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Business

Pesquisa do IBGE mostra crescimento das vendas do varejo gaúcho em outubro

Por Ester Ellwanger 09/12/2021
Por Ester Ellwanger

O mês de outubro apresentou crescimento das vendas do comércio no Rio Grande do Sul, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira, 8 de dezembro. O levantamento mostra que o varejo gaúcho em geral teve alta de 1,6% em outubro frente a setembro e que o comércio ampliado, que abrange venda de veículos e de materiais de construção, teve incremento de 2,2%.
O resultado no RS é expressivo tendo em vista que no país o setor varejista teve leve queda, de 0,6% no mesmo confronto e o comércio ampliado, em nível nacional, as vendas caíram 0,9% em nível nacional.


O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, considera importante a reação das vendas do comércio gaúcho em outubro. Para o dirigente, esse resultado já demonstra que o último trimestre de 2021 deve se caracterizar por resultados mais animadores para o varejo do estado.

“O avanço da vacinação, a maior circulação de consumidores, o crescimento da geração de novos postos de trabalho e a demanda reprimida de consumo são fatores que colaboraram para a melhoria das vendas em outubro. Soma-se a isso o pagamento do 13º salário em novembro e dezembro e o início do pagamento do Auxílio Brasil neste final de ano e podemos ter a expectativa de que as vendas serão ainda melhores nos dois últimos meses de 2021. Além, é claro, de datas como a Black Friday e o Natal, que impulsionam o consumo. No que diz respeito ao Rio Grande do Sul é fundamental que as vendas cresçam, pois os lojistas gaúchos sofreram muito com as restrições à sua atividade e precisam muito desse incremento para garantir a sustentabilidade de seus negócios”, avalia Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2021 0 Comentários 602 Visualizações
Variedades

Estudo que RS tem mais de 7,3 mil consumidores que podem migrar para o mercado livre de energia

Por Ester Ellwanger 06/12/2021
Por Ester Ellwanger

Um estudo inédito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE revelou que no Rio Grande do Sul existem mais de 7,3 mil Unidades Consumidoras (UCs) que já poderiam fazer parte do mercado livre de energia e ter um fornecimento potencialmente mais barato e mais adequado às suas necessidades individuais.

Os consumidores identificados pela Câmara são empresas de grande e médio porte, como indústrias, shoppings ou redes de supermercados que, sozinhos ou em comunhão, alcançam carga acima de 500 kW, a demanda mínima exigida atualmente para operar no segmento.

O mercado livre permite negociação direta de contratos com fornecedores, sejam eles geradoras ou comercializadoras. Cerca de 2,3 mil UCs já fazem parte desse modelo de contratação somente no estado gaúcho. Entre os que já podem, mas ainda não estão, a maior parte está na faixa de consumo comercial, seguido por poder público, rural, industrial e serviço público.

Na avaliação da CCEE, o que falta para que essas companhias migrem para o mercado livre é uma maior oferta de modelos de contratos que garantam uma conta mais barata, de forma simples e com risco reduzido para o consumidor. “Esses grupos não possuem equipes especializadas em gestão de compra e venda de energia, então precisam de todo o apoio possível nessa transição, bem como no dia a dia da operação no mercado e no gerenciamento dos contratos”, diz Talita Porto, vice-presidente do Conselho de Administração da CCEE.

Para resolver a questão, a Câmara defende o desenvolvimento da categoria de comercializador varejista, que pode intermediar a negociação e tornar o processo menos burocrático e mais seguro. “É a figura que assume parte dos riscos associados às volatilidades do mercado e que pode representar seus clientes no segmento, fazendo com que a migração seja simplificada”, complementa Talita.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/12/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Pesquisa mostra retomada do consumo nas oito maiores capitais do país

Por Ester Ellwanger 03/12/2021
Por Ester Ellwanger

Se ainda há um longo caminho para a recuperação econômica sustentável após o impacto da crise sanitária, já é possível vislumbrar uma retomada crescente do consumo nas principais praças nacionais. É o que mostra pesquisa da Geofusion, líder em inteligência geográfica no país, nas oito cidades mais populosas do Brasil – São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Curitiba e Manaus – com base em três categorias de consumo: higiene e cuidados pessoais; vestuário; e joias e bijuterias.

O setor de vestuário vem demonstrando uma capacidade de recuperação consistente, após amargar um dos piores resultados em 2020. A intenção de compras cresceu de forma equânime nas cidades pesquisadas: 67%. O salto, em valores absolutos, foi de aproximadamente R ﹩49,70 bilhões (2020) para R$ 82,80 bi (2021).

As variações recaem sobre as classes sociais que têm ido às compras. Em São Paulo (40%), Rio de Janeiro (41%) e Brasília (56%) são as cidades em que a classe A mais consome esses produtos. Já em Manaus, as famílias de classe A respondem por 8% das compras; Salvador, 22%, Fortaleza, 24%; Belo Horizonte, 25%, e Curitiba, 33%.

 

O setor de joias e bijuterias também demonstra resultado positivo. A recuperação registrada é superior a 50% em algumas cidades, saindo de R﹩ 5,40 bi, no passado, para R﹩ 8,10 bi, em 2021. São Paulo, Curitiba e Salvador tiveram aumento de consumo de 51%. A classe A é a que mais consome esses itens, e as cidades com maior concentração dessas compras pelos mais ricos são Brasília (71%), São Paulo (67%) e Rio de Janeiro (56%).

O consumo de produtos de higiene e cuidados pessoais subiu 6% no período mais crítico da crise sanitária. Em valores, o setor registrou crescimento este ano em relação a 2020. Respectivamente, R﹩ 145,30 bilhões contra R﹩ 122,60 bi. Esses produtos tiveram aumento da procura em todas as capitais pesquisadas: Belo Horizonte, Fortaleza e Brasília (19%), São Paulo, Manaus e Curitiba, Salvador e Rio (18%).

“O consumo de higiene e cuidados pessoais não parou de crescer desde 2018, ou seja, não caiu na pandemia, mesmo com as pessoas dentro de casa. Já o de vestuário sofreu um forte tombo em 2020 e sua recuperação está vigorosa, provavelmente pelo retorno dos eventos sociais e trabalho presencial, mas apenas conseguiu voltar ao que era em 2018. E o consumo de joias e bijuterias, para o qual se esperaria uma queda maior do que a do vestuário, surpreendeu. Caiu quatro vezes menos que o potencial de vestuário (2020×2019) e agora tem um forte crescimento em 2021, com um volume 42% superior a 2018”, coloca Susana Figoli, diretora de Inteligência de Mercado na Geofusion.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/12/2021 0 Comentários 770 Visualizações
Variedades

Estudo mostra que RS tem 3ª melhor gestão de lixo do Brasil

Por Ester Ellwanger 26/11/2021
Por Ester Ellwanger

O Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb) divulgou nessa semana o Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana – Islu 2021, que avalia a qualidade da gestão do lixo nos municípios brasileiros, em parceria com a PwC Brasil. A região Sul é a que apresenta pontuação mais alta de acordo com o estudo, com média de 0,545 (em avaliação que vai de 0 a 1) e índice de reciclagem de 7,2%, o melhor do país. Ainda assim, a pontuação representa uma baixa performance de acordo com o índice, que classifica como desempenho médio apenas as cidades com avaliação acima dos 0,600.

O Rio Grande do Sul é o terceiro melhor colocado entre os estados brasileiros em análise geral, no entanto, em Porto Alegre (RS), a taxa de reciclagem cai para 2,1% – abaixo até do índice nacional de 3,5% – enquanto no estado do Rio Grande do Sul a taxa média de reciclagem é de 7,4%.

O Rio Grande do Sul também é o estado com maior número de municípios que aplicam algum tipo de cobrança, na ordem de 83,5%. No entanto, apenas 4,6% (23) das 497 cidades praticam a cobrança integral pelos serviços, enquanto outros 62,6% (311) a praticam parcialmente, cobrindo em média (ponderada entre os municípios) apenas um terço dos custos, ficando o restante às expensas dos orçamentos municipais.

Em participação em um seminário realizado pelo setor de resíduos sólidos em Porto Alegre na última sexta-feira (19/12), Daniel Martini, promotor de justiça do Rio Grande do Sul, disse que a garantia do equilíbrio econômico-financeiro dos serviços de gestão dos resíduos sólidos é o foco de atuação nesse momento.

“Infelizmente, o serviço de manejo de resíduos sólidos ainda é deficitário do ponto de vista econômico em grande parte dos municípios do Rio Grande do Sul. Em trabalho conjunto com as prefeituras, uma das alternativas que propomos aos gestores é a de regionalização dos serviços, como a formação de consórcios intermunicipais, por exemplo, para que seja possível aplicar uma taxa que cubra integralmente os custos e garanta o descarte ambientalmente adequado do lixo na região”, explica Daniel Martini.

Brasil tem avanço lento em tratamento do lixo

De acordo com o Islu 2021, se mantido o cenário atual, o Brasil dificilmente cumprirá os objetivos de desenvolvimento sustentáveis da Organização das Nações Unidas (Onu) relacionados à gestão do lixo. Segundo o estudo, houve um tímido avanço na gestão do lixo nos últimos 5 anos e 58% das cidades brasileiras ainda não possuem um modelo de cobrança para custear os serviços de coleta e tratamento do lixo. O resultado é que metade dos municípios ainda despeja seus resíduos em lixões a céu aberto, mudança pouco expressiva em comparação com os 55% identificados na edição de 2016 do índice.


O estudo analisou a realidade de 3.572 municípios em todo o país, revelando que 50% deles ainda descarta seu lixo de forma ambientalmente inadequada. A cobertura da coleta porta a porta se manteve na casa dos 76%, com um quarto da população sem acesso aos serviços. Já a taxa de reciclagem patina em torno de 3,5% nos últimos 5 anos.

De acordo com a projeção realizada pelo Islu, se não houver mudanças na gestão dos resíduos sólidos, o Brasil dificilmente alcançará as metas de redução de impacto ambiental e de reciclagem estabelecidas pela Onu. A análise levou em consideração o ritmo de progresso dos últimos anos.

“Somente uma mudança de gestão, com recursos financeiros para modernizar e aumentar a eficiência dos serviços, trará resultados positivos para o setor e, consequentemente, a redução dos impactos ambientais causados pela produção de resíduos”, explica Márcio Matheus, presidente do Selurb, ressaltando que essa possibilidade depende da efetiva implementação do Novo Marco do Saneamento, que impôs aos municípios a obrigatoriedade de criar um sistema de cobrança que tornem sustentáveis os serviços de coleta, tratamento e descarte ambientalmente adequado do lixo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/11/2021 0 Comentários 1,3K Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 24,2% em outubro

Por Ester Ellwanger 10/11/2021
Por Ester Ellwanger

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 397,1 mil toneladas em outubro, número que supera em 24,2% o desempenho registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 319,7 mil toneladas.

Em receita, as vendas de carne de frango para o mercado internacional alcançaram saldo de US$ 715,2 milhões, desempenho 60,1% superior ao alcançado em outubro de 2020, com US$ 446,8 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a outubro), as exportações de carne de frango alcançaram 3,864 milhões de toneladas, volume 10,45% maior que as 3,498 milhões de toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado.

Em receita, as exportações de carne de frango somaram US$ 6,339 bilhões, saldo 25,1% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 5,066 bilhões.

“Houve crescimento generalizado nos diversos destinos de exportações da carne de frango do Brasil em outubro, mantendo as projeções positivas previstas pela Abpa para o ano de 2021. Ao mesmo tempo, a significativa alta na receita das exportações tem equilibrado os impactos das elevações dos custos de produção acumulados desde o ano passado”, avalia o presidente da Abpa, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Líder entre os principais importadores de carne de frango do Brasil, a China foi destino de 51,2 mil toneladas em outubro, volume 2,5% superior ao registrado no décimo mês de 2020. Outros destaques foram Japão, com 47,2 mil toneladas (+60,4%), Emirados Árabes Unidos, com 43,6 mil toneladas (+108,1%), África do Sul, com 23,6 mil toneladas (+1,3%), e União Europeia, com 19,7 mil toneladas (+49,6%).

“Com média histórica recorde, acima das 400 mil toneladas mensais, o segundo semestre deste ano deve seguir em sólido ritmo de embarques, especialmente em um momento no qual, historicamente, regiões do Hemisfério Norte apresentam focos de Influenza Aviária, enfermidade da qual o Brasil é livre”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

 

Rio Grande do Sul

As exportações gaúchas de carne de frango mantiveram o patamar de crescimento em outubro. O volume foi 13,52% superior, passando de 54,63 mil toneladas em 2020 para 62,02 mil toneladas em 2021. A receita dos embarques do décimo mês de 2021 alcançou US$ 108,16 milhões, aumento maior que a metade, 51,72% a mais que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 71,29 milhões).

Nos dez primeiros meses deste ano foram embarcadas 590,12 mil toneladas, contra 559,83 mil toneladas no mesmo período de 2020. Alta de 5,41%. O saldo em dólares das exportações chegou a US$ 977,55 milhões entre janeiro e outubro. O número é 28,87% superior ao obtido no mesmo período do último ano, que teve saldo de US$ 758,55 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/11/2021 0 Comentários 743 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento coordena estudo de efetividade da vacina ComiRNAty

Por Ester Ellwanger 10/10/2021
Por Ester Ellwanger

O Hospital Moinhos de Vento e a Pfizer Brasil, em parceria com o Programa Nacional de Imunização, a Universidade Federal do Paraná e a Secretaria de Saúde de Toledo, realizam um estudo que avaliará a efetividade da vacina ComiRNAty contra a Covid-19, em Toledo, no estado do Paraná.

A pesquisa observacional tem como objetivo avaliar a efetividade do imunizante em um cenário de vida real no Brasil. Serão analisados os impactos da vacina em prevenção de casos sintomáticos, reinfecção, internações, mortes, efeitos adversos, além de Long Covid e consequências em longo prazo atribuídas ao coronavírus.

A coordenação do estudo será realizada por uma equipe do Instituto de Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre. O pesquisador principal e médico intensivista Regis Goulart Rosa explica que deverão ser recrutados cerca de 4.500 voluntários, dos quais aproximadamente 1.500 serão acompanhados durante um ano.
“Um dos nossos objetivos é avaliar o impacto da vacinação em massa para Covid-19 com a ComiRNAty em desfechos relevantes e em um contexto de alta prevalência de variantes preocupantes de SARS-CoV-2, como é o caso das variantes Gamma (P.1) e Delta. A pesquisa deve nos ajudar a entender a efetividade da vacinação para Covid -19 em nosso meio, contribuindo para o desenvolvimento de políticas de imunização baseadas em evidências locais e de alta qualidade”, salienta Regis.

O estudo

Todas as pessoas com 12 anos de idade ou mais que procurarem os serviços de saúde com sintomas suspeitos de Covid -19 serão convidadas a ingressar no estudo. Os pesquisadores classificarão os voluntários entre os que testarem positivo para a infecção (grupo casos) e os negativos (grupo controle). “Informações quanto ao estado vacinal destes participantes permitirão a avaliação da efetividade e segurança da vacina em curto, médio e longo prazo”, pontua Regis.

As vacinas da Pfizer serão fornecidas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) à secretaria municipal de Saúde de Toledo e oferecidas a toda população acima de 12 anos de idade que ainda não tenham recebido outro imunizante. O Município ficará com a responsabilidade de vacinar seus habitantes e fazer a manutenção do sistema de vigilância. A escolha da cidade se baseou em critérios como região geográfica favorável, epidemiologia demonstrando estabilidade do número de casos e circulação de variantes, estrutura física para realizar a vacinação e capacidade do sistema de vigilância estabelecido na cidade.

“Além disso, o potencial de estimular a parceria científica local também foi levado em consideração, o que foi possível por meio da colaboração da Universidade Federal do Paraná (Campus Toledo), que será responsável pela realização da análise genômica das amostras positivas coletadas ao longo do projeto”, explica Júlia Spinardi, líder médica da área de vacinas da Pfizer Brasil. “É um orgulho a UFPR participar de mais essa iniciativa e reforça nossa vocação em favor da ciência e da saúde pública”, completa Ricardo Marcelo Fonseca, reitor da universidade.

Estudos que avaliam a utilização da vacina em vida real vem sendo feito em todo mundo e são fundamentais para o entendimento das estratégias vacinais e medidas de controle da pandemia. “Nos sentimos honradas em poder colaborar com esse projeto e temos certeza que as análises realizadas trarão benefícios a toda a população brasileira”, complementa Júlia.

Os dados coletados serão avaliados pelos pesquisadores e possíveis pontos de melhoria na atenção de saúde da cidade poderão ser discutidos com os gestores locais quase em tempo real.

Para o prefeito Beto Lunitti, Toledo é exemplo em relação ao cumprimento do Programa Nacional de Imunização (PNI) durante toda a campanha de vacinação contra a Covid-19. Essa boa condução rendeu a participação no estudo da Pfizer sobre o comportamento em uma população totalmente vacinada. “Não é sorte. É trabalho, dedicação e respeito àquilo que foi determinado pelos órgãos que estão à frente da vacinação. Estamos felizes em participar deste estudo observacional e colaborar. A melhor vacina é aquela que está no braço e Toledo está aberto à ciência”, afirmou.

Eficácia X Efetividade

O estudo irá avaliar a efetividade da vacina, algo que só é possível num cenário de vida real, com todas as adversidades. Nestes casos, a resposta à uma substância, no caso o imunizante, é observada num grupo heterogêneo de pessoas, com as mais diversas condições de saúde, idade, etc. Ou seja, a pesquisa vai dizer o quanto a vacina é efetiva e como foi a resposta imune dos voluntários recrutados numa perspectiva realista.
A iniciativa é diferente dos testes clínicos de eficácia. Estudos deste tipo são realizados num ambiente controlado e o que se busca é avaliar os efeitos da vacina contra a doença. A ComiRNAty já se mostrou 95% eficaz contra a Covid -19 nestas pesquisas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

10/10/2021 0 Comentários 631 Visualizações
Business

Setor calçadista deve crescer 2,6% em 2022

Por Ester Ellwanger 07/10/2021
Por Ester Ellwanger

Experimentando uma retomada na atividade em 2021, o setor calçadista prevê crescimento médio de 12,2% em 2021 e de 2,6% em 2022. O dado foi apresentado em evento realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) no último dia 6 de outubro. O Análise de Cenários, ocorrido no formato digital, contou com apresentações da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, e do doutor em economia e consultor setorial Marcos Lélis.

O encontro iniciou com uma apresentação do cenário atual da economia brasileira, que segundo Lélis, deve crescer 5,04% em 2021 e 1,57% em 2022, projeções que estão sendo constantemente revisadas. No cenário internacional existem algumas dúvidas que deixam a economia brasileira em compasso de espera. As duas principais são o aumento da inflação nos Estados Unidos, que deve fazer com que o País eleve sua taxa de juros, e o desaquecimento da economia chinesa, evidenciada nas dificuldades da Evergrande. “O aumento da taxa de juros nos Estados Unidos irá diminuir a liquidez no mercado mundial, tendo impacto considerável no câmbio e na inflação brasileira, que já está alta”, disse, ressaltando que analistas já projetam inflação de dois dígitos até o final do ano.

Lélis destacou, ainda, que o Brasil ainda não recuperou os empregos perdidos durante a pandemia do novo coronavírus. O fato, segundo ele, reflete na queda da confiança dos consumidores, que tem impacto direto no consumo doméstico, justamente onde são comercializados mais de 85% dos calçados produzidos no País.

 

Calçados

A segunda parte do evento foi dedicada à apresentação dos dados para o setor calçadista brasileiro. Segundo Priscila, no segundo semestre as taxas de crescimento do setor devem desacelerar diante da base mais consolidada do mesmo período do ano passado, quando a atividade já dava sinais de retomada. Não quer dizer que o setor não vá crescer em 2021. A projeção da Inteligência de Mercado da Abicalçados é de um crescimento médio de 12,2%, chegando a uma produção total de 857 milhões de pares, quase 100 milhões a mais do que no ano passado. Mesmo com o resultado, Priscila ressalta que o setor deve seguir abaixo do nível pré-pandemia, em 2019, em cerca de 8%. Entre janeiro e agosto, dado mais recente, o setor produziu 512 milhões de pares, 26% mais do que no mesmo período do ano passado e 15,5% menos do que no período correspondente de 2019.

De acordo com a coordenadora, o crescimento do setor no Brasil está menos intenso do que o dos principais produtores de calçados do mundo. Na China, principal produtor mundial do setor, a atividade no primeiro semestre de 2021 está apenas 7% abaixo dos níveis pré pandemia, em 2019. Na Índia, segundo produtor mundial, a atividade está 15% abaixo de 2019, no Vietnã (3º produtor) ela já está 11% acima e na Indonésia (4º produtor) 14% abaixo. Atualmente, o Brasil é o quinto produtor mundial do setor.

 

Exportações

As exportações de calçados devem ser o motor do crescimento do setor em 2021. Entre janeiro e setembro, foram embarcados 86,2 milhões de pares, que geraram US$ 618,5 milhões, incrementos de 33,7% em volume e de 26,3% em receita no comparativo com igual período do ano passado. Para o ano, a previsão é de um crescimento 25%, em pares, na relação com 2020. Confirmado o resultado, o setor exportador deve recuperar os níveis pré pandemia, encerrando o ano com 118 milhões de pares embarcados. O otimismo na área é explicado pela retomada das importações de calçados de alguns dos principais mercados internacionais para o calçado verde-amarelo, com destaque para os Estados Unidos e França.

 

Empregos

Com mais de 24 mil postos gerados entre janeiro e agosto, o setor calçadista brasileiro está 17% acima do nível registrado no mesmo período do ano passado, mas ainda 3% abaixo dos registros pré pandemia. “Alguns dos principais empregadores brasileiros da atividade, Rio Grande do Sul, Ceará e Bahia, já superam os dados de 2019, mas não é uma realidade geral do setor”, explica Priscila. Atualmente, a atividade gera 271 mil postos de trabalho no Brasil.

 

Expectativas para 2022

Para 2022, mesmo em meio a um cenário de incertezas, especialmente no mercado doméstico, a Inteligência de Mercado da Abicalçados aponta para uma expectativa de crescimento médio de 2,6% na produção de calçados, totalizando 879 milhões de pares, 22 milhões a mais do que a projeção para o ano corrente. Mesmo com o resultado, segundo Priscila, a atividade ainda ficaria abaixo dos níveis pré pandemia, em 2019, em cerca de 6%. Em 2019, foram produzidos 936 milhões de pares de calçados. “Para alcançar os níveis pré pandemia o setor deverá crescer 9% no próximo ano, o que é muito difícil devido à conjuntura econômica”, explica.

Assim como em 2021, as exportações devem ser o motor do crescimento do setor calçadista no próximo ano. Segundo projeções da Abicalçados, em 2022 as exportações, em volume, devem crescer 5,1%, ficando 7% acima do resultado de 2019. Em números fechados, o setor deve exportar 124 milhões de pares, 6 milhões a mais do que a projeção de 2021. Com o resultado, o coeficiente de exportação – percentual da produção nacional exportado – deve passar de 12% para 14%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/10/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento recruta pacientes com histórico de AVC

Por Ester Ellwanger 18/09/2021
Por Ester Ellwanger

O Hospital Moinhos de Vento está recrutando pacientes com histórico de Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico que sejam maiores de 18 anos, tenham pressão alta e não possuam doenças relacionadas ao rim e ao fígado. Os voluntários irão participar de uma pesquisa internacional, considerada um dos maiores estudos de prevenção secundária do AVC deste tipo no mundo, com o objetivo de fornecer evidências do impacto do tratamento em nível global. A estimativa é que sejam recrutadas 1,5 mil pessoas, sendo 150 brasileiros, em 11 centros de diversas regiões do país.

O projeto Trident — sigla em inglês para Estudo da Terapia Tripla para Prevenção de Eventos Recorrentes de Doença Cerebral Intraparenquimatosa — investiga a combinação de medicamentos anti-hipertensivos em uma única pílula para a diminuição da recorrência da doença, uma das formas mais graves e responsável por 10% das reincidências de AVC do mundo. De acordo com a investigadora principal do estudo e chefe do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Moinhos de Vento, Sheila Martins, os resultados poderão contribuir para a introdução de uma medicação anti-hipertensiva de baixo custo no SUS, além de ter possibilidade de manufatura em laboratórios públicos.

O estudo Trident testa o efeito de uma combinação de três medicamentos de baixa dosagem, em uma pílula única, na prevenção desses pacientes nos primeiros seis meses de tratamento.”

“O estudo Trident testa o efeito de uma combinação de três medicamentos de baixa dosagem, em uma pílula única, na prevenção desses pacientes nos primeiros seis meses de tratamento. Essa medicação é capaz de reduzir efetivamente a pressão arterial com a intenção de prevenir novos eventos, como AVC isquêmico e hemorrágico, doenças do coração e, consequentemente, a taxa de mortalidade”, afirma.

O estudo

No Brasil, a iniciativa acontece em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sus (PROADI-SUS), e com a Rede AVC Brasil. A pesquisa de nível internacional é coordenada pelo The George Institute for Global Health e estima incluir 1,5 mil pacientes até o final de 2023.

A participação brasileira é considerada fundamental para garantir a representatividade da sua população. “Nosso país tem uma amostra étnica muito ampla, garantindo características genéticas muito diversas, e com um sistema de saúde universal. Temos uma rede de pesquisa nacional muito forte na área de AVC com pessoas interessadas em mudar e qualificar o atendimento a estes casos”, ressalta a neurologista vascular do Hospital Moinhos de Vento e líder do Projeto Trident no Brasil, Ana Cláudia de Souza.

De acordo com a médica, além de contribuir internacionalmente com a pesquisa científica, o projeto é uma oportunidade de incluir no rol de medicamentos oferecidos pelo SUS uma nova opção, de baixo custo, eficaz e de dose diária única, eliminando a dificuldade dos pacientes de tomar vários remédios ao longo do dia.

O estudo teve início em 2017 e, além do Brasil, é executado na Austrália, China, Inglaterra, Taiwan, Malásia, Singapura, Sri Lanka, Holanda e Suécia.

O AVC

O AVC é uma alteração súbita da circulação cerebral e pode ocorrer de duas formas. O chamado AVC Hemorrágico, que corresponde de 10% a 15% dos casos, é provocado pelo rompimento de um vaso sanguíneo cerebral, espalhando sangue pelo cérebro. O AVC Isquêmico, considerado o mais comum, se caracteriza pela falta de sangue numa região do cérebro, que é causada a partir da obstrução de um vaso sanguíneo cerebral. Este último tem tratamento possível se o paciente chegar rapidamente ao hospital.

Considerado o maior fator de incapacidade no mundo, é a segunda causa de mortalidade no Brasil, onde são registrados cerca de 400 mil casos por ano — destes, 80% são atendidos no Sistema Único de Saúde. Apesar das estatísticas, estima-se que, em 90% dos casos, a doença poderia ser evitada. A prevenção depende de o paciente atuar em dez fatores de risco: pressão alta (considerada o principal fator), colesterol elevado, diabetes, fumo, fibrilação atrial (arritmia cardíaca que provoca má circulação sanguínea), obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada, abuso de bebidas alcoólicas e depressão e/ou estresse.

É fundamental que a população tenha conhecimento disso, pois é uma doença que pode ser evitada com facilidade”.

“Todos esses fatores implicam em uma mudança significativa no estilo de vida. É fundamental que a população tenha conhecimento disso, pois é uma doença que pode ser evitada com facilidade”, explica Sheila Martins. A especialista também reforça que o exercício é considerado um poderoso protetor contra o AVC: fazer 30 minutos de atividade física, cinco vezes por semana, reduz os riscos em quase 40%.

É importante aprender a reconhecer os sinais, como perda de força ou dormência, geralmente em uma metade do corpo; dificuldade para falar ou compreender a fala; dificuldade de enxergar em um olho, nos dois olhos, ou numa metade do campo de visão; tontura, que se manifesta com uma sensação rotatória associada à falta de equilíbrio e de coordenação; e intensa dor de cabeça súbita.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2021 0 Comentários 909 Visualizações
Business

Pesquisa aponta que indústria interrompe crescimento da confiança dos empreendedores

Por Ester Ellwanger 14/09/2021
Por Ester Ellwanger

Após quatro meses de sucessivos aumentos na confiança dos donos de micro e pequenas empresas, o Índice de Confiança das Micro e Pequenas Empresas (IC-MPE), medido mensalmente pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), constatou em agosto uma estagnação. De acordo com a Sondagem, influenciado principalmente pela queda da confiança dos empreendedores da Indústria em 3,2 pontos, a média geral do Índice de Confiança das MPE se manteve estável em 100 pontos – nível considerado neutro – ou seja, houve uma acomodação da confiança no patamar atual, o que demonstra que a economia parou de crescer e está “andando de lado”.

Em julho, o Índice de Confiança das MPE da Indústria tinha atingido o patamar de 106,7 pontos. Com a queda do último mês, ele ficou em 103,5. “A variação da confiança foi positiva nos últimos meses em todos os setores, mas agora variou zero, influenciada principalmente pela Indústria. Apesar da confiança dos empreendedores desse setor continuar acima do nível considerado neutro, essa queda acende um sinal vermelho, já que, geralmente, esse setor é o que puxa os demais para cima. Se a Indústria está em queda é porque a economia pode estar estagnada”, alerta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Essa queda revela um enfraquecimento da recuperação da Indústria”.

Segundo Melles, diversos segmentos da Indústria apresentaram queda na confiança e o setor que vinha demonstrando o melhor desempenho, desde o ano passado, com crescimento na maior parte desse período, mostrou um resultado inverso, neste mês. “Essa queda revela um enfraquecimento da recuperação da Indústria”, pontua. As indústrias de alimentos, vestuário, refino e produtos químicos, metalurgia e produtos de metal foram as que mais influenciaram nesse resultado. Quando analisadas por região, apenas as indústrias do Sul apresentaram alta no índice de confiança, que subiu 5,2 pontos.

Comércio

O Índice de Confiança das MPE do Comércio também apresentou uma variação negativa de 0,4 e caiu para o patamar de 96,6 pontos, motivado pela redução do volume da demanda e compras atual. “As vendas de agosto não foram tão boas quantos os empreendedores imaginavam e apesar do comércio de bens de consumo não duráveis mostrar um certo aquecimento, atividades ligadas às vendas de materiais de construção, veículos, motos e peças contribuíram negativamente para esse resultado”, ressalta o presidente do Sebrae. O crescimento modesto tanto no quesito de emprego previsto para os próximos meses quanto no de tendência dos negócios evitou que a queda no Índice de Confiança das MPE fosse ainda maior do que a registrada.

Serviços

O único setor com aumento no Índice de Confiança foi o de Serviços, que apresentou um modesto incremento de 0,3 pontos, influenciado, principalmente, pela situação atual dos negócios e pelo aumento da demanda atual. “Esse foi o setor mais afetado pela pandemia e nos últimos meses, vinha se recuperando, mas agora, apesar desse leve aumento, mostra tendências de estar andando de lado também”, comenta Melles. A melhoria foi motivada em certa parte pela prestação de serviços profissionais e de informação e comunicação. Já atividades como serviços de transporte e prestados às famílias apresentaram um desempenho mais fraco.

Emprego

Apesar da queda da confiança, a geração de empregos deve continuar ocorrendo entre os pequenos negócios no próximo trimestre nos três setores, e fazer com que as micro e pequenas empresas continuem sendo as principais responsáveis pelas novas vagas de trabalho no país, porém, de forma mais lenta. “Assim, embora devamos ter ainda alguma melhora no emprego, nos próximos meses, é provável que este aumento tenda a ocorrer em um ritmo mais modesto”, afirma o presidente Carlos Melles.

Assim, embora devamos ter ainda alguma melhora no emprego, nos próximos meses, é provável que este aumento tenda a ocorrer em um ritmo mais modesto”.

De acordo com a Sondagem, especificamente no comércio, a expectativa de que o número de pessoas empregadas aumentará atingiu seu maior resultado de 2021, com aumento de 5,5 pontos percentuais, passando de 10,6%, em julho, para 16,1%, em agosto. Já entre os empreendedores de Serviços, setor mais prejudicado durante toda a pandemia, a expectativa de que o número de pessoas empregadas aumentará obteve seu melhor resultado desde outubro de 2013, chegando ao patamar de 18,9%, o que confirma a tendência demonstrada na edição da Sondagem de julho.

Já entre os donos de micro e pequenas empresas da Indústria, a expectativa de contratação caminha junto com a queda da confiança. Em agosto de 2021 houve queda na previsão de aumento do quadro de 1,5 pontos percentuais: 18,4% pretendem contratar contra 12% que acreditam que reduzirão o quadro de pessoal. Assim, quando considerado o índice sintético do emprego previsto, dos 3 setores juntos, o que se verifica é uma tendência de crescimento apenas modesto no emprego, para os meses de setembro, outubro e novembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

14/09/2021 0 Comentários 477 Visualizações
Variedades

Pesquisa Covid-19: Ocupação de UTIs indica queda

Por Milena Costa 19/07/2021
Por Milena Costa

As gestões locais seguem enfrentando dificuldades em relação à tentativa de escolha de imunizante. Subiu de 1.860 para 2.814 a quantidade de Municípios que enfrentaram situações onde o cidadão quis escolher o tipo de vacina contra a Covid-19. Nestes casos, 1.879 prefeituras não permitiram a escolha – sendo que em 1.333 se aplicou o imunizante disponível e em outras 546 disseram as pessoas perderam a prioridade de vacinação.

A pesquisa também mostra uma queda significativa na ocupação de leitos de UTI. Neste item, entre os 2.826 que participaram, – 29,4% (830 do total) – estão com ocupação de UTIs entre 60% e 80% e outros 20,9% (592) têm taxa abaixo de 60%. Na semana passada, eram, respectivamente, 687 e 433 cidades nesta situação. Na taxa acima de 90%, estão 18% (507 do total), e 16,8% (475) ultrapassam 80%. Na semana anterior, 747 Municípios afirmaram ter nível de ocupação acima de 90% e 454 estavam com mais de 80% de leitos de UTI ocupados.

Casos e mortes

Proporcionalmente aos que responderam na semana 16 e na 17, não houve grande variação quanto o registro de casos confirmados semanalmente. Entre 2.826 Municípios, os casos diminuíram em 40,4%, permaneceram estáveis em 36,7% e aumentaram em 16,6%. Em 5,1% deles não ocorreram novos registros. A CNM demonstra preocupação com esses resultados, pois a manutenção de novos infectados em níveis altos está sendo apontada pela quarta vez consecutiva na pesquisa.

Em relação às mortes, a estabilidade segue em torno de 22% dos entrevistados e a redução de óbitos, em quase 17%. O dado está em crescimento em 10,2%. Não houve nenhum registro de morte por Covid-19 em, pelo menos, metade dos Municípios pesquisados nesta semana 17, o equivalente a 1.426 cidades – na anterior eram 1.258.

Educação

Na edição 17 da Pesquisa Covid-19, a CNM voltou a perguntar sobre o cenário das aulas. Ao menos 58,9% dos que responderam – ou seja, 1.665 Municípios – vacinaram todos os profissionais de educação com a primeira dose. Outros 788 estão com mais de 80% de cobertura inicial.

O esquema completo de vacinação – segunda dose – foi finalizado em todos os profissionais da área em 3,5% de 2.826 cidades. Cerca de 52% iniciou a segunda etapa de vacinação. Em 68,5% dos Municípios participantes da pesquisa, a volta das aulas presenciais na rede pública de ensino está condicionada à imunização dos profissionais que atuam nas unidades escolares.

Para ver edições anteriores e acessar essa pesquisa na íntegra, acesse o site da CNM. (clique aqui)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2021 0 Comentários 621 Visualizações
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