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pesquisa

Projetos especiais

Feevale seleciona empresas para integrarem programa de pesquisa aplicada aos seus negócios

Por Jonathan da Silva 05/06/2024
Por Jonathan da Silva

Através do Programa MAI/DAI – Mestrado e Doutorado Acadêmico de Inovação, a Universidade Feevale seleciona empresas parceiras para participar da execução de projetos inovadores de pesquisa aplicada. A empresa selecionada irá apresentar um desafio tecnológico a ser solucionado no âmbito do MAI/DAI. O objetivo é promover o desenvolvimento ou a melhoria de produtos, processos e serviços do empreendimento, contribuindo para a economia regional, em setores estratégicos. Durante o projeto, a empresa contará com um acadêmico qualificado para se dedicar ao desenvolvimento da solução, podendo atuar de forma híbrida na universidade e empresa.

Empresas de qualquer porte podem participar da chamada. O desafio ou projeto deverá estar alinhado às áreas de Tecnologias Prioritárias do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI): Tecnologias Estratégicas, Tecnologias Habilitadoras, Tecnologias de Produção, Tecnologias para o Desenvolvimento Sustentável e Tecnologias para Qualidade de Vida. À empresa parceira, será exigida uma contrapartida mínima, conforme a modalidade da bolsa (R$ 12 mil para cada bolsa de mestrado, R$ 24 mil para cada bolsa de doutorado e R$ 6 mil para cada bolsa de pós-doutorado empresarial). O registro de interesse pode ser feito no link feev.as/fe023fd até 17 de junho.

Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2024 0 Comentários 444 Visualizações
Business

Sinapro-RS realiza edição emergencial da pesquisa VanPro para avaliar consequências das enchentes

Por Jonathan da Silva 21/05/2024
Por Jonathan da Silva

Uma versão emergencial da pesquisa VanPro foi lançada na semana passada pelo Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS), com apoio do ecossistema Sinapro/Fenapro. A VanPro é considerada um termômetro dos negócios e gestão das empresas do setor da indústria criativa. O objetivo é entender como e em que dimensão a catástrofe que assola o Rio Grande do Sul afetou e tem afetado as pessoas e os negócios no ambiente empresarial da propaganda no estado.

O presidente do Sinapro-RS, Juliano Brenner Hennemann, destaca que é papel da entidade associativa reunir dados e informações que permitam encontrar formas de desenvolver iniciativas de suporte e orientação às empresas do setor para lidarem com o atual cenário de crise. “Estamos oferecendo toda a nossa solidariedade e suporte de gestão às nossas associadas, para que consigam gerir essa situação de forma a minimizar os seus impactos sobre as empresas, os negócios e seus colaboradores”, pontua Hennemann.

Além da pesquisa que está em curso e que terá seus resultados compilados nos próximos dias, a entidade já disponibilizou três importantes guias que buscam auxiliar e orientar as agências gaúchas na contextualização geral e jurídica desse delicado momento vivenciado pelo RS. Entre os materiais compartilhados estão: Enchentes RS – Atos Normativos, Inundações RS – Implicações Jurídicas, e Guia para Empresas na Gestão de Crises e Catástrofes, essa uma iniciativa da Associação Riograndense de Propaganda (ARP) com o apoio do Sinapro-RS.

A Pesquisa VanPro

A pesquisa Visão de Ambiente de Negócios (VanPro) é feita pelo Ecossistema Sinapro/Fenapro desde 2017 e tem como principal objetivo medir e mapear o cenário atual e quais são as perspectivas para o futuro, além de conhecer as principais dores dos sócios e executivos de agências de todo o país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2024 0 Comentários 521 Visualizações
Business

Governo do RS libera questionário de perdas das empresas atingidas pela catástrofe climática

Por Jonathan da Silva 15/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Governo do Rio Grande do Sul disponibilizou nesta segunda-feira (13) o “Formulário de Perdas para Empreendedores”, destinado a empresas de todos os portes que foram afetadas pelos eventos climáticos que atingem o Rio Grande do Sul. A pesquisa deve ser respondida por todos os empresários e empreendedores a fim de que o governo estadual possa mensurar os prejuízos dessas empresas e buscar recursos para apoiar o setor.

A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, o Sebrae e a Secretaria Estadual da Fazenda. Em Gramado, a ação conta com o apoio da administração municipal através da Secretaria de Inovação. “Precisamos compreender os impactos, para então buscar os recursos adequados e apoiar todas as categorias de empreendedores e empresários do Rio Grande do Sul e de Gramado. Juntos, vamos retomar o crescimento de nossa cidade e torná-la cada dia mais forte e presente no mercado”, destaca o secretário de Inovação do município, Heitor Noel.

O secretário também informa que a Secretaria de Inovação está trabalhando em uma pesquisa específica para o município, pois Gramado também precisa mensurar seus dados e necessidades.

Para responder a pesquisa, basta clicar no link: https://customervoice.microsoft.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=cYIpl9cbxUqTW4it3vY2zG9ewu9IrSNFsb1M-gIh8ixUODNFRkdYODdLT1VVNlk3Rkc1NDZMUkhMTi4u.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2024 0 Comentários 460 Visualizações
Projetos especiais

Pesquisa desenvolve tratamento de efluente hospitalar que elimina poluentes nocivos à saúde

Por Jonathan da Silva 21/03/2024
Por Jonathan da Silva

Apesar de essencial à vida no planeta, a água não é de fácil acesso para 4,8 milhões de brasileiros, que ainda vivem sem abastecimento canalizado, de acordo com dados do Censo Demográfico 2022. Para os que têm acesso ao abastecimento, há outra problemática, menos evidente, que é a possível presença de poluentes emergentes na água potável distribuída.

Esses contaminantes são nocivos tanto ao meio ambiente quanto à saúde humana, e podem ser encontrados em efluentes hospitalares, industriais, farmacêuticos e até domésticos. Compostos presentes em medicamentos como analgésicos, antibióticos, hormônios e anti-inflamatórios, produtos de cuidado pessoal como filtros solares, repelentes e cosméticos, além de produtos de limpeza como alvejantes, desinfetantes químicos e solventes, estão entre as substâncias identificadas nesses poluentes.

Considerando que os resíduos hospitalares contribuem significativamente para a liberação desses contaminantes no meio ambiente, o doutorando Diego Rizzana, do Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental da Universidade Feevale, desenvolve a pesquisa Avaliação da degradação de poluentes emergentes pelo processo híbrido de osmose reversa/eletro-oxidação visando ao tratamento de efluentes hospitalares. O estudo objetiva desenvolver um processo de tratamento de efluente hospitalar que degrade (ou seja, decomponha) os contaminantes emergentes, evitando que esses compostos cheguem aos recursos hídricos.

Danos à saúde

Rizzana indica que a presença de poluentes emergentes nos corpos d’água pode causar diversos danos à saúde humana, embora os efeitos específicos dependam das substâncias presentes, suas concentrações e forma e tempo de exposição. “Muitos dos poluentes são substâncias químicas bioativas, o que significa que podem interferir nos sistemas biológicos dos seres humanos. Produtos farmacêuticos, por exemplo, podem afetar hormônios, sistema endócrino e sistema nervoso, mesmo em concentrações muito baixas”, aponta.

Outros males mencionados pelo pesquisador são a resistência bacteriana – desenvolvida em função da presença de antibióticos nos recursos hídricos – e efeitos carcinogênicos e mutagênicos – já que alguns poluentes como produtos químicos industriais e subprodutos de produtos farmacêuticos podem causar câncer ou mutações genéticas, representando riscos a longo prazo.

Métodos e resultados

O estudo aponta que, entre as possíveis tecnologias para remover poluentes emergentes de corpos hídricos e efluentes industriais, está a osmose reversa, processo de separação por membrana que utiliza pressão hidrostática como força motriz. Esse processo, no entanto, apenas separa o poluente, o que exige um local de armazenamento para o concentrado de efluente gerado. Nesse sentido, os processos oxidativos avançados, como a eletro-oxidação, possibilitam a degradação dos poluentes e bactérias presentes no concentrado de osmose reversa.

Para o desenvolvimento da pesquisa em questão, foi coletado efluente do Hospital Municipal de Estância Velha e utilizado um processo de tratamento híbrido, com osmose reversa e eletro-oxidação. Por meio de reações de oxidação eletroquímica, ocorreram transformações estruturais nos compostos, resultando na eliminação de 99% dos poluentes emergentes, em 12 horas de teste. “Essa pode ser considerada uma redução significativa na concentração dessas substâncias nos corpos d’água. Porém, é importante entender que a eficácia dessa mitigação depende de vários fatores, incluindo a toxicidade específica dos poluentes, suas vias de exposição e a sensibilidade dos ecossistemas aquáticos”, destaca Rizzana.

O estudo está sendo desenvolvido no Laboratório Aquário, da Feevale, que conta com tecnologias para desenvolvimento de processos de tratamento de água e efluentes. A próxima fase consistirá na aplicação da metodologia criada combinando radiação ultravioleta e ozônio. “Os resultados buscam obter um efluente tratado com condições adequadas para descarte em corpos d’água, visando o conceito de descarga zero de contaminantes na natureza”, revela o pesquisador.

O orientador do doutorando, professor Marco Antônio Siqueira Rodrigues, lembra que, nos anos de pandemia, os medicamentos tiveram um aumento significativo na sua prescrição e consumo pela sociedade, o que resultou na ampliação da presença de fármacos na água. “Embora a engenharia esteja focada no desenvolvimento de tecnologias que removam os compostos tóxicos da água potável, é importante dizer que a solução para se ter, em nossa casa, uma água de qualidade, é uma mudança de hábitos, como não colocar restos de medicamento no vaso sanitário, economizar água e não descartar resíduos eletrônicos nos arroios”, orienta.

O docente sugere, ainda, que os resultados obtidos pelo projeto contribuem para o desenvolvimento científico em  nível internacional, uma vez que a presença de poluentes emergentes em corpos hídricos atinge, também, a Europa, os Estados Unidos, a Ásia e a América Latina.

Falta de regulamentação

Pesquisas indicam que não há, no Brasil, regulamentação especifica que determine quantidades seguras de poluentes emergentes nos recursos hídricos, motivo pelo qual essas substâncias não são comumente monitoradas por empresas de saneamento. A temática é tratada, parcialmente, na Resolução nº 358 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), de 2005, que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde; e na Portaria nº 888/2021, do Ministério da Saúde, que determina os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Rizzana avalia que, mesmo sem regulamentações específicas, as organizações têm uma responsabilidade moral e ética de minimizar o impacto ambiental de suas atividades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/03/2024 0 Comentários 460 Visualizações
Business

Exportações de calçados começam ano em queda no Brasil

Por Jonathan da Silva 13/03/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações de calçados do Brasil sofreram quedas de 31,3% em volume e 22,8% em receita no primeiro bimestre comparado ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Se considerado apenas o mês de fevereiro, as quedas foram de 33,4% em volume e 22,5% em receita em relação a 2023. As exportações somaram 18,38 milhões de pares e US$ 169,66 milhões nos dois primeiros meses de 2024.

O resultado é o pior do primeiro bimestre dentro da série histórica, que teve início em 1997. Os dados geram alerta para o setor calçadista brasileiro. “Existem instabilidades e processos inflacionários graves nos principais mercados do mundo. É claro que tem impacto. Mas penso que o impacto maior está sendo o retorno de uma China mais agressiva ao mercado, tirando espaços dos seus concorrentes internacionais, principalmente na América Latina”, avalia o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressaltando que a América Latina absorve mais de 50% das exportações brasileiras de calçados.

Mais um país que teve influência nos resultados do primeiro bimestre de 2024 foi a Argentina, uma vez que os Estados Unidos, principal destino internacional do calçado brasileiro, vem apresentando quedas cada vez menos significativas. “A Argentina apresentou, no ano passado, dois semestres consecutivos de elevação na taxa de pobreza, alcançando mais de 40% da população. O impacto da crise argentina é sentida fortemente pelos calçadistas brasileiros”, avalia Ferreira.

Exportações do calçado brasileiro passam por momento de baixa

Destinos

O principal destino das exportações de calçados brasileiros neste primeiro bimestre foi os Estados Unidos, que recebeu 1,9 milhão de pares por US$ 38,9 milhões, o que representou quedas de 10,4% e 3,7%, respectivamente, comparado aos dois primeiros meses do ano anterior.

Em momento econômico conturbado, a Argentina ficou no segundo lugar entre os maiores destinos do calçado brasileiro nestes dois primeiros meses de 204. Para o país vizinho foram embarcados 1,18 milhão de pares por US$ 24,75 milhões, quedas de 29,9% em volume e 17,8% em receita em relação ao primeiro bimestre de 2023.

A Espanha ocupa o terceiro lugar do ranking de exportações. O país europeu recebeu 2,93 milhões de pares por US$ 8,88 milhões neste primeiro bimestre, quedas de 33,4% e 36,2%, respectivamente, no comparativo com a mesma época do ano passado.

Origens

O Rio Grande do Sul continua ocupando o posto de maior exportador brasileiro de calçado. No bimestre, 5,67 milhões de pares saíram das fábricas gaúchas por US$ 84,45 milhões, o que representa quedas de 2% em volume e de 3,8% em receita na comparação com os dois primeiros meses de 2023.

O segundo estado com mais exportações foi o Ceará, de onde partiram 6,73 milhões de pares por US$ 41 milhões, baixas de 36,3% e 36,7%, respectivamente, em relação ao primeiro bimestre do ano anterior.

Dentre os estados que mais exportam, a Bahia foi quem teve menor queda no desempenho. Entre janeiro e fevereiro, as fábricas baianas embarcaram 533,88 mil pares por US$ 12,95 milhões, queda de 16,3% em volume e estabilidade de receita em relação aos dois primeiros meses de 2023.

São Paulo perdeu a terceira posição do ranking para a Bahia e agora ocupa a quarta colocação. Neste primeiro bimestre, as fábricas paulistas exportaram 756,6 mil pares por US$ 12,7 milhões, quedas de 37,6% e 31,2%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

Otimismo para o futuro

Haroldo Ferreira avalia que com a desaceleração da inflação mundial e a manutenção de taxas positivas de crescimento econômico em mercados como Estados Unidos e Europa, as exportações brasileiras devem apresentar melhor desempenho no segundo semestre do ano. Todavia, a estimativa é que 2024 tenha resultados inferiores a 2023.

Importações em alta

Na contramão das exportações, as importações continuam em crescimento. Durante fevereiro, entraram no Brasil 4,1 milhões de pares por US$ 53,48 milhões, o que representa queda de 5,9% em volume, mas incremento de 41,8% em receita, em comparação com o mesmo mês em 2023. No acumulado do bimestre, as importações somaram 6,9 milhões de pares e US$ 90,6 milhões, queda de 9% em volume e aumento de 4,4% em receita em relação ao mesmo período do ano passado.

Os países asiáticos seguem sendo as principais origens de importação, representando mais de 80% dos calçados que entram no Brasil. A principal origem foi o Vietnã, que exportou para o Brasil 1,2 milhão de pares por US$ 26,7 milhões em fevereiro, altas de 59% em volume e de 47% em receita na relação com o mesmo mês do ano passado. No compilado do bimestre, as importações de calçados vietnamitas atingiram 2 milhões de pares e US$ 43,87 milhões, elevação de 5% em pares e baixa de 0,9% em receita no comparativo com os dois primeiros meses de 2023.

A segunda maior origem das importações do começo de ano foi a Indonésia. Em fevereiro, as importações de calçados do país do sudeste asiático chegaram a 660 mil pares e US$ 11, 44 milhões, aumentos de 78,9% e 51,7%, respectivamente, ante o mesmo mês em 2023. Considerado o bimestre, as importações da Indonésia foram de 1 milhão de pares e US$ 17,17 milhões, crescimento de 34,3% e 10,2% ante o mesmo momento do ano passado.

A China completa o pódio do ranking, tendo embarcado para o Brasil neste mês de fevereiro 1,65 milhão de pares por US$ 5,27 milhões, baixa de 44,2% em volume e alta de 3,6% em receita na comparação com o mesmo mês do ano passado. No bimestre, as importações chinesas somaram 2,75 milhões de pares e US$ 9,58 milhões, baixas de 36,2% e 16,3%, respectivamente, sobre 2023.

Consideradas partes de calçados, como cabedais, saltos, solados, palmilhas, etc., as importações do bimestre somaram US$ 7,9 milhões, o que representa uma alta de 62% em relação ao mesmo período de 2023. Neste recorte, as principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Os resultados completos do levantamento da Abicalçados podem ser conferidos clicando aqui.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2024 0 Comentários 531 Visualizações
Ensino

VIII Femint e I Femaee iniciam hoje, terça-feira

Por Marcel Vogt 29/08/2023
Por Marcel Vogt

Pesquisa, ciência e conhecimento serão protagonistas da VIII Feira Municipal Integrada (Femint), promovida pela Prefeitura de Sapiranga, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Smed), nos dias 29, 30 e 31 de agosto, no Centro de Inovação, no Espaço 20. Ao todo, serão apresentados à comunidade 121 trabalhos de pesquisa, sendo 45 deles realizados por alunos da Educação Infantil e 76 por estudantes do Ensino Fundamental e Médio.

Entre as novidades, é que pela primeira vez em oito anos a Femint será regionalizada, recebendo trabalhos de fora da cidade. Além disso, junto com a Femint, também será realizada a I Feira Municipal de Ações Empreendedoras na Escola (Femaee), que tem por objetivo criar espaços de participação e protagonismo para os estudante, incentivando o autoconhecimento, o espírito de coletividade e a busca de novas aprendizagens, ou seja, desenvolvendo habilidades empreendedoras. Serão 17 trabalhos apresentados na Femaee.

“Com a iniciativa da Administração Municipal de desenvolver a educação empreendedora, e a parceria do Sebrae, oferecemos capacitações para gestores e educadores para aplicarem as ações com os seus estudantes. A 1ª Femaee é a culminância do trabalho desenvolvido pelas escolas que, com práticas criativas e transformadoras, engajaram estudantes e professores em pesquisas que resultaram em aprendizagem e em desenvolvimento de projetos empreendedores”, destacou a secretária Municipal de Educação, Cláudia Kichler.

Foto: Vitor Carvalho/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/08/2023 0 Comentários 611 Visualizações
Ensino

Feevale e Grupo Hospitalar Conceição ampliarão parceria nas áreas de inovação e pesquisa

Por Marcel Vogt 25/08/2023
Por Marcel Vogt

A Universidade Feevale e o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) estão ampliando a sua parceria. A partir de uma reunião entre o reitor da Instituição, Cleber Prodanov, e o diretor-presidente do GHC, Gilberto Barichello, nesta semana, no Centro Administrativo do grupo, em Porto Alegre, foram discutidos os próximos passos para reforçar a cooperação entre as duas entidades. O encontro também teve a presença, pela Feevale, da diretora do Instituto de Ciências da Saúde (ICS), Caren Mello Guimarães, e do responsável pela Integração Ensino-Serviço, Cesar Augusto Teixeira; e, pelo GHC, de Quelen Tanize Alves da Silva, diretora de Inovação, Gestão do Trabalho e Educação, e de Edenilson Bomfim da Silva, gerente de Ensino e Pesquisa.

O movimento tem o propósito de, além de proporcionar um espaço de excelência para os estágios dos acadêmicos da área da Saúde da Feevale, incluindo os do curso de Medicina, possibilitar a construção de projetos em conjunto, principalmente nas áreas de inovação e pesquisa. “O Grupo Hospitalar Conceição possui várias unidades e proporciona atendimentos 100% via Sistema Único de Saúde (SUS), caracterizando-se por contar com ambientes de alta complexidade. Acreditamos que a atuação nos espaços do grupo abrirá muitos campos de atuação para nossos estudantes, e a ampliação da parceria qualificará nossas ações de pesquisa e inovação, principalmente no apoio e criação de novas startups na área da saúde”, afirma Prodanov.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2023 0 Comentários 591 Visualizações
Business

Couro predomina em calçados masculinos e laminado sintético nos femininos

Por Marina Klein Telles 25/07/2023
Por Marina Klein Telles

O uso do couro se destaca na fabricação de calçados masculinos, com índice de 46,24%, enquanto o laminado sintético de poliuretano se destaca na produção dos femininos, com 46,03% do total produzido. Os índices estão na 9ª edição do Estudo de Mapeamento dos Polos – Quantificação dos Materiais no Calçado, realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A publicação, que tem como objetivo auxiliar calçadistas e fornecedores na adoção de estratégias comerciais, pode ser adquirida pelo e-mail [email protected]. A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, explica que o material, coordenado pelo professor da pós-graduação de Economia da Unisinos e consultor setorial, Marcos Lélis, quantifica os materiais utilizados na confecção dos calçados montados em suas principais partes: cabedal, forro, solado, enfeites e adesivos.

“Os respondentes são integrantes de áreas técnicas, compras, produção ou direção geral das indústrias calçadistas. Esses profissionais caracterizam-se pelo conhecimento nos processos produtivos das empresas, seja por meio da participação direta ou contribuições na gestão”, conta Dilly. Segundo ela, foram ouvidas empresas dos principais polos calçadistas brasileiros que representam quase 60% da produção nacional do setor, o que permite uma margem de erro de 0,5% para cima ou para baixo. Já nos calçados infantis predomina a utilização de laminado sintético de PVC, enquanto nos calçados esportivos predominam os têxteis.

A publicação traz, ainda, detalhes sobre a fabricação de outras partes do calçado, como forros, solados, enfeites e adesivos utilizados, com análises de tendências nos usos de materiais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/07/2023 0 Comentários 514 Visualizações
Saúde

VigiaSUS aponta discrepâncias na classificação de risco de pacientes com câncer de próstata

Por Marina Klein Telles 27/06/2023
Por Marina Klein Telles

Tumor mais incidente nos homens brasileiros, o câncer de próstata muitas vezes leva os pacientes a tratamentos agressivos, como cirurgia e radioterapia. Contudo, nem todos têm necessidade de passar por procedimentos radicais. É o caso de alguns indivíduos com a doença de baixo risco, elegíveis a um acompanhamento assistencial chamado de vigilância ativa. A análise dessa estratégia de monitoramento é o foco de estudo do projeto VigiaSUS, iniciativa do Hospital Moinhos de Vento por meio do Programa de Apoio a Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

Dados preliminares do trabalho mostraram que a taxa de reclassificação de risco dos pacientes está acima do que consta na literatura. A divulgação foi feita durante o Conexão Proadi de junho, realizado na quinta-feira (22) no Hospital Moinhos de Vento.

Para ser elegível ao VigiaSUS, é preciso ter diagnóstico de adenocarcinoma de próstata realizado nos últimos 12 meses, com doença localizada, exame de PSA menor que 10 ng/ml e biópsia prostática com Escore de Gleason menor ou igual a 6. Dos 87 pacientes incluídos no estudo, 61 tiveram as amostras revisadas – outras 26 ainda passarão por esse processo. Desse total, 16 não preencheram os requisitos da pesquisa e foram reclassificados, ou seja, mudaram o Escore. Portanto, neste momento, 45 homens estão recebendo o acompanhamento com vigilância ativa.

Segundo a pesquisadora Juliana Beust de Lima, o índice de reclassificação de pacientes do Escore de Gleason 6 para 7, que significa risco intermediário do tumor, trouxe informações inéditas. “Dados da literatura mostram que é comum que haja essa discrepância nos diagnósticos na faixa de 7%. Porém, a taxa do nosso estudo é de mais de 26%, o que chama a atenção para como estão sendo feitas as revisões e como os laudos estão sendo emitidos no SUS”, destacou.

Estratégia é subutilizada no SUS

A vigilância ativa é uma estratégia de observação vigilante, com realização de exames periódicos no paciente envolvendo toque retal, teste PSA, biópsias e ressonância multiparamétrica de próstata. Durante esse acompanhamento, explica o pesquisador e oncologista do Hospital Moinhos de Vento Jeziel Basso, o paciente só vai passar por um tratamento radical em caso de alterações desses testes.

“Desde 2000, há uma tendência mundial do aumento da vigilância ativa. Estima-se que, em pacientes acima de 70 anos, o uso dessa estratégia chegue a 76,2%. No Brasil, não há dados sobre essa prática, no entanto, acredita-se que ela seja subutilizada, principalmente no SUS”.

Como vantagens dessa abordagem, destacam-se a menor exposição do paciente a tratamentos agressivos e desnecessários, melhora na qualidade de vida desses indivíduos, diminuição das filas de espera para procedimentos e redução de custos. O encontro também mostrou como está sendo conduzido o levantamento de impacto econômico dessa estratégia, como a ressonância magnética multiparamétrica é utilizada no diagnóstico e quais são as características da doença do ponto de vista morfológico e de imuno-histoquímica.

Virtualmente, a consultora técnica científica do Ministério da Saúde Clênia dos Santos Azevedo, que atua na coordenação da gestão de pesquisa do Departamento de Ciência e Tecnologia, ressaltou a importância do projeto para o SUS. “Sabemos que o rastreamento é um tema controverso dentro do câncer de próstata, pois pode levar a um sobrediagnóstico em 20% a 40% dos casos, então, acredito que o VigiaSUS vai ser um instrumento importante para trazer novas evidências para esclarecer um pouco mais essa questão. A vigilância ativa já é uma abordagem validada para câncer de baixo risco. Nossa necessidade com o projeto é fazer mapeamento da evolução de critérios de inclusão e gatilhos de intervenção dentro do contexto brasileiro”, afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2023 0 Comentários 554 Visualizações
Cidades

Número de mortes por chuva é o maior em 40 anos no RS

Por Marina Klein Telles 21/06/2023
Por Marina Klein Telles

Com 16 mortes confirmadas, o ciclone extratropical que atingiu o Rio Grande do Sul na semana passada é o maior desastre natural relacionado a chuvas intensas das últimas quatro décadas no Estado. Desde 1980, não há registros de outro episódio que tenha acarretado tantas perdas humanas devido a enxurradas no Estado.

O evento gerou comoção social e mobilizou os órgãos governamentais no socorro e atendimento às vítimas. Em sequência ao amparo às famílias afetadas, o próximo passo será a recuperação das estruturas danificadas e destruídas. “Embora tenha sido um evento de grande extensão e número de óbitos, os quais lamentamos, também está sendo possível verificar a grande e efetiva articulação dos órgãos de Estado e da comunidade para que os danos humanos sejam minimizados e a resposta seja a mais rápida e a melhor possível”, ressaltou o chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira.

Até a terça-feira (20), foram notificados à Defesa Civil Estadual danos e pessoas atingidas em 48 municípios. Há 1.538 desabrigados e 13.824 desalojados. Esses números são atualizados pelas Coordenadorias Municipais de Defesa Civil e podem sofrer alterações ao longo dos próximos dias.

Em novembro de 2022, a Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) lançou um mapeamento das ocorrências de desastres naturais no Estado, analisando a sua distribuição e frequência. O material, elaborado a pedido da Defesa Civil Estadual, contempla o período entre 2003 e 2021.

O estudo teve como base a série histórica do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), que começa em 2003. No entanto, informações sobre mortos e feridos estão presentes apenas para o período 2017-2021. “Se considerarmos os demais episódios de inundações, enxurradas e vendavais do período estudado, houve mais eventos nos últimos anos, mas este de agora é o que mais provocou danos”, afirmou o diretor do Departamento de Planejamento Governamental (Deplan), Henrique Gomes Acosta, da SPGG.

Conforme o estudo da SPGG, entre 2017 e 2021, mais de 4,4 milhões de gaúchos foram direta ou indiretamente atingidos por desastres naturais em 482 municípios do Estado, havendo identificação de 14 mortes: cinco causadas por vendavais, quatro por enxurradas, duas por chuvas intensas, duas por tornados e uma por inundação. Nesse período, o número total de falecimentos foi ainda menor do que o contabilizado neste único episódio de junho de 2023, o que evidencia a sua magnitude e severidade.

A série histórica do S2iD/MIDR aponta a ocorrência de outro evento de ciclone extratropical em outubro de 2016, na região de Imbé, sem maiores danos humanos ou ambientais. No entanto, é possível que outros eventos de ciclone tenham desencadeado episódios que, na base do ministério, foram classificados pelos municípios que alimentam os dados como vendavais, enxurradas, inundações, alagamentos ou chuvas intensas.

De qualquer forma, considerando-se os números contabilizados até o momento pelas Coordenadorias Municipais de Defesa Civil, os danos humanos gerados pelo evento da semana passada fazem dele o mais grave dos últimos anos, independentemente do tipo de desastre. Em janeiro de 2019, por exemplo, houve uma chuva intensa em Alegrete, que resultou em duas mortes, 1.170 desabrigados e 4.357 desalojados. Esses números, no entanto, ainda estão aquém do efeito destruidor do evento registrado agora em junho.

Para verificar dados anteriores ao ano de 2003, é necessário consultar outras bases. Uma pesquisa de Bernadete Weber Reckziegel, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), apresentada em 2007, realizou um levantamento dos desastres desencadeados por eventos naturais adversos no Estado entre 1980 e 2005. Segundo o estudo, nenhum deles causou tantas mortes como o ciclone deste ano.

O estudo cita, ano a ano, as ocorrências de desastres naturais em solo gaúcho. Um dos mais devastadores foi um deslizamento, em Estância Velha, de parte do aterro de uma rodovia, que soterrou duas moradias e provocou a morte de dez pessoas. Em maio de 1997, um vendaval provocou sete mortes na região de Tapejara.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 608 Visualizações
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