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pesquisa

Ensino

Feevale e Grupo Hospitalar Conceição ampliarão parceria nas áreas de inovação e pesquisa

Por Marcel Vogt 25/08/2023
Por Marcel Vogt

A Universidade Feevale e o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) estão ampliando a sua parceria. A partir de uma reunião entre o reitor da Instituição, Cleber Prodanov, e o diretor-presidente do GHC, Gilberto Barichello, nesta semana, no Centro Administrativo do grupo, em Porto Alegre, foram discutidos os próximos passos para reforçar a cooperação entre as duas entidades. O encontro também teve a presença, pela Feevale, da diretora do Instituto de Ciências da Saúde (ICS), Caren Mello Guimarães, e do responsável pela Integração Ensino-Serviço, Cesar Augusto Teixeira; e, pelo GHC, de Quelen Tanize Alves da Silva, diretora de Inovação, Gestão do Trabalho e Educação, e de Edenilson Bomfim da Silva, gerente de Ensino e Pesquisa.

O movimento tem o propósito de, além de proporcionar um espaço de excelência para os estágios dos acadêmicos da área da Saúde da Feevale, incluindo os do curso de Medicina, possibilitar a construção de projetos em conjunto, principalmente nas áreas de inovação e pesquisa. “O Grupo Hospitalar Conceição possui várias unidades e proporciona atendimentos 100% via Sistema Único de Saúde (SUS), caracterizando-se por contar com ambientes de alta complexidade. Acreditamos que a atuação nos espaços do grupo abrirá muitos campos de atuação para nossos estudantes, e a ampliação da parceria qualificará nossas ações de pesquisa e inovação, principalmente no apoio e criação de novas startups na área da saúde”, afirma Prodanov.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2023 0 Comentários 571 Visualizações
Business

Couro predomina em calçados masculinos e laminado sintético nos femininos

Por Marina Klein Telles 25/07/2023
Por Marina Klein Telles

O uso do couro se destaca na fabricação de calçados masculinos, com índice de 46,24%, enquanto o laminado sintético de poliuretano se destaca na produção dos femininos, com 46,03% do total produzido. Os índices estão na 9ª edição do Estudo de Mapeamento dos Polos – Quantificação dos Materiais no Calçado, realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A publicação, que tem como objetivo auxiliar calçadistas e fornecedores na adoção de estratégias comerciais, pode ser adquirida pelo e-mail [email protected]. A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, explica que o material, coordenado pelo professor da pós-graduação de Economia da Unisinos e consultor setorial, Marcos Lélis, quantifica os materiais utilizados na confecção dos calçados montados em suas principais partes: cabedal, forro, solado, enfeites e adesivos.

“Os respondentes são integrantes de áreas técnicas, compras, produção ou direção geral das indústrias calçadistas. Esses profissionais caracterizam-se pelo conhecimento nos processos produtivos das empresas, seja por meio da participação direta ou contribuições na gestão”, conta Dilly. Segundo ela, foram ouvidas empresas dos principais polos calçadistas brasileiros que representam quase 60% da produção nacional do setor, o que permite uma margem de erro de 0,5% para cima ou para baixo. Já nos calçados infantis predomina a utilização de laminado sintético de PVC, enquanto nos calçados esportivos predominam os têxteis.

A publicação traz, ainda, detalhes sobre a fabricação de outras partes do calçado, como forros, solados, enfeites e adesivos utilizados, com análises de tendências nos usos de materiais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/07/2023 0 Comentários 487 Visualizações
Saúde

VigiaSUS aponta discrepâncias na classificação de risco de pacientes com câncer de próstata

Por Marina Klein Telles 27/06/2023
Por Marina Klein Telles

Tumor mais incidente nos homens brasileiros, o câncer de próstata muitas vezes leva os pacientes a tratamentos agressivos, como cirurgia e radioterapia. Contudo, nem todos têm necessidade de passar por procedimentos radicais. É o caso de alguns indivíduos com a doença de baixo risco, elegíveis a um acompanhamento assistencial chamado de vigilância ativa. A análise dessa estratégia de monitoramento é o foco de estudo do projeto VigiaSUS, iniciativa do Hospital Moinhos de Vento por meio do Programa de Apoio a Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

Dados preliminares do trabalho mostraram que a taxa de reclassificação de risco dos pacientes está acima do que consta na literatura. A divulgação foi feita durante o Conexão Proadi de junho, realizado na quinta-feira (22) no Hospital Moinhos de Vento.

Para ser elegível ao VigiaSUS, é preciso ter diagnóstico de adenocarcinoma de próstata realizado nos últimos 12 meses, com doença localizada, exame de PSA menor que 10 ng/ml e biópsia prostática com Escore de Gleason menor ou igual a 6. Dos 87 pacientes incluídos no estudo, 61 tiveram as amostras revisadas – outras 26 ainda passarão por esse processo. Desse total, 16 não preencheram os requisitos da pesquisa e foram reclassificados, ou seja, mudaram o Escore. Portanto, neste momento, 45 homens estão recebendo o acompanhamento com vigilância ativa.

Segundo a pesquisadora Juliana Beust de Lima, o índice de reclassificação de pacientes do Escore de Gleason 6 para 7, que significa risco intermediário do tumor, trouxe informações inéditas. “Dados da literatura mostram que é comum que haja essa discrepância nos diagnósticos na faixa de 7%. Porém, a taxa do nosso estudo é de mais de 26%, o que chama a atenção para como estão sendo feitas as revisões e como os laudos estão sendo emitidos no SUS”, destacou.

Estratégia é subutilizada no SUS

A vigilância ativa é uma estratégia de observação vigilante, com realização de exames periódicos no paciente envolvendo toque retal, teste PSA, biópsias e ressonância multiparamétrica de próstata. Durante esse acompanhamento, explica o pesquisador e oncologista do Hospital Moinhos de Vento Jeziel Basso, o paciente só vai passar por um tratamento radical em caso de alterações desses testes.

“Desde 2000, há uma tendência mundial do aumento da vigilância ativa. Estima-se que, em pacientes acima de 70 anos, o uso dessa estratégia chegue a 76,2%. No Brasil, não há dados sobre essa prática, no entanto, acredita-se que ela seja subutilizada, principalmente no SUS”.

Como vantagens dessa abordagem, destacam-se a menor exposição do paciente a tratamentos agressivos e desnecessários, melhora na qualidade de vida desses indivíduos, diminuição das filas de espera para procedimentos e redução de custos. O encontro também mostrou como está sendo conduzido o levantamento de impacto econômico dessa estratégia, como a ressonância magnética multiparamétrica é utilizada no diagnóstico e quais são as características da doença do ponto de vista morfológico e de imuno-histoquímica.

Virtualmente, a consultora técnica científica do Ministério da Saúde Clênia dos Santos Azevedo, que atua na coordenação da gestão de pesquisa do Departamento de Ciência e Tecnologia, ressaltou a importância do projeto para o SUS. “Sabemos que o rastreamento é um tema controverso dentro do câncer de próstata, pois pode levar a um sobrediagnóstico em 20% a 40% dos casos, então, acredito que o VigiaSUS vai ser um instrumento importante para trazer novas evidências para esclarecer um pouco mais essa questão. A vigilância ativa já é uma abordagem validada para câncer de baixo risco. Nossa necessidade com o projeto é fazer mapeamento da evolução de critérios de inclusão e gatilhos de intervenção dentro do contexto brasileiro”, afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2023 0 Comentários 528 Visualizações
Cidades

Número de mortes por chuva é o maior em 40 anos no RS

Por Marina Klein Telles 21/06/2023
Por Marina Klein Telles

Com 16 mortes confirmadas, o ciclone extratropical que atingiu o Rio Grande do Sul na semana passada é o maior desastre natural relacionado a chuvas intensas das últimas quatro décadas no Estado. Desde 1980, não há registros de outro episódio que tenha acarretado tantas perdas humanas devido a enxurradas no Estado.

O evento gerou comoção social e mobilizou os órgãos governamentais no socorro e atendimento às vítimas. Em sequência ao amparo às famílias afetadas, o próximo passo será a recuperação das estruturas danificadas e destruídas. “Embora tenha sido um evento de grande extensão e número de óbitos, os quais lamentamos, também está sendo possível verificar a grande e efetiva articulação dos órgãos de Estado e da comunidade para que os danos humanos sejam minimizados e a resposta seja a mais rápida e a melhor possível”, ressaltou o chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira.

Até a terça-feira (20), foram notificados à Defesa Civil Estadual danos e pessoas atingidas em 48 municípios. Há 1.538 desabrigados e 13.824 desalojados. Esses números são atualizados pelas Coordenadorias Municipais de Defesa Civil e podem sofrer alterações ao longo dos próximos dias.

Em novembro de 2022, a Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) lançou um mapeamento das ocorrências de desastres naturais no Estado, analisando a sua distribuição e frequência. O material, elaborado a pedido da Defesa Civil Estadual, contempla o período entre 2003 e 2021.

O estudo teve como base a série histórica do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), que começa em 2003. No entanto, informações sobre mortos e feridos estão presentes apenas para o período 2017-2021. “Se considerarmos os demais episódios de inundações, enxurradas e vendavais do período estudado, houve mais eventos nos últimos anos, mas este de agora é o que mais provocou danos”, afirmou o diretor do Departamento de Planejamento Governamental (Deplan), Henrique Gomes Acosta, da SPGG.

Conforme o estudo da SPGG, entre 2017 e 2021, mais de 4,4 milhões de gaúchos foram direta ou indiretamente atingidos por desastres naturais em 482 municípios do Estado, havendo identificação de 14 mortes: cinco causadas por vendavais, quatro por enxurradas, duas por chuvas intensas, duas por tornados e uma por inundação. Nesse período, o número total de falecimentos foi ainda menor do que o contabilizado neste único episódio de junho de 2023, o que evidencia a sua magnitude e severidade.

A série histórica do S2iD/MIDR aponta a ocorrência de outro evento de ciclone extratropical em outubro de 2016, na região de Imbé, sem maiores danos humanos ou ambientais. No entanto, é possível que outros eventos de ciclone tenham desencadeado episódios que, na base do ministério, foram classificados pelos municípios que alimentam os dados como vendavais, enxurradas, inundações, alagamentos ou chuvas intensas.

De qualquer forma, considerando-se os números contabilizados até o momento pelas Coordenadorias Municipais de Defesa Civil, os danos humanos gerados pelo evento da semana passada fazem dele o mais grave dos últimos anos, independentemente do tipo de desastre. Em janeiro de 2019, por exemplo, houve uma chuva intensa em Alegrete, que resultou em duas mortes, 1.170 desabrigados e 4.357 desalojados. Esses números, no entanto, ainda estão aquém do efeito destruidor do evento registrado agora em junho.

Para verificar dados anteriores ao ano de 2003, é necessário consultar outras bases. Uma pesquisa de Bernadete Weber Reckziegel, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), apresentada em 2007, realizou um levantamento dos desastres desencadeados por eventos naturais adversos no Estado entre 1980 e 2005. Segundo o estudo, nenhum deles causou tantas mortes como o ciclone deste ano.

O estudo cita, ano a ano, as ocorrências de desastres naturais em solo gaúcho. Um dos mais devastadores foi um deslizamento, em Estância Velha, de parte do aterro de uma rodovia, que soterrou duas moradias e provocou a morte de dez pessoas. Em maio de 1997, um vendaval provocou sete mortes na região de Tapejara.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 582 Visualizações
Business

Pesquisa aponta desafios para os pequenos negócios gaúchos

Por Marina Klein Telles 21/06/2023
Por Marina Klein Telles

A redução do poder de compra do consumidor, o desafio de equilibrar as finanças e o aumento geral dos custos são os fatores que mais afetaram o ambiente dos pequenos negócios gaúchos no segundo bimestre de 2023, onde 51% das empresas indicaram redução no faturamento. É o que aponta a mais recente pesquisa do Sebrae RS. O levantamento ouviu empresários de Micro e Pequenas Empresas (MPE) e Microempreendedores Individuais (MEI) gaúchos dos setores do comércio, serviço, indústria e agronegócio.

De acordo com o diretor-superintendente do Sebrae RS, André Godoy, o atual cenário econômico nacional impõe desafios à performance das empresas, as quais, no caso do Rio Grande do Sul, seguem dando demonstração de resiliência. “Uma vez mais a gestão vem para o centro da atenção dos pequenos negócios. O cuidado com a preservação do caixa, a manutenção do relacionamento com os clientes e o desenvolvimento ou consolidação de canais de venda que ampliem a visibilidade dos produtos e serviços, mostram-se estratégias ainda mais importantes em momentos de incerteza”, acredita.

Neste cenário, a pesquisa do Sebrae RS indica a evolução da utilização de ferramentas digitais e o uso de dados para a tomada de decisão pelos pequenos negócios. Segundo o estudo, 64% das empresas utilizam os meios digitais para atendimento e relacionamento com clientes, 59% para a divulgação e 50% para venda de produtos e serviços. As principais ferramentas digitais utilizadas são o WhatsApp, Instagram e o WhatsApp Business.

Principais desafios

A redução do poder de compra do consumidor (39%)
Equilibrar as finanças e o aumento geral dos custos (35%)
Aumento dos custos – energia, água, insumos etc – (32%)

Perspectivas para a sequência de 2023

Ainda conforme a pesquisa, 43% dos empresários acreditam que a situação da economia do Estado não deve se alterar no próximo bimestre, enquanto 36% estão confiantes na sua melhoria. A maioria dos entrevistados (58,5%) têm a intenção de manter as atividades nos próximos 2 meses e um terço deles (31,4%) planeja expandir o negócio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 527 Visualizações
Business

Pesquisa investiga impacto das cores no comportamento do consumidor em compras online

Por Marina Klein Telles 07/06/2023
Por Marina Klein Telles

Quando entramos em uma loja, somos imediatamente envolvidos por uma série de estímulos sensoriais que influenciam nossa experiência e decisões de compra. Entre esses estímulos, a cor do ambiente desempenha um papel significativo. No caso das compras online, não é diferente. Analisando o universo online e o comportamento do consumidor, a estudante de Psicologia do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Lorena Gonçalves, realizou uma pesquisa sobre o efeito das cores durante a avaliação de produtos vendidos pela Internet.

Intitulada “Variáveis de Atmosfera: Efeito da Cor do Ambiente em Padrões de Comportamento do Consumidor na Avaliação de Produtos”, o estudo, além de destacar a importância dos aspectos ambientais na tomada de decisão do consumidor, trouxe evidências de como a pandemia transformou o consumo, com um aumento expressivo das compras online. “O objetivo da pesquisa foi analisar como as cores influenciam na avaliação de produtos e como a cor da loja afeta a forma como as pessoas julgam o status social e a utilidade do produto”, revela Lorena Gonçalves.

O orientador da pesquisa, Paulo Cavalcanti, professor de Psicologia do CEUB, afirma que as variáveis estudadas se referem aos elementos presentes no contexto de consumo que podem influenciar o comportamento dos clientes, indo além das consequências diretas da compra, como benefícios e custos. “Esses fatores muitas vezes atuam de forma inconsciente, influenciando a decisão de escolha de um produto. Alguns exemplos dessas variáveis incluem música, cheiro, cores, posição dos objetos e lotação do ambiente”, explica.

Ao aplicar o BPM (Behavioral Perspective Model – Modelo de Perspectiva Comportamental), a metodologia adotada pela estudante consistiu em um teste com três grupos de 30 pessoas, cada um avaliando produtos em um formulário com cores de fundo distintas: laranja, azul e branco. Para avaliar os produtos, foi criado um site onde os participantes podiam visualizá-los e ler suas descrições, sendo direcionados ao formulário para responder às questões. Foram selecionados produtos de tecnologia, uma vez que foram bastante consumidos durante a pandemia. “A intenção era verificar como as cores presentes nos sites influenciavam a percepção e a avaliação das características informativas e utilitárias dos produtos”, afirma Lorena.

Os resultados indicaram que o grupo exposto à cor azul apresentou as maiores médias em termos de informações e utilidade, e houve uma correlação significativa entre esses aspectos e a intenção de compra. Isso sugere que os padrões de resposta são consistentes entre os indivíduos. Condições relacionadas ao status social de um produto foram diretamente ligadas aos benefícios econômicos e funcionais que ele oferece, bem como à motivação para comprar nesse grupo. Já o grupo da cor laranja enfrentou mais dificuldade, levando mais tempo para completar a avaliação em comparação aos outros grupos. Isso indica que a avaliação dos produtos se tornou aversiva para esses participantes. O grupo exposto à cor branca ficou em segundo lugar entre o perfil dos consumidores.

Para Lorena Gonçalves, a pesquisa oferece insights importantes para profissionais de Marketing, Psicologia e para a indústria do e-commerce, fornecendo evidências sobre os efeitos da atmosfera na tomada de decisão do consumidor. A estudante acredita que o estudo pode promover o consumo consciente e equilibrado, levando os indivíduos a refletir sobre a razão de consumir e suas consequências.

A estudante de psicologia do CEUB acredita que seu estudo pode auxiliar também na criação de um órgão regulador do consumo, responsável por mediar conflitos e fiscalizar o ambiente de compra, garantindo que os elementos atmosféricos utilizados não prejudiquem os consumidores. Essas descobertas podem orientar intervenções planejadas nessas áreas.

Para o orientador, o professor Paulo Cavalcanti, resultados como estes destacam a importância das variáveis de atmosfera, como as cores dos sites, na percepção e avaliação dos produtos pelos consumidores. “Essa pesquisa contribui para a compreensão do comportamento do consumidor em um contexto digital e fornece insights relevantes para a área de marketing e design de websites”, conclui.

Aumento das compras on-line

De acordo com levantamento divulgado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), as vendas totais registradas no e-commerce brasileiro atingiram a marca de R$ 169,6 bilhões em 2022. Foram cerca de 368,7 milhões de pedidos e um ticket médio de R$ 460 por cliente no ano passado. O relatório ainda aponta que as compras online seguem crescendo e, hoje, representam mais de 10% de todo o segmento do varejo nacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2023 0 Comentários 918 Visualizações
Business

Intenções de Compra para o Dia das Mães

Por Marina Klein Telles 12/05/2023
Por Marina Klein Telles

O Dia das Mães é uma das datas comemorativas mais importantes para o comércio brasileiro e, pensando nisso, a TRIWI consultoria especializada em marketing digital realizou uma pesquisa inédita sobre a intenção de compra dos consumidores para esta ocasião especial. O estudo revela dados importantes sobre os presentes mais procurados, a faixa de preço que os clientes estão dispostos a investir e as tendências de comportamento que podem impactar diretamente as vendas do varejo.

De acordo com Ricardo Martins, CEO da TRIWI, essas informações são fundamentais para que lojistas, empresários e demais profissionais do setor possam se preparar e atender às expectativas do público, oferecendo a melhor experiência de compra e contribuindo para o fortalecimento da economia nacional. A pesquisa realizada entre os dias 30 de Março a 30 de Abril, com cerca de 7.659 entrevistados, revela que o ticket médio é de R$210,00 reais, cerca de 14% maior que comparado a 2022, onde a média ficou em R$179,00.

Dentre as categorias de produtos mais buscadas o ranking seguiu a ordem seguinte: Roupas e calçados (35%), Beleza (21%), Celulares e acessórios (18%), Eletrodomésticos (17%), Decoração (7%) e Itens de supermercado (2%). Em relação ao meio de pagamento, quase metade dos entrevistados consideram pagar no crédito parcelado (48%), seguido por crédito com apenas uma parcela (34%), na sequência débito à vista/PIX (12%) e dinheiro à vista (6%).

Segundo Martins, lojas e comerciantes devem estar atentos às intenções de compra poderem ter mais assertividade tanto na oferta de produtos quanto no investimento há campanhas online para captação de leads. Ao serem questionados sobre os meios de buscas de produtos, o resultado mostra 76% em buscas no Google, e 24% com intenção de busca diretamente na loja física. No mesmo cenário 79% dos entrevistados farão a compra online, conta 21% na loja física.

“O Dia das Mães é uma das datas mais importantes para o varejo, pois além de celebrar uma figura tão importante na vida de muitas pessoas, é também uma oportunidade para as empresas impulsionarem suas vendas e conquistarem novos clientes através de promoções e campanhas criativas”, destaca.

Ricardo acrescenta que a intenção de compra para o Dia das Mães este ano parece ser extremamente forte, com muitas pessoas procurando maneiras de mostrar o quanto suas mães são especiais. Os dados mostram que os consumidores estão planejando gastar mais em presentes este ano do que no ano passado, com a expectativa de presentear suas mães com presentes significativos e personalizados.

“As empresas que oferecem opções de compra online e opções de entrega seguras e confiáveis provavelmente terão um desempenho forte neste período de vendas. No geral, o Dia das Mães é uma oportunidade para as empresas que oferecem presentes únicos e exclusivos para celebrar as mães em todo o mundo, além de impulsionar a venda, a data pode ser um ótimo motor para fidelizar clientes e aumentar a receita de todo o varejo”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2023 0 Comentários 791 Visualizações
Saúde

Estudo aponta desafios e oportunidades da saúde do Vale do Sinos

Por Marina Klein Telles 24/04/2023
Por Marina Klein Telles

Identificar os principais desafios e oportunidades para o desenvolvimento de soluções mais assertivas que qualifiquem ainda mais uma das cadeias mais importantes da região. Depois de sete meses de um trabalho conjunto, esse é o objetivo que começa a ser cumprido com a apresentação do Diagnóstico Setorial da Saúde Vale do Sinos. Inédito, o mapeamento é fruto de uma parceria entre o Sebrae RS e a Universidade Feevale e será apresentado na quarta-feira, 26 de abril.

Iniciado em agosto de 2022, o diagnóstico foi realizado em duas etapas. Segundo a coordenadora técnica do projeto, Carla Adam, da Universidade Feevale, em um primeiro momento, foram ouvidos os principais players – hospitais públicos e privados de 12 municípios do Vale do Sinos para, em seguida, cruzar informações junto a um universo de cerca de 900 micro e pequenas empresas que atuam na cadeia de fornecedores do setor.

De acordo com a coordenadora de projetos de saúde do Sebrae RS, Ana Paula Rezende, o estudo servirá como ponto de partida para a construção de um plano estratégico empresarial, estrutural e sistêmico para a região, a ser elaborado ainda em 2023, em conjunto com as principais lideranças da região. “A saúde é uma área tão importante quanto sensível, onde as decisões devem ser tomadas da forma mais assertiva possível e com a devida responsabilidade”, pontua.

Entre os principais desafios apontados pelo diagnóstico estão questões como dificuldade em processos de compra e logística, gerenciamento de suprimentos de curto prazo, contratação de médicos especialistas e enfermeiros e falta de tecnologia e estratégias de digitalização dos negócios. Enquanto, soluções em processos de gestão, sistema de rastreabilidade, aproximação com players do ecossistema inovação – incluindo startups – e investimento em tecnologia e plataforma digitais de venda são as oportunidades mais citadas.

Serviço

O quê: Apresentação do Diagnóstico Setorial da Saúde Vale do Sinos
Quando: 26 de abril (quarta-feira), às 14h
Onde: Espaço Sebrae RS de Negócios Novo Hamburgo (Rua Bento Gonçalves, 2652)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/04/2023 0 Comentários 582 Visualizações
Ensino

CNPq concede mais 20 bolsas de mestrado e doutorado para a Feevale

Por Gabrielle Pacheco 02/03/2023
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale foi contemplada, pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com mais 20 bolsas de mestrado e doutorado para estudantes. A verba, no valor total de mais de R$ 1,6 milhão, tem por objetivo apoiar projetos institucionais de pesquisa científica, tecnológica e de inovação. As instituições de ensino de todo o Brasil que submeteram propostas e foram contempladas deverão implementar as bolsas em até seis meses, mas a Feevale pretende fazê-lo assim que forem disponibilizadas pelo CNPq.

A vinda dessas cotas reafirma a importância da nossa instituição na pesquisa nacional (…), que contribui para o avanço do conhecimento da ciência no Brasil.

O reitor Cleber Prodanov comemora o resultado divulgado na manhã desta terça-feira (28), que proporciona que mais alunos tenham acesso aos programas de mestrado e doutorado da Feevale. “Este é o reconhecimento do trabalho da pesquisa e da pós-graduação da Universidade Feevale. A vinda dessas cotas reafirma a importância da nossa instituição na pesquisa nacional, se colocando como um player bastante importante, que contribui para o avanço do conhecimento da ciência no Brasil”, comemora. “É uma conquista coletiva dos programas dos pesquisadores e de todos os alunos que estão envolvidos na pesquisa da Feevale”, complementa o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, Fernando Spilki.

Atualmente, a Feevale disponibiliza 155 bolsas para os seus estudantes de mestrado e doutorado. Com mais essas do CNPq, serão 175. Neste ano, o Conselho já havia destinado outras duas bolsas, vinculadas ao Programa de Mestrado e Doutorado Acadêmico para Inovação (MAI/DAI), que tem como objetivo contribuir para o aumento da capacidade inovadora, da competitividade das empresas e do desenvolvimento científico e tecnológico no país, além de fortalecer os sistemas regionais de inovação.

Para essas duas bolsas, podem concorrer candidatos inscritos no processo seletivo de fluxo contínuo do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais da Feevale. As inscrições podem ser feitas até as 22h do dia 3 de abril, pelo site da instituição, endereço em que também pode ser consultado o edital completo. Para as outras 20 bolsas de mestrados e doutorados, o processo será divulgado nas próximas semanas.

Foto: Caroline Souza/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/03/2023 0 Comentários 1,5K Visualizações
Variedades

Pesquisa aponta que 39% dos brasileiros pretendem gastar menos em 2022

Por Ester Ellwanger 14/01/2022
Por Ester Ellwanger

Metade dos brasileiros (50%) deseja ganhar mais dinheiro em 2022 e 39% pretendem gastar menos. Além disso, 13% aguardam uma vaga de emprego, e 12% não estão satisfeitos e desejam mudar de emprego. As informações são do ‘Pulso Expectativa 2022’, estudo realizado com mais de 1.800 pessoas pela Hibou – empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, e a Score Group – empresa de data retail e shopper experience da B&Partners.

Com a inflação em alta e um cenário econômico incerto, os desafios econômicos enfrentados pela pandemia colocaram as finanças na mira dos brasileiros. Mesmo com o desejo de ganhar mais dinheiro em 2022, 39% dos brasileiros pretendem gastar menos do que no ano anterior; 25% acreditam que os gastos serão mantidos; 12% acreditam que vão gastar mais. 23% ainda não sabem como serão os gastos.

De acordo com o estudo, 52% dos entrevistados apontam que começam o ano com as contas em dia e 12% afirmam que estarão com dinheiro sobrando. 36% declararam que devem iniciar o ano com dívidas – dentre eles, 26% afirmaram que os valores devidos ultrapassam os R$15 mil.

“Os brasileiros querem equilibrar suas finanças neste ano. Economizar ao máximo, usar cupons de descontos e promoções são hábitos herdados de 2021 e que vão permanecer”, analisa Ligia Mello, coordenadora da pesquisa e sócia da Hibou. “Para 2022, as escolhas sobre os locais de compras tendem a ser as mesmas de 2021. 30% vão comprar tanto em lojas físicas quanto online; enquanto 29% pretendem manter as compras pela internet; e 8% querem comprar mais em lojas físicas”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/01/2022 0 Comentários 628 Visualizações
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