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Business

Exportações de Carne Angus Certificada crescem 32% nos primeiros sete meses de 2026

Por Ester Ellwanger 01/09/2026
Por Ester Ellwanger

As exportações de Carne Angus Certificada cresceram 32% entre janeiro e julho de 2026 na comparação com o mesmo período de 2025. Ao todo, foram 5.540 toneladas destinadas a 29 países. Os resultados foram apresentados pela Associação Brasileira de Angus durante a 49ª Expointer, no evento Carne Angus 360 – um giro completo pela força do Programa Carne Angus Certificada em 2026, na noite desta segunda-feira, 31 de agosto.

Em um encontro que reuniu todos os elos da cadeia produtiva, a Angus reconheceu produtores rurais, parceiros e até restaurantes, mostrando que carne de qualidade se faz em conjunto. O evento reuniu sócios da Associação Brasileira de Angus e parceiros para uma degustação de hambúrgueres produzidos com Carne Angus Certificada da Patagônia: Gran Campeon e Padrão Beef.

 “Acredito que o Brasil é um país de grandes oportunidades no mercado da proteína, e nossa produção e exportação só tendem a aumentar”, salientou o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Paulo Dornelles Cairoli.

Além do avanço nas exportações, o programa registrou crescimento nos abates e na produção. Foram 344.690 animais Angus abatidos nos primeiros sete meses do ano, alta de 11% em relação ao mesmo período de 2025. Na desossa, foram produzidas 28.910 toneladas de Carne Angus, volume 12,6% superior ao registrado no ano passado.

“Desembarcamos na Expointer trazendo resultados que refletem o trabalho de toda uma cadeia”, adianta o diretor do Programa Carne Angus Certificada, Wilson Brochmann.

Mérito Excelência Carne Angus 

A programação também incluiu a premiação do Mérito Excelência Carne Angus, que reconhece iniciativas que valorizam a produção em âmbito nacional. O gerente do Programa Carne Angus Certificada, Maychel Borges, fez entrega dos troféus a três nomes de peso do mercado de carne premium: o pecuarista da JP Agropecuária, José Leandro Peres, o diretor de operações da churrascaria Fogo de Chão, Cássio Silva, e o pecuarista da Agropecuária Maragogipe, Wilson Brochmann.

Também foi realizado o lançamento do Circuito de Concursos de Carcaça 2026, que contará com 10 etapas em sete estados: Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Segundo Borges, a disputa estimula e valoriza o trabalho de pessoas e empresas que se dedicam a produzir animais de alto padrão para a indústria frigorífica.

Para o gerente nacional do Programa Carne Angus Certificada, Maychel Borges, o Carne Angus 360 representa um momento de celebração dos resultados e de avaliação da evolução do programa. Segundo ele, os números acompanham a trajetória de crescimento registrada nos últimos anos. “A raça e a carne Angus certificada estão sendo cada vez mais valorizadas”, afirma.

Confira os dados do programa:

  • 344.690 animais Angus abatidos;
  • ⁠28.910 toneladas de Carne Angus produzidas;
  • ⁠5.540 toneladas de Carne Angus Certificada exportadas;
  • 29 países importaram Carne Angus Certificada em 2026.

Programa Carne Angus Certificada

Considerado o maior projeto de certificação de carcaças premium do Brasil, o Programa Carne Angus Certificada conta atualmente com 29 parceiros e 60 unidades em produção, distribuídas por 13 estados: RS, SC, PR, SP, MG, DF, GO, MS, MT, TO, PA, RO e BA.

O programa avalia a qualidade das carcaças recebidas por meio de uma equipe própria instalada dentro das plantas frigoríficas. A avaliação é realizada in loco, permitindo atestar a origem e os padrões de qualidade das carcaças e dos cortes que recebem o selo verde e amarelo do Programa Carne Angus Certificada.

 Foto: Carolina Jardine/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/09/2026 0 Comentários 75 Visualizações
Variedades

Hereford define supremos campeões da Expointer 2026

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

Os títulos máximos do Hereford na 49ª Expointer foram conquistados por uma fêmea de Santa Vitória do Palmar e um macho de Bom Jesus. Cabeceiras 152 Linda de Fato, da Cabanha Mergulhão e Hereford Cabeceiras, foi escolhida como Suprema Campeã Hereford, enquanto Bortolozzo FIV 94 Braia Axelle Blueprint, da Cabanha Bortolozzo, recebeu o título de Supremo Campeão entre os machos. Os julgamentos foram realizados nesta segunda-feira (31), na Pista Central do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, pela Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), com animais das raças Hereford e Polled Hereford.

Os julgamentos das fêmeas ocorreram no início da tarde, sob avaliação do jurado Manuel Gularte Sarmento. Primeiro foram analisadas as fêmeas Hereford PO e, na sequência, as Polled Hereford PO.

O Grande Campeonato Fêmeas Hereford PO ficou com o Box 1240, tatuagem 28, Três Marias Açude 28, pertencente ao estabelecimento Três Marias Açude, de Bagé.

Entre as Polled Hereford PO, o Grande Campeonato Fêmeas ficou com o Box 1289, tatuagem 152, Cabeceiras 152 Linda de Fato, da Cabanha Mergulhão e Hereford Cabeceiras, de Santa Vitória do Palmar. A fêmea também foi escolhida como Suprema Campeã Hereford da Expointer 2026.

Na sequência, foram julgados os machos Hereford e Polled Hereford PO. O Grande Campeonato Machos Hereford PO foi conquistado pelo Box 1262, tatuagem 1703, Três Marias Cadernal 1703, do estabelecimento Três Marias, de Bagé.

Já o Grande Campeonato Polled Hereford PO ficou com o Box 1263, tatuagem FIV 94, Bortolozzo FIV 94 Braia Axelle Blueprint, da Cabanha Bortolozzo, de Bom Jesus (RS). O animal também recebeu do jurado o título de Supremo Campeão Hereford da Expointer 2026.

Avaliação do jurado

Ao comentar a escolha do macho Supremo Campeão, o jurado Manuel Gularte Sarmento destacou características relacionadas ao volume, conformação e padrão racial do animal. “Um touro que impressiona todo o seu volume, uma cabeça muito expressiva de macho, com uma boa correção ocular, boa pigmentação, muita pureza racial profunda”, destacou Sarmento. Segundo ele, a quantidade de carne do animal pode ser observada também pela parte traseira do touro.

Foto: Fernando Spolavori/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 62 Visualizações
Business

Estande do Sebrae RS na Expointer reúne indústria, inovação e negócios para o agro

Por Ester Ellwanger 01/09/2026
Por Ester Ellwanger

Indústria, tecnologia e agronegócio estão reunidos em um mesmo espaço durante a Expointer 2026. O Sebrae RS conta com um estande coletivo do setor metalmecânico na área de máquinas e equipamentos da feira, com 1.350 metros quadrados na rua principal do espaço, um dos pontos de maior circulação do parque. A estrutura reúne 15 empresas do segmento e dez startups com tecnologias voltadas ao agro, além de uma programação de encontros empresariais entre os dias 1º e 3 de setembro.

A iniciativa amplia a presença de pequenas indústrias gaúchas em uma das principais feiras de agronegócio da América Latina. Para Fabiano Dallacorte, especialista em Indústria do Sebrae RS, a participação coletiva reduz uma das principais barreiras para empresas de menor porte chegarem a grandes eventos: o custo de estrutura e exposição.

“Reunindo as empresas num espaço só, o Sebrae RS viabiliza essa vitrine para as pequenas indústrias do setor metalmecânico, dando acesso direto a um público comprador que dificilmente elas alcançariam em outro canal”, destaca.

As expositoras

Com atuações que passam pela fabricação de componentes, equipamentos e soluções para o agronegócio, as 15 expositoras incluem Incocil, Geplast, Protosul, Ropelmaq, Ínfinitus, JC Komac, Comercial Almeida, Asker, Tecno, Manp, Hugenthobler, Styka e Terra Santa.

Entre as soluções que serão apresentadas estão cilindros hidráulicos, tubos de polietileno de alta densidade para irrigação, drenagem e saneamento, tecnologias de prototipagem e impressão 3D e molas industriais.

Agendas

A agenda de negócios está concentrada na área institucional do Sebrae RS. No dia 1º de setembro, às 13h, será realizado o Projeto Comprador de Alimentos e Bebidas – Restaurantes & Bares, aproximando micro e pequenas indústrias atendidas pelo Programa Agentes de Mercado do Sebrae RS de compradores do segmento.

No dia 2, também às 13h, o Projeto Comprador de Alimentos e Bebidas – Mercados & Empórios fará a conexão entre fornecedores e potenciais compradores desses estabelecimentos. Nos dois casos, as reuniões serão previamente agendadas.

Já no dia 3, às 14h, a Sessão de Negócios Metalmecânico reunirá sete grandes empresas compradoras e pequenas empresas fornecedoras. A dinâmica terá apresentações em formato de pitch e será voltada à identificação de oportunidades de fornecimento, parceria e novos negócios.

Para além de complementar a presença das empresas na feira, a programação busca transformar a exposição em oportunidades comerciais. “A Expointer concentra diferentes perfis de compradores e empresas de toda a cadeia do agro. Nosso papel é criar as condições para que as pequenas indústrias não apenas apresentem seus produtos, mas também encontrem potenciais clientes e parceiros e avancem em novas oportunidades de mercado”, explica Jakson Luz, analista de Competitividade Setorial do Sebrae RS.

Startups

A inovação será outro eixo da participação do Sebrae RS. Dez startups – AquaDrones, Ayga, Eletrodara, FomentoAI, SousaDG, Techvin, Volters, Ybynsect, Zeofertil e Versolid – estarão no espaço com soluções aplicáveis a diferentes etapas da atividade agropecuária e da indústria.

As tecnologias apresentadas envolvem inteligência artificial, Internet das Coisas, automação, sensoriamento, gestão e análise de dados, além de soluções voltadas à sustentabilidade e à eficiência dos processos. Para David Viegas, gestor de Projetos de Inovação do Sebrae RS, a presença das startups ajuda a aproximar o ambiente de inovação das demandas de uma cadeia estratégica para o Estado.

“O objetivo é aproximar inovação, tecnologia e indústria de uma das cadeias mais importantes do Rio Grande do Sul: o agronegócio. O setor agropecuário está passando por uma transformação muito grande, e a inovação tem um papel fundamental para aumentar produtividade, eficiência, sustentabilidade e competitividade”, afirma Viegas.

A participação do setor metalmecânico ocorre em um cenário de desafios para a indústria gaúcha. O Índice de Desempenho Industrial do RS, medido pela Fiergs, acumula queda de 5,3% em 2026. Em contrapartida, o segmento de máquinas e equipamentos esteve entre os destaques positivos de 2025, com crescimento de cerca de 10%, enquanto o índice geral da indústria do Estado recuava. Nesse contexto, a Expointer cria um ambiente favorável para que pequenas indústrias ampliem sua exposição comercial e se aproximem de compradores ligados ao agronegócio.

Ao reunir empresas industriais, startups e iniciativas de conexão empresarial, o estande do Sebrae RS busca aproximar oferta, tecnologia e demanda em um mesmo ambiente, fortalecendo as possibilidades de negócios e parcerias durante a feira.

SERVIÇO

  • Quando: de 29 de agosto a 6 de setembro, das 8h às 20h
  • Onde: Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio
  • Estande do Sebrae RS: área de máquinas e equipamentos

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/09/2026 0 Comentários 74 Visualizações
Business

Ibraoliva apresenta panorama de safra histórica e desafios da olivicultura para 2027

Por Ester Ellwanger 01/09/2026
Por Ester Ellwanger

Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira, 31 de agosto, na 49º Expointer, o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) detalhou o cenário positivo da olivicultura e os principais desafios para a expansão e valorização do cultivo e produção nacionais. Em 2026 foram produzidos 1,434 milhão de litros de azeite extravirgem no Brasil. A cadeia nacional reúne mais de 620 produtores e 77 lagares em operação, distribuídos por cerca de 280 municípios de oito Estados.

Só o Rio Grande do Sul foi responsável por 81% da colheita. O estado também concentra a maior área de cultivo, com cerca de 7,1 mil hectares, aproximadamente 69% dos 10,3 mil hectares de oliveiras plantados no Brasil.

O Instituto

O Ibraoliva tem, hoje, 390 olivicultores em cerca de 120 municípios gaúchos, com destaque para Encruzilhada do Sul, Canguçu, Pinheiro Machado, Bagé e Cachoeira do Sul. Segundo o presidente da entidade, Flávio Obino Filho, são municípios que concentram boa parte da infraestrutura de processamento, com o implemento de novas tecnologias.

Durante a coletiva, Obino reforçou que o desempenho gaúcho ocorreu depois de duas safras afetadas pelo excesso de chuvas. O contraste entre a estabilidade da área plantada e o salto na produção de azeite indica que o crescimento no setor não está apenas relacionado à expansão dos olivais. Para a entidade, a evolução do manejo, adaptação dos produtores às condições climáticas e o aprimoramento das etapas de colheita e processamento têm cada vez mais protagonismo no resultado da safra.

Perspectivas para 2027

Com perspectiva de chuva na primavera gaúcha, a avaliação é de que a safra em 2027 será menor. “Vamos ampliar a pesquisa para reduzir as oscilações na produção. Nós temos que acabar com essa montanha-russa e precisamos ter uma estabilidade produtiva. Por isso, estamos cada vez mais aliados à tecnologia e às universidades como a Universidade Federal de Santa Maria, a Universidade Federal de Pelotas”, afirmou.

O Ibraoliva informou que seguirá acompanhando a fiscalização de azeites importados pelo Ministério da Agricultura. Em agosto deste ano, laudos apontaram que algumas marcas de produtos estrangeiros rotulados como extravirgens não atendem aos padrões da categoria. Em março de 2025, o governo brasileiro zerou a alíquota de importação do extravirgem, mas manteve a alíquota de importação do virgem em 9%.

Para a entidade, a conjuntura da olivicultura no Brasil requer articulação entre os produtores nacionais. “Vamos ampliar ações de divulgação do consumo de azeite brasileiro e estimular a venda cooperativada entre marcas para aumentar a escala e melhorar a competitividade do produto nacional”, completou Obino.

A Serra da Mantiqueira, que inclui Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, é o segundo polo nacional. Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo são considerados estados promissores para o cultivo e produção nacionais.

Foto: Nestor Tipa Júnior/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/09/2026 0 Comentários 48 Visualizações
Variedades

Jasmine da Pitanga é avaliada em R$ 567 mil após venda na Expointer

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A terneira Braford Jasmine da Pitanga foi avaliada em R$ 567 mil após a negociação de 33% de sua propriedade por R$ 189 mil durante o I Leilão Legado: Estância Bela Vista e Genética Vacacaí, realizado na 49ª Expointer, em Esteio. O valor estabeleceu um recorde de valorização da raça Braford no Brasil. O negócio foi fechado em 30 parcelas de R$ 6,3 mil e ocorreu no Parque de Exposições Assis Brasil, reunindo criadores e investidores interessados em genética da raça.

A negociação também marcou a entrada de um novo sócio na propriedade da fêmea. De acordo com a representante da Fazenda Pitanga, Bruna Obaldia Antoniazzi, o comprador já acompanhava o trabalho genético desenvolvido pelas duas cabanhas envolvidas no remate. “Disponibilizamos um terço dela e agregamos outro sócio. O Juliano é um grande parceiro das duas cabanhas e alguém que acredita na nossa genética. Agora somos três proprietários desse animal”, afirmou Bruna.

Genética

Jasmine da Pitanga conquistou o título de Grande Campeã Terneira no Mundial Braford realizado no Brasil em 2025. Desde então, a fêmea passou a ser utilizada como doadora de embriões. A linhagem também é considerada pelos proprietários no trabalho reprodutivo, já que a avó e a mãe de Jasmine também foram utilizadas como doadoras.

A terneira ainda apresenta resultados de avaliação genética no PampaPlus, programa de seleção das raças Hereford e Braford. Segundo Bruna, Jasmine está entre os 0,1% superiores para todas as características de crescimento avaliadas pelo programa. “Ela consegue reunir os resultados em pista, o genótipo, uma árvore genealógica muito sólida, uma régua de DEPs impecável e dados de coleta. É uma grande doadora e acreditamos muito nessa vaca”, explicou a representante da Fazenda Pitanga.

Para os proprietários, a avaliação de R$ 567 mil considera os resultados obtidos em exposições, a genealogia, o desempenho genético e a capacidade reprodutiva da fêmea.

Leilão

Além de Jasmine, o remate teve outros negócios envolvendo animais da raça. A terneira Krystal foi a mais valorizada do leilão, com negociação de R$ 432 mil. Considerando todos os animais comercializados, a média alcançada foi de R$ 73 mil.

A titular da Estância Bela Vista, Celina Maciel, relatou a participação de compradores de diferentes estados e de novos criadores interessados em genética Braford. “Tivemos a casa cheia, com muitos investidores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, pessoas buscando genética, animais de elite e doadoras, além de novos criadores. Foi um remate muito concorrido e com expressiva presença de público”, afirmou Celina.

O Leilão Legado reuniu a Estância Bela Vista e a Genética Vacacaí, duas cabanhas dedicadas à criação de Braford. Segundo Celina, o nome do evento foi escolhido em referência à trajetória dos dois criatórios na raça. “Resolvemos fazer o Leilão Legado buscando essa união das duas cabanhas. A procura e os resultados que tivemos na pista de vendas mostraram a resposta do público”, acrescentou a titular.

O criador da Genética Vacacaí, Raul Southall, também relacionou o resultado à participação de novos investidores e criadores. “Conseguir fazer eventos assim nos permite trazer novos criadores para o Braford e disponibilizar genética no mercado. Foi um momento histórico para a raça pelos valores alcançados e pela qualidade dos animais apresentados”, comentou Southall.

Novo quadro de proprietários

Com a negociação, o Rincão Fornasaro, a Fazenda Pitanga, a Genética Vacacaí e o novo sócio passam a compartilhar a propriedade e o trabalho reprodutivo de Jasmine. A fêmea seguirá sendo utilizada como doadora de embriões pelos proprietários. “Nosso sonho continua com a Jasmine agora como uma grande mãe, reproduzindo essa genética para os seus três proprietários”, pontuou Bruna.

Foto: Gustavo Rafael/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 81 Visualizações
Variedades

Olivicultura brasileira prevê safra menor em 2027

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A produção brasileira de azeite extravirgem alcançou 1,434 milhão de litros em 2026, mas a expectativa do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) é de uma redução na safra de 2027. O cenário foi apresentado nesta segunda-feira (31), durante coletiva de imprensa na 49ª Expointer, em Esteio. Segundo a entidade, a previsão de uma primavera com chuvas no Rio Grande do Sul pode afetar a próxima colheita, enquanto o setor busca reduzir as oscilações produtivas por meio de pesquisa, tecnologia e aprimoramento do manejo.

A cadeia nacional reúne mais de 620 produtores e 77 lagares em operação, distribuídos por cerca de 280 municípios de oito estados. O Rio Grande do Sul foi responsável por 81% da produção nacional de 2026 e concentra a maior área cultivada, com aproximadamente 7,1 mil hectares, o equivalente a cerca de 69% dos 10,3 mil hectares de oliveiras plantados no país.

Produção gaúcha

Atualmente, o Ibraoliva reúne 390 olivicultores em cerca de 120 municípios do Rio Grande do Sul. Entre os principais municípios estão Encruzilhada do Sul, Canguçu, Pinheiro Machado, Bagé e Cachoeira do Sul. De acordo com o presidente do Ibraoliva, Flávio Obino Filho, essas localidades concentram parte da infraestrutura de processamento e vêm incorporando novas tecnologias.

O desempenho de 2026 vem após duas safras afetadas pelo excesso de chuvas. Para o instituto, o aumento da produção, diante de uma área plantada relativamente estável, indica que fatores como manejo, adaptação às condições climáticas e melhorias nas etapas de colheita e processamento também contribuíram para o resultado.

Pesquisa e tecnologia

Com a possibilidade de uma primavera mais chuvosa no estado, o Ibraoliva trabalha com a perspectiva de uma produção menor em 2027. A entidade pretende ampliar a pesquisa para diminuir as variações de produtividade entre as safras e aumentar a estabilidade da produção. “Vamos ampliar a pesquisa para reduzir as oscilações na produção. Nós temos que acabar com essa montanha-russa e precisamos ter uma estabilidade produtiva. Por isso, estamos cada vez mais aliados à tecnologia e às universidades como a Universidade Federal de Santa Maria, a Universidade Federal de Pelotas”, afirmou Flávio Obino Filho.

Fiscalização

O Ibraoliva também informou que continuará acompanhando a fiscalização de azeites importados realizada pelo Ministério da Agricultura. Em agosto deste ano, laudos apontaram que algumas marcas de produtos estrangeiros comercializados com identificação de azeite extravirgem não atendiam aos padrões da categoria.

Em março de 2025, o governo brasileiro zerou a alíquota de importação do azeite extravirgem, enquanto manteve em 9% a alíquota aplicada ao azeite virgem.

Mercado

Para ampliar a presença do produto nacional no mercado, a entidade pretende desenvolver ações de divulgação do consumo e estimular a comercialização conjunta entre marcas. “Vamos ampliar ações de divulgação do consumo de azeite brasileiro e estimular a venda cooperativada entre marcas para aumentar a escala e melhorar a competitividade do produto nacional”, completou o presidente.

Outras regiões produtoras

A Serra da Mantiqueira, que abrange áreas de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, é apontada como o segundo polo nacional de produção de azeite. Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo são considerados Estados com potencial de expansão do cultivo e da produção de olivas no país.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 45 Visualizações
Variedades

Mostra reúne projetos de escolas agrícolas na Expointer

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Mostra de Ensino Técnico Agrícola (Meta) iniciou nesta segunda-feira (31) a apresentação de dez projetos desenvolvidos por estudantes de escolas técnicas agrícolas do Rio Grande do Sul durante a 49ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Os trabalhos estão expostos na Casa da Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola (Agptea) e foram selecionados entre cerca de 28 projetos encaminhados por 29 escolas. A iniciativa utiliza a iniciação científica como ferramenta de aprendizado e formação dos estudantes, aproximando-os de temas relacionados à inovação, tecnologia e resolução de problemas do agronegócio.

A Meta é coordenada pelo professor Carlos Fontoura e, devido à limitação de espaço para a exposição, foram estabelecidos critérios para selecionar os dez trabalhos apresentados na feira. Segundo o coordenador, cinco projetos do primeiro grupo apresentado nesta segunda-feira também estão sendo demonstrados no auditório central da Expointer nesta terça-feira (1º), a partir das 9h. Os demais integram a programação da mostra na Casa da Agptea. “Para nós é uma grata satisfação poder receber esses trabalhos. Eles demonstram o que os professores, os alunos e as escolas agrícolas fazem no seu dia a dia”, afirmou o coordenador.

Além da exposição na Expointer, os dez projetos selecionados terão a oportunidade de participar da Mostratec, feira de ciência e tecnologia realizada em outubro, na Fenac, em Novo Hamburgo. Para Fontoura, a pesquisa contribui para a aplicação de novas metodologias de ensino e para o desenvolvimento da capacidade de análise dos estudantes. “A educação hoje trabalha com metodologias ativas. A iniciação científica é uma das melhores ferramentas para trazer inovação, tecnologia e tornar o aluno um ser pensante”, destacou o professor.

Projetos desenvolvidos nas escolas

Entre os trabalhos selecionados estão pesquisas relacionadas a um alimentador automático com placa solar, ao cultivo sustentável de hortaliças, ao uso de biochar para transformar resíduos em sustentabilidade, ao desenvolvimento de um sucedâneo de lácteo para cordeiros e ao uso de defensivos e nutrientes alternativos na agricultura.

Fontoura também destacou a participação de estudantes de escolas técnicas agrícolas gaúchas em feiras científicas nacionais, como a Febrace, a Mostratec e a Febic, além de eventos realizados em diferentes regiões do país. Segundo ele, os resultados indicam a necessidade de investimentos na formação dos estudantes e na qualificação dos professores. “Se a gente investir nessa juventude e na qualificação dos nossos professores, teremos resultados cada vez melhores”, afirmou o coordenador.

A Meta é desenvolvida durante todo o ano, com acompanhamento das escolas e dos projetos. “É um trabalho contínuo, de formação em serviço, de mentoria e de visita às escolas durante o ano inteiro. A gente conhece esse potencial e tem a oportunidade de trazê-lo para o grande público”, explicou Fontoura.

Pesquisa como ferramenta pedagógica

A participação na Expointer permite que os projetos desenvolvidos nas escolas sejam apresentados ao público que visita a feira agropecuária. Para Fontoura, a exposição também amplia o contato da sociedade com a produção científica realizada nas escolas técnicas agrícolas. “Trazer esse trabalho para a Expointer é uma grata satisfação e sempre um motivo de alegria. É a oportunidade de mostrar o potencial das nossas escolas agrícolas para a sociedade”, expressou o coordenador.

O presidente da Agptea, Fritz Roloff, afirmou que a realização da Meta durante a Expointer amplia a exposição dos projetos e permite apresentar diferentes áreas de pesquisa desenvolvidas pelos estudantes. “Mais uma vez a Agptea está abrindo a casa aqui na Expointer, trazendo projetos de pesquisa e de inovação na área agrícola. E, neste ano, temos uma variedade de temas que abrangem tanto a pesquisa e a tecnologia quanto questões relacionadas ao meio ambiente e ao fazer pedagógico”, reforçou Roloff.

Para o presidente da entidade, a pesquisa científica também pode ser utilizada como ferramenta pedagógica para ampliar a participação dos estudantes no processo de aprendizagem. “É uma ferramenta fundamental que o professor tem na mão para incentivar cada vez mais seus alunos, para que eles deixem de ser meros assistentes de aula e sejam protagonistas, aqueles que vão justamente buscar o conhecimento”, pontuou Roloff.

O presidente da Agptea também destacou a necessidade de os estudantes não apenas receberem informações, mas conseguirem organizar, interpretar e aplicar os conhecimentos adquiridos.

O conhecimento está aí. Depende da sistematização que o aluno consiga fazer, para que não seja só uma reprodução de conteúdos, mas realmente uma participação na vida, para que possa aproveitar esse conhecimento e trazer para o seu cotidiano melhorias, principalmente para o seu futuro”, afirmou Fritz Roloff.

Foto: Tamires de Moraes/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 58 Visualizações
Projetos especiais

Expointer recebe lançamento da Coleção Terra Gaúcha

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

O Sebrae RS e o Senar-RS lançam a Coleção Terra Gaúcha nesta quarta-feira, 2 de setembro, durante a Expointer 2026. A iniciativa é voltada à valorização e qualificação do turismo rural no Rio Grande do Sul. O lançamento ocorre às 17h30min, na Casa do Senar, e contará com apoio do Governo do Estado. No primeiro ciclo, até 50 propriedades e empreendimentos rurais poderão integrar a coleção, que pretende identificar experiências já existentes ou com potencial para desenvolver atividades turísticas e ampliar sua presença nos mercados nacional e internacional.

A iniciativa faz parte do programa Juntos pelo Agro e busca reunir propriedades que trabalham com elementos como produção agