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setor calçadista

Setor calçadista
Business

Setor calçadista deve produzir mais de 820 milhões de pares em 2022

Por Stephany Foscarini 29/03/2022
Por Stephany Foscarini

Com a gradual retomada no mercado interno e em especial das exportações, os calçadistas brasileiros devem produzir mais de 820 milhões de pares de calçados ao longo do ano. A projeção é da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e significa um incremento médio de 2,3% em relação a 2021. Mesmo com o resultado, o setor não deve recuperar as perdas registradas com a pandemia de Covid-19, ficando mais de 8% abaixo dos níveis produtivos de 2019. Esses e outros dados da atividade serão apresentados e comentados no próximo dia 13 de abril, no já tradicional Análise de Cenários, evento digital realizado pela entidade com o objetivo de trazer informações qualificadas para o setor calçadista. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no link.

A coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, destaca que o crescimento da produção em 2022 deve ser impulsionado pelas exportações de calçados, que no primeiro bimestre do ano somaram o envio de 27,57 milhões de pares para o exterior, gerando US$ 209,23 milhões, incrementos em volume (+40%) e em dólares (+70,8%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado. “Em 2022, as exportações devem seguir sendo o motor do crescimento da atividade, com reflexos na geração de empregos para atender à crescente demanda internacional, especialmente dos Estados Unidos, nosso principal destino no exterior”. Além de Priscila, participa do Análise de Cenários o professor e doutor em Economia Marcos Lélis.

Também serão apontadas as projeções de curto prazo. É um evento fundamental para acompanhar a dinâmica do setor calçadista brasileiro”.

Além dos dados produtivos, no evento serão detalhados os diferentes segmentos de calçados, dados da balança comercial internacional, empregos por Estado, entre outros. “Também serão apontadas as projeções de curto prazo. É um evento fundamental para acompanhar a dinâmica do setor calçadista brasileiro”, conta Priscila.

Relatório Setorial

O evento Análise de Cenários marca também o lançamento do Relatório Setorial – Indústria de Calçados, publicação desenvolvida pela Abicalçados desde 2016 que traz dados e avaliações do setor calçadista nacional.

Serviço

Análise de Cenários + Lançamento Relatório Setorial Indústria de Calçados
Data: 13/04
Horário: 14h
Inscrições aqui

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/03/2022 0 Comentários 514 Visualizações
Business

Mulheres que constroem o setor calçadista

Por Stephany Foscarini 15/03/2022
Por Stephany Foscarini

Maiores consumidoras de calçados no mundo, as mulheres também têm papel fundamental na construção do setor calçadista brasileiro. Atuando em todos os níveis, elas respondem por cerca de 50% dos empregos e ocupam 33% dos cargos de liderança na atividade. E o índice, conforme percepção dos calçadistas, vem aumentando nos últimos anos.

Dentro da própria Abicalçados, hoje temos uma equipe feminina que responde por 70% do quadro de colaboradores. O mesmo ocorre em diversas entidades representativas”.

A coordenadora de Promoção de Imagem da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Alice Rodrigues, destaca que, embora o setor ainda seja “masculino”, essa é uma realidade que vem mudando gradativamente. “Dentro da própria Abicalçados, hoje temos uma equipe feminina que responde por 70% do quadro de colaboradores. O mesmo ocorre em diversas entidades representativas”, conta.

Na matéria especial deste mês, destacamos justamente a participação feminina na indústria calçadista brasileira, que com uma produção superior a 800 milhões de pares ao ano é a maior do Ocidente e a quinta maior do planeta. Conheça histórias de cinco mulheres que participam ativamente e atuam nos mais variados setores dentro das empresas de calçados do Brasil.

Força feminina

Com 164 funcionários, sendo 45% mulheres, a Ferricelli, de Franca/SP, tem na força feminina, inclusive em cargos de liderança, um mote do seu desenvolvimento. Janaína Rezende, gestora de Exportação da empresa, iniciou sua carreira no setor calçadista em 1999, após conclusão do curso superior em Comércio Exterior. “Sempre busquei estudar a área de comércio internacional, especialmente diante da importância da exportação para a minha cidade – Franca, o principal polo de calçados masculinos do País -, que sempre foi inovadora no quesito”, conta.

Nos últimos anos, presenciamos mudanças grandiosas para as mulheres, que cada vez mais conquistam espaço nas diversas atividades. É uma evolução da humanidade, mas ainda temos muito o que conquistar”.

Segundo ela, há 23 anos, o setor calçadista era muito mais masculino. “Nos últimos anos, presenciamos mudanças grandiosas para as mulheres, que cada vez mais conquistam espaço nas diversas atividades. É uma evolução da humanidade, mas ainda temos muito o que conquistar”, avalia Janaína, para quem a relação com a atividade do calçado é de amor. “Não me vejo trabalhando ou exercendo outra atividade na minha vida”.

Trabalhando diretamente na produção de calçados no grupo Danper, de Nova Serrana/MG, Franciele Cechinatto, é responsável pelo acabamento dos produtos. “Eu gosto de exercer esse trabalho que faço, principalmente porque é muito gratificante quando você vê alguém calçando um produto que passou pelas suas mãos”, afirma. Franciele, que se diz muito detalhista, conta que a atividade casa com a sua personalidade, o que criou um vínculo ainda maior com o trabalho de acabamento dos produtos. Empresa em crescimento no polo calçadista mineiro, a Danper possui 82 funcionários, sendo 35 mulheres (43%).

Hoje, vejo que a mulher vem ganhando o seu espaço no mercado, não somente de calçados. É muito bom ver esse reconhecimento, mas temos que saber que os elogios são degraus para sempre buscarmos mais espaço”.

Realizada profissional e pessoalmente atuando no segmento calçadista, a diretora Comercial e de Exportação no grupo Parô Calçados, de São João Batista/SC, Schirley Booz Sa, começou sua carreira em 1997. Schirley é uma das mulheres do quadro de colaboradores da calçadista que tem 222 funcionários e a presença feminina representa quase 60%. Com passagem por outras empresas do polo catarinense, sua atuação, inclusive, levou a um convite do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SC), para o qual ela gerencia projetos com pequenas empresas do cluster local. “Quando iniciei minha carreira no calçado, a mulher era muito discriminada. Não foi fácil ser mãe, esposa e gerente comercial, viajando mais da metade do meu tempo”, recorda, lembrando que, na época, ainda sofria com o julgamento por ser uma das poucas mulheres nos grupos de viajantes para feiras nacionais. “Hoje, vejo que a mulher vem ganhando o seu espaço no mercado, não somente de calçados. É muito bom ver esse reconhecimento, mas temos que saber que os elogios são degraus para sempre buscarmos mais espaço”, avalia Schirley.

Referência no mercado de calçados casuais masculinos, a Pegada, de Dois Irmãos/RS, tem na força feminina parte importante da sua posição de destaque. Com um total de mais de 3,7 mil colaboradores, as mulheres representam 46% do quadro de funcionários da fabricante. Uma delas é Márcia Birk, que atua há mais de três décadas na atividade e atualmente ocupa posição no setor de produção da Modelagem da empresa. Mãe de trigêmeas, Márcia tem a “jornada dupla”, realidade de muitas mulheres nas mais diversas atividades. Segundo ela, apesar de não ser tarefa fácil, é gratificante. “Todas as empresas nas quais trabalhei até hoje são do setor calçadista. Nos 21 anos dentro da Calçados Pegada passei por diversas funções em setores diferentes. Quando penso nisso, passa um filme de toda a minha trajetória dentro da indústria, em um trabalho que gosto e me dedico muito”, conta, ressaltando a admiração que tem por mulheres guerreiras, “a maior força do mundo”.

Aqui na empresa, além de mais de 50% de todo o corpo de funcionários ser feminino, temos cargos de liderança ocupados por mulheres. Estamos conquistando cada vez mais espaço”.

No polo calçadista de Jaú/SP, a Mariotta tem 273 colaboradores. Destes, 154 são mulheres, o que representa 56% do quadro de funcionários. Uma delas é a coordenadora de Recursos Humanos da empresa, Eliani Maria Mareschachi, que destaca a facilidade multitarefas das mulheres, bem como o capricho com o trabalho. Vinda do ramo de metalurgia, a coordenadora está desde 2017 na Mariotta. “Gosto muito de trabalhar com o setor calçadista pelo dinamismo, pelos desafios”, diz. Segundo ela, a presença feminina vem crescendo no setor, apesar de ainda existir um caminho a ser percorrido. “Aqui na empresa, além de mais de 50% de todo o corpo de funcionários ser feminino, temos cargos de liderança ocupados por mulheres. Estamos conquistando cada vez mais espaço”, acrescenta.

Depoimentos

“Mulher, nunca desista do que você sonha e busca. O setor calçadista é de muitos ensinamentos e aprendizados. Quero deixar aqui, em nome da equipe Ferricelli, um Feliz Dia da Mulher, hoje e sempre”, Janaína Rezende, gestora de Exportação da Ferricelli.

“Mulher é muito mais que apenas um gênero. É ter desafios diários e força para ultrapassá-los! A cada dia estamos conquistando o nosso espaço perante a sociedade. por isso, gostaria de parabenizar todas as mulheres do setor”, Franciele Cechnatto, colaboradora do setor de acabamentos do grupo Danper.

“Mulheres busquem seu ideal, busquem aprender sempre! Vocês são especiais! Acreditem sempre e tenham um feliz Dia das Mulheres”, Schirley Booz Sa, diretora comercial e de Exportação da Parô Calçados.

“Quero parabenizar todas as mulheres, principalmente aquelas que trabalham no ramo calçadista, pelo seu Dia. Mulheres com garra, esforçadas e determinadas, que permanecem nove horas por dia se dedicando ao seu trabalho e que ainda se dedicam à sua casa. Toda a minha admiração por essas mulheres que, sem perder a delicadeza, são a maior força do mundo”, Márcia Birck, colaboradora do setor de Modelagem da Calçados Pegada.

“A mulher vem conquistando cada vez mais espaço em todas as profissões. Sabemos que existe um gap, mas que ele vem diminuindo. A mulher tem mais facilidade no trabalho multitarefa, além de ter mais cuidado com os detalhes”, Eliani Maria Mareschachi, coordenadora de Recursos Humanos da Mariotta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/03/2022 0 Comentários 731 Visualizações
Business

Setor calçadista gerou 26,78 mil vagas em 2021

Por Stephany Foscarini 02/02/2022
Por Stephany Foscarini

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que o setor calçadista nacional recuperou o nível de postos de 2019, portanto na pré-pandemia. Ao longo de 2021 foram geradas 26,78 mil vagas na atividade, encerrando o ano com mais de 266 mil pessoas empregadas nas fábricas de calçados, número idêntico ao registro de 2019 e 11,2% maior do que o de 2020.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o número reflete a recuperação da atividade ao longo do ano passado, especialmente a partir do segundo semestre. “O setor calçadista responde muito rapidamente aos estímulos da demanda. Neste caso, ainda tivemos o ótimo resultado das exportações de calçados, que cresceram mais de 32% em 2021 (em volume)”, explica o executivo, ressaltando que é a primeira vez que o setor encerra o ano com saldo positivo desde 2016, quando somou a geração de 3,6 mil vagas.

Em 2021, conforme dados da entidade, a produção de calçados cresceu 8% até novembro – último dado disponível -, o que deve fazer o setor encerrar o ano com mais de 825 milhões de pares produzidos. Já a exportação encerrou o ano passado em 123,4 milhões de pares.

Estados

O Estado que mais emprega no setor calçadista brasileiro é o Rio Grande do Sul, que encerrou o ano com 76 mil pessoas empregadas na atividade, 10,5% mais do que em 2020. O segundo Estado que mais emprega no setor é o Ceará, que fechou 2021 com 61,5 mil vagas na atividade, 4,3% mais do que no ano anterior. O terceiro empregador da atividade é a Bahia, que somou 35,7 mil postos de trabalho em 2021, 32,5% mais do que em 2020, sendo o Estado com melhor recuperação de emprego ao longo do ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/02/2022 0 Comentários 556 Visualizações
Business

Setor calçadista deve crescer mais de 12% em 2021

Por Ester Ellwanger 17/12/2021
Por Ester Ellwanger

Com mais de cinco mil fábricas que empregam diretamente cerca de 280 mil pessoas em todo o Brasil, o setor calçadista deve crescer mais de 12% em 2021. A estimativa é da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O crescimento será impulsionado pelas exportações de calçados, que devem ter incremento de mais de 30% no ano.

A partir de 2021, com o avanço da vacinação, a abertura do comércio físico e a retomada da demanda internacional, passamos a ter uma recuperação”.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que 2021 foi um ano de recuperação gradual, especialmente a partir do segundo semestre. “No ano passado, em função da pandemia de Covid-19, registramos um tombo de mais de 18%, voltando ao patamar produtivo de mais de uma década atrás. A partir de 2021, com o avanço da vacinação, a abertura do comércio físico e a retomada da demanda internacional, passamos a ter uma recuperação”, avalia. Segundo ele, mesmo com o crescimento de mais de 12%, o setor deve encerrar o ano com uma produção 8,4% menor do que a de 2019.

A produção de calçados para 2021 está estimada em quase 860 milhões de pares, o que coloca o Brasil na quinta posição entre os maiores produtores do planeta, atrás da China, Índia, Vietnã e Indonésia. Conforme os dados mais atuais elaborados pela Abicalçados, entre janeiro e outubro o setor cresceu 12,7%.

Se o mercado interno patinou na recuperação ao longo do ano, o mesmo não ocorreu com as exportações. Entre janeiro e novembro, conforme a Abicalçados, foram embarcados para o exterior 110,77 milhões de pares, que geraram US$ 805,7 milhões, incrementos tanto em volume (+31%) quanto em receita (+34,6%) na relação com o mesmo período de 2020. O número, em pares, já é 5,6% superior ao do mesmo período de 2019. Projeções da entidade apontam que os embarques devem encerrar o ano com incremento médio de 30% sobre o ano passado, com crescimento de mais de 5% sobre 2019.

Intensivo em mão de obra, o setor calçadista também registrou um incremento de mais de 37 mil postos ao longo do ano. Em outubro, estavam empregadas na atividade mais de 282 mil pessoas, 13% mais do que no mesmo mês do ano passado e 0,6% menos do que em 2019. “A atividade responde muito rapidamente aos estímulos da demanda. Com a recuperação do consumo, tivemos um incremento importante no estoque de empregos. A manutenção da desoneração da folha de pagamentos também teve um papel importante nesse resultado, pois permitiu que as empresas seguissem gerando postos de trabalho sem uma maior oneração tributária”, avalia Ferreira.

 

Próximo ano

Para 2022, a Abicalçados estima a continuidade da recuperação. A projeção da entidade é um crescimento em torno de 3% na produção, o que ainda deve deixar o setor 6% abaixo dos níveis produtivos da pré-pandemia. Já as exportações devem ter um incremento de mais de 5%, em volume, com resultado 7,5% maior do que em 2019. “A indústria calçadista, como tradicionalmente, deverá crescer mais do que o PIB brasileiro”, conclui o executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/12/2021 0 Comentários 879 Visualizações
Business

Setor calçadista gerou mais de 37 mil postos no ano

Por Stephany Foscarini 07/12/2021
Por Stephany Foscarini

Experimentando recuperação gradual, que ganhou mais força a partir do segundo semestre deste ano, o setor calçadista brasileiro comemora a criação de mais de 37 mil postos de trabalho entre janeiro e outubro. Foram 31 mil vagas geradas somente de junho e o mês dez. Os dados, elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), apontam que em outubro a atividade somou 282,8 mil postos de trabalho diretos em todo o Brasil, 13% mais do que em outubro passado e 0,6% menos do que em outubro de 2019.

Os números, evidentemente, se traduzem na geração de empregos. O setor calçadista, por ser intensivo em mão de obra, responde muito rápido às melhorias do mercado”.

Para o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, os dados apontam para a importância do arrefecimento da Covid-19 e a liberação do comércio físico. Além disso, as exportações de calçados vêm ajudando na recuperação. Entre janeiro e outubro, as exportações somaram 99 milhões de pares, gerando US$ 712,4 milhões, incrementos de 32,2% em volume e de 30,7% em receita na relação com o mesmo ínterim do ano passado. No comparativo com o acumulado de 2019, as exportações de calçados estão 2,7% superiores em volume e 13,2% inferiores em dólares. No mercado interno também existe uma recuperação, mas menos intensa, de incremento de 24% nas vendas do varejo. “Os números, evidentemente, se traduzem na geração de empregos. O setor calçadista, por ser intensivo em mão de obra, responde muito rápido às melhorias do mercado”, avalia Ferreira.

Estados

Entre os estados brasileiros, o que mais gerou vagas entre janeiro e outubro foi o Rio Grande do Sul. Principal empregador na atividade, com ⅓ das vagas totais, o Estado gerou mais de 10 mil postos no período. Com o resultado, o setor calçadista gaúcho atinge 85 mil pessoas empregadas na atividade, 11,4% mais do que em outubro passado e 6,3% menos do que em outubro de 2019.

O segundo estado que mais emprega no setor calçadista brasileiro é o Ceará. Entre janeiro e outubro, as empresas locais geraram 3,5 mil postos, fechando o mês dez com 62,3 mil pessoas empregadas na atividade, registro 7,1% superior ao de outubro passado e 9,8% superior ao de outubro de 2019.

A Bahia é o terceiro maior empregador do setor calçadista nacional. Entre janeiro e outubro, as fábricas baianas geraram 8,6 mil vagas, fechando o décimo mês do ano com 35,7 mil pessoas empregadas na atividade. O número é 32,8% superior ao de outubro passado e 22% superior ao de outubro de 2019.

Na quarta posição no ranking de empregos gerados na atividade calçadista, São Paulo gerou 7,5 mil postos entre janeiro e outubro. Com o resultado, o Estado soma 32,5 mil pessoas empregadas na atividade, 23% mais do que no mesmo período de 2020 e 12,8% menos do que no mês correspondente de 2019.

O quinto maior empregador do setor é Minas Gerais. No Estado, foram criadas 4,37 mil vagas entre janeiro e outubro, fechando o mês dez com 30,5 mil postos na atividade, 10% mais do que no mesmo período de 2020 e 11% menos do que no intervalo correspondente de 2019.

Estados que mais empregam no setor

1º Rio Grande do Sul
85 mil postos

2º Ceará
62,3 mil postos

3º Bahia
35,7 mil postos

4º São Paulo
32,5 mil postos

5º Minas Gerais
30,5 mil postos

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/12/2021 0 Comentários 412 Visualizações
Business

Grendene encerra período com R$ 2 bilhões em caixa

Por Milena Costa 02/08/2021
Por Milena Costa

A Grendene registrou, no primeiro semestre de 2021, receita bruta de R$ 1,1 bilhão, um avanço de 6,9% frente ao mesmo período de 2019, enquanto atingiu um volume de pares embarcados da ordem de 58,9 milhões, um incremento de 0,4%. Também em comparação ao ano retrasado, o EBIT recorrente da empresa atingiu R$ 113,5 milhões, 64,6% maior; o lucro líquido recorrente foi de R$ 171,2 milhões, um crescimento de 22,7%; e a receita líquida chegou a R$ 881,3 milhões, avanço de 7,1%.

Devido ao cenário econômico atípico enfrentando por empresas, com paralisação quase total das atividades industriais por conta da pandemia do novo Coronavírus, no segundo trimestre do ano, a Grendene optou por comparar seus últimos resultados com os obtidos no mesmo período de 2019.

No segundo trimestre deste ano, a companhia atingiu receita bruta de R$ 437,7 milhões, retração de 11,9% em comparação com 2019, enquanto o volume de pares embarcados para esse período foi de 23,5 milhões, recuo de 21,9%. Já a receita bruta/par foi de R$ 18,60, um incremento de 12,7% em comparação com o mesmo intervalo.

O diretor de Relações com Investidores da Grendene, Alceu Demartini de Albuquerque, explica que, além de questões sazonais, o segundo trimestre de 2021, principalmente março e abril, foi marcado por uma nova aceleração da pandemia. “A imposição de medidas mais rigorosas para conter o avanço da doença resultou em um aumento do nível de incerteza acerca da dimensão da crise e da retomada da economia como um todo”, analisa.

foi constatado um crescimento expressivo do consumo frente aos dois meses anteriores”

Ainda segundo o executivo, maio foi um ponto de inflexão no trimestre. “Em virtude da aceleração da vacinação, da flexibilização das medidas de restrição à circulação com a reabertura do comércio e do aumento do otimismo, foi constatado um crescimento expressivo do consumo frente aos dois meses anteriores”, pontua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/08/2021 0 Comentários 688 Visualizações
Business

Socorro do benefício emergencial e o impacto no setor calçadista

Por Milena Costa 14/06/2021
Por Milena Costa

Almejando uma retomada já nos primeiros meses de 2021, o setor calçadista foi pego de surpresa pelo acirramento da crise da Covid-19, especialmente diante da explosão de casos em grandes centros e a consequente necessidade de fechamento do comércio por mais tempo do que o previsto.

Com a maior parte das vendas no mercado interno, onde comercializa mais de 85% da sua produção total, a indústria calçadista nacional chegou a criar 18,6 mil postos de trabalho nos dois primeiros meses do ano, na onda do otimismo da retomada do consumo. Nos dois meses seguintes, com o recrudescimento da Covid-19 e a volta das restrições ao comércio físico, o setor perdeu mais de mais de 10,5 mil empregos. Atualmente, o setor calçadista emprega 255 mil pessoas de forma direta em todo o Brasil.

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, destaca que a queda deve arrefecer com a possibilidade de redução de jornada e suspensão de contratos de trabalho, proporcionada pela reedição do Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm). “Como o benefício foi reeditado somente no final de abril, não houve tempo para estancar uma perda maior de postos. Em maio teremos um reflexo importante”, projeta o dirigente.

Postos poupados

Levantamento da Abicalçados aponta que desde a reedição do BEm, no final de abril, foram realizados mais de 60 mil acordos no âmbito da indústria calçadista, 56,6 mil deles só em maio. “Podemos dizer que boa parte desses 60 mil acordos salvaram milhares de empregos que seriam perdidos na indústria calçadista”, acrescenta.

“Podemos dizer que boa parte desses 60 mil acordos salvaram milhares de empregos que seriam perdidos na indústria calçadista”

Para Ferreira, uma possível recuperação só poderá ser sentida a partir de julho, com o avanço da vacinação em massa e a normalização das atividades do comércio físico de calçados em grandes centros de consumo. “Devemos encerrar o ano com crescimento de 12% na produção de calçados, o que deve ter impacto positivo no emprego”, conclui o executivo.

Criado no ano passado, o BEm permite que empresas reduzam jornada ou suspendam contratos de trabalho, sendo que o Governo Federal paga complemento salarial para o trabalhador durante o período do acordo, gerando fôlego para a empresa e evitando demissões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/06/2021 0 Comentários 581 Visualizações
Business

Exportações de calçados seguem em recuperação

Por Milena Costa 09/06/2021
Por Milena Costa

Mesmo diante de uma base comparativa fraca, o setor calçadista está comemorando a recuperação gradual das suas exportações. Entre janeiro e maio, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), foram embarcados 49,3 milhões de pares, que geraram US$ 323,57 milhões, altas de 24,7% em volume e de 9,8% em receita no comparativo com igual período do ano passado. Somente em maio, foram embarcados 8,77 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 65,2 milhões, expressivos incrementos de 223% em volume e de 172,8% em receita no comparativo com maio de 2020. Além disso, foi a terceira alta consecutiva, mesmo em relação aos respectivos meses de 2019.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que os embarques seguem em recuperação e que o setor deve fechar 2021 com exportações 13% superiores a 2020. “Nos próximos meses, a base de comparação não será tão fraca como a dos primeiros cinco meses, por isso cresceremos menos”, destaca o dirigente. Segundo ele, diante do avanço da vacinação contra Covid-19 e a normalização do comércio mundial, a expectativa é de recuperação de parte do estrago de 2020, quando os embarques caíram 18,6%. “Mesmo com essa recuperação, não recuperaremos as perdas do ano passado”, acrescenta.

Destinos

Nos primeiros cinco meses de 2021, o principal destino do calçado brasileiro foi oss Estados Unidos, para onde foram embarcados 5,38 milhões de pares por US$ 70,1 milhões, altas de 41,2% em volume e de 21,6% em receita no comparativo com igual ínterim de 2020.

O segundo destino do período foi a Argentina, para onde foram embarcados 4,15 milhões, que geraram US$ 38,48 milhões, incrementos de 44% e 30,6%, respectivamente, ante mesmo intervalo do ano passado.

O terceiro destino dos cinco primeiros meses do ano foi a França. No período, os franceses importaram 3,1 milhões de pares, pelos quais pagaram US$ 23,46 milhões, altas de 16,7% e 20,5%, respectivamente, diante do mesmo período de 2021.

Origens

O Rio Grande do Sul seguiu sendo o principal exportador do setor calçadista no Brasil. Nos primeiros cinco meses, os calçadistas gaúchos embarcaram 11,82 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 136,75 milhões, altas de 27,8% em volume e de 8,3% em receita em relação a 2020.

O segundo exportador de 2021 é o Ceará, de onde partiram 15,7 milhões de pares, que geraram US$ 82 milhões, incrementos de 14,5% e 5,4%, respectivamente, ante os cinco primeiros meses de 2020.

São Paulo apareceu no terceiro posto entre os exportadores. Nos cinco meses de 2021, os calçadistas paulistas embarcaram 3,45 milhões de pares por US$ 36 milhões, altas de 25,1% e 18,2% ante o período correspondente de 2020.

Foto: Divulgação/Abicalçados | Fonte: Assessoria
09/06/2021 0 Comentários 468 Visualizações
Business

Setor calçadista modifica realidade em cidades brasileiras

Por Milena Costa 25/05/2021
Por Milena Costa

Presente com força econômica em dez estados brasileiros, o setor calçadista nacional emprega, diretamente, mais de 260 mil pessoas, tendo impacto direto no desenvolvimento econômico e social. Em cidades menores, a importância se torna ainda maior, transformando realidades e, consequentemente, incrementando os índices de desenvolvimento humano.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que muitas cidades brasileiras passaram a existir no mapa econômico a partir do setor calçadista.

“Os ganhos sociais não são somente no setor calçadista, que como todos sabem é intensivo em mão de obra. Quando uma fábrica se instala em uma cidade, vão atrás de pousadas, restaurantes, supermercados, farmácias e o comércio em geral. Movimenta toda a economia”, avalia o executivo.

A movimentação econômica gerada a partir da instalação de uma indústria calçadista é sentida não só com o surgimento de novos negócios, como também a partir de indicadores de desenvolvimento. Um deles é o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para aferir o desenvolvimento de sociedades em quesitos como educação, saúde, renda. Dessa forma, reflete a importância da indústria calçadista para as cidades onde está inserida. Em algumas, o IDH dobrou após a instalação das fábricas, que além de empregos, geraram desenvolvimento por meio de incremento em infraestrutura e investimentos.

Sugar Shoes: melhoria da qualidade de vida no Ceará

O Grupo Sugar Shoes/Neorubber, que começou a produzir calçados em 1998 com 70 funcionários em Picada Café, no Rio Grande do Sul, expandiu sua produção em 2000 para a cidade de Senador Pompeu, no Ceará. Em 2010 se junta ao grupo a empresa Neorubber, que hoje já possui unidades fabris em Capela de Santana/RS, Solonópole e Crateús, no Ceará. Ao todo, as fábricas do grupo empregam cerca de 2,9 mil pessoas. Destas, mais de 2 mil trabalham na unidade de Senador Pompeu. Quando a empresa chegou na cidade cearense, o IDH era 0,487 – baixo – , índice que pulou para 0,619 – médio/alto – em 2010 (último dado disponível). Um dos diretores do grupo, José Paulo Boelter, conta que a fábrica da empresa é a única da cidade. “Senador Pompeu é uma cidade antes e outra depois, a instalação da fábrica mudou a vida das pessoas. E esse é o papel da indústria, melhorar a qualidade de vida por meio do emprego e da renda”, fala Boelter, ao citar que o comércio da cidade se desenvolveu a partir da chegada da empresa.

Outro fato que orgulha o empresário é que a fábrica já emprega os filhos dos primeiros colaboradores.

“Isso é maravilhoso na sucessão dos sócios e, muito mais, quando nos vemos na equipe de trabalho. Preservando a história que é da empresa, mas também de toda a comunidade de todos os colaboradores que passaram e continuam aqui. Podemos ter prédios e máquinas, mas as pessoas são nosso maior patrimônio”, frisa Boelter.

Beira Rio: mais empregos em toda cadeia do interior do RS

Outra gigante do setor calçadista nacional é a Beira Rio, com dez fábricas localizadas no Rio Grande do Sul. Uma dessas plantas está em Mato Leitão, município do interior gaúcho com pouco mais de cinco mil habitantes. Tendo a fábrica destruída por um incêndio em 2020, a Beira Rio investiu mais de R$ 43 milhões na reconstrução da planta. O presidente do grupo, Roberto Argenta, destaca que a mão de obra qualificada foi um dos atrativos para insistir na cidade. “Optamos sempre por cidades que fiquem geograficamente próximas da matriz e do cluster de fornecedores do Vale do Sinos, de onde compramos mais de 80% dos nossos insumos”, conta. A estratégia comercial do empresário acaba por gerar desenvolvimento econômico e social para os municípios que sediam as plantas. Em Mato Leitão, por exemplo, são 180 empregos diretos e outros 1.500 indiretos. “Os sapatos irão cortados para a costura de terceiros, o que trará mais agilidade e qualidade aos processos, por isso os empregos indiretos são ainda mais expressivos”, informa Argenta.

Com IDH de 0,746 – considerado alto – , Mato Leitão deve muito do seu desenvolvimento ao setor calçadista, especialmente à Beira Rio. O prefeito da cidade, Carlos Bohn, afirma que a empresa é responsável por 50% do retorno de ICMS ao município, o que possibilita investimentos públicos em prol da sociedade. “Após o incêndio, como forma de apoiar a reconstrução do projeto, concedemos incentivos fiscais previstos na legislação municipal, auxiliamos em terraplanagem, aterro e transporte de materiais”, conta o prefeito, ressaltando que os benefícios sociais e econômicos que a Beira Rio proporciona são imensos, por meio da geração de empregos e renda para as famílias, pelo movimento do comércio, dos serviços de transporte, alimentação e no fortalecimento da economia do município.

Potencial do setor

Apesar das dificuldades dos anos recentes, a indústria calçadista brasileira segue sendo a quarta mais importante do planeta, a maior fora da Ásia, tendo produzido mais de 763 milhões de pares no ano passado. A produtividade por trabalhador, que demonstra que a indústria faz a lição de casa intramuros, é uma das maiores do mundo. Conforme Relatório Setorial da Abicalçados, cada trabalhador brasileiro produz 3.480 pares por ano, mais do que nos países concorrentes do setor, caso da China (3.361 por trabalhador), Indonésia (1.991 por trabalhador) e Vietnã (920 por trabalhador).

“Fica muito claro que a indústria precisa de políticas públicas de apoio, especialmente no que diz respeito à diminuição urgente da carga tributária, que nos prejudica na concorrência com os principais players internacionais do mercado. Ao valorizar a indústria nacional, estamos oportunizando a geração de mais postos de trabalho, de uma nova realidade com mais qualidade de vida e, consequentemente, impulsionando não apenas o desenvolvimento regional como também do País”, conclui Ferreira, destacando o potencial da indústria calçadista nacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2021 0 Comentários 797 Visualizações
Business

Feira digital italiana gera US$ 1,5 mi para marcas brasileiras

Por Milena Costa 24/05/2021
Por Milena Costa

A Micam Milano Digital Show, feira italiana que aconteceu entre 8 de março e 8 de maio, foi um sucesso para as 17 marcas calçadistas brasileiras participantes. Conforme relatório da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), foram gerados mais de US$ 1,5 milhão em negócios, somando os realizados e alinhavados no evento, quase três vezes mais do que na Micam Digital passada. A participação verde-amarela se deu com o apoio do Brazilian Footwear, programa de fomento à exportação de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que foram mais de 64 mil pares de calçados comercializados durante o evento, com destaque para compras feitas por grandes importadores dos Estados Unidos, França, Itália, Rússia, Inglaterra, Alemanha, Colômbia, entre outros.

“No total, foram gerados contatos com mais de 30 países, uma procura mais efetiva e superior à registrada no evento anterior”, avalia Paola, ressaltando que tanto os consumidores quanto as marcas estão utilizando cada vez mais as plataformas digitais para efetivar negociações.

“Os eventos físicos foram prejudicados no período mais crítico da pandemia e com isso proliferaram os digitais. Existem vantagens de otimização de tempo e custos logísticos que vêm atraindo cada vez mais empresas para essa modalidade de negócios”, explica a analista, ressaltando que o Brazilian Footwear apoiará diversas ações do tipo ao longo de 2021. Uma pesquisa realizada pela Abicalçados revela que mais de 70% das empresas seguirão participando das ações digitais mesmo após a retomada dos eventos físicos.

O gerente de Exportação da Andacco, Leandro Oliveira, destaca que a experiência da marca foi considerada um sucesso comercial.

“Diante da impossibilidade de termos feiras presenciais, eventos digitais são ferramentas para podermos estar em contato com os clientes em tempos de isolamento social”, avalia, ressaltando que os negócios foram realizados com clientes dos Estados Unidos, Rússia, Itália e Índia, todos importantes players do mercado internacional de calçados.

Também satisfeito com a participação, o gestor comercial da Ferrucci, Leonardo Lachtermacher, ressalta a abertura de novos e importantes clientes durante o evento. “Pedidos ficaram engatilhados e já estão chegando na fábrica”, comemora. Segundo ele, outro fato relevante foi a alta procura por produtos de marca própria. “Os clientes buscavam nossa marca”, acrescenta o gestor.

Participaram do evento com o apoio do Brazilian Footwear as marcas Pampili, Opananken, Pegada, West Coast, Cravo&Canela, Andacco, Dumond, Capodarte, Malu Super Comfort, Vizzano, Modare Ultraconforto, Activitta, Ghetz, Ferrucci, La Femme, Plugt e Marrie Josefine.

Retomada

O setor calçadista, que viu suas exportações encolherem 18,6% em 2020 (para 93,8 milhões de pares), em virtude da pandemia do novo Coronavírus, espera uma retomada gradual ao longo de 2021. A expectativa é de um crescimento médio de 13%.

Fonte: Assessoria
24/05/2021 0 Comentários 548 Visualizações
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