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Variedades

Mães de alta renda devem enviar os filhos de volta às aulas presenciais imediatamente

Por Gabrielle Pacheco 31/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Quando as autoridades dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro decidirem sobre o retorno às aulas, 83% das mulheres de classe A+, A e B pretendem levar os filhos para as escolas em até 10 dias.  Essa é uma das conclusões do mapeamento Mulheres A+: a volta ao consumo e à rotina pós-pandemia. Realizada com 660 mulheres das classes A+, A e B, o levantamento foi conduzido pela SKS CX Customer Experience.

Segundo Stella Kochen Susskind, coordenadora da pesquisa e presidente da SKS CX Customer Experience, o levantamento buscou entender e antecipar comportamentos dessas consumidoras em um cenário de consumo pós-pandemia – sem vacina e medicamentos, mas com máscara e regras sanitárias. “Um dos resultados interessantes é que embora o medo deve limitar o retorno rápido a restaurantes, o mesmo não acontecerá com a frequência à salões de beleza e academias. Um dos pontos cruciais desse retorno será a volta às aulas. Quando as instituições de ensino garantirem o cumprimento das normas sanitárias, 83% das mães de alta renda pretendem liberar os filhos para frequentar as aulas presenciais em até 10 dias; 10% não vão liberar os filhos tão cedo; e 7% ainda não sabem qual será a decisão.

Sobre a SKS CX Customer Experience

Em 2019, a empreendedora serial Stella Kochen Susskind decidiu inovar no mercado nacional de pesquisa. Com a expertise de três décadas e o pioneirismo em avaliação do atendimento ao consumidor via clientes secretos, ela criou a SKS CX Customer Experience. Dedicada a pesquisas de satisfação e experiência do consumidor e dos usuários (user experience) – tanto em lojas físicas, quando em e-commerce e demais canais de venda dos consumidores omnichanel – a empresa brasileira firmou uma parceria com a startup israelense Checker Software. A SKS CX Customer Experience trouxe uma tecnologia inovadora para a indústria nacional de pesquisas ao concentrar, em uma única plataforma, os resultados de diferentes metodologias de pesquisa, mostrando uma jornada de compra completa de forma online (via aplicativos, SMS, WhatsApp, código de barras, telefone ou visita presenciais). A união de resultados permite saber, em tempo real, todos os aspectos que envolvem o atendimento ao consumidor.

A pesquisa de cliente oculto passa a concentrar as seguintes avaliações: NPS Net Promoter Score (mede a satisfação do cliente a partir de uma escala de 0 a 10 de indicação a empresa, serviço ou produto pelo consumidor; o escore é estabelecido diante do cálculo do percentual de promotores e detratores da marca); UX User Experience (satisfação de uso); CX Customer Experience (satisfação de clientes); VOE Voice of Employes (voz dos funcionários e colaboradores); VOC Voice of Customer (voz do consumidor, integrando resultados de todos os canais); e Brand Tracking (análise para identificar a visibilidade e o prestígio da marca).

Com a parceria internacional, a SKS CX Customer Experience passou a contar com escritórios de São Paulo, Assunção (Paraguai) e Hadera (Israel) e administrar uma carteira de 30 clientes nos segmentos de finanças, varejo, indústria e serviços. Entre os clientes da SKS CX e da Checker Global: GfK, CiteUp, World Shopper, BVA, L’Oreal, Duty Free Shop, Giorgio Armani, Hugo Boss, Asics, Jack Vartanian, BR Properties e T&A Associados. Em 2020, a empresa brasileira foi premiada com o MSPA Elite Member, que a coloca entre as 12 melhores do mundo no segmento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2020 0 Comentários 603 Visualizações
Variedades

Pesquisa indica que setor criativo precisou se reinventar

Por Gabrielle Pacheco 29/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O cenário de crise causado pela proliferação de Covid-19 tem impactado significativamente os setores culturais e criativos do Brasil. No Rio Grande do Sul, a situação não é diferente. Com as medidas restritivas de isolamento social, práticas de criação, produção e consumo foram alteradas nas mais diversas áreas. O mapeamento dessa situação está sendo feito pelo Mestrado Profissional em Indústria Criativa da Universidade Feevale, que, desde junho, realiza uma pesquisa que coleta informações sobre o trabalho em setores criativos e o consumo digital dos gaúchos durante a pandemia. A iniciativa é coordenada pelos professores Cristiano Max Pereira Pinheiro, Vanessa Valiati e Maurício Barth.

O estudo Covid-19 e os impactos na Indústria Criativa do Rio Grande do Sul que, até o momento, conta com cerca de 430 respondentes, já exibe dados preliminares que podem ser tomados como uma tendência. Os participantes do estudo estão distribuídos entre 11 setores criativos, incluindo o consumo em plataformas digitais.

Música

A fonte de renda dos profissionais migrou dos shows e eventos para a área de educação (aulas particulares /on-line).

Moda

Está se adaptando ao novo mercado. A maioria das empresas também está produzindo EPIs para hospitais e comunidade.

Consumo

Durante a pandemia, houve um aumento do consumo de conteúdo em plataformas de streaming (65,5% dos respondentes afirma que o consumo aumentou se comparado a antes da pandemia), bem como o interesse por lives (77% dos entrevistados afirmaram que o interesse por esse tipo de conteúdo aumentou)

Há um novo “horário nobre” estabelecido pelo consumo de streaming: a maioria (62,4%) dos entrevistados diz preferir assistir a conteúdos via streaming entre 19h e 23h, incluindo as lives

Os principais fatores que os fazem desistir de assistir a uma live são, de acordo com os entrevistados: problemas na conexão, muito tempo de duração e o comportamento inadequado do apresentador/artista.

De acordo com a professora Vanessa Valiati, esses resultados mostram algumas modificações que podem auxiliar na construção de novas soluções para a produção e o consumo de conteúdo. “Entre essas soluções, podemos destacar: a consolidação das formas remotas de trabalho; a reinvenção de produtos, hábitos e comportamentos de consumo de conteúdo em ambiente digital; o crescimento e a maior aceitação do e-commerce, entre outros”, destaca.

Estudo continua

O mapeamento Covid-19 e os impactos na Indústria Criativa do Rio Grande do Sul considera as especificidades de cada área criativa, propondo um levantamento regional com formulários técnicos e individuais para cada setor. Segundo o coordenador do mestrado em Indústria Criativa da Feevale, Cristiano Max Pereira Pinheiro, a pesquisa busca orientar a proposição de políticas públicas e soluções para os setores afetados pelo vírus.

“A partir desse mapeamento, compreenderemos de qual maneira podemos auxiliar esses modelos de negócio atingidos. É importante relacionarmos as políticas públicas com a necessidade de cada setor.”

Além de avaliar a produção da indústria criativa neste período, a pesquisa também busca analisar o consumo de conteúdos digitais dos gaúchos no isolamento social. Para isso, é distribuído um questionário dividido entre as áreas de audiovisual, música e jogos digitais. Esse segmento da pesquisa conta com o auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs/RS), por meio de edital de fomento de auxílio a recém-doutores. O projeto conta, também, com o apoio do governo estadual, por meio do programa RS Criativo e da Secretaria da Cultura do Estado. A pesquisa ainda está em andamento, e o questionário, bem como outras informações, podem ser acessados no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/07/2020 0 Comentários 705 Visualizações
Variedades

Sindilojas divulga pesquisa sobre comportamento dos idosos e melhor forma de lidar com o distanciamento social

Por Gabrielle Pacheco 24/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Celebrado no dia 26 de julho, o Dia dos Avós deste ano será bastante diferente para quem aproveita a data para demonstrar o carinho por essas pessoas de forma presencial. Devido à pandemia de Covid-19, muitos dos avós que pertencem a faixa etária de 60 anos ou mais e que moram sozinhos, em ambiente físico distinto de filhos e netos, passarão o próximo domingo isolados em suas casas, respeitando o distanciamento social. Mas isso não é motivo para deixar de realizar um contato por telefone, pelas redes sociais ou até mesmo de enviar um agrado para marcar a data.

Com a proximidade do Dia dos Avós, o Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre reuniu, em um infográfico, informações sobre as mudanças ocorridas na vida dos 60+ com a chegada do coronavírus. E, ainda, separou algumas dicas que podem melhorar a qualidade de vida dessas pessoas e, assim, tornar este momento mais tranquilo.

Segundo um dos levantamentos abordados no material, realizado pela Fiocruz em todo o Brasil, a grande maioria dos 60+ relatou que seguiu as recomendações dos órgãos oficiais de saúde: 57,3% afirmaram ficar em casa e sair apenas para compras em supermercado e farmácia; outros 30,7% revelaram ser ainda mais rigorosos, com saídas apenas para atendimentos relacionados à saúde.

O infográfico traz também informações sobre questões emocionais, como a frequência com que este público se sentiu ansioso, nervoso, triste ou deprimido durante o período de pandemia, e também aborda a quantidade de tempo utilizado para atividades como exercícios físicos, assistir televisão e acessar o computador ou tablet, por exemplo.

Confira todos os dados sobre o assunto e dicas para auxiliar os 60+ a superarem as dificuldades do isolamento social no site do Sindilojas Porto Alegre.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2020 0 Comentários 600 Visualizações
Saúde

Nova rodada da pesquisa com testes rápidos para Covid-19 começa neste sábado

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pesquisa que estima a proporção de casos do novo coronavírus na população gaúcha inicia sua sexta rodada de testes rápidos e entrevistas em nove cidades do estado a partir deste sábado (25). O estudo segue com a mesma metodologia das etapas anteriores. Entre os dias 25 e 27 de julho, profissionais voluntários da área de saúde, sob orientação do Instituto de Pesquisa e Opinião (IPO), vão visitar quinhentas residências e convidar os moradores, a fazer o teste rápido para o coronavírus, seguido de uma breve entrevista sobre a ocorrência de sintomas, busca por assistência médica e rotina das famílias em relação às medidas de distanciamento social. A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) auxilia a pesquisa no município de Santa Cruz do Sul.

O estudo intitulado Evolução da Prevalência de Infecção por Coronavírus no RS (Epicovid19-RS) é coordenado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e ocorre em parceria com o Governo do Estado, com objetivo de mapear os casos de coronavírus e de avaliar a velocidade de expansão do contágio na população gaúcha. Ao todo, 4,5 mil pessoas serão entrevistas e testadas nessa etapa, nas seguintes cidades participantes: Canoas, Caxias do Sul, Ijuí, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Santa Maria e Uruguaiana. Em cada município, a seleção das residências e dos moradores ocorre por meio de um sorteio aleatório, utilizando os setores censitários do IBGE como base.

Para a realização do exame, os entrevistadores coletam uma gota de sangue da ponta do dedo do participante. A amostra é analisada pelo aparelho de testes em aproximadamente 15 minutos. A pesquisa tem apoio das secretarias de saúde e dos órgãos de segurança dos municípios. Em caso de dúvida, os participantes podem entrar em contato com a Guarda Municipal ou Brigada Militar para obter informações sobre as visitas às casas. Além da etapa deste fim de semana, o cronograma prevê mais duas rodadas: a sétima deve acontecer de 22 a 24 de agosto, e a oitava, de 26 a 28 de setembro, dependendo da prevalência de Covid-19 analisada na fase atual. Os resultados são divulgados pelo Governo do RS em aproximadamente 48 horas após a finalização da coleta.

Os financiadores do projeto são a Unimed Porto Alegre, o Instituto Cultural Floresta, também da capital, e o Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro. Atuam no projeto, além da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), as Universidades Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ), Federal de Santa Maria (UFSM), Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana), de Caxias do Sul (UCS), IMED e Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), de Passo Fundo (UPF) e La Salle (Unilasalle).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2020 0 Comentários 577 Visualizações
Business

Após reabertura, empresários do ramo de alimentação esperam retorno lento dos clientes aos estabelecimentos

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Apesar da liberação gradual do funcionamento de bares, restaurantes, buffet e outras atividades do segmento de alimentação fora do lar no país, os donos de pequenos negócios do setor enfrentam, a partir de agora, o desafio de atrair os clientes novamente aos estabelecimentos. Em pesquisa online realizada pelo Sebrae em parceria com a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurante), entre 28 de maio e 08 de junho, 71% dos empresários avaliaram que menos da metade da clientela vai retornar aos estabelecimentos de alimentação nos 30 primeiros dias posteriores à reabertura. Na opinião de 53% dos entrevistados, a segurança sanitária é o critério mais importante nesta retomada, seguido pelo fato de que os clientes devem voltar a frequentar primeiramente os locais que já costumavam ir (20%).

Ao todo, 1.532 empresários, de 26 estados e do Distrito Federal, foram ouvidos pela Pesquisa “Situação e Perspectivas do Segmento de Alimentação Fora do Lar”, sendo 32% deles Microempreendedor Individual (MEI), 28% Microempresa (ME), 37% Empresa de Pequeno Porte (EPP) e 2% composto por médias ou grandes empresas. A maioria dos participantes possui apenas uma empresa no ramo da alimentação, com predominância de restaurantes, lanchonetes e similares que operam em lojas de rua.

De acordo com o levantamento, antes da pandemia, 70% dos negócios estavam com situação financeira estável ou crescendo e investindo (19%), porém com o avanço da Covid-19, 54% tiveram perdas acima de 75% no faturamento, com destaque para serviços de Buffet, que foram mais impactados. A pesquisa apontou ainda uma diferenciação do impacto nos estabelecimentos que funcionam dentro de shopping centers, que sofreram mais com os efeitos da pandemia (quedas acima de 75% para 82% deles), assim como os que estão dentro de clubes e academias, hotéis ou prédios corporativos (redução acima de 75% para 70% deles); enquanto os que têm lojas de rua, 47% apresentaram queda.

Na visão do presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa ressalta a importância de garantir a segurança de clientes, funcionários e fornecedores para uma retomada segura nos estabelecimentos de alimentação fora do lar. “Estamos diante de um novo momento de consumo e, mais uma vez, o empreendedor precisa se reinventar para atrair clientes para dentro de seus negócios. Éfundamentalcomunicar com transparênciaas adaptações providenciadas e os cuidados com a segurança dos alimentos,com o distanciamento entre clientes e a devida higienização do espaço”. Melles lembra ainda que o Sebrae preparou protocolo com orientações para a reabertura segura direcionado a bares, restaurantes e lanchonetes, disponível neste link.

O presidente executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, destaca a situação crítica que milhares de empreendedores do setor enfrentam por todo o Brasil. “A pesquisa nos ajuda a mapear as necessidades e os enormes desafios que bares, restaurantes e lanchonetes estão encarando. Em algumas cidades já estamos há quase quatro meses fechados; em outras, só nos permitem abrir as portas com restrições que podem inviabilizar o negócio. Mas o importante é que estamos preparados para a retomada. A própria pesquisa mostra que os empresários entenderam a importância de se adaptar para reconquistar a confiança do cliente”, afirma. Solmucci lembra que a Abrasel tem cursos, cartilhas e orientações para ajudar empresas a reabrir as portas de maneira segura e viável. Estes materiais (muitos deles em parceria com o Sebrae) são gratuitos, abertos a todos e estão disponíveis na Rede Abrasel.

Impactos no funcionamento

O segmento de alimentação fora do lar foi um dos primeiros a sofrerem os impactos das medidas preventivas do isolamento social e fechamento do comércio para impedir a transmissão da Covid-19. Enquanto 31% dos negócios fecharam temporariamente ou de vez, a maioria que conseguiu se manter apostou no delivery ou no drive thru/take out (retirada no local). Aliás, a pandemia transformou os serviços de entrega em uma necessidade para aqueles negócios que buscaram alternativas para continuar com a cozinha em funcionamento mesmo diantedas restrições.

De acordo com a pesquisa, 72% das empresas estão realizando delivery, sendo que que 1 em cada 4 começou a utilizar o serviço de entregas durante o período. Apesar de 60% das empresas do setor utilizarem delivery por meio de aplicativos, apenas 21% dos empresários estão satisfeitos com os serviços oferecidos. O levantamento mostraainda que o delivery feito pela própria empresa tem sido uma opção muito considerada, sendo utilizada por 69% das empresas. Na hora de escolher o tipo de delivery, os empreendedores avaliam principalmente o conhecimento do consumidor sobre o aplicativo (26%), a possibilidade de delivery próprio (25%) e taxas mais baixas (21%).

A pesquisa também destaca que os negócios do ramo da alimentação fora do lar fortaleceram a presença nas redes sociais, principalmente no Instagram (59%) e no Whastapp (57%). Ao mesmo tempo, o levantamento aponta que 58% dos empresários não tiveram iniciativa para promover o negócio com ações diferenciadas que poderiam ajudar a minimizar as perdas durante a crise, como  a venda de vouchers, campanhas específicas, ações de solidariedade, entre outras.

Outros dados da pesquisa

– Apenas 22% conseguiram empréstimo desde o começo da crise. Os bancos foram as instituições financeiras mais procuradas.

– A renegociação foi uma alternativa para muitos empresários. 68% tiveram que renegociar o aluguel. Além disso, 65% tiveram que renegociar dívidas ou prazos com os fornecedores.

– Em relação à mão de obra, 45% demitiram, 55% suspenderam contratos e 51% reduziram a jornada de trabalho/salário.

– 38% dos empresários acreditam que o setor vai demorar entre 6 e 12 meses para voltar ao nível antes da crise.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 730 Visualizações
Business

Pequenos negócios apresentam sinais de lenta reação diante da pandemia, diz pesquisa do Sebrae

Por Gabrielle Pacheco 14/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após período crítico para manter os negócios em funcionamento, as micro e pequenas empresas brasileiras apresentaram sinais de pequena reação diante dos impactos da pandemia. Levantamento feito pelo Sebrae, em parceria com a FGV, entre os dias 25 e 30 de junho, constatou uma leve e gradual recuperação, com uma redução na queda média mensal do faturamento dos pequenos negócios. Enquanto na primeira semana de abril, a perda média do faturamento chegou a 70%, no último levantamento esse percentual caiu para 51%. Apesar dessa pequena evolução, a pesquisa mostra também que aconcessão de crédito para as pequenas empresas ainda não tem acompanhado o aumento significativo da procura desses negócios por empréstimos.

Os dados fazem parte da 5ª edição da Pesquisa “O impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios”, que teve a participação de 6.470 participantes entre Microempreendedores Individuais (MEI), Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. O levantamento aponta que desde o início da pandemia, 800 mil empresas conseguiram estancar a queda no faturamento. A proporção de pequenos negócios com redução no faturamento caiu de 89% para 84%, desde março, quando foi feita a primeira edição da pesquisa.Essa recuperação, entretanto, não é igual para todos os segmentos. Alguns setores como o agronegócio, indústria alimentícia e pet shop/veterinária apresentam maior capacidade de retomada, ao contrário de setores mais diretamente afetados, como turismo e economia criativa.

“O estancamento na queda de faturamento sinaliza um tímido movimento de recuperação. Mas ainda estamos longe de vencer a crise. E sem o destravamento do dinheiro disponível nos bancos, essa retomada será extremamente lenta ou até fatal para os pequenos negócios, pois a reabertura implica em gastos e não necessariamente em demanda de clientes”, ressalta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

O levantamento do Sebrae também mostrou que 30% das empresas voltaram a funcionar desde o início da crise, adaptando-se ao novo cenário, intensificando a transformação digital dos negócios com o aumento das vendas online. Em dois meses, 12% das empresas fizeram a adaptação do modelo de negócio para o formato digital. Ao mesmo tempo em que houve um aumento de 37% para 44% das empresas que estão utilizando ferramentas digitais para se manterem em funcionamento, houve uma redução de 39% para 23% das empresas que afirmam que só podem funcionar presencialmente.

De uma forma geral, a pesquisa também mostra que houve uma redução na restrição de circulação de pessoas no período analisado, com queda de 63% para 54% nas medidas de quarentena (fechamento parcial) e lockdown (fechamento total). Por outro lado, observa-se que as regiões em que o nível de isolamento era menor, como Sul e Centro-Oeste, caminham agora em sentido contrário ao movimento nacional e tiveram que aumentar as medidas de isolamento. No Rio Grande do Sul, por exemplo, a restrição subiu de 38% para 72% nos últimos 30 dias.

Crédito

A 5ª edição da pesquisa do Sebrae mostra que houve, novamente, um aumento na proporção de empresas que conseguiram empréstimo, porém em um ritmo aquém do esperado (de 16% para 18%). Na contramão, o número de empresas que buscou empréstimos aumentou consideravelmente, principalmente entre as MPE. Entre a 4ª e a 5ª edição da pesquisa, o percentual de empreendedores que buscaram crédito saiu de 39% para 46%. Entre os principais motivos para a recusa dos bancos está a negativação; sendo o CPF com restrição a principal razão pela não obtenção de crédito entre os MEI e a negativação no CADIN/Serasa, no caso das ME e EPP.

Confira abaixo outros dados da pesquisa

  • O número médio de pessoas ocupadas nas empresas manteve-se (3,4) com redução (12% para 10%) na proporção de empresas que demitiram. O número médio de funcionários demitidos pelas empresas manteve-se (2,5).
  • Cresceu (39% para 46%) a proporção de empresas que buscaram empréstimo. Já o crescimento da proporção de empresas que tiveram sucesso no pedido foi pequeno (16% para 18%).
  • Houve uma Redução (63% para 54%) nas restrições de circulação de pessoas. No entanto, nas regiões onde essa restrição era menor no mês passado (Centro-Oeste e Sul), observa-se agora um aumento nas medidas de isolamento social.
  • Foi verificado um aumento (45% para 59%) na proporção de empresas que mudaram sua forma de funcionar, e uma redução (43% para 29%) na proporção de empresas que haviam interrompido o funcionamento temporariamente.
  • Cresceu (37% para 44%) a proporção de empresas que estão fazendo uso de ferramentas digitais para poder funcionar.
  • Caiu (39% para 23%) a proporção de empresas que afirmam que só podem operar presencialmente.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2020 0 Comentários 589 Visualizações
Business

Abicalçados participa de apresentação de estudo sobre mercado chinês para calçados

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), no âmbito do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados, apresentam, no próximo dia 16 de julho, o Estudo do Mercado Chinês de Calçados. Realizado pela Apex-Brasil, o estudo traz dados, projeções e oportunidades do mercado naquele país. A apresentação ocorrerá na forma digital, a partir das 14 horas, e será conduzida por Pedro Netto, analista da gerência de Inteligência de Mercado da Agência, com participação da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck.

Considerado o maior mercado consumidor de calçados do planeta, a China movimenta mais de US$ 62 bilhões em vendas somente no setor, com um crescimento anual estimado em mais de 3% nos últimos anos. “A Apex-Brasil dispõe de uma área de Inteligência de Mercado que realiza diversos estudos, utilizando bases de dados amplas e qualificadas e mapeando oportunidades de negócios para vários produtos e em diversos mercados. No caso deste estudo sobre oportunidades para calçados brasileiros na China, identificamos os principais desafios e oportunidades, passando por temas como o aumento da demanda por calçados com design, tecnologia e sustentabilidade e a relevância do comércio eletrônico”, comenta Pedro Netto.

Comércio eletrônico

A grande oportunidade está no comércio eletrônico, que já responde por uma fatia de mais de 30% do total gerado com vendas de calçados no país. Segundo Priscila, neste contexto, o cross-border e-commerce tem se tornado cada vez mais relevante, atendendo a crescente demanda dos consumidores por produtos importados. “E, como em todo mundo, esta modalidade foi ainda mais impulsionada durante a pandemia do novo coronavírus e as restrições das vendas físicas”, comenta a coordenadora.

Importações

Reportando importações totais de calçados equivalentes a mais de US$ 3,9 bilhões (2018), a China é um mercado crescente para o setor. Mesmo com incremento nas importações de calçados brasileiros desde 2015, passando do registro de US$ 10,5 milhões para US$ 18 milhões em 2018 – dado mais recente reportado –, o mercado ainda tem muito a ser desbravado pelos calçadistas verde-amarelos. “Somos apenas o 12º fornecedor de calçados para a China e quase 50% do que exportamos para lá são produtos de menor valor agregado. Existe um mercado em expansão para produtos de maior valor agregado, especialmente nos segmentos infantil, feminino e de esportivos em geral”, comenta Priscila, ressaltando que, até 2022, a China deve movimentar mais de US$ 77 bilhões por ano com a venda de calçados.

O estudo realizado pela Apex-Brasil aponta, ainda, as oportunidades do mercado chinês, dicas e soluções para a inserção de marcas naquele país, regulamentações e acordos comerciais em voga, entre outras questões de interesse do exportador brasileiro. Durante o webinar, o impacto da Covid-19 no mercado também será discutido pelos debatedores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2020 0 Comentários 686 Visualizações
Business

Pesquisa da CDL Santa Cruz mostra como o comércio sente o impacto da pandemia

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Seis meses de muitas dificuldades. É o que mostram os números da pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes e Lojistas de Santa Cruz do Sul (CDL Santa Cruz) acerca do impacto da pandemia do coronavírus nas vendas no comércio da cidade. Um total de 212 lojistas responderam ao levantamento realizado pela entidade.

O presidente da CDL Santa Cruz, Marcio Farias Martins, destaca que os números demonstram o que já se via na prática entre os lojistas. “A principal data, que foi a Páscoa, foi seriamente atingida com o fechamento do comércio em geral no período que antecedeu. Assim, os demais meses que se sucederam, houve uma retração significativa que vai levar um grande tempo para que se possa recuperar”, observou.

Martins destaca que com os dados é possível fomentar campanhas para o segundo semestre e buscar alternativas entre os lojistas e o Poder Público para que o comércio volte a funcionar e obtenha uma recuperação.

“Os lojistas seguem muito preocupados com a pandemia, a forma como isso vem atingindo o nosso mercado, e em especial, com a saúde financeira das nossas empresas. Entendemos que é necessário que os comerciantes precisam criar alternativas junto com o Poder Público para conseguirmos alavancar as vendas e voltar a estimular a economia e o consumo”, citou.

Setores

Entre os setores que sentiram pouca retração neste primeiro semestre está o dos supermercados, em que 50% dos estabelecimentos teve um crescimento entre 30 e 40%, enquanto que 25% teve um crescimento entre 30 e 40% e 25% cresceu entre 10 e 20%. O setor também é um dos que aumentou seu lucro em até 50% em relação ao mesmo período do ano passado. O reflexo disso também se deu no quadro de funcionários, pois metade dos que responderam ao questionário mantiveram seu número e outra metade aumentou seu contingente.

Já no setor das Agropecuárias, onde 42,9% não teve crescimento ou retração este ano; 28,6% teve retração entre até 10% e 14,3% retração entre 10 e 20% e 14,3%, retração entre 40 e 50%. Outro é o de brinquedos que fechou o primeiro semestre sem crescimento ou retração de até 10% (66,6%), sendo que 16,7% teve retração de mais de 50% e 16,7% teve crescimento de até 10%.

Já os setores de vestuário e calçados foram mais afetados neste primeiro semestre. No Vestuário, a retração no primeiro semestre foi muito grande: 49,9% entre 40 e 30%; 31,8%, mais de 50% de retração; 9,1%, retração entre 20 e 30%; 4,5%, retração entre 10 e 20%; e 13,5% registraram crescimento entre 10 e 40%.

Nas lojas de calçados, 100% dos empresários responderam que tiveram retração entre zero e mais de 50% neste primeiro semestre. Mesmo assim, para 55,6% não houve alteração no quadro de funcionários, enquanto que 33,3% realizou demissões e 11,1% fez admissões no seu quadro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2020 0 Comentários 531 Visualizações
Variedades

Pesquisa mapeia circulação do coronavírus no esgoto de Porto Alegre e Região Metropolitana

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nesta sexta-feira (3) técnicos realizarão a coleta de água do Arroio Pampa, em Novo Hamburgo, para encaminhar para análise no Laboratório de Microbiologia Molecular da Universidade Feevale. A atividade, que acontecerá às 11h, no cruzamento da rua Alcântara com a avenida dos Municípios, no Bairro Canudos, integra uma pesquisa realizada pela Instituição, em parceria com o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), que está mapeando a circulação do coronavírus no esgoto de Porto Alegre e da Região Metropolitana.

Inédita no Rio Grande do Sul, a pesquisa visa aumentar a compreensão da dinâmica viral, auxiliando na tomada de decisão das medidas de prevenção da Covid-19. Até agora, de 30 amostras analisadas, seis apresentaram resultados positivos. Segundo Caroline Rigotto, professora do mestrado em Virologia da Feevale, a ideia é fazer o monitoramento por 10 meses, o que permitirá acompanhar a ocorrência e a distribuição do vírus ao longo da pandemia e das diferentes sazonalidades. “São esperados desdobramentos em estudos genômicos e de modelagem matemática ambiental para diagnóstico coletivo”, afirma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 532 Visualizações
Business

CDL Santa Cruz pesquisa situação do comércio no primeiro semestre

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A CDL Santa Cruz está fazendo um levantamento de dados referente ao comércio do município neste primeiro semestre de 2020. Afetado em função da pandemia do coronavírus, o setor vem buscando uma recuperação ao longo dos últimos dois meses – maio e junho – depois de amargar mais de 30 dias de paralisação entre março e abril.

A pesquisa, segundo o presidente da CDL Santa Cruz, Marcio Farias Martins, é importante para dar um norte para as entidades que atuam na defesa dos lojistas e também para que se busque alternativas para fomentar a cadeia do comércio no município e no Vale do Rio Pardo.

“Entendemos que nosso setor foi um dos mais afetados pela pandemia, mas para isso é necessário que os lojistas nos digam, respondendo a pesquisa, como foi que ela afetou o seu negócio nestes primeiros seis meses do ano, a fim de que se possa buscar políticas e implantar ações para direcioná-las a fim fortalecer nossa economia aqui na região”, observou.

Segundo ele, a pesquisa é aberta não apenas aos lojistas associados à CDL Santa Cruz, mas de todos os setores do comércio de Santa Cruz do Sul e região. “Nossa meta é atingir ao mínimo 300 lojistas até sexta-feira (3) a fim de fecharmos os dados e podermos compartilhar os números com nossa comunidade. Acreditamos que os números serão o recorte de uma leitura da realidade que vive nosso comércio aqui na região e assim, iremos poder estabelecer algumas estratégias de ações aos nossos lojistas da CDL Santa Cruz e também com as demais entidades”, citou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 518 Visualizações
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