Mais vistas
Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª...
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em...
99Food inicia operação em Porto Alegre
Sábado Solidário mobiliza arrecadação de alimentos em 25 cidades gaúchas
Nova Petrópolis divulga programação da Semana da Pátria 2026
Festival Sabores de Canela anuncia programação
Fecomércio-RS leva programação de serviços à Expointer
Mais de 700 exemplares da raça Crioula devem passar pelas...
Sistema Fiergs terá a Casa da Indústria na Expointer
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

legislação

Cidades

Picada Café regulamenta transporte por aplicativos

Por Jonathan da Silva 17/08/2026
Por Jonathan da Silva

Picada Café passou a contar com regras específicas para o transporte privado e remunerado de passageiros por meio de aplicativos, após a sanção da Lei Municipal nº 2.558/2026, no dia 12 de agosto. A legislação estabelece requisitos para motoristas e veículos, define obrigações para as plataformas digitais e determina procedimentos de fiscalização e penalidades. As normas têm como objetivo organizar a prestação do serviço no município e estabelecer critérios de segurança, regularidade e identificação dos profissionais e veículos.

Para atuar no transporte de passageiros por aplicativo, o motorista deverá possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida e compatível com o veículo, com registro de atividade remunerada, além de Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) válido e os seguros exigidos pela legislação.

Também será necessário atender às exigências relacionadas a antecedentes criminais, estar inscrito como contribuinte individual do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e ser Microempreendedor Individual (MEI) ou atuar como autônomo com cadastro junto ao Município.

Identificação dos veículos

A lei estabelece regras para os veículos utilizados no serviço. Não será permitida a utilização de adesivos ou letreiros luminosos de identificação nas áreas externas e envidraçadas dos automóveis.

No interior dos veículos deverão estar disponíveis informações para identificação do motorista, incluindo dados relacionados à CNH, à plataforma utilizada e aos canais destinados a atendimento e reclamações.

Responsabilidades das plataformas

As empresas e plataformas responsáveis pela intermediação das viagens também terão obrigações previstas na legislação municipal. Entre elas estão o cadastro de motoristas e veículos, a verificação do cumprimento dos requisitos exigidos, a organização e a intermediação das viagens e o fornecimento ao Município dos dados previstos na lei.

As plataformas também serão responsáveis pela definição do valor do serviço e deverão encaminhar às autoridades competentes situações de discriminação ocorridas durante as viagens.

Fiscalização municipal

A fiscalização será realizada pelo município por meio da Secretaria Municipal de Planejamento, Coordenação, Trânsito e Habitação e da Fiscalização Municipal.

A atuação dos órgãos municipais terá como finalidade verificar o cumprimento das exigências estabelecidas pela legislação, além das condições de regularidade e segurança da prestação do serviço.

Multas e penalidades

O descumprimento das regras poderá resultar em notificação para regularização, multas e outras medidas administrativas, incluindo o impedimento de atuação em determinadas situações.

Os valores das multas variam de acordo com a gravidade da infração. A lei prevê penalidades de três VRM (Valor de Referência Municipal), 14 VRM e 28 VRM, conforme a natureza da irregularidade. Em determinadas situações de reincidência, o valor da multa poderá ser aplicado em dobro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/08/2026 0 Comentários 119 Visualizações
Política

Projeto que amplia arrecadação de imóveis abandonados é aprovado em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 23/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo aprovou por unanimidade, em segunda votação, nesta quarta-feira (22), o Projeto de Lei nº 41/2026, que amplia a possibilidade de arrecadação pelo município de imóveis urbanos abandonados, incluindo aqueles com edificações. De autoria do vereador Eliton Ávila (Podemos), a proposta altera a Lei Municipal nº 2.774/2014 e segue agora para análise do prefeito Gustavo Finck (PP), que poderá sancionar ou vetar o texto.

Com a mudança, a legislação passa a explicitar que os procedimentos de notificação, encampação e eventual arrecadação poderão ser aplicados tanto a terrenos vazios quanto a imóveis edificados em situação de abandono. A medida busca enfrentar problemas como acúmulo de resíduos, insegurança e o descumprimento da função social da propriedade.

Critérios para arrecadação

De acordo com o projeto, terão prioridade para arrecadação os imóveis cujo estado de abandono represente risco à segurança e à saúde pública. Para isso, deverão ser observados critérios como a ausência de demonstração de interesse do proprietário em manter o imóvel em seu patrimônio, a inexistência de posse por terceiros e a inadimplência no pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

Na justificativa apresentada em plenário, o vereador Eliton Ávila afirmou que o grande número de propriedades abandonadas representa uma preocupação para o município. “Terrenos vazios servem para o descarte irregular de resíduos, enquanto os edificados são utilizados pela criminalidade. Se os proprietários não tomam as providências necessárias de cercamento e limpeza, que a Prefeitura possa se apropriar e fazer o bom uso desses espaços, utilizando para a implantação de serviços públicos ou para aumentar o caixa financeiro para outros investimentos”, sugeriu o autor.

Debate em plenário

Durante a discussão da matéria, o vereador Enio Brizola (PT) afirmou que há diversos imóveis na cidade que se enquadram na situação prevista pelo projeto. “Vemos imóveis abandonados virando depósitos de resíduos e inservíveis, e é a Prefeitura que acaba sendo demandada nessas situações. Nenhum proprietário pode permitir o abandono de um prédio, criar problemas de insegurança para a comunidade do entorno e gerar demandas para seu município. Isso que, na maioria das vezes, IPTU e outras taxas não são pagos”, pontuou o vereador.

O vereador Giovani Caju (PP) também se manifestou favoravelmente à proposta. “Se tivermos em vigor uma lei como essa, casos de violência também podem ser evitados”, colaborou o parlamentar.

A vereadora Professora Luciana Martins (PT) destacou a importância da função social da propriedade durante o debate. “Temos o desafio de incluir no Plano Diretor instrumentos que a gestão pública possa utilizar para dirimir essas situações. Temos o direito à propriedade, mas ela precisa estar a serviço do bem comum. Nossas legislações precisam garantir esse preceito fundamental”, cobrou a vereadora.

Próximos passos

Após a aprovação em segunda votação, o projeto será encaminhado ao executivo municipal. O prefeito poderá sancionar e promulgar a proposta ou vetá-la parcial ou integralmente.

Caso não haja manifestação no prazo legal de 15 dias úteis, o projeto retornará à Câmara de Vereadores para promulgação e publicação, caracterizando sanção tácita. Se houver veto, caberá aos vereadores analisá-lo e decidir por sua manutenção ou rejeição.

Foto: Daniele Souza/CMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2026 0 Comentários 143 Visualizações
Variedades

Café Empresarial da ACI de Santa Cruz orienta sobre riscos jurídicos no uso de IA e redes

Por Jonathan da Silva 14/07/2026
Por Jonathan da Silva

Empresários e profissionais de empresas participaram da edição de julho do Café Empresarial da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Santa Cruz do Sul na manhã desta terça-feira (14), que abordou os cuidados jurídicos relacionados ao uso de Inteligência Artificial (IA) e à presença corporativa nas redes sociais. Realizado no Antigo Bistrô, o encontro reuniu as advogadas Ana Paula Medina Konzen e Daniela Foiato Michel Flach, sócias do BVK Advogados, para discutir responsabilidade legal, prevenção de conflitos e medidas de conformidade no ambiente digital.

O painel “Antes de publicar, conheça as regras do jogo: a responsabilidade jurídica das empresas nas redes sociais” foi direcionado a empresários e gestores com o objetivo de apresentar orientações sobre o uso adequado de ferramentas digitais e a redução de riscos jurídicos relacionados a publicações, dados e conteúdos produzidos por empresas.

Responsabilidade empresarial

Durante a abertura do debate, a advogada Ana Paula Medina Konzen, pós-graduada em Direito Processual Civil, com LLM em Direito Empresarial e Societário pela FGV, destacou que ainda existe a percepção de que a internet seria um ambiente sem regras, mas que essa realidade mudou com o avanço da regulamentação e das decisões judiciais relacionadas ao meio digital. “Ainda existe uma crença de que a internet é uma terra sem lei, que tudo pode ser feito. Hoje em dia isso mudou muito”, afirmou a advogada.

Segundo Ana Paula, a falta de informação sobre as normas aplicáveis ao ambiente digital pode gerar problemas evitáveis e prejuízos financeiros para empresas. A especialista reforçou a importância da prevenção e do acesso a informações corretas para reduzir conflitos e custos jurídicos.

Uso da Inteligência Artificial exige cuidados

A utilização de Inteligência Artificial foi um dos temas centrais do encontro. A advogada Daniela Foiato Michel Flach, que possui LLM em Direito dos Negócios pela Unisinos e certificação em Direito Digital, destacou que a tecnologia pode auxiliar empresas, mas exige critérios para seu uso. “A IA às vezes mente, às vezes cria. Então, não confiar 100% no que é gerado ali é fundamental”, afirmou Daniela.

Entre as recomendações apresentadas pela especialista está a criação de políticas internas de governança para definir quais ferramentas de IA podem ser utilizadas pelas equipes e quais informações podem ser inseridas nessas plataformas, especialmente dados sensíveis de clientes.

A advogada também ressaltou a necessidade de revisão humana dos conteúdos produzidos por inteligência artificial, para evitar a divulgação de informações incorretas ou descontextualizadas. Além disso, alertou que a utilização da tecnologia não elimina a necessidade de respeitar direitos autorais e de imagem. “Conteúdos gerados por IA estão sujeitos às mesmas regras de direito de imagem e propriedade intelectual que conteúdos tradicionais”, pontuou a especialista.

Responsabilidade sobre conteúdos publicados

Outro ponto abordado durante o Café Empresarial foi a responsabilidade das empresas sobre conteúdos divulgados em redes sociais. Segundo Daniela, quando uma publicação gerada com auxílio de inteligência artificial é divulgada em nome da empresa, a responsabilidade pelo conteúdo passa a ser da organização.

A advogada também destacou que o uso comercial de imagens de funcionários, clientes, crianças ou figuras públicas depende de autorização expressa. O compartilhamento de memes ou imagens disponíveis na internet sem permissão também pode gerar consequências jurídicas.

Prevenção como estratégia empresarial

Durante o encontro, as especialistas apresentaram orientações práticas para que empresas utilizem novas tecnologias e redes sociais em conformidade com a legislação. “O uso de novas tecnologias exige maturidade e, acima de tudo, conformidade legal”, concluíram as especialistas.

O Café Empresarial faz parte da programação da ACI de Santa Cruz do Sul há mais de duas décadas e reúne empresários, gestores e profissionais da região para troca de experiências, ampliação de contatos e atualização sobre tendências do mercado.

O evento teve patrocínio da Unisc, Sicredi, Universal Leaf, Gazeta, Wizard, XP Investimentos, HiMarte, Padaria Roque Schuh, Cindapa, Bitencourt Seguros e Antigo Bistrô.

Foto: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2026 0 Comentários 152 Visualizações
Variedades

Capacitações orientam produtores de tabaco sobre norma de segurança no campo

Por Jonathan da Silva 04/05/2026
Por Jonathan da Silva

Produtores de tabaco do sul do Brasil vêm sendo capacitados de forma contínua sobre a Norma Regulamentadora nº 31 (NR-31), que trata da segurança e saúde no trabalho rural. As formações ocorrem ao longo de 2026, em diversos municípios, com participação de produtores integrados às empresas associadas ao SindiTabaco e com cursos realizados em parceria com o Senar. A iniciativa busca alinhar práticas agrícolas às exigências legais, reduzir riscos de acidentes e garantir condições adequadas de trabalho no campo.

As ações fazem parte de um programa permanente conduzido pelas empresas associadas ao Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco, com foco na conscientização e qualificação técnica. Os treinamentos incluem atividades teóricas e práticas voltadas ao uso seguro de insumos agrícolas e à organização do ambiente de trabalho rural.

Capacitações no estado

Neste ano, já foram realizadas capacitações nos municípios gaúchos de Agudo, Caiçara, Camaquã, Candelária, Chuvisca, Jaguari, Santa Cruz do Sul, Sinimbu e Vale do Sol. Os cursos são organizados em turmas com capacidade entre 10 e 15 participantes.

De acordo com a assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana Bender, além dos produtores, os treinamentos também são oferecidos a novos orientadores agrícolas das empresas integradoras. “Temos atualmente 178 treinamentos mapeados só no Rio Grande do Sul. E também há cronogramas nas regiões produtoras de tabaco do Paraná e de Santa Catarina”, afirmou Fernanda.

A expectativa é de que mais de 2 mil produtores sejam capacitados ao longo do ano apenas no Rio Grande do Sul.

Conteúdo dos cursos

O treinamento “Aplicação Correta e Segura de Defensivos Agrícolas – NR-31” aborda temas como rotulagem de produtos, primeiros socorros, operação e manutenção de equipamentos de aplicação, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), transporte e armazenamento de agrotóxicos, além da destinação correta de embalagens e procedimentos como a tríplice lavagem.

As atividades buscam garantir que os participantes adotem práticas seguras no manejo de insumos e na condução das atividades agrícolas.

O que é a NR-31

A Norma Regulamentadora nº 31 estabelece diretrizes para segurança e saúde no trabalho na agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura. Criada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a norma define responsabilidades de empregadores e trabalhadores na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.

Entre os pontos abordados estão o uso adequado de EPIs, a segurança no manuseio de equipamentos e agrotóxicos, a obrigatoriedade de capacitações e a organização do ambiente de trabalho.

A norma também prevê penalidades em casos de descumprimento, como a ausência ou uso inadequado de equipamentos de proteção, aplicação de agrotóxicos sem treinamento e armazenamento irregular de produtos.

O que é o SindiTabaco

Fundado em 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) tem sede em Santa Cruz do Sul e atua nacionalmente, com exceção dos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. A entidade reúne 14 empresas associadas e concentra suas ações na Região Sul, responsável por 96% da produção de tabaco no Brasil.

Segundo o sindicato, cerca de 533 mil pessoas estão envolvidas na cadeia produtiva em 525 municípios, o que reforça a necessidade de ações voltadas à qualificação e segurança no trabalho rural.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2026 0 Comentários 189 Visualizações
Variedades

Novo Hamburgo integra grupo para elaborar legislação nacional sobre IA

Por Jonathan da Silva 22/04/2026
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo foi escolhida para integrar um Grupo de Trabalho técnico da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) que irá elaborar uma minuta de projeto de lei sobre o uso de inteligência artificial no setor público. A participação ocorre após a Prefeitura hamburguense se destacar na adoção de ferramentas de IA na administração, com o objetivo de contribuir para a criação de diretrizes que poderão orientar mais de 5 mil cidades brasileiras.

A Procuradoria-Geral do Município (PGM) de Novo Hamburgo tem adotado ferramentas de inteligência artificial há cerca de um ano, com regulamentação própria e protocolos voltados à proteção de dados. A atuação da cidade foi destacada em um fórum realizado em Canoas, que reuniu gestores e especialistas para discutir segurança jurídica e proteção de dados no Brasil.

O procurador-geral do município de Novo Hamburgo, Vanir de Mattos, comentou a aplicação da tecnologia na administração pública. “Não vemos a tecnologia apenas como uma ferramenta de produtividade, mas como um compromisso com a eficiência pública. Em Novo Hamburgo, a IA já é realidade no cotidiano jurídico, sempre pautada pela ética e pelo respeito absoluto à privacidade dos dados. Ganhamos uma carta branca do prefeito Gustavo Finck para inovar”, afirmou de Mattos.

Participação na construção de diretrizes

O reconhecimento técnico levou o município a integrar o grupo vinculado à FNP, que reúne cidades de diferentes regiões do país para desenvolver uma proposta legislativa sobre o uso da Inteligência Artificial nas prefeituras.

O assessor de TI da Procuradoria-Geral do Município de Novo Hamburgo, Charles Höher, destacou o papel da cidade no processo. “Nosso desafio é criar diretrizes que permitam aos municípios aproveitar o potencial da IA de forma segura. Queremos que as experiências de Novo Hamburgo, capitaneadas pelo Centro de Estudos de Direito Municipal (CEDIM), sirvam de base para uma legislação moderna, que proteja o cidadão e, ao mesmo tempo, impulsione a modernização das prefeituras em todo o país”, pontuou Höher.

Construção coletiva e governança digital

A minuta do projeto de lei será construída de forma colaborativa entre sete municípios, reunindo diferentes realidades para a elaboração de um texto com aplicação nacional. A iniciativa busca alinhar inovação tecnológica, segurança jurídica e transparência na gestão pública.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/04/2026 0 Comentários 215 Visualizações
Política

Lei com autoria de deputado gaúcho proíbe voto de presos no Brasil

Por Jonathan da Silva 02/04/2026
Por Jonathan da Silva

A sanção de uma emenda que proíbe o voto de pessoas presas foi confirmada, tornando a medida parte do Marco Legal de Combate ao Crime Organizado no Brasil. A proposta, de autoria do deputado federal gaúcho Marcel van Hattem (Novo) estabelece novas regras sobre o direito ao voto para indivíduos privados de liberdade. A mudança atinge especialmente presos provisórios, que anteriormente podiam participar das eleições.

Com a nova lei, fica proibido o alistamento eleitoral de pessoas presas, além de determinar o cancelamento do título de eleitor nesses casos. A medida altera uma prática anterior que permitia que presos provisórios, ainda sem condenação definitiva, exercessem o direito ao voto.

Repercussão

O deputado federal Marcel van Hattem comentou a mudança na legislação e defendeu a medida. “Não faz o menor sentido alguém que foi afastado da sociedade por decisão judicial continuar decidindo o futuro do município, do estado e do Brasil. Isso não é direito, isso é regalia. Preso não pode votar. É um contrassenso, chega a ser ridículo. Quem está afastado da sociedade não pode influenciar os rumos políticos do país”, afirmou o parlamentar.

A emenda foi incorporada ao Marco Legal de Combate ao Crime Organizado, conjunto de normas voltadas ao enfrentamento de práticas criminosas no país. A alteração na legislação eleitoral passa a valer após a sanção, modificando o entendimento anterior sobre a participação política de pessoas privadas de liberdade.

Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/04/2026 0 Comentários 301 Visualizações
Política

Canela atualiza regras do sistema tributário para plataformas de hospedagem

Por Jonathan da Silva 14/01/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Canela sancionou em dezembro a Lei Complementar nº 133, que altera o sistema tributário municipal para atualizar normas do Código Tributário, definir regras para o ISS sobre serviços de hospedagem intermediados por plataformas digitais e adequar a legislação local às normas federais. A nova legislação entrará em vigor a partir de 23 de março deste ano.

O que muda na legislação

A lei consolida e atualiza dispositivos do Código Tributário Municipal em vigor desde 2017, com ajustes técnicos e adequações às mudanças ocorridas nos últimos anos, especialmente no que se refere ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza e às obrigações acessórias. Entre os pontos centrais está a definição de responsabilidade pelo recolhimento do ISS nos serviços de hospedagem ofertados por meio de plataformas eletrônicas, como Airbnb e Booking.

Plataformas passam a recolher o imposto

Pela nova regra, quando a hospedagem ocorrer em Canela por meio de plataformas digitais, a responsabilidade pelo recolhimento do ISS passa a ser das próprias plataformas intermediadoras, por meio de retenção na fonte e posterior repasse ao município. A Secretaria Municipal da Fazenda e Desenvolvimento Econômico informa que o imposto já era devido sobre esse tipo de serviço e que a alteração não cria novo tributo nem aumenta alíquotas, apenas define de forma clara quem deve recolher, já que muitos prestadores não realizavam cadastro municipal nem o pagamento do imposto.

Impacto no setor de turismo

A medida, de iniciativa da Prefeitura de Canela e aprovada pela Câmara de Vereadores, também busca ajustar a concorrência no setor turístico. Com o crescimento da locação por temporada via plataformas digitais, hotéis e pousadas apontavam diferenças na carga tributária e regulatória, uma vez que muitos imóveis ofertados não recolhiam tributos. A atualização da legislação estabelece isonomia entre os diferentes modelos de hospedagem que atuam no município.

Base de cálculo e penalidades

A legislação municipal foi alinhada à norma federal e definiu que a base de cálculo do ISS será composta pela soma dos valores das hospedagens, seguros, remunerações e taxas de limpeza, excluída a taxa de intermediação, que é devida no município onde estiver localizada a sede da plataforma intermediadora, quando ela não estiver em Canela. O descumprimento das regras poderá resultar em lançamento de ofício, com aplicação de multa e juros, conforme previsto no Código Tributário Municipal.

Prazo de adaptação

A Lei Complementar nº 133 entra em vigor após 90 dias contados da data de sua publicação, em 23 de março de 2026, o que estabelece um período de adaptação para plataformas e demais envolvidos.

Foto: Izaque Santos/Prefeitura de Canela/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/01/2026 0 Comentários 395 Visualizações
Cidades

Dois Irmãos recebe destaque estadual por legislação específica sobre inovação

Por Jonathan da Silva 28/10/2025
Por Jonathan da Silva

Dois Irmãos foi reconhecida pelo Governo do Estado entre as 36 cidades gaúchas que possuem legislação específica sobre inovação. O destaque veio com o lançamento, na semana passada, da nova versão do Observatório da Inovação no Rio Grande do Sul, plataforma que reúne informações sobre iniciativas e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento tecnológico. A Lei Municipal nº 5.559/2025 coloca Dois Irmãos entre as 36 das 497 cidades do estado com norma voltada ao tema.

Na Região Metropolitana, apenas Dois Irmãos, Esteio, Porto Alegre, Novo Hamburgo, Sapiranga, São Leopoldo, Gravataí e Guaíba contam com leis municipais de inovação, concentrando o maior número de legislações desse tipo no estado. O objetivo é fortalecer o ambiente de negócios e estimular a criação de soluções que incentivem o empreendedorismo e a modernização dos serviços públicos.

Compromisso com o desenvolvimento

O prefeito Jerri Meneghetti (PP) destacou a importância do avanço no tema e o protagonismo do município no cenário estadual. “Estamos criando um ambiente favorável à inovação e ao empreendedorismo. Junto com o Ecossistema Veleiro e outras iniciativas, estamos buscando que Dois Irmãos seja referência no assunto”, afirmou o chefe do executivo local.

Informações e contato

A legislação pode ser consultada junto ao Departamento de Inovação de Dois Irmãos. Interessados podem entrar em contato pelo telefone ou WhatsApp (51) 3564-8808.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2025 0 Comentários 339 Visualizações
Política

SindiTabaco cobra aplicação de lei anti-contrabando

Por Jonathan da Silva 19/09/2025
Por Jonathan da Silva

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, participou de uma reunião para tratar da aplicação da Lei nº 16.326/2025 nesta quinta-feira (18), no Palácio Piratini, em Porto Alegre. A legislação, de autoria do deputado estadual Elton Weber (PSB) e aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), estabelece sanções administrativas e restrições a empresas envolvidas com produtos ilícitos, com foco nos setores do tabaco e do vinho, que sofrem prejuízos com o mercado ilegal.

O encontro contou com a presença do secretário da Casa Civil estadual, Artur Lemos, de representantes das Secretarias da Fazenda e da Segurança Pública, da Procuradoria-Geral do Estado, além de entidades como a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o Instituto Consevitis-RS e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no RS (Fetag-RS).

Para o SindiTabaco, a regulamentação e a efetiva implementação da nova lei são fundamentais no enfrentamento à concorrência desleal. “Temos sido, há anos, duramente impactados pelo contrabando, que compromete empregos, renda e a sustentabilidade da cadeia produtiva formal. Por isso, consideramos fundamental a união de esforços para assegurar a efetividade dessa nova legislação”, afirmou o presidente Thesing.

Impacto do contrabando no Brasil

Dados do Ipec (2024) apresentados na reunião mostram que o mercado ilegal representa 32% do total de cigarros comercializados no país, movimentando cerca de R$ 34 bilhões ao ano. A evasão fiscal resultante alcançou R$ 105 bilhões nos últimos 12 anos, sendo R$ 9 bilhões somente em 2024. A diferença de tributação entre Brasil e Paraguai é apontada como um dos fatores que alimentam o problema: enquanto os produtos paraguaios têm carga tributária de 13%, no Brasil ela varia entre 70% e 90%. Na avaliação da entidade, essa disparidade gera uma diferença de preços significativa, estimulando o consumo de produtos ilícitos.

Produção no Paraguai

O Paraguai produz 50 bilhões de cigarros por ano, dos quais apenas 2 bilhões são consumidos internamente. O restante é destinado principalmente ao contrabando, com o Brasil absorvendo mais de 30 bilhões de unidades. O preço médio do cigarro legal no Brasil em 2024 foi de R$ 8,13, contra R$ 5,21 no mercado ilegal — diferença de 56%. No segmento de baixo preço, a diferença chegou a R$ 1,56 em 2025, favorecendo o acesso aos produtos contrabandeados pelas camadas mais vulneráveis da população.

Novos desafios

O combate ao contrabando enfrenta limitações adicionais, como o corte de R$ 708 milhões no orçamento federal destinado ao combate ao crime organizado em 2024, o que enfraquece a fiscalização em fronteiras e cidades. O país perde anualmente mais de R$ 500 bilhões com contrabando de diversos produtos. Thesing destacou ainda o avanço de dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), cujo mercado é 100% dominado pelo contrabando. “Soma-se a isso o crescimento de novos desafios, como o mercado de dispositivos eletrônicos para fumar, que hoje é 100% dominado pelo contrabando, já que esses produtos não são regulamentados nem tributados no Brasil, ao passo que seu consumo aumenta anualmente”, pontuou o presidente do SindiTabaco.

Potenciais da regulamentação dos DEFs

Segundo dados do Ipec (2024), mais de 3 milhões de brasileiros já utilizam os DEFs. A ausência de regulamentação traz perdas econômicas e de arrecadação. Estudo da FIEMG (2024) estima que a regularização do setor poderia gerar 124,5 mil novos empregos em todo o país, abrangendo desde a produção até logística, comércio e fiscalização. Já dados da USP (2024) apontam que o Brasil deve deixar de arrecadar R$ 10,5 bilhões em 2025 pela falta de um marco regulatório.

Reflexos na economia

Para Thesing, a regulamentação pode trazer efeitos diretos para as contas públicas. “Esse montante representa uma perda expressiva para os cofres públicos, com reflexos diretos na capacidade de investimento em áreas essenciais como saúde, educação e segurança pública. Portanto, a regulamentação não é apenas uma medida de controle sanitário ou legal; ela se apresenta como uma ferramenta estratégica de desenvolvimento econômico, capaz de fomentar empregos, recuperar receitas fiscais e reduzir o espaço ocupado pelo mercado ilegal no país”, concluiu o presidente do SindiTabaco.

Foto: Eliana Stülp Kroth/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2025 0 Comentários 444 Visualizações
Política

Deputada estadual propõe audiência sobre multas a cegonheiros brasileiros na Argentina

Por Jonathan da Silva 19/05/2025
Por Jonathan da Silva

A deputada estadual Patrícia Alba (MDB) solicitou uma audiência pública à Comissão do Mercosul da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para tratar das multas e paralisações enfrentadas por caminhoneiros brasileiros na Argentina. A medida visa discutir os impactos causados pelas penalidades decorrentes da diferença entre as legislações dos dois países sobre o comprimento permitido dos veículos cegonheiros.

A proposta foi apresentada após reunião entre a parlamentar e o presidente do Sindicato dos Cegonheiros do RS (Sintracergs), Sílvio Miguel Coelho Dutra. De acordo com Dutra, a legislação brasileira aumentou o comprimento dos veículos de 22,40 metros para 23 metros, enquanto a legislação argentina mantém o limite anterior. A diferença tem resultado em multas a transportadores brasileiros que circulam no território argentino, dificultando a logística e a movimentação de mercadorias entre os países.

Articulação com órgãos nacionais e internacionais

A deputada informou que também pretende atuar junto ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e à Câmara dos Deputados para buscar alterações nas normas vigentes entre os países do Mercosul. “O transporte de cargas é um setor que movimenta a economia, contribui para a arrecadação do estado, a movimentação de produtos e a conectividade regional e internacional. Vamos somar forças para mudar essas normas nos países vizinhos”, afirmou Patrícia Alba.

Exportações para Argentina aumentaram em 2025

Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apontam que as exportações brasileiras de veículos registraram aumento de 47,8% nos quatro primeiros meses de 2025. Foram 161,9 mil unidades exportadas no período, ante 46,3 mil no mesmo intervalo de 2024. A Argentina foi o destino de 59% das exportações, frente aos 34,8% registrados no ano anterior.

Foto: Gabriel Christovam/ALRS/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/05/2025 0 Comentários 540 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 309 | Agosto 2026

Entrevista | Márcio Madalena destaca o papel da Expointer no fortalecimento do agronegócio

Expointer | Caderno reúne destaques da 49ª edição do maior evento do agronegócio gaúcho

Negócios | Calçados Beira Rio expande fronteiras com inovação e sustentabilidade

Educação | Educação financeira prepara crianças e jovens para decisões mais conscientes

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª Expocande

  • 2

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 3

    Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em Canela

  • 4

    99Food inicia operação em Porto Alegre

  • 5

    Sábado Solidário mobiliza arrecadação de alimentos em 25 cidades gaúchas

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO