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SBD

Saúde

SBD-RS alerta para possível queda de cabelo durante uso de canetas para emagrecimento

Por Jonathan da Silva 30/06/2026
Por Jonathan da Silva

O uso de medicamentos agonistas do peptídeo semelhante ao glucagon 1 (GLP-1), como semaglutida, tirzepatida e liraglutida, pode estar associado à queda de cabelo em pacientes submetidos a tratamentos para obesidade e diabetes. O alerta é da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS), que orienta que alterações capilares durante o tratamento sejam avaliadas por um médico dermatologista. Segundo a entidade, a perda acelerada de peso, aliada à restrição calórica e à deficiência de nutrientes, pode favorecer o surgimento do eflúvio telógeno, condição caracterizada pela queda acentuada dos fios.

De acordo com a secretária-geral da SBD-RS e médica dermatologista, Dra. Larissa Rodrigues Leopoldo, a relação entre os medicamentos e a queda capilar deve ser analisada considerando as mudanças provocadas no organismo ao longo do tratamento, e não apenas o uso da medicação. “Os medicamentos inibidores do GLP-1 podem estar ligados à queda de cabelos porque promovem emagrecimento rápido e de grande porcentagem de peso. Esse processo acelerado está relacionado ao eflúvio telógeno, especialmente quando há restrição calórica e redução de nutrientes essenciais”, afirma Larissa.

Velocidade da perda de peso influencia risco

Segundo a dermatologista, a intensidade da perda de peso pode influenciar o risco de queda dos cabelos, havendo diferenças entre os medicamentos disponíveis. “Existe diferença entre os medicamentos. A tirzepatida, por promover maior perda de peso e de maneira mais rápida, pode provocar maior risco de queda de cabelos”, observa Larissa.

A SBD-RS ressalta que a queda capilar não deve ser atribuída automaticamente ao medicamento, já que pode estar relacionada a outras condições, como alopecia androgenética, alopecia areata, alterações hormonais, deficiência de ferro ou fatores emocionais.

Acompanhamento médico

A entidade orienta que pacientes não interrompam o tratamento por conta própria nem iniciem suplementação sem orientação profissional. Conforme a SBD-RS, a investigação da causa da queda de cabelo deve ser realizada por um médico dermatologista, com avaliação individualizada.

Para reduzir os riscos, a recomendação é manter acompanhamento médico e nutricional durante o tratamento, garantindo ingestão adequada de proteínas, vitaminas e ferro. “O ideal é garantir quantidades adequadas de proteínas, vitaminas e ferro, nutrientes essenciais para a saúde capilar. Quando a queda de cabelos acontece durante o tratamento emagrecedor, um médico dermatologista deve ser consultado para investigação e tratamento”, destaca Larissa.

Sinais de alerta

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul orienta que medicamentos para obesidade e diabetes sejam utilizados apenas com prescrição e acompanhamento médico. Também recomenda que pacientes procurem avaliação especializada diante de sinais como queda intensa de cabelo, falhas no couro cabeludo, afinamento progressivo dos fios, coceira, descamação ou dor na região. A relação de profissionais habilitados está disponível no site da SBD-RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/06/2026 0 Comentários 60 Visualizações
Saúde

Dia Mundial do Vitiligo reforça alerta contra preconceito e desinformação

Por Jonathan da Silva 22/06/2026
Por Jonathan da Silva

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS) aproveita as ações do Dia Mundial do Vitiligo, celebrado em 25 de junho, para reforçar a importância do diagnóstico precoce, do tratamento adequado e do combate ao preconceito relacionado à doença. A mobilização busca ampliar o acesso à informação correta sobre a condição, incentivar a procura por acompanhamento médico especializado e reduzir o estigma social enfrentado por pessoas que convivem com o vitiligo.

Criada em 2011 por organizações internacionais ligadas à causa, a data tem caráter global de conscientização e homenageia o cantor Michael Jackson, que conviveu com a doença e faleceu em 25 de junho de 2009. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o vitiligo afeta entre 0,5% e 2% da população mundial. No Brasil, mais de um milhão de pessoas apresentam a condição, caracterizada pela perda da coloração da pele em razão da diminuição ou ausência de melanina.

O que é o vitiligo

O vitiligo não é contagioso e não pode ser transmitido por toque, convívio social ou contato com as lesões. A doença é considerada autoimune, já que o sistema de defesa do organismo passa a atacar os melanócitos, células responsáveis pela produção da melanina, pigmento que dá cor à pele.

Além dos fatores imunológicos, a condição também pode estar associada a fatores genéticos e ambientais. O estresse severo figura entre os elementos que podem atuar como gatilho ou agravante em pessoas predispostas ao desenvolvimento da doença.

Impactos além da pele

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul, Juliano Peruzzo, o desconhecimento sobre a doença ainda contribui para situações de discriminação e sofrimento emocional entre os pacientes. “O vitiligo precisa ser compreendido como uma condição dermatológica que exige diagnóstico adequado, acompanhamento e acolhimento. O preconceito, muitas vezes, causa mais sofrimento do que as próprias manchas. Por isso, informação de qualidade é fundamental para que a sociedade entenda que não há risco de transmissão e que existem recursos terapêuticos capazes de controlar a evolução da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes”, afirma Peruzzo.

Tratamentos disponíveis

Embora não exista cura definitiva para o vitiligo, os tratamentos disponíveis têm como objetivo conter a progressão das manchas, estimular a repigmentação da pele e minimizar os impactos emocionais associados à condição.

Entre as opções terapêuticas estão medicamentos tópicos, imunomoduladores, corticoides, fototerapia com radiação ultravioleta, laser e, em situações específicas, técnicas cirúrgicas.

Orientação médica

A SBD-RS orienta que pessoas com suspeita de vitiligo procurem avaliação com médico dermatologista para diagnóstico e definição do tratamento mais adequado. A relação de profissionais habilitados pode ser consultada no site da entidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2026 0 Comentários 74 Visualizações
Saúde

Unhas fracas podem indicar deficiências nutricionais e doenças, alerta SBD-RS

Por Jonathan da Silva 03/06/2026
Por Jonathan da Silva

Unhas fracas, quebradiças, descamativas ou com alterações na superfície podem estar relacionadas a deficiências nutricionais, hábitos inadequados, exposição frequente a produtos químicos ou até mesmo a doenças sistêmicas. O alerta é da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS), que orienta a população a procurar avaliação médica quando as mudanças persistem ou são acompanhadas de dor, inflamação, deformidades ou piora progressiva. Segundo a entidade, a investigação especializada é importante para identificar a causa e definir o tratamento adequado.

De acordo com a delegada da SBD-RS e dermatologista Vanessa Santos Cunha, nem toda fragilidade nas unhas está relacionada à falta de vitaminas, embora essa hipótese possa fazer parte da avaliação clínica. “Unhas fracas podem ter relação com a dieta e com algumas deficiências nutricionais, mas também podem ocorrer por fatores genéticos, doenças sistêmicas ou agressões externas. Por isso, não é indicado iniciar suplementação por conta própria. O ideal é investigar a causa para que a orientação seja adequada a cada pessoa”, explica Vanessa.

Possíveis causas

Segundo a especialista, algumas pessoas apresentam unhas naturalmente mais finas e frágeis devido à predisposição genética. Em outros casos, a condição pode estar associada à baixa ingestão de proteínas, restrições alimentares ou deficiências de nutrientes como ferro, vitamina B12, vitamina D, zinco e silício.

Entre as alterações mais comuns estão a onicosquizia, caracterizada pela descamação da unha em camadas, e a onicorrexe, marcada pelo surgimento de fissuras ou estrias longitudinais. Essas alterações podem estar relacionadas ao envelhecimento, à exposição frequente à água, ao uso contínuo de detergentes e produtos de limpeza, à retirada excessiva de cutículas e à utilização constante de esmaltes, removedores ou procedimentos estéticos que enfraquecem a lâmina ungueal.

A SBD-RS também destaca que profissionais que mantêm as mãos úmidas durante longos períodos ou trabalham com substâncias químicas sem proteção adequada estão mais suscetíveis a desenvolver problemas nas unhas.

Cuidados com produtos e cutículas

A entidade orienta cautela no uso de bases fortalecedoras sem orientação médica. Embora alguns produtos possam auxiliar em situações específicas, eles nem sempre tratam a origem do problema.

