros.

Fonte: Assessoria
06/04/2021 0 Comentários 612 Visualizações
Business

Setor calçadista gerou mais de 18 mil postos no bimestre

Por Caren Souza 31/03/2021
Por Caren Souza

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no primeiro bimestre de 2021, as fábricas calçadistas geraram 18,6 mil postos de trabalho. Com o resultado, a atividade encerrou os dois primeiros meses do ano empregando 265,9 mil pessoas, 6,4% menos do que no mesmo período de 2020.

Muito provavelmente trata-se de um reflexo da reposição dos estoques no varejo.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, somente em fevereiro, foram gerados 8 mil empregos com carteira assinada no setor. “É um dado importante, que sinaliza a recuperação experimentada nos últimos meses do ano passado. Muito provavelmente trata-se de um reflexo da reposição dos estoques no varejo”, explica o dirigente.

Por outro lado, o executivo é mais comedido quanto à continuidade dos bons números a partir de março. “A partir de março já devemos começar a sentir, nos registros, os problemas gerados pelo segundo surto de Covid-19 e o consequente abre e fecha do varejo físico, que responde por mais de 85% das vendas totais da indústria calçadista brasileira”, projeta.

RS é o maior empregador

O Rio Grande do Sul segue sendo o principal empregador do setor calçadista no Brasil, respondendo por 30,8% do total de postos gerados na atividade. No bimestre, a indústria calçadista gaúcha gerou 6,26 mil postos de trabalho, fechando em 81,9 mil postos diretos gerados, 11,4% menos do que no mesmo período de 2020.

O segundo empregador do setor no Brasil é o Ceará. No bimestre, as indústrias calçadistas cearenses geraram 1,1 mil postos, somando 59,9 mil empregados na atividade, 5,1% mais do que no mesmo período de 2020.

O terceiro empregador do início foi a Bahia, que ultrapassou São Paulo no ranking de geração de postos na atividade. No bimestre, as indústrias baianas geraram 3,28 mil postos, encerrando os dois meses empregando 30,38 mil pessoas na atividade, 2,2% mais do que no mesmo período do ano passado.

São Paulo, que tem sido um dos estados mais afetados pela pandemia do novo coronavírus e o abre e fecha do varejo físico, terminou o bimestre com saldo positivo de 4,1 mil postos gerados, encerrando o período com um total de 29,63 mil empregos na atividade, 16,3% menos do que no mesmo ínterim de 2020.

No próximo dia 15 de abril, a Abicalçados promoverá o tradicional evento Análise de Cenários, no qual serão divulgadas as projeções do setor calçadista para 2021.

Fonte: Assessoria
31/03/2021 0 Comentários 593 Visualizações
Business

Calçadistas brasileiros e argentinos unidos contra redução da TEC

Por Caren Souza 26/03/2021
Por Caren Souza

Diante da reunião do Mercosul marcada para ocorrer hoje (26), em Buenos Aires, os calçadistas brasileiros e argentinos deixaram os interesses individuais de lado para combater um inimigo em comum: uma possível redução da Tarifa Externa Comum (TEC). Conforme manifesto assinado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Cámara de la Industria del Calzado da Argentina (CIC), o bloco deve quantificar benefícios incertos antes de avançar na discussão da redução unilateral e gratuita da estrutura tarifária.

Hoje, em virtude do elevado Custo Brasil, não teríamos as mínimas condições de competir em par de igualdade com os produtores asiáticos.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a entidade é favorável ao livre mercado, mas que qualquer redução tarifária deve ocorrer em concomitância com a redução dos custos produtivos nos países signatários do Mercosul, muito mais elevados do que os praticados nos países asiáticos, por exemplo.

“Hoje, em virtude do elevado Custo Brasil, não teríamos as mínimas condições de competir em par de igualdade com os produtores asiáticos. A redução da TEC provocaria uma invasão de produtos daquele continente a preços muito inferiores aos praticados no mercado interno. Seria um desastre para a indústria calçadista brasileira, que colocaria em risco milhares de empregos e minaria a retomada depois de um ano muito difícil”, alerta Ferreira.

Ele ressalta que, indiretamente, a redução unilateral afetaria ainda as exportações, diante da perda de competitividade das exportadoras brasileiras e argentinas. Atualmente, a TEC é, em média, 35% para entrada de calçados de fora do Mercosul.

