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reconstrução

Ensino

Governo estadual destina R$ 5,3 milhões para mobiliário de escolas atingidas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 01/07/2024
Por Jonathan da Silva

O governo estadual gaúcho anunciou um novo investimento de R$ 5,3 milhões para a substituição de móveis nas escolas estaduais atingidas pelas enchentes de abril e maio. Do montante, R$ 5,1 milhões terão como destino a compra de conjuntos de mesa e cadeiras para alunos e professores, enquanto cerca de R$ 200 mil serão direcionados para itens específicos como gaveteiros, quadros magnéticos brancos e mesas de diretor. A medida é parte do Plano Rio Grande de recuperação do estado.

Serão adquiridos 5.640 conjuntos de mesa e cadeira para alunos, em diferentes tamanhos, 686 conjuntos de mesa e cadeira para professores, 69 mesas adaptadas para pessoas com deficiência física, 61 balcões de pia, 21 bancos altos em aço carbono, 142 banquetas em aço, 94 mesas de reunião para as salas administrativas, 14 gaveteiros, 347 quadros magnéticos brancos, 177 chaleiras elétricas e 9 mesas de diretor.

As 124 escolas contempladas pela medida atendem mais de 45 mil alunos da rede estadual de ensino, localizadas nos municípios de Agudo, Arambaré, Arroio do Meio, Bento Gonçalves, Cachoeira do Sul, Cachoeirinha, Candelária, Canoas, Capela de Santana, Caxias do Sul, Cerro Branco, Colinas, Cruz Alta, Eldorado do Sul, Encantado, Esteio, Estrela, Feliz, Flores da Cunha, Forquetinha, General Câmara, Guaíba, Igrejinha, Júlio de Castilhos, Lajeado, Lindolfo Collor, Maratá, Montenegro, Muçum, Novo Hamburgo, Palmares do Sul, Parobé, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Rio Pardo, Santa Maria, São Francisco de Paula, São Jerônimo, São José do Norte, São Leopoldo, São Sebastião do Caí, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Taquara, Torres, Três Coroas, Triunfo, Venâncio Aires e Viamão.

Técnicos da Secretaria da Educação (Seduc) e da Secretaria de Obras Públicas (SOP) estão conduzindo a avaliação estrutural e o desenvolvimento de projetos para a recomposição das instituições de ensino.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2024 0 Comentários 395 Visualizações
Política

Leite promove diálogo entre entidades empresariais e governo federal

Por Marina Klein Telles 27/06/2024
Por Marina Klein Telles

O governador Eduardo Leite promoveu, no início da tarde da quarta-feira (26), mais uma reunião entre representantes de entidades empresariais gaúchas e o ministro de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta. O encontro, que ocorreu no Palácio Piratini, em Porto Alegre, teve como objetivo buscar soluções para problemas econômicos decorrentes das enchentes.

Participaram da reunião representantes da Associação Gaúcha de Supermercado (Agas), da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), da Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e do Sistema Fecomércio-RS, além dos secretários estaduais da Casa Civil, Artur Lemos; da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi; de Planejamento, Governança e Gestão, Danielle Calazans; da Fazenda, Pricilla Santana; de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo; e de Comunicação, Tânia Moreira.

As autoridades discutiram, principalmente, a necessidade de ajustes na iniciativa do governo federal de manutenção do emprego e da renda – o Programa Emergencial de Apoio Financeiro para trabalhadores – e na operacionalização de linhas de crédito para empresas atingidas. As entidades reivindicam a ampliação do prazo para acesso ao Apoio Financeiro e a flexibilização tanto das regras para esse apoio quanto das normas para obtenção de financiamentos pelos empreendimentos afetados.

“O programa de manutenção de emprego e renda não está se revelando suficiente para abarcar as necessidades do Estado, pois impõe uma série de regras que estão limitando o seu acesso. O que observamos é que o programa dispõe de um orçamento que vai ficar sem uso devido a tantas exigências”, avaliou Leite.

Dentre as obrigações impostas às empresas para acessar o Apoio Financeiro, as entidades questionam, por exemplo, a exigência da declaração de redução do faturamento e da capacidade de operação do estabelecimento. Reivindicam também a dilação do prazo para que os empreendimentos possam aderir ao programa, que se encerra nesta quarta (26/6).

Até a tarde desta quarta, cerca de 10 mil empresas gaúchas se cadastraram no programa, que vai pagar duas parcelas no valor de um salário mínimo para trabalhadores de negócios afetados pelo desastre.

Em relação aos financiamentos, Leite disse que os critérios estabelecidos acabam deixando de fora muitos empreendimentos que necessitam do benefício. “Entendemos que o governo federal deve editar uma medida provisória para flexibilizar as normas de acesso ao crédito junto aos bancos, ajudando empresas que têm dificuldade de acessar essas linhas a conseguirem os financiamentos e manterem suas operações”, disse.

Para o governador, as reuniões têm sido produtivas e levarão a bons resultados. “Esta é mais uma rodada importante, focada nesses dois pontos críticos, e esperamos que haja respostas efetivas por parte do governo federal em breve. Precisamos muito do apoio da União. Muitas ações já foram encaminhadas, mas são necessários ajustes em algumas políticas públicas”, pontuou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2024 0 Comentários 351 Visualizações
Saúde

Prazo para cadastrar projetos de recuperação da rede de saúde com recursos federais termina nesta terça

Por Jonathan da Silva 25/06/2024
Por Jonathan da Silva

O prazo para o cadastro de projetos voltados à reconstrução da estrutura de saúde do estado a partir de recursos federais se encerra nesta terça-feira, 25 de junho. Gestores de municípios e entidades filantrópicas devem realizar suas inscrições pelo sistema InvestSUS, do Ministério da Saúde. Propostas de obras de recuperação da rede de saúde básica também poderão ser apresentadas ao programa federal PAC Saúde até a sexta-feira, dia 28.

Prioritariamente, os recursos são para aquisição de equipamentos e construção ou reforma de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) nos municípios afetados pela enchente de maio. Conforme o ministério, serão priorizadas no processo de reconstrução as áreas em estado de calamidade e emergência. O edital também está aberto para gestores de outros estados que queiram atuar em projetos de recuperação no Rio Grande do Sul.

PAC da Saúde

O prazo de inscrições no PAC Saúde foi prorrogado pelo Ministério da Saúde até sexta-feira, 28 de junho, dando mais tempo para gestores do estado e dos municípios protocolarem propostas pela plataforma InvestSUS. Com um investimento de R$ 30,5 bilhões em 2024, o novo PAC Saúde tem foco na atenção primária e especializada, prevendo o aumento do número de UBSs, maternidades, policlínicas e Centros de Atenção Psicossocial. Também destinará recursos para universalizar serviços essenciais na rede pública (como o Samu), além de retomar investimento em políticas públicas, especialmente em obras de infraestrutura econômica, social e urbana.

No InvestSUS, as etapas envolvem cadastramento, envio, análise e aprovação de cada proposta. O prazo anterior para a apresentação dos projetos era até o dia 20. De acordo com o ministério, o adiamento visa dar mais tempo aos estados e municípios para a elaboração e apresentação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2024 0 Comentários 382 Visualizações
Política

Governo gaúcho e Univates assinam termo para revisão de Planos Diretores no Vale do Taquari

Por Jonathan da Silva 21/06/2024
Por Jonathan da Silva

Um acordo entre o governo do Estado e a Universidade do Vale do Taquari (Univates) com o objetivo de rever os Planos Diretores das cidades no Vale do Taquari foi assinado nesta sexta-feira (21), no Centro Administrativo de Contingência, em Porto Alegre. Serão destinados R$ 3,1 milhões do Tesouro Estadual para que o corpo técnico da instituição de ensino realize estudos que amparem o desenvolvimento dos documentos. A medida faz parte do Plano Rio Grande.

Nos últimos nove meses, as cidades da região foram atingidos por três tragédias meteorológicas, impactando a vida e a infraestrutura da região. A revisão dos Planos Diretores busca fortalecer a resiliência urbana e rural, garantindo mais proteção diante de desastres do tipo.

O governador Eduardo Leite (PSDB) ressaltou que a atuação da universidade fortalece os laços com a comunidade do Vale do Taquari. “A Univates tem uma profunda conexão com a realidade local, é uma instituição comunitária, com espírito de responsabilidade”, elogiou Leite. “Por isso essa parceria é fundamental para proporcionar sistemas de drenagem e mobilidade adequados à realidade local, além de resiliência”, completou o governador. “Nos 55 anos da Univates, nosso desenvolvimento se confunde com o do Vale do Taquari. Então, para nós, trabalhar na reconstrução e recuperação da região, com reconhecimento do governo do Estado, é motivo de orgulho”, afirmou a reitora da universidade, Evania Schneider.

O contrato com a Univates terá duração de 20 meses, dividido em três fases. Na primeira, após 60 dias, serão entregues os documentos de zoneamento de risco e as diretrizes preliminares de ocupação prioritária. A segunda fase, com prazo de 14 meses, compreende a entrega do Plano Diretor, que abarca diferentes aspectos do desenvolvimento municipal, e o Plano do Perímetro Urbano, mais específico para a delimitação e organização espacial das cidades. A terceira fase, com prazos variáveis podendo chegar a seis meses, incluirá a elaboração do Plano de Parcelamento do Solo, que regula a divisão de terrenos para urbanização ordenada; o Plano de Habitação Social, com diretrizes para moradia digna à população de baixa renda; o Plano de Mobilidade, que trata do planejamento do sistema de transporte e circulação urbana; e o Código de Obras e Edificações, com normas para construção e segurança de edificações.

“Vamos desenvolver projetos para fazer o Vale do Taquari retomar o rumo do crescimento o mais rápido possível”, destacou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Carlos Rafael Mallmann.

Representando os prefeitos do Vale do Taquari, o prefeito de Muçum, Mateus Trojan (MDB), destacou que os desafios enfrentados são importantes para pensar o desenvolvimento das cidades. “Esse é um grande passo para evoluirmos na capacidade de tomar decisões com segurança e para ofertarmos uma expansão urbanística qualificada”, apontou Trojan.

Foto: Maurício Tonetto/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2024 0 Comentários 360 Visualizações
Cidades

Prejuízos pela enchente ultrapassam R$ 4,6 milhões em Picada Café

Por Jonathan da Silva 21/06/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de R$ 4,6 milhões serão necessários para reconstruir Picada Café após os danos causados pelas enchentes, aponta levantamento da Secretaria de Planejamento do município. Com isso, a Prefeitura solicitou recursos junto à Defesa Civil Federal para ações de restabelecimento relacionadas a 13 locais atingidos. Também foram solicitados recursos para a obra de reconstrução da ponte próxima à empresa Estofados Rincão, orçada em cerca de R$ 3,8 milhões.

O prefeito Luciano Klein (UNIÃO) lembra que Picada Café foi atingida por quatro enchentes e afirma que os danos prejudicaram o trabalho da gestão, que já investiu mais de R$ 2,2 milhões em recuperação de pontes, estradas, acessos às propriedades, aquisição de material, mão de obra e manutenção de máquinas e equipamentos. “Deixamos de realizar várias obras planejadas para poder recuperar a cidade o mais rápido possível”, pontua o chefe do executivo municipal.

O secretário municipal de Planejamento, arquiteto Daniel Rosa, explica que no relatório encaminhado à Defesa Civil constam os projetos de cada local atingido e a estimativa de custos para os reparos. “Tivemos danos como queda de pista, pontes, bueiros, pinguelas, barreiras e muros, deslizamento de terra em laterais de ruas, guarda-corpos danificados, rachaduras na pista, fissuras no solo e queda de muro”, explica o secretário Rosa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2024 0 Comentários 564 Visualizações
Moda e beleza

De Sírius doa mais de R$ 400 mil em produtos a salões de beleza atingidos pela enchente

Por Jonathan da Silva 21/06/2024
Por Jonathan da Silva

Com o objetivo de ajudar profissionais a se restabelecerem e reconstruírem, a De Sírius Cosméticos irá doar R$ 408.990,00 em produtos para salões de beleza atingidos pelas enchentes no Rio Grande do Sul. A distribuição terá foco em Porto Alegre, Canoas, Alvorada, serra gaúcha, Vale do Taquari e região das Missões. A entrega será realizada por distribuidores parceiros e equipe de vendas. No total, serão 300 kits contendo shampoo 1 litro, condicionador 1 litro, creme 1 kg, finalizador, progressiva e colorações.

As enchentes que causaram prejuízos a milhares de pessoas no Rio Grande do Sul impactaram também pequenos e grandes empresários do mercado de beleza. “Nós precisamos ajudar. É nossa obrigação, como gaúchos e como empresários. Precisamos nos unir, dar as mãos e começar a reconstruir sonhos. Estamos doando mais do que produtos, estamos doando uma forma de recomeçar, autoestima e beleza”, destaca a CEO da De Sírius Cosméticos, Sabrina Rosa.

A De Sírius também doou 10 mil unidades de shampoo e condicionadores de 500 ml para abrigos gaúchos que estavam recebendo desabrigados. Outras duas ações criadas pela marca gaúcha foram uma rifa online, no valor de R$ 15, em que serão sorteados vales-compra de R$ 500, R$ 300 e R$ 200, e a venda solidária do curso Cosmetologia na Prática com Sabrina Rosa, em que são ensinados conceitos de cosmetologia e tricologia, composição dos produtos e onde eles agem no fio, ajudando os profissionais a resolver os problemas mais comuns que surgem no salão de beleza. Todo o valor arrecadado nestas campanhas será doado às famílias que tiveram perdas com a catástrofe climática.

Fotos: Aline Rosa/De Sírius/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2024 0 Comentários 462 Visualizações
Cidades

Mais de R$ 50 milhões são anunciados para recuperação de Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 18/06/2024
Por Jonathan da Silva

Recursos que totalizam R$ 50,9 milhões para ações nas áreas de Novo Hamburgo atingidas pela enchente foram anunciados nesta segunda-feira (17) pela prefeita Fátima Daudt (MDB). O valor é proveniente de verbas da prefeitura, do Governo do Estado e do Governo Federal. O dinheiro será investido em limpeza e recolhimento de entulhos, ajuda humanitária, construção de moradias, saúde e obras de infraestrutura. Além dos recursos já garantidos e anunciados, estão em análise outros R$ 52,7 milhões para proteção anti-cheias, pavimentação, reforma de escolas e postos de saúde, segurança pública e outras áreas.

Durante o evento de anúncio, realizado na prefeitura hamburguense, Fátima destacou o caráter inédito da situação enfrentada por Novo Hamburgo e por outros 440 municípios. “Vivenciamos a maior cheia da história do Rio dos Sinos. Desde a chegada dos primeiros imigrantes, há 200 anos, nunca passamos por algo igual. Choveu 530mm em maio, quase cinco vezes a média do mês. Na nossa cidade, 32 mil pessoas foram atingidas e quase 7 mil tiveram de ir para acolhimento em abrigos públicos e 6 mil empresas foram afetadas, metade no bairro Santo Afonso. O prejuízo apenas em bens públicos e infraestrutura é estimado em R$ 300 milhões. As perdas das pessoas são incalculáveis”, afirmou a prefeita. “E o mais triste de tudo é que infelizmente tivemos também uma pessoa que veio a óbito por causa da enchente”, completou Fátima.

Para que a vida das pessoas e das cidades volte à normalidade, todos os municípios vão precisar de suporte do Governo do Estado e do Governo Federal”, disse a prefeita Fátima Daudt, ao lado do vice-prefeito Márcio Lüders e de secretários municipais.

Prefeita Fátima anuncia recursos

Já estão garantidos R$ 21,5 milhões para investimentos em saúde, educação, habitação, cultura e infraestrutura, que incluem construção de nova escola, unidade de saúde, CAPS e um centro de cultura. Uma parcela extra do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de R$ 7 milhões também já chegou ao município. Outros R$ 6,7 milhões serão aplicados em obras de pavimentação e recuperação de vias afetadas pelas cheias e R$ 2 milhões para ações de atenção à saúde e vigilância sanitária. O Fundo da Defesa Civil receberá R$ 5,3 milhões.

Dos recursos solicitados, R$ 13,4 milhões são para a Casa de Bombas e bombeamento temporário de águas, R$ 12 milhões para pavimentação e R$ 11,2 milhões para compra de equipamentos para postos de saúde, CAPS, reforma de duas USFs e projeto digital do SUS. Também estão previstos R$ 9,7 milhões para obras nas escolas, incluindo a aquisição de mobiliário, equipamentos, brinquedos e livros. Para ações de limpeza foram solicitados mais R$ 2,8 milhões e para a Guarda Municipal, outros R$ 3,7 milhões.

O prazo para a execução das obras e intervenções está sendo definido pelas equipes técnicas e varia de acordo com cada projeto. As ações que aguardam recursos dependem de liberação do Governo Federal.

Os investimentos

R$ 50,9 milhões já garantidos
  • R$ 21,5 milhões para áreas de saúde, educação, habitação, cultura e infraestrutura
  • R$ 7 milhões de parcela extra do Fundo de Participação dos Municípios (FPM)
  • R$ 6,7 milhões do Pavimenta RS
  • R$ 5,3 milhões para Fundo da Defesa Civil
  • R$ 4,1 milhões para ajuda humanitária (kits de limpeza, higiene e proteção)
  • R$ 4 milhões em isenções da Comusa nas contas de água de imóveis alagados
  • R$ 290 mil para ambulância do Samu
  • R$ 2 milhões para ações de atenção à saúde e vigilância sanitária
  • R$ 180 mil para proteção animal
R$ 52,7 milhões solicitados
  • R$ 9,2 milhões para recuperação emergencial da Casa de Bombas
  • R$ 4,2 milhões para bombeamento temporário das águas
  • R$ 12 milhões para pavimentação junto ao Governo do Estado
  • R$ 11,2 milhões para compra de equipamentos para postos de saúde, CAPS, reforma de duas USF e projeto digital do SUS
  • R$ 9,7 milhões para restabelecimento das escolas afetadas, incluindo mobiliário, equipamentos, brinquedos e livros
  • R$ 2,8 milhões para o recolhimento de resíduos e entulhos nas vias públicas
  • R$ 990 mil para contratação de 30 novos guardas municipais, incluindo uniformes e equipamentos individuais
  • R$ 2,7 milhões para compra de 10 viaturas
Foto: PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2024 0 Comentários 456 Visualizações
Business

FCDL-RS aponta estratégias para a recuperação da economia gaúcha

Por Jonathan da Silva 17/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) tem aconselhado medidas que podem impulsionar a reconstrução econômica do comércio e da economia gaúcha. De acordo com estudos da entidade, o setor perdeu cerca de R$ 2,4 bilhões em vendas no mês de maio, além de ter somado aproximadamente R$ 3,5 bilhões de prejuízo patrimonial. A FCDL-RS aponta que são fundamentais a recuperação do sistema de transportes e da infraestrutura, o apoio do poder público e a valorização dos empreendimentos locais.

O comércio é responsável pela maior fatia do Produto Interno Bruto (PIB) de grande parte dos municípios gaúchos atingidos pelas cheias de maio. Em função disso, a FCDL-RS defende que o setor precisa de medidas céleres que o revitalizem com a maior rapidez possível, a fim de manter e gerar empregos e renda. “De imediato é preciso recuperar a infraestrutura viária do Rio Grande do Sul, retomando os caminhos para chegada de insumos e escoamento da produção, evitando uma elevação de preços aos consumidores e mais uma sobrecarga ao já combalido orçamento familiar de significativa parcela dos gaúchos”, aponta o presidente da entidade, Vitor Augusto Koch.

O dirigente afirma que a manutenção do funcionamento das atividades econômicas evitará perdas em vendas, salários e empregos. Para isso, a recuperação das rodovias e criação de novas opções à impossibilidade temporária de uso do Aeroporto Salgado Filho são ações essenciais. “Objetivamente, nesse momento, é preciso dotar o aeroporto de Caxias do Sul com estrutura e equipamentos que lhe permitam estar capacidade para receber vôos internacionais. Além disso, ampliar a malha aérea a partir da Base Área de Canoas. E desenvolver um plano de ação robusto para retomar a plena capacidade da malha rodoviária gaúcha. São medidas que farão a diferença para melhor na estratégia de recuperação do Rio Grande do Sul”, pontua o presidente da FCDL-RS.

No caso da Região Metropolitana de Porto Alegre, a entidade aponta também que há necessidade do rápido restabelecimento da atividade do Trensurb, com menor intervalo entre as viagens dos trens e ampliação dos ônibus que atendem os passageiros.

Apoio aos setores que geram emprego

Para a FCDL-RS, o apoio aos setores que geram e mantêm empregos, além de circulação de renda, é outro aspecto a ser considerado rapidamente. De acordo com as análises, há segmentos que irão despontar nesse cenário, como os de materiais de construção, eletrodomésticos, vestuário, calçados e itens de primeira necessidade. Os incentivos proporcionados pelos programas de reconstrução dos governos federal, estadual e municipais deverão cumprir papel decisivo para que esses segmentos consigam avançar.

O setor de turismo no estado, com a força da serra gaúcha, também é considerado importante para a aceleração da reação do Rio Grande do Sul. Muitos pontos turísticos não foram atingidos pela catástrofe e oferecem condições de receber seguramente os visitantes. Inclusive para isto se faz essencial a viabilização dos meios de chegada e de saída do estado.

Estimular a população a apoiar e valorizar os estabelecimentos comerciais de suas cidades vai fortalecer as comunidades e impulsionar desenvolvimento local e regional. Já o turismo tem a perspectiva típica do setor de alojamento e alimentação, de manter e gerar empregos de qualificação média, sobretudo, além de fortalecer a percepção das marcas gaúchas a partir da receptividade típica do setor”, analisa Vitor Augusto Koch.

Futuro mais seguro e funcional

Após a fase de retomada econômica, a FCDL-RS acredita ser fundamental um amplo planejamento para a construção de um futuro mais seguro e funcional. Pensando em distintos pilares da sociedade, a entidade sugere a criação de programas não apenas de empréstimos subsidiados ou com pagamentos em carência, mas que contenham medidas complementares na elaboração dos contratos financeiros.

Outro eixo que a Federação avalia merecer atenção é o de incentivos econômicos. De acordo com a FCDL-RS, já não é mais possível o Rio Grande do Sul criar políticas voltadas a uma região específica. Os recursos disponíveis têm que ser direcionados para setores que integrem todo o estado. “Logo, é necessária em um momento de reconstrução, a percepção sobre focos que precisam ser adotados, nesse caso, as vocações gaúchas que integram todas as regiões. E aí, cinco atividades se destacam e têm efeitos de encadeamento em todas as regiões. A indústria metalmecânica, o comércio, o turismo, o agronegócio e a prestação de serviços”, avalia o presidente Koch.

Por fim, a entidade afirma que o setor público necessita ter uma correção de rumos que possa fazer o estado avançar de maneira duradoura. Para isso, a FCDL-RS acredita que é necessário possibilitar a extensão dos prazos da dívida pública que, apesar de estar em suspensão temporária, deverá voltar a ser paga.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2024 0 Comentários 679 Visualizações
Cidades

Avança a reconstrução da ERS-115 na subida da serra gaúcha

Por Jonathan da Silva 13/06/2024
Por Jonathan da Silva

A reconstrução do trecho de 100 m no km 25 da ERS-115, em Três Coroas tem avançado. A obra de construção do talude e aterro, realizada pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), acontece paralelamente ao tráfego de veículos, que segue em meia-pista no sistema Pare e siga. A conclusão da reconstrução está prevista para acontecer em até 30 dias O investimento na reforma é de R$ 2,91 milhões, com recursos provenientes da praça de pedágio da EGR. O trecho desmoronou devido às chuvas de maio.

Os responsáveis da obra alertam que, em decorrência da presença de maquinários e trabalhadores na pista, é crucial que os condutores redobrem a atenção e sigam as sinalizações indicativas das placas, além das orientações das equipes.

Para o diretor-presidente da EGR, Luís Fernando Vanacôr, a partir da conclusão dos trabalhos, o pavimento será recuperado e o fluxo retomado em sua normalidade. “As equipes estão trabalhando para recuperar esse importante segmento estratégico, responsável pelas ligações entre municípios da região da Serra, das Hortênsias e do Vale do Paranhana com o restante do estado”, destaca Vanacôr.

A iniciativa faz parte do Plano Rio Grande, que atua em três eixos de enfrentamento aos efeitos das enchentes: ações emergenciais, ações de reconstrução e Rio Grande do Sul do futuro.

Foto: EGR/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2024 0 Comentários 517 Visualizações
Cidades

EGR inicia reconstrução de trecho da ERS-115 que desmoronou em Três Coroas com as chuvas

Por Jonathan da Silva 12/06/2024
Por Jonathan da Silva

Foi iniciada nesta terça-feira (11) a reconstrução do trecho da ERS-115, em Três Coroas, que desmoronou devido às fortes chuvas ocorridas em maio. A obra no pedaço de 100 metros localizado no km 25 da via é realizada pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). A ação integra o Plano Rio Grande, programa de reconstrução, adaptação e resiliência climática do estado que visa planejar, coordenar e executar ações para enfrentar as consequências sociais, econômicas e ambientais da enchente histórica.

A obra de reconstrução do talude e aterro é realizada paralelamente ao tráfego de veículos na rodovia, que segue em meia-pista com fluxo no sistema ‘Pare e siga’. O investimento está estimado em R$ 2,91 milhões, com recursos próprios, provenientes da praça de pedágio da EGR. A previsão de conclusão é de 30 dias.

A partir da finalização dos serviços, o pavimento será recuperado e o fluxo retomado em sua normalidade, operando em ambos os sentidos da rodovia, uma das principais ligações entre municípios da região da serra, das Hortênsias e do Vale do Paranhana com o restante do estado.

O diretor-presidente da EGR, Luís Fernando Vanacôr, afirma que desde o início das chuvas a estatal tem trabalhado de maneira incansável para minimizar prejuízos, liberar estradas e recuperar trechos severamente atingidos. “Nossa preocupação com a segurança dos usuários é constante e, por isso, estamos mobilizados para executar obras necessárias à retomada da circulação de veículos em segmentos estratégicos. Afinal, a população espera por respostas rápidas e assertivas”, pontua Vanacôr.

Em função da presença de maquinários e trabalhadores na pista, a EGR alerta que é crucial que os condutores redobrem a atenção e sigam as sinalizações indicativas das placas, além das orientações das equipes. A execução das obras pode ocasionar redução de velocidade, retenção de veículos, trechos em meia-pista e tráfego intercalado.

Foto: Ascom Selt/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2024 0 Comentários 356 Visualizações
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