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Variedades

Pesquisa aponta sobrecarga de trabalho durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 13/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pandemia do novo coronavírus modificou a forma de trabalhar de muitos brasileiros. Para dar visibilidade às vivências e sentimentos relacionados ao trabalho neste período, uma pesquisa-intervenção mapeia o impacto da Covid-19 na rotina dos trabalhadores. Estão à frente do estudo os professores Carmem Regina Giongo (Universidade Feevale), Karine Vanessa Perez (Universidade de Santa Cruz do Sul – Unisc) e Bruno Chapadeiro (Universidade Federal de São Paulo – Unifesp).

Até o momento, a pesquisa conta com cerca de 280 relatos de empregados, que estão desenvolvendo suas atividades presenciais ou remotas, e de desempregados. Deste universo, mais de mais de 81% são do sexo feminino e 18% masculino, sendo que 47,8% disseram que trabalham em casa durante a pandemia e 21,9% atuam na linha de frente e com contato com o público. As áreas de atuação com mais participação no estudo são saúde e educação, correspondente a 30,2% e 29,5% dos participantes.

De acordo com a professora Carmem Giongo, os resultados preliminares apontam para uma sobrecarga de trabalho, no qual há menos interação com os colegas e tempo para cuidar da saúde, e realização de mais atividades domésticas. “Eles estão trabalhando mais, realizando menos intervalos e mais atividades fora do horário de expediente, cumprindo as mesmas metas e prazo”, diz a professora da Feevale. “Recebem o mesmo suporte das pessoas que já recebiam antes, dormem a mesma quantidade de horas, comem mais e consomem a mesma quantidade de álcool e de outras drogas. Sentem-se mais cansados, tristes, preocupados e têm mais dificuldades de planejar o futuro”, complementa.

O grupo ainda está aceitando a participação de voluntários, maiores de 18 anos, que queiram contribuir com os estudos. Para isso, eles devem responder a um questionário no Instagram @projethoscovid19. Os participantes podem relatar suas vivências e sentimentos por meio de áudios, textos ou fotografias, que podem ser enviados aos pesquisadores pelo e-mail [email protected] ou WhatsApp (51) 98138-1752.

O encaminhamento dessas informações está condicionado, no entanto, ao preenchimento do formulário. A identidade dos participantes não será revelada e os resultados da pesquisa poderão ser publicados em livros, mídias sociais, revistas científicas e congressos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2020 0 Comentários 606 Visualizações
Saúde

Pesquisa revela que 81% dos sulistas desconhecem insônia como uma doença

Por Gabrielle Pacheco 13/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pesquisa “Mapa do Sono dos Brasileiros”, encomendada pela biofarmacêutica Takeda e realizada pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), revelou que a maioria dos brasileiros reconhece a insônia como uma doença. No entanto, 81% dos respondentes da Região Sul acreditam que o distúrbio é consequência de outras enfermidades e não um problema específico.

O levantamento apontou também que 30% dos participantes do Sul do País dizem ter insônia, mas, entre esses, apenas 24% declararam já possuir um diagnóstico da doença¹. “Esse dado chama a atenção porque pode sugerir que paranaenses, gaúchos e catarinenses visitam o médico com baixa frequência para tratar das queixas em relação ao sono, reforçando o pouco conhecimento a respeito da doença”, explica o Dr. Luciano Drager, cardiologista e vice-presidente da Associação Brasileira de Medicina do Sono.

As causas mais citadas pelos respondentes para a dificuldade de dormir foram ansiedade, estresse e o tempo gasto com o celular antes de ir para a cama. Já em relação aos impactos sentidos no dia-a-dia pela má qualidade de sono, a maioria dos entrevistados apontou cansaço físico ou fadiga e sonolência.

A insônia pode afetar muito a vida do indivíduo se não for tratada corretamente. Estudos mostram que a doença provoca alterações de humor, ansiedade e redução da capacidade cognitiva relacionada à concentração, memória e atenção. Se o paciente não estiver disposto a fazer a higiene do sono adequadamente pode ter a produtividade prejudicada no trabalho e nos estudos.

De acordo com o Dr. Luciano Drager, quando a dificuldade de dormir passa a ser frequente é sinal de que o paciente deve procurar ajuda médica. “A pessoa precisa buscar orientação com um especialista do sono para investigar o problema e evitar que vários aspectos da sua vida sejam prejudicados pela falta de sono”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2020 0 Comentários 569 Visualizações
Saúde

Profissionais que combatem a pandemia demonstram sintomas de exaustão

Por Gabrielle Pacheco 11/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Sintomas compatíveis com exaustão e síndrome de Burnout – este é o resultado preliminar preocupante em 60% dos entrevistados de uma pesquisa realizada com funcionários da área da saúde da cidade de Novo Hamburgo, que atuam na linha de frente do combate à Covid-19. Trata-se do estudo Estresse percebido e saúde mental no enfrentamento à Covid-19 entre profissionais de saúde da linha de frente, vinculado ao mestrado em Psicologia da Universidade Feevale e realizado pelos professores Eduardo Guimarães Camargo, Rogério Lessa Horta e Marcus Levi Lopes Barbosa e pelo acadêmico Pedro José Sartorelli Lantin. Ainda em desenvolvimento, a pesquisa selecionou funcionários indicados pelo Hospital Municipal de Novo Hamburgo (HMNH), referência no Sistema Único de Saúde (SUS) para o enfrentamento à Covid-19 no município e região.

Na primeira etapa, foram entrevistadas 63 pessoas, sendo 44 profissionais de enfermagem (36 dos quais, de nível técnico), 11 de medicina, um de fisioterapia e sete de apoio. Feito com metodologia mista, por meio de chamadas telefônicas ou chamadas de áudio ou vídeo pelo aplicativo WhatsApp, o estudo aplicou questionários de percepção de estresse e indicadores de saúde mental. Os profissionais também foram convidados a participarem de entrevistas em profundidade, que servirão, ainda, como oferta de escuta qualificada ao longo do período de enfrentamento.

A primeira série de entrevistas foi realizada entre os dias 13 e 20 de junho, o que corresponde ao final da Semana Epidemiológica (SE) 24 e o início da SE 26 – na qual o Estado contava com 25.608 casos, 3.430 hospitalizações e 591 óbitos e Novo Hamburgo, com 30,6 hospitalizações para cada 100 mil habitantes e 5,4 óbitos para cada 100 mil habitantes. Dos profissionais ouvidos, 71% são mulheres, 54 residem fora do município e 79,5% vivem com outras pessoas no mesmo domicílio. Na semana que antecedeu as entrevistas, os profissionais trabalharam 54,1h de trabalho, 35h das quais na linha de frente da pandemia.

Os dados mais preocupantes, de acordo com os pesquisadores, são os que indicam os níveis de estresse e cansaço mental: 40% dos profissionais apresentaram indicações de adoecimento psíquico, por meio de inventários de estimativa de Sofrimento Psíquico, e 41% tiveram nível elevado de Percepção do Estresse. Porém, o que causa mais atenção é o inventário de Burnout, que demonstrou que 60% dos entrevistados manifestaram escores compatíveis com exaustão, e 49%, distanciamento de suas atividades, que é indicativo de redução da capacidade de manter o envolvimento efetivo nas tarefas. Foram identificados 39,7% dos profissionais com escores elevados nestas duas últimas dimensões, o que é compatível com Burnout – que é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante.

Para os professores que conduzem o estudo, as condições específicas da atividade em linha de frente tornam as cargas semanais de trabalho ainda mais extenuantes. De acordo com o professor Rogério Lessa Horta, nas primeiras entrevistas em profundidade já analisadas, foram destacados longos plantões como característica do trabalho e sem intervalos devido à paramentação, que só pode ser retirada no final do turno. “Foram citados, como dificultando a atividade profissional, o uso de equipamentos de proteção individual por um longo período, o isolamento dentro do próprio hospital, pois não se pode acessar outras áreas como copa e banheiros, além do risco da própria contaminação do profissional, além temores e culpa relacionados às famílias, tanto pelo distanciamento, quanto pela proximidade, que aumenta a chance de contágio”, explica.

O que transparece nas entrevistas como alívio para os profissionais, e que pode ser um fator importante para ajudá-los a passar por esse momento, é a união das equipes, como um aspecto que favorece o desempenho no enfrentamento. Poucos estão em atendimento psicoterápico ou utilizam psicofármacos, mas várias solicitações de indicações de serviços de apoio ou atendimento emocional chegaram aos pesquisadores, o que apontaria para uma das futuras ações de enfrentamento do desgaste das equipes. “Inicialmente, recomenda-se avaliar a necessidade de priorizar repouso e intervalos, o que poderá exigir adequações de rotinas e espaços físicos, além de ampliar a oferta de apoio emocional às equipes”, diz Horta, completando que o estudo seguirá, pelo menos, até setembro, mas podendo ser estendido até novembro, a depender de como se comportar a pandemia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/08/2020 0 Comentários 624 Visualizações
Variedades

Região Nordeste é o destino mais desejado no pós-pandemia

Por Gabrielle Pacheco 06/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing realizou em julho a terceira edição da pesquisa Coronavírus e seu Impacto no Brasil. O levantamento foi realizado por meio de questionários online, entre os dias 16 e 21, e obteve 1.090 respostas, de todas as regiões do Brasil. Um dos focos desta terceira onda era abordar o sentimento geral da população em relação ao turismo.

Dados de julho da CNC (Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo) apontam que o setor já acumulava perdas de R$ 122 bilhões até julho. Mais do que reabrir, porém, é importante saber quando e como fazer isso, de modo que as pessoas tenham confiança para voltar a viajar.

Apenas 19% dos entrevistados da pesquisa planejam com alguma convicção uma viagem de lazer ainda este ano. O restante dos entrevistados ainda não pensa em datas ou só vislumbra essa possibilidade para 2021 – 41% dos entrevistados estão convictos de pegar a estrada ano que vem. “Nesse contexto, e ainda com muitas incertezas pairando sobre a abertura das fronteiras aos brasileiros, o destino mais mencionado é o Nordeste brasileiro, seguido da Europa, possivelmente porque lá a pandemia já arrefeceu em boa parte dos países”, destaca Silvio Silvio Pires de Paula, presidente e fundador da Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing e vice-presidente do CRA-SP.

Ganhar a confiança do turista no pós-pandemia vai exigir muitas adaptações do setor. Cerca de 9 em cada 10 entrevistados elencam como muito importantes para sua decisão de se hospedar em um hotel daqui por diante fatores como: maior higienização dos ambientes, distribuição de álcool em gel ou exigência do uso de máscaras.

É igualmente altíssimo o patamar dos turistas que não vão abrir mão de ambientes com lotação reduzida, ventilação natural ou serviços de restaurante sem exposição dos alimentos. “Aí já estamos falando de desafios mais grandiosos, que vão exigir um planejamento cuidadoso dos operadores. Mas, como em tudo na vida, desafio se torna oportunidade para quem trabalha bem e consegue ser criativo”, prenuncia Ricardo Lopes, gerente de projetos da Demanda e coordenador do estudo.

Pandemia desanima, mas não impede brasileiro de planejar o futuro

O sentimento geral das pessoas com o momento da pandemia é de desânimo. Cerca de 3 em cada 4 (73%) se diz desanimado atualmente. Ao serem perguntados sobre o que mudou para pior ou para melhor do início da pandemia para cá, metade deles (49%) afirma que a vida mudou para pior no que diz respeito à vivência social e às oportunidades de lazer. Outros 37% sentiram piora no estado psicológico, em seu equilíbrio emocional. Em outro sentido, 41% observaram que melhorou seu engajamento em ações solidárias e 53% estão se relacionando melhor com suas famílias.

Muitos brasileiros fazem planos para quando a pandemia acabar e somam 70% os que pretendem viajar assim que possível. Outros planos muito presentes são rever familiares ou amigos (58% dos entrevistados) e retomar ou iniciar a prática de algum esporte (42%). Enquanto isso tudo não é possível, boa parte deles admite ter incorporado ou intensificado alguns maus hábitos. A ingestão de chocolates ou doces em geral brotou ou cresceu em nada menos do que 38% do público pesquisado. E o hábito de beber álcool agravou-se ou incorporou-se à rotina de 20% dos internautas brasileiros participantes da pesquisa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2020 0 Comentários 602 Visualizações
Variedades

Mães de alta renda devem enviar os filhos de volta às aulas presenciais imediatamente

Por Gabrielle Pacheco 31/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Quando as autoridades dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro decidirem sobre o retorno às aulas, 83% das mulheres de classe A+, A e B pretendem levar os filhos para as escolas em até 10 dias.  Essa é uma das conclusões do mapeamento Mulheres A+: a volta ao consumo e à rotina pós-pandemia. Realizada com 660 mulheres das classes A+, A e B, o levantamento foi conduzido pela SKS CX Customer Experience.

Segundo Stella Kochen Susskind, coordenadora da pesquisa e presidente da SKS CX Customer Experience, o levantamento buscou entender e antecipar comportamentos dessas consumidoras em um cenário de consumo pós-pandemia – sem vacina e medicamentos, mas com máscara e regras sanitárias. “Um dos resultados interessantes é que embora o medo deve limitar o retorno rápido a restaurantes, o mesmo não acontecerá com a frequência à salões de beleza e academias. Um dos pontos cruciais desse retorno será a volta às aulas. Quando as instituições de ensino garantirem o cumprimento das normas sanitárias, 83% das mães de alta renda pretendem liberar os filhos para frequentar as aulas presenciais em até 10 dias; 10% não vão liberar os filhos tão cedo; e 7% ainda não sabem qual será a decisão.

Sobre a SKS CX Customer Experience

Em 2019, a empreendedora serial Stella Kochen Susskind decidiu inovar no mercado nacional de pesquisa. Com a expertise de três décadas e o pioneirismo em avaliação do atendimento ao consumidor via clientes secretos, ela criou a SKS CX Customer Experience. Dedicada a pesquisas de satisfação e experiência do consumidor e dos usuários (user experience) – tanto em lojas físicas, quando em e-commerce e demais canais de venda dos consumidores omnichanel – a empresa brasileira firmou uma parceria com a startup israelense Checker Software. A SKS CX Customer Experience trouxe uma tecnologia inovadora para a indústria nacional de pesquisas ao concentrar, em uma única plataforma, os resultados de diferentes metodologias de pesquisa, mostrando uma jornada de compra completa de forma online (via aplicativos, SMS, WhatsApp, código de barras, telefone ou visita presenciais). A união de resultados permite saber, em tempo real, todos os aspectos que envolvem o atendimento ao consumidor.

A pesquisa de cliente oculto passa a concentrar as seguintes avaliações: NPS Net Promoter Score (mede a satisfação do cliente a partir de uma escala de 0 a 10 de indicação a empresa, serviço ou produto pelo consumidor; o escore é estabelecido diante do cálculo do percentual de promotores e detratores da marca); UX User Experience (satisfação de uso); CX Customer Experience (satisfação de clientes); VOE Voice of Employes (voz dos funcionários e colaboradores); VOC Voice of Customer (voz do consumidor, integrando resultados de todos os canais); e Brand Tracking (análise para identificar a visibilidade e o prestígio da marca).

Com a parceria internacional, a SKS CX Customer Experience passou a contar com escritórios de São Paulo, Assunção (Paraguai) e Hadera (Israel) e administrar uma carteira de 30 clientes nos segmentos de finanças, varejo, indústria e serviços. Entre os clientes da SKS CX e da Checker Global: GfK, CiteUp, World Shopper, BVA, L’Oreal, Duty Free Shop, Giorgio Armani, Hugo Boss, Asics, Jack Vartanian, BR Properties e T&A Associados. Em 2020, a empresa brasileira foi premiada com o MSPA Elite Member, que a coloca entre as 12 melhores do mundo no segmento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2020 0 Comentários 584 Visualizações
Variedades

Pesquisa indica que setor criativo precisou se reinventar

Por Gabrielle Pacheco 29/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O cenário de crise causado pela proliferação de Covid-19 tem impactado significativamente os setores culturais e criativos do Brasil. No Rio Grande do Sul, a situação não é diferente. Com as medidas restritivas de isolamento social, práticas de criação, produção e consumo foram alteradas nas mais diversas áreas. O mapeamento dessa situação está sendo feito pelo Mestrado Profissional em Indústria Criativa da Universidade Feevale, que, desde junho, realiza uma pesquisa que coleta informações sobre o trabalho em setores criativos e o consumo digital dos gaúchos durante a pandemia. A iniciativa é coordenada pelos professores Cristiano Max Pereira Pinheiro, Vanessa Valiati e Maurício Barth.

O estudo Covid-19 e os impactos na Indústria Criativa do Rio Grande do Sul que, até o momento, conta com cerca de 430 respondentes, já exibe dados preliminares que podem ser tomados como uma tendência. Os participantes do estudo estão distribuídos entre 11 setores criativos, incluindo o consumo em plataformas digitais.

Música

A fonte de renda dos profissionais migrou dos shows e eventos para a área de educação (aulas particulares /on-line).

Moda

Está se adaptando ao novo mercado. A maioria das empresas também está produzindo EPIs para hospitais e comunidade.

Consumo

Durante a pandemia, houve um aumento do consumo de conteúdo em plataformas de streaming (65,5% dos respondentes afirma que o consumo aumentou se comparado a antes da pandemia), bem como o interesse por lives (77% dos entrevistados afirmaram que o interesse por esse tipo de conteúdo aumentou)

Há um novo “horário nobre” estabelecido pelo consumo de streaming: a maioria (62,4%) dos entrevistados diz preferir assistir a conteúdos via streaming entre 19h e 23h, incluindo as lives

Os principais fatores que os fazem desistir de assistir a uma live são, de acordo com os entrevistados: problemas na conexão, muito tempo de duração e o comportamento inadequado do apresentador/artista.

De acordo com a professora Vanessa Valiati, esses resultados mostram algumas modificações que podem auxiliar na construção de novas soluções para a produção e o consumo de conteúdo. “Entre essas soluções, podemos destacar: a consolidação das formas remotas de trabalho; a reinvenção de produtos, hábitos e comportamentos de consumo de conteúdo em ambiente digital; o crescimento e a maior aceitação do e-commerce, entre outros”, destaca.

Estudo continua

O mapeamento Covid-19 e os impactos na Indústria Criativa do Rio Grande do Sul considera as especificidades de cada área criativa, propondo um levantamento regional com formulários técnicos e individuais para cada setor. Segundo o coordenador do mestrado em Indústria Criativa da Feevale, Cristiano Max Pereira Pinheiro, a pesquisa busca orientar a proposição de políticas públicas e soluções para os setores afetados pelo vírus.

“A partir desse mapeamento, compreenderemos de qual maneira podemos auxiliar esses modelos de negócio atingidos. É importante relacionarmos as políticas públicas com a necessidade de cada setor.”

Além de avaliar a produção da indústria criativa neste período, a pesquisa também busca analisar o consumo de conteúdos digitais dos gaúchos no isolamento social. Para isso, é distribuído um questionário dividido entre as áreas de audiovisual, música e jogos digitais. Esse segmento da pesquisa conta com o auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs/RS), por meio de edital de fomento de auxílio a recém-doutores. O projeto conta, também, com o apoio do governo estadual, por meio do programa RS Criativo e da Secretaria da Cultura do Estado. A pesquisa ainda está em andamento, e o questionário, bem como outras informações, podem ser acessados no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/07/2020 0 Comentários 674 Visualizações
Variedades

Sindilojas divulga pesquisa sobre comportamento dos idosos e melhor forma de lidar com o distanciamento social

Por Gabrielle Pacheco 24/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Celebrado no dia 26 de julho, o Dia dos Avós deste ano será bastante diferente para quem aproveita a data para demonstrar o carinho por essas pessoas de forma presencial. Devido à pandemia de Covid-19, muitos dos avós que pertencem a faixa etária de 60 anos ou mais e que moram sozinhos, em ambiente físico distinto de filhos e netos, passarão o próximo domingo isolados em suas casas, respeitando o distanciamento social. Mas isso não é motivo para deixar de realizar um contato por telefone, pelas redes sociais ou até mesmo de enviar um agrado para marcar a data.

Com a proximidade do Dia dos Avós, o Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre reuniu, em um infográfico, informações sobre as mudanças ocorridas na vida dos 60+ com a chegada do coronavírus. E, ainda, separou algumas dicas que podem melhorar a qualidade de vida dessas pessoas e, assim, tornar este momento mais tranquilo.

Segundo um dos levantamentos abordados no material, realizado pela Fiocruz em todo o Brasil, a grande maioria dos 60+ relatou que seguiu as recomendações dos órgãos oficiais de saúde: 57,3% afirmaram ficar em casa e sair apenas para compras em supermercado e farmácia; outros 30,7% revelaram ser ainda mais rigorosos, com saídas apenas para atendimentos relacionados à saúde.

O infográfico traz também informações sobre questões emocionais, como a frequência com que este público se sentiu ansioso, nervoso, triste ou deprimido durante o período de pandemia, e também aborda a quantidade de tempo utilizado para atividades como exercícios físicos, assistir televisão e acessar o computador ou tablet, por exemplo.

Confira todos os dados sobre o assunto e dicas para auxiliar os 60+ a superarem as dificuldades do isolamento social no site do Sindilojas Porto Alegre.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2020 0 Comentários 579 Visualizações
Saúde

Nova rodada da pesquisa com testes rápidos para Covid-19 começa neste sábado

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pesquisa que estima a proporção de casos do novo coronavírus na população gaúcha inicia sua sexta rodada de testes rápidos e entrevistas em nove cidades do estado a partir deste sábado (25). O estudo segue com a mesma metodologia das etapas anteriores. Entre os dias 25 e 27 de julho, profissionais voluntários da área de saúde, sob orientação do Instituto de Pesquisa e Opinião (IPO), vão visitar quinhentas residências e convidar os moradores, a fazer o teste rápido para o coronavírus, seguido de uma breve entrevista sobre a ocorrência de sintomas, busca por assistência médica e rotina das famílias em relação às medidas de distanciamento social. A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) auxilia a pesquisa no município de Santa Cruz do Sul.

O estudo intitulado Evolução da Prevalência de Infecção por Coronavírus no RS (Epicovid19-RS) é coordenado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e ocorre em parceria com o Governo do Estado, com objetivo de mapear os casos de coronavírus e de avaliar a velocidade de expansão do contágio na população gaúcha. Ao todo, 4,5 mil pessoas serão entrevistas e testadas nessa etapa, nas seguintes cidades participantes: Canoas, Caxias do Sul, Ijuí, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Santa Maria e Uruguaiana. Em cada município, a seleção das residências e dos moradores ocorre por meio de um sorteio aleatório, utilizando os setores censitários do IBGE como base.

Para a realização do exame, os entrevistadores coletam uma gota de sangue da ponta do dedo do participante. A amostra é analisada pelo aparelho de testes em aproximadamente 15 minutos. A pesquisa tem apoio das secretarias de saúde e dos órgãos de segurança dos municípios. Em caso de dúvida, os participantes podem entrar em contato com a Guarda Municipal ou Brigada Militar para obter informações sobre as visitas às casas. Além da etapa deste fim de semana, o cronograma prevê mais duas rodadas: a sétima deve acontecer de 22 a 24 de agosto, e a oitava, de 26 a 28 de setembro, dependendo da prevalência de Covid-19 analisada na fase atual. Os resultados são divulgados pelo Governo do RS em aproximadamente 48 horas após a finalização da coleta.

Os financiadores do projeto são a Unimed Porto Alegre, o Instituto Cultural Floresta, também da capital, e o Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro. Atuam no projeto, além da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), as Universidades Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ), Federal de Santa Maria (UFSM), Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana), de Caxias do Sul (UCS), IMED e Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), de Passo Fundo (UPF) e La Salle (Unilasalle).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2020 0 Comentários 561 Visualizações
Business

Após reabertura, empresários do ramo de alimentação esperam retorno lento dos clientes aos estabelecimentos

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Apesar da liberação gradual do funcionamento de bares, restaurantes, buffet e outras atividades do segmento de alimentação fora do lar no país, os donos de pequenos negócios do setor enfrentam, a partir de agora, o desafio de atrair os clientes novamente aos estabelecimentos. Em pesquisa online realizada pelo Sebrae em parceria com a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurante), entre 28 de maio e 08 de junho, 71% dos empresários avaliaram que menos da metade da clientela vai retornar aos estabelecimentos de alimentação nos 30 primeiros dias posteriores à reabertura. Na opinião de 53% dos entrevistados, a segurança sanitária é o critério mais importante nesta retomada, seguido pelo fato de que os clientes devem voltar a frequentar primeiramente os locais que já costumavam ir (20%).

Ao todo, 1.532 empresários, de 26 estados e do Distrito Federal, foram ouvidos pela Pesquisa “Situação e Perspectivas do Segmento de Alimentação Fora do Lar”, sendo 32% deles Microempreendedor Individual (MEI), 28% Microempresa (ME), 37% Empresa de Pequeno Porte (EPP) e 2% composto por médias ou grandes empresas. A maioria dos participantes possui apenas uma empresa no ramo da alimentação, com predominância de restaurantes, lanchonetes e similares que operam em lojas de rua.

De acordo com o levantamento, antes da pandemia, 70% dos negócios estavam com situação financeira estável ou crescendo e investindo (19%), porém com o avanço da Covid-19, 54% tiveram perdas acima de 75% no faturamento, com destaque para serviços de Buffet, que foram mais impactados. A pesquisa apontou ainda uma diferenciação do impacto nos estabelecimentos que funcionam dentro de shopping centers, que sofreram mais com os efeitos da pandemia (quedas acima de 75% para 82% deles), assim como os que estão dentro de clubes e academias, hotéis ou prédios corporativos (redução acima de 75% para 70% deles); enquanto os que têm lojas de rua, 47% apresentaram queda.

Na visão do presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa ressalta a importância de garantir a segurança de clientes, funcionários e fornecedores para uma retomada segura nos estabelecimentos de alimentação fora do lar. “Estamos diante de um novo momento de consumo e, mais uma vez, o empreendedor precisa se reinventar para atrair clientes para dentro de seus negócios. Éfundamentalcomunicar com transparênciaas adaptações providenciadas e os cuidados com a segurança dos alimentos,com o distanciamento entre clientes e a devida higienização do espaço”. Melles lembra ainda que o Sebrae preparou protocolo com orientações para a reabertura segura direcionado a bares, restaurantes e lanchonetes, disponível neste link.

O presidente executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, destaca a situação crítica que milhares de empreendedores do setor enfrentam por todo o Brasil. “A pesquisa nos ajuda a mapear as necessidades e os enormes desafios que bares, restaurantes e lanchonetes estão encarando. Em algumas cidades já estamos há quase quatro meses fechados; em outras, só nos permitem abrir as portas com restrições que podem inviabilizar o negócio. Mas o importante é que estamos preparados para a retomada. A própria pesquisa mostra que os empresários entenderam a importância de se adaptar para reconquistar a confiança do cliente”, afirma. Solmucci lembra que a Abrasel tem cursos, cartilhas e orientações para ajudar empresas a reabrir as portas de maneira segura e viável. Estes materiais (muitos deles em parceria com o Sebrae) são gratuitos, abertos a todos e estão disponíveis na Rede Abrasel.

Impactos no funcionamento

O segmento de alimentação fora do lar foi um dos primeiros a sofrerem os impactos das medidas preventivas do isolamento social e fechamento do comércio para impedir a transmissão da Covid-19. Enquanto 31% dos negócios fecharam temporariamente ou de vez, a maioria que conseguiu se manter apostou no delivery ou no drive thru/take out (retirada no local). Aliás, a pandemia transformou os serviços de entrega em uma necessidade para aqueles negócios que buscaram alternativas para continuar com a cozinha em funcionamento mesmo diantedas restrições.

De acordo com a pesquisa, 72% das empresas estão realizando delivery, sendo que que 1 em cada 4 começou a utilizar o serviço de entregas durante o período. Apesar de 60% das empresas do setor utilizarem delivery por meio de aplicativos, apenas 21% dos empresários estão satisfeitos com os serviços oferecidos. O levantamento mostraainda que o delivery feito pela própria empresa tem sido uma opção muito considerada, sendo utilizada por 69% das empresas. Na hora de escolher o tipo de delivery, os empreendedores avaliam principalmente o conhecimento do consumidor sobre o aplicativo (26%), a possibilidade de delivery próprio (25%) e taxas mais baixas (21%).

A pesquisa também destaca que os negócios do ramo da alimentação fora do lar fortaleceram a presença nas redes sociais, principalmente no Instagram (59%) e no Whastapp (57%). Ao mesmo tempo, o levantamento aponta que 58% dos empresários não tiveram iniciativa para promover o negócio com ações diferenciadas que poderiam ajudar a minimizar as perdas durante a crise, como  a venda de vouchers, campanhas específicas, ações de solidariedade, entre outras.

Outros dados da pesquisa

– Apenas 22% conseguiram empréstimo desde o começo da crise. Os bancos foram as instituições financeiras mais procuradas.

– A renegociação foi uma alternativa para muitos empresários. 68% tiveram que renegociar o aluguel. Além disso, 65% tiveram que renegociar dívidas ou prazos com os fornecedores.

– Em relação à mão de obra, 45% demitiram, 55% suspenderam contratos e 51% reduziram a jornada de trabalho/salário.

– 38% dos empresários acreditam que o setor vai demorar entre 6 e 12 meses para voltar ao nível antes da crise.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 705 Visualizações
Business

Pequenos negócios apresentam sinais de lenta reação diante da pandemia, diz pesquisa do Sebrae

Por Gabrielle Pacheco 14/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após período crítico para manter os negócios em funcionamento, as micro e pequenas empresas brasileiras apresentaram sinais de pequena reação diante dos impactos da pandemia. Levantamento feito pelo Sebrae, em parceria com a FGV, entre os dias 25 e 30 de junho, constatou uma leve e gradual recuperação, com uma redução na queda média mensal do faturamento dos pequenos negócios. Enquanto na primeira semana de abril, a perda média do faturamento chegou a 70%, no último levantamento esse percentual caiu para 51%. Apesar dessa pequena evolução, a pesquisa mostra também que aconcessão de crédito para as pequenas empresas ainda não tem acompanhado o aumento significativo da procura desses negócios por empréstimos.

Os dados fazem parte da 5ª edição da Pesquisa “O impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios”, que teve a participação de 6.470 participantes entre Microempreendedores Individuais (MEI), Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. O levantamento aponta que desde o início da pandemia, 800 mil empresas conseguiram estancar a queda no faturamento. A proporção de pequenos negócios com redução no faturamento caiu de 89% para 84%, desde março, quando foi feita a primeira edição da pesquisa.Essa recuperação, entretanto, não é igual para todos os segmentos. Alguns setores como o agronegócio, indústria alimentícia e pet shop/veterinária apresentam maior capacidade de retomada, ao contrário de setores mais diretamente afetados, como turismo e economia criativa.

“O estancamento na queda de faturamento sinaliza um tímido movimento de recuperação. Mas ainda estamos longe de vencer a crise. E sem o destravamento do dinheiro disponível nos bancos, essa retomada será extremamente lenta ou até fatal para os pequenos negócios, pois a reabertura implica em gastos e não necessariamente em demanda de clientes”, ressalta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

O levantamento do Sebrae também mostrou que 30% das empresas voltaram a funcionar desde o início da crise, adaptando-se ao novo cenário, intensificando a transformação digital dos negócios com o aumento das vendas online. Em dois meses, 12% das empresas fizeram a adaptação do modelo de negócio para o formato digital. Ao mesmo tempo em que houve um aumento de 37% para 44% das empresas que estão utilizando ferramentas digitais para se manterem em funcionamento, houve uma redução de 39% para 23% das empresas que afirmam que só podem funcionar presencialmente.

De uma forma geral, a pesquisa também mostra que houve uma redução na restrição de circulação de pessoas no período analisado, com queda de 63% para 54% nas medidas de quarentena (fechamento parcial) e lockdown (fechamento total). Por outro lado, observa-se que as regiões em que o nível de isolamento era menor, como Sul e Centro-Oeste, caminham agora em sentido contrário ao movimento nacional e tiveram que aumentar as medidas de isolamento. No Rio Grande do Sul, por exemplo, a restrição subiu de 38% para 72% nos últimos 30 dias.

Crédito

A 5ª edição da pesquisa do Sebrae mostra que houve, novamente, um aumento na proporção de empresas que conseguiram empréstimo, porém em um ritmo aquém do esperado (de 16% para 18%). Na contramão, o número de empresas que buscou empréstimos aumentou consideravelmente, principalmente entre as MPE. Entre a 4ª e a 5ª edição da pesquisa, o percentual de empreendedores que buscaram crédito saiu de 39% para 46%. Entre os principais motivos para a recusa dos bancos está a negativação; sendo o CPF com restrição a principal razão pela não obtenção de crédito entre os MEI e a negativação no CADIN/Serasa, no caso das ME e EPP.

Confira abaixo outros dados da pesquisa

  • O número médio de pessoas ocupadas nas empresas manteve-se (3,4) com redução (12% para 10%) na proporção de empresas que demitiram. O número médio de funcionários demitidos pelas empresas manteve-se (2,5).
  • Cresceu (39% para 46%) a proporção de empresas que buscaram empréstimo. Já o crescimento da proporção de empresas que tiveram sucesso no pedido foi pequeno (16% para 18%).
  • Houve uma Redução (63% para 54%) nas restrições de circulação de pessoas. No entanto, nas regiões onde essa restrição era menor no mês passado (Centro-Oeste e Sul), observa-se agora um aumento nas medidas de isolamento social.
  • Foi verificado um aumento (45% para 59%) na proporção de empresas que mudaram sua forma de funcionar, e uma redução (43% para 29%) na proporção de empresas que haviam interrompido o funcionamento temporariamente.
  • Cresceu (37% para 44%) a proporção de empresas que estão fazendo uso de ferramentas digitais para poder funcionar.
  • Caiu (39% para 23%) a proporção de empresas que afirmam que só podem operar presencialmente.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2020 0 Comentários 568 Visualizações
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