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Business

Pesquisa realizada pelo Sebrae/RS aponta melhora nos negócios gaúchos

Por Milena Costa 23/06/2021
Por Milena Costa

A mais recente Pesquisa de Monitoramento dos Pequenos Negócios na Crise, realizada pelo Sebrae RS entre os dias 03 a 31 de maio de 2021, traz um alento vindo dos próprios empresários. Isso porque houve uma melhora na percepção dos entrevistados em relação à situação dos negócios em seu ramo de atividades, subindo de 9%, em abril, para 20%, em maio, mostrando uma considerável reversão das expectativas. Além disso, houve uma redução proporcional de 73% para 54% na percepção dos que expressaram uma perspectiva de piora em suas condições.

A flexibilização de funcionamento das atividades e a reabertura da maior parte dos negócios proporcionou uma alta de 5 pontos percentuais no número de empresas em funcionamento (86%), sendo que em maio eram 81%. Tal situação trouxe também uma elevação do otimismo em relação à economia do Estado, que saltou de 2% para 13% em maio.

“Em maio, 86% das empresas pesquisadas já estavam funcionando, o que é fundamental para a sua sobrevivência, haja vista que o faturamento é o oxigênio que as mantém vivas. Com o avanço da vacinação, a tendência é que o ritmo da recuperação se mantenha”.

“O mês de abril já havia sido marcado pela retomada das atividades no Estado, sinalizando uma perspectiva de recuperação mais consistente. Em maio, 86% das empresas pesquisadas já estavam funcionando, o que é fundamental para a sua sobrevivência, haja vista que o faturamento é o oxigênio que as mantém vivas. Com o avanço da vacinação, a tendência é que o ritmo da recuperação se mantenha”, destaca o diretor-superintendente do Sebrae RS, André Vanoni de Godoy.

Houve também uma redução de cinco pontos percentuais no número de negócios que não estavam funcionando em maio (14%) ante os 19% registrados em abril. Restrições governamentais (24%), o fato de sua atividade funcionar apenas presencial (22%), necessidade de remodelar o negócio (12%) e a decisão de fechar definitivamente (9%) foram os motivos apontados para o não funcionamento das empresas. Dos 14% das empresas que estavam sem funcionar, 9% delas adiantaram que irão encerrar definitivamente as atividades. Entre as principais razões estão a falta de clientes (31%), a falta de capital de giro (13%) e não conseguir reposicionar o negócio (13%).

Otimismo refletido em números

No mês de maio, 60% dos empreendedores mostraram-se mais confiantes na melhora da situação do seu ramo de atividade, 32% acreditam que deve permanecer igual e apenas 16% acham que pode piorar. Isso é resultado da melhora no comportamento do faturamento, mostrando que a reabertura das empresas está impactando positivamente no caixa das empresas. Em maio, 18% dos negócios sinalizaram aumento do faturamento, 37% indicaram redução (ante os 68% de abril), e destas, apenas 18% apontam que a queda foi superior a 50%.

Neste contexto, 71% das empresas pesquisadas revelaram que não necessitaram financiamento em maio. Entre as razões citadas, 35% foi porque a empresa não precisou, 24% estão utilizando recursos próprios, 20% não querem se endividar e 20% não buscaram crédito devido à instabilidade econômica.

A Pesquisa de Monitoramento dos Pequenos Negócios na Crise foi realizada de forma online com clientes atendidos pelo Sebrae RS. O nível de confiança é de 95% e margem de erro de 5,6%. Veja as outras edições da pesquisa no link https://datasebrae.com.br/rs/.

Foto: Sebrae-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

23/06/2021 0 Comentários 763 Visualizações
Business

Universidade Feevale realiza pesquisa sobre consumo dos gaúchos na pandemia

Por Milena Costa 22/06/2021
Por Milena Costa

O aumento no acesso digital da população brasileira em meio à pandemia de Covid-19 deu vida a uma nova pesquisa científica na Universidade Feevale, em Novo Hamburgo (RS). O estudo, promovido pelo Centro de Design e o Laboratório de Criatividade da instituição, pretende investigar como estão sendo as tendências de consumo online dos gaúchos. O formulário responsável pelo mapeamento ficará disponível para a captação de respostas a partir desta segunda-feira (21/06). A iniciativa é coordenada pelos professores Cristiano Max Pereira Pinheiro, Renata Fratton Noronha e Vanessa Valiati.

“As tendências são previsões que surgem a partir de alterações no consumo. Por isso, queremos transformar a pesquisa comportamental em um estudo que possa refletir sobre a nossa realidade, principalmente quando se fala em setores criativos”.

O monitoramento das mudanças comportamentais dos consumidores é uma característica analisada constantemente pelo Centro de Design, que identifica e compila diversos resultados encontrados ao longo do ano. No entanto, segundo a coordenadora do grupo, professora Renata Fratton Noronha, a investigação atual busca avançar no desenvolvimento regional da indústria criativa. “As tendências são previsões que surgem a partir de alterações no consumo. Por isso, queremos transformar a pesquisa comportamental em um estudo que possa refletir sobre a nossa realidade, principalmente quando se fala em setores criativos”, explica.

Para o coordenador do Mestrado Profissional em Indústria Criativa e do Laboratório de Criatividade, professor Cristiano Max Pereira Pinheiro, a parceria entre os grupos elucida um trabalho em conjunto realizado por diversos segmentos acadêmicos ligados à indústria criativa da Feevale. “Essas parcerias acadêmicas e científicas fortalecem nossos elos em busca do mesmo objetivo. As pesquisas nos setores criativos precisam de constante atualização para colaborar cada vez mais com o mercado, a graduação e aprofundar debates na instituição e sociedade”, afirma.

“A partir de uma análise aprofundada desses dados torna-se possível, tanto para o mercado quanto para a academia, o desenvolvimento de novos produtos e a ampliação do debate sobre a inovação nos setores criativos.”

Com o auxílio de 15 pesquisadores bolsistas e voluntários, o mapeamento será disponibilizado para todas as regiões do Rio Grande do Sul. A professora Vanessa Valiati, do Mestrado em Indústria Criativa, esclarece que os resultados podem facilitar a compreensão em relação aos comportamentos de consumo da sociedade gaúcha. “A partir de uma análise aprofundada desses dados torna-se possível, tanto para o mercado quanto para a academia, o desenvolvimento de novos produtos e a ampliação do debate sobre a inovação nos setores criativos, com base na realidade regional”, pontua.

Para participar da pesquisa como respondente basta acessar o formulário no link: https://forms.gle/hvTyfjj8vSWxhKh49.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

22/06/2021 0 Comentários 583 Visualizações
Variedades

Porto-alegrenses e o relacionamento online

Por Milena Costa 11/06/2021
Por Milena Costa

Aplicativos de relacionamento acabaram sendo a alternativa para driblar a solidão ocasionada pela pandemia, segundo estudo realizado pelo Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, especial de Dia dos Namorados. Ao todo, no mundo, 6,2 milhões de pessoas utilizam um dos principais apps de paquera, o Tinder, conforme sondagem da CNN Brasil.

“Amor em um clique: as mudanças na busca por relacionamento a partir de contatos visuais”

Muitas dessas ferramentas passaram a oferecer chamadas de vídeo como alternativa para que as pessoas possam se ver em tempos de distanciamento. No novo e-book lançado pela Entidade, “Amor em um clique: as mudanças na busca por relacionamento a partir de contatos visuais”, é possível compreender que o uso de chamadas de vídeo para conhecer paqueras é uma tendência que chegou para ficar.

Como prova dessa afirmação, o material cita, por exemplo, uma pesquisa realizada pela Consumidor Moderno, que diz que quase metade dos usuários de apps conversaram por vídeo chamada durante a pandemia. Conforme o mesmo estudo, 40% deles pretendem seguir utilizando esse recurso para conhecer pessoas mesmo depois das restrições.

Algumas marcas do varejo retrataram esse novo formato de se relacionar em suas mais recentes campanhas para o Dia dos Namorados, as quais são citadas no material. A Natura mostrou os diferentes tipos de beijo: beijo GIF, beijo EAD e beijo Sextou. A Lojas Renner também abordou os relacionamentos online em sua campanha para a data, falando sobre diversidade e amor na terceira idade, incentivando seus consumidores a utilizarem a hashtag #compartilheamor. Os vídeos lançados pelas marcas podem ser conferidos diretamente no e-book.

Os porto-alegrenses e o relacionamento online

Para compor o material, o Núcleo de Pesquisa entrevistou, ainda, uma amostra representativa da população da Capital e descobriu que mais da metade das pessoas, 59,8%, utilizam algum app de relacionamento no atual momento. Por meio da entrevista, descobriu-se que a grande maioria desse grupo, 88,5%, já utilizava antes da pandemia. Dos demais, que não utilizam, 78% afirmaram conhecer alguma paquera por meio de conhecidos, 14,6% frequentando bares e festas e 7,3% preferiram contatar antigos parceiros.

Em Porto Alegre, o estudo identificou que 73,8% utilizam chamadas de vídeo em apps de relacionamento para se comunicar com o “crush”. E em relação ao comportamento dos solteiros, a pesquisa revelou que 49,1% passaram a valorizar mais o conteúdo das conversas do que a aparência física após o início da pandemia, e quase metade das pessoas, 45%, disseram dar mais valor aos encontros físicos agora.

Confira abaixo outros dados obtidos pelo levantamento

31,7% dos solteiros da Capital disseram que antes da pandemia o principal interesse era o contato físico e, após, passaram a dar mais valor para as afinidades;
34% seguem o contato com o paquera se acham a pessoa segura em relação à pandemia para ter um contato físico nos tempos atuais;
41,4% acham que após a pandemia suas conversas em apps e WhatsApp são mais abertas para falar de sentimentos;
23,8% disseram que pretendem seguir utilizando chamadas de vídeo após a pandemia;
27,8% afirmaram que buscam mais por companhia para conversar do que parceiros para se relacionar sexualmente;

Sobre desejos e planos dos solteiros de Porto Alegre pós-pandemia

65,7% pretendem se reunir com amigos e familiares;
60,8% deverão viajar;
50% querem participar de encontros ao ar livre;
48% desejam frequentar teatro, cinema, shows e museus

O Núcleo de Pesquisa resumiu, ainda, em uma nuvem de palavras, como os porto-alegrenses acreditam que serão os relacionamentos amorosos quando a pandemia passar. Iguais, sinceras, melhores e intensas foram algumas palavras que se destacaram.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2021 0 Comentários 709 Visualizações
Business

Pesquisa feita pelo FIERGS indica aumento de confiança no setor industrial

Por Milena Costa 25/05/2021
Por Milena Costa

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS), pesquisa divulgada nessa segunda-feira (24) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), chegou a 60,3 pontos este mês, elevação de 2,3 pontos em relação a abril, o que indica a presença de confiança no setor. Quanto mais acima de 50 pontos, maior e mais disseminado é o otimismo. Em abril e maio, o ICEI-RS recuperou 6,2 pontos dos 8,7 perdidos em março.

“A indústria gaúcha recuperou, nos últimos dois meses, grande parte da confiança perdida em março. Naquele momento, além do agravamento da pandemia e das consequentes medidas de restrição de parte das atividades de comércio e serviços, o setor era impactado por intensos aumentos de preços e pela falta de insumos e matérias-primas”, explica o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

O ICEI-RS vai de zero a 100 e é composto pelos índices de Condições Atuais e de Expectativas. Em maio, todos os seus componentes tiveram elevação. O Índice de Condições Atuais subiu de 51,3, em abril, para 54,2 pontos. O de Condições Atuais da Economia Brasileira pulou de uma avaliação negativa de 44,4 pontos para a neutralidade (50) no mesmo período. Em maio, os percentuais de empresários gaúchos que perceberam melhora e piora na economia brasileira foram similares: 28,4% e 26,3%, respectivamente. Mas para a maioria (45,3%), as condições não mudaram. A melhora nas condições atuais também foi percebida em relação à própria empresa, com o índice crescendo 1,7 ponto em relação a abril, para 56,4.

Expectativas

O otimismo entre os empresários consultados aumentou para os próximos seis meses. O Índice de Expectativas se distanciou da marca divisória dos 50 pontos: de 61,3, em abril, para 63,4, em maio. O mesmo sentimento predomina com a economia brasileira entre 45,8% dos empresários, ante um percentual de pessimistas bem menor, 10,5%. Isso se reflete nos 59,3 pontos alcançados pelo Índice de Expectativas com a Economia Brasileira, quatro acima de abril. Subiu também o otimismo com relação ao futuro da empresa, com o Índice de Expectativa passando de 64,2 para 65,4 pontos, refletindo, segundo o presidente da FIERGS, o alívio na crise sanitária e a perspectiva de retomada da economia e no fornecimento de matérias-primas.
A pesquisa foi realizada entre 3 e 12 de maio, com 191 empresas, sendo 36 pequenas, 61 médias e 94 grandes. Acompanhe os resultados completos em https://www.fiergs.org.br/numeros-da-industria/indice-de-confianca-do-empresario-industrial#.

Fonte: Assessoria
25/05/2021 0 Comentários 792 Visualizações
Variedades

Feevale integra rede internacional de pesquisa sobre o tratamento de água

Por Caren Souza 04/05/2021
Por Caren Souza

A Universidade Feevale firmou convênio de cooperação com a Universidade de Buenos Aires (UBA). O acordo é resultado de uma pesquisa liderada pelo professor Marco Antônio Siqueira Rodrigues, coordenador do Programa de Pós-graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais da Feevale, e pela docente Graziela González, da Faculdade de Ciências Exatas e Naturais da UBA.

O desenvolvimento desse tipo de rede de pesquisa possibilita aos alunos do programa a interação direta com pesquisadores de outros países.

O estudo está inserido em uma rede de pesquisa internacional chamada Processos de membranas como melhores técnicas disponíveis para reuso de água e de insumos – Aquamemtec, que busca criar uma cooperação internacional no tema de reaproveitamento e tratamento de água. Rodrigues explica que a pesquisa explora os processos de separação por membranas, que são avaliados para casos específicos de efluentes e águas residuais. “O objetivo é estabelecer linhas de tratamento híbrido, que apliquem um ou mais processos de tratamento, visando alcançar a maior taxa de recuperação de água possível”, afirma.

Além da Feevale e da UBA, a rede é composta por sete grupos de pesquisa de universidades ibero-americanas, que têm seus projetos financiados pelo Programa Ibero-Americano de Ciências e Tecnologia para o Desenvolvimento (Cyted). A rede ainda conta com 10 empresas para que a temática seja balizada na perspectiva de demanda e pela busca de soluções viáveis no campo econômico e tecnológico.

Para o professor, aprovar o projeto em um edital internacional de financiamento de projetos de pesquisa junto ao Cyted demonstra a maturidade científica do programa de pós-graduação da Feevale. “O desenvolvimento desse tipo de rede de pesquisa possibilita aos alunos do programa a interação direta com pesquisadores de outros países, bem como a possibilidade de realização de estadias de pesquisa nas universidades participantes do projeto”, enfatiza.

Além de fortalecer a cooperação acadêmica da Universidade com instituições de países vizinhos, a parceria entre a Feevale e a UBA permite o intercâmbio de professores e docentes nas duas universidades, com o propósito de realizar conferências, pesquisas em colaboração e participação em cursos de graduação e de pós-graduação. Além disso, possibilita a realização conjunta e o fomento de estudos e projetos científicos em temas de interesse comum, a promoção de eventos científicos e culturais e, ainda, a coorientação de dissertações de mestrado e teses de doutorado.

Fonte: Assessoria
04/05/2021 0 Comentários 709 Visualizações
Variedades

Mais de um terço das mães porto-alegrenses tiveram redução salarial durante a pandemia

Por Caren Souza 04/05/2021
Por Caren Souza

Não é de hoje que as mulheres que exercem o papel de mãe se desdobram para dar conta de todas as responsabilidades e demandas familiares. Mas com a chegada da pandemia, essas questões se intensificaram, e muitas passaram a fazer ainda mais do que acreditavam que podiam. No e-book “Mães Multivalentes”, desenvolvido pelo Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, é possível compreender um pouco mais dessas mudanças, quais são os impactos gerados e como tudo isso altera também o comportamento e as prioridades de consumo desse grupo de mulheres. O conteúdo é embasado por estudos e pesquisa com uma amostra representativa dos porto-alegrenses.

Além dessas e de diversas outras informações relevantes, o material traz dicas para os lojistas que atuam com esse público, como também para aqueles que querem começar a pensar suas estratégias de venda para as mães, seja com foco no segundo domingo de maio ou em produtos específicos disponíveis na loja. O e-book está disponível para download gratuito no site www.sindilojaspoa.com.br.

Confira alguns dados abordados no e-book

-83,8% das mães sentiram-se sobrecarregadas com os cuidados com os filhos durante a pandemia (Fonte: UFMS)

-72% das mulheres afirmaram que aumentou a necessidade de monitoramento e companhia, seja de crianças, idosos ou pessoas com deficiência (Fonte: SOF)

-7 milhões de mulheres deixaram o mercado de trabalho com a chegada da pandemia, em março de 2020 (Fonte: IBGE)

-31,4% das mães porto-alegrenses são empreendedoras ou trabalham como consultoras, autônomas ou freelancer (Fonte: Núcleo de Pesquisa Sindilojas POA)

-36,6% das mães porto-alegrenses tiveram redução salarial durante a pandemia, sendo que 22% delas permaneceram com somente um quarto da renda, 41,5% com metade do salário e 36,6% com três quartos do total (Fonte: Núcleo de Pesquisa Sindilojas POA)

-53,3% das mães porto-alegrenses foram desligadas do emprego durante a pandemia (Fonte: Núcleo de Pesquisa Sindilojas POA)

-71,6% das mães porto-alegrenses acham a vida financeira mais difícil ou muito mais difícil e desafiadora no momento atual (Fonte: Núcleo de Pesquisa Sindilojas POA)

-74,8% das mães porto-alegrenses desejam realizar reuniões com amigos e familiares após a pandemia e 49,6% querem viajar (Fonte: Núcleo de Pesquisa Sindilojas POA)

Fonte: Assessoria
04/05/2021 0 Comentários 582 Visualizações
Saúde

Epicovid19: Prevalência de infecção pela Covid-19 cai entre os canoenses

Por Caren Souza 30/04/2021
Por Caren Souza

Após liderar o número de casos positivos nas etapas anteriores da pesquisa, Canoas caiu para o quarto lugar. Foram divulgados nesta quinta-feira (29), pelo governo do Estado e pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), os resultados da 10ª etapa da pesquisa Epicovid19-RS. A coleta de dados ocorreu entre os dias 9 e 12 de abril, em nove cidades gaúchas, entre elas Canoas.

É uma conjuntura de situações que levou à melhora dos resultados no município.

Segundo o estudo, 17,7% da população canoense já teve contato com o novo coronavírus. Após liderar o número de testes positivos nas etapas anteriores, Canoas caiu para o quarto lugar em prevalência da Covid-19 no Estado. Também participam os municípios de Pelotas, Uruguaiana, Santa Maria, Porto Alegre, Caxias do Sul, Ijuí, Passo Fundo e Santa Cruz do Sul.

Segundo o secretário municipal da Saúde, Maicon Lemos, entre os fatores que contribuíram para a redução em Canoas está a ampliação da testagem contra a Covid-19 e do acesso a consultas, com o Plantão Covid, aos finais de semana. A adesão da população às medidas de prevenção, como uso da máscara, também pesou para o resultado, na avaliação de Lemos.

“É uma conjuntura de situações que levou à melhora dos resultados no município”, afirma. Os resultados mostram que a prevalência de infecção pela Covid-19 no Rio Grande do Sul aumentou de 10% para 18,1% entre as duas últimas fases de coletas de dados da pesquisa. De acordo com as últimas estimativas, a proporção é de uma pessoa com anticorpos para o coronavírus a cada 5,5 gaúchos.

Em Canoas, os voluntários, sob coordenação da Unisinos e da Universidade La Salle, com o apoio do Instituto Pesquisas de Opinião (IPO), visitaram 500 domicílios. O objetivo do estudo é estimar o percentual de gaúchos infectados pela Covid-19, avaliar a velocidade de expansão da infecção e fornecer indicadores precisos para subsidiar políticas de enfrentamento da pandemia.

Crédito: Tony Capelão | Foto: Assessoria
30/04/2021 0 Comentários 678 Visualizações
Variedades

Congresso sobre mediação nas relações sociais terá participação de pesquisadores internacionais

Por Caren Souza 27/04/2021
Por Caren Souza

A Universidade Feevale divulgou a programação completa do III Cidi – Congresso Internacional de Diálogos Interdisciplinares: comunicação digital e futuros possíveis; IV Congresso de Indústria Criativa; e V Seminário Internacional de Diversidade Cultural e Inclusão Social. O evento acontece nos dias 20 e 21 de maio, com participação de pesquisadores de Argentina, Espanha e Portugal, entre outros nacionais.

Os congressos têm como objetivo proporcionar um espaço de reflexão interdisciplinar sobre o desenvolvimento da pesquisa científica na mediação das relações sociais. Além desses eventos, acontecerá a Mostra Técnica Artística e Cultural, parte integrante do Cidi, que busca apresentar, ao público acadêmico, as variadas formas de expressões técnicas, artísticas e culturais desenvolvidas por alunos e egressos dos Programas de Pós-Graduação (PPGs), que ainda recebe propostas, até 1º de maio, pelo e-mail [email protected]. Já as inscrições para ouvintes poderão ser feitas até o dia 19 de maio, pelo site www.feevale.br/cidi2021.

Confira a programação completa

20 de maio, quinta-feira

– 18h30min: abertura Universidade Feevale, com Cleber Prodanov, reitor; João Sganderla Figueiredo, pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão; Paula Casari Cundari, diretora de Relações Internacionais e Institucionais; Cristiano Max, coordenador do mestrado em Indústria Criativa; Gustavo Roese Sanfelice, coordenador do PPG em Diversidade Cultural e Inclusão Social; Daniel Conte, coordenador do PPG em Processos e Manifestações Culturais
– 19h: Abertura da Mostra Técnica Artística e Cultural
– 19h: palestra Entre la Comunidad Virtual y la Inscripción Territorial: las redes sociales digitales como herramientas de investigación en estudios urbanos
Conferencista: Violeta Ventura, professora da Universidad Nacional de La Plata (UNLP), Argentina
Debatedores: Ramiro Segura, professor da UNLP, e Cornelia Eckert, professora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Mediadora: Ana Luiza Carvalho da Rocha, professora da Feevale

21 de maio, sexta-feira

– 9h: palestras
Tema: Tecnologias nas práticas criativas, com Luís Teixeira, coordenador do PPG em Gestão das Indústrias Criativas da Universidade Católica Portuguesa (UCP), Portugal. Mediador: Cristiano Max, Feevale
Tema: Comunicação acessível, com Carla Sofia Costa Freire, coordenadora do Mestrado em Comunicação Acessível do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), Portugal. Mediadora: Patrícia Scherer Bassani, professora da Feevale
Tema: Projetos e processos sobre arte, memória e identidade, com Aurora Alcaide Ramírez, diretora do Grupo de Investigação Arte e Políticas de Identidade da Universidade de Múrcia (UM), Espanha. Mediadora: Laura Ribero Rueda, professora da Feevale
– 14h: sessões de apresentações de trabalhos
– 19h: palestra Tecnologia para o Social: como ferramentas livres impactam a sociedade, com Caio Sacramento de Britto Almeida, diretor de Engenharia de Software do Meedan, Estados Unidos. Mediadora: Sandra Montardo, professora da Feevale

Fonte: Assessoria
27/04/2021 0 Comentários 840 Visualizações
Business

Para 85% dos brasileiros a pandemia intensificou a consciência ambiental, revela pesquisa da Mastercard

Por Caren Souza 23/04/2021
Por Caren Souza

Uma nova pesquisa global sobre o desenvolvimento sustentável, encomendada pela Mastercard, revelou que a pandemia da Covid-19 alavancou a consciência ambiental de consumidores em todo o mundo, resultando em mudanças significativas em sua atenção quanto aos efeitos gerados por suas ações e hábitos de consumo no planeta.

Na Mastercard, incorporamos a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente no centro do nosso negócio.

Segundo o levantamento, 85% dos brasileiros estão mais conscientes quanto ao seu impacto no meio ambiente desde o início da pandemia, um dos principais impulsionadores dessa expansão são as redes sociais. Mais de um quarto dos brasileiros (28%) estão acompanhando de perto todas as mudanças climáticas que vêm acontecendo globalmente a partir de notícias e conteúdos gerados em suas redes, 75% dos entrevistados afirmaram que reduzir suas emissões de carbono é uma tarefa mais importante agora, do que antes da pandemia.

“Na Mastercard, incorporamos a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente no centro do nosso negócio. Nossos valores estão diretamente ligados ao sucesso contínuo da nossa empresa, e sabemos da nossa responsabilidade com o retorno disso para o planeta.” afirma Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard Brasil.

“Por isso, lançamos globalmente soluções como a Calculadora de Emissão de Carbono, que tem como objetivo impulsionar o consumo consciente, e iniciativas como a Coalizão Planeta Priceless, que apoia o plantio de 100 milhões de árvores até 2025, e nosso compromisso em zerar as emissões líquidas de carbono da companhia até 2050. Além disso, recentemente emitimos títulos verdes no valor de US$ 600 e mudamos nosso modelo de remuneração dos executivos para vinculá-los às nossas iniciativas de ESG. Esses são alguns exemplos recentes de ações efetivas que estamos trabalhando globalmente em prol do meio ambiente”, finaliza o executivo.

A pesquisa revelou também a importância desse assunto para as companhias. Mais da metade dos brasileiros, afirmou que agora dão mais valor às marcas que se comportam de forma mais sustentável, e 84% declararam que, mais do que nunca, é de extrema relevância para as companhias atuarem de forma sustentável.

Quando questionados sobre os três principais tópicos que deveriam ser endereçados pelas marcas 48% mencionaram que a diminuição do desperdício está nas prioridades, seguidos por 43% que apontaram a redução da poluição do ar e da água. Outros 25% afirmaram que o foco deve ser no combate da poluição consequente ao uso do plástico.

Mudanças no comportamento

A pesquisa revelou também que, em 2021, 56% dos brasileiros planejam fazer mais pausas para momentos que os permitam apreciar a natureza, e 55% estão planejando reciclar mais, uma tendência que está sendo impulsionada por mais mulheres do que homens. Além disso, metade dos brasileiros entrevistados também começou a praticar atividades físicas para ajudar a melhorar seu bem-estar.

Ainda na pesquisa, 20% dos entrevistados brasileiros disseram que o ativismo digital os encorajou a tomar decisões melhores e mais conscientes, 35% afirmam ter apoiado pelo menos uma campanha ambiental nas mídias sociais, com mais de 17% tendo participado de abaixo-assinados para defender as questões das mudanças climáticas pela primeira vez desde a pandemia.

Fonte:  Assessoria
23/04/2021 0 Comentários 659 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento irá testar app de detecção do Covid por meio do som da tosse

Por Gabrielle Pacheco 06/04/2021
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa liderada pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com a Universidade de Montreal, no Canadá, vai testar o uso de um aplicativo para identificar a Covid-19 pelo som da tosse. Nesta etapa, estão sendo recrutados colaboradores do Hospital com alto risco de contrair a doença, além de pacientes maiores de 18 anos com sintomas respiratórios e que foram internados após terem o diagnóstico confirmado. Com isso, será possível acessar o prontuário e fazer um cruzamento de informações, formando um banco de dados da tosse. Em um primeiro momento, a meta é abranger cerca de 500 pessoas e atingir aproximadamente 15.500 registros acústicos de tosse.

O registro da tosse e a formação de um banco de dados será feito a partir de gravações feitas pelos pacientes, por meio de um aplicativo que será instalado no smartphone. Para isso, o participante do estudo deve acessar a ferramenta e deixá-la ligada para a gravação. Depois, essas informações serão enviadas para servidores localizados nos Estados Unidos e no Canadá, onde ocorre o processamento dos dados. A expectativa é que a pesquisa ajude no desenvolvimento de modelos de software para a triagem, diagnóstico e prognóstico da COVID-19. O estudo segue as normas nacionais e internacionais de proteção de dados.

De acordo com a coordenadora do estudo, a epidemiologista Eliana Wendland, o monitoramento digital da tosse é um campo emergente de pesquisa que foi acelerado pela pandemia. Com o aumento exponencial dos casos de COVID-19, novos métodos de diagnóstico rápidos e precisos são necessários para identificar, isolar e tratar os pacientes, ajudando a reduzir as taxas de mortalidade e o risco de transmissão. Neste contexto, a inteligência artificial poderá ser uma aliada na luta contra o coronavírus. “A tosse da Covid-19 é diferente das outras, já temos estudos comprovando isso. O objetivo agora é montar um banco de dados de tosses”, explica. Mais tarde, observa Eliana, o trabalho poderá ser replicado em outras áreas, como a Pediatria.

Outras iniciativas pelo mundo

Experiências para o monitoramento digital da tosse já foram desenvolvidas em outros países. Em Madagascar, pesquisadores fizeram um estudo para a detecção remota da tosse usando smartphones. Um total de 31.704 arquivos de som de tosse putativa foram gravados, ouvidos de forma individual e manualmente classificados como “tosse” (23%), “não tosse” (75%) ou “indeterminado” (2%). Os dados preliminares mostram diferenças nos padrões de tosse entre doenças pulmonares distintas, como tuberculose ou exposição crônica à poluição do ar em ambientes fechados. Apontam ainda que áreas com maior risco de transmissão de doenças respiratórias podem ser mapeadas com base na quantidade absoluta de tosse/tempo.

No Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, pesquisadores trabalham no desenvolvimento de um aplicativo capaz de diagnosticar uma infecção assintomática por coronavírus através dos sons produzidos por meio da tosse ou da fala.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/04/2021 0 Comentários 648 Visualizações
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