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Fecomércio-RS

Business

Fecomércio-RS pede por medidas para minimizar os impactos econômicos após as enchentes

Por Marina Klein Telles 06/05/2024
Por Marina Klein Telles

A Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) encaminhou na última sexta-feira, 3 de maio, ofícios para Receita Federal, Secretaria Estadual da Fazenda, Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e Comitê Gestor do Simples Nacional. Os documentos defendem solicitações de medidas emergenciais para mitigar os danos causados pelas enchentes.

Mediante estado de calamidade pública instituído por meio de decreto, a entidade pede que a Receita Federal postergue o vencimento de impostos e prorrogue o prazo para parcelamentos das empresas com sede nos municípios atingidos. Para a Secretaria Estadual da Fazenda, as solicitações contemplam a concessão de isenção de ICMS para as empresas mais afetadas, o adiamento do vencimento do ICMS (Categoria Geral e Simples Nacional) por um período mínimo de seis meses, o adiamento de parcelamentos em vigor, o não estorno dos créditos referentes aos estoques perdidos e a prorrogação de datas de entrega das obrigações acessórias (GIA, DeSTDa, SPED) por um período mínimo de três meses. Além disso, o documento reitera os pedidos feitos anteriormente de implementação do instituto da Transação Tributária e de protelação da vigência do decreto de aumento de alíquotas de diversos alimentos.

Ao Comitê Gestor do Simples Nacional, a Fecomércio-RS requisitou a renovação do pedido de postergação dos vencimentos dos tributos dos contribuintes do Simples Nacional e maior prazo de pagamento dos parcelamentos em vigor. Nesse contexto, também foi solicitado à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional a renovação do pedido de adiamento das parcelas dos programas de renegociação para as empresas.

“A tragédia que assola o Rio Grande do Sul atualmente tem afetado o estado de forma horizontal. Inúmeras casas foram destruídas, famílias estão desabrigadas ou desalojadas, estabelecimentos comerciais estão totalmente inundados e com absolutamente tudo destruído. Vidas foram perdidas e estradas, pontes, moradias e estabelecimentos comerciais foram completamente devastados. Essa situação vem sendo recorrente no Estado, mas nunca com essa magnitude. Em momentos anteriores, várias medidas foram implementadas pelos órgãos públicos e solicitamos que elas sejam revistas a fim de mitigar minimamente os destrutivos impactos que a sociedade gaúcha sofrerá”, defende o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 629 Visualizações
Variedades

Unidades do Sistema Fecomércio-RS e Sindicatos são pontos de coleta de doações

Por Marina Klein Telles 03/05/2024
Por Marina Klein Telles

Diante do estado de calamidade pública decretado pelo Governo do Rio Grande do Sul na quarta-feira, 1 de maio, em função dos temporais, enchentes, inundações e deslizamentos de terra que assolam o Estado desde 24 de abril, o Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e Sindicatos filiados estão mobilizados como pontos de coleta de doações para as pessoas atingidas. Os endereços dos Sindicatos podem ser consultados no site www.fecomercio-rs.org.br/sindicato e a lista de Unidades do Sesc e do Senac está abaixo.

Duas Unidades do Sesc, nas cidades de Montenegro e Lajeado, estão fechadas em função das condições climáticas. No entanto, o prédio do Sesc Mesa Brasil em Lajeado (Rua José Schmatz, 1478 – Moinhos) não foi atingido e está recebendo donativos. Em Montenegro, o Ginásio do Sesc (Rua Capitão Porfírio, 2295) está sendo usado como abrigo para pessoas que tiveram que sair de suas casas. Moradores do município que, porventura precisem, devem procurar a Defesa Civil nos telefones (51) 3632-4784 e (51) 99999-8335, para que sejam alocadas nos espaços disponíveis.

Quem preferir, pode doar em dinheiro, via Pix para [email protected] ou depósito/transferência para Banco do Brasil, agência 3418-5, conta corrente 6461-0, CNPJ 03.575.238-0001/33, em nome de Sesc Mesa Brasil 2020.

Pontos de coleta de doações para atingidos pelas enchentes

O que doar: Itens sinalizados pelas unidades da Defesa Civil como essenciais no município em que a doação está sendo feita.

Em dinheiro: Via Pix para [email protected] ou depósito/transferência para Banco do Brasil, agência 3418-5, conta corrente 6461-0, CNPJ 03.575.238-0001/33, em nome de Sesc Mesa Brasil 2020

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2024 0 Comentários 616 Visualizações
Business

Palestra com ex-Ministro da Economia Paulo Guedes tem ingressos à venda

Por Marina Klein Telles 19/04/2024
Por Marina Klein Telles

Está aberta a venda de ingressos para a próxima edição do Fecomércio-RS Debates. O evento acontece na sede da Fecomércio-RS (Rua Fecomércio, 101), em Porto Alegre, no dia 17 de junho, com palestra do ex-Ministro da Economia (2019-2022), Paulo Guedes. PhD em Economia pela Universidade de Chicago, com longa trajetória no setor financeiro, ele abordará diferentes aspectos da atual conjuntura econômica do Brasil, com foco no comércio. A atividade acontece das 11h30 às 14h e é voltada a empreendedores e demais interessados. As entradas podem ser adquiridas através da plataforma Sympla, no link www.sympla.com.br/evento/fecomercio-debate-paulo-guedes/2383227.

Paulo Guedes já foi professor da FGV, da PUC-Rio e do IMPA. Também foi fundador, CEO e acionista majoritário do Ibmec, rede das principais escolas de negócios do País que é reconhecida pelas inovações no setor de Educação. Pioneiro em MBAs executivos no Brasil, ele fundou a rede K-12 Abril Educação e a coleção de escolas de Medicina e healthtechs Afya. Foi conselheiro de alguns dos maiores IPOs do Brasil, incluindo K-12 SEB e a instituição de Ensino Superior Anima, e fundou o Banco Pactual, banco brasileiro de investimentos, o JGP Hedge e a BR Investimentos (atual Crescera Private Equity).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2024 0 Comentários 649 Visualizações
Business

Fecomércio-RS apresenta a Agenda Legislativa do Comércio Gaúcho

Por Marina Klein Telles 09/04/2024
Por Marina Klein Telles

Nesta segunda-feira, 8 de abril, a Fecomércio-RS reuniu empresários, sindicatos representantes do comércio de bens, serviços e turismo e parlamentares da Assembleia Legislativa e do Congresso Nacional para o lançamento da Agenda Legislativa de 2024. O objetivo, conforme disse o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn, foi apresentar as prioridades do setor e projetos que estão na plataforma colaborativa Representa+ .

Bohn lembrou que, no ano passado, a Fecomércio-RS lançou a Representa+, a plataforma digital que incorpora a agenda legislativa da entidade de fácil acesso e que, ainda com grande economia de papel e ganho de eficiência, tem subsidiado o trabalho da Fecomércio-RS junto aos parlamentares. “Hoje estamos celebrando também o número de 10 mil empresas cadastradas na Representa+, que demonstra a grande aceitação da plataforma pelos empresários do nosso setor. Agora, todas as empresas conseguem participar ativamente do trabalho da Fecomércio-RS não apenas consultando, mas também registrando opinião e grau de prioridade nos projetos que acompanhamos na Assembleia Legislativa e no Congresso Nacional”, comemora.

O presidente contou que para a agenda legislativa de 2024, 285 projetos constam na plataforma. No âmbito federal, Bohn destaca como pauta prioritária a reforma tributária. “Aos senhores deputados federais aqui presentes, quero enfatizar que a regulamentação da reforma será tão ou mais importante que a própria PEC aprovada no ano passado, pois irá determinar a carga tributária e a complexidade de apuração de incidentes sobre as atividades do nosso setor”, disse.

O gerente de Relações Governamentais da Fecomércio-RS, Lucas Schifino, apontou que o comércio de bens, serviços e turismo “é o setor que mais gera PIB e renda, que mais emprega, que tem o maior número de empresas (e empresários) e o que está mais disseminado pelo estado”. Destacou também que na agenda do Congresso Nacional estão os projetos de regulamentação da Reforma Tributária e enfatizou os pontos de atenção para o comércio, tais como “IVA não cumulativo” (restrições para aproveitamento de créditos), Simples Nacional (flexibilidade de enquadramento), Regimes específicos (Hotelaria, bares/restaurantes, imobiliárias, combustíveis, serviços financeiros), especificação das atividades enquadradas nas alíquotas diferenciadas, imposto seletivo e sua abrangência e o período de referência para repartição do IBS durante a transição, além da relevância de um prazo mínimo para análise dos projetos antes da votação. “Outro ponto importante é a reoneração da folha de pagamento e a extinção gradual do Perse, que causa grande dificuldade de planejamento para as empresas”, afirmou.

Foto: João Alves/divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2024 0 Comentários 515 Visualizações
Business

Fecomércio-RS lança Sondagem do Segmento Atacadista de 2024

Por Marina Klein Telles 08/04/2024
Por Marina Klein Telles

O tempo de atividade para a maior parte dos estabelecimentos entrevistados (59,9%) é de mais de 10 anos de atuação no mercado. No que se refere a pessoas trabalhando, a maior parcela (50,8%) opera com 1 a 5 trabalhadores. Quanto ao número de estabelecimentos por empresa, mais de três quartos (77,6%) tem apenas um estabelecimento. Em relação às finanças, a maioria (84,4%) indica que há uma clara separação entre finanças da empresa e dos sócios, porém, para 10,5% as finanças se misturam e outros 5,1% não souberam informar. Quanto à frequência com que são analisadas, 22,7% dos entrevistados realizam semestralmente ou em intervalo maior, indicando parcela importante com controle muito superficial sobre as finanças do negócio.

Em relação a vendas, o controle de vendas e de estoques é informatizado para 79,8%, e o acompanhamento contínuo do desempenho das vendas é indicado por 52,6% dos entrevistados; 17,1% realizam de forma esporádica e 0,4% não realizam. Quanto à busca por novos clientes e fornecedores, prevalece a indicação de uma busca ativa tanto para captação clientes (73,0%) quanto para fornecedores (80,1%). Sobre o desempenho das vendas nos últimos seis meses, 49,7% consideram que foi no mínimo bom, enquanto 36,2% consideram regular e 14,0% ruim. Para 60,7%, as vendas atingiram as expectativas, porém para 36,0%  dos entrevistados ficaram aquém do esperado. Dentre os empecilhos, o mais citado foi o baixo crescimento da economia (40,1%) seguido pela forte concorrência (39,3%) e pela carga tributária (30,4%). Sobre a reposição de estoques, prevalece a avaliação de não haver dificuldades.

Quanto às expectativas para os próximos seis meses, os empresários esperam que as vendas se mantenham estáveis (44,4%) ou melhorem (45,7%); apenas 9,9% tem expectativa de piora. Entre os entrevistados, 48,5% espera realizar investimentos na empresa. A pesquisa também questionou a percepção do segmento sofre os efeitos da Reforma Tributária recentemente aprovada no Congresso Nacional, sobre a qual maior parte (63,0%) não soube avaliar; 18,4% considera que seus efeitos serão negativos, 12,8% neutros e apenas 5,9% entendem que serão positivos. “Os anos de 2024 e 2025 serão muito importantes para o desenho do novo sistema tributário sobre o consumo no Brasil pois durante esse períddo iremos aprovar as leis complementares e conhecer toda a regulamentação.  Somente aí seremos capazes de dimensionar, realmente, as transformações e os impactos setoriais derivados da reforma”, comentou Luiz Carlos Bohn, presidente da Fecomérico-RS. Confira a Sondagem completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/04/2024 0 Comentários 573 Visualizações
Business

Confiança dos empresários do Comércio tem alta em março

Por Marina Klein Telles 04/04/2024
Por Marina Klein Telles

O Índice de Confiança dos Empresários do Comércio Gaúcho (ICEC-RS) registrou, na edição de março, 108,6 pontos. Esse resultado representou um aumento de 3,8% na margem e uma queda de 1,3% em relação a março de 2023 (110,0 pontos). A pesquisa é da CNC e foi divulgada pela Fecomércio-RS.

A alta na margem do índice refletiu os aumentos de todas os componentes do índice. O indicador de avaliação das Condições Atuais registrou 84,4 pontos e teve aumento de 0,4% na margem. Já na comparação com o mesmo período de 2023, esse resultado teve baixa de 3,5%. Em 64,0% dos casos, os entrevistados relataram que a economia tem estado pior que no mesmo período do ano anterior. “Apesar dos números revelarem uma conjuntura econômica mais favorável ao comércio neste início de ano, a percepção é de uma situação ruim, especialmente quando o foco de análise é a economia brasileira”, comentou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Se a avaliação das condições atuais não é boa, quanto ao futuro os empresários permanecem otimistas. O índice de Expectativas dos Empresários do Comércio atingiu os 134,5 pontos e teve uma variação de 7,6% na margem. Com relação ao mesmo período do ano anterior, houve um recuo de 3,6%.

Já o indicador de investimentos teve aumento marginal de 2,0% e registrou 106,9 pontos. Em relação ao mesmo período do ano passado houve alta de 3,6%. O subindicador de contratação de funcionários registrou 119,1 pontos e aumentou 4,0% na margem e 3,7% na comparação interanual. “Os dados do mercado de trabalho tem surpreendido, especialmente quando se fala em mercado formal de trabalho. As respostas do ICEC quanto às expectativas de contratações tendem a reforçar que o mercado de trabalho tende a continuar a seguir robusto”, comentou o presidente da Fecomércio-Rs, Luiz Carlos Bohn. Quando questionados em relação ao investimento na empresa (101,2 pontos), houve alta de 3,5% na margem e de 5,3% na comparação interanual. Na avaliação da situação dos estoques, o indicador atingiu 100,5 pontos e teve recuo marginal de 1,8% e aumento interanual de 2,0%. Confira os dados completos e a análise econômica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2024 0 Comentários 460 Visualizações
Política

Fecomércio-RS comemora aprovação na AL de recurso que pode barrar o aumento do ICMS

Por Jonathan da Silva 28/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Assembleia Legislativa (AL) do Rio Grande do Sul acolheu nesta terça-feira (26) o recurso para que o requerimento que visa interromper os efeitos de decretos do governador que tratam da suspensão de incentivos fiscais possa tramitar na Casa. A Fecomércio-RS comemora o movimento, que pode evitar o aumento de ICMS, principalmente nos alimentos que compõem a cesta básica. O RC 15/2024, de autoria dos deputados Rodrigo Lorenzoni (PL) e Paparico Bacchi (PL), recebeu 24 votos favoráveis e 23 votos contrários, e impugna o arquivamento do RDI 76/2023, rejeitado anteriormente pela Comissão de Constituição e Justiça.

Para o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, a ação mostra a força da entidade na atuação política em rede. “Foi uma batalha dura e agradecemos a todos que atenderam ao nosso chamado e também se posicionaram junto aos deputados. No entanto, aproveito para pedir que sigam engajados, pois a possibilidade de revogação seguirá tramitando na Assembleia e ainda precisa ser aprovada em definitivo”, destaca Bohn.

Os decretos estaduais passam a valer a partir da próxima segunda-feira, 1° de abril, e atingem diversos setores da economia. O mais preocupante, para a Federação, é o aumento de tributos nos alimentos, que passam em alguns casos de 0% para 12% e em outros de 7% para 12%. “As imposições do governo não atingem apenas o empresariado, mas, principalmente, a população de baixa renda que irá sentir no bolso a compra de itens básicos. Essa vitória demonstra a insatisfação da sociedade. Esperamos, com esse resultado, maior espaço de diálogo com o Executivo, no mínimo a postergação da vigência dos decretos, para encontrarmos possíveis caminhos para o tema ”, defende Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/03/2024 0 Comentários 498 Visualizações
Business

Governador Leite anuncia fim da GIA para as empresas do Simples Nacional

Por Jonathan da Silva 18/03/2024
Por Jonathan da Silva

Empresas optantes pelo Simples Nacional não deverão mais ser obrigadas a preencher e enviar à Receita Estadual a Guia de Informação e Apuração de ICMS, conhecida como GIA. O anúncio foi realizado pelo governador Eduardo Leite (PSDB) em palestra no evento Tá na Mesa, da Federasul, na quarta-feira (13). A retirada da obrigatoriedade era uma demanda histórica das empresas do comércio de bens e serviços, pleiteada pela Fecomércio-RS.

De acordo com o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, a GIA é uma obrigação acessória que faz com que as empresas prestem informações redundantes à Receita Estadual com dados que o órgão já tem em seus bancos. “Seu preenchimento implica em custo, tempo e burocracia aos empreendimentos, e estamos satisfeitos por este pleito ser atendido”, ressalta. Atualmente, poucos estados brasileiros ainda mantêm a existência da GIA. De acordo com o governador, a desobrigatoriedade será oficializada em breve.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2024 0 Comentários 700 Visualizações
Política

Fecomércio-RS se une à CNC em ação sobre imposto de importação no STF

Por Jonathan da Silva 22/02/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS ingressou com pedido de “Amicus Curiae” na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7589), ajuizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e Confederação Nacional da Indústria (CNI) no Supremo Tribunal Federal (STF). A ação pede a suspensão dos benefícios de isenção do imposto de importação nas remessas internacionais de mercadorias de até US$ 50,00 para pessoas físicas, bem como a declaração de inconstitucionalidade da norma.

O “Amicus Curiae” (amigo da causa) tem por objetivo contribuir com a ação, por meio do acréscimo de informações e dados que possam influenciar a decisão dos Ministros.

Um estudo realizado pela CNC mediu o impacto da isenção do imposto de importação em produtos adquiridos por pessoas físicas com valor até US$ 50 sobre o varejo nacional. Para cada 1% de diferença de preços em relação ao produto importado pelo Programa Remessa Conforme, há perda média de 0,49% no faturamento. Os mais afetados são os setores de farmácia e perfumaria, com o maior impacto (0,87%), seguidos por vestuário e calçados (0,64%).

O estudo ainda indica que, para um empresário importar o mesmo produto anunciado até US$ 50 (aproximadamente R$ 250) em lojas de comércio eletrônico, o custo tributário varia entre 63% e 90%. Isso elevaria o preço de venda ao consumidor desse mesmo produto a R$ 546, no mínimo. “É extremamente necessário fortalecer os argumentos e ampliar o discurso para conseguirmos, em conjunto com as Confederações, reverter esta medida que gera tanto desequilíbrio concorrencial para os empresários brasileiros”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/02/2024 0 Comentários 652 Visualizações
Business

Palestra com Patrícia Palermo abre o ciclo de reuniões-almoço do Sindilojas-NH

Por Jonathan da Silva 15/02/2024
Por Jonathan da Silva

Riscos e oportunidades para os negócios é o tema da reunião-almoço Oficina de Negócios, que abre a temporada 2024 dos eventos do Sindilojas Novo Hamburgo. A palestra com a economista-chefe do Sistema Fecomércio-RS, Patrícia Palermo, será no dia 7 de março. Os convites, limitados, já podem ser reservados.

Patrícia falará sobre o cenário econômico de 2024, um ano eleitoral, com escolha de prefeitos e vereadores. A proposta da reunião-almoço é auxiliar os empresários a conhecerem o cenário econômico deste ano e se prepararem para ele.

A reunião-almoço, com recepção a partir das 11 horas, será realizada no Centro de Eventos do Sindilojas NH (Rua Canela, 297, bairro Ouro Branco). Os convites para sócios custam R$ 127,00 e para não-sócios da entidade, R$ 167,00.

O evento tem patrocínio da Sicoob Maxi Crédito.

Foto: Lucas Schifino/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/02/2024 0 Comentários 745 Visualizações
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