Mercado

Com grande parcela brasileira, a indústria calçadista do Mercosul produz mais de 1 bilhão de pares de calçados por ano e gera mais de 300 mil postos de trabalhos diretos em 6,2 mil fábricas. “É uma indústria altamente geradora de empregos, intensiva em mão de obra e que passa por elos com as indústrias do couro, têxtil, plástico, borracha, metalurgia, bens de capital, embalagens, entre outras cadeias produtivas importantes. Enfraquecer essa cadeia traria graves consequências econômicas e sociais para os países signatários do Mercosul”, conclui o dirigente da Abicalçados.

Fonte: Assessoria
26/03/2021 0 Comentários 534 Visualizações
Business

Setor calçadista gera 10,4 mil postos de trabalho em janeiro

Por Caren Souza 18/03/2021
Por Caren Souza

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), com base nos registros do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que o setor calçadista brasileiro gerou 10,4 mil postos de trabalho em janeiro. O registro corresponde a 12% do saldo total gerado pela Indústria da Transformação no período (87 mil postos). Com o resultado, o setor calçadista recupera parte dos 21 mil postos de trabalho perdidos ao longo de 2020, somando um total de 257,87 mil empregos diretos na atividade.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o saldo positivo é reflexo da recuperação experimentada nos últimos meses do ano passado, que refletiram no incremento de 7% na produção de janeiro em relação ao mesmo mês de 2020. Por outro lado, o executivo ressalta que o aumento no número de casos de Covid-19 e o fechamento do varejo físico no País devem frustrar uma recuperação mais substancial ao longo do ano. “Mais de 85% das vendas do setor calçadista são realizadas no mercado interno, sendo 40% destas em São Paulo, estado que sofre com as restrições”, avalia Ferreira.

Estados

Os estados que mais geram empregos no setor calçadista brasileiro são Rio Grande do Sul, com 89,7 mil postos (saldo de +3,66 mil em janeiro); Ceará, com 56,35 mil postos (+914 postos em janeiro); Bahia, com 28,9 mil postos (+1,89 mil postos em janeiro); São Paulo, com 27,6 mil postos (+2 mil postos em janeiro); e Minas Gerais, com 27,45 mil postos (+1,1 mil postos em janeiro).

Fonte: Assessoria
18/03/2021 0 Comentários 501 Visualizações
Business

Liderança feminina no setor calçadista está acima da média nacional

Por Caren Souza 09/03/2021
Por Caren Souza

Fortalecer a inclusão feminina em cargos de liderança é um desafio enfrentado pela sociedade. Desafio este relacionado a uma mudança de cultura que é evidenciada ao longo do mês de março, quando comemora-se o Dia Internacional da Mulher. E essas transições que estão sendo construídas nos mais diversos setores há alguns anos já trazem os primeiros resultados: um deles, dentro das fábricas de calçados do Brasil.

Sabemos que o caminho para essa presença está sendo pavimentado com uma mudança gradual de cultura.

Com mais de 33% dos cargos de liderança ocupados por mulheres, segundo levantamento feito pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) a partir da RAIS/MTE, o setor calçadista brasileiro se destaca nacionalmente quanto à participação feminina nas empresas. Afinal, essa presença está acima da média nacional, que é de 25%, segundo a consultoria internacional Grant Thornton.

Ao celebrar essa participação acima da média nas fábricas de sapatos, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, lembra que existe muito a ser feito no sentido de fortalecer a inclusão feminina, especialmente em cargos de liderança. “Também sabemos que o caminho para essa presença está sendo pavimentado com uma mudança gradual de cultura.”

A seguir, confira como algumas destas lideranças femininas estão ajudando a fortalecer esses passos já dados no setor calçadista para a sequência desta “nova cultura”. Elas estão à frente e fazem parte da diretoria de indústrias de calçados localizadas nas diferentes regiões do País.

Depoimentos de algumas das lideranças femininas do setor

Irá Salles, estilista na Irá Salles

“O Brasil é uma referência na indústria calçadista e me sinto feliz em fazer parte desse setor, no qual sinto que posso ter liberdade de criação.”

Cristine Camila Grings Nogueira, presidente da Piccadilly Company

“É liderar com amor, inspirando, cuidando e extraindo o melhor as pessoas. É acreditar que a combinação dos gêneros e as suas diferenças de visões e atitudes leva a um resultado muito superior.”

Natália Miti, designer na Miti Shoes

“É poder investir no desenvolvimento de outras mulheres. Ainda vivemos um cenário onde a falta de assistência básica à primeira infância (creches e jardins de infância) muitas vezes retira a mulher do mercado de trabalho. Poder assegurar emprego e renda a estas mulheres é humano e tem reflexos na próxima geração.”

Andrea Kohlrausch, presidente da Calçados Bibi

“Aqui na cultura da Bibi, sempre aprendemos que “o seu melhor exemplo é a melhor forma de irradiação”. Não importa o título ou o gênero, diante dos diferentes papéis que tenho, busco desenvolver ações com muita responsabilidade e ética, sejam elas pequenas ou grandes, pois de alguma maneira isso pode influenciar ou impactar diferentes públicos ou stakeholders que nos relacionamos. Desde quando assumi a presidência, continuo engajando a equipe por meio da cultura, seguindo os mesmos valores que permeiam nossa história por mais de 70 anos.”

Ana Fassoni, diretora proprietária da Ana Fassoni

“Felizmente, cada vez mais lideranças femininas despontam e possibilitam uma maior igualdade de gênero em diferentes segmentos. Apesar das dificuldades, as mulheres são capazes de obter resultados brilhantes à frente das empresas no setor calçadista brasileiro.”

Priscila Callegari, designer/ CEO da Ciao Mao

“Sendo mulher, me sinto na obrigação de criar e desenvolver calçados que nos valorizem como mulheres e nos respeitem como indivíduos. Que proporcionem um caminhar firme e confortável em busca de um mundo mais sustentável e igualitário.”

Natália Bischoff, diretora de Branding, Negócios e Operações do Bischoff Group

“É um privilégio, mas, ao mesmo, uma grande responsabilidade! As mulheres já conquistaram muito, mas ainda precisam provar, dia a dia, o quanto são fundamentais para inovar e fortalecer o setor calçadista. Com a nossa sensibilidade, empatia, nosso olhar diferenciado sobre o mundo e, principalmente, com a nossa intensidade para a renovação constante, podemos elevar o sapato do Brasil a novos estágios, de ainda maior relevância para os negócios do País e para a vida das pessoas. E tenho certeza de que faço parte do time feminino que vai fazer isso acontecer!”

Sara Nelice Raymundo Lanzini, co-fundadora, diretora de Estilo e P&D da Vinci Shoes

“Acredito que ser uma liderança no mercado calçadista é um enorme privilégio, pois com meu trabalho posso encantar pessoas, trazer beleza e conforto pro dia a dia de milhares de mulheres e ainda fazer o que amo: flats!
Acredito muito na cooperação e na importância de me cercar de pessoas que dividam o meu sonho e que queiram escrever a história da Vinci ao meu lado. Eu tenho muito orgulho de trabalhar no setor calçadista, seguindo os passos da minha família, mas construindo novas histórias e abrindo novos caminhos.”

Giuliane Roberta Enzweiler, executiva de marketing do Grupo Minuano

“Sempre me inspirei em mulheres fortes que fazem a diferença em suas áreas de atuação. Ser uma dessas lideranças hoje me motiva a continuar incentivando outras mulheres. Fico feliz de poder representar muitas delas no papel que tenho hoje. Que possamos seguir apoiando umas as outras a conquistar cada vez mais.”

Rodaika Diel, diretora da Neorubber

“É desafiador, não há como negar, mas não há motivos para nos sentirmos inferiorizadas. Pelo contrário, vejo no meu papel a responsabilidade de buscar a coragem e o destaque para encorajar outras mulheres a conquistarem seus espaços na sociedade e no nosso mercado calçadista. Se conseguir fazer isso, terei atingido meu propósito e terei ajudado a tornar o nosso setor ainda melhor.”

Luiza Márcia Aleixo Barcelos, diretora Criativa na Luiza Barcelos

“Na Luiza Barcelos, carrego junto aos meus irmãos o legado de Dona Dorinha – uma mulher que teve a coragem de empreender aos 50! A maior das lições que ela deixou foi a de cuidar da empresa como se cuida da família. Levamos no nosso dia a dia, a força, o poder e a sensibilidade feminina. A habilidade de lidar com várias coisas ao mesmo tempo e mesmo assim entregar um resultado impecável.”

Maristela Becker Hübner, CEO da Guilhermina Shoes

“Ser uma liderança feminina para mim é uma questão natural, mas que envolve muitos desafios diários. O conhecimento somado a experiência e a sensibilidade feminina são a base de tudo.”

Juliana Duarte, co-fundadora da Pesh e da Zoez

“Ser uma liderança feminina é um grande desafio, o caminho da mulher é sempre mais complexo. Enfrentamos preconceito, temos que lutar para sermos ouvidas, promovidas e acabamos carregando maiores responsabilidades em casa. O setor calçadista ainda é amplamente liderado por homens, as mulheres têm pouco espaço e acabam não conseguindo alcançar altos cargos. Ainda existe um longo caminho para mudarmos essa realidade, mas acredito que com novas gerações assumindo papéis de liderança a mentalidade também mude.”

Marina Lerbach, proprietária da NUU Shoes

“Felizmente o setor calçadista é mais receptivo às mulheres que outras profissões, o que não significa que não enfrentamos as mesmas dificuldades. Isso tem mudado com as novas gerações, porém, ainda é mais comum vermos homens exercendo trabalhos de direção e gestão, enquanto as mulheres ficam responsáveis por trabalhos rotulados como femininos – como a criação, por exemplo. Para mim, como mulher, ocupar cargos e realizar funções cuja presença maior é masculina é muito gratificante! Ao me tornar referência no mercado calçadista, espero servir de exemplo para que outras mulheres também possam alcançar esses cargos.”

Sarah Chofakian, diretora Criativa da Sarah Chofakian

“Cada vez mais percebemos o impacto das lideranças femininas nos mais diversos ambientes de trabalho. Sinto que comandar uma empresa com poesia inspira a mim e meus colaboradores. Na Sarah Chofakian, sonhamos o mesmo sonho.”

Débora Cholet Zorn, diretora da Ramony Calçados

“”Formada em moda e apaixonada pelo universo calçadista, em 2018 com apenas 25 anos me tornei a sucessão dos meus pais na empresa. Diariamente enfrento muitos desafios, as responsabilidades e tomada de decisões são constantes, porém de contrapartida por ser jovem e mulher, adquirir a confiança e o respeito da minha equipe além de gratificante me encoraja a continuar e enfrentar novos desafios.”

Fabiana Luiza Petri da Silva, sócia diretora da Calçados Satryani

“É ter a oportunidade de agregar valores através de todas decisões tomadas, pensando na valorização humana, na família e na sociedade. Cuidar de uma empresa calçadista é como cuidar de uma grande família! Temos que pensar no bem estar de todos os colaboradores e atender da melhor forma nosso cliente”.

Eduarda Moreira de Freitas, diretora na Byara Calçados

“É uma alegria para mim poder estar a frente do negócio da família e ver tudo o que conquistamos até aqui. Liderar é uma tarefa muito desafiadora, mas também muito gratificante. Tenho muito orgulho do meu trabalho, de tudo que construímos em 20 anos, e do que ainda vamos construir.”

Ana Cláudia McInerney, diretora Criativa da Tip Toey Joey

“É ser e atuar fundamentalmente como mulher a fim de equilibrar as energias masculina e feminina do ambiente empresarial – ainda muito patriarcal, buscando um modelo de gestão alinhado às tendências da sociedade atual a partir de um olhar intuitivo, sensível e empático para gerar uma cultura de força criativa e criadora, que está associada ao universo feminino.”

Rosana Maria de Oliveira Ribeiro, diretora administrativa da Via Malibu

“Acredito que a liderança feminina seja no setor calçadista ou nos mais diversos setores, a consolidação dos resultados concretos das lutas travadas por movimentos feministas que nos antecederam. Eu particularmente busco diariamente conhecimento tanto no nosso setor como em outros que também nos capacitam a sermos melhores. Acredito que posso, isso não tenho dúvidas. Além disso, acredito que fazendo com amor antes de tudo, o negócio automaticamente prospera.”

Maria Fernanda Sodré, proprietária da A Mafalda

“Espero poder ser uma referência feminina para outras mulheres que buscam encontrar o seu sonho de empreender no Brasil! Fazer sapatos é bastante desafiador dentro de um universo muito masculino, mas muito gratificante!”

Fernanda Megalli de Souza Lacerda, gerente administrativa da Zagga

“Eu amo trabalhar com calçados e poder proporcionar junto com todos da equipe Zagga, mais que calçados para nossos clientes, mas sim um meio de transporte que pode levar as pessoas para onde quiserem. Sabemos de todas as dificuldades que cada profissão tem, mas com clareza nos nossos objetivos sabemos que estamos no caminho certo, e que nos mulheres somos mais fortes do que imaginamos. Parabéns para todas as mulheres!”

Fonte: Assessoria
09/03/2021 0 Comentários 676 Visualizações
Produção
Business

Produção e exportação de calçados caíram em 2020

Por Eduarda Ferreira 14/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O ano de 2020 foi bastante difícil para o setor calçadista brasileiro, aponta a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Conforme dados divulgados pela Abicalçados em coletiva on-line, na noite da última terça-feira (13), o setor pode ter perdido 21,8% da sua produção em 2020, retornando a patamares de 16 anos atrás (dado oficial, do IBGE será divulgado até o final de janeiro). Assim, na exportação a queda foi de 18,6%, pior número desde 1983. Entretanto, para 2021 a estimativa é de incremento tanto em produção (+14,1%) quanto na exportação de calçados (+14,9%). O crescimento, porém, não será suficiente para recuperação total do setor.

Conforme o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, a atividade vem em recuperação gradual, com mais mais de 30 mil novos postos de trabalho entre julho a novembro de 2020, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego. “A abertura do varejo, que absorve mais de 85% das vendas do setor, foi fundamental para o resultado”, comentou. Por outro lado, o crescimento não foi suficiente para reverter as perdas de postos nos meses mais críticos da pandemia. Entre março e junho do ano passado mais de 60 mil trabalhadores perderam seus empregos. O dado até novembro mostra que o setor está empregando 255 mil pessoas, 13% menos do que no mesmo mês de 2019.

Produção do setor

Quanto à produção de calçados, a queda no acumulado até novembro foi de 23,4% (para 654,1 milhões de pares fabricados), sendo que o ano deve fechar com uma queda de 21,8%, indicando pequena melhora no último mês de 2020. “Fecharemos o ano com a produção de 710 milhões de pares, nível registrado em meados dos anos 2000”, destacou Ferreira. Para 2021, a expectativa é de que o setor cresça 14,1% sobre a base fraca do ano passado (para 811 milhões de pares). “Porém, ainda que a estimativa se realize, estaríamos 10,3% abaixo do desempenho de 2019 (908 milhões de pares), na pré-pandemia”, projetou o dirigente.

“O estrago foi muito grande, mas esperamos que com a vacinação em massa e as coisas retornando ao normal possamos experimentar uma recuperação. Mas ainda vamos ficar longe do ideal”, acrescentou o executivo, ressaltando que para que o crescimento seja sustentável é preciso que o Estado brasileiro promova as reformas estruturantes necessárias, especialmente a tributária. “Vivemos em um manicômio tributário. Não havendo uma reforma neste sentido, não teremos como sustentar a recuperação”, disse.

Exportações

Respondendo por cerca de 15% das vendas do setor calçadista brasileiro, as exportações terminaram 2020 com um revés de 18,6% em pares (93,8 milhões de pares) e de 32,3% em dólares (US$ 658,3 milhões) no comparativo com 2019, pior resultado em quase quatro décadas. Assim, com o retorno gradual das negociações internacionais, especialmente as grandes feiras comerciais, a expectativa é de um crescimento de 14,9% ao longo de 2021 (108 milhões de pares). “Ainda assim ficaremos 6,5% aquém de 2019”, disse Ferreira.

Segundo Ferreira, os principais destinos das exportações, em 2020, seguiram sendo Estados Unidos (9,3 milhões de pares e US$ 137,8 milhões, quedas de 22,1% e 30,8%, respectivamente); Argentina (7,7 milhões de pares e US$ 72,6 milhões, quedas de 23,5% e 30,8%) e França (7,1 milhões de pares e US$ 59,2 milhões, quedas de 10,7% e 2,1%). As principais origens dos embarques foram Rio Grande do Sul (22 milhões de pares e US$ 292,5 milhões, quedas de 28,8% e 34,8%); Ceará (33 milhões de pares e US$ 167 milhões, quedas de 14,5% e 28,1%); e São Paulo (6,4 milhões de pares e US$ 66,8 milhões, quedas de 16,5% e 35,3%). Confira as informações apresentadas na coletiva de imprensa AQUI.

Dados e estimativas

2020
Produção de calçados (jan-nov): -23,% (654,1 milhões de pares)
Produção de calçados (2020): -21,8% (710 milhões de pares)*
Exportação de calçados (2020): 93,8 milhões de pares (-18,6%) e US$ 658,3 milhões (-32,3%)
Emprego (nov): 255 mil postos diretos (-13%)

2021*
Produção de calçados: +14,1% (811 milhões de pares)
Exportação de calçados: +14,9% (108 milhões de pares)

* Projeções Abicalçados

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/01/2021 0 Comentários 596 Visualizações
Setor calçadista
Business

Setor calçadista deve crescer 19% em 2021

Por Gabrielle Pacheco 16/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

O ano de 2020 foi de dificuldades para o setor calçadista nacional, conforme informações da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Assim, dependente do mercado doméstico, para o qual são destinadas mais de 85% das vendas setoriais, a indústria calçadista viu sua produção despencar 27% (até outubro, conforme dados do IBGE). Para o final do ano, a projeção é de que a queda fique em torno de 25%, fazendo com que o setor retorne ao patamar produtivo de 16 anos atrás, na faixa de 650 milhões de pares. Entretanto, conforme um levantamento da Abicalçados, o setor deve obter um crescimento de 19% ao longo de 2021.

Assim, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a pandemia do novo coronavírus afetou severamente a indústria calçadista. Segundo ele, o setor deve encerrar o ano de 2020 com 250 milhões de pares a menos e com a perda de cerca de 20 mil postos de trabalho. Entretanto, ele afirma que a tendência de normalização do comércio com a vacinação em 2021, deve gerar estabilidade. “Assim, mesmo com o crescimento de 19%, infelizmente o setor ainda encerrará o próximo ano abaixo dos registros de 2019”, projeta Ferreira.

Medidas adotadas

Ferreira conta que o ano só não foi pior devido a algumas medidas de estímulos adotadas pelo Governo Federal, como a MP 936. Segundo ele, essa medida proporcionou a preservação de empregos através da flexibilização das jornadas e suspensões temporárias de contratos de trabalho. Além disso, permitiu que as empresas continuassem substituindo o pagamento de 20% sobre a folha de salários por 1,5% da receita bruta, excluindo as exportações. “Foram fundamentais (as iniciativas). O ano poderia ter sido muito pior do que foi”, avalia.

Por outro lado, o dirigente da Abicalçados ressalta que para dar continuidade a uma recuperação mais robusta e sustentável, é preciso avançar nas reformas estruturais do Estado brasileiro. Assim, especialmente no que diz respeito às reformas tributária e administrativa. “O certo é que não podemos conviver com um Estado do tamanho que está, com a dívida pública crescendo e os tributos sobre o setor produtivo elevados. É preciso desburocratizar e diminuir a carga tributária para termos o mínimo de competitividade para concorrer com os players internacionais, tanto aqui quanto além-fronteiras”, pontua.

Antidumping

A principal pauta para o setor calçadista em 2021 é a renovação e ampliação do direito antidumping. Esse atualmente é aplicado contra calçados importados da China, com o objetivo de garantir a concorrência leal no mercado interno brasileiro. A sobretaxa, atualmente em US$ 10,22 por par importado da China, vence em março de 2021.

Além da renovação da medida, a Abicalçados está pleiteando a ampliação do direito para Vietnã e Indonésia, países que também utilizam o dumping para competir nos seus principais mercados, caso do Brasil. Com isso, a medida é vista como fundamental para garantir a concorrência leal no mercado interno brasileiro, ainda mais diante do atual cenário, em que os países asiáticos já voltaram aos patamares produtivos pré-crise e que portanto devem aumentar suas exportações de produtos altamente subsidiados ao longo do próximo ano.

Dados*

2020
Produção (janeiro e outubro): -27%
Produção (projeção 2020): -25%
Exportação (janeiro a novembro): -19,4%

2021
Projeção produção (ante 2020) + 19%
Projeção exportação (ante 2020): + 21,2%

*Dados tabulados e projetados pela Inteligência de Mercado da Abicalçados

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2020 0 Comentários 673 Visualizações
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