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Business

Exportações de carne de frango crescem 24,2% em outubro

Por Ester Ellwanger 10/11/2021
Por Ester Ellwanger

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 397,1 mil toneladas em outubro, número que supera em 24,2% o desempenho registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 319,7 mil toneladas.

Em receita, as vendas de carne de frango para o mercado internacional alcançaram saldo de US$ 715,2 milhões, desempenho 60,1% superior ao alcançado em outubro de 2020, com US$ 446,8 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a outubro), as exportações de carne de frango alcançaram 3,864 milhões de toneladas, volume 10,45% maior que as 3,498 milhões de toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado.

Em receita, as exportações de carne de frango somaram US$ 6,339 bilhões, saldo 25,1% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 5,066 bilhões.

“Houve crescimento generalizado nos diversos destinos de exportações da carne de frango do Brasil em outubro, mantendo as projeções positivas previstas pela Abpa para o ano de 2021. Ao mesmo tempo, a significativa alta na receita das exportações tem equilibrado os impactos das elevações dos custos de produção acumulados desde o ano passado”, avalia o presidente da Abpa, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Líder entre os principais importadores de carne de frango do Brasil, a China foi destino de 51,2 mil toneladas em outubro, volume 2,5% superior ao registrado no décimo mês de 2020. Outros destaques foram Japão, com 47,2 mil toneladas (+60,4%), Emirados Árabes Unidos, com 43,6 mil toneladas (+108,1%), África do Sul, com 23,6 mil toneladas (+1,3%), e União Europeia, com 19,7 mil toneladas (+49,6%).

“Com média histórica recorde, acima das 400 mil toneladas mensais, o segundo semestre deste ano deve seguir em sólido ritmo de embarques, especialmente em um momento no qual, historicamente, regiões do Hemisfério Norte apresentam focos de Influenza Aviária, enfermidade da qual o Brasil é livre”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

 

Rio Grande do Sul

As exportações gaúchas de carne de frango mantiveram o patamar de crescimento em outubro. O volume foi 13,52% superior, passando de 54,63 mil toneladas em 2020 para 62,02 mil toneladas em 2021. A receita dos embarques do décimo mês de 2021 alcançou US$ 108,16 milhões, aumento maior que a metade, 51,72% a mais que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 71,29 milhões).

Nos dez primeiros meses deste ano foram embarcadas 590,12 mil toneladas, contra 559,83 mil toneladas no mesmo período de 2020. Alta de 5,41%. O saldo em dólares das exportações chegou a US$ 977,55 milhões entre janeiro e outubro. O número é 28,87% superior ao obtido no mesmo período do último ano, que teve saldo de US$ 758,55 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/11/2021 0 Comentários 757 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento coordena estudo de efetividade da vacina ComiRNAty

Por Ester Ellwanger 10/10/2021
Por Ester Ellwanger

O Hospital Moinhos de Vento e a Pfizer Brasil, em parceria com o Programa Nacional de Imunização, a Universidade Federal do Paraná e a Secretaria de Saúde de Toledo, realizam um estudo que avaliará a efetividade da vacina ComiRNAty contra a Covid-19, em Toledo, no estado do Paraná.

A pesquisa observacional tem como objetivo avaliar a efetividade do imunizante em um cenário de vida real no Brasil. Serão analisados os impactos da vacina em prevenção de casos sintomáticos, reinfecção, internações, mortes, efeitos adversos, além de Long Covid e consequências em longo prazo atribuídas ao coronavírus.

A coordenação do estudo será realizada por uma equipe do Instituto de Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre. O pesquisador principal e médico intensivista Regis Goulart Rosa explica que deverão ser recrutados cerca de 4.500 voluntários, dos quais aproximadamente 1.500 serão acompanhados durante um ano.
“Um dos nossos objetivos é avaliar o impacto da vacinação em massa para Covid-19 com a ComiRNAty em desfechos relevantes e em um contexto de alta prevalência de variantes preocupantes de SARS-CoV-2, como é o caso das variantes Gamma (P.1) e Delta. A pesquisa deve nos ajudar a entender a efetividade da vacinação para Covid -19 em nosso meio, contribuindo para o desenvolvimento de políticas de imunização baseadas em evidências locais e de alta qualidade”, salienta Regis.

O estudo

Todas as pessoas com 12 anos de idade ou mais que procurarem os serviços de saúde com sintomas suspeitos de Covid -19 serão convidadas a ingressar no estudo. Os pesquisadores classificarão os voluntários entre os que testarem positivo para a infecção (grupo casos) e os negativos (grupo controle). “Informações quanto ao estado vacinal destes participantes permitirão a avaliação da efetividade e segurança da vacina em curto, médio e longo prazo”, pontua Regis.

As vacinas da Pfizer serão fornecidas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) à secretaria municipal de Saúde de Toledo e oferecidas a toda população acima de 12 anos de idade que ainda não tenham recebido outro imunizante. O Município ficará com a responsabilidade de vacinar seus habitantes e fazer a manutenção do sistema de vigilância. A escolha da cidade se baseou em critérios como região geográfica favorável, epidemiologia demonstrando estabilidade do número de casos e circulação de variantes, estrutura física para realizar a vacinação e capacidade do sistema de vigilância estabelecido na cidade.

“Além disso, o potencial de estimular a parceria científica local também foi levado em consideração, o que foi possível por meio da colaboração da Universidade Federal do Paraná (Campus Toledo), que será responsável pela realização da análise genômica das amostras positivas coletadas ao longo do projeto”, explica Júlia Spinardi, líder médica da área de vacinas da Pfizer Brasil. “É um orgulho a UFPR participar de mais essa iniciativa e reforça nossa vocação em favor da ciência e da saúde pública”, completa Ricardo Marcelo Fonseca, reitor da universidade.

Estudos que avaliam a utilização da vacina em vida real vem sendo feito em todo mundo e são fundamentais para o entendimento das estratégias vacinais e medidas de controle da pandemia. “Nos sentimos honradas em poder colaborar com esse projeto e temos certeza que as análises realizadas trarão benefícios a toda a população brasileira”, complementa Júlia.

Os dados coletados serão avaliados pelos pesquisadores e possíveis pontos de melhoria na atenção de saúde da cidade poderão ser discutidos com os gestores locais quase em tempo real.

Para o prefeito Beto Lunitti, Toledo é exemplo em relação ao cumprimento do Programa Nacional de Imunização (PNI) durante toda a campanha de vacinação contra a Covid-19. Essa boa condução rendeu a participação no estudo da Pfizer sobre o comportamento em uma população totalmente vacinada. “Não é sorte. É trabalho, dedicação e respeito àquilo que foi determinado pelos órgãos que estão à frente da vacinação. Estamos felizes em participar deste estudo observacional e colaborar. A melhor vacina é aquela que está no braço e Toledo está aberto à ciência”, afirmou.

Eficácia X Efetividade

O estudo irá avaliar a efetividade da vacina, algo que só é possível num cenário de vida real, com todas as adversidades. Nestes casos, a resposta à uma substância, no caso o imunizante, é observada num grupo heterogêneo de pessoas, com as mais diversas condições de saúde, idade, etc. Ou seja, a pesquisa vai dizer o quanto a vacina é efetiva e como foi a resposta imune dos voluntários recrutados numa perspectiva realista.
A iniciativa é diferente dos testes clínicos de eficácia. Estudos deste tipo são realizados num ambiente controlado e o que se busca é avaliar os efeitos da vacina contra a doença. A ComiRNAty já se mostrou 95% eficaz contra a Covid -19 nestas pesquisas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

10/10/2021 0 Comentários 651 Visualizações
Business

Setor calçadista deve crescer 2,6% em 2022

Por Ester Ellwanger 07/10/2021
Por Ester Ellwanger

Experimentando uma retomada na atividade em 2021, o setor calçadista prevê crescimento médio de 12,2% em 2021 e de 2,6% em 2022. O dado foi apresentado em evento realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) no último dia 6 de outubro. O Análise de Cenários, ocorrido no formato digital, contou com apresentações da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, e do doutor em economia e consultor setorial Marcos Lélis.

O encontro iniciou com uma apresentação do cenário atual da economia brasileira, que segundo Lélis, deve crescer 5,04% em 2021 e 1,57% em 2022, projeções que estão sendo constantemente revisadas. No cenário internacional existem algumas dúvidas que deixam a economia brasileira em compasso de espera. As duas principais são o aumento da inflação nos Estados Unidos, que deve fazer com que o País eleve sua taxa de juros, e o desaquecimento da economia chinesa, evidenciada nas dificuldades da Evergrande. “O aumento da taxa de juros nos Estados Unidos irá diminuir a liquidez no mercado mundial, tendo impacto considerável no câmbio e na inflação brasileira, que já está alta”, disse, ressaltando que analistas já projetam inflação de dois dígitos até o final do ano.

Lélis destacou, ainda, que o Brasil ainda não recuperou os empregos perdidos durante a pandemia do novo coronavírus. O fato, segundo ele, reflete na queda da confiança dos consumidores, que tem impacto direto no consumo doméstico, justamente onde são comercializados mais de 85% dos calçados produzidos no País.

 

Calçados

A segunda parte do evento foi dedicada à apresentação dos dados para o setor calçadista brasileiro. Segundo Priscila, no segundo semestre as taxas de crescimento do setor devem desacelerar diante da base mais consolidada do mesmo período do ano passado, quando a atividade já dava sinais de retomada. Não quer dizer que o setor não vá crescer em 2021. A projeção da Inteligência de Mercado da Abicalçados é de um crescimento médio de 12,2%, chegando a uma produção total de 857 milhões de pares, quase 100 milhões a mais do que no ano passado. Mesmo com o resultado, Priscila ressalta que o setor deve seguir abaixo do nível pré-pandemia, em 2019, em cerca de 8%. Entre janeiro e agosto, dado mais recente, o setor produziu 512 milhões de pares, 26% mais do que no mesmo período do ano passado e 15,5% menos do que no período correspondente de 2019.

De acordo com a coordenadora, o crescimento do setor no Brasil está menos intenso do que o dos principais produtores de calçados do mundo. Na China, principal produtor mundial do setor, a atividade no primeiro semestre de 2021 está apenas 7% abaixo dos níveis pré pandemia, em 2019. Na Índia, segundo produtor mundial, a atividade está 15% abaixo de 2019, no Vietnã (3º produtor) ela já está 11% acima e na Indonésia (4º produtor) 14% abaixo. Atualmente, o Brasil é o quinto produtor mundial do setor.

 

Exportações

As exportações de calçados devem ser o motor do crescimento do setor em 2021. Entre janeiro e setembro, foram embarcados 86,2 milhões de pares, que geraram US$ 618,5 milhões, incrementos de 33,7% em volume e de 26,3% em receita no comparativo com igual período do ano passado. Para o ano, a previsão é de um crescimento 25%, em pares, na relação com 2020. Confirmado o resultado, o setor exportador deve recuperar os níveis pré pandemia, encerrando o ano com 118 milhões de pares embarcados. O otimismo na área é explicado pela retomada das importações de calçados de alguns dos principais mercados internacionais para o calçado verde-amarelo, com destaque para os Estados Unidos e França.

 

Empregos

Com mais de 24 mil postos gerados entre janeiro e agosto, o setor calçadista brasileiro está 17% acima do nível registrado no mesmo período do ano passado, mas ainda 3% abaixo dos registros pré pandemia. “Alguns dos principais empregadores brasileiros da atividade, Rio Grande do Sul, Ceará e Bahia, já superam os dados de 2019, mas não é uma realidade geral do setor”, explica Priscila. Atualmente, a atividade gera 271 mil postos de trabalho no Brasil.

 

Expectativas para 2022

Para 2022, mesmo em meio a um cenário de incertezas, especialmente no mercado doméstico, a Inteligência de Mercado da Abicalçados aponta para uma expectativa de crescimento médio de 2,6% na produção de calçados, totalizando 879 milhões de pares, 22 milhões a mais do que a projeção para o ano corrente. Mesmo com o resultado, segundo Priscila, a atividade ainda ficaria abaixo dos níveis pré pandemia, em 2019, em cerca de 6%. Em 2019, foram produzidos 936 milhões de pares de calçados. “Para alcançar os níveis pré pandemia o setor deverá crescer 9% no próximo ano, o que é muito difícil devido à conjuntura econômica”, explica.

Assim como em 2021, as exportações devem ser o motor do crescimento do setor calçadista no próximo ano. Segundo projeções da Abicalçados, em 2022 as exportações, em volume, devem crescer 5,1%, ficando 7% acima do resultado de 2019. Em números fechados, o setor deve exportar 124 milhões de pares, 6 milhões a mais do que a projeção de 2021. Com o resultado, o coeficiente de exportação – percentual da produção nacional exportado – deve passar de 12% para 14%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/10/2021 0 Comentários 1,2K Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento recruta pacientes com histórico de AVC

Por Ester Ellwanger 18/09/2021
Por Ester Ellwanger

O Hospital Moinhos de Vento está recrutando pacientes com histórico de Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico que sejam maiores de 18 anos, tenham pressão alta e não possuam doenças relacionadas ao rim e ao fígado. Os voluntários irão participar de uma pesquisa internacional, considerada um dos maiores estudos de prevenção secundária do AVC deste tipo no mundo, com o objetivo de fornecer evidências do impacto do tratamento em nível global. A estimativa é que sejam recrutadas 1,5 mil pessoas, sendo 150 brasileiros, em 11 centros de diversas regiões do país.

O projeto Trident — sigla em inglês para Estudo da Terapia Tripla para Prevenção de Eventos Recorrentes de Doença Cerebral Intraparenquimatosa — investiga a combinação de medicamentos anti-hipertensivos em uma única pílula para a diminuição da recorrência da doença, uma das formas mais graves e responsável por 10% das reincidências de AVC do mundo. De acordo com a investigadora principal do estudo e chefe do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Moinhos de Vento, Sheila Martins, os resultados poderão contribuir para a introdução de uma medicação anti-hipertensiva de baixo custo no SUS, além de ter possibilidade de manufatura em laboratórios públicos.

O estudo Trident testa o efeito de uma combinação de três medicamentos de baixa dosagem, em uma pílula única, na prevenção desses pacientes nos primeiros seis meses de tratamento.”

“O estudo Trident testa o efeito de uma combinação de três medicamentos de baixa dosagem, em uma pílula única, na prevenção desses pacientes nos primeiros seis meses de tratamento. Essa medicação é capaz de reduzir efetivamente a pressão arterial com a intenção de prevenir novos eventos, como AVC isquêmico e hemorrágico, doenças do coração e, consequentemente, a taxa de mortalidade”, afirma.

O estudo

No Brasil, a iniciativa acontece em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sus (PROADI-SUS), e com a Rede AVC Brasil. A pesquisa de nível internacional é coordenada pelo The George Institute for Global Health e estima incluir 1,5 mil pacientes até o final de 2023.

A participação brasileira é considerada fundamental para garantir a representatividade da sua população. “Nosso país tem uma amostra étnica muito ampla, garantindo características genéticas muito diversas, e com um sistema de saúde universal. Temos uma rede de pesquisa nacional muito forte na área de AVC com pessoas interessadas em mudar e qualificar o atendimento a estes casos”, ressalta a neurologista vascular do Hospital Moinhos de Vento e líder do Projeto Trident no Brasil, Ana Cláudia de Souza.

De acordo com a médica, além de contribuir internacionalmente com a pesquisa científica, o projeto é uma oportunidade de incluir no rol de medicamentos oferecidos pelo SUS uma nova opção, de baixo custo, eficaz e de dose diária única, eliminando a dificuldade dos pacientes de tomar vários remédios ao longo do dia.

O estudo teve início em 2017 e, além do Brasil, é executado na Austrália, China, Inglaterra, Taiwan, Malásia, Singapura, Sri Lanka, Holanda e Suécia.

O AVC

O AVC é uma alteração súbita da circulação cerebral e pode ocorrer de duas formas. O chamado AVC Hemorrágico, que corresponde de 10% a 15% dos casos, é provocado pelo rompimento de um vaso sanguíneo cerebral, espalhando sangue pelo cérebro. O AVC Isquêmico, considerado o mais comum, se caracteriza pela falta de sangue numa região do cérebro, que é causada a partir da obstrução de um vaso sanguíneo cerebral. Este último tem tratamento possível se o paciente chegar rapidamente ao hospital.

Considerado o maior fator de incapacidade no mundo, é a segunda causa de mortalidade no Brasil, onde são registrados cerca de 400 mil casos por ano — destes, 80% são atendidos no Sistema Único de Saúde. Apesar das estatísticas, estima-se que, em 90% dos casos, a doença poderia ser evitada. A prevenção depende de o paciente atuar em dez fatores de risco: pressão alta (considerada o principal fator), colesterol elevado, diabetes, fumo, fibrilação atrial (arritmia cardíaca que provoca má circulação sanguínea), obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada, abuso de bebidas alcoólicas e depressão e/ou estresse.

É fundamental que a população tenha conhecimento disso, pois é uma doença que pode ser evitada com facilidade”.

“Todos esses fatores implicam em uma mudança significativa no estilo de vida. É fundamental que a população tenha conhecimento disso, pois é uma doença que pode ser evitada com facilidade”, explica Sheila Martins. A especialista também reforça que o exercício é considerado um poderoso protetor contra o AVC: fazer 30 minutos de atividade física, cinco vezes por semana, reduz os riscos em quase 40%.

É importante aprender a reconhecer os sinais, como perda de força ou dormência, geralmente em uma metade do corpo; dificuldade para falar ou compreender a fala; dificuldade de enxergar em um olho, nos dois olhos, ou numa metade do campo de visão; tontura, que se manifesta com uma sensação rotatória associada à falta de equilíbrio e de coordenação; e intensa dor de cabeça súbita.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2021 0 Comentários 950 Visualizações
Business

Pesquisa aponta que indústria interrompe crescimento da confiança dos empreendedores

Por Ester Ellwanger 14/09/2021
Por Ester Ellwanger

Após quatro meses de sucessivos aumentos na confiança dos donos de micro e pequenas empresas, o Índice de Confiança das Micro e Pequenas Empresas (IC-MPE), medido mensalmente pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), constatou em agosto uma estagnação. De acordo com a Sondagem, influenciado principalmente pela queda da confiança dos empreendedores da Indústria em 3,2 pontos, a média geral do Índice de Confiança das MPE se manteve estável em 100 pontos – nível considerado neutro – ou seja, houve uma acomodação da confiança no patamar atual, o que demonstra que a economia parou de crescer e está “andando de lado”.

Em julho, o Índice de Confiança das MPE da Indústria tinha atingido o patamar de 106,7 pontos. Com a queda do último mês, ele ficou em 103,5. “A variação da confiança foi positiva nos últimos meses em todos os setores, mas agora variou zero, influenciada principalmente pela Indústria. Apesar da confiança dos empreendedores desse setor continuar acima do nível considerado neutro, essa queda acende um sinal vermelho, já que, geralmente, esse setor é o que puxa os demais para cima. Se a Indústria está em queda é porque a economia pode estar estagnada”, alerta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Essa queda revela um enfraquecimento da recuperação da Indústria”.

Segundo Melles, diversos segmentos da Indústria apresentaram queda na confiança e o setor que vinha demonstrando o melhor desempenho, desde o ano passado, com crescimento na maior parte desse período, mostrou um resultado inverso, neste mês. “Essa queda revela um enfraquecimento da recuperação da Indústria”, pontua. As indústrias de alimentos, vestuário, refino e produtos químicos, metalurgia e produtos de metal foram as que mais influenciaram nesse resultado. Quando analisadas por região, apenas as indústrias do Sul apresentaram alta no índice de confiança, que subiu 5,2 pontos.

Comércio

O Índice de Confiança das MPE do Comércio também apresentou uma variação negativa de 0,4 e caiu para o patamar de 96,6 pontos, motivado pela redução do volume da demanda e compras atual. “As vendas de agosto não foram tão boas quantos os empreendedores imaginavam e apesar do comércio de bens de consumo não duráveis mostrar um certo aquecimento, atividades ligadas às vendas de materiais de construção, veículos, motos e peças contribuíram negativamente para esse resultado”, ressalta o presidente do Sebrae. O crescimento modesto tanto no quesito de emprego previsto para os próximos meses quanto no de tendência dos negócios evitou que a queda no Índice de Confiança das MPE fosse ainda maior do que a registrada.

Serviços

O único setor com aumento no Índice de Confiança foi o de Serviços, que apresentou um modesto incremento de 0,3 pontos, influenciado, principalmente, pela situação atual dos negócios e pelo aumento da demanda atual. “Esse foi o setor mais afetado pela pandemia e nos últimos meses, vinha se recuperando, mas agora, apesar desse leve aumento, mostra tendências de estar andando de lado também”, comenta Melles. A melhoria foi motivada em certa parte pela prestação de serviços profissionais e de informação e comunicação. Já atividades como serviços de transporte e prestados às famílias apresentaram um desempenho mais fraco.

Emprego

Apesar da queda da confiança, a geração de empregos deve continuar ocorrendo entre os pequenos negócios no próximo trimestre nos três setores, e fazer com que as micro e pequenas empresas continuem sendo as principais responsáveis pelas novas vagas de trabalho no país, porém, de forma mais lenta. “Assim, embora devamos ter ainda alguma melhora no emprego, nos próximos meses, é provável que este aumento tenda a ocorrer em um ritmo mais modesto”, afirma o presidente Carlos Melles.

Assim, embora devamos ter ainda alguma melhora no emprego, nos próximos meses, é provável que este aumento tenda a ocorrer em um ritmo mais modesto”.

De acordo com a Sondagem, especificamente no comércio, a expectativa de que o número de pessoas empregadas aumentará atingiu seu maior resultado de 2021, com aumento de 5,5 pontos percentuais, passando de 10,6%, em julho, para 16,1%, em agosto. Já entre os empreendedores de Serviços, setor mais prejudicado durante toda a pandemia, a expectativa de que o número de pessoas empregadas aumentará obteve seu melhor resultado desde outubro de 2013, chegando ao patamar de 18,9%, o que confirma a tendência demonstrada na edição da Sondagem de julho.

Já entre os donos de micro e pequenas empresas da Indústria, a expectativa de contratação caminha junto com a queda da confiança. Em agosto de 2021 houve queda na previsão de aumento do quadro de 1,5 pontos percentuais: 18,4% pretendem contratar contra 12% que acreditam que reduzirão o quadro de pessoal. Assim, quando considerado o índice sintético do emprego previsto, dos 3 setores juntos, o que se verifica é uma tendência de crescimento apenas modesto no emprego, para os meses de setembro, outubro e novembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

14/09/2021 0 Comentários 495 Visualizações
Variedades

Pesquisa Covid-19: Ocupação de UTIs indica queda

Por Milena Costa 19/07/2021
Por Milena Costa

As gestões locais seguem enfrentando dificuldades em relação à tentativa de escolha de imunizante. Subiu de 1.860 para 2.814 a quantidade de Municípios que enfrentaram situações onde o cidadão quis escolher o tipo de vacina contra a Covid-19. Nestes casos, 1.879 prefeituras não permitiram a escolha – sendo que em 1.333 se aplicou o imunizante disponível e em outras 546 disseram as pessoas perderam a prioridade de vacinação.

A pesquisa também mostra uma queda significativa na ocupação de leitos de UTI. Neste item, entre os 2.826 que participaram, – 29,4% (830 do total) – estão com ocupação de UTIs entre 60% e 80% e outros 20,9% (592) têm taxa abaixo de 60%. Na semana passada, eram, respectivamente, 687 e 433 cidades nesta situação. Na taxa acima de 90%, estão 18% (507 do total), e 16,8% (475) ultrapassam 80%. Na semana anterior, 747 Municípios afirmaram ter nível de ocupação acima de 90% e 454 estavam com mais de 80% de leitos de UTI ocupados.

Casos e mortes

Proporcionalmente aos que responderam na semana 16 e na 17, não houve grande variação quanto o registro de casos confirmados semanalmente. Entre 2.826 Municípios, os casos diminuíram em 40,4%, permaneceram estáveis em 36,7% e aumentaram em 16,6%. Em 5,1% deles não ocorreram novos registros. A CNM demonstra preocupação com esses resultados, pois a manutenção de novos infectados em níveis altos está sendo apontada pela quarta vez consecutiva na pesquisa.

Em relação às mortes, a estabilidade segue em torno de 22% dos entrevistados e a redução de óbitos, em quase 17%. O dado está em crescimento em 10,2%. Não houve nenhum registro de morte por Covid-19 em, pelo menos, metade dos Municípios pesquisados nesta semana 17, o equivalente a 1.426 cidades – na anterior eram 1.258.

Educação

Na edição 17 da Pesquisa Covid-19, a CNM voltou a perguntar sobre o cenário das aulas. Ao menos 58,9% dos que responderam – ou seja, 1.665 Municípios – vacinaram todos os profissionais de educação com a primeira dose. Outros 788 estão com mais de 80% de cobertura inicial.

O esquema completo de vacinação – segunda dose – foi finalizado em todos os profissionais da área em 3,5% de 2.826 cidades. Cerca de 52% iniciou a segunda etapa de vacinação. Em 68,5% dos Municípios participantes da pesquisa, a volta das aulas presenciais na rede pública de ensino está condicionada à imunização dos profissionais que atuam nas unidades escolares.

Para ver edições anteriores e acessar essa pesquisa na íntegra, acesse o site da CNM. (clique aqui)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2021 0 Comentários 647 Visualizações
Business

Pesquisa realizada pelo Sebrae/RS aponta melhora nos negócios gaúchos

Por Milena Costa 23/06/2021
Por Milena Costa

A mais recente Pesquisa de Monitoramento dos Pequenos Negócios na Crise, realizada pelo Sebrae RS entre os dias 03 a 31 de maio de 2021, traz um alento vindo dos próprios empresários. Isso porque houve uma melhora na percepção dos entrevistados em relação à situação dos negócios em seu ramo de atividades, subindo de 9%, em abril, para 20%, em maio, mostrando uma considerável reversão das expectativas. Além disso, houve uma redução proporcional de 73% para 54% na percepção dos que expressaram uma perspectiva de piora em suas condições.

A flexibilização de funcionamento das atividades e a reabertura da maior parte dos negócios proporcionou uma alta de 5 pontos percentuais no número de empresas em funcionamento (86%), sendo que em maio eram 81%. Tal situação trouxe também uma elevação do otimismo em relação à economia do Estado, que saltou de 2% para 13% em maio.

“Em maio, 86% das empresas pesquisadas já estavam funcionando, o que é fundamental para a sua sobrevivência, haja vista que o faturamento é o oxigênio que as mantém vivas. Com o avanço da vacinação, a tendência é que o ritmo da recuperação se mantenha”.

“O mês de abril já havia sido marcado pela retomada das atividades no Estado, sinalizando uma perspectiva de recuperação mais consistente. Em maio, 86% das empresas pesquisadas já estavam funcionando, o que é fundamental para a sua sobrevivência, haja vista que o faturamento é o oxigênio que as mantém vivas. Com o avanço da vacinação, a tendência é que o ritmo da recuperação se mantenha”, destaca o diretor-superintendente do Sebrae RS, André Vanoni de Godoy.

Houve também uma redução de cinco pontos percentuais no número de negócios que não estavam funcionando em maio (14%) ante os 19% registrados em abril. Restrições governamentais (24%), o fato de sua atividade funcionar apenas presencial (22%), necessidade de remodelar o negócio (12%) e a decisão de fechar definitivamente (9%) foram os motivos apontados para o não funcionamento das empresas. Dos 14% das empresas que estavam sem funcionar, 9% delas adiantaram que irão encerrar definitivamente as atividades. Entre as principais razões estão a falta de clientes (31%), a falta de capital de giro (13%) e não conseguir reposicionar o negócio (13%).

Otimismo refletido em números

No mês de maio, 60% dos empreendedores mostraram-se mais confiantes na melhora da situação do seu ramo de atividade, 32% acreditam que deve permanecer igual e apenas 16% acham que pode piorar. Isso é resultado da melhora no comportamento do faturamento, mostrando que a reabertura das empresas está impactando positivamente no caixa das empresas. Em maio, 18% dos negócios sinalizaram aumento do faturamento, 37% indicaram redução (ante os 68% de abril), e destas, apenas 18% apontam que a queda foi superior a 50%.

Neste contexto, 71% das empresas pesquisadas revelaram que não necessitaram financiamento em maio. Entre as razões citadas, 35% foi porque a empresa não precisou, 24% estão utilizando recursos próprios, 20% não querem se endividar e 20% não buscaram crédito devido à instabilidade econômica.

A Pesquisa de Monitoramento dos Pequenos Negócios na Crise foi realizada de forma online com clientes atendidos pelo Sebrae RS. O nível de confiança é de 95% e margem de erro de 5,6%. Veja as outras edições da pesquisa no link https://datasebrae.com.br/rs/.

Foto: Sebrae-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

23/06/2021 0 Comentários 784 Visualizações
Business

Universidade Feevale realiza pesquisa sobre consumo dos gaúchos na pandemia

Por Milena Costa 22/06/2021
Por Milena Costa

O aumento no acesso digital da população brasileira em meio à pandemia de Covid-19 deu vida a uma nova pesquisa científica na Universidade Feevale, em Novo Hamburgo (RS). O estudo, promovido pelo Centro de Design e o Laboratório de Criatividade da instituição, pretende investigar como estão sendo as tendências de consumo online dos gaúchos. O formulário responsável pelo mapeamento ficará disponível para a captação de respostas a partir desta segunda-feira (21/06). A iniciativa é coordenada pelos professores Cristiano Max Pereira Pinheiro, Renata Fratton Noronha e Vanessa Valiati.

“As tendências são previsões que surgem a partir de alterações no consumo. Por isso, queremos transformar a pesquisa comportamental em um estudo que possa refletir sobre a nossa realidade, principalmente quando se fala em setores criativos”.

O monitoramento das mudanças comportamentais dos consumidores é uma característica analisada constantemente pelo Centro de Design, que identifica e compila diversos resultados encontrados ao longo do ano. No entanto, segundo a coordenadora do grupo, professora Renata Fratton Noronha, a investigação atual busca avançar no desenvolvimento regional da indústria criativa. “As tendências são previsões que surgem a partir de alterações no consumo. Por isso, queremos transformar a pesquisa comportamental em um estudo que possa refletir sobre a nossa realidade, principalmente quando se fala em setores criativos”, explica.

Para o coordenador do Mestrado Profissional em Indústria Criativa e do Laboratório de Criatividade, professor Cristiano Max Pereira Pinheiro, a parceria entre os grupos elucida um trabalho em conjunto realizado por diversos segmentos acadêmicos ligados à indústria criativa da Feevale. “Essas parcerias acadêmicas e científicas fortalecem nossos elos em busca do mesmo objetivo. As pesquisas nos setores criativos precisam de constante atualização para colaborar cada vez mais com o mercado, a graduação e aprofundar debates na instituição e sociedade”, afirma.

“A partir de uma análise aprofundada desses dados torna-se possível, tanto para o mercado quanto para a academia, o desenvolvimento de novos produtos e a ampliação do debate sobre a inovação nos setores criativos.”

Com o auxílio de 15 pesquisadores bolsistas e voluntários, o mapeamento será disponibilizado para todas as regiões do Rio Grande do Sul. A professora Vanessa Valiati, do Mestrado em Indústria Criativa, esclarece que os resultados podem facilitar a compreensão em relação aos comportamentos de consumo da sociedade gaúcha. “A partir de uma análise aprofundada desses dados torna-se possível, tanto para o mercado quanto para a academia, o desenvolvimento de novos produtos e a ampliação do debate sobre a inovação nos setores criativos, com base na realidade regional”, pontua.

Para participar da pesquisa como respondente basta acessar o formulário no link: https://forms.gle/hvTyfjj8vSWxhKh49.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

22/06/2021 0 Comentários 608 Visualizações
Variedades

Porto-alegrenses e o relacionamento online

Por Milena Costa 11/06/2021
Por Milena Costa

Aplicativos de relacionamento acabaram sendo a alternativa para driblar a solidão ocasionada pela pandemia, segundo estudo realizado pelo Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, especial de Dia dos Namorados. Ao todo, no mundo, 6,2 milhões de pessoas utilizam um dos principais apps de paquera, o Tinder, conforme sondagem da CNN Brasil.

“Amor em um clique: as mudanças na busca por relacionamento a partir de contatos visuais”

Muitas dessas ferramentas passaram a oferecer chamadas de vídeo como alternativa para que as pessoas possam se ver em tempos de distanciamento. No novo e-book lançado pela Entidade, “Amor em um clique: as mudanças na busca por relacionamento a partir de contatos visuais”, é possível compreender que o uso de chamadas de vídeo para conhecer paqueras é uma tendência que chegou para ficar.

Como prova dessa afirmação, o material cita, por exemplo, uma pesquisa realizada pela Consumidor Moderno, que diz que quase metade dos usuários de apps conversaram por vídeo chamada durante a pandemia. Conforme o mesmo estudo, 40% deles pretendem seguir utilizando esse recurso para conhecer pessoas mesmo depois das restrições.

Algumas marcas do varejo retrataram esse novo formato de se relacionar em suas mais recentes campanhas para o Dia dos Namorados, as quais são citadas no material. A Natura mostrou os diferentes tipos de beijo: beijo GIF, beijo EAD e beijo Sextou. A Lojas Renner também abordou os relacionamentos online em sua campanha para a data, falando sobre diversidade e amor na terceira idade, incentivando seus consumidores a utilizarem a hashtag #compartilheamor. Os vídeos lançados pelas marcas podem ser conferidos diretamente no e-book.

Os porto-alegrenses e o relacionamento online

Para compor o material, o Núcleo de Pesquisa entrevistou, ainda, uma amostra representativa da população da Capital e descobriu que mais da metade das pessoas, 59,8%, utilizam algum app de relacionamento no atual momento. Por meio da entrevista, descobriu-se que a grande maioria desse grupo, 88,5%, já utilizava antes da pandemia. Dos demais, que não utilizam, 78% afirmaram conhecer alguma paquera por meio de conhecidos, 14,6% frequentando bares e festas e 7,3% preferiram contatar antigos parceiros.

Em Porto Alegre, o estudo identificou que 73,8% utilizam chamadas de vídeo em apps de relacionamento para se comunicar com o “crush”. E em relação ao comportamento dos solteiros, a pesquisa revelou que 49,1% passaram a valorizar mais o conteúdo das conversas do que a aparência física após o início da pandemia, e quase metade das pessoas, 45%, disseram dar mais valor aos encontros físicos agora.

Confira abaixo outros dados obtidos pelo levantamento

31,7% dos solteiros da Capital disseram que antes da pandemia o principal interesse era o contato físico e, após, passaram a dar mais valor para as afinidades;
34% seguem o contato com o paquera se acham a pessoa segura em relação à pandemia para ter um contato físico nos tempos atuais;
41,4% acham que após a pandemia suas conversas em apps e WhatsApp são mais abertas para falar de sentimentos;
23,8% disseram que pretendem seguir utilizando chamadas de vídeo após a pandemia;
27,8% afirmaram que buscam mais por companhia para conversar do que parceiros para se relacionar sexualmente;

Sobre desejos e planos dos solteiros de Porto Alegre pós-pandemia

65,7% pretendem se reunir com amigos e familiares;
60,8% deverão viajar;
50% querem participar de encontros ao ar livre;
48% desejam frequentar teatro, cinema, shows e museus

O Núcleo de Pesquisa resumiu, ainda, em uma nuvem de palavras, como os porto-alegrenses acreditam que serão os relacionamentos amorosos quando a pandemia passar. Iguais, sinceras, melhores e intensas foram algumas palavras que se destacaram.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2021 0 Comentários 734 Visualizações
Business

Pesquisa feita pelo FIERGS indica aumento de confiança no setor industrial

Por Milena Costa 25/05/2021
Por Milena Costa

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS), pesquisa divulgada nessa segunda-feira (24) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), chegou a 60,3 pontos este mês, elevação de 2,3 pontos em relação a abril, o que indica a presença de confiança no setor. Quanto mais acima de 50 pontos, maior e mais disseminado é o otimismo. Em abril e maio, o ICEI-RS recuperou 6,2 pontos dos 8,7 perdidos em março.

“A indústria gaúcha recuperou, nos últimos dois meses, grande parte da confiança perdida em março. Naquele momento, além do agravamento da pandemia e das consequentes medidas de restrição de parte das atividades de comércio e serviços, o setor era impactado por intensos aumentos de preços e pela falta de insumos e matérias-primas”, explica o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

O ICEI-RS vai de zero a 100 e é composto pelos índices de Condições Atuais e de Expectativas. Em maio, todos os seus componentes tiveram elevação. O Índice de Condições Atuais subiu de 51,3, em abril, para 54,2 pontos. O de Condições Atuais da Economia Brasileira pulou de uma avaliação negativa de 44,4 pontos para a neutralidade (50) no mesmo período. Em maio, os percentuais de empresários gaúchos que perceberam melhora e piora na economia brasileira foram similares: 28,4% e 26,3%, respectivamente. Mas para a maioria (45,3%), as condições não mudaram. A melhora nas condições atuais também foi percebida em relação à própria empresa, com o índice crescendo 1,7 ponto em relação a abril, para 56,4.

Expectativas

O otimismo entre os empresários consultados aumentou para os próximos seis meses. O Índice de Expectativas se distanciou da marca divisória dos 50 pontos: de 61,3, em abril, para 63,4, em maio. O mesmo sentimento predomina com a economia brasileira entre 45,8% dos empresários, ante um percentual de pessimistas bem menor, 10,5%. Isso se reflete nos 59,3 pontos alcançados pelo Índice de Expectativas com a Economia Brasileira, quatro acima de abril. Subiu também o otimismo com relação ao futuro da empresa, com o Índice de Expectativa passando de 64,2 para 65,4 pontos, refletindo, segundo o presidente da FIERGS, o alívio na crise sanitária e a perspectiva de retomada da economia e no fornecimento de matérias-primas.
A pesquisa foi realizada entre 3 e 12 de maio, com 191 empresas, sendo 36 pequenas, 61 médias e 94 grandes. Acompanhe os resultados completos em https://www.fiergs.org.br/numeros-da-industria/indice-de-confianca-do-empresario-industrial#.

Fonte: Assessoria
25/05/2021 0 Comentários 816 Visualizações
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