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governo estadual

Cultura

Estância Velha recebe etapa do projeto Caravanas da Cultura

Por Jonathan da Silva 11/03/2025
Por Jonathan da Silva

Estância Velha será sede, nesta quinta-feira, 13 de março, da etapa regional do programa Caravanas da Cultura RS. A iniciativa, organizada pela Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul (Sedac) em parceria com a Prefeitura, por meio da Diretoria de Cultura da Secretaria de Educação e Cultura (Semec), ocorre das 9h às 16h no auditório da Exatus, na Avenida Brasil, 970, no Centro. O encontro tem caráter formativo e é voltado para gestores culturais, conselheiros e integrantes da sociedade civil.

O diretor de Cultura da Semec, Raoni Forian, destacou a importância do evento. “Ele é muito importante, pois a Sedac tem uma linha de aproximação muito boa com os municípios, levando a cultura de ponta a ponta no estado. Essa aproximação faz com que haja maior integração entre os municípios e a cultura se fortaleça ainda mais”, afirmou Forian.

Editais e financiamento cultural

Durante o evento, serão discutidos temas como a revisão no cadastro de adesão ao Sistema Estadual de Cultura, o edital de repasse de recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) para os sistemas municipais, além das oportunidades de financiamento por meio da Lei de Incentivo à Cultura (LIC). Também serão apresentados os oito editais previstos para 2024 dentro da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).

O encontro ainda abordará a adesão ao Dia do Patrimônio e o papel do Conselho Estadual de Cultura do Rio Grande do Sul (CEC-RS).

As inscrições para o evento podem ser feitas pelo link bit.ly/caravanasdaculturaev.

Serviço

  • O quê: Etapa do projeto Caravanas da Cultura
  • Quando: quinta-feira, dia 13 de março, das 9h às 16h
  • Onde: Auditório da Exatus, Avenida Brasil, 970, Centro de Estância Velha
  • Inscrições: bit.ly/caravanasdaculturaev
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2025 0 Comentários 369 Visualizações
Cidades

Defesa Civil projeta clima sem extremos no RS até agosto

Por Jonathan da Silva 07/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul apresentou, nesta quinta-feira (6), ao governador Eduardo Leite (PSDB), a previsão climática para o estado entre março e agosto de 2025. Segundo os dados apresentados, não há indicativo de ocorrência de eventos meteorológicos extremos no primeiro semestre do ano, ao contrário do que ocorreu em 2024. A tendência é de condições climáticas consideradas normais para o período.

A previsão foi detalhada pela meteorologista Cátia Valente, do Centro de Operações da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, durante reunião realizada na sede do órgão, em Porto Alegre. A análise foi elaborada a partir de estudos de diversos institutos internacionais de meteorologia. O encontro contou também com a participação do chefe da Casa Militar e coordenador da Defesa Civil Estadual, coronel Luciano Boeira. “Observando-se as condições do Oceano Pacífico, que é o regulador do clima global, percebe-se que há uma transição para um quadro de neutralidade. Desse modo, a perspectiva é de que se tenha, para o outono que se aproxima, uma condição climática bastante diferente do ano passado, quando estávamos sob a influência de um El Niño, com intensidade variando entre moderado e forte”, afirmou a meteorologista.

Para o outono, a previsão inclui a chegada de frentes frias, trazendo chuvas e, posteriormente, massas de ar polar responsáveis por períodos mais frios. “Em cada localidade, há fatores específicos, que ganharão predominância nesse período. Poderão acontecer chuvas pontualmente fortes, temporais localizados, alternados por dias frios e ensolarados e, até mesmo, quentes. Ou seja, poderão ocorrer eventos meteorológicos que resultem em transtornos com algum grau de severidade, mas não de forma extrema e generalizada como em 2024”, acrescentou Cátia.

Sobre as temperaturas elevadas registradas recentemente no estado, a meteorologista explicou que, apesar da possibilidade de períodos quentes, não há previsão, a curto prazo, de uma onda de calor semelhante à atual.

Mesmo sem indicativos de eventos extremos para os próximos meses, a Defesa Civil informou que manterá o monitoramento contínuo, uma vez que mudanças podem ocorrer, especialmente em razão do aquecimento do Oceano Atlântico, fator que exerce influência relevante sobre o clima no Rio Grande do Sul. “A Defesa Civil realiza um monitoramento contínuo, 24 horas por dia, 7 dias por semana, com o objetivo de manter a população constantemente informada. Reafirmamos nosso compromisso em aprimorar progressivamente os serviços e ações de prevenção a desastres”, declarou o coronel Luciano Boeira.

Reforço na estrutura da Defesa Civil

Durante a reunião, o governador Leite também recebeu atualizações sobre os projetos em andamento para qualificação da estrutura da Defesa Civil estadual. “Diante dos desafios que enfrentamos, temos revisitado nossos métodos, ferramentas e estrutura. Estamos avançando no reforço do efetivo da Defesa Civil, na implantação do Cegird [Centro Estadual de Gestão Integrada de Riscos e Desastres] e no emprego de novas tecnologias. Queremos dar novos passos, também, na cultura de prevenção e resiliência”, afirmou Leite.

Governador Leite participa de reunião com a Defesa Civil

As ações integram o Plano Rio Grande, que prevê investimentos superiores a R$ 550 milhões para modernizar os serviços da Defesa Civil no Estado. Nos próximos meses, serão publicados editais de licitação para a construção do Cegird e de nove Centros Regionais de Proteção e Defesa Civil no interior do estado.

Entre as iniciativas previstas, estão melhorias no sistema de monitoramento, modernização de equipamentos, reforço do corpo técnico e da infraestrutura, ampliação da capacidade logística e expansão da frota de veículos. A Defesa Civil também promove capacitações sobre gestão de riscos e desastres para os municípios e está desenvolvendo novos protocolos de emergência em parceria com a Secretaria da Reconstrução Gaúcha.

Fotos: Mauricio Tonetto/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/03/2025 1 Comentário 849 Visualizações
Política

Setor de transporte defende modelo de pedágio mais competitivo em regiões do RS

Por Jonathan da Silva 27/02/2025
Por Jonathan da Silva

A instalação de novas praças de pedágio e o modelo de concessão das rodovias no Vale do Taquari e na região Norte do Rio Grande do Sul foram tema de um debate realizado na manhã de quarta-feira (21), na sede da Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), em Porto Alegre. O encontro reuniu representantes do setor transportador, entre eles o superintendente institucional do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (Setcergs), Eduardo Richter, e a superintendente de relações de trabalho da entidade, Andressa Scapini, para discutir os impactos da concessão e a necessidade de um modelo competitivo e equilibrado.

O bloco de concessão em análise, denominado Bloco 2, abrange sete rodovias: ERS-128, ERS-129, ERS-130, ERS-135, ERS-324, RSC-453 e BR-470. O projeto prevê investimentos de R$ 6,7 bilhões ao longo de 30 anos, com obras e serviços em 414,91 quilômetros de extensão, contemplando 32 municípios gaúchos. As melhorias previstas incluem a duplicação de 244 quilômetros e a implantação de 101 quilômetros de terceiras faixas.

Custo do pedágio preocupa setor transportador

Durante o debate, o superintendente institucional do Setcergs, Eduardo Richter, alertou sobre o custo previsto no modelo apresentado. “O que se tem proposto em relação ao custo é de 23 centavos por quilômetro. Isso é um absurdo! No Brasil, existem exemplos de rodovias com três, quatro, cinco pistas, sem esse custo, e com uma infraestrutura muito superior: pontos de parada de descanso, serviços de atendimento ao motorista, áreas de apoio. Não precisamos reinventar a roda, apenas fazê-la girar da forma correta”, afirmou Richter.

Tributação e cobrança duplicada são apontadas como problemas

Além do valor do pedágio, Eduardo Richter destacou a necessidade de revisão da tributação sobre o setor de transporte. “Já temos parte do IPVA que, em teoria, deveria ser destinada a esse tipo de infraestrutura. Além disso, há a CIDE – Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico –, que arrecada recursos para esse fim. Mas o problema é que estamos pagando em duplicidade: CIDE, IPVA e mais o pedágio. O que precisamos é de um projeto robusto, voltado para o futuro, e não para o passado”, destacou o superintendente.

Presidente da Federasul defende concessão bem estruturada

O presidente da Federasul, Rodrigo Sousa, também participou do encontro e defendeu a importância de garantir que o modelo de concessão seja bem planejado. “Se a concessão for bem planejada, pode gerar melhores resultados para a sociedade, como tarifas mais justas. No Brasil, temos um histórico de concessões mal estruturadas, que resultaram em pedágios com preços excessivamente altos por quilômetro concedido. Nosso foco deve estar na análise criteriosa de cada contrato para evitar que o governo simplesmente busque arrecadar recursos com a venda da outorga, sem garantir competitividade no processo”, ressaltou Sousa.

Setor questiona sistema de cobrança

O presidente da Cooperativa Vale Log, Adelar Steffler, apontou como preocupação a forma de cobrança do pedágio e defendeu que o valor pago seja proporcional ao uso real da rodovia. “É injusto pagar pelo valor total da rodovia quando o veículo percorre apenas parte do trajeto. O sistema precisa ser mais equitativo e proporcional ao uso real da estrada”, exclamou Steffler.

Consulta pública prorrogada por mais 30 dias

A consulta pública sobre a concessão de rodovias do Bloco 2 foi prorrogada pelo Governo do Estado. Inicialmente prevista para encerrar em 21 de fevereiro, a consulta foi estendida por mais 30 dias. A população pode enviar contribuições e sugestões até 24 de março pelo e-mail [email protected].

O debate na Federasul integra uma série de discussões promovidas por entidades do setor de transportes e lideranças empresariais para acompanhar o processo de concessão e defender um modelo que atenda aos interesses da economia e da sociedade gaúcha.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/02/2025 0 Comentários 398 Visualizações
Cidades

Prefeitura e Estado alinham estratégias para obras de contenção de cheias em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 27/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de São Leopoldo e a Secretaria da Reconstrução Gaúcha (Serg) realizaram, nesta quarta-feira (27), uma reunião para definir estratégias de uso dos recursos destinados ao sistema de proteção contra cheias da bacia do Rio dos Sinos. Durante o encontro, realizado no município, foram apresentadas as demandas locais e estabelecida a realização de encontros periódicos para acompanhar as ações.

São Leopoldo teve 40% de seu território afetado pela catástrofe climática de 2024, o que permitiu a habilitação para o recebimento de recursos federais destinados a projetos de controle de alagamentos. Entre os valores disponíveis, estão R$ 69 milhões para a casa de bombas da Vila Brás e R$ 1,9 bilhão para todo o sistema de contenção de cheias da bacia do Rio dos Sinos.

Papéis da prefeitura e do estado

Os recursos serão gerenciados pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Reconstrução Gaúcha, enquanto a execução dos projetos ficará sob responsabilidade da prefeitura de São Leopoldo.

Obras contempladas

Entre as obras aptas a receber recursos estão edificação, alteamento e manutenção de diques, construção de casas de bomba, limpeza de bocas de lobo e galerias, além de desassoreamento de cursos d’água. Durante a reunião, técnicos da Serg mencionaram a possibilidade de o município ser restituído pelos valores municipais já utilizados em obras de contenção que estão em andamento, como a Operação Controle de Alagamentos (Oca).

Grupo de trabalho e coordenação local

O prefeito de São Leopoldo, Heliomar Franco (PL), já havia instituído um grupo de trabalho interno para discutir e coordenar as ações relacionadas às obras de contenção de cheias. O grupo é composto por representantes da Secretaria do Meio Ambiente (Semmam), Secretaria de Obras e Viação (Semov), Secretaria de Mobilidade e Serviços Urbanos (Semurb) e Semae.

O diretor-geral do Semae, Gabriel Dias, afirmou que a integração com o governo estadual é uma nova etapa no processo. “Nós já estávamos realizando encontros para debater os projetos, agora o estado fará parte das reuniões. Iremos subsidiar eles com informações e ações para execução do plano de contenção”, explicou Dias.

Gabriel Dias será o responsável por repassar à Serg as informações relacionadas aos recursos municipais já investidos em obras de controle de alagamentos. Esses dados serão analisados e poderão ser encaminhados para avaliação de possível restituição. Essa etapa inicial integra o plano de aplicação dos recursos para as futuras intervenções de contenção de cheias em São Leopoldo.

Foto: Eduarda Toledo/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/02/2025 0 Comentários 313 Visualizações
Saúde

Tecnologia de empresa hamburguense agiliza transplantes de órgãos no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 26/02/2025
Por Jonathan da Silva

O Rio Grande do Sul implementará, em maio deste ano, a fase 2 do Gerenciamento de Doações de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Gedott), sistema que digitaliza e integra todas as etapas do processo de transplante no estado. Desenvolvido pela empresa Paipe Tecnologia e Inovação, de Novo Hamburgo, para a Central de Transplantes da Secretaria Estadual da Saúde, o sistema permite a gestão digital desde a doação até a recepção dos órgãos.

O diretor comercial da Paipe, Rogério Nath Corrêa, explica que a ferramenta permite o acompanhamento em tempo real da disponibilidade de órgãos, verificação de documentação obrigatória e localização imediata do receptor. “O Gedott confere agilidade e confiabilidade ao processo de doação de órgãos e tecidos ao integrar todos os agentes envolvidos em um único ambiente”, detalha Corrêa.

Na fase 1, concluída em setembro de 2024, o sistema otimizou o cadastro e a gestão de potenciais doadores, a entrevista familiar e a validação dos exames. A segunda fase, prevista para maio, abrangerá a distribuição do órgão por meio do Sistema Nacional de Transplantes, a captação e a avaliação psicossocial do receptor.

Impacto no sistema de transplantes

O chefe da Divisão de Transplantes do Departamento de Regulação Estadual, médico Rogério Caruso, destaca a importância da informatização do processo. “Precisávamos de uma solução informatizada para realizar o gerenciamento total dos processos no estado, abrangendo desde a identificação dos potenciais doadores até a certificação da implantação do órgão ou tecido no receptor”, afirma Caruso. “Assim, ganharemos transparência no processo de cadastro, notificação e acompanhamento dos doadores e receptores”, completa o médico.

Com a plena implementação do Gedott, estima-se que 1.000 usuários serão beneficiados mensalmente. Em 2024, o Rio Grande do Sul registrou um crescimento de 5,6% nos transplantes, totalizando 1,6 mil procedimentos, de acordo com a Secretaria da Saúde.

Desenvolvimento e integração do Gedott

A Paipe Tecnologia e Inovação venceu a licitação para implantação do Gedott em 2023 e trabalha em parceria com a Central de Transplantes desde então. Fundada em 2013, a empresa desenvolve softwares personalizados para setores como saúde, vendas, finanças, exportação e logística. No setor público, a Paipe também moderniza os sistemas da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e da Defensoria Pública de São Paulo.

Como se tornar doador de órgãos

O Ministério da Saúde orienta que, para ser um doador de órgãos no Brasil, é necessário comunicar a família. A doação só ocorre mediante autorização familiar, mesmo que a pessoa tenha manifestado essa intenção em vida. Após o diagnóstico de morte encefálica, os familiares são consultados e orientados sobre o processo. O registro em cartório ou informação em documentos não é necessário.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2025 0 Comentários 361 Visualizações
Variedades

Reitor da Feevale e secretária de Inovação do RS discutem iniciativas para o setor

Por Jonathan da Silva 24/02/2025
Por Jonathan da Silva

O reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, e a secretária de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Simone Stülp, se reuniram nesta quinta-feira (20) no Centro Administrativo Fernando Ferrari, em Porto Alegre. O encontro contou também com a participação da diretora interina de Inovação da Feevale, Manuela Bruxel. Durante a reunião, foram discutidas ações voltadas ao fomento do agronegócio no Hub Agro, espaço de inovação mantido pela Feevale em parceria com a Prefeitura de Esteio. O Hub está localizado no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil.

O reitor da Feevale, José Paulo da Rosa, destacou a importância da parceria com a Secretaria de Inovação. “Temos muita satisfação em planejar iniciativas para promover a inovação em parceria com a Sict”, afirmou o reitor.

A secretária Simone Stülp ressaltou a relevância dos ambientes da instituição na área de inovação. “O Feevale Techpark e a Universidade Feevale estão entre os ambientes que são referência em se tratando de inovação no estado”, avaliou a secretária.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2025 0 Comentários 390 Visualizações
Saúde

Deputado solicita retirada do ICMS de medicamento que trata doença degenerativa

Por Jonathan da Silva 20/02/2025
Por Jonathan da Silva

O deputado estadual Issur Koch (PP) solicitou nesta quarta-feira (19) ao governador Eduardo Leite (PSDB) que o estado envie à Assembleia Legislativa um projeto de lei para retirar a cobrança do ICMS sobre o Elevidys, medicamento utilizado no tratamento da Distrofia Muscular de Duchenne (DMD), uma doença degenerativa. O custo do remédio, fabricado nos Estados Unidos, é estimado em R$ 17 milhões, o que tem dificultado o acesso das famílias ao tratamento.

Durante discurso na tribuna e em ofício encaminhado ao governador, o parlamentar destacou a urgência da medida. “Como pai, peço sua especial atenção e apoio a esta causa, pois trata-se de uma corrida contra o tempo para que essas crianças e adolescentes possam ter vida melhor e esperança no futuro”, afirmou Issur Koch.

A DMD é uma doença rara e progressiva que afeta principalmente meninos, comprometendo as funções motoras e podendo levar à perda da mobilidade com o tempo. O tratamento contínuo é considerado essencial para retardar o avanço da enfermidade.

Campanha para ajudar irmãos de Picada Café

O parlamentar citou o caso da Família Mielke, de Picada Café, que busca recursos para comprar o Elevidys para os irmãos Felipe e Igor, diagnosticados com a doença. Segundo o deputado, uma vaquinha online tem sido realizada para arrecadar o valor necessário, mas a quantia arrecadada ainda está longe dos R$ 34 milhões necessários para custear o tratamento dos dois meninos.

O deputado argumenta que a isenção do ICMS, atualmente fixado em 18%, pode reduzir significativamente o custo do medicamento e beneficiar outras famílias que enfrentam dificuldades semelhantes. “A retirada deste tributo diminuiria o custo final do Elevidys, possibilitando que os Mielke e as demais famílias possam ter acesso ao tratamento e à chance de melhorar a qualidade de vida de seus filhos”, pontuou Issur Koch.

A prevalência da DMD é de três casos a cada 100 mil pessoas. No Brasil, são registrados aproximadamente 700 novos casos por ano.

Medida semelhante foi adotada para outro medicamento

Em 2021, o deputado Issur Koch articulou junto à Assembleia Legislativa a retirada do ICMS sobre o medicamento Zolgensma, utilizado no tratamento da Atrofia Muscular Espinhal (AME) do tipo I. A proposta foi aceita pelo governo estadual, e o tributo foi eliminado para esse remédio no Rio Grande do Sul.

Foto: Raul Pereira/ALRS/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/02/2025 0 Comentários 495 Visualizações
Variedades

Operação Golfinho gera homenagem à Brigada Militar no Fórum Econômico Gaúcho

Por Jonathan da Silva 14/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Brigada Militar foi homenageada nesta quinta-feira (13) durante a 11ª edição do Fórum Econômico Gaúcho, realizado na Sociedade Amigos do Balneário Atlântida (Saba), em Xangri-Lá. O evento reuniu autoridades e empresários do estado para discutir o tema “Tempo de Desenvolvimento no Rio Grande do Sul”. A homenagem destacou a atuação da Brigada Militar na Operação Golfinho, mobilização anual que reforça a segurança pública nas áreas de veraneio do estado. Em sua 55ª edição, a operação conta com a participação de mais de 1.100 policiais militares.

O comandante-geral da Brigada Militar, coronel Cláudio dos Santos Feoli, o subcomandante-geral, coronel Douglas da Rosa Soares, e o chefe do Estado-Maior da corporação, coronel Luigi Gustavo Soares Pereira, participaram do momento de reconhecimento, que incluiu um resgate histórico sobre a operação e sua importância para a população gaúcha.

Presença de autoridades

O Fórum Econômico Gaúcho é realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, em parceria com a Rede Pampa, Banrisul, BRDE, Badesul e Corsan. A edição deste ano contou com a participação do vice-governador Gabriel Souza (MDB) e de integrantes do secretariado estadual.

Foto: Brigada Militar/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/02/2025 0 Comentários 396 Visualizações
Variedades

Governo estadual prorroga isenção de ICMS para compra de caminhões e ônibus

Por Jonathan da Silva 11/02/2025
Por Jonathan da Silva

O Governo do Rio Grande do Sul prorrogou a isenção do ICMS para aquisição de ônibus e caminhões destinados a empresas impactadas pelas enchentes de maio de 2024. O Decreto nº 58.011, publicado nesta terça-feira (4) no Diário Oficial do Estado, também mantém o creditamento integral do imposto em uma única vez, visando aliviar financeiramente o setor de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística (TRCL).

A prorrogação da isenção era uma demanda dos transportadores, especialmente após a publicação do Convênio ICMS nº 02/2025, que autorizou o Estado a legislar sobre o tema. “Essa medida traz previsibilidade para os empresários do setor, que ainda enfrentam os impactos da tragédia climática. A isenção e o crédito facilitam a renovação da frota e a recuperação da atividade econômica”, afirmou a Assessoria Jurídica do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística do Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs), representada por Fernando Massignan e Martina Heloisa Backes Schuster.

Regras mantidas

A Receita Estadual segue as diretrizes da Instrução Normativa RE 081/24, que permite aos transportadores comprovarem apenas a redução no faturamento para usufruir do benefício. No entanto, a prorrogação não inclui peças de reposição nem outros bens do ativo imobilizado.

Mais detalhes sobre o tema podem ser obtidos com o Setcergs pelo telefone (51) 3342-9299 ou no site setcergs.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2025 0 Comentários 446 Visualizações
Ensino

Escolas estaduais gaúchas começam a receber novos uniformes na próxima segunda

Por Jonathan da Silva 07/02/2025
Por Jonathan da Silva

As escolas estaduais do Rio Grande do Sul começam a receber os kits de uniformes escolares para os estudantes da Rede Estadual de Ensino a partir de segunda-feira, 10 de fevereiro. O Governo do Estado investiu cerca de R$ 208 milhões na confecção e distribuição de mais de 7 milhões de peças, que serão entregues em 2.320 instituições até o final de março. Para organizar a distribuição, a Secretaria da Educação (Seduc) elaborou um manual com orientações para os gestores escolares, abordando confirmação de recebimento, gestão de estoque e armazenamento.

A entrega será feita em três etapas. Em fevereiro, as escolas receberão 40% das peças previstas, seguidas por dois lotes de 30%, finalizando os kits. A primeira remessa inclui uniformes de verão: duas camisetas brancas de manga curta, uma camiseta verde de manga curta e uma bermuda. Para estudantes do Kit 2, destinado à Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação Profissional Concomitante ou Subsequente, não será enviada a bermuda.

Os uniformes chegarão às escolas em caixas lacradas, sendo responsabilidade da gestão escolar inspecionar o material. A Seduc desenvolveu um sistema para que as equipes diretivas possam gerenciar o estoque e organizar a retirada dos uniformes pelos estudantes e responsáveis.

Retirada e ajustes

Os estudantes do Ensino Médio poderão retirar os uniformes diretamente na escola, enquanto no Ensino Fundamental a entrega será feita aos responsáveis. Em ambos os casos, é necessária a confirmação do recebimento na plataforma digital da Seduc, que estará disponível a partir desta sexta-feira, dia 7.

Inconsistências nos pedidos devem ser reportadas às Coordenadorias Regionais de Educação para ajustes. Estudantes que ainda não escolheram o tamanho do uniforme deverão procurar a escola no início do ano letivo, a partir de 10 de fevereiro.

Composição dos kits

Os kits de uniformes são divididos em duas categorias. O Kit 1, destinado a estudantes do Ensino Fundamental e Médio, contém dez peças: três camisetas de manga curta, duas camisetas de manga longa, uma jaqueta, um moletom, duas calças e uma bermuda. O Kit 2, voltado à Educação Profissional Concomitante ou Subsequente e ao EJA, inclui sete peças, sem as calças e a bermuda.

Todas as peças seguem o padrão de cores verde, azul e branca e trazem o símbolo do Rio Grande do Sul com a inscrição “Educação Rede Estadual”.

Foto: Vitor Rosa/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/02/2025 0 Comentários 484 Visualizações
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