Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Marca com origem em Novo Hamburgo é a maior rede...
Porto Alegre recebe Semana do Centro Histórico, com programação cultural...
Dia dos Namorados: restaurantes de Novo Hamburgo apostam em menus...
Especialista orienta noivas sobre cuidados estéticos antes do casamento
Fórum de Vitivinicultura encerra com debate sobre precisão e avaliação...
Construarte 2026 supera expectativas e movimenta mais de R$ 52...
Salton reúne 400 pessoas no Ciclos & Vinhas e apresenta...
Nova fase da NR-1 amplia exigências sobre riscos psicossociais nas...
Evento reúne noivos e fornecedores de casamentos sustentáveis
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

pesquisa

industrial
Business

Produção industrial gaúcha começa o último trimestre em ritmo intenso

Por Gabrielle Pacheco 27/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Sondagem Industrial RS de outubro, divulgada nessa quinta-feira (26) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), mostra a atividade no setor ainda muito aquecida, com elevação da produção e na geração de emprego, além de baixos níveis de ociosidade e de estoques. Dessa forma, as expectativas dos empresários permanecem positivas, aumentando a disposição em investir. “A necessidade de repor estoques é um fator positivo para a produção industrial, que tem crescido de forma constante nos últimos meses”, acrescenta o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

Conforme a pesquisa, os índices variam de zero a cem pontos e permanecem positivos no levantamento de outubro. Além disso, a produção industrial gaúcha cresceu pelo quinto mês consecutivo, alcançando 61,2 pontos, enquanto o emprego subiu pela quarta vez, com 57,8 pontos. Assim, os índices indicam uma elevação expressiva e são superiores às médias históricas do mês (de 54,1 e 49,4 pontos, respectivamente), mostrando um desempenho superior ao sugerido pela sazonalidade.

A aceleração da atividade industrial em outubro se confirma também pela UCI, que aumentou de 74%, em setembro, para 77%, somando 4,5 pontos percentuais acima da média histórica do mês. Com a sexta alta seguida, o grau médio da UCI não apenas superou o anterior ao da pandemia como é o maior desde agosto de 2011 (78%). Além disso, o índice de UCI em relação ao usual, que utiliza o critério de pontos, também cresceu pelo sexto mês, alcançando 55,2, o maior valor desde março de 2010 (56,1 pontos). Nesse caso, valores superiores a 50 indicam que os empresários consideram a UCI acima do normal para o mês.

Mesmo com o forte aumento da produção, os estoques de produtos finais continuaram caindo e em níveis abaixo do esperado pelas empresas em outubro. No mês, o índice de evolução atingiu 44,6 pontos e o índice de estoques em relação ao planejado, 42,9 pontos. Abaixo dos 50 pontos, indicam queda em relação ao mês anterior e estoques abaixo do planejado pelas empresas. A necessidade de repor esses estoques é um fator positivo para a produção industrial futura.

Expectativas do setor

Com exceção das exportações, cujo índice cresceu 0,6 ponto (para 55,7) ante outubro na pesquisa realizada entre 3 e 12 de novembro, os indicadores de expectativas para os próximos seis meses recuaram na Sondagem Industrial. Entretanto, continuam bem acima dos 50 pontos: a demanda caiu 1,2 ponto (para 62,5), compras de matérias¬primas, 1,3 (para 61,6) e emprego, também 1,3 ponto (para 56).

Por fim, o índice de intenção de investimentos para os próximos seis meses atingiu 60,8 pontos, 2,7 acima de outubro, o que não era tão grande desde março de 2014 (62,4 pontos). A pesquisa foi realizada com 198 empresas sendo 43 pequenas, 58 médias e 97 de grande porte, e está disponível em: https://www.fiergs.org.br/numeros-da-industria/sondagem-industrial.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/11/2020 0 Comentários 758 Visualizações
câncer de próstata
Saúde

Hospital Moinhos seleciona pacientes para pesquisa de imunoterapia contra câncer de próstata

Por Gabrielle Pacheco 25/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Hospital Moinhos de Vento está selecionando pacientes para uma nova pesquisa internacional sobre a imunoterapia — técnica que estimula o organismo a combater células cancerosas. Assim, a instituição recruta pacientes com câncer de próstata para o estudo, que terá a participação de 700 pessoas em 80 centros pelo mundo.

Dessa forma, a pesquisa avaliará se a medicação nivolumabe contribui no tratamento de pacientes com câncer de próstata metastático que estão recebendo quimioterapia. Para isso, a participação nos estudos não terá custo para os pacientes, que contarão com a infraestrutura da instituição durante todo o processo.

Assim, são elegíveis pacientes com câncer de próstata metastático resistente à castração — e que realizarão quimioterapia com docetaxel. “Já temos outra pesquisa com imunoterapia em câncer prostático no Moinhos. Entretanto, esse novo trabalho avaliará se essa combinação de medicamentos beneficia os pacientes”, destaca o oncologista Pedro Isaacsson, coordenador médico de Pesquisa em Oncologia do Hospital Moinhos de Vento.

Atualmente, o câncer de próstata é o mais frequente entre os homens, além de ser a segunda causa de morte masculina por câncer no Brasil. Segundo o INCA, devem ser registrados cerca de 65 mil novos casos do tumor no país em 2020. Os interessados devem entrar em contato com o Instituto de Educação e Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (51) 3314.2965.

Mais pesquisas

Nos próximos meses, o Hospital Moinhos de Vento deve abrir recrutamento para novas pesquisas internacionais. Assim, os estudos avaliarão terapias para tumores de bexiga, próstata, pulmão, cabeça e pescoço, entre outros. “Ao lado do mais avançados centros de saúde do mundo, estamos atuando na descoberta de novas frentes contra a doença, buscando melhores desfechos para os pacientes”, afirma Pedro Isaacsson.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
25/11/2020 0 Comentários 670 Visualizações
Variedades

Gaúchos afirmam ter gastado mais com supermercado nos últimos meses

Por Gabrielle Pacheco 02/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Mobills, startup de gestão de finanças pessoais, realizou um levantamento, entre os dias 2 e 13 de julho, com mais de dois mil usuários da plataforma. O recorte para o RS contou com 129 respondentes. Após três meses de enfrentamento da pandemia no Brasil, 34,9% dos gaúchos ainda estão enfrentando um momento delicado em relação às finanças pessoais – sendo que 3,9% tiveram suas receitas totalmente perdidas e 31% parcialmente reduzidas.

Em relação ao aumento de gastos aos últimos dois meses, 73,64% afirmaram ter gastado mais com o mercado e 43,41% tiveram aumentos nas contas de água, energia e gás.

Quando perguntado quais categorias os respondentes da pesquisa do Rio Grande do Sul diminuíram os gastos nos últimos dois meses se destacam as respostas para: Lazer (58,14%), Viagem (51,94%), Restaurante (50,39%), Vestuário (48,84%) e Transporte (45,74%).

Em relação às compras online, 41,1% dos gaúchos afirmaram que compraram mais pela internet, enquanto 29,5% mantiveram os gastos. Os outros 29,5% respondentes reduziram essa despesas.

Quando perguntado sobre em quais categorias os respondentes compraram online nos últimos dois meses se destacam: Supermercado (24,81%), Livros (23,26%), Eletroeletrônicos (20,16%), Games para jogar online e/ou videogames (19,38%), Roupas Casuais (16,28%), Eletrodomésticos (16,28%), Material de construção e/ou decoração (13,18%) e Produtos de beleza e autocuidado (10,85%).

Carlos Terceiro, CEO e fundador da Mobills, explica que o aumento de gastos com uma determinada categoria vem justamente para balancear a redução em outros serviço durante a pandemia. “As pessoas gastam mais com supermercado, mas reduzem em Lazer e Viagem. Nesse sentido, o importante é se atentar para que os gastos não ultrapassem os ganhos do mês”.

Em relação às compras online, vemos um aumento de vendas de livros, o que mostra que muitos usaram esse momento para aprendizado. “Já a alta em compras de eletroeletrônicos, roupas casuais e jogos e videogames mostra que os gaúchos estão buscando mais conforto e entretenimento para adaptar a rotina passando a maior parte do tempo em casa”, finaliza Terceiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2020 0 Comentários 724 Visualizações
feevale
Variedades

Universidade Feevale integra pesquisa internacional com objetivo de recuperar metais escassos

Por Gabrielle Pacheco 19/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale foi selecionada na chamada internacional ERA-MIM Joint Call e passa a integrar o Sb-Recmemtec Cofund-Action, um consórcio global que visa desenvolver tecnologias para recuperar resíduos de mineração de cobre. O projeto Desenvolvimento e aplicação de membranas íon seletivas para recuperação de antimônio de resíduos da mineração de cobre será desenvolvido no âmbito do Programa de Pós-graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais e terá a participação, também, de Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Politécnica de Valência, da Espanha, Universidade do Chile e empresa Transducto S.A., do Chile. No Brasil, a pesquisa tem financiamento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

O objetivo principal do estudo é a recuperação de antimônio (Sb) de resíduos e efluentes gerados durante o processamento pirometalúrgico de minerais de sulfureto de cobre e durante o processo hidrometalúrgico de tratamento de minerais mistos de baixo teor de cobre. O antimônio, usado em muitas aplicações e de fundamental importância para novas tecnologias desenvolvidas, é uma das 27 matérias-primas críticas listadas, em 2017, pela Comissão Europeia, sendo que os recursos globais extraíveis desse material devem ser exauridos antes de 2050. Nesse sentido, o projeto avaliará o processo de eletrodiálise reativa (separação por membranas) em diferentes etapas de processamento de cobre para recuperação do antimônio.

O processo a ser desenvolvido está diretamente relacionado ao aumento da eficiência dos recursos por meio da reciclagem de resíduos. “A pesquisa deve contribuir para o desenvolvimento de um abastecimento industrial sustentável e responsável de recursos primários para alimentar a economia circular”, afirma o professor Marco Antonio Siqueira Rodrigues, coordenador do estudo na Feevale e do PPG em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais. Além do potencial econômico, ao recuperar metais valiosos, o projeto tem o intuito de reduzir o impacto ambiental ao minimizar as cargas de contaminantes. A pesquisa seguirá até 2022

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2020 0 Comentários 605 Visualizações
Business

Mais da metade das empresas brasileiras prevê recuperação para o médio-longo prazo

Por Gabrielle Pacheco 18/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisa da Boa Vista, parceira de negócios da CDL Porto Alegre, realizada com empresários, de todo o Brasil, demonstra que a fotografia do cenário atual é de cautela e pouco otimismo. Após três meses do início da crise, 57% das empresas acreditam que vai demorar ainda meio ano ou mais para a recuperação dos negócios. A forte retração das vendas (77%) reflete negativamente no faturamento de 78% das empresas e de 76% no fluxo de caixa. A pesquisa ouviu 1.260 empresários dos setores indústria, comércio e serviços, em todas as regiões do País.

No que se refere ao quadro de funcionários, mesmo com a crise, 59% das empresas informam que não demitiram. Por outro lado, apenas 3% delas contrataram e 38% diminuíram o quadro funcional, principalmente no setor da indústria e nas médias e grandes empresas. As principais ações para diminuição de quadro foram: demissão (50%), suspensão temporária de contrato (26%) e redução da jornada (24%).

O levantamento também constatou que, em média, 45% das empresas estão pagando apenas parte de seus compromissos. Os micro e pequenos empresários são os que mais vêm sofrendo esse impacto, pois o fluxo de caixa dos mesmos é naturalmente menor.

Busca por crédito

Em média, 39% das empresas buscaram por apoio financeiro, inclusive, em mais de uma instituição. Os bancos privados foram os mais procurados (40%), seguidos de instituições públicas (21%) e procura por familiares e amigos (14%).

Perguntados sobre obtenção de crédito, 49% dos empresários já conseguiram ou estão em vias de receber o crédito solicitado. Mesmo assim, quase metade não obteve sucesso nesta busca (51%). Entre os fatores estão o desconhecimento dos programas do governo (24%) e as exigências impostas (23%), aquém das possibilidades principalmente das PMEs.

Para 38% das empresas que adquiriram empréstimo, os recursos serão destinados para alavancar o capital de giro e 37% disseram que o destino será o pagamento de dívidas. Mesmo conseguindo o crédito, para 78% das empresas, o valor concedido será insuficiente para “cobrir” todas os compromissos financeiros.

Metodologia

A Pesquisa ‘Fotografia atual dos negócios, acesso aos programas de apoio aos empresários e perspectivas de recuperação’ foi realizada em junho, com 1.260 empresários, representantes dos setores do Comércio, Indústria e Serviços, de todas as regiões do Brasil. Para a leitura dos resultados considerar cerca de 2 p.p. (pontos percentuais) de margem de erro e 90% de grau de confiança.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2020 0 Comentários 590 Visualizações
Business

Pesquisa indica que 76% dos pequenos negócios já estão funcionando

Por Gabrielle Pacheco 18/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os donos de pequenos negócios, pela primeira vez desde o início da pandemia no país, apresentaram uma melhora no otimismo quanto ao retorno à normalidade da economia. Com a flexibilização do isolamento social em todo o país e o movimento de reabertura dos estabelecimentos em grande parte dos estados, as micro e pequenas empresas começam a dar sinais de reação diante da crise. Esse retrato mais favorável é revelado pela 6ª edição da Pesquisa de Impacto da Pandemia de Coronavírus nos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae, em parceria com a FGV, entre os dias 27 e 30 de julho. No levantamento, 76% dos 6.506 empresários participantes, afirmaram que os negócios voltaram a funcionar, sendo a maioria (63%) de forma diferente da que funcionava antes da crise. A pesquisa também constatou que houve uma melhora no nível de endividamento dos pequenos negócios. Enquanto no final junho, 40% dos empresários possuíam empréstimos ou dívidas em atraso, um mês depois, esse percentual caiu para 36%.

A 6ª pesquisa de impacto colheu dados de forma online de empresários de todos os 26 estados e DF, sendo 57% Microempreendedor Individual (MEI), 38% Microempresa e 5% Empresa de Pequeno Porte. Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, um novo cenário começa se a desenhar com melhores expectativas para os donos de pequenos negócios. “Não temos dúvida da relevância dos pequenos negócios para a retomada econômica do país e da força e capacidade desses empresários. A boa notícia é que já conseguimos enxergar o começo de uma recuperação, mesmo que lenta e variável entre os diferentes segmentos. O importante agora é manter esse ritmo positivo daqui para frente”, destacou.

O levantamento do Sebrae também revelou um expressivo crescimento na proporção de empresas que buscaram empréstimos desde o início da crise. Entre a última semana de março e a última semana de julho, o percentual de pequenos negócios que buscou crédito saltou de 30% para 54%. Entretanto, observa-se que esse aumento na procura não tem sido acompanhado, na mesma velocidade, pela oferta de recursos por parte do sistema financeiro. A pesquisa mostrou que 56% dos empreendedores tiveram seus pedidos de empréstimo negados.

Inovação

Ainda de acordo com a pesquisa, a busca pela inovação e digitalizaçãodas empresas (em especial dos canais de venda), deixou de ser uma tendência e se tornou realidade para 66% dos pequenos negócios. Entre as diferentes plataformas, a versão comercial do Whatsapp é a ferramenta digital mais procurada. 46% dos empresários ouvidos já usavam o aplicativo antes da crise e 12% aderiram a esse sistema após a chegada da pandemia.

Local da empresa faz diferença

O levantamento indica que as empresas situadas em locais com maior risco de aglomerações enfrentam mais dificuldade de voltar a funcionar. É o caso das empresas que estão localizadas dentro de feiras ou shoppings populares (42% ainda estão com o funcionamento interrompido) e aquelas que funcionam em algum tipo veículo, como uber e transporte escolar (38% ainda estão fechados). Nesse sentido, os pequenos negócios que funcionam em lojas de rua apresentam o melhor desempenho (apenas 12% deles continuam fechados).

Confira abaixo outros dados da pesquisa

  •  Houve redução de 84% para 81% na proporção de empresas que afirmam que estão sofrendo uma diminuição no seu faturamento. O volume dessa perda de faturamento também registrou uma pequena redução de -51% para -50%.
  • Entre os segmentos mais afetados pela crise, o Turismo apresentou uma leve melhora nas perdas do faturamento, de -76% para -74%.
  • Outros segmentos que apresentaram melhoras no faturamento: Indústria de Base Tecnológica (de -45% para -35%); Saúde (de -46% para -36%), Moda (de – 56% para -50%), Serviços de Alimentação (de -56% para – 51%), Indústria Alimentícia (de – 40% para – 37%).
  • Entre os segmentos que tiveram piora destacam-se: Pet Shop e Serviços Veterinários (de – 24% para – 37%), Agronegócio (de -37% para – 45%), Energia (de – 49% para – 57%), Artesanato (de – 44% para – 47%) e Logística e Transporte (de – 53% para – 58%).
  • A maioria das empresas (62%) conhecem e já implementaram os protocolos de segurança definidos pelo poder público para o funcionamento da sua atividade.
  • As empresas em locais com maior risco de aglomeração têm mais dificuldade de funcionar. Sendo assim, as empresas que funcionam dentro de feiras ou shopping populares e aquelas que funcionam em algum veículo como Uber e Transporte Escolar, estão sofrendo mais com a pandemia.
  • 41% dos Microempreendedores Individuais (MEI) trabalham em casa e 52% das micro e pequenas empresas funcionam em loja/sala de rua.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2020 0 Comentários 657 Visualizações
Variedades

Pesquisa aponta sobrecarga de trabalho durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 13/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pandemia do novo coronavírus modificou a forma de trabalhar de muitos brasileiros. Para dar visibilidade às vivências e sentimentos relacionados ao trabalho neste período, uma pesquisa-intervenção mapeia o impacto da Covid-19 na rotina dos trabalhadores. Estão à frente do estudo os professores Carmem Regina Giongo (Universidade Feevale), Karine Vanessa Perez (Universidade de Santa Cruz do Sul – Unisc) e Bruno Chapadeiro (Universidade Federal de São Paulo – Unifesp).

Até o momento, a pesquisa conta com cerca de 280 relatos de empregados, que estão desenvolvendo suas atividades presenciais ou remotas, e de desempregados. Deste universo, mais de mais de 81% são do sexo feminino e 18% masculino, sendo que 47,8% disseram que trabalham em casa durante a pandemia e 21,9% atuam na linha de frente e com contato com o público. As áreas de atuação com mais participação no estudo são saúde e educação, correspondente a 30,2% e 29,5% dos participantes.

De acordo com a professora Carmem Giongo, os resultados preliminares apontam para uma sobrecarga de trabalho, no qual há menos interação com os colegas e tempo para cuidar da saúde, e realização de mais atividades domésticas. “Eles estão trabalhando mais, realizando menos intervalos e mais atividades fora do horário de expediente, cumprindo as mesmas metas e prazo”, diz a professora da Feevale. “Recebem o mesmo suporte das pessoas que já recebiam antes, dormem a mesma quantidade de horas, comem mais e consomem a mesma quantidade de álcool e de outras drogas. Sentem-se mais cansados, tristes, preocupados e têm mais dificuldades de planejar o futuro”, complementa.

O grupo ainda está aceitando a participação de voluntários, maiores de 18 anos, que queiram contribuir com os estudos. Para isso, eles devem responder a um questionário no Instagram @projethoscovid19. Os participantes podem relatar suas vivências e sentimentos por meio de áudios, textos ou fotografias, que podem ser enviados aos pesquisadores pelo e-mail [email protected] ou WhatsApp (51) 98138-1752.

O encaminhamento dessas informações está condicionado, no entanto, ao preenchimento do formulário. A identidade dos participantes não será revelada e os resultados da pesquisa poderão ser publicados em livros, mídias sociais, revistas científicas e congressos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2020 0 Comentários 630 Visualizações
Saúde

Pesquisa revela que 81% dos sulistas desconhecem insônia como uma doença

Por Gabrielle Pacheco 13/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pesquisa “Mapa do Sono dos Brasileiros”, encomendada pela biofarmacêutica Takeda e realizada pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), revelou que a maioria dos brasileiros reconhece a insônia como uma doença. No entanto, 81% dos respondentes da Região Sul acreditam que o distúrbio é consequência de outras enfermidades e não um problema específico.

O levantamento apontou também que 30% dos participantes do Sul do País dizem ter insônia, mas, entre esses, apenas 24% declararam já possuir um diagnóstico da doença¹. “Esse dado chama a atenção porque pode sugerir que paranaenses, gaúchos e catarinenses visitam o médico com baixa frequência para tratar das queixas em relação ao sono, reforçando o pouco conhecimento a respeito da doença”, explica o Dr. Luciano Drager, cardiologista e vice-presidente da Associação Brasileira de Medicina do Sono.

As causas mais citadas pelos respondentes para a dificuldade de dormir foram ansiedade, estresse e o tempo gasto com o celular antes de ir para a cama. Já em relação aos impactos sentidos no dia-a-dia pela má qualidade de sono, a maioria dos entrevistados apontou cansaço físico ou fadiga e sonolência.

A insônia pode afetar muito a vida do indivíduo se não for tratada corretamente. Estudos mostram que a doença provoca alterações de humor, ansiedade e redução da capacidade cognitiva relacionada à concentração, memória e atenção. Se o paciente não estiver disposto a fazer a higiene do sono adequadamente pode ter a produtividade prejudicada no trabalho e nos estudos.

De acordo com o Dr. Luciano Drager, quando a dificuldade de dormir passa a ser frequente é sinal de que o paciente deve procurar ajuda médica. “A pessoa precisa buscar orientação com um especialista do sono para investigar o problema e evitar que vários aspectos da sua vida sejam prejudicados pela falta de sono”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2020 0 Comentários 593 Visualizações
Saúde

Profissionais que combatem a pandemia demonstram sintomas de exaustão

Por Gabrielle Pacheco 11/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Sintomas compatíveis com exaustão e síndrome de Burnout – este é o resultado preliminar preocupante em 60% dos entrevistados de uma pesquisa realizada com funcionários da área da saúde da cidade de Novo Hamburgo, que atuam na linha de frente do combate à Covid-19. Trata-se do estudo Estresse percebido e saúde mental no enfrentamento à Covid-19 entre profissionais de saúde da linha de frente, vinculado ao mestrado em Psicologia da Universidade Feevale e realizado pelos professores Eduardo Guimarães Camargo, Rogério Lessa Horta e Marcus Levi Lopes Barbosa e pelo acadêmico Pedro José Sartorelli Lantin. Ainda em desenvolvimento, a pesquisa selecionou funcionários indicados pelo Hospital Municipal de Novo Hamburgo (HMNH), referência no Sistema Único de Saúde (SUS) para o enfrentamento à Covid-19 no município e região.

Na primeira etapa, foram entrevistadas 63 pessoas, sendo 44 profissionais de enfermagem (36 dos quais, de nível técnico), 11 de medicina, um de fisioterapia e sete de apoio. Feito com metodologia mista, por meio de chamadas telefônicas ou chamadas de áudio ou vídeo pelo aplicativo WhatsApp, o estudo aplicou questionários de percepção de estresse e indicadores de saúde mental. Os profissionais também foram convidados a participarem de entrevistas em profundidade, que servirão, ainda, como oferta de escuta qualificada ao longo do período de enfrentamento.

A primeira série de entrevistas foi realizada entre os dias 13 e 20 de junho, o que corresponde ao final da Semana Epidemiológica (SE) 24 e o início da SE 26 – na qual o Estado contava com 25.608 casos, 3.430 hospitalizações e 591 óbitos e Novo Hamburgo, com 30,6 hospitalizações para cada 100 mil habitantes e 5,4 óbitos para cada 100 mil habitantes. Dos profissionais ouvidos, 71% são mulheres, 54 residem fora do município e 79,5% vivem com outras pessoas no mesmo domicílio. Na semana que antecedeu as entrevistas, os profissionais trabalharam 54,1h de trabalho, 35h das quais na linha de frente da pandemia.

Os dados mais preocupantes, de acordo com os pesquisadores, são os que indicam os níveis de estresse e cansaço mental: 40% dos profissionais apresentaram indicações de adoecimento psíquico, por meio de inventários de estimativa de Sofrimento Psíquico, e 41% tiveram nível elevado de Percepção do Estresse. Porém, o que causa mais atenção é o inventário de Burnout, que demonstrou que 60% dos entrevistados manifestaram escores compatíveis com exaustão, e 49%, distanciamento de suas atividades, que é indicativo de redução da capacidade de manter o envolvimento efetivo nas tarefas. Foram identificados 39,7% dos profissionais com escores elevados nestas duas últimas dimensões, o que é compatível com Burnout – que é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante.

Para os professores que conduzem o estudo, as condições específicas da atividade em linha de frente tornam as cargas semanais de trabalho ainda mais extenuantes. De acordo com o professor Rogério Lessa Horta, nas primeiras entrevistas em profundidade já analisadas, foram destacados longos plantões como característica do trabalho e sem intervalos devido à paramentação, que só pode ser retirada no final do turno. “Foram citados, como dificultando a atividade profissional, o uso de equipamentos de proteção individual por um longo período, o isolamento dentro do próprio hospital, pois não se pode acessar outras áreas como copa e banheiros, além do risco da própria contaminação do profissional, além temores e culpa relacionados às famílias, tanto pelo distanciamento, quanto pela proximidade, que aumenta a chance de contágio”, explica.

O que transparece nas entrevistas como alívio para os profissionais, e que pode ser um fator importante para ajudá-los a passar por esse momento, é a união das equipes, como um aspecto que favorece o desempenho no enfrentamento. Poucos estão em atendimento psicoterápico ou utilizam psicofármacos, mas várias solicitações de indicações de serviços de apoio ou atendimento emocional chegaram aos pesquisadores, o que apontaria para uma das futuras ações de enfrentamento do desgaste das equipes. “Inicialmente, recomenda-se avaliar a necessidade de priorizar repouso e intervalos, o que poderá exigir adequações de rotinas e espaços físicos, além de ampliar a oferta de apoio emocional às equipes”, diz Horta, completando que o estudo seguirá, pelo menos, até setembro, mas podendo ser estendido até novembro, a depender de como se comportar a pandemia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/08/2020 0 Comentários 642 Visualizações
Variedades

Região Nordeste é o destino mais desejado no pós-pandemia

Por Gabrielle Pacheco 06/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing realizou em julho a terceira edição da pesquisa Coronavírus e seu Impacto no Brasil. O levantamento foi realizado por meio de questionários online, entre os dias 16 e 21, e obteve 1.090 respostas, de todas as regiões do Brasil. Um dos focos desta terceira onda era abordar o sentimento geral da população em relação ao turismo.

Dados de julho da CNC (Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo) apontam que o setor já acumulava perdas de R$ 122 bilhões até julho. Mais do que reabrir, porém, é importante saber quando e como fazer isso, de modo que as pessoas tenham confiança para voltar a viajar.

Apenas 19% dos entrevistados da pesquisa planejam com alguma convicção uma viagem de lazer ainda este ano. O restante dos entrevistados ainda não pensa em datas ou só vislumbra essa possibilidade para 2021 – 41% dos entrevistados estão convictos de pegar a estrada ano que vem. “Nesse contexto, e ainda com muitas incertezas pairando sobre a abertura das fronteiras aos brasileiros, o destino mais mencionado é o Nordeste brasileiro, seguido da Europa, possivelmente porque lá a pandemia já arrefeceu em boa parte dos países”, destaca Silvio Silvio Pires de Paula, presidente e fundador da Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing e vice-presidente do CRA-SP.

Ganhar a confiança do turista no pós-pandemia vai exigir muitas adaptações do setor. Cerca de 9 em cada 10 entrevistados elencam como muito importantes para sua decisão de se hospedar em um hotel daqui por diante fatores como: maior higienização dos ambientes, distribuição de álcool em gel ou exigência do uso de máscaras.

É igualmente altíssimo o patamar dos turistas que não vão abrir mão de ambientes com lotação reduzida, ventilação natural ou serviços de restaurante sem exposição dos alimentos. “Aí já estamos falando de desafios mais grandiosos, que vão exigir um planejamento cuidadoso dos operadores. Mas, como em tudo na vida, desafio se torna oportunidade para quem trabalha bem e consegue ser criativo”, prenuncia Ricardo Lopes, gerente de projetos da Demanda e coordenador do estudo.

Pandemia desanima, mas não impede brasileiro de planejar o futuro

O sentimento geral das pessoas com o momento da pandemia é de desânimo. Cerca de 3 em cada 4 (73%) se diz desanimado atualmente. Ao serem perguntados sobre o que mudou para pior ou para melhor do início da pandemia para cá, metade deles (49%) afirma que a vida mudou para pior no que diz respeito à vivência social e às oportunidades de lazer. Outros 37% sentiram piora no estado psicológico, em seu equilíbrio emocional. Em outro sentido, 41% observaram que melhorou seu engajamento em ações solidárias e 53% estão se relacionando melhor com suas famílias.

Muitos brasileiros fazem planos para quando a pandemia acabar e somam 70% os que pretendem viajar assim que possível. Outros planos muito presentes são rever familiares ou amigos (58% dos entrevistados) e retomar ou iniciar a prática de algum esporte (42%). Enquanto isso tudo não é possível, boa parte deles admite ter incorporado ou intensificado alguns maus hábitos. A ingestão de chocolates ou doces em geral brotou ou cresceu em nada menos do que 38% do público pesquisado. E o hábito de beber álcool agravou-se ou incorporou-se à rotina de 20% dos internautas brasileiros participantes da pesquisa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2020 0 Comentários 621 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 306 | Mai 2026

Entrevista | Entenda os impactos da nova Lei de Licenciamento Ambiental

Comportamento | Mulheres estão mais criteriosas quando o assunto é casamento

Feira | Sapiranga reuniu 129 expositores no Fly Hub em evento de networking

Arte | Presto Produções comemora duas décadas de história

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Marca com origem em Novo Hamburgo é a maior rede de aluguel de trajes do país

  • 3

    Porto Alegre recebe Semana do Centro Histórico, com programação cultural gratuita

  • 4

    Dia dos Namorados: restaurantes de Novo Hamburgo apostam em menus exclusivos e experiências românticas

  • 5

    Especialista orienta noivas sobre cuidados estéticos antes do casamento

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO