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setor calçadista

Business

Exportações de calçados caíram 33% até julho

Por Gabrielle Pacheco 10/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A expectativa de uma melhora nas encomendas do mercado externo foram frustradas em julho, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). No mês de julho, os calçadistas brasileiros embarcaram 6 milhões de pares, que geraram US$ 48,78 milhões, quedas tanto em volume (-26,8%) quanto em receita (-43,6%) ante o mesmo mês de 2019. Com o resultado, no acumulado dos sete primeiros meses de 2020, as exportações somaram 49,13 milhões de pares e US$ 379,27 milhões, quedas 24,5% e 33,1%, respectivamente, no comparativo com período correspondente do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que alguns dos principais mercados internacionais para o setor calçadista brasileiro, caso dos Estados Unidos e Argentina, estão demorando mais para sair da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Ele destaca que o maior mercado estrangeiro para o produto verde-amarelo, os Estados Unidos, viu seu PIB despencar quase 33% no segundo trimestre do ano, uma queda histórica, e que o fato aponta para uma queda no consumo naquele país. “A expectativa é de que registremos uma queda de 30% nas exportações ao longo de 2020, tendo uma pequena melhora somente no último trimestre do ano, isso a depender dos resultados das principal feira internacional para o setor, a Micam Milano, que acontece no final deste mês”, projeta o executivo.

Principal mercado internacional para o calçado brasileiro, os Estados Unidos foram destino de 4,97 milhões de pares, que geraram US$ 48,78 milhões nos sete primeiros meses do ano. As quedas foram de 31,1% em pares e de 36,8% em receita no comparativo com igual período de 2019. Somente no mês de julho, as exportações para os Estados Unidos caíram 28,2% em pares e 51,7% em receita no comparativo com julho do ano passado, alcançando 571,54 mil pares e US$ 9,32 milhões.

Já a Argentina, segundo destino do calçado verde-amarelo no exterior, foi destino de 3,72 milhões de pares, que geraram US$ 37,8 milhões nos sete primeiros meses de 2020. As quedas foram de 19,9% em volume e de 29,8% em receita no comparativo com período correspondente do ano passado. O recorte de julho aponta que os argentinos importaram 536 mil pares por US$ 5,4 milhões, quedas tanto em volume (-54,9%) quanto em receita (-47,8%) ante o mesmo mês do ano passado.

O terceiro destino do ano foi a França, mercado que teve recuperação em julho, com incremento de 123% em pares (619,58 mil) e de 5% em receita (US$ 7,3 milhões) ante o mês sete do ano passado. No acumulado dos sete meses, os franceses importaram 3,59 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 32,4 milhões, quedas de 4,2% e de 2,3%, respectivamente, ante período correspondente do ano passado.

Estados

Da janeiro e julho deste ano, o principal exportador de calçados brasileiros foi o Rio Grande do Sul. No período, os gaúchos embarcaram 12 milhões de pares por US$ 171,9 milhões, quedas de 29,2% e de 33,3%, respectivamente, ante o mesmo ínterim do ano passado.

O segundo exportador do período foi o Ceará. Nos sete meses, os calçadistas cearenses embarcaram 15,6 milhões de pares, que geraram US$ 89,95 milhões, quedas de 34,2% e de 39%, respectivamente, no comparativo com o mesmo período do ano passado.

Com quedas de 12,4% em volume e de 33% em receita, São Paulo foi o terceiro exportador de calçados do ano. No período, os paulistas embarcaram 3,85 milhões de pares, que geraram US$ 39,6 milhões.

Com uma queda menor, a Paraíba apareceu na quarta posição entre os exportadores brasileiros de calçados. Nos sete meses, os calçadistas paraibanos embarcaram 10,16 milhões de pares, que geraram US$ 33 milhões, quedas tanto em volume (-2,6%) quanto em receita (-12,3%) ante igual período de 2019.

Importações asiáticas aumentaram

Ferreira chama a atenção que, mesmo com as importações totais registrando leves quedas em julho (de 1,7% em volume e de 6,5% em receita), as oriundas dos países asiáticos seguem em alta.

Em julho, foram importados 1,98 milhão de pares por US$ 31,54 milhões, quedas de 1,7% e de 6,5%, respectivamente, ante o mês sete do ano passado. Já Vietnã, Indonésia e China, que juntos respondem por mais de 80% das importações de calçados, registraram incremento de 6,6% nas suas exportações para o Brasil no mesmo período. No mês sete, foram importados 1,74 milhão de pares desses três países. O destaque ficou para a China, que registrou um incremento de 69,4% ante o mesmo mês de 2019, somando 414 mil pares, o que indica que pode haver uma avalanche de produtos chineses nos próximos meses. “O quadro tem um potencial ainda mais dramático se levarmos em consideração o fim do prazo da aplicação do direito antidumping contra o calçado chinês, em março de 2021. É importante que o setor esteja unido em busca desta renovação e ampliação – para Vietnã e Indonésia – junto ao Governo Federal”, comenta Ferreira, ressaltando que a produção chinesa está a pleno vapor e “precisando distribuir seus produtos no mercado internacional”.

Acumulado

Nos sete primeiros meses do ano, entraram no Brasil 14,7 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 189,65 milhões, quedas de 16,7% e de 11,6%, respectivamente, ante o mesmo período de 2019. Do Vietnã, foram importados 6,1 milhões de pares por US$ 109,4 milhões, queda de 6,9% em volume e incremento de 2,1% ante 2019. Da Indonésia, entraram no Brasil 1,96 milhão de pares por US$ 34 milhões, quedas de 29,4% e de 22%, respectivamente, ante 2019. A terceira origem do calçado importado foi a China, de onde foram importados 5,12 milhões de pares por US$ 23,12 milhões, quedas em pares (-18,5%) e receita (-17,8%) ante o ano passado. Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações somaram US$ 11,9 milhões nos sete meses, queda de 35,6% ante 2019. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/08/2020 0 Comentários 500 Visualizações
Business

Abicalçados realiza evento de análise setorial

Por Gabrielle Pacheco 03/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Diante de um ano de acentuada crise em função do alastramento da pandemia do novo coronavírus e as restrições impostas tanto no comércio doméstico quanto internacional de calçados, as empresas necessitam de informação qualificada para traçar estratégias. Neste momento atípico, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) preparou uma edição extra da já tradicional Análise de Cenários. A segunda edição já tem as inscrições abertas e ocorrerá no próximo dia 20 de agosto, a partir das 16h30min, e a terceira no início de novembro, todas no formato digital. A iniciativa terá explanações do doutor em Economia e consultor setorial Marcos Lélis e da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck.

Segundo Priscila, a perspectiva é de que, diante da falta de demanda, o setor registre uma queda de cerca de 30% na produção de calçados, voltando aos patamares do início dos anos 2000.

“A indústria calçadista é muito dependente do mercado doméstico, então as restrições impostas, como o fechamento do varejo físico em função da pandemia, tiveram um impacto relevante.”

A economista acrescenta que somente no primeiro semestre a atividade perdeu 44 mil postos de trabalho, mais de 16% da força de trabalho registrada em dezembro de 2019 (269 mil postos diretos). Até maio, o mercado doméstico de calçados, que responde por mais de 85% das vendas da indústria calçadista nacional, caiu mais de 37% em relação ao mesmo período do ano passado.

Além da análise setorial, o evento contará com avaliação da macroeconomia e como a crise internacional provocada pela pandemia do novo coronavírus tem impactado – e ainda deve impactar – a atividade. No primeiro semestre, as exportações de calçados, assim como as vendas no mercado interno, tiveram queda significativa. Entre janeiro e junho, foram embarcados 43 milhões de pares, 24,6% menos do que no mesmo período de 2019.

Projeções

Priscila adianta que o Análise de Cenários fará, ainda, uma projeção da economia pós Covid-19, com ênfase nos desafios setoriais da cadeia coureiro-calçadista brasileira.

Gratuitas, as inscrições devem ser realizados no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/08/2020 0 Comentários 564 Visualizações
Business

Calçadistas mobilizam renovação e ampliação do antidumping

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O setor calçadista brasileiro, por meio da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e sindicatos industriais da atividade, está mobilizado pela renovação do direito antidumping aplicado contra o calçado importado da China, e abertura de novo processo contra as origens Vietnã e Indonésia. Atualmente, para cada calçado importado da China, como medida de defesa comercial e garantia da competição leal no mercado interno, é aplicada uma sobretaxa de US$ 10,22, além da tarifa de importação.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a medida é fundamental para garantir a competitividade das produtoras nacionais, já abaladas pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. “Como se sabe, o calçado asiático entra no Brasil a custos irrisórios, devido a subsídios governamentais e manipulação cambial. Se esses produtos entrarem livremente no Brasil, com o alto custo de produção que temos, veremos uma quebradeira generalizada no setor, pois não teremos como competir”, avalia o executivo, ressaltando que milhares de empregos estariam em risco.

Em voga desde 2010, o direito de aplicação da sobretaxa ao calçado importado da China tem sido fundamental para o setor calçadista brasileiro, que tem no mercado doméstico o principal destino da sua produção, que totalizou 908 milhões de pares no ano passado. “Mais de 85% da produção de calçados é vendida no mercado interno, local que estava sendo inundado por produtos chineses subfaturados”, explica Ferreira.

Conforme dados tabulados pela Abicalçados, em 2008, antes da aplicação provisória do direito a partir de setembro de 2009, a importação de calçados chineses foi equivalente a US$ 218,7 milhões, cerca de 70% do total importado. Após a aplicação do direito antidumping, em 2010, esse número caiu para US$ 54,9 milhões, uma retração de 75%. Em 2019, o número foi de US$ 48 milhões. “Mesmo com o direito vigente, a China ainda é a terceira origem do calçado que entra no Brasil, agora atrás do Vietnã e da Indonésia”, comenta o executivo.

Renovação e ampliação

Com a chegada do fim do prazo para aplicação do direito contra o calçado chinês, que finda em março do próximo ano, a Abicalçados vem mobilizando sindicatos industriais e empresas do setor em busca da renovação da medida, e abertura de investigação para países vizinhos, no caso Vietnã e Indonésia. “Quando a sobretaxa passou a ser aplicada contra o calçado chinês, ainda em 2009, começaram a aumentar vertiginosamente as importações de produtos semelhantes do Vietnã e Indonésia, indício do processo migratório da produção na região asiática”, explica. Dados elaborados pela Abicalçados apontam que em 2008 a importação de calçados do Vietnã e Indonésia eram equivalentes a US$ 62,6 milhões, número que pulou para US$ 192,2 milhões em 2010.

O pleito para renovação direito antidumping e abertura de novo processo, no entanto, exige um levantamento minucioso – e oneroso – para comprovação da prática de dumping pelos países alvo da iniciativa. O material deve ser entregue para avaliação do Governo Federal ainda este ano.

O que é Dumping?

Considera-se que há prática de dumping quando uma empresa, ou país, exporta um produto a preço inferior ao preço normal de mercado. O direito antidumping tem como objetivo evitar que as produtoras nacionais sejam prejudicadas por importações realizadas a preços de dumping, prática considerada desleal no comércio internacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 522 Visualizações
Movimento
Business

Indústria de calçados arrefece queda no emprego

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em grave crise desde o início do alastramento da pandemia do novo coronavírus, o setor calçadista brasileiro contabilizou a perda de 44 mil postos no primeiro semestre, conforme dados oficiais elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Em dezembro do ano passado, o setor empregava diretamente 269,4 mil pessoas, número que caiu para 225,4 mil no registro de junho deste ano.

O Estado que mais perdeu postos no semestre foi o Rio Grande do Sul, principal polo calçadista brasileiro, que responde por 22% do total produzido e 46% das receitas geradas com exportações de calçados no Brasil. No semestre, as fábricas gaúchas perderam 14,7 mil postos. São Paulo foi o segundo Estado que mais perdeu postos ( – 8 mil), seguido do Ceará ( – 5,8 mil) e Bahia ( – 4,7 mil).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que, no entanto, existe um quadro de arrefecimento das quedas, consecutivas desde março deste ano. Segundo ele, no pior mês da crise, em abril, foram perdidos mais de 29 mil postos na atividade, número que caiu para 16,5 mil em maio e 5,2 mil em junho. “O fato se dá pela abertura gradual do comércio físico em alguns dos principais centros de compras do País, caso de São Paulo. Ainda estamos longe de uma recuperação substancial, mas é um alento”, avalia, ressaltando que o quadro de “despiora” deve seguir até o final do ano.

“Uma recuperação mais substancial só será sentida no ano que vem, isso se tudo der certo, acharmos a vacina e o comércio estiver em pleno funcionamento.”

Ferreira destaca aubda que a indústria de calçados responde rapidamente aos estímulos da retomada do consumo, especialmente no âmbito doméstico, que responde por mais de 85% das vendas do setor.

Alerta

O dirigente calçadista, porém, alerta para um fato que pode barrar a recuperação esperada para o próximo ano. Segundo ele, a Abicalçados, com o apoio da base parlamentar, tem trabalhado para barrar o veto presidencial à continuidade da desoneração da folha de pagamentos para 2021. “Estimamos que, caso se confirme o veto, o setor perca mais 15 mil postos ao longo do próximo ano”, afirma.

O mecanismo da desoneração da folha de pagamentos permite que 17 setores econômicos intensivos em mão de obra, entre eles o calçadista, substituam o pagamento da alíquota de 20% sobre a folha de salários por 1,5% da receita bruta, excluindo as exportações. A Abicalçados estima que com a reoneração o setor tenha um acréscimo de mais de R$ 570 milhões por ano em carga tributária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 644 Visualizações
Business

Resultados confirmam eficácia da plataforma eMerkator e importância do SICC no setor

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os resultados positivos demostram que a iniciativa da Merkator Feiras e Eventos, promotora do SICC – Salão Internacional do Couro e do Calçado foi assertiva e assegurou uma movimentação econômica no setor calçadista durante a pandemia. “Sentíamos que era necessário um evento que reunisse o setor nesta difícil situação que estamos vivendo. Acreditávamos que o SICC novamente poderia cumprir um papel decisivo de impulsionar o mercado para o segundo semestre”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos.

Com formato inédito e plataforma própria, a edição 2020 do SICC foi toda online, com exposição de produtos para a estação quente do ano e uma programação de conteúdos nas áreas de tecnologia, negócios e comportamento. “E parece que conseguimos. A resposta do mercado foi positiva”, acentua Pletsch.  Os números são reveladores: foram 12 mil acessos únicos nos estandes dos expositores, 21 mil acessos nas lives de conteúdos, 35 mil visualizações nos espaços dos expositores e 161 mil visualizações de páginas na plataforma.  “Já estamos elaborando um relatório mais detalhado, mas os números são estes. Estamos comemorando”, diz Pletsch. A plataforma foi ao ar ao vivo no dia 7 de julho, e ficou à disposição do público por mais 10 dias, encerrados na última sexta-feira, 17.

Este trabalho credencia a Merkator Feiras e Eventos para uma completa prestação de serviço na área de promoção e de realização de feiras e eventos. Com esta nova expertise, o portifólio da empresa se amplia e a qualifica para feiras presenciais e digitais, nacional e internacionalmente. A plataforma registrou visitantes do Brasil, Estados Unidos, Argentina, Equador, Colômbia, Índia, Portugal, Costa Rica e Uruguai entre os 10 países mais acessados. Mas a plataforma registrou as presenças de 52 países.  Do mercado nacional, os estados com mais visitações foram São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Mas o SICC recebeu a visita de todos os estados brasileiros sem exceção, com forte representação do centro oeste, norte e nordeste do país. “Esta foi uma experiência única e gratificante. Só faltou o olho no olho e aperto de mão”, finaliza Pletsch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2020 0 Comentários 743 Visualizações
Business

Abicalçados participa de webinar com lideranças mundiais do setor

Por Gabrielle Pacheco 13/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A coordenadora de Promoção Comercial da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Letícia Masselli, participará de webinar com lideranças internacionais do setor calçadista às 9h (horário de Brasília) do próximo dia 22 de julho. O evento, organizado pela feira Expo Riva Schuh, propõe discutir os principais desafios da atividade em tempos de pandemia do novo coronavírus. Participam da iniciativa, além da representante da Abicalçados, o gerente geral da Appicaps (associação de calçadistas de Portugal), João Maia; o presidente da ACLE (conselho de exportadores de couros da Índia), Aqeel Ahmed; os dirigentes da CLIA (associação de curtumes da China), Li Yuzhong, Lu Hua e Emily Wang; o presidente da Gold Star/Valleverde (Itália), Elvio Silvagni; o presidente da Bata (Europa), Claudio Alessi; e o CEO da Sabu (Alemanha), Stephan Krug.

Letícia ressalta que a participação no evento com algumas das principais lideranças calçadistas do planeta demonstra a representatividade do calçado brasileiro e da Abicalçados. “O webinar será uma oportunidade ímpar para saber mais sobre os efeitos da pandemia do novo coronavírus nos principais mercados do mundo, bem como para traçar, em conjunto, estratégias gerais para a retomada pós-Covid19”, comenta a coordenadora.

Expo Riva Schuh

Uma das maiores feiras internacionais do setor calçadista, reconhecida pela comercialização de grandes volume para os principais mercados do mundo, a Expo Riva Schuh ocorre duas vezes por ano, em Riva del Garda, na Itália. Empresas brasileiras, apoiada pelo Brazilian Footwear, participam do evento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2020 0 Comentários 515 Visualizações
Business

Reoneração da folha deve resultar em 15 mil postos de trabalho perdidos em um ano, diz Abicalçados

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) enxerga com preocupação o veto do presidente Jair Bolsonaro à prorrogação da desoneração da folha de pagamentos, que constava na MP 936, transformada em lei no último dia 7 de julho. Conforme a Inteligência de Mercado da entidade, o impacto da reoneração da folha no setor a partir do ano que vem poderá custar mais de 15 mil postos.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o fim de desoneração da folha de pagamentos, mecanismo que permite a substituição do pagamento de 20% sobre a folha de salários por 1,5% da receita bruta – excluindo exportações -, representa um acréscimo de R$ 572 milhões nos custos das empresas do setor. “Isso diante o início da recuperação da pior crise da história da indústria calçadista nacional, que já custou mais de 50 mil postos em 2020”, lamenta o executivo, ressaltando que o veto foi um grande equívoco do Governo Federal. “Ainda trabalhamos para que esse veto seja derrubado no Congresso. A reoneração vai ter um impacto muito pesado não somente para a indústria calçadista, mas para os demais 16 setores econômicos beneficiados pela medida”, conclui Ferreira.

Entenda

O Governo Federal publicou no Diário Oficial da União da última terça-feira, 7, a sanção da MP 936, que vem auxiliando o setor industrial a segurar postos de trabalho desde o início da pandemia do novo coronavírus. O revés foi que o presidente Jair Bolsonaro vetou a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos. A prorrogação não sancionada previa vigência até dezembro de 2021. Agora, a medida segue vigente somente até dezembro de 2020.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2020 0 Comentários 558 Visualizações
Business

Abicalçados participa de apresentação de estudo sobre mercado chinês para calçados

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), no âmbito do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados, apresentam, no próximo dia 16 de julho, o Estudo do Mercado Chinês de Calçados. Realizado pela Apex-Brasil, o estudo traz dados, projeções e oportunidades do mercado naquele país. A apresentação ocorrerá na forma digital, a partir das 14 horas, e será conduzida por Pedro Netto, analista da gerência de Inteligência de Mercado da Agência, com participação da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck.

Considerado o maior mercado consumidor de calçados do planeta, a China movimenta mais de US$ 62 bilhões em vendas somente no setor, com um crescimento anual estimado em mais de 3% nos últimos anos. “A Apex-Brasil dispõe de uma área de Inteligência de Mercado que realiza diversos estudos, utilizando bases de dados amplas e qualificadas e mapeando oportunidades de negócios para vários produtos e em diversos mercados. No caso deste estudo sobre oportunidades para calçados brasileiros na China, identificamos os principais desafios e oportunidades, passando por temas como o aumento da demanda por calçados com design, tecnologia e sustentabilidade e a relevância do comércio eletrônico”, comenta Pedro Netto.

Comércio eletrônico

A grande oportunidade está no comércio eletrônico, que já responde por uma fatia de mais de 30% do total gerado com vendas de calçados no país. Segundo Priscila, neste contexto, o cross-border e-commerce tem se tornado cada vez mais relevante, atendendo a crescente demanda dos consumidores por produtos importados. “E, como em todo mundo, esta modalidade foi ainda mais impulsionada durante a pandemia do novo coronavírus e as restrições das vendas físicas”, comenta a coordenadora.

Importações

Reportando importações totais de calçados equivalentes a mais de US$ 3,9 bilhões (2018), a China é um mercado crescente para o setor. Mesmo com incremento nas importações de calçados brasileiros desde 2015, passando do registro de US$ 10,5 milhões para US$ 18 milhões em 2018 – dado mais recente reportado –, o mercado ainda tem muito a ser desbravado pelos calçadistas verde-amarelos. “Somos apenas o 12º fornecedor de calçados para a China e quase 50% do que exportamos para lá são produtos de menor valor agregado. Existe um mercado em expansão para produtos de maior valor agregado, especialmente nos segmentos infantil, feminino e de esportivos em geral”, comenta Priscila, ressaltando que, até 2022, a China deve movimentar mais de US$ 77 bilhões por ano com a venda de calçados.

O estudo realizado pela Apex-Brasil aponta, ainda, as oportunidades do mercado chinês, dicas e soluções para a inserção de marcas naquele país, regulamentações e acordos comerciais em voga, entre outras questões de interesse do exportador brasileiro. Durante o webinar, o impacto da Covid-19 no mercado também será discutido pelos debatedores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2020 0 Comentários 669 Visualizações
Business

Exportações de calçados amenizam queda em junho

Por Gabrielle Pacheco 07/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Depois de quatro meses consecutivos de queda, as exportações de calçados voltaram a crescer em junho, em relação mês imediatamente anterior. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em junho foram embarcados 3,6 milhões de pares, que geraram US$ 35,6 milhões, altas de 32,7% em volume e de 49% em valores no comparativo com o registro de maio. Por outro lado, no comparativo com o mês correspondente de 2019, as quedas foram de 44,6% em pares e 47% em receita. No semestre, a exportação de 43 milhões de pares gerou US$ 330,5 milhões, quedas tanto em volume (-24,6%) quanto em receita (-31,2%) na relação com o primeiro semestre.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que os números já apontam para um arrefecimento da crise no mercado internacional, com a retomada gradual do consumo em alguns dos principais mercados. “Já existe uma melhora no ambiente, mas ainda estamos muito abaixo da nossa performance habitual”, avalia o dirigente, ressaltando que as exportações devem cair entre 22% e 30% em 2020.

No primeiro semestre, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos, para onde foram exportados 4,4 milhões de pares por US$ 67,26 milhões, quedas de 31,5% e 34%, respectivamente, ante o mesmo período de 2019. O segundo destino do semestre foi a Argentina, para onde foram embarcados 3,2 milhões de pares, que geraram US$ 32,4 milhões, quedas de 8% em pares e de 25,5% em receita no comparativo com igual ínterim do ano passado. O terceiro destino foi a França, para onde foram exportados 2,97 milhões de pares, que equivalem a US$ 25 milhões, quedas tanto em volume (-14,4%) quanto em dólares (-4,2%) ante período correspondente do ano passado.

RS foi o maior exportador

O Rio Grande do Sul foi o estado que mais exportou calçados no primeiro semestre. Nos seis meses, os calçadistas gaúchos embarcaram 10,5 milhões de pares, que geraram US$ 146 milhões, quedas de 26,2% em volume e de 31,4% em receita no comparativo com o primeiro semestre de 2019. O segundo maior exportador do semestre foi o Ceará, de onde partiram 14,2 milhões de pares, que geraram US$ 81,97 milhões, quedas tanto em volume (-33,5%) quanto em receita (-37%) ante igual período do ano passado. O terceiro exportador do período foi São Paulo, de onde foram exportados 3,25 milhões de pares, que geraram US$ 34,6 milhões, quedas de 14% em pares e de 30,7% em receita em relação ao primeiro semestre do ano passado.

Importações

O desaquecimento do mercado mundial de calçados, para o qual se prevê uma queda de mais de 22% no consumo do produto, também tem refletido nas importações, porém com menor força do que nas exportações. No primeiro semestre, entraram no Brasil 12,7 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 158 milhões, quedas de 18,6% e 12,6%, respectivamente, ante período correspondente de 2019.

As principais origens das importações de calçados seguem sendo os países asiáticos. Somente os três primeiros do ranking, Vietnã, Indonésia e China, respondem por mais de 80% do total importado no período. O Vietnã foi a principal origem do calçado importado pelo Brasil, com 5,3 milhões de pares e US$ 90,36 milhões, queda de 6,4% em volume e incremento de 1,3% ante o mesmo período do ano passado. A segunda origem das importações no semestre foi a Indonésia, de onde vieram 1,6 milhão de pares, pelos quais foram pagos US$ 27,2 milhões, quedas tanto em volume (-30%) quanto em receita (-24%) em relação ao mesmo ínterim de 2019. A terceira origem foi a China, com 4,7 milhões de pares e US$ 19,6 milhões, quedas de 22% e 19,4%, respectivamente, ante 2019.

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – a importação foi equivalente a US$ 10,6 milhões, 37,8% menos do que no primeiro semestre do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2020 0 Comentários 490 Visualizações
Business

Tecnologia antiviral para a fabricação de calçados já é realidade no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a evolução do contágio pelo novo coronavírus no país, os brasileiros adquiriram um novo hábito: retirar o calçado ao entrar em casa. Isso se deve ao receio de que o solado possa estar contaminado com o vírus, sendo veículo para contaminação dentro de casa. Mas, e se a sola do seu sapato pudesse garantir ação antiviral permanente? É o que propõe a nova tecnologia da FCC, indústria gaúcha conhecida por utilizar a ciência dos materiais para atender diversos mercados. O lançamento FCC ANTIViral consiste em uma linha de elastômeros termoplásticos com propriedades virucidas.

O termoplástico com ação antiviral tem atributos que fazem com que o DNA/RNA viral reduza sua capacidade infecciosa, e consegue inativar vírus envelopados, como os vírus influenza, herpesvírus, coronavírus, entre outros. “Ele previne de maneira permanente, mesmo depois de inúmeras lavagens, a contaminação cruzada entre o termoplástico e o usuário, evitando assim que o solado seja um veículo de transmissão do vírus”, explica Júlio Schmitt, diretor de inovação da FCC. A eficácia virucida do composto foi testada em laboratório externo, com base na norma ISO 21702 (Measurement of antiviral activity on plastics and other non-porous surfaces).

A ideia do desenvolvimento surgiu a partir da observação dos novos comportamentos e hábitos relacionados à higiene, decorrentes da pandemia. “Vimos que surgiram novas necessidades por parte dos consumidores e imaginamos que no mercado de calçados não seria diferente. Por isso, nos antecipamos e desenvolvemos uma nova tecnologia que está totalmente conectada a essas necessidades”, afirma Schmitt. A linha de termoplásticos FCC ANTIViral leva ao mercado brasileiro a primeira solução antiviral para a produção de solas de calçados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2020 0 Comentários 672 Visualizações
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