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Business

Abicalçados participa de apresentação de estudo sobre mercado chinês para calçados

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), no âmbito do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados, apresentam, no próximo dia 16 de julho, o Estudo do Mercado Chinês de Calçados. Realizado pela Apex-Brasil, o estudo traz dados, projeções e oportunidades do mercado naquele país. A apresentação ocorrerá na forma digital, a partir das 14 horas, e será conduzida por Pedro Netto, analista da gerência de Inteligência de Mercado da Agência, com participação da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck.

Considerado o maior mercado consumidor de calçados do planeta, a China movimenta mais de US$ 62 bilhões em vendas somente no setor, com um crescimento anual estimado em mais de 3% nos últimos anos. “A Apex-Brasil dispõe de uma área de Inteligência de Mercado que realiza diversos estudos, utilizando bases de dados amplas e qualificadas e mapeando oportunidades de negócios para vários produtos e em diversos mercados. No caso deste estudo sobre oportunidades para calçados brasileiros na China, identificamos os principais desafios e oportunidades, passando por temas como o aumento da demanda por calçados com design, tecnologia e sustentabilidade e a relevância do comércio eletrônico”, comenta Pedro Netto.

Comércio eletrônico

A grande oportunidade está no comércio eletrônico, que já responde por uma fatia de mais de 30% do total gerado com vendas de calçados no país. Segundo Priscila, neste contexto, o cross-border e-commerce tem se tornado cada vez mais relevante, atendendo a crescente demanda dos consumidores por produtos importados. “E, como em todo mundo, esta modalidade foi ainda mais impulsionada durante a pandemia do novo coronavírus e as restrições das vendas físicas”, comenta a coordenadora.

Importações

Reportando importações totais de calçados equivalentes a mais de US$ 3,9 bilhões (2018), a China é um mercado crescente para o setor. Mesmo com incremento nas importações de calçados brasileiros desde 2015, passando do registro de US$ 10,5 milhões para US$ 18 milhões em 2018 – dado mais recente reportado –, o mercado ainda tem muito a ser desbravado pelos calçadistas verde-amarelos. “Somos apenas o 12º fornecedor de calçados para a China e quase 50% do que exportamos para lá são produtos de menor valor agregado. Existe um mercado em expansão para produtos de maior valor agregado, especialmente nos segmentos infantil, feminino e de esportivos em geral”, comenta Priscila, ressaltando que, até 2022, a China deve movimentar mais de US$ 77 bilhões por ano com a venda de calçados.

O estudo realizado pela Apex-Brasil aponta, ainda, as oportunidades do mercado chinês, dicas e soluções para a inserção de marcas naquele país, regulamentações e acordos comerciais em voga, entre outras questões de interesse do exportador brasileiro. Durante o webinar, o impacto da Covid-19 no mercado também será discutido pelos debatedores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2020 0 Comentários 667 Visualizações
Business

Pesquisa da CDL Santa Cruz mostra como o comércio sente o impacto da pandemia

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Seis meses de muitas dificuldades. É o que mostram os números da pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes e Lojistas de Santa Cruz do Sul (CDL Santa Cruz) acerca do impacto da pandemia do coronavírus nas vendas no comércio da cidade. Um total de 212 lojistas responderam ao levantamento realizado pela entidade.

O presidente da CDL Santa Cruz, Marcio Farias Martins, destaca que os números demonstram o que já se via na prática entre os lojistas. “A principal data, que foi a Páscoa, foi seriamente atingida com o fechamento do comércio em geral no período que antecedeu. Assim, os demais meses que se sucederam, houve uma retração significativa que vai levar um grande tempo para que se possa recuperar”, observou.

Martins destaca que com os dados é possível fomentar campanhas para o segundo semestre e buscar alternativas entre os lojistas e o Poder Público para que o comércio volte a funcionar e obtenha uma recuperação.

“Os lojistas seguem muito preocupados com a pandemia, a forma como isso vem atingindo o nosso mercado, e em especial, com a saúde financeira das nossas empresas. Entendemos que é necessário que os comerciantes precisam criar alternativas junto com o Poder Público para conseguirmos alavancar as vendas e voltar a estimular a economia e o consumo”, citou.

Setores

Entre os setores que sentiram pouca retração neste primeiro semestre está o dos supermercados, em que 50% dos estabelecimentos teve um crescimento entre 30 e 40%, enquanto que 25% teve um crescimento entre 30 e 40% e 25% cresceu entre 10 e 20%. O setor também é um dos que aumentou seu lucro em até 50% em relação ao mesmo período do ano passado. O reflexo disso também se deu no quadro de funcionários, pois metade dos que responderam ao questionário mantiveram seu número e outra metade aumentou seu contingente.

Já no setor das Agropecuárias, onde 42,9% não teve crescimento ou retração este ano; 28,6% teve retração entre até 10% e 14,3% retração entre 10 e 20% e 14,3%, retração entre 40 e 50%. Outro é o de brinquedos que fechou o primeiro semestre sem crescimento ou retração de até 10% (66,6%), sendo que 16,7% teve retração de mais de 50% e 16,7% teve crescimento de até 10%.

Já os setores de vestuário e calçados foram mais afetados neste primeiro semestre. No Vestuário, a retração no primeiro semestre foi muito grande: 49,9% entre 40 e 30%; 31,8%, mais de 50% de retração; 9,1%, retração entre 20 e 30%; 4,5%, retração entre 10 e 20%; e 13,5% registraram crescimento entre 10 e 40%.

Nas lojas de calçados, 100% dos empresários responderam que tiveram retração entre zero e mais de 50% neste primeiro semestre. Mesmo assim, para 55,6% não houve alteração no quadro de funcionários, enquanto que 33,3% realizou demissões e 11,1% fez admissões no seu quadro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2020 0 Comentários 515 Visualizações
Variedades

Pesquisa mapeia circulação do coronavírus no esgoto de Porto Alegre e Região Metropolitana

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nesta sexta-feira (3) técnicos realizarão a coleta de água do Arroio Pampa, em Novo Hamburgo, para encaminhar para análise no Laboratório de Microbiologia Molecular da Universidade Feevale. A atividade, que acontecerá às 11h, no cruzamento da rua Alcântara com a avenida dos Municípios, no Bairro Canudos, integra uma pesquisa realizada pela Instituição, em parceria com o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), que está mapeando a circulação do coronavírus no esgoto de Porto Alegre e da Região Metropolitana.

Inédita no Rio Grande do Sul, a pesquisa visa aumentar a compreensão da dinâmica viral, auxiliando na tomada de decisão das medidas de prevenção da Covid-19. Até agora, de 30 amostras analisadas, seis apresentaram resultados positivos. Segundo Caroline Rigotto, professora do mestrado em Virologia da Feevale, a ideia é fazer o monitoramento por 10 meses, o que permitirá acompanhar a ocorrência e a distribuição do vírus ao longo da pandemia e das diferentes sazonalidades. “São esperados desdobramentos em estudos genômicos e de modelagem matemática ambiental para diagnóstico coletivo”, afirma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 508 Visualizações
Business

CDL Santa Cruz pesquisa situação do comércio no primeiro semestre

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A CDL Santa Cruz está fazendo um levantamento de dados referente ao comércio do município neste primeiro semestre de 2020. Afetado em função da pandemia do coronavírus, o setor vem buscando uma recuperação ao longo dos últimos dois meses – maio e junho – depois de amargar mais de 30 dias de paralisação entre março e abril.

A pesquisa, segundo o presidente da CDL Santa Cruz, Marcio Farias Martins, é importante para dar um norte para as entidades que atuam na defesa dos lojistas e também para que se busque alternativas para fomentar a cadeia do comércio no município e no Vale do Rio Pardo.

“Entendemos que nosso setor foi um dos mais afetados pela pandemia, mas para isso é necessário que os lojistas nos digam, respondendo a pesquisa, como foi que ela afetou o seu negócio nestes primeiros seis meses do ano, a fim de que se possa buscar políticas e implantar ações para direcioná-las a fim fortalecer nossa economia aqui na região”, observou.

Segundo ele, a pesquisa é aberta não apenas aos lojistas associados à CDL Santa Cruz, mas de todos os setores do comércio de Santa Cruz do Sul e região. “Nossa meta é atingir ao mínimo 300 lojistas até sexta-feira (3) a fim de fecharmos os dados e podermos compartilhar os números com nossa comunidade. Acreditamos que os números serão o recorte de uma leitura da realidade que vive nosso comércio aqui na região e assim, iremos poder estabelecer algumas estratégias de ações aos nossos lojistas da CDL Santa Cruz e também com as demais entidades”, citou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 500 Visualizações
Movimento
Business

Setor calçadista trabalha com 30,9% da capacidade instalada, aponta Abicalçados

Por Gabrielle Pacheco 01/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) divulgou nesta quarta-feira, 1°, que o setor calçadista nacional está trabalhando com 30,9% da sua capacidade instalada. O número está em pesquisa realizada pela entidade junto às empresas fabricantes de calçados.

O levantamento aponta, ainda, que 63% das empresas do setor estão ativas, embora com produção reduzida; 26% das empresas estão paralisadas (sendo que 20% não tem previsão de retorno); e 14% das empresas estão operando apenas para finalização de pedidos e uso de material em estoques, o que pode fornecer indícios de uma nova paralisação no curto prazo.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o quadro vem culminando na perda de postos de trabalho do setor, que chegou a 37,4 mil postos entre janeiro e maio, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Segundo Ferreira, apenas no período mais agudo da pandemia do novo coronavírus, entre os meses de março e maio, o setor perdeu mais de 52 mil postos de trabalho. Em dezembro de 2019, as indústrias calçadistas empregavam 269 mil pessoas, número que caiu para 232 mil. “O impacto se dá, sobretudo, pelo fechamento do comércio, que responde por mais de 85% das vendas totais da Indústria”, afirma o executivo, acrescentando que 90% das empresas consultadas pela pesquisa apontaram este como o principal impacto na produção.

MP 936

A pesquisa da Abicalçados revela que 76% das empresas utilizaram o mecanismo de redução da jornada de trabalho, previsto na MP 936. “As empresas buscam segurar os postos. O problema é que, com a demora na retomada dos pedidos, as empresas acabam tendo que recorrer às demissões”, conta Ferreira.

Produção

Com queda nos pedidos, a produção de calçados caiu 70,5% em abril na relação com o mesmo mês do ano passado, conforme dados mais recentes divulgados pelo IBGE. A projeção da Abicalçados é de que a produção caia, em média, 61% em junho, sempre no comparativo com os meses correspondentes do ano passado. “Existe um arrefecimento da queda na produção, que vem se dando paulatinamente e concomitantemente à abertura do comércio em alguns grandes centros comerciais”, avalia Ferreira, ressaltando que a entidade espera uma melhora gradativa até o final do ano, em especial no último trimestre.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2020 0 Comentários 472 Visualizações
Variedades

Estudo aponta a influência dos sentimentos no comportamento alimentar durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 01/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa realizada por três estudantes do curso de Nutrição da Universidade Feevale aponta que as pessoas alteraram o seu comportamento alimentar durante a pandemia de Covid-19, dando preferência a alimentos hiperpalatáveis, que são ricos em sal, açúcar e gorduras. Essa alimentação inadequada, com grande consumo de doces, fast-foods e bebidas alcoólicas pode tornar-se um hábito alimentar, favorecendo, em longo prazo, o aparecimento de doenças crônicas não transmissíveis.

O estudo “A influência dos sentimentos no comportamento alimentar de adultos durante o período de distanciamento social da Covid-19” foi feito pelos estudantes Bianca de Athayde, Eduardo Grudka Pereira e Luana Santana Fröhlich na disciplina de Metodologia Científica, ministrada pela professora Ana Carolina Kayser, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão Social. O objetivo foi identificar a associação dos efeitos psicológicos do isolamento social com as mudanças comportamentais na alimentação e na qualidade alimentar.

A amostra contou com a participação de 426 pessoas, predominantemente do sexo feminino, solteiras, com idades entre 18 e 24 anos e com ensino superior em andamento. A maioria – 91,3% – reside na Região Metropolitana de Porto Alegre e 3,3% em outros Estados. A renda familiar média ficou acima de cinco salários mínimos, apontando um público com um bom poder aquisitivo. Das pessoas que participaram, 71,6% estão empregadas, com 69,5% trabalhando de forma presencial, e 51,9% não estão estudando no momento. Existe ainda uma pequena parcela – 28,6% – que trabalha e estuda.

A professora Ana Carolina Kayser diz que a pesquisa resultou em um artigo científico de ótima qualidade, que será submetido ao Inovamundi, programa de difusão do conhecimento científico e extensionista da Universidade Feevale, que ocorrerá de 17 a 24 de outubro. Organizado pela Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão (Proppex), o Inovamundi busca estimular a produção, a divulgação e a discussão de conhecimentos científicos, tecnológicos e sociais desenvolvidos no contexto universitário e na Educação Básica.

Resultados

A partir da análise dos dados, os estudantes constataram que, referente aos alimentos consumidos em maior quantidade e/ou que passaram a ser consumidos durante o período de distanciamento social, 55,2% representam o grupo de doces e 34% de fast foods. Também houve um aumento no consumo de alimentos em geral, onde 60,3% consideram ter consumido mais alimentos que o habitual.

Quando há sentimentos positivos, os alimentos com alto valor nutritivo, como frutas e verduras, alimentos integrais e comida caseira, entre outros, refletem 39,9% das escolhas alimentares, enquanto os alimentos hiperpalatáveis, como doces, fast foods, frituras e refrigerantes, por exemplo, apresentam 28,9%. Já quando há sentimentos negativos, os alimentos hiperpalatáveis representam 57,8% e os alimentos com alto valor nutritivo 9,9%. “Percebemos, com a pesquisa, que as emoções têm influência direta no comportamento alimentar e contribuem para uma alimentação emocional, em que o desejo de comer é maior do que a necessidade fisiológica do organismo”, afirmam os estudantes, acrescentando que o comportamento alimentar engloba determinantes internos, como aspectos psicológicos, emoções e sentimentos, e externos, como aspectos econômicos, culturais, sociais e a influência de mídias.

Os alunos lembram que fatores psicológicos são gatilhos para que hábitos alimentares menos saudáveis sejam desencadeados, podendo gerar transtornos alimentares e/ou doenças crônicas. “Os maus hábitos alimentares repercutem na saúde como um todo, interferindo na qualidade de vida da pessoa, além de trazerem problemas socioeconômicos para a saúde pública do país, acarretando custos com atendimentos, tratamentos e acompanhamentos do paciente”, ressaltam.

Na pesquisa, 54% consideram sentir-se mais mal-humorados durante a pandemia. Ao serem questionados sobre os sentimentos com os quais mais se identificam durante o período de distanciamento social, predominam os sentimentos negativos, como preocupação (66,2%), ansiedade (64,3%) e incerteza (60,6%). Sobre os sentimentos positivos, foram mais indicados a esperança (26,8%), a gratidão (22,5%) e a tranquilidade (12,4%).  Seguem outros resultados:

Ao experimentar sentimentos positivos (alegria, tranquilidade, bem-estar, motivação etc.) o que prefere comer e/ou beber:

  • Alimentos com alto valor nutritivo: 39,9%
  • Alimentos hiperpalatáveis: 28,9%
  • Bebidas alcoólicas: 12,5%
  • Bebidas não-alcoólicas: 8,3%
  • Nenhum alimento específico: 9,4%
  • Inapetência: 1%

Ao experimentar sentimentos negativos (estresse, raiva, ansiedade, incerteza etc.) o que prefere comer e/ou beber:

  • Alimentos hiperpalatáveis: 57,8%
  • Alimentos com alto valor nutritivo: 9,9%
  • Bebidas alcoólicas: 11%
  • Bebidas não-alcoólicas: 6,5%
  • Nenhum alimento específico: 6%
  • Inapetência: 8,8%

Compra de alimentos no distanciamento social:

  • Compra mais alimentos do que o habitual: 41,3%
  • Compra menos alimentos do que o habitual: 16,1%
  • Não houve diferença: 46,9%

Reconhecimento da diferença entre a fome física e fome emocional:

  • Sabe diferenciar: 78,4%
  • Não sabe diferenciar: 14,3%
  • Não vê diferença: 7,3%
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2020 0 Comentários 817 Visualizações
Variedades

Pesquisa investiga os impactos da pandemia nos setores da indústria criativa no Rio Grande do Sul

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O cenário de crise causado pela proliferação de Covid-19 tem impactado significativamente os setores culturais e criativos do Brasil. No Rio Grande do Sul, a situação não é diferente. Com as medidas restritivas de isolamento social, práticas de criação, produção e consumo foram alteradas nas mais diversas áreas. O mapeamento dessa situação está sendo feito pelo Mestrado Profissional em Indústria Criativa da Universidade Feevale, que lança nesta segunda-feira, 29, uma pesquisa que irá coletar informações sobre o trabalho em setores criativos e o consumo digital dos gaúchos durante a pandemia. A iniciativa é coordenada pelos professores Cristiano Max Pereira Pinheiro, Vanessa Valiati e Maurício Barth.

Segundo o coordenador do mestrado em Indústria Criativa da Feevale, Cristiano Max Pereira Pinheiro, a pesquisa busca orientar a proposição de políticas públicas e soluções para os setores afetados pelo vírus. O mapeamento considera as especificidades de cada área criativa, propondo um levantamento regional com formulários técnicos e individuais para cada setor. “A partir desse mapeamento, compreenderemos de qual maneira podemos auxiliar esses modelos de negócio atingidos. É importante relacionarmos as políticas públicas com a necessidade de cada setor”, afirma.

Além de avaliar a produção da indústria criativa neste período, a pesquisa também busca analisar o consumo de conteúdos digitais dos gaúchos no isolamento social. Para isso, a professora do mestrado em Indústria Criativa, Vanessa Valiati, explica que será distribuído um questionário dividido entre as áreas de audiovisual, música e jogos digitais. “A pesquisa vai ajudar a mapear o consumo de conteúdo criativo em plataformas de streaming durante a pandemia. Os dados coletados poderão auxiliar na mensuração da demanda por produtos específicos, fornecendo informações para a compreensão do cenário atual”, argumenta. A professora ressalta que esse segmento da pesquisa conta com o auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs/RS), por meio de edital de fomento de auxílio a recém-doutores. O projeto conta, também, com o apoio do governo estadual, por meio do programa RS Criativo e da Secretaria da Cultura do Estado.

O professor Mauricio Barth, do curso de Publicidade e Propaganda da Instituição, reforça que o cenário atual modificou a rotina dos trabalhadores do Estado. Segundo ele, o home office mostrou que os setores criativos são repletos de diferenças, sendo necessário um olhar diferenciado para cada um. “Os resultados da pesquisa nos permitirão conhecer a realidade desses profissionais e, com isso, têm-se a possibilidade de projetar opções possíveis para os setores envolvidos”, pondera.

A pesquisa está disponível no site  da Universidade Feevale e pode ser acessada pelo link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 516 Visualizações
Cidades

Canoas recebe nova etapa de estudo sobre o novo coronavírus neste final de semana

Por Gabrielle Pacheco 26/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em 15 bairros de Canoas, o próximo final de semana, dias 27 e 28 de junho, será marcado por mais uma etapa da pesquisa da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) que monitora a prevalência do novo coronavírus em diversas regiões do país. No Rio Grande do Sul, o estudo é realizado em parceria com as universidades do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e La Salle, Governo do Estado e o Ministério da Saúde. Os resultados obtidos servem de instrumento para as estratégias de prevenção e políticas públicas de combate à pandemia no estado. 

Todas as residências participantes são escolhidas por um software da equipe de pesquisa, que utiliza critérios científicos para definição. Para garantir a segurança dos trabalhos e da população, os pesquisadores usam equipamentos de proteção como óculos, máscara, jaleco, luva e documento de identificação do estudo. Em caso de dúvida, é possível acionar a Brigada Militar, pelo número 190, ou a Guarda Municipal, pelo número 153, e confirmar o nome do pesquisador. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2020 0 Comentários 566 Visualizações
Cidades

Pesquisa da UFPel será retomada em Santa Cruz

Por Gabrielle Pacheco 25/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A UFPel e o Governo do Estado vão retomar a pesquisa sobre Covid-19 no Rio Grande do Sul. As quatro etapas, que já foram concluídas, ocorreram quinzenalmente. A pedido do governador Eduardo Leite, a UFPel, em parceria com universidades dos municípios contemplados, vai retomar as visitas para avaliar a evolução da pandemia. Agora, as ações ocorrerão apenas uma vez por mês.

Santa Cruz está entre os municípios onde será realizado o levantamento. A expectativa é visitar 500 casas entre os dias 27 e 29 de junho. Voluntários da Unisc farão a aplicação de testes rápidos e as entrevistas a partir das 8 horas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2020 0 Comentários 533 Visualizações
Saúde

Pesquisa mapeia circulação do coronavírus no esgoto de Porto Alegre e Região Metropolitana

Por Gabrielle Pacheco 23/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisadores estão monitorando, através de análise molecular, a ocorrência e a quantificação do SARS-CoV-2 em águas brutas e residuais no Rio Grande do Sul. O objetivo dos estudos, inéditos no Estado, é intensificar a vigilância epidemiológica do coronavírus em efluentes e mananciais e dar suporte às autoridades de saúde, ao longo da pandemia. Isso aumentará a compreensão da dinâmica viral e auxiliará na tomada de decisão das medidas de prevenção, além de fornecer elementos que contribuam para a investigação da hipótese de transmissão fecal-oral ou fecal-respiratória.

O projeto, desenvolvido a partir de um convênio firmado entre a Universidade Feevale e o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), teve início em Porto Alegre e na Região Metropolitana, mas a previsão é reproduzir os estudos em outros pontos do Estado. As amostras analisadas na pesquisa Plano de monitoramento de Covid-19 no ambiente são de ponto de captação de água bruta, corpo hídrico altamente impactado por esgoto doméstico, afluente e efluente de esgoto sanitário e efluente hospitalar. As coletas são realizadas pelos órgãos municipais e estaduais envolvidos na pesquisa e os testes ocorrem no Laboratório de Microbiologia Molecular da Feevale.

Segundo Caroline Rigotto, professora do mestrado em Virologia da Feevale e coordenadora do projeto, ao lado de Aline Campos, chefe da Divisão Vigilância Ambiental em Saúde do CEVS, a ideia é estender o monitoramento por 10 meses, permitindo acompanhar a ocorrência e a distribuição do vírus ao longo da pandemia e das diferentes sazonalidades. “São esperados desdobramentos em estudos genômicos e de modelagem matemática ambiental para diagnóstico coletivo”, afirma Caroline.

Primeiros resultados

A pesquisa teve início em 11 de maio e, na semana passada, ocorreu a terceira rodada de análises moleculares para detecção do coronavírus em amostras de águas residuais e superficiais coletadas em Porto Alegre. Nesta semana, está prevista a coleta em Novo Hamburgo.

Até o momento, foram analisadas 29 amostras coletadas em 10 pontos de coleta, distribuídos em duas Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), duas Estações de Bombeamento de Esgoto (EBE), um manancial altamente impactado e quatro hospitais. Também foram incluídas duas amostras coletadas em uma Estação de Tratamento de Água (ETA). Dessas 29 amostras analisadas, cinco apresentaram resultados positivos (17%). As amostras positivas foram coletadas em uma EBE, uma ETE e um hospital.

A pesquisadora Caroline Rigotto lembra que esses resultados são preliminares, mas destaca que, quando comparados os dados entre as três primeiras semanas de coleta, é possível observar um aumento do percentual de amostras positivas. “Importante ressaltar que, em 11 de maio, Porto Alegre contava com 644 casos de Covid-19 e, em 3 de junho, com 1.367. Nesse sentido, é possível inferir que a presença do vírus no esgoto sanitário apresentou comportamento de crescimento, acompanhando a epidemia na região”, salienta.

No ponto de monitoramento da Estação de Bombeamento de Esgoto (EBE) Baronesa do Gravataí houve a presença do vírus em 100% das amostras de esgoto bruto nas duas coletas realizadas. Já a maior porcentagem de amostras positivas ocorreu nos pontos de monitoramento na Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) São João/Navegantes, que corresponde à segunda unidade de esgotos de Porto Alegre em termos de capacidade de tratamento. Nas amostras analisadas em pontos de monitoramento dos efluentes de estabelecimentos hospitalares, por sua vez, verificou-se um resultado positivo na terceira semana de coleta.

Amostragem e processamento

A coleta de amostras é realizada por uma equipe colaborativa interinstitucional, composta, nesta primeira etapa, por técnicos do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM), do Departamento Municipal de Água e Esgotos (DMAE) de Porto Alegre, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Sustentabilidade de Porto Alegre e da Secretaria Municipal de Saúde de Novo Hamburgo.

Em Porto Alegre, foram selecionados pontos estratégicos de coletas nos Sistemas de Esgotamento Sanitário (SES) que representassem a maior parte da população: Navegantes, Ponta da Cadeia e Salso. Neste último encontra-se a maior unidade de tratamento de esgoto do Rio Grande do Sul: a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Serraria, que integra as SES Ponta da Cadeia, Cavalhada, Zona Sul e Salso. Também foram selecionados quatro hospitais de grande porte – públicos e privados – que recebem pacientes com Covid-19.

Conforme a pesquisadora Caroline Rigotto, a coleta de amostras (simples ou composta de 24 horas) é realizada em frascos de vidro estéreis e armazenadas a 4°C durante ou após a amostragem. Os frascos contendo as amostras são transportados em caixa com gelo para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e, em seguida, ao Laboratório de Microbiologia Molecular da Universidade Feevale, onde o material é analisado. São avaliados parâmetros físico-químicos e, após, as amostras passam por uma etapa de concentração viral, seguida por extração do RNA viral e posterior transcrição reversa para a quantificação da Reação em Cadeia pela Polimerase em tempo real (RT-qPCR).

Posteriormente, estudos genômicos por meio do sequenciamento do genoma completo das amostras positivas serão realizados no Centro de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CDCT/CEVS), permitindo a comparação com genoma de amostras clínicas de pacientes. O Laboratório de Virologia do Instituto de Ciências Básicas da Saúde da UFRGS também contribuirá nas análises moleculares e nos estudos genômicos do vírus ambiental.

Já a Fiocruz-RJ realizará o isolamento viral, pesquisando a viabilidade e eventual infectividade do vírus presente nas amostras ambientais. Em posse de dados que permitam uma análise estatisticamente representativa, técnicos do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH/UFRGS) realizarão estudos, de modo a contribuir na avaliação do impacto das intervenções adotadas e estudos de modelagem ambiental.

Caroline Rigotto ressalta que o grupo já está trabalhando no projeto de expansão da pesquisa. “Estamos pensando em pontos estratégicos, como comunidades em vulnerabilidade social e com déficit de esgotamento sanitário e, futuramente, deveremos monitorar escolas também”, afirma a professora da Universidade Feevale, acrescentando que a epidemiologia baseada em esgoto é uma ferramenta que foi bem aceita e, provavelmente, se estenderá a médio e longo prazo, auxiliando no monitoramento e antecedendo surtos isolados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2020 0 Comentários 502 Visualizações
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