Segundo a SBD-RS, produtos à base de formol podem endurecer temporariamente as unhas, mas também podem aumentar a fragilidade e favorecer irritações e alergias. Já os esmaltes hipoalergênicos podem ser uma alternativa para pessoas sensíveis a determinadas substâncias, embora não substituam a avaliação dermatológica quando as alterações persistem.

Outro ponto destacado pela entidade é a importância da preservação das cutículas. A recomendação é evitar sua remoção profunda, já que elas funcionam como uma barreira de proteção da matriz ungueal.

Quando retiradas em excesso, as cutículas podem facilitar a entrada de bactérias, fungos e agentes químicos, aumentando o risco de infecções, inflamações e deformidades. Em salões de beleza, a orientação é apenas empurrar delicadamente ou remover o excesso, além de observar a higienização dos instrumentos utilizados.

Investigação médica

De acordo com a SBD-RS, a avaliação médica pode incluir exame clínico, análise dos hábitos de cuidado com as unhas, revisão da alimentação e, quando necessário, exames laboratoriais para identificar possíveis deficiências nutricionais ou doenças associadas.

Entre as condições que podem se manifestar por alterações nas unhas estão problemas de tireoide, diabetes e outras doenças sistêmicas.

A entidade também alerta para os riscos da automedicação com vitaminas, suplementos e fórmulas manipuladas. Segundo a SBD-RS, o consumo excessivo de determinados nutrientes pode provocar efeitos indesejados e não resolve necessariamente a causa da fragilidade ungueal.

Orientação da SBD-RS

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul reforça que os cuidados com as unhas vão além da estética. Alterações persistentes, fragilidade acentuada ou mudanças de cor, espessura, formato e crescimento devem ser avaliadas por um médico dermatologista, profissional habilitado para diagnosticar e tratar doenças da pele, dos cabelos e das unhas.

Em casos de suspeita, a orientação é procurar atendimento especializado para investigação e acompanhamento adequados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2026 0 Comentários 110 Visualizações
Saúde

SBD-RS reforça alerta contra uso de PMMA em procedimentos estéticos

Por Jonathan da Silva 02/06/2026
Por Jonathan da Silva

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS) manifestou apoio ao posicionamento nacional contrário ao uso do polimetilmetacrilato (PMMA) para fins estéticos e cosmiátricos. O alerta foi reforçado após a confirmação de uma nova morte associada à utilização da substância em um procedimento estético realizado em São Paulo. Segundo a entidade, o caso evidencia a necessidade de ampliar a informação à população sobre os riscos relacionados ao produto e de fortalecer o controle sanitário e regulatório sobre sua utilização.

De acordo com a SBD-RS, o PMMA é um preenchedor permanente e não absorvível, característica que faz com que a substância permaneça no organismo por tempo indeterminado. A entidade destaca que o material pode estar associado a complicações imediatas e tardias, incluindo processos inflamatórios, infecções, granulomas, deformidades, sequelas permanentes e, em situações mais graves, complicações sistêmicas com risco de morte.

Caso em São Paulo

O posicionamento da entidade ocorre após a morte de uma maquiadora de 48 anos, registrada na capital paulista. Conforme informações divulgadas, a vítima passou por um procedimento de remodelação glútea e de coxas com aplicação de PMMA no bairro Brooklin, na zona sul de São Paulo. A médica responsável informou à polícia ter utilizado 100 seringas da substância durante o procedimento.

A SBD-RS afirmou que o episódio reforça a importância de priorizar a segurança do paciente, a boa prática médica e a medicina baseada em evidências nas discussões sobre procedimentos estéticos.

Defesa de maior controle regulatório

A entidade gaúcha também declarou apoio à posição da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), que defende o endurecimento do controle sanitário e regulatório do PMMA junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo a SBD-RS, embora existam propostas para restringir o uso da substância a determinadas especialidades médicas, essa medida não elimina os riscos inerentes ao produto, especialmente quando empregado com finalidade estética.

Orientação aos pacientes

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul ressalta que procedimentos dermatológicos e cosmiátricos exigem avaliação médica criteriosa, indicação responsável e informações claras sobre benefícios, limitações e possíveis complicações.

Para a entidade, a busca por resultados estéticos deve estar acompanhada de critérios de segurança, principalmente em casos que envolvem substâncias permanentes e de difícil manejo diante de reações adversas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2026 0 Comentários 123 Visualizações
Saúde

SBD-RS alerta para riscos do uso de vaselina nos cílios

Por Jonathan da Silva 27/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS) emitiu um alerta sobre os riscos da aplicação de vaselina e hidratantes labiais nos cílios, prática que tem se popularizado em vídeos nas redes sociais, especialmente no TikTok. Segundo a entidade, o uso desses produtos na região dos olhos pode causar irritações, alergias, inflamações e complicações oftalmológicas. O alerta foi divulgado diante do aumento da circulação de conteúdos que sugerem o uso da substância para curvar os cílios e prolongar o efeito estético.

De acordo com a vice-presidente da SBD-RS, médica dermatologista Dra. Cíntia Pessin, a vaselina possui características que ajudam a reter a hidratação da pele, mas isso não significa que o produto seja adequado para aplicação nos cílios ou pálpebras. “A base da vaselina é o petrolato, um produto derivado do petróleo. Por isso, pode ser alergênica e facilitar o surgimento de problemas como obstrução dos poros, acne, dermatite na área das pálpebras e blefarite (inflamação crônica na borda das pálpebras)”, explica Cíntia.

Riscos à saúde ocular

A SBD-RS destaca que os riscos não se limitam à pele. Segundo Cíntia, quando aplicada próxima à raiz dos cílios, a vaselina pode atingir estruturas responsáveis pela lubrificação ocular, como as glândulas de Meibomius, localizadas na borda das pálpebras. A dermatologista ressalta que a obstrução dessas glândulas pode provocar desconforto, sensação de olho seco, infecções e até complicações mais graves, como úlcera de córnea.

Orientações da entidade

A recomendação da SBD-RS é que produtos cosméticos sejam utilizados apenas nas áreas para as quais foram desenvolvidos e testados. A entidade orienta que a remoção da maquiagem dos olhos seja feita com produtos específicos para a região ocular ou com óleo de limpeza apropriado.

A vice-presidente da entidade também orienta que a hidratação das pálpebras seja realizada com cremes indicados para essa região. “Não é recomendável aplicar produtos em grande quantidade ou utilizar cosméticos sem indicação adequada para pálpebras e cílios. Também é importante observar sinais de irritação, como vermelhidão, coceira, ardência, inchaço ou descamação”, afirma Cíntia Pessin.

Teste de alergia

Antes de utilizar qualquer produto novo, a SBD-RS recomenda a realização de teste de alergia. A orientação é aplicar pequena quantidade do produto na face interna do punho e aguardar 48 horas para verificar se ocorre alguma reação.

A entidade também reforça que conteúdos virais sobre estética e beleza nas redes sociais não substituem orientação médica e podem representar riscos quando incentivam o uso inadequado de substâncias na região dos olhos.

Em casos de irritação, alergia, dermatite, inflamação nas pálpebras ou outras alterações na pele, a recomendação é procurar atendimento com médico dermatologista.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2026 0 Comentários 149 Visualizações
Saúde

SBD-RS alerta para aumento do risco de ressecamento nos lábios durante o frio

Por Jonathan da Silva 25/05/2026
Por Jonathan da Silva

A chegada das baixas temperaturas no Rio Grande do Sul exige atenção redobrada com a hidratação dos lábios, segundo orientação da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS). O frio, o vento, a baixa umidade do ar e a exposição solar durante o outono e o inverno favorecem o ressecamento, fissuras e descamações na região, que possui pele mais fina e menor quantidade de glândulas sebáceas responsáveis pela hidratação natural.

De acordo com a entidade, a hidratação labial regular com produtos específicos deve fazer parte da rotina diária durante os períodos de frio intenso. O objetivo é preservar a barreira cutânea e reduzir o risco de lesões e desconfortos causados pelas condições climáticas. “A pele dos lábios tem características próprias e, por isso, é mais vulnerável ao ressecamento. A hidratação diária com produtos adequados e o uso de protetores labiais com fator de proteção solar são medidas simples, mas importantes para preservar a integridade dessa região”, orienta a vice-presidente da SBD-RS, Dra. Cíntia Cristina Pessin.

Proteção solar também no inverno

A SBD-RS ressalta que a proteção solar não deve ser interrompida durante o outono e o inverno. Mesmo em dias frios ou nublados, a radiação ultravioleta continua presente e pode provocar danos cumulativos na pele dos lábios, contribuindo para envelhecimento precoce, ressecamento e lesões associadas à exposição solar.

Além da hidratação e do uso de protetor labial com fator de proteção solar, a entidade orienta atenção a sinais persistentes que podem indicar problemas mais graves. Feridas que não cicatrizam, descamação contínua ou alterações na coloração dos lábios devem ser avaliadas por um médico dermatologista.

Atendimento especializado

Segundo a SBD-RS, o acompanhamento especializado é importante para identificar possíveis alterações e orientar os cuidados adequados com a saúde da pele. A lista de profissionais habilitados pode ser consultada no site da entidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 148 Visualizações
Saúde

Ultrassom terapêutico é alternativa não invasiva para reduzir gordura localizada

Por Jonathan da Silva 01/08/2025
Por Jonathan da Silva

Dermatologistas apontam que o uso da tecnologia Scizer, baseada em ultrassom macrofocado de alta intensidade, tem se mostrado uma opção eficaz para combater a gordura localizada e melhorar o contorno corporal sem necessidade de cirurgia. O equipamento atua diretamente nos adipócitos da camada subcutânea, provocando alterações térmicas seletivas que levam à eliminação natural das células de gordura pelo organismo ao longo das semanas.

O procedimento com Scizer aquece as células de gordura a temperaturas que promovem sua destruição sem causar danos à pele ou aos tecidos próximos. A técnica é indicada para regiões como abdômen, flancos e culotes, com resultados perceptíveis já após a primeira sessão.

De acordo com a primeira secretária da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção Rio Grande do Sul (SBD-RS), Dra. Juliana Tosetto Santin, o tratamento é procurado por pessoas que desejam efeito lifting aliado à redução de gordura localizada sem passar por procedimentos cirúrgicos. “O grande benefício é que o paciente pode retomar suas atividades imediatamente, sem necessidade de repouso, e com resultados progressivos e naturais”, afirmou Juliana.

Orientação profissional

Especialistas alertam que o tratamento deve ser realizado apenas por profissionais habilitados para garantir segurança e eficácia. A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção Rio Grande do Sul disponibiliza em seu site, sbdrs.org.br, uma lista de dermatologistas capacitados para a aplicação da tecnologia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2025 1 Comentário 344 Visualizações
Saúde

SBD-RS defende proibição do uso de PMMA em procedimentos estéticos

Por Jonathan da Silva 07/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS) reforçou, nesta semana, seu posicionamento contra o uso do polimetilmetacrilato (PMMA) em procedimentos estéticos no Brasil. A entidade se alinha à Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) na defesa da proibição da substância, utilizada no passado como preenchedor, devido aos riscos de complicações consideradas graves para os pacientes.

A SBD reforça que o PMMA pode causar reações inflamatórias, infecções e formação de granulomas, levando a efeitos irreversíveis e comprometendo a saúde dos pacientes. Segundo a entidade, os avanços na medicina tornaram desnecessário o uso do material, com alternativas mais seguras disponíveis. “Embora tenha sido bastante utilizado no passado, os avanços da medicina tornaram desnecessário o uso do PMMA. Hoje podemos contar com materiais mais seguros e que oferecem menor risco a longo prazo. O PMMA também teve seu papel importante no tratamento da lipodistrofia do HIV. No entanto, com os tratamentos mais atuais, esta condição é cada vez menos vista”, afirmou o presidente da SBD-RS, Dr. Juliano Peruzzo.

A SBD-RS atua em parceria com a SBD e o Conselho Federal de Medicina (CFM) na busca por alternativas seguras para os procedimentos estéticos e reforça a importância de a população buscar profissionais qualificados.

Orientação aos consumidores

A entidade alerta que todos os produtos utilizados em procedimentos médicos e estéticos precisam ser registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pela avaliação de segurança e eficácia. Em caso de dúvidas sobre substâncias utilizadas em tratamentos, os consumidores devem buscar informações nos canais de atendimento da Anvisa e consultar dermatologistas habilitados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/04/2025 1 Comentário 495 Visualizações
Saúde

SBD-RS se posiciona contra projeto que autoriza bronzeamento artificial no estado

Por Jonathan da Silva 21/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS) manifestou repúdio ao projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado (ALRS) que propõe a autorização do uso de máquinas de bronzeamento artificial para fins terapêuticos. A prática é proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2009 para fins estéticos e classificada pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC) como cancerígena para humanos.

O presidente da SBD-RS, Juliano Peruzzo, esclareceu que a fototerapia e o bronzeamento artificial utilizam radiação ultravioleta, mas possuem finalidades distintas. “É importante destacar que as câmaras de bronzeamento artificial não são a mesma coisa que a fototerapia, uma técnica terapêutica amplamente utilizada. Na fototerapia, a radiação ultravioleta B, com comprimento de onda específico para controlar a inflamação da pele, é aplicada de forma controlada para o tratamento de doenças cutâneas como psoríase e vitiligo. Já o bronzeamento artificial utiliza radiação ultravioleta sem controle adequado sobre a dosagem, o que pode colocar a saúde do paciente em risco”, afirmou Peruzzo.

O dirigente também destacou que a fototerapia é supervisionada e utilizada para tratamentos específicos, enquanto o bronzeamento artificial não tem benefícios terapêuticos comprovados e apresenta riscos à saúde.

Riscos do bronzeamento artificial

De acordo com dados da SBD, a exposição ao bronzeamento artificial, mesmo que uma única vez, pode aumentar em cerca de 20% o risco de desenvolver melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele. Para pessoas que utilizam a técnica antes dos 35 anos, esse risco sobe para 59%.

A justificativa do projeto menciona potenciais efeitos positivos no tratamento de doenças dermatológicas, além de benefícios na regulação do ciclo circadiano e na produção de serotonina. No entanto, a SBD-RS alerta que a exposição à radiação ultravioleta é cumulativa e pode levar anos para manifestar danos, tornando o procedimento ainda mais perigoso. A entidade ressalta que há alternativas seguras e cientificamente comprovadas para tratar essas condições, sem a necessidade de recorrer a métodos reconhecidamente cancerígenos.

A SBD-RS afirma que tem reforçado sua posição contrária à medida, alinhando-se à Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) Nacional. A entidade lembra que propostas semelhantes já foram rejeitadas em estados como Rio de Janeiro e Paraíba devido aos riscos à saúde pública. A organização solicita que o poder legislativo mantenha a proibição do uso de câmaras de bronzeamento artificial no Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/03/2025 1 Comentário 421 Visualizações
Saúde

Sociedade de Dermatologia alerta para aumento de casos de micose no verão

Por Jonathan da Silva 06/02/2025
Por Jonathan da Silva

O aumento da temperatura e da umidade durante o verão favorece a proliferação de fungos, elevando os casos de micoses, infecções de pele comuns nessa época do ano, conforme a Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS). De acordo com a entidade, a prevenção inclui cuidados como manter a pele seca e evitar roupas ou calçados molhados por longos períodos.

O dermatologista da SBD-RS, André Costa Beber, explica que ambientes quentes e úmidos são ideais para o crescimento de fungos.“Por isso, é fundamental evitar permanecer com roupas ou calçados molhados por longos períodos e usar calçados arejados, além de manter a pele seca”, afirma o especialista.

O uso contínuo de bonés, prender o cabelo ainda úmido e dormir com os fios molhados também podem favorecer o desenvolvimento de infecções. Além disso, a produção excessiva de suor pode facilitar o surgimento de micoses, especialmente em locais de trabalho onde há exposição prolongada ao calor.

Sinais de alerta e complicações

Os primeiros sinais de micose incluem manchas vermelhas, acastanhadas ou brancas na pele, que geralmente aparecem no peito, costas ou virilhas. Quando acompanhadas de prurido leve, é recomendável procurar um médico. Nas virilhas e nos pés, as infecções podem se manifestar como assaduras ou bolhas com coceira intensa, levando à descamação.

Se não tratadas, as micoses podem gerar fissuras e rachaduras, o que facilita o surgimento de infecções bacterianas secundárias, como a erisipela, especialmente em pessoas com diabetes, obesidade ou imunodeficiências”, alerta o dermatologista André Costa Beber.

Quando procurar ajuda médica

Em caso de suspeita de micose, é necessário buscar orientação de um dermatologista para diagnóstico e tratamento adequados. Profissionais habilitados podem ser encontrados no site da SBD-RS, em sbdrs.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2025 1 Comentário 447 Visualizações
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