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setor calçadista

logística reversa
Business

Abicalçados alerta para logística reversa do setor

Por Gabrielle Pacheco 15/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nos últimos meses, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) vem atuado na resolução de problemas referentes à logística reversa do setor em Mato Grosso do Sul. Isso porque, em dezembro de 2019 o governo local passou a exigir que as empresas que mantêm negócios no Estado estejam cadastradas no Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e que se adequem a diretrizes específicas em Logística Reversa. Assim, a medida gerou notificações para mais de 9,4 mil empresas, sendo cerca de 200 do setor calçadista.

Com isso, a advogada e coordenadora da Assessoria Jurídica da Abicalçados, Suély Mühl, destaca que, para aderir ao cadastro do Imasul, as empresas devem estar vinculadas às chamadas entidades gestoras, caso da Abicalçados. “Estamos intensificando esse trabalho de ajustes junto às empresas que possuem atuação no Mato Grosso do Sul, visto que muitas nem mesmo estão cientes das notificações”, conta. Além disso, ela acrescenta que as empresas que não se cadastrarem ao Imasul e regularizarem a situação junto ao Estado podem responder administrativamente, com multas que variam de R$ 5 mil a R$ 50 mil, e até mesmo criminalmente, com detenção. “Como forma de intensificar a fiscalização, o Governo autorizou o cruzamento de dados fornecidos pela Secretaria Estadual da Fazenda com o cadastro do Imasul”, alerta a advogada.

Próximos passos

A partir da aderência ao cadastro do Imasul, as empresas devem calcular as chamadas pegadas ambientais. Assim, no caso do setor calçadista, o cálculo se dá, basicamente, com relação às embalagens nas quais são envoltos os produtos.

Além disso, a regularização das empresas notificadas junto ao Estado, que deveria ocorrer até o dia 10 de dezembro, foi prorrogada para 31 de janeiro de 2021. O ciclo atual para cálculo da pegada ambiental é referente ao segundo semestre de 2018 e 2019 integral. Por lei, a indústria deve pagar o mínimo de 22% do total de pegada gerada. Segundo Suély, o valor é de cerca de R$ 180 por tonelada gerada, valor com desconto de 75% para empresas associadas à Abicalçados.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/12/2020 0 Comentários 736 Visualizações
feira
Variedades

Feira da Loucura por Sapatos encerra em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 14/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

Durante 11 dias, o público pode conferir descontos imperdíveis na Feira da Loucura por Sapatos, que encerrou neste domingo (13), na Fenac, em Novo Hamburgo. Assim, o evento reuniu mais de 100 expositores de sapatos, roupas, bolsas, acessórios e itens de utilidade doméstica. Entre os destaques desta edição, estão os protocolos de biossegurança. Para que ocorresse de forma segura, a Fenac Experiências Conectam, promotora da feira, adotou todas as medidas determinadas em Decretos Governamentais, como a limitação de visitantes e o uso obrigatório de mascáras.

De acordo com o diretor-presidente da Fenac, Marcio Jung, diante dos rigorosos protocolos de biossegurança adotados, está edição da feira serviu como um exemplo para demais locais em funcionamento. “O que se espera a partir desta edição da Feira da Loucura por Sapatos é que todos os ambientes com circulação de pessoas tenham este rigor e disciplina na aplicação dos protocolos de segurança”, contou. Além disso, ele destacou que durante 11 dias a Fenac se transformou em um grande centro comercial. “Conseguimos realizar uma feira com segurança, oportunizando condições para que as vendas acontecessem e trazendo oportunidades para os clientes fazerem suas compras com produtos de bom preço e qualidade, em um ambiente seguro”, complementou Jung.

Oportunidade para os comerciantes

Para os expositores, a feira surgiu como uma forma de reaproximação com o consumidor. “A Loucura por Sapatos é uma ótima oportunidade de apresentarmos nossa marca e avaliar a aceitação do público”, destacou Fabiano Lazzaretti, proprietário da Sapatos Confort. Assim, ele ainda explicou que a marca pretende estar presente no próximo ano. “Para nós, participar da Feira da Loucura por Sapatos é um projeto a longo prazo. Da primeira edição para esta, dobramos nosso espaço físico e pretendemos ampliar ainda mais o nosso estande para a próxima edição”, enfatizou Lazzaretti, explicando que o público aceitou bem as promoções da marca, que neste último dia estava vendendo mules por R$ 25 o par.

Já para a Tezão Modas, que participa da Feira da Loucura por Sapatos desde 2004, esta edição representou uma retomada. “Dentro do cenário atual, estamos muito felizes em ter participado desta edição da Feira da Loucura por Sapatos, pois estávamos parados desde março, já que trabalhamos exclusivamente em feiras”, destacou o proprietário da Tezão Modas, Tadeu Antônio Mottin. “Esta feira representa uma retomada para a nossa marca e mostra que feiras comerciais podem acontecer com segurança. Aqui na Fenac, por exemplo, os protocolos de biossegurança foram muito bem executados”, avaliou Mottin.

Clientes satisfeitas

Assim também, os visitantes que optaram por aproveitar a feira destacaram os descontos e a segurança do evento. Conforme a Fernanda Rosa e sua mãe, Ângela Rosa, moradoras de Sapucaia do Sul, elas sempre visitam a feira e neste ano não deixaram de aproveitar as promoções. “Já compramos seis pares de calçados, três bolsas e uma carteira”, contaram as visitantes. “Achamos a feira ótima, bem segura e tranquila em relação à quantidade de público. Um ambiente perfeito para fazer as compras”, destacaram mãe e filha. Além disso, outra visitante que aproveitou os descontos deste ano foi Jaqueline Souza, de Porto Alegre. “Venho quase todos os anos e nesta edição comprei calçados, bolsas, lençol”, contou. “Achei os preços ainda melhores que nas últimas edições”, avaliou Jaqueline.

Sobre a feira

A Feira da Loucura por Sapatos ocorreu de 03 a 13 de dezembro, das 09 às 20 horas, na Fenac, em Novo Hamburgo/RS. O evento foi promovido pela Fenac Experiências Conectam e contou com patrocínio Vero, parceira de verdade dos negócios locais. O protocolo de biossegurança da feira pode ser conferido na íntegra através da home do site: www.feiradaloucuraporsapatos.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/12/2020 0 Comentários 880 Visualizações
trabalho
Business

Setor calçadista abre 28 mil novos postos de trabalho

Por Gabrielle Pacheco 01/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

Depois de amargar um primeiro semestre, perdendo mais de 44 mil postos de trabalho, a indústria calçadista brasileira tem experimentado um período de recuperação. Conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), entre julho e outubro foram criadas 28 mil vagas. No entanto, o setor segue com saldo negativo de mais de 16 mil postos e está gerando 11,4% menos empregos do que no mesmo período de 2019. Atualmente, o setor emprega, diretamente, 252 mil pessoas.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a reabertura do varejo físico, especialmente em grandes centros comerciais, como São Paulo, foi fundamental para a recuperação dos postos. “São Paulo responde por mais de 40% do total comercializada pela indústria calçadista no mercado doméstico. Isso representa mais de 85% das vendas totais do setor”, explica.

Além disso, segundo Ferreira, o fechamento do comércio na primeira parte do ano teve um impacto muito forte na atividade. Assim, registrou uma perda de quase 60 mil apenas nos meses de abril, maio e junho deste ano, os mais agudos da crise. “Mesmo com uma recuperação gradual nos últimos meses de 2020, devemos fechar o ano com uma queda de produção na casa de 25%. Assim, vai nos levar ao patamar de 16 anos atrás, com cerca de 650 milhões de pares produzidos”, projeta o dirigente. Ele ainda reitera que o setor foi um dos mais prejudicados pela pandemia do novo coronavírus e as restrições impostas ao varejo físico.

Recuperação

Ferreira destaca que, no próximo ano, seguindo a tendência de recuperação da demanda doméstica e das exportações de calçados, o setor deve crescer em torno de 19%. “Mesmo assim, na melhor das hipóteses, com vacina e varejo liberado, não chegaremos ao patamar pré-crise. Ou seja, para empatar com 2019 somente em 2022”, conclui o executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/12/2020 0 Comentários 520 Visualizações
Calçados Bibi
Variedades

Calçados Bibi ganha prêmio de Melhores Franquias do Brasil

Por Gabrielle Pacheco 12/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pela oitava vez consecutiva, a Calçados Bibi celebra o recebimento de mais um prêmio Melhores Franquias do Brasil, da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Assim, anunciado no dia 8 de outubro, o prêmio é realizado em parceria com a Serasa Experian e destaca marcas que chegaram à excelência em avaliações de três quesitos: qualidade da rede, desempenho da rede e satisfação do franqueado.

“É gratificante colher os frutos de todo planejamento ao longo do ano”

“É muito importante para nós receber mais um prêmio 5 estrelas das Melhores Franquias do Brasil. Isto demonstra que todo o trabalho como franqueadora e o cuidado com os franqueados valeram a pena. É gratificante colher os frutos de todo planejamento ao longo do ano” comenta a presidente da Calçados Bibi, Andrea Kohlrausch. Atualmente a rede possui 120 unidades divididas em todas as regiões do país e no exterior. Além disso, recentemente a franquia lançou dois novos modelos de negócios, light e microfranquia, para a retomada no pós-pandemia da covid-19. Assim, a estratégia da marca é oferecer opções mais enxutas e econômicas para o “novo normal”.

De olho nas tendências

Conhecida por oferecer calçados que permitem o desenvolvimento feliz e saudável das crianças, a rede também está atenta as tendências dos setores de negócios e da moda. Com isso, observando as transformações digitais desde 2007, a Bibi acelerou seus projetos de digitalização com a integração entre as lojas físicas e o canal online, ampliando os meios de atuação da marca.

Além disso, no que diz respeito a moda, durante este ano, a Calçados Bibi lançou diferentes produtos para atender as demandas dos pais e crianças que estavam em casa, como o 2way Antiviral, calçado 2 em 1 que auxilia na proteção contra bactérias, impurezas e vírus. “Estamos sempre de olho nas tendências de mercado e estudando formas de implantar as inovações na Bibi. Ao longo dos anos, estamos apostando em melhorias e qualificação para aumentar a produtividade, atendimento ao cliente e novidades em produtos para os nossos clientes. Além, claro, de estudar novos formatos para uma expansão saudável”, finaliza Andrea.

Sobre a Calçados Bibi

Fundada em 1949, a Calçados Bibi é referência no mercado de calçados infantis. Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), a empresa produz mais de 2 milhões de pares ao ano. Assim, está em mais de 3.500 mil pontos de venda do país, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 120 lojas. Além disso, a marca de calçados infantis é pioneira e líder em desenvolver produtos a partir de pesquisas e estudos científicos. Conquistou reconhecimento do setor a partir do trabalho que desenvolve com os calçados fisiológicos e no emprego de tecnologia da palmilha Fisioflex Bibi – que proporciona a sensação de andar descalço no seu público-alvo.

Por fim, a empresa é a única calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais. Assim também comprova o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico, Social e Cultural. Conheça mais em: http://www.bibi.com.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/11/2020 0 Comentários 849 Visualizações
calçados
Business

Produção de calçados deve cair mais de 25% em 2020

Por Gabrielle Pacheco 06/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Jogar luz no quadro, por mais nebuloso que ele seja. Essa foi a missão do Análise de Cenários, evento realizado nesta quinta-feira (5) pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) com o apoio de sindicatos do setor calçadista e patrocínio da Blu. Aberta ao público, a terceira edição do ano foi on-line e conduzida pelo doutor em Economia, Marcos Lélis, e pela coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck.

Assim, Lélis iniciou a apresentação trazendo dados da macroeconomia e tendências para o final do ano e para 2021. Segundo ele, a China sairá antes da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, mudando a configuração da economia internacional. “A China já está do mesmo tamanho pré-pandemia, crescendo há dois trimestres seguidos. Sairá mais fortalecida que os demais países”, disse, ressaltando que o Tigre Asiático deve crescer 2% em 2020 e 8,2% em 2021, enquanto a economia mundial deve ter queda de 4,4% neste ano e um crescimento de 5,2% em 2021.

No Brasil, Lélis destacou o impacto do fim do auxílio emergencial, que deve ocorrer no início do próximo ano. “Mais de 55% da população brasileira foi beneficiada direta ou indiretamente pelo auxílio emergencial do Governo. Como será quando esse auxílio terminar?”, questionou.  Além disso, o problema do rombo nas contas públicas e a pressão sobre o câmbio, que vem alimentando um processo inflacionário crescente também preocupam, não somente para 2020, mas para o próximo ano. Isso porque “vai sobrar menos renda para consumir bens não essenciais, caso do calçado”, acrescentou Lélis.

Ainda segundo o economista, o auxílio emergencial, fundamental no período da pandemia, minou as possibilidades de investimento público. “Somente as últimas cinco parcelas do auxílio demandaram R$ 250 bilhões dos cofres públicos, o dobro de todo o investimento público realizado em 2019”, informou, ressaltando que em nove meses os gastos foram equivalente a nove anos de Bolsa Família. “Entre janeiro e agosto, o auxílio e demais benefícios emergenciais responderam por 54,9% do IBC-Br (índice que mede a atividade econômica). Ou seja, se hoje estamos 4,3% abaixo da atividade de janeiro, estaríamos 8,7% abaixo sem o auxílio. O impacto é enorme”, explicou.

Para 2020, Lélis destacou que a estimativa é de que o PIB brasileiro registre queda de 4,81%, para crescer 3,34% em 2021. “Como o crescimento foi de apenas 1,1% em 2019, ainda estaremos abaixo do nível pré-crise”, disse.

Calçados

Com uma queda produtiva de 30,9% entre janeiro e setembro, o setor calçadista vem experimentando uma recuperação nos últimos meses do ano, mas deve terminar o período 25% menor do que 2019. Assim, Priscila explica que a queda dos nove meses equivale a 208 milhões de pares a menos, como se o setor tivesse ficado quase três meses inativo.

Além disso, ela ressalta que pesou para o quadro os efeitos da pandemia, especialmente no mercado doméstico, que absorve mais de 85% da produção de calçados. “Assim como na economia em geral, os auxílios governamentais tiveram um impacto muito forte no comportamento do setor, de quase 30% sobre os crescimentos mensais, desde maio. Se não fosse esse impacto, estaríamos 36,8% abaixo dos resultados de janeiro e não 24,3% como estamos”, informou a coordenadora.

As melhoras tanto no comércio nacional quanto internacional têm auxiliado o crescimento da utilização da capacidade instalada da indústria de calçados, hoje em 62%. Em junho, ápice da crise, a utilização chegou a pouco mais de 30%. O impacto negativo no emprego também arrefeceu, embora o setor ainda tenha 14% menos mão de obra empregada do que em 2019. Desde o início do ano até setembro foram perdidos 25,8 mil postos. Por outro lado, Priscila destacou a recuperação no nível de empregos nos últimos meses. Entre julho e setembro foram criados quase 19 mil postos de trabalho, fechando o mês nove com 243 mil pessoas empregadas diretamente no setor.

Priscila destacou, ainda, o fato de que a produção brasileira de calçados caiu mais do que nos principais concorrentes. Na China, a queda até agosto ficou em 16%, na Índia 28,4% e no Vietnã 4,8%, enquanto no Brasil até o mês oito a queda foi de 34,8%. “A concorrência irá acirrar em 2021, visto que estes países, ainda que com queda acumulada no ano, já retornaram aos níveis mensais de produção pré-pandemia”, alertou.

Exportações

Embora também tenham registrado um arrefecimento nas quedas, as exportações de calçados brasileiros também diminuíram entre janeiro e setembro. No período, a queda foi de 24,4% (para 64,5 milhões de pares). A estimativa é que o ano feche com um revés de cerca de 26%, fazendo com que o setor retorne ao patamar de 37 anos atrás. Embora o impacto da pandemia tenha se disseminado por todo o mundo, o mais forte foi nos Estados Unidos, que teve um revés de 15,4% no consumo de calçados (no mundo o revés foi de 13% e no Brasil de 29%, conforme projeções da Abicalçados). Atualmente, os Estados Unidos são o principal destino do calçado brasileiro no exterior.

Projeções

Para 2021, Priscila estimou que o setor, mesmo com crescimento da produção ante 2020 (tem torno de 20%), deverá ficar aquém dos resultados de 2019. “A queda ante 2019 deve ficar na média de 15%”, projetou. Segundo ela, haverá um aumento da demanda interna e das exportações, essas últimas favorecidas pelo valorização do dólar sobre o real, que torna os preços brasileiros mais atrativos no exterior.

O Análise de Cenários é uma tradicional promoção da Abicalçados que tem o objetivo de auxiliar as empresas nas tomadas de decisões por meio de informações e projeções. Neste ano, em função da pandemia, além de serem realizadas três edições on-line, os eventos foram abertos ao público em geral. O patrocínio do evento foi da Blu e o apoio dos sindicatos das indústrias de calçados de Birigui, Franca, Jaú, Três Coroas, Igrejinha, Parobé, Nova Serrana, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

DADOS*

2020
Produção (janeiro e setembro): -30,9%
Produção (projeção 2020): -25%
Exportação (janeiro a setembro): -24,4%
Exportação (projeção 2020): -26%
Emprego (até setembro): -14%
Emprego (projeção 2020): – 17,5%

2021
Projeção produção (ante 2019): – 15%
Projeção exportação (ante 2019): – 11%

*Dados tabulados e projetados pela Inteligência de Mercado da Abicalçados

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/11/2020 0 Comentários 544 Visualizações
rodadas
Business

Rodadas digitais devem gerar US$ 1,2 milhão ao setor calçadista

Por Gabrielle Pacheco 09/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

As rodadas de negócios digitais realizadas por 20 marcas calçadistas brasileiras com compradores da América Latina entre 24 de agosto e 25 de setembro devem gerar US$ 1,2 milhão entre negócios fechados e alinhavados durante a iniciativa. A negociação foi apoiada pelo Brazilian Footwear, programa de fomento às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Com isso, a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, que acompanhou as rodadas, destaca que o modelo de negócios agradou as empresas participantes. Essas somaram US$ 220 mil em negócios imediatos e reportaram a expectativa de fechar mais US$ 960 mil em negociações decorrentes dos contatos realizados. Segundo Paola, foram mais de 380 contatos, a maior parte deles inéditos, com compradores importantes dos mercados da Colômbia, Peru e Chile. “Existe uma aceleração deste tipo de negociação digital, tendência que foi impulsionada pelas necessidades verificadas durante a pandemia do novo coronavírus. A cada evento, sentimos que as empresas estão mais preparadas e com os seus esforços proporcionando resultados mais expressivos”, avalia.

Participaram das rodadas marcadas via matchmaking – reuniões pré-agendadas de acordo com o interesse dos compradores – as marcas Marina Mello, Ferrucci, Tresilas, Suzana Santos, Renata Mello, Azillê, Kildare, Medical Line, Parô do Brasil, Parô Cool, 365 Days, Vicenza, Zagga, Marluvas, Klin, Luiza Barcelos, Pé com Pé, GB Footwear, RDi e Top Boot

Sobre o Brazilian Footwear:

Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Mais informações disponíveis em: www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear.

Sobre a Apex-Brasil:

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça em: www.apexbrasil.com.br.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/10/2020 0 Comentários 575 Visualizações
Business

Micam Milano acontece com restrições para brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 04/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em função da pandemia do novo coronavírus, a maior feira internacional para o calçado brasileiro acontece com restrições neste ano. Entre os dias 20 a 23 de setembro, a italiana Micam Milano física terá nove marcas verde-amarelas apoiadas pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, explica que apenas marcas com representantes locais conseguiram confirmar a participação, tendo em vista as restrições para entrada de brasileiros na Europa. “Por outro lado, a feira oportunizou que as marcas possam participar da Micam Milano digital sem estar presentes na mostra física”, conta. Também subsidiada pelo Brazilian Footwear, a Micam digital acontece entre 15 de setembro e 15 de novembro, em parceria com a NuOrder. “A mostra digital terá acesso a um banco de mais de 500 mil compradores cadastrados dos principais mercados do planeta”, conta Paola. As inscrições para a Micam Milano digital estão abertas pelo e-mail [email protected].

Feira

Considerada a maior feira de calçados do mundo, a Micam Milano ocorre duas vezes ao ano. Na mostra de setembro do ano passado, 76 marcas de calçados brasileiras apoiadas pelo Brazilian Footwear geraram U$ 42,64 milhões em negócios realizados in loco e alinhavados no evento.

Nesta edição, participam as marcas Madeira Brasil, Verofatto, Cecconello, Carrano, Rider, Ipanema, Grendha, Zaxy e Cartago.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2020 0 Comentários 675 Visualizações
Business

Fimec 2021 tem data para acontecer

Por Gabrielle Pacheco 27/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A 45ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes) já tem data para acontecer: dias 9, 10 e 11 de março de 2021, das 13 às 20 horas, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo. Com o mote “A única que tem tudo para criar o amanhã”, a feira apresentará uma indústria coureiro-calçadista cada vez mais sustentável, atenta aos comportamentos do mercado e baseada na economia circular. Este conceito econômico propõe uma mudança em toda a maneira de consumir, desde o design dos produtos até a relação com matérias-primas e resíduos, através da prática dos 5 Rs: reduzir, repensar, reaproveitar, reciclar e recusar.

Da produção à logística, a Fimec apresenta novidades em couros e peles, produtos químicos, componentes, máquinas, tecnologia e inovação para todo o setor calçadista – sendo reconhecida como a única feira do mundo que reúne toda a operação do setor coureiro-calçadista em um mesmo local. Na condição de maior feira do setor da América Latina, durante três dias a Fimec reunirá centenas de expositores com lançamentos de produtos, tecnologias e serviços, além de milhares de visitantes qualificados, proporcionando o ambiente ideal para prospecção e fechamento de negócios.

A feira ainda oferecerá diversas atrações, como o Fórum Fimec, que já está confirmado para acontecer no segundo dia de evento, 10 de março, reunindo debatedores e público em análises sobre Moda, Tecnologia e Negócios para a indústria calçadista. Outra tradicional atração já confirmada é a Fábrica Conceito, espaço que mostra a produção de calçados em tempo real, com o objetivo de apresentar ao visitante a aplicabilidade dos processos tecnológicos e produtos expostos no evento. O projeto é realizado pela Fenac Experiências Conectam, Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC) e Coelho Assessoria Empresarial. Já o Estúdio Fimec, espaço dedicado a pensar o futuro da moda, do desenvolvimento de produtos e do consumo, também estará presente em 2021. O estúdio abordará a sustentabilidade a partir dos três pilares que compõe o conceito: social, econômico e ambiental. A iniciativa é uma realização da Fenac com a Coelho Assessoria Empresarial e o Studio 10.

Novos desafios para as feiras de negócios

O diretor-presidente da Fenac, Marcio Jung, lembra os desafios que novo cenário traz às feiras de negócios. “Na Fenac, por exemplo, temos uma equipe que analisa cada situação, feira e segmento para encontrarmos a melhor forma de conduzir, pois não existe uma solução padrão. As feiras presenciais contarão com melhorias em termos de biossegurança, já outras feiras têm capacidade para se adaptar bem ao sistema híbrido, podendo ser virtual ou física”, pontua. Em relação ao papel das feiras de negócios para reaquecer o mercado, Jung destaca que as principais ferramentas são o diálogo e o conhecimento. “É fundamental neste momento ouvirmos os nossos interlocutores – expositores, clientes e o setor -, pois eles precisam participar desta reconstrução para formatarmos juntos esta nova maneira de fazer feira”, ressalta. “Além disso, devemos nos basear no que já vínhamos fazendo, que é focar no conteúdo especializado. Precisamos continuar trazendo momentos conhecimento e aprendizagem nas feiras, com palestras e conteúdos que possam transformar as pessoas e o dia a dia dos negócios”, conclui Jung.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2020 0 Comentários 870 Visualizações
Business

Abicalçados apresenta Brazilian Footwear para empresários

Por Gabrielle Pacheco 25/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A coordenadora de Promoção Comercial da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Letícia Sperb Masselli, apresentará o programa Brazilian Footwear para empresários a partir das 11 horas da próxima quarta-feira (26). As inscrições para o encontro, realizado pelo Sebrae Nacional e CNI, são gratuitas e podem ser feitas no link.

Em vigor desde o ano 2000, o Brazilian Footwear é promovido pela Abicalçados e pela  Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com o objetivo de alavancar as exportações brasileiras de calçados. O programa, renovado a cada dois anos, prevê investimentos por meio de subsídios para ações de promoção comercial – participação em feiras, showrooms, rodadas internacionais – e promoção de imagem do produto nacional no exterior.

Desde que foi assinado pela primeira vez, há duas décadas, o programa vem auxiliando as empresas brasileiras de todos os portes na inserção e na consolidação no mercado internacional. “Quando assinamos o primeiro convênio, no ano 2000, nosso calçado era exportado para 99 países. Com o apoio do Brazilian Footwear, especialmente no que diz respeito à diversificação de mercados, hoje exportamos para mais de 150”, conta Letícia, ressaltando que o programa apoia empresas independente do porte ou da maturidade para exportação, desenvolvendo ações de acordo com cada caso e objetivo além-fronteiras.

Além de apresentar o Brazilian Footwear, Letícia discorrerá sobre as oportunidades no mercado internacional no contexto pós-Covid. O evento contará ainda com apresentações de Verônica Couto (Sebrae Nacional) e Geison Ferreira (Vicenza).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2020 0 Comentários 567 Visualizações
Business

Setor calçadista opera com 52% da capacidade

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A crise provocada pelo novo coronavírus segue impactando o setor calçadista brasileiro, que deve terminar o mês de agosto operando com 52% de sua capacidade instalada. A afirmação foi feita no Análise de Cenários, evento realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) no último dia 20 de agosto. A segunda edição da iniciativa – que terá três edições neste ano – ocorreu no formato on-line e contou com apresentações do doutor em Economia Marcos Lélis e da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck.

O Análise de Cenários iniciou com uma apresentação do ambiente macroeconômico, impactado pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Lélis ressaltou que, apesar do arrefecimento da crise ao longo do segundo semestre, o PIB brasileiro deve fechar o ano com uma queda de 5,5%. No mundo, a queda média deve ser de 4,9%, revés puxado pelos Estados Unidos e Europa. Por outro lado, a China, que saiu antes da crise, deve ser o único país a crescer no ano da pandemia, na casa de 1%.

Lélis destacou que, apesar da liquidez internacional, o Brasil tem afugentado investimentos em função das constantes quedas na taxa de juros, hoje em 2% (Selic). “Mesmo com as quedas nas taxas, a atividade econômica não vem reagindo, devido às incertezas, e notamos o efeito colateral da fuga de capital, que vem pressionando o câmbio e aumentando os custos das empresas”, disse, ressaltando que até mesmo o FED (banco central norte-americano) alertou para a questão.

Consumo

Para o economista, o Brasil atingiu o ápice do endividamento das famílias no período da pandemia. Hoje, mais de 67% delas estão endividadas e com o poder de consumo combalido. O auxílio emergencial, segundo Lélis, é importante neste momento de pandemia, mas fez com que muitas pessoas migrassem para fora da força de trabalho (mais de 10 milhões). Na parcela mais recente do auxílio emergencial, mais de 63 milhões de brasileiros foram beneficiados. “Precisamos pensar em como sair disso sem ter impacto significativo na atividade econômica”, comentou, ressaltando que o custo do auxílio chega a mais de R$ 50 bilhões mensais, inibindo novos investimentos públicos, fator fundamental para o crescimento sustentável da economia.

O investimento privado, também fundamental para o desenvolvimento econômico do País, segue baixo, em função da queda brusca na demanda. “O setor calçadista sofre ainda mais pela dependência que tem do varejo interno”, frisou. O fato pode ser ilustrado com a utilização da capacidade instalada, que hoje está em 72% para a indústria em geral e em 52% para o setor calçadista.

Projeções

Segundo Lélis, após a queda ao longo de 2020, o Brasil deve ter um incremento de 3,5% no PIB do próximo ano. Mesmo sendo uma boa notícia, segundo o economista, ainda não vai recuperar as perdas dos últimos anos. “Se isso acontecer – crescimento de 3,5% – vamos empatar com o PIB de 2014, de antes da crise de 2015”, projetou.

Produção de calçados

A segunda parte do evento contou apresentação focada no setor calçadista, que registrou uma queda de 36,2% na produção do primeiro semestre em relação a igual período de 2019. Segundo Priscila, o resultado foi impactado, especialmente, pelo ápice da crise, em abril, quando o setor registrou revés de 74%. “Existe uma expectativa de leve melhora no segundo semestre, com a abertura gradual do varejo, fazendo com que o ano feche com uma queda média na casa de 29%”, informou Priscila, acrescentando que a queda corresponde a quase 300 milhões de pares, ou quatro meses de produção. “Seria como se o setor tivesse parado de produzir por quatro meses ao longo de 2020”, destacou, ressaltando que o setor voltará ao patamar produtivo de meados dos anos 2000.

Exportações devem cair 27%

Além da queda da demanda doméstica, as exportações de calçados também devem impactar negativamente a atividade calçadista ao longo de 2020. Com queda de 24,9% em pares embarcados entre janeiro e julho, no comparativo com igual período do ano passado, as exportações devem fechar o ano com revés de 27%. “O principal impacto vem da perda no mercado norte-americano, principal destino das exportações brasileiras de calçados. No primeiro semestre, os Estados Unidos reduziram suas importações totais em 26,6%, ou mais de US$ 3,6 bilhões”, comentou. A queda nas importações originárias do Brasil foi 31,5%, mais de US$ 36 milhões.

Segundo destino dos embarques brasileiros, a Argentina, embora indique uma pequena retomada, também diminuiu suas importações totais de calçados no primeiro semestre, em 21% (- US$ 37 milhões). A queda brasileira foi de 25,5% (- US$ 14,9 milhões) no mesmo período.

Empregos

Fortemente impactado pela queda na demanda doméstica, o setor calçadista brasileiro perdeu 44 mil postos de trabalho no primeiro semestre, 19% da força de trabalho. Segundo Priscila, a projeção é de perda de até 57 mil postos de trabalho no ano, 21% menos do que o nível registrado em dezembro de 2019. “A MP 936, agora transformada em Lei, ajudou e vem ajudando o setor a segurar postos”, destacou. Segundo levantamento da Abicalçados, até julho 90% das empresas do setor utilizaram a medida em algum momento, tanto para redução da jornada como suspensão temporária do contrato de trabalho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 530 Visualizações
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