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pesquisa

Variedades

Pesquisadores fazem estudos na área da saúde do trabalhador

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisadores da área da saúde do trabalhador estão realizando uma pesquisa-intervenção que tem como objetivo dar visibilidade às vivências e sentimentos relacionados ao trabalho no contexto da pandemia do novo coronavírus. Estão à frente do projeto os professores Carmem Regina Giongo (Universidade Feevale), Karine Vanessa Perez (Universidade de Santa Cruz do Sul – Unisc) e Bruno Chapadeiro (Universidade Federal de São Paulo – Unifesp).

A pesquisa é voltada às pessoas maiores de 18 anos que estejam desempregadas ou trabalhando durante a pandemia, seja em trabalhos presenciais ou remotos. O grupo está aceitando a participação das pessoas que queiram contribuir com os estudos. Para isso, os voluntários devem responder a um questionário no link.

As pessoas ainda podem relatar suas vivências e sentimentos durante a pandemia do coronavírus. Os áudios, textos ou fotografias podem ser enviados aos pesquisadores pelo e-mail projethoscovid@gmail.com ou WhatsApp (51) 98138-1752. O encaminhamento dessas informações está condicionado, no entanto, ao preenchimento do formulário, que também está disponível no perfil da pesquisa no Instagram: @projethoscovid19. A identidade dos participantes não será revelada e os resultados da pesquisa poderão ser publicados em livros, mídias sociais, revistas científicas e congressos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 542 Visualizações
Saúde

Feevale acelera análise de pesquisas relacionadas à Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 18/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Comitê de Ética e Pesquisa (CEP) da Universidade Feevale tem trabalhado para acelerar a análise de pesquisas sobre o coronavírus. Uma força-tarefa foi criada para que os trabalhos relacionados à Covid-19 estejam aprovados em até uma semana. Durante a pandemia, as reuniões do CEP, que são mensais, passaram a acontecer virtualmente. Mesmo a distância, os encontros mantêm os cuidados éticos, o sigilo e a confidencialidade das informações, como sugere a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), do Conselho Nacional de Saúde (CNS) do Ministério da Saúde.

Conforme a coordenadora do CEP, Ranieli Gehlen Zapelini, as pesquisas relacionadas ao tema ganharam fluxo mais rápido devido ao seu caráter de emergência, o que fez o comitê realizar reuniões extraordinárias. “Estamos com uma força-tarefa para agilizar esse processo. Um projeto de pesquisa normal demora até 30 dias para a emissão do parecer; já para as pesquisas relacionadas à Covid-19 temos o prazo máximo de sete dias”, afirma. “Até o momento, aprovamos cinco projetos de pesquisa referente à Covid-19, os quais, na sua maioria, envolvem pesquisadores da Feevale em alguma etapa dos estudos”, complementa.

Ainda segundo Ranieli, os critérios analisados são específicos, dependendo do estudo, do delineamento do estudo (ensaio clínico e estudo de caso, entre outros) e do grau de risco dos participantes envolvidos (se o risco é baixo, médio ou alto). “De forma geral, verificamos os princípios éticos, de autonomia, beneficência, não maleficência e justiça, respeitando sempre a autonomia do participante da pesquisa, privacidade e confidencialidade das informações coletadas”, destaca.

Nas reuniões, o CEP emite as propostas, pareceres de aprovada, não aprovada, pendente (que necessita de correções ou mais esclarecimentos), suspensa ou retirada. Diferente de um projeto de pesquisa normal, que possui um membro relator e um membro revisor, que estudam e apresentam o projeto nos encontros do CEP, nas pesquisas do coronavírus são cinco membros relatores e um revisor para cada proposta que é apresentada e discutida.

Entre os participantes da comissão está a docente Andreia Henzel, responsável técnica pelo IBEx Feevale – Inovação em Biotério de Experimentação – e coordenadora da Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA). Para ela, as descobertas da ciência, paralelo ao progresso das pesquisas científicas, no âmbito terapêutico, vacinal, estudos pré-clínicos, epidemiológicos e testes de diagnósticos, têm sido fundamentais para o enfrentamento da pandemia. “Para que a pesquisa avance sem comprometer questões de vulnerabilidade social, cultural, religiosa e moral da sociedade, os aspectos éticos relacionados ao cenário atual são fundamentalmente necessários no julgamento.  Dessa forma, as comissões de ética, como o CEP da Feevale, têm contribuído para que a pesquisa progrida no campo social, humanitário e científico, sem neglicenciar o viés ético”, enfatiza.

Sobre o CEP Feevale

O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade Feevale é um colegiado interdisciplinar e independente, composto por representantes dos Institutos Acadêmicos, Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), Reitoria, Pró-reitorias e comunidade. É vinculado nacionalmente à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e tem por objetivo pronunciar-se, em relação aos aspectos éticos, sobre os trabalhos de pesquisa da Universidade Feevale e de instituições indicadas pela Conep, encaminhados ao CEP, e que envolvam seres humanos. Visa, com isso, criar uma política concreta sobre as investigações propostas na Instituição.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2020 0 Comentários 437 Visualizações
feevale
Variedades

Inscrições para mestrados e doutorado com bolsas de até 75% são prorrogadas

Por Gabrielle Pacheco 16/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão (Proppex) da Universidade Feevale prorrogou as inscrições para cursos de pós-graduação stricto sensu – doutorado e mestrados – com ingresso para o 2020/02 As inscrições podem ser feitas até esta quinta-feira, 18 de junho, pelo site, selecionando a página de cada curso.

A fim de apoiar a pesquisa, a Instituição disponibiliza diversas modalidades de bolsas para os ingressantes, entre as quais, o auxílio de 75% para o desenvolvimento de projetos voltados à resolução de problemas decorrentes da Covid-19. Outras possibilidades são bolsas de 60% para servidores públicos que atuem na educação básica da rede pública de ensino, além de bolsas Feevale que variam de 40% a 70% para projetos de forma geral.

Poderão solicitar a concessão de incentivo financeiro os candidatos classificados, em primeira e segunda chamada, no processo seletivo em aberto dos cursos de mestrado e doutorado. Para o Mestrado Acadêmico em Virologia, poderão concorrer os candidatos aprovados pela Comissão de Coordenação do Curso no processo seletivo em fluxo contínuo, mesmo que ainda não matriculados (desde que a aprovação no processo seletivo tenha ocorrido há, no máximo, 60 dias).

O pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Feevale, João Sganderla Figueiredo, lembra que um dos objetivos do incentivo financeiro para a realização das pesquisas é o cumprimento das metas do Plano Nacional de Pós-graduação (PNPG), estabelecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). “A Universidade está sempre atenta à formação de recursos humanos e apoia a entrada de mestrandos e doutorandos com diferentes modalidades de bolsas, com destaque aos projetos que tenham uma atenção especial ao desenvolvimento de pesquisas voltadas à Covid-19, uma necessidade tão urgente”, afirma.

Todos os cursos com inscrições abertas têm possibilidades de todas as bolsas (exceto o doutorado em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais, para o qual não está disponível a bolsa Covid-19).

Bolsa Prosuc/Capes

Outra possibilidade é a bolsa externa Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições Comunitárias de Educação Superior- Prosuc/Capes, que concederá bolsa de pós-graduação e mensalidade de auxílio para custeio de taxas escolares, com distribuição ainda a ser definida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O benefício é destinado aos cursos de mestrado em Processos e Manifestações Culturais, em Qualidade Ambiental e em Toxicologia e Análises Toxicológicas.

Mais informações

Secretaria de Pós-graduação Stricto Sensu
Telefone: (51) 3586-8800, ramal 8874 ou 8654
E-mail: [email protected]
Site: www.feevale.br/stricto
Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira, das 8h30min às 12h e das 13h15min às 19h

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2020 0 Comentários 669 Visualizações
Variedades

Pesquisadores fazem estudos na área da saúde do trabalhador

Por Gabrielle Pacheco 12/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisadores da área da saúde do trabalhador estão realizando uma pesquisa-intervenção que tem como objetivo dar visibilidade às vivências e sentimentos relacionados ao trabalho no contexto da pandemia do novo coronavírus. Estão à frente do projeto os professores Carmem Regina Giongo (Universidade Feevale), Karine Vanessa Perez (Universidade de Santa Cruz do Sul – Unisc) e Bruno Chapadeiro (Universidade Federal de São Paulo – Unifesp).

A pesquisa é voltada às pessoas maiores de 18 anos que estejam desempregadas ou trabalhando durante a pandemia, seja em trabalhos presenciais ou remotos. O grupo está aceitando a participação das pessoas que queiram contribuir com os estudos. Para isso, os voluntários devem responder a um questionário neste link.

As pessoas ainda podem relatar suas vivências e sentimentos durante a pandemia do coronavírus. Os áudios, textos ou fotografias podem ser enviados aos pesquisadores pelo e-mail [email protected] ou WhatsApp (51) 98138-1752.

O encaminhamento dessas informações está condicionado, no entanto, ao preenchimento do formulário, que também está disponível no perfil da pesquisa no Instagram: @projethoscovid19. A identidade dos participantes não será revelada e os resultados da pesquisa poderão ser publicados em livros, mídias sociais, revistas científicas e congressos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/06/2020 0 Comentários 550 Visualizações
Movimento
Business

Indústria calçadista deve recuar a patamares de 16 anos atrás, aponta relatório da Abicalçados

Por Gabrielle Pacheco 08/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) lançou, no início de junho, o já tradicional Relatório Setorial da Indústria de Calçado do Brasil. Com dados completos e detalhados do setor calçadista nacional e internacional, a publicação é desenvolvida pela entidade desde 2016.

A coordenadora da unidade de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, explica que a publicação tem o objetivo de auxiliar o setor na tomada de decisões, pois além de um compilado de dados nacionais e internacionais acerca da atividade, traz projeções e análises para curto e médio prazos. “O ano de 2020 está sendo atípico para o setor calçadista. Com a pandemia do novo coronavírus, saímos de uma projeção de crescimento, no início do ano, para uma de queda brusca, de até 30% na produção de calçados. Voltaremos aos patamares de 16 anos atrás”, explica.

Além das projeções para 2020, que apontam para queda no consumo doméstico de calçados na faixa de 29% e de até 30% nas exportações, o Relatório traz dados de 2019 e comparativos com os anos anteriores. Confirmando o Brasil como 4º maior produtor mundial do setor, com 908 milhões de pares de calçados produzidos em 2019 (incremento de 0,4% ante 2018), o Relatório aponta um perda no mercado internacional, especialmente frente aos concorrentes asiáticos. Em 2019, foram embarcados ao exterior 115 milhões de pares, que geraram US$ 972 milhões, incremento de 1,5% em pares e queda de 0,4% em dólares na relação com 2018. “A estabilidade ante 2018 só ocorreu em função do incremento dos embarques para os Estados Unidos (11% em pares), externalidade positiva da Guerra Comercial instalada entre aquele país e a China e que fez com que os importadores norte-americanos buscassem fornecedores alternativos ao país asiático como forma de fugir das altas tarifas. Ainda assim, a participação brasileira no mercado é baixa, inferior a 1% do total importado pelos Estados Unidos”, explica Priscila, ressaltando que o Brasil perdeu mercados importantes, especialmente na América do Sul, ao longo do ano passado. Já com a queda nas exportações projetada para 2020, o Brasil deve voltar aos patamares do início da década de 1980, com cerca de 80 milhões de pares exportados.

O ano de 2019 também marcou uma redução no nível de emprego. Conforme dados do Relatório, elaborados pela Abicalçados, ao longo do de 2019 foram perdidos 3,7 mil postos, fechando o ano passado com 269,4 mil postos de trabalho diretos na atividade. “Para 2020, em função da queda expressiva na produção, o setor deve ter outro revés importante, perdendo até 57 mil postos e fechando o ano com pouco mais de 210 mil postos”, projeta Priscila.

Metodologia

O Relatório Setorial da Indústria de Calçado do Brasil possui periodicidade anual, sendo que os dados apresentados foram coletados de fontes oficiais ou estimados com base nelas, em cruzamento com informações obtidas por meio da “Pesquisa de Produção – Abicalçados”, realizada com uma amostragem de empresas que respondem por 70% da produção total do setor.

Além dos dados detalhados em mais de 50 páginas, o Relatório traz uma lista de oportunidades de mercado, índices de competitividade dos principais concorrentes do Brasil no mercado internacional e uma análise do doutor em Economia Marcos Lélis, especialista na cadeia coureiro-calçadista.

Alguns dados apresentados

Produção de calçados no Brasil: 908 milhões de pares (+0,4% ante 2018)

Consumo aparente (doméstico): 821 milhões de pares (+0,4% ante 2018)

Exportações: 115 milhões de pares (+1,5% ante 2018)

Empregos diretos: 269,4 mil postos (-1,3% ante 2018)

Empresas no setor (2018): 6,1 mil (-7,2% ante 2017)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2020 0 Comentários 648 Visualizações
Variedades

Novo normal: 98% dos colaboradores da TIM querem manter a rotina de home office após pandemia

Por Gabrielle Pacheco 08/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Aumento de produtividade e engajamento, melhora na qualidade das interações de trabalho, treinamentos e comunicação eficazes são alguns destaques positivos da experiência dos colaboradores da TIM com o home office. Recente pesquisa realizada pela operadora sobre esse modelo de trabalho – adotado amplamente no mundo durante a pandemia de Covid-19 – mostra que 98% dos funcionários querem atuar de casa pelo menos uma vez por semana, mesmo em um cenário de normalidade; 90% adotariam a modalidade duas vezes por semana ou mais.

“Os indicadores reforçam a inovação e a agilidade presentes em nossa cultura organizacional e ressaltam que há uma oportunidade em relação ao smart working, algo que as empresas já estão avaliando no mundo pós-pandemia. A rotina flexível e digital da TIM nos permitiu implementar o home office em todo o Brasil com grande engajamento e espírito de coletividade, mesmo em um cenário desconhecido para todos. Seguiremos com o suporte necessário para que os colaboradores continuem no desafio de conciliar as atividades remotas com a rotina das famílias no isolamento social”, explica Maria Antonietta Russo, VP de Recursos Humanos da TIM Brasil.

O estudo revela uma melhora significativa na execução das atividades, fluxo de trabalho e planejamento das tarefas. Mesmo com o distanciamento social, as interações com a equipe direta são consideradas boas ou ótimas por 78%, assim como a disponibilidade da liderança imediata (90%). Qualidade de vida é destaque, com o fim das horas perdidas em engarrafamentos, economia, mais segurança, proximidade com a família e possibilidade de inserir outras atividades na rotina.

A visão dos líderes também é positiva: 96% dos gerentes e diretores afirmam que o engajamento de seus times se manteve, melhorou ou melhorou muito. As ferramentas de trabalho têm avaliação positiva e o suporte oferecido pela TIM para lidarem com esse período por meio de ações de aprendizagem e contato diário com os colaboradores foram reconhecidos como diferenciais: 79% destacam os treinamentos como bons ou ótimos e 93% consideram a comunicação eficaz.

Todos esses indicadores elevados refletem nas entregas: 72% dos colaboradores se sentem tão ou mais produtivos quanto antes. A pandemia, entretanto, faz com que 20% declarem algumas limitações, sendo o maior desafio conciliar trabalho e vida pessoal, incluindo a rotina com crianças. “Era um impacto esperado, mas, aliado aos demais indicadores, demonstra que o home office é uma aposta importante para o futuro, em um ambiente mais saudável, onde a rede de apoio volta a funcionar”, ressalta Maria Antonietta.

O estudo, respondido por mais de 5 mil funcionários, é base para o plano de retomada das atividades presenciais na TIM, que permanecerá 100% em home office até o final de agosto. São cerca de 7,5 mil colaboradores em trabalho remoto desde 20 de março, incluindo os profissionais do call center próprio e das centrais de monitoramento de rede. As equipes de campo atuam na manutenção da infraestrutura da empresa apoiadas por um rigoroso plano de contingência e mitigação de riscos. Em paralelo, a companhia iniciou o plano de reabertura gradual das lojas próprias em regiões que não possuem restrições governamentais, seguindo todas as orientações oficiais de prevenção a Covid-19. A TIM monitora a evolução do contágio e do contexto externo para avaliar os próximos passos, priorizando sempre a saúde e o bem-estar dos funcionários e dos clientes.

Sobre a TIM

A TIM segue com sua missão de conectar e cuidar de cada um para que todos possam fazer mais. Para isso, atua focada nos pilares estratégicos de oferta, infraestrutura, eficiência e experiência do cliente, com base em uma cultura interna de accountability e na mudança de processos e plataformas que permitam a transformação digital. A empresa é desde 2015 líder em cobertura 4G no País e referência nas tendências do mercado, em linha com a assinatura da marca: “A inovação não para”.

A companhia é a única do setor de telecomunicações a integrar o Novo Mercado da B3, reconhecido como nível máximo de governança corporativa, além de estar há 12 anos seguidos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE): é a operadora por mais períodos consecutivos nesta carteira. Também é primeira empresa de telefonia reconhecida pela Controladoria-Geral da União (CGU) com o selo Pró-Ética, iniciativa que existe com o objetivo de promover um ambiente corporativo mais íntegro, ético e transparente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2020 0 Comentários 578 Visualizações
Movimento
Business

Indústria calçadista atinge a marca de 35 mil demissões durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 04/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A indústria calçadista brasileira, desde o agravamento da pandemia do novo coronavírus, já perdeu mais de 35 mil postos de trabalho, o que corresponde a 13% da força de trabalho do setor (de 269 mil postos registrados em dezembro de 2019). A triste estatística está no levantamento realizado semanalmente pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) com empresas e sindicatos industriais dos principais polos calçadistas do País. Das demissões, a maior parte ocorreu em São Paulo (10.637), Rio Grande do Sul (10.293), Minas Gerais (5.177), Bahia (4.806) e Ceará (1.623).

Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, pesa para o dado negativo a queda na produção de calçados, que, conforme o IBGE, foi de 74,5% em abril no comparativo com igual mês do ano passado. No quadrimestre, a produção já acumulou uma queda de 27,6%. “Não temos demanda, não temos novos pedidos. Agora, com o varejo reabrindo, mesmo que com restrições, em alguns centros, temos expectativa de que a roda comece a girar novamente. De toda forma, não será uma recuperação imediata, pois muitos lojistas estão com estoques”, comenta o executivo, ressaltando que mais de 85% da produção total de calçados fica no mercado doméstico. “Ano passado, a produção chegou a 908 milhões de pares. Em 2020, essa produção deve despencar 30%, com reflexo direto no emprego”, lamenta Ferreira. A Abicalçados estima que, em 2020, o setor possa perder até 57 mil postos de trabalho.

Exportações

O consumo doméstico não é o único propulsor do grave quadro de demissões do setor calçadista. Conforme dados elaborados pela Abicalçados, em abril 4,84 milhões de pares de calçados foram exportados, 40% menos do que no mesmo mês do ano passado. No quadrimestre, as exportações somaram uma queda de 14,4% ante período correspondente de 2019, chegando a 36,87 milhões de pares. “O mundo ainda está muito fechado, serviços logísticos estão prejudicados. O mercado externo vai levar um tempo para estabilizar novamente. Para 2020, acreditamos em uma queda de até 30,6% no volume de pares embarcadas ao exterior”, avalia Ferreira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2020 0 Comentários 550 Visualizações
Variedades

Pesquisa com University of California desenvolverá espaço criativo de aprendizagem para crianças e jovens

Por Gabrielle Pacheco 03/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Durante seis meses, entre dezembro de 2019 e maio deste ano, a professora da Universidade Feevale, Débora Barbosa, esteve na University of California Irvine (UCI), nos Estados Unidos, para o seu pós-doutorado. Ela trabalhou como pesquisadora visitante no California Institute for Telecommunications and Information Technology (Calit2), sob orientação do professor G.P. Li, diretor do centro. O instituto, que contém os laboratórios de ponta da UCI e sua estrutura de inovação, tem o objetivo de transformar as pesquisas aplicadas na universidade em produtos e serviços para comunidade.

A pesquisa da professora Débora, que tem continuidade na Feevale, poderá ser aplicada em um projeto entre as duas universidades. O estudo, na Califórnia, envolveu o uso de recursos digitais em espaços criativos de aprendizagem, como uso de Scratch, AppInventor e jogos digitais como recursos digitais em projetos de aprendizagem voltados ao desenvolvimento do pensamento computacional. “A partir da pesquisa com a qual me envolvi na UCI, verifiquei a possibilidade de fazermos um trabalho em conjunto, no contexto dos trabalhos que desenvolvemos, tanto na pesquisa como no projeto social do qual participo, o Ensinando Lógica com as Tecnologias da Informação e da Comunicação”, afirma.

Débora percebeu que, na Feevale, seu grupo de pesquisa e o projeto social já estavam desenvolvendo vários dos elementos que vivenciou na UCI. Durante o pós-doutorado, a pesquisadora trabalhou com a professora Kylie Peppler, coordenadora do Criativity Lab, sediado no Calit2, o qual desenvolve o projeto Makerspace.

“O projeto Makerspace tem como foco o desenvolvimento de projetos voltados para crianças e adolescentes – tanto no ambiente escolar como fora dele. Esses projetos envolvem o desenvolvimento STEAM (Science, Technology, Engineering, Art e Math) dentro do conceito de espaços maker e criativos de aprendizagem”, explica Debora. O objetivo é fomentar a formação maker e criativa das crianças e jovens, preparando-os para os novos desafios mundiais que requerem profissionais voltados a processos inovativos e criativos, e com formação sólida nos conceitos STEAM.

Um dos grandes problemas identificados na Califórnia, onde está a UCI, é a falta de mão de obra qualificada para indústrias e empresas de alta tecnologia, e trabalhos nesses laboratórios são voltados para isso. “Assim, com a parceria da professora Kylie Peppler e do professor G.P. Li, passei a projetar, envolvendo pesquisa e extensão, uma proposta de Makerspace para a Universidade”, afirma a pesquisadora. A proposta será atuar, a partir do projeto de extensão, com as metodologias e práticas desenvolvidas na UCI. “O objetivo é trocarmos experiências e fomentarmos a formação de profissionais para atuarem tanto na nossa região como nos diversos campos de trabalhos na Califórnia”, garante Débora.

Inicialmente, o projeto será aplicado no contexto do projeto social Ensinando lógica com as Tecnologias da Informação e Comunicação, que tem o intuito de melhorar o estudo das ciências exatas (física, química, matemática e lógica) para alunos e professores do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental. “Para mim, está sendo bastante desafiador este trabalho, principalmente por estar ligado a uma universidade tão renomada como a University of California, e, também, por ter trabalhado em um instituto em que a principal preocupação é a transformação das pesquisas da universidade em soluções para a comunidade, foco esse essencial no momento que estamos vivendo”, completa Débora.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2020 0 Comentários 488 Visualizações
Business

Crise tem maior impacto em negócios liderados por empreendedores mais velhos

Por Gabrielle Pacheco 02/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em meio à crise ocasionada pela pandemia do coronavírus, o empreendedor com mais idade foi o mais afetado entre os donos de pequenos negócios no Brasil. Pesquisa realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ouviu 10.384 empresários do setor, entre 30 de abril e 5 de maio, e mostrou que entre os entrevistados com 56 anos ou mais, 51% fecharam seus negócios temporariamente, enquanto 45% dos empresários de até 35 anos optaram pela mudança de rumos do segmento em que atuam. A amostragem também identificou que em todas as faixas etárias houve queda do faturamento devido às medidas de isolamento social.

De acordo com a pesquisa “O impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios”, os empreendedores sêniores, com 56 anos ou mais, amargaram mais prejuízos, uma vez que para 46% deles seus negócios funcionavam somente com a presença do empresário. Por outro lado, 35% dos empreendedores com até 35 anos passaram a utilizar ferramentas digitais, tendência que se estendeu em diversos setores nos pequenos negócios, principalmente nesse período da crise. Em todas as faixas etárias houve significativa diminuição do faturamento, com queda maior entre os mais velhos, chegando a 71% de perda, onde houve queda. Onde houve acréscimo de receita, os negócios dirigidos pelo público mais jovem chegaram a alcançar 40% de aumento em relação a uma semana normal.

A internet tem sido o caminho percorrido pelos empresários jovens para manter o negócio ativo. A pesquisa mostrou que esse perfil optou pelas vendas online, principalmente pelas redes sociais. Na contramão, mesmo tendo adotado menos medidas nesse sentido, os empreendedores das faixas de 36 a 55 anos e de 56 anos ou mais empregaram 3,7 pessoas em média, enquanto os negócios liderados por gestores com até 35 anos mantiveram 3,3 empregados. Ainda em relação aos funcionários, os mais jovens foram os que mais utilizaram a medida do governo de redução de jornada e salário, chegando a 20% do total de entrevistados desta faixa etária.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, reforça a importância do levantamento, uma vez que a instituição, o governo e as entidades setoriais podem atuar diretamente nos gargalos apontados, sobretudo relacionados aos perfis selecionados. “A cada novo estudo direcionamos melhor os esforços do Sebrae para apoiar todos os pequenos negócios do país”. Melles ainda elogia o otimismo dos jovens empreendedores, uma vez que, questionados sobre quanto tempo deve demorar para a economia voltar ao normal, as respostas foram de 10 e 11 meses, considerando gestores de até 35 anos e as faixas etárias de 36 anos em diante, respetivamente. 

Perfil dos entrevistados

O público com até 35 anos é composto majoritariamente por Microempreendedores Individuais (MEI) com maior participação do total de entrevistados nas áreas de comércio e serviços, conforme identificou a amostragem do Sebrae. Em relação ao gênero, 53% do empresariado mais jovem é composto por mulheres. Considerando o grau de instrução dos entrevistados, entre os empreendedores mais velhos está a maior proporção de pessoas com baixa escolaridade: 18% tem ensino médio incompleto ou menos. No entanto, nessa faixa etária é quando os empreendedores mais arrecadam. Os mais novos faturam R$ 23,3 mil e os empresários com 56 anos ou mais chegam aos R$ 32,6 mil.

Acesso ao crédito

Considerando os perfis entrevistados na pesquisa do Sebrae e FGV, o público mais velho, dos 56 anos em diante, é o que mais costuma buscar empréstimos (63% do total) e também os que mais conseguem acesso ao crédito (49%). Enquanto os jovens se recusam a procurar crédito, até por terem mais dificuldade pela falta de garantia e avalista. Empréstimos sem juros seria a medida mais demandada ao governo, em todas as faixas etárias. De acordo com outro levantamento do Sebrae, atualizado em 22 de maio, 149 linhas de crédito estavam disponíveis para as micro e pequenas empresas em instituições bancárias, privadas e em cooperativas em todo o país.

Principais resultados

– Entre os donos de pequenos negócios mais velhos, há uma proporção mais alta dos que fecharam temporariamente (51%);

– Entre os mais novos, há uma proporção mais alta dos que mudaram mais o funcionamento (45%);

– Os mais velhos tiveram mais negócios que não conseguem funcionar, pois só funcionam presencialmente (46%);

– Os mais novos passaram a utilizar mais ferramentas digitais (35%);

– Todas as faixas etárias tiveram diminuição de faturamento, mas a queda foi maior entre os mais velhos. Onde houve queda, a queda foi de -71%, nesse grupo dos mais velhos;

– Onde houve aumento de faturamento, foi maior entre os mais novos (+40%);

– Os mais novos têm 3,3 empregados, em média. Os mais velhos 3,7, em média;

– Os mais velhos conhecem mais a medida governamental de redução de jornada e salários. Mas foram os mais novos que mais utilizaram a redução de jornada e salário;

– Em geral, os mais velhos são os que mais costumam buscar e mais conseguem empréstimo bancário;

– Os mais novos precisam 21% a menos para manter o negócio sem fechar (R$11,6 mil contra R$ 14,6 mil entre os com 56 anos ou +);

– Entre os mais jovens, há maior proporção de mulheres (53%);

– Entre os mais velhos é alta a proporção de pessoas com baixa escolaridade (18% têm ensino médio incompleto ou menos);

– Os empreendedores mais novos têm negócios com 4,6 anos, em média. Os mais velhos 9,8 anos, em média;

– Os mais novos faturam R$ 23,3 mil, em média. Os mais velhos faturam R$ 32,6 mil em média.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2020 0 Comentários 794 Visualizações
Variedades

Pesquisa realizada pela DMCard aponta que 69% dos consumidores tiveram perda de renda devido à pandemia

Por Gabrielle Pacheco 01/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Entre os dias 5 e 12 de maio, a área de Experiência do Cliente da DMCard aplicou mais de 15 mil entrevistas online para uma pesquisa sobre o comportamento do consumidor com suas finanças durante a pandemia. O estudo apontou que 69% das pessoas tiveram algum tipo de perda financeira desde o início da quarentena e 62% acreditam que ainda vão enfrentar algum problema que as obrigará a atrasar o pagamento de suas contas.

“Nossa amostra é composta por pessoas que são portadoras de cartão de crédito e nos permite uma representatividade muito fiel de como anda o bolso desse consumidor economicamente ativo, se ele sofreu perdas e como o bolo está sendo repartido para o consumo e pagamento das dívidas mais comuns no dia-a-dia da população”, explica Sandra Castello, Diretora de Marketing e Pessoas da DMCard.

Os entrevistados foram questionados sobre quais as dívidas que dariam prioridade em caso de não terem dinheiro suficiente para pagamento em dia de todas elas, sendo que, nesta questão, puderam citar mais de uma resposta. As contas de consumo como água, luz, telefone e internet ficaram em primeiro lugar, com 31% de percentual de lembrança.

Em segundo lugar na prioridade do consumidor está o cartão de crédito do supermercado, o private label, (29%) e, só então, o cartão de crédito tradicional (20%). Essa ordem de prioridade aponta para um consumidor que está preocupado em manter seu poder de compra, principalmente do que é essencial, em manter a comida na mesa. O cartão tradicional também pode ser utilizado no supermercado, contudo, além de não ser acessível a todos, este ainda é compreendido com um formato que pode ser utilizado para gastos supérfluos, por impulso, como explica Sandra.

“Além dessa percepção da importância e peso no orçamento entre os cartões de loja e o tradicional, há outro fenômeno importante de se observar, principalmente nas classes mais baixas, que é a atual dificuldade de se conseguir crédito na rede bancária. Não se trata apenas de uma escolha, muita gente não consegue ter um cartão de crédito tradicional. Com o atual cenário econômico a rede bancária acaba reduzindo sua aprovação e esse consumidor, muitas vezes ainda desbancarizado, acaba migrando para os cartões de loja”.

Na sequência das dívidas que não seriam tão priorizadas, foram citadas os financiamentos (11%) e a assistência médica (9%). A diretora também explica como o reflexo do não pagamento de alguma dessas contas na rotina também interfere na decisão. “Com estes resultados, conseguimos identificar uma linha clara de comportamento. O consumidor prefere pagar primeiro as contas que podem ocasionar a interrupção de algum serviço que lhe faria muita falta no seu dia-a-dia. Em segundo lugar, vêm as dívidas que podem tirar deles o poder de compra, em um momento em que ter crédito é muito importante em caso de emergências”.

Além do desemprego, contratos foram interrompidos e ganhos reduzidos

Apenas 26% dos entrevistados afirmaram estar empregados formalmente, com registro em carteira profissional, e sem nenhum tipo de redução em seus ganhos, enquanto outros 15% tiveram redução de carga horária e, consequentemente, em seus rendimentos.

Em contrapartida, 12% foram totalmente afastados do trabalho ou tiveram seus contratos interrompidos, e 15% já entraram na pandemia desempregados. Os entrevistados aposentados são 10% dos respondentes e 21% são profissionais autônomos.

49% pediram o auxílio emergencial, no entanto apenas 15% já recebeu

O auxílio emergencial de R$ 600 oferecido pelo governo foi buscado por 49% dos entrevistados. Considerando apenas esse grupo, 31% deles já recebeu a primeira parcela. Um grupo composto por 33% não foram aprovados, outros 19% foram aprovados mas ainda não receberam e 17% ainda estão aguardando resposta.

Dentre os 51% que não entraram com o pedido, apenas 1% ainda tem a intenção de solicitar o auxílio. “A demora e problemas no pagamento dessa ajuda do governo tem reflexo direto no comportamento financeiro, principalmente no pagamento de dívidas e nas classes mais baixas, nas quais a prioridade é sempre o consumo alimentar”, destaca Sandra.

Consumidor mais dependente do crédito para abastecer a despensa

O estudo também avaliou o uso do cartão de loja do supermercado pelos consumidores, principal área de atuação da DMCard, realizadora do estudo, e 41% dos entrevistados afirmaram que um limite maior disponível em seu cartão private label os ajudaria neste momento de pandemia.

E, em caso de atraso no pagamento especificamente da fatura desse cartão e posterior acordo, 45% prefere um desconto e pagar tudo de uma vez, 32% preferem um parcelamento da dívida e para 23% basta apenas um prazo maior para pagamento.

A primeira pergunta de toda a pesquisa era se as pessoas estavam bem de forma geral, sendo que 92% responderam positivamente. Também 92% responderam que, de alguma forma, respeitam o isolamento e 35% já conhecem alguém que foi contaminado pelo novo coronavírus.

“É importante entender o comportamento financeiro dessa população economicamente ativa pois, é somente ouvindo o que pensam que podemos entender suas reais necessidades e motivações e, assim, encontrar meios que possam ser viáveis para a sustentabilidade econômica das famílias, das empresas e do nosso país”, conclui a Diretora de Marketing e Pessoas da DMCard.

Sobre o Grupo DMCard

A DMCard é uma administradora de cartões private label que nasceu em 2002, em São José dos Campos, interior de são Paulo. A empresa viabiliza a redes de supermercados a possibilidade de oferecerem aos seus consumidores um cartão de crédito de marca própria que, além de aumentar as vendas, fideliza seus clientes. Além da própria, o grupo conta também com a processadora de cartões Infocards e a financeira Finansinos S/A.

Denis César Correia, CEO do Grupo, explica o sucesso e os diferenciais da DMCard: “Somos uma empresa especialista em varejo, por isso podemos atender às necessidades específicas do segmento”.

A DMCard nasceu de uma pequena operação de cartões de fidelidade de uma rede varejista. Hoje, possui uma completa e integrada estrutura de administração e processamento de operações, e atua em diversas regiões do Brasil. A empresa já ultrapassou a marca de 3 milhões de cartões emitidos para mais de 360 redes e 2.300 lojas, incluindo Sonda, Cobal, Spani, Semar, Royal, Unissul, Unidasul, Docelar, Joanin, Ricoy, Imec, BH, Koch, Paulistão, Extrabom e Althof.

Além do crédito, a DMCard ainda oferece uma poderosa ferramenta de CRM que coleta informações sobre o hábito de compra dos consumidores, permitindo, assim, a criação de campanhas personalizadas e relevantes para os diferentes perfis de clientes existentes. 

Com nota alta em qualidade de serviço, a DMCard é uma das únicas empresas de cartões que possui o selo RA1000, garantindo o compromisso da marca em oferecer o melhor atendimento para seus parceiros e clientes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2020 0 Comentários 489 Visualizações
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