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Fecomércio-RS

Política

Fecomércio-RS celebra aprovação do PLP 68/2024, que avança na Reforma Tributária

Por Jonathan da Silva 16/07/2024
Por Jonathan da Silva

A aprovação do PLP 68/2024 na Câmara dos Deputados, projeto que trata da regulamentação da Reforma Tributária, foi comemorada pela Fecomércio-RS, que tem atuado há dois anos para obter melhorias no sistema tributário. O PLP institui o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS). Na prática, eles substituem um conjunto de três tributos federais, PIS, Cofins e IPI, e de outros dois subnacionais, ICMS e ISS.

O projeto também aborda regimes específicos de tributação, regras de alíquotas, normas de incidência, sistema de créditos e devolução de impostos recolhidos, aplicando o princípio da não cumulatividade. Agora, o PLP aguarda o parecer do Senado Federal, sob relatoria do senador Eduardo Braga (MDB/AM). “O tema vinha sendo discutido há anos e finalmente temos avanços que serão muito positivos para a economia gaúcha”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn. “Participamos dos debates visando aparar arestas e estabelecer garantias ao setor produtivo. A manutenção da carga tributária foi uma bandeira hasteada pela Federação desde o primeiro momento, e comemoramos a sua aprovação, assim como os redutores nos regimes de tributação dos setores de hotéis, bares e restaurantes, parques e imóveis. A reforma inaugurará um novo momento para a economia brasileira”, complementa o dirigente.

Para o consumidor, um dos principais pontos é a devolução de tributos para pessoas de baixa renda com Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), o popular cashback. Com 477 votos favoráveis, a proposta também inclui carnes, peixes, queijos e sal na lista de alimentos com alíquota zero de IBS e CBS. Em prol dos pequenos empresários, o texto inova ao criar uma nova categoria, denominada nanoempreendedor, que não pagará IBS e CBS, desde que não tenha aderido ao regime simplificado do microempreendedor individual (MEI). Para isso, a pessoa física deve faturar até R$ 40,5 mil ao ano (50% do limite para adesão).

Durante a tramitação, alterações pleiteadas pela Federação foram conquistadas, como a garantia de não aumento da carga tributária global, não aumento parcial da carga tributária setorial, geração de crédito pelas empresas do Simples Nacional, respeito ao princípio da noventena na definição de alíquotas e um período de referência da repartição de recursos do IBS durante a transição, reduzindo a chance de aumento de ICMS no Estado. “Seguiremos atuando no Senado e também quando retornar à Câmara em busca das demandas que ainda não foram atendidas”, ressalta Bohn.

Foto: Pixabay/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2024 0 Comentários 535 Visualizações
Business

Fecomércio-RS debate demandas empresariais com Governo Federal

Por Marina Klein Telles 28/06/2024
Por Marina Klein Telles

O presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Luiz Carlos Bohn, participou, nesta quarta-feira (26), de uma reunião com o Ministro-Chefe da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, e com o Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, juntamente com outras entidades empresariais. O encontro teve como objetivo reforçar algumas demandas importantes do setor terciário junto ao Governo Federal.

Durante a reunião, o presidente Bohn destacou especialmente questões relacionadas à legislação trabalhista. Ele avaliou que a Medida Provisória 1230/2024, apesar de representar uma tentativa de auxílio, é insuficiente e apresenta prazo muito curto para adesão (seu encerramento é hoje, 26 de junho). O presidente da Federação solicitou a reabertura do prazo e a flexibilização nas condições para adesão das empresas, propondo a retirada da restrição relacionada à mancha de inundação, aumento do período do auxílio e a possibilidade de individualização dos colaboradores das empresas para adesão.

Além disso, o presidente enfatizou a necessidade urgente de flexibilização das exigências impostas às instituições financeiras para a concessão de crédito emergencial às empresas. Ele argumentou que muitos empresários enfrentam dificuldades em satisfazer essas exigências, uma vez que estão impossibilitados de gerar receitas devido ao cenário econômico adverso.

A reunião foi um espaço importante para o diálogo direto entre representantes do setor empresarial e autoridades governamentais, visando encontrar soluções que apoiem a recuperação econômica e atenuem os impactos da crise sobre as empresas do Rio Grande do Sul.

As discussões continuarão em andamento e a Fecomércio-RS se manterá atuante, com o objetivo de buscar medidas efetivas que atendam às necessidades emergenciais das empresas afetadas pela atual conjuntura econômica do país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/06/2024 0 Comentários 519 Visualizações
Business

Fecomércio-RS alerta para o fim dos recursos do Pronampe Emergencial

Por Marina Klein Telles 20/06/2024
Por Marina Klein Telles

A Fecomércio-RS alerta aos empresários gaúchos que a maior parte dos recursos disponibilizados como subvenção nos empréstimos do Pronampe atrelados às enchentes, com objetivo de auxiliar empresas afetadas, já foi concedida. Uma atualização sobre a verba, divulgada pelo Banco do Brasil, gestor do Fundo Garantidor de Operações do Pronampe, nesta quarta-feira, 19 de junho, dá conta de que já foram concedidos R$ 2,4 bilhões em empréstimos no âmbito geral do programa em 2024. A Federação estima que, deste montante, R$ 1,4 bilhões seja referente à modalidade emergencial criada em prol do Rio Grande do Sul.

“Com esta perspectiva do Banco do Brasil, podemos identificar que cerca de 60% dos recursos disponibilizados pelo Pronampe, com o subsídio de 40% proposto, já foram esgotados. É preciso chamar atenção para que as empresas que tiveram perdas materiais com a situação climática e pretendam acessar crédito através do programa procurem as instituições financeiras o mais rápido possível”, ressalta o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn.

A necessidade de melhorias ao Pronampe Emergencial já vem pautando as demandas da entidade há algumas semanas. Na terça-feira, 18, a Fecomércio-RS protocolou uma solicitação de alterações ao Ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Além de apontar que é “tímido” o subsídio de 40% oferecido, frente às taxas de juros e ao volume das perdas, o documento ressalta, justamente, que a falta de critérios para acesso ao benefício gera uma corrida pela formalização dos contratos, que beneficia empreendimentos que já se restabeleceram, enquanto outros nem mesmo concluíram o processo de limpeza de suas instalações. “As regras atuais criam uma corrida injusta e perversa entre empresas que já estão passando por uma situação extremamente difícil”, pondera Bohn.

Além disso, a Fecomércio-RS vem buscando outras alterações nas regras do Pronampe, em geral, para facilitar o alcance às micro e pequenas empresas gaúchas. Entre elas, está a ampliação do limite individual das operações, que atualmente é de R$150 mil. A pauta está cadastrada na plataforma Representa+, onde empresários do setor do comércio de bens, serviços e turismos podem opinar e definir prioridades de atuação da Federação. Ela pode ser acessada no link https://representa.fecomercio-rs.org.br/projects/9c55670c-e443-4a51-bd0a-d3a6233fab11, em que o empresário pode registrar seu voto e, com isso, contribuir para a alteração da medida.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/06/2024 0 Comentários 524 Visualizações
Política

Fecomércio-RS cobra Haddad por ajustes no Pronampe Emergencial

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) formalizou sugestões ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com o objetivo de contemplar de forma mais efetiva os empreendimentos afetados pelas enchentes através da edição emergencial do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O documento assinado pelo presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn, avalia ser um subsídio tímido frente à taxa de juros e perdas sofridas pelas empresas, bem como à falta de critérios sobre quais contratantes podem receber o auxílio financeiro.

Considerando o prazo máximo das operações, o subsídio (de 40%), em boa parte dos casos, poderá não chegar sequer ao montante total de juros a serem pagos pelas empresas ao longo do prazo do contrato”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

O presidente da entidade alerta também que, sem critérios para a concessão de subvenções aos empréstimos, é gerada uma corrida pela formalização dos contratos, o que beneficia empreendimentos já restabelecidos. “Muitas empresas, justamente as com maior prejuízo proporcional ao seu tamanho, sequer conseguiram terminar de limpar seus espaços físicos e calcular suas perdas. Quando elas reunirem condições de formalizar seus contratos, é previsível que as subvenções já estejam esgotadas”, pondera Bohn.

Presidente Bohn enviou solicitações ao ministro Haddad

O documento também destaca a necessidade de ampliar o alcance do Pronampe Emergencial a empresas que não estejam nas cidades que decretaram calamidade pública pelas chuvas. “Há diversas outras empresas localizadas em outros municípios que, embora não tenham sido afetadas diretamente, percebem o impacto desta, através de redução significativa na demanda ou mesmo dificuldade no abastecimento de produtos/insumos necessários à realização de sua atividade, inclusive com perdas materiais”, aponta o presidente da Fecomércio-RS.

Foto: Duda Leal e Fecomércio-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 637 Visualizações
Business

Fecomércio-RS pede auxílio da Secretaria Estadual da Fazenda para empresas gaúchas

Por Jonathan da Silva 18/06/2024
Por Jonathan da Silva

Com as perdas bilionárias do setor empresarial durante a catástrofe climática, a Fecomércio-RS protocolou nesta segunda-feira (17), junto à Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul, sugestões de auxílio para os empresários. A primeira refere-se ao Convênio 210/2023, que autoriza o estado a instituir transação resolutiva de litígios relativos à cobrança de créditos tributários do ICMS.

Atualmente, a regulamentação permite a redução de juros, multa, encargos e honorários em até 65% do valor consolidado ou, até mesmo, uma transação excepcional com desconto de até 100% dos juros de mora. Pensando na reposição das recentes perdas aos cofres públicos e na movimentação da economia gaúcha, a Federação recomenda a instituição da Transação Resolutiva de Litígios Relativos à Cobrança de Créditos Tributários de ICMS, nos termos do Convênio.

“Não há razão para alongar os debates sobre os impactos da crise climática no RS, uma vez que, segundo a Defesa Civil, mais de 2,1 milhões de pessoas foram afetadas. Soma-se a isso as perdas patrimoniais de empresas do Estado, que podem chegar a R$ 20 bilhões em função da tragédia, com prejuízos como perdas de estoque, maquinário, mobiliário e instalações. O momento é ideal para que seja criado um incentivo para empresas que já estejam em situação difícil possam ganhar um respiro e manter-se vivas”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn”.

O documento pede também que seja permitida a utilização dos saldos de ICMS com Substituição Tributária para compensação do ICMS a ser pago em decorrência do diferencial de alíquota e do imposto devido nas importações. A proposta se baseia no fato de que para os contribuintes que adquirem mercadoria com ST há necessidade de realizar a restituição desses valores, por meio de procedimentos previstos na legislação. Porém, esse saldo de ICMS derivado dos estoques perdidos acaba ficando ‘parado’ em seus caixas, especialmente para aqueles que só comercializam produtos inseridos da ST e não conseguem aproveitá-los nas aquisições.

Nesta mesma temática, a Fecomércio-RS indica que a Sefaz viabilize a transferência dos saldos de ICMS/ST para terceiros. A medida, conforme a entidade, que representa 530 mil empresas no estado, responsáveis por aproximadamente 1,6 milhão de empregos formais, além de facilitar as operações para os contribuintes, permitirá ao governo movimentar esses créditos. “É uma medida justa para ambas as partes”, reitera Bohn.

Por meio de ações conjuntas do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, como doações através do programa Sesc Mesa Brasil, investimento para construção de casas provisórias no Centro Humanitário de Acolhimento, edital Nossa Arte Circula RS, entre outras, a Federação reforça seu compromisso com a recuperação do Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2024 0 Comentários 492 Visualizações
Business

Federações empresariais apoiam projeto que zera impostos federais para setores econômicos do RS

Por Jonathan da Silva 28/05/2024
Por Jonathan da Silva

As federações empresariais Fecomércio-RS, Farsul, Fiergs e Federasul manifestaram apoio ao Projeto de Lei 1915/2024, do deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), que busca zerar os impostos federais para empresas dos setores de turismo, eventos e comércio do Rio Grande do Sul diante dos impactos das enchentes que assolam o estado. Há requerimento de urgência para o andamento da matéria no Congresso Nacional, feito pelo gabinete do deputado Pedro Westphalen (PP-RS). As federações têm trabalhado pela sensibilização dos parlamentares em prol da aprovação.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, explica que este projeto é uma forma de extensão do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos, o Perse, que foi criado para socorrer empresas do setor de eventos afetadas pela pandemia. “Nessa formatação, ele permite que empreendimentos do Rio Grande do Sul com diferentes atividades de atuação nos setores de turismo, eventos e comércio sejam beneficiadas, por 60 meses, com a isenção dos tributos de PIS, Cofins, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido e Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas”, detalha Bohn.

Neste momento de extrema dificuldade para os gaúchos, esse seria um alento para dar fôlego aos empresários para que possam se reerguer, manter empregos e voltar a gerar renda e fazer a economia girar”, afirma Luiz Carlos Bohn.

Em manifesto conjunto, as federações empresariais gaúchas chamam atenção aos prejuízos gerados pelas enchentes que afetaram, além de residências e empresas, estradas e o principal aeroporto do Rio Grande do Sul, o Salgado Filho, em Porto Alegre. Com a infraestrutura comprometida, inúmeros eventos necessitaram ser cancelados e, com o acesso bastante limitado, polos turísticos como Gramado e Canela deverão registrar prejuízo significativo, colocando em risco milhares de empregos dependentes da atividade turística.

O documento ressalta também que os setores foram alguns dos mais impactados pela pandemia da Covid-19, com muitos estabelecimentos ainda às voltas com financiamentos contraídos para enfrentar o período. “Solicitamos aos parlamentares apoio na aprovação desta proposta, bem como a priorização de outras matérias que venham a auxiliar a recuperação do Rio Grande do Sul”, finaliza Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 579 Visualizações
Business

Perdas patrimoniais de empresas gaúchas podem chegar a R$10 bilhões

Por Marina Klein Telles 21/05/2024
Por Marina Klein Telles

Empresas gaúchas acumulam até R$10 bilhões em perdas de ativos em razão das enchentes que atingem o Rio Grande do Sul desde o fim de abril. Os valores são apontados em estudo preliminar realizado pela Federação do Comércio de Bens e Serviços do Estado (Fecomércio-RS). Os prejuízos patrimoniais calculados contemplam estoque, maquinário, mobiliário, instalações, entre outros. A entidade avalia ainda que a perda de PIB do RS decorrente das enchentes chegue a cerca de R$40 bilhões, ou, aproximadamente 5% do PIB anual.

A avaliação da entidade traz dois recortes da crise enquanto às perdas. Em uma primeira análise, realizada com base em imagens de satélite, a entidade aponta que são cerca de 33 mil estabelecimentos diretamente afetados pelos alagamentos nos setores de comércio, serviços e indústria. A perda de ativos é calculada em R$5 bilhões. O levantamento não inclui micro e pequenas empresas que funcionam em domicílios residenciais, nem municípios que sofreram maior impacto de enxurrada do que de alagamentos.

 Já em um segundo recorte, que considera o número de CNPJs, entre matrizes e filiais, concentrados nos 46 municípios em estado de calamidade pública, as perdas avaliadas são maiores. A Fecomércio-RS calcula que 10% dos 661.159 CNPJs ativos nessas cidades tenham sido diretamente afetados pelas enchentes. Seriam 66 mil estabelecimentos empresariais impactados (54,5 mil do comércio de bens e serviços). Nesse cenário, as perdas patrimoniais chegam a cerca de R$10 bilhões, sendo R$8 bilhões referentes a comércio e serviços.

“É imprescindível estarmos embasados por dados que dimensionem o tamanho desta tragédia e seus impactos para pleitearmos ações efetivas em prol de mitigar os seus efeitos”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn. “Olhando pelo aspecto econômico, essas são empresas que fazem a nossa economia girar, que geram milhares de empregos e que precisam, mais que nunca, de apoio. Temos trabalhado, neste sentido, por diversas medidas junto às esferas municipais, estadual e federal. Elas objetivam que as organizações consigam sobreviver ao período em que estiverem com suas receitas interrompidas ou prejudicadas, e que, logo, possam retomar suas atividades.”

A Fecomércio-RS aponta que os 46 municípios que permanecem com calamidade pública decretada concentram 41,6% do PIB gaúcho total, 41,5% do PIB da indústria e 50,6% do PIB do setor de comércio e serviços gaúcho. Nessas cidades, estão 42,6% dos CNPJs ativos do Estado e 48,3% dos empregos. Empresas do setor de comércio e serviços são maioria e os estabelecimentos comerciais foram penalizados de forma acentuada em virtude do Dia das Mães, data comemorativa de tradicional incremento nas vendas.

A Federação chama atenção, ainda, ao fato de que, mesmo empresas que não tenham sido atingidas diretamente pela enchente, sentem diferentes impactos da crise. Algumas ficaram sem insumos essenciais, como água e energia elétrica, sem recursos humanos com casos de colaboradores afetados ou tiveram a logística para recebimento de matéria-prima, mercadorias ou prestação de serviços prejudicada devido aos problemas causados à infraestrutura. Outras tantas foram prejudicadas pela redução de demanda. Por esses motivos, a entidade estima a perda de PIB de cerca de R$40 bilhões.

Entre medidas pleiteadas pela Fecomércio-RS – algumas já atendidas – para  mitigar os efeitos econômicos gerados pela tragédia climática estão a prorrogação de tributos e da entrega de declarações, isenção total de ICMS para as empresas mais afetadas, possibilidade de suspensão de contratos de trabalho com garantia de benefício emergencial aos trabalhadores, autorização para aplicação de banco de horas e aproveitamento de feriados nos períodos em que as empresas estejam fechadas, linhas de crédito facilitadas para recomposição de capital produtivo e estoques, dentre outras. Além das ações em prol das empresas, através das casas Sesc e Senac, de sindicatos filiados e do projeto Sesc Mesa Brasil em todo o País, a Fecomércio-RS atua em ações humanitárias de arrecadação e doação de donativos às famílias mais afetadas pelos alagamentos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2024 0 Comentários 457 Visualizações
Business

Fecomércio-RS solicita suspensão de recolhimentos do FGTS para empresas gaúchas

Por Marina Klein Telles 21/05/2024
Por Marina Klein Telles

Em documento conjunto enviado ao ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, nesta segunda-feira, 20 de maio, Fecomércio-RS e a Fiergs reforçam demandas em prol das empresas gaúchas frente à crise gerada pelas enchentes. Foi solicitada a ampliação do alcance da suspensão dos recolhimentos do FGTS, bem como nova solicitação da reativação do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que esteve vigente durante a pandemia.

A principal solicitação protocolada refere-se ao Fundo de Garantia, que teve suspensa a exigibilidade de recolhimento referente às competências de abril a julho. A medida foi solicitada pelas entidades e já está valendo. Contudo, se restringe apenas aos 46 municípios com decretos de calamidade pública vigente. O pedido das federações é para que empresas de todo o Rio Grande do Sul sejam contempladas com a suspensão.

“Os impactos decorrentes das enchentes têm se alastrado pelo Estado, seja pela conexão entre estabelecimentos de uma mesma cadeia produtiva, seja pela grande destruição de ativos de infraestrutura, como estradas e pontes, que causam mais de uma centena de interrupções rodoviárias e do fechamento do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre”, traz o documento assinado pelo presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, e pelo presidente em exercício da Fiergs, Arildo Bennech Oliveira. “Os prejuízos já são transmitidos a estabelecimentos localizados em todo o Estado”.

As entidades também aproveitaram a comunicação para reiterar a necessidade da reimplementação do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. A medida esteve vigente durante a pandemia de Covid-19 e oferecia um benefício emergencial a colaboradores afastados das empresas, a fim de garantir a manutenção dos empregos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2024 0 Comentários 536 Visualizações
Business

Fecomércio-RS pede supervisão para a garantia do cumprimento dos contratos de seguro

Por Marina Klein Telles 14/05/2024
Por Marina Klein Telles

A Fecomércio-RS em reunião, realizada hoje (13), com a Superintendência de Seguros Privados destacou a importância de uma supervisão efetiva e a garantia do cumprimento de contratos de seguro para as empresas que sofreram perdas nas enchentes que assolam o Estado desde a semana passada.

Além disso, representantes da Federação falaram sobre a prorrogação automática de contratos de seguro que vencem, pedindo celeridade na liberação dos recursos por parte das seguradoras e auxílio por parte da entidade reguladora, com mediação entre as empresas e as seguradoras, para que os trâmites sejam agilizados.

“A equipe técnica da Fecomércio-RS está à disposição para auxiliar neste processo, com levantamentos e sugestões de medidas relacionadas ao agrupamento de contratos, com base em mapeamentos de endereços atingidos, para acelerar o pagamento dos sinistros. É importante lembrar que as enchentes atingiram áreas com predominância de empresas de comércio e serviços, de menor porte, com maior dificuldade de acesso a crédito. Por isso essas ações são fundamentais”, explica o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2024 0 Comentários 486 Visualizações
Business

Fecomércio-RS pede ampliação da prorrogação do Simples Nacional

Por Marina Klein Telles 13/05/2024
Por Marina Klein Telles

A Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) solicitou ao presidente do Comitê Gestor do Simples Nacional, Olielson Lobato Júnior, a ampliação do prazo de prorrogação do vencimento das parcelas do Simples cobradas de empresas da categoria. No início da semana passada, o grupo anunciou que o pagamento seria prorrogado por 30 dias para as organizações gaúchas, com o vencimento de maio estendido para junho e o de junho para julho. Contudo, a Fecomércio-RS entende que, dado o atual cenário de crise gerado pelas enchentes e a perspectiva de uma demorada normalização das atividades, é necessário mais tempo sem a cobrança do tributo.

“As atuais previsões indicam que os alagamentos levarão mais de um mês para deixarem de ser observados e, após isso, um número grande de empresas ainda enfrentará dificuldades para retomar suas atividades, diante da destruição de ativos e a necessidade de reconstrução”, aponta o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn. “O grau de obstrução das atividades econômicas tomou proporções inimagináveis e não previstas até os últimos dias. Os impactos decorrentes da catástrofe têm se alastrado pelo Estado, seja pela conexão entre estabelecimentos de uma mesma cadeia produtiva ou pelos problemas nas estradas e pontes, que causam mais de uma centena de interrupções rodoviárias e o fechamento do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, por mais de um mês”, complementa.

A Federação, que representa mais de 500 mil estabelecimentos gaúchos do comércio de bens, serviços e turismo, protocolou ofício junto ao gabinete do Comitê Gestor do Simples Nacional, a fim de sensibilizá-lo sobre a demanda. A Fecomércio-RS reforça o pleito de que as medidas definidas para mitigar os efeitos socioeconômicos da crise sejam estendidas a todos os municípios do Estado, não apenas os com calamidade pública decretada, dado o alcance dos impactos para todas as cidades. A primeira prorrogação do Simples Nacional já havia sido uma solicitação da entidade ao Comitê, atendida pelo grupo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2024 0 Comentários 458 Visualizações
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