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Felipe Kuhn Braun

Cultura

Felipe Kuhn Braun lança livro sobre imigração luxemburguesa no dia 22

Por Jonathan da Silva 17/06/2026
Por Jonathan da Silva

O escritor e jornalista Felipe Kuhn Braun lançará o livro “Luxemburgueses no Brasil” no próximo dia 22 de junho, às 19h30min, no Centro Cultural 25 de Julho, em Porto Alegre. O evento contará com uma palestra sobre a história de Luxemburgo e sessão de autógrafos com o autor. A obra tem como objetivo apresentar ao público uma pesquisa dedicada à imigração luxemburguesa no país, resgatando trajetórias familiares e destacando a contribuição dessas comunidades para a formação social e cultural brasileira. O ingresso para participar será a doação de 1 kg de alimento não perecível.

O livro aborda a imigração luxemburguesa desde as origens históricas do território de Luxemburgo, passando pelas partilhas territoriais e pelos movimentos migratórios que levaram milhares de pessoas a diferentes regiões do mundo, incluindo o Brasil.

Realizado com o apoio da Associação dos Cidadãos Luxemburgueses no Brasil (Aclux), a obra apresenta informações sobre famílias pioneiras e busca recuperar aspectos da presença luxemburguesa no país. Ao longo de suas 160 páginas, a publicação reúne listas de imigrantes, dados sobre descendências e registros da contribuição dessas comunidades para a sociedade brasileira.

Segundo a pesquisa, muitos desses imigrantes se estabeleceram principalmente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Minas Gerais também é contemplado na obra em razão da fundação da empresa Belgo-Mineira, que teve participação de imigrantes luxemburgueses.

Quem é Felipe Kuhn Braun

Natural de Novo Hamburgo e nascido em 1987, Felipe Kuhn Braun iniciou suas pesquisas em 2001. Formou-se em Jornalismo pela Universidade Feevale, em 2010, e construiu sua trajetória como pesquisador voltado à história da imigração e à genealogia no sul do Brasil.

Com o lançamento de Luxemburgueses no Brasil, o autor chega à marca de 35 livros publicados sobre história regional e imigração, áreas às quais tem se dedicado ao longo de sua carreira.

Evento de lançamento

Além do lançamento da obra, a programação prevê uma palestra ministrada por Felipe Kuhn Braun sobre a história de Luxemburgo e os processos que marcaram a imigração luxemburguesa. Na sequência, o público poderá participar da sessão de autógrafos promovida durante o evento.

Serviço

  • O quê: Palestra e lançamento do livro Luxemburgueses no Brasil, com o escritor e jornalista Felipe Kuhn Braun
  • Quando: 22 de junho, segunda-feira, às 19h30min
  • Onde: Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre (Rua Germano Petersen Júnior, 250, bairro Auxiliadora, Porto Alegre)
  • Quanto: Ingresso mediante doação de 1 kg de alimento não perecível; o livro estará à venda por R$ 80,00

Ficha técnica

  • Livro: Luxemburgueses no Brasil
  • Autor: Felipe Kuhn Braun
  • Categoria: Não ficção (História, Imigração e Genealogia)
  • Editora: Z Multi Editora
  • Número de páginas: 160
  • Realização: Associação dos Cidadãos Luxemburgueses no Brasil (Aclux)
Foto: Homero Schuch/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2026 0 Comentários 70 Visualizações
Cultura

Em Novo Hamburgo, lançamento de livro bilíngue celebra bicentenário da imigração alemã

Por Jonathan da Silva 28/07/2025
Por Jonathan da Silva

O livro “200 anos da imigração alemã no Sul do Brasil”, do jornalista, escritor e pesquisador Felipe Kuhn Braun, foi lançado na noite desta quinta-feira (24) na Casa CDL, em Novo Hamburgo. A publicação bilíngue (português/inglês) marca a celebração do bicentenário da chegada dos imigrantes alemães ao Brasil e apresenta um panorama dos impactos culturais, sociais e econômicos desse processo na região sul.

O lançamento contou com a fala de abertura do diretor de Cultura da CDL-NH, Rodrigo Duarte, que agradeceu a presença do público e ressaltou a importância da iniciativa para a valorização da história e da cultura local.

Reconhecimento às contribuições

Durante o evento, o autor destacou o objetivo da obra. “Este livro representa não apenas um marco histórico, mas também um reconhecimento das contribuições profundas que os imigrantes alemães trouxeram para a formação cultural, social e econômica do Sul do Brasil. É uma honra poder compartilhar essa pesquisa com a comunidade de Novo Hamburgo, cidade que é parte fundamental dessa história”, comentou Kuhn Braun.

Após a apresentação, o escritor autografou exemplares e conversou com o público sobre o processo de pesquisa.

Obra com imagens e tradução

Publicado pela Z Multi Editora, o livro reúne 320 páginas com textos informativos e mais de 100 imagens do acervo pessoal do autor. A obra tem tradução para o inglês, com o objetivo de alcançar leitores fora do Brasil, e conta com prefácio do doutor em Filosofia Rafael Koerig Gessinger.

O conteúdo aborda as contribuições dos imigrantes de língua alemã em áreas como educação, agricultura e indústria, evidenciando sua influência no desenvolvimento do sul do país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2025 0 Comentários 363 Visualizações
Variedades

Livro bilíngue sobre imigração alemã será lançado na Casa CDL em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 21/07/2025
Por Jonathan da Silva

O lançamento do livro “200 anos da imigração alemã no sul do Brasil”, de autoria do jornalista, escritor e pesquisador Felipe Kuhn Braun, será realizado na próxima quinta-feira, 24 de julho, às 19h, na Casa CDL, em Novo Hamburgo. Em edição bilíngue (português/inglês), a obra integra as comemorações do Bicentenário da Imigração Alemã e apresenta um panorama sobre os impactos do processo migratório na cultura, economia e sociedade da região sul do país.

Com 320 páginas e mais de 100 imagens do acervo pessoal do autor, o livro reúne informações sobre comunidades, personagens e marcos históricos ligados à imigração alemã. A publicação é da Z Multi Editora, com tradução para o inglês feita por Malcon Naor Voltz. O prefácio é assinado pelo doutor em Filosofia Rafael Koerig Gessinger, presidente da Comissão Executiva da Comissão Oficial do Bicentenário.

O livro já teve lançamento internacional durante viagem do autor à Alemanha e Luxemburgo, entre novembro e dezembro do ano passado.

Quem é Felipe Kuhn Braun

Natural de Novo Hamburgo, Felipe Kuhn Braun é presidente da Federação dos Centros de Cultura Alemã do Brasil (Feccab) e iniciou seus estudos sobre imigração aos 14 anos. Desde então, publicou 33 livros e mantém vínculos com instituições de pesquisa na Alemanha, Argentina e Europa Central. Também é conhecido por sua atuação em programas culturais na Vale TV e Rádio Imperial.

Serviço

  • O quê: Lançamento do livro “200 anos da imigração alemã no sul do Brasil”
  • Quando: Quinta-feira, 24 de julho, às 19h
  • Onde: Casa CDL (Rua Domingos de Almeida, 708, Centro, Novo Hamburgo)
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2025 0 Comentários 314 Visualizações
Variedades

Vereador Felipe Kuhn Braun visita Feevale e entrega livro sobre imigração alemã

Por Jonathan da Silva 19/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale recebeu nesta terça-feira (18) a visita do historiador e vereador de Novo Hamburgo, Felipe Kuhn Braun (PSDB). O encontro ocorreu no Câmpus II da Instituição, onde o parlamentar foi recepcionado pelo reitor José Paulo da Rosa e pela diretora de Relações Internacionais e Institucionais, Paula Casari Cundari.

Durante a visita, Braun presenteou os representantes da Universidade com exemplares de seu 30º livro, intitulado “200 Anos da Imigração Alemã no Sul do Brasil”. A obra, publicada em 2024, teve seu primeiro lançamento realizado na Alemanha e terá uma solenidade oficial de lançamento no Brasil, prevista para abril, ainda sem data definida. O reitor José Paulo da Rosa confirmou a participação da Universidade no evento. “É muito importante preservar e contar a nossa história, e a Universidade está à disposição para isso”, afirmou o líder da instituição.

Homenagem Mulher Cidadã 2025

Na ocasião, o vereador também entregou a Paula Casari Cundari um requerimento que a reconhece com o título de Mulher Cidadã 2025. A homenagem, promovida pela Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo, ocorre anualmente e permite que cada legislador indique uma cidadã de destaque na cidade. A cerimônia está marcada para o dia 13 de março.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/02/2025 0 Comentários 474 Visualizações
Ensino

Escolas de Estância Velha recebem autor de livro sobre a história do município

Por Jonathan da Silva 18/10/2024
Por Jonathan da Silva

Entre os dias 24 e 31 de outubro, o jornalista e pesquisador Felipe Kuhn Braun visitará escolas de Estância Velha para conversar com alunos do Ensino Fundamental sobre o processo de desenvolvimento do livro “Estância Velha – Dos povos originários à emancipação”. O livro, que foi distribuído gratuitamente em instituições e bibliotecas da região, será tema de encontros com estudantes de quarto e quinto anos, nos quais o autor compartilhará histórias e detalhes sobre a pesquisa que resultou na obra.

Kuhn Braun explicou que as conversas serão uma oportunidade de passar adiante os relatos que ouviu durante a produção do livro. “São ótimas as expectativas. Especialmente em compartilhar com os mais jovens as histórias que escutei e registrei com as pessoas mais velhas, que conheceram e viveram capítulos importantes da história da cidade”, afirmou o escritor.

O projeto conta com apoio da Secretaria de Educação e Cultura (Semec) de Estância Velha, e o secretário Gustavo Guedes ressaltou a importância do livro para a preservação da história local. “Esta obra é um marco na preservação da história de Estância Velha, unindo com precisão histórica e respeito à diversidade étnica. Com uma edição sofisticada e uma rica coleção de fotos, o livro destaca a complexidade cultural, econômica e social que moldou nossa cidade, desde os povos originários até a emancipação”, salientou Guedes.

Além do livro, foram distribuídos quadrinhos e material pedagógico para professores, alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A iniciativa é viabilizada pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da APTA Resinas e apoio de diversas instituições.

Livro sobre a história da cidade assinado por Kuhn Braun

Programação nas escolas

Quinta-feira, 24 de outubro
  • 8h30min – EEEM Princesa Isabel
    14h – Colégio Luterano Arthur Konrath
Terça-feira, 29 de outubro
  • 8h – EMEF Prefeito Reinato Enio Trein
  • 10h – EMEF Presidente Kennedy
  • 13h30min – EMEF Otávio Rocha
  • 15h30min – EMEF Selvino Ritter
Quarta-feira, 30 de outubro
  • 8h – EMEF Marechal Cândido Rondon
  • 10h – EMEF Fernando Ferrari
  • 13h30min – EMEF Pedro de Quadro Bittencourt
  • 15h30min – EMEF Nicolau Anselmo Wecker
Quinta-feira, 31 de outubro
  • 8h – EMEF José de Alencar
  • 10h – EMEF Érico Veríssimo
  • 13h30min – EMEF Germano Dauernheimer
  • 15h30min – EMEF Walter Jacob Bauermann
Fotos: Marcos Quintana/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/10/2024 0 Comentários 605 Visualizações
Política

Ex-governador do Lions recebe moção de aplauso na Câmara de Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 23/07/2024
Por Jonathan da Silva

A entrega de uma moção de aplauso ao advogado José Francisco Bolacel pelo trabalho realizado junto ao Lions Clube foi aprovado por unanimidade pela Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo nesta segunda-feira (22). Entre julho de 2023 e junho de 2024, Bolacel foi governador do Distrito LD-2, sediada no bairro Jardim Mauá, compreendendo 43 clubes em 30 cidades da região. O autor do documento foi o vereador Felipe Kuhn Braun (PSDB).

Kuhn Braun destacou a extensão da atuação do homenageado. “Sua liderança ética e transparente cria um ambiente de trabalho positivo e produtivo, onde todos se sentem valorizados e engajados em contribuir para o sucesso da organização”, exaltou o vereador. Atualmente, Bolacel acumula os postos de ex-governador distrital imediato (IPDG) do Distrito LD-2 e diretor regional da Associação dos Governadores dos Distritos Múltiplos L (AGDL).

Bolacel e Kuhn Braun

Em sua manifestação na tribuna, Kuhn Braun também procurou ressaltar o trabalho social prestado pelos clubes de Lions e enumerou conquistas obtidas pelo homenageado durante a gestão como governador. “Foram dois novos clubes fundados e um crescimento de 106 associados (um aumento de 7,84%). Foram realizadas ainda 3.851 atividades durante o período de um ano, com 949 mil pessoas atendidas. Existe um reconhecimento unânime de seus companheiros pelo seu trabalho”, detalhou o vereador.

Bolacel agradeceu a aprovação da moção e ressaltou ter vivido um ano de resiliência à frente do distrito. “Vencemos a batalha de ajudar as pessoas. Tivemos duas enchentes, uma que assolou o Vale do Taquari e esta que atingiu todo o Rio Grande do Sul. Entregamos 380 fogões nesta última tragédia. Compramos 300 kits de cozinha e 300 roupeiros. E começamos uma obra na cidade de Encantado, onde cinco casas estão sendo construídas”, salientou o advogado.

O que é uma moção

A Câmara de Vereadores se manifesta sobre determinados assuntos, aplaudindo ou repudiando ações, por meio de moções. Esses documentos são apreciados em votação única e, caso sejam aprovados, cópias são enviadas às pessoas envolvidas. Como exemplo, uma moção louvando a apresentação de um projeto determinado no Senado pode ser enviada ao autor da proposição e ao presidente daquela casa legislativa.

Fotos: Daniele Souza/CMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2024 0 Comentários 506 Visualizações
Cultura

História de São Sebastião do Caí: o antigo Porto dos Guimarães

Por Marina Klein Telles 07/06/2024
Por Marina Klein Telles

O jornalista e escritor Felipe Kuhn Braun publica seu 28° livro, juntamente com o historiador e escritor Sandro Blume: História de São Sebastião do Caí: o antigo Porto dos Guimarães. A obra registra a história do município que se emancipou de São Leopoldo e que se tornou a cidade mãe de Portão, Capela de Santana, São José do Hortêncio, Caxias do Sul, Feliz, Bom Princípio e Nova Petrópolis. Também diversas cidades se emanciparam dos seus antigos distritos, tais como: Nova Santa Rita, São Vendelino, Tupandi, Vale Real e Picada Café. A cidade de São Sebastião do Cai foi o berço de empresas importantes no Rio Grande do Sul, como as de Frederico Mentz em Porto Alegre, as de A.J.Renner e a Cervejaria Ritter, Bopp & Sassen, que depois se tornou a Continental e a conhecida empresa de conservas Oderich, cuja sede permanece no Caí.

Felipe e Sandro publicam sobre o importante porto da cidade, onde muitos imigrantes italianos desembarcavam para subir a Serra. Caí era um entreposto comercial entre a capital do Estado, Porto Alegre e a Serra Gaúcha. Braun e Blume também destacam a urbanização da cidade, impulsionada pela demanda gerada através da navegação fluvial do porto, que funcionava como ligação entre a rota terrestre que subia as encostas da serra em direção às colônias teuto-italianas e a rota fluvial que partia dos portos de São Sebastião do Caí e descia em direção aos cais de Porto Alegre.

Nesse contexto de prosperidade, percebe-se uma estreita relação entre comércio, sociedade, industrialização e o próprio rio, impulsionada pela circulação de embarcações como “chatas”, barcos a vapor e “gasolinas”. Braun e Blume também descrevem o histórico de desenvolvimento das comunidades interioranas na época, as comunidades religiosas e o trabalho em conjunto dos imigrantes e seus descendentes, que resultou em diversas obras importantes para o Rio Grande do Sul, a Sociedade União Popular e a fundação da primeira cooperativa de crédito da América Latina, a Spaarkasse em Linha Imperial, Nova Petrópolis, na época distrito de São Sebastião do Caí.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2024 0 Comentários 1,5K Visualizações
Cultura

Felipe Kuhn Braun é o patrono da Feira do Livro de Dois Irmãos no ano do bicentenário da imigração alemã

Por Jonathan da Silva 04/06/2024
Por Jonathan da Silva

O escritor, jornalista e pesquisador Felipe Kuhn Braun será o patrono da 35ª Feira do Livro de Dois Irmãos. O convite e a aceitação de Kuhn Braun aconteceram na terça-feira (28), na Escola Municipal Arno Nienow. No ano do bicentenário da imigração alemã, tema do qual o patrono é especialista, o convite foi realizado por crianças do 3º ano do ensino fundamental com referências germânicas.

Durante a realização do convite para Kuhn Braun, os estudantes da escola de Dois Irmãos cantaram músicas na língua alemã e apresentaram um cartaz com a frase “Möchten Sie unser Patron sein?”, que em português significa “Você aceita ser nosso patrono?”. O escritor prontamente respondeu que sim, aceitava.

O novo patrono agradeceu a oportunidade e interagiu com as crianças da Escola Arno Nienow, inclusive respondendo perguntas. Kuhn Braun destacou que Dois Irmãos tem uma importância muito grande na história da imigração, citando o pioneirismo dos imigrantes locais na educação e na religiosidade. O pesquisador também falou da importância da conservação do idioma alemão e da família, contando que sua motivação pela imigração foi o contato com avó paterna que falava com muito amor sobre sua história e de seus antepassados, revelando inclusive que ele e sua esposa possuem raízes no município, com vários ascendentes que residiram no território de Dois Irmãos.

Kuhn Braun interagiu com a criançada

Antes do convite, Kuhn Braun foi recebido pelo prefeito Jerri Meneghetti (PP), pelo vice-prefeito Juarez Stein, pela secretária de educação Denise Maria Maldaner, pela chefe do Departamento de Cultura, Elisandra Bremm, e pela professora de língua alemã, Ana Cristina Wiest.

Novo patrono com autoridades municipais

O convite também foi acompanhado pelos professores do comitê Lies, que ajuda a planejar a Feira do Livro de Dois Irmãos, e por integrantes da comissão organizadora da edição 2024 da revista Palavra de Educador, da secretaria de Educação, para qual o novo patrono foi convidado a escrever um artigo.

Nome unânime

O prefeito Jerri agradeceu a indicação de Felipe para o posto, feita pelos professores e trazida pela Secretaria de Educação. O chefe do executivo destacou que um dos compromissos da administração municipal é a educação e a preservação da história de Dois Irmãos. “O Felipe é um dos maiores especialistas em cultura e história da imigração alemã e no ano do bicentenário nossos estudantes e a comunidade terão a oportunidade de estar com ele em diversos momentos”, pontuou o prefeito.

O vice-prefeito Stein também aprovou a escolha do patrono. “A escolha é oportuna e merecida, pois Felipe para mim é um dos três maiores pesquisadores da imigração alemã e possui vários livros publicados e um dos maiores acervos fotográficos sobre o tema”, destaca Stein, que também agradeceu a indicação e a Kuhn Braun pela disposição de estar neste ano na Feira do Livro. “Será um grande patrono para este ano”, exclamou o vice-prefeito.

A secretária Denise lembrou que o nome do pesquisador surgiu com força no comitê Lies. A titular da pasta da educação afirmou ter certeza de que o escritor e jornalista gostará de vivenciar os espaços educativos de Dois Irmãos. A secretária aproveitou para compartilhar com todos que Kuhn Braun virou papai há poucos meses e o desafiou a aproveitar a oportunidade para registrar em um livro a experiência de ser patrono da feira no ano do bicentenário da imigração alemã.

Trajetória de Kuhn Braun

Felipe Kuhn Braun nasceu em Novo Hamburgo no ano de 1987. Em 2001, ainda na adolescência, iniciou suas pesquisas sobre a imigração alemã. É graduado em Jornalismo pela Universidade Feevale (2010) e escritor, autor de 28 livros, dois deles sobre Dois Irmãos: “São Miguel dos Dois Irmãos: o primeiro século de história” e “Natal dos Anjos – Dois Irmãos”. Kuhn Brauns completa, em 2024, 23 anos dedicado ao estudo da imigração, com um acervo de 45.080 fotos antigas e 28 livros publicados.

O pesquisador também é colaborador do Instituto de Estudos Históricos da Universidade de Mainz, na Alemanha (Institut für Geschichtliche Landeskunde an der Universität Mainz e.V.). Também faz parte do Grupo de Estudos de História sobre Brasil e Portugal, da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires, na Argentina. É representante do Rio Grande do Sul na Diretoria da Badisch-Südbrasilianische Gesellschaft e.V., entidade com sede em Karlsdorf-Neuthard (na Província de Baden-Württemberg), com o objetivo de encontros culturais, programas de intercâmbio, cursos de línguas e a pesquisa genealógica, em especial do século XIX, entre a região de Baden e o sul do Brasil. É membro da Associação das Organizações Históricas da Grande Região Europeia: Saarland, Renânia-Palatinado, Lorena, Luxemburgo e Valônia (Verein für Landeskunde im Saarland e.V.). É presidente da Federação dos Centros de Cultura Alemã do Brasil (Feccab).

Kuhn Braun também já foi assessor de imprensa na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul (ALRS), onde atuou como Diretor de Jornalismo durante a gestão administrativa 2014-2015. Atualmente, é vereador na cidade de Novo Hamburgo pelo PSDB e foi presidente do legislativo hamburguense em 2018.

Fotos: Prefeitura de Dois Irmãos/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2024 0 Comentários 467 Visualizações
Cultura

Histórias de São Leopoldo: Livro é publicado às vésperas do Bicentenário da Imigração

Por Marina Klein Telles 18/09/2023
Por Marina Klein Telles

Faltando poucos meses para o início das comemorações do Bicentenário da Imigração Alemã no Brasil, os historiadores Felipe Kuhn Braun e Sandro Blume publicaram: Histórias de São Leopoldo – Dos povos originários às emancipações. O livro reúne atualizações sobre episódios históricos da cidade onde teve início o processo de colonização no Estado.

Retratando a época, a obra traz informações sobre fatos inéditos e pouco registrados sobre a cidade. Iniciando pela sesmaria em 1741, com registros da ocupação portuguesa, e mais tarde relatando sobre a chegada dos imigrantes germânicos, trazendo um recorte do cotidiano de São Leopoldo, enquanto os alemães se adaptavam a sua nova vida no Brasil. A obra trata ainda da construção político-administrativa da cidade, remontando à emancipação.

O recorte temporal apresenta alguns dos principais marcos da jornada alemã nas terras gaúchas ao longo dos últimos 199 anos. Com levantamentos sobre religiosidade, o desenvolvimento da imprensa e da indústria local. Além de abordar a situação dos africanos escravizados que viveram na região e serviam às famílias mais ricas, o livro cita inclusive as leis da época que sugeriam a existência de castigos violentos, tentativas de fuga e outros.

Sobre os autores

Felipe Kuhn Braun iniciou em 2001, suas pesquisas sobre imigração alemã. É graduado em Jornalismo pela Universidade Feevale e coordena o estudo de Genealogia do Museu Histórico Visconde de São Leopoldo, além de colaborar com seus estudos no Instituto de Estudos Históricos da Universidade de Mainz, na Alemanha (Institut für Geschichtliche Landeskunde an der Universität Mainz e.V.).

Ele também faz parte do Grupo de Estudos de História sobre Brasil e Portugal, da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires, na Argentina. É representante do Rio Grande do Sul, na Diretoria da Badisch-Südbrasilianische Gesellschaft e.V., entidade com sede em Karlsdorf-Neuthard (na Província de Baden-Württemberg), com o objetivo de encontros culturais, programas de intercâmbio, cursos de línguas e a pesquisa genealógica, em especial do século XIX, entre a região de Baden e o sul do Brasil. E é membro da Associação das Organizações Históricas da Grande Região Europeia: Saarland, Renânia-Palatinado, Lorena, Luxemburgo e Valônia (Verein für Landeskunde im Saarland e.V.).

Sandro Blume é natural de Dois Irmãos. Professor, escritor e pesquisador é graduado e mestre em história pela Unisinos, com especialização em religiões, religiosidade e educação. Com atuação voltada às pesquisas em torno da genealogia, imigração e colonização germânica no Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2023 0 Comentários 752 Visualizações
Cidades

Câmara de Novo Hamburgo promove reflexão em alusão ao Dia da Consciência Negra

Por Stephany Foscarini 23/11/2021
Por Stephany Foscarini

O Brasil celebrou no sábado (20), o Dia Nacional da Consciência Negra. A data, comemorada há 50 anos, relembra a morte de Zumbi dos Palmares, importante personagem da resistência à escravidão no país, e marca a luta por direitos e igualdade racial. Para ampliar a reflexão sobre o movimento negro, a Câmara de Novo Hamburgo recebeu nesta segunda-feira (22), autoridades e representantes de coletivos para falar sobre o assunto. O convite partiu do presidente do Legislativo, Raizer Ferreira (PSDB).

Debate e reflexão

“Estamos aqui para chamar a sociedade para fazer movimentos antirracistas, para desaprovar ações que, muitas vezes, passam despercebidas. O racismo, o julgar, o ofender: isso queremos acabar na nossa sociedade. Estaremos em cima das pessoas que têm esses atos e também da justiça para cobrar àqueles que praticam esses atos. Ainda temos que mudar muito a nossa cultura”, refletiu o presidente Raizer Ferreira.

Felipe Kuhn Braun (PP) destacou que o Dia da Consciência Negra marca uma história de lutas, dificuldades, tantos sofrimentos. Na opinião dele, temos de rememorar essa data e trabalhar políticas públicas que possam melhorar essa situação, eximir o racismo e o preconceito de toda ordem contra o povo de origem africana. “E nós somos essencialmente africanos, já que 54% dos brasileiros têm raízes africanas. Me causa estranheza alguns debates ligando a redenção que a monarquia teve com a abolição da escravatura. Na verdade, infelizmente, foram responsável por ela. Uma vergonha da nossa história brasileira e gaúcha. Nós brasileiros temos muitas dificuldades em lidar com a nossa história, não revisamos, não corrigimos, não somos uma sociedade que fiscalize, puna e revise seu passado e o seu presente, daí problemas como o racismo, que é muito forte, persistem e até aumentam”, disse.

A Lei Áurea foi assinada para refletir uma mudança no sistema de trabalho no mundo, que veio com a revolução industrial da Inglaterra. Se não fosse por isso, os barões do café e da cana de açúcar iriam continuar escravizando, sim”.

Zé Renato de Oliveira, que é radialista da União FM e jornalista na diretoria de Comunicação Social da Prefeitura de Novo Hamburgo, destacou a luta pela equidade e igualdade que os negros travam no Brasil diariamente. “Nossos irmãos negros foram arrancado da África de qualquer forma. Cinco milhões de escravos atravessaram os portos e chegaram ao Brasil tratados como animais. Esse racismo ainda continua no nosso país. A Lei Áurea foi assinada para refletir uma mudança no sistema de trabalho no mundo, que veio com a revolução industrial da Inglaterra. Se não fosse por isso, os barões do café e da cana de açúcar iriam continuar escravizando, sim. Não foi benevolência da Lei Áurea”, explicou.

Para conferir a matéria completa acesse o link.

Foto: Daniele Souza/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/11/2021 0 Comentários 593 Visualizações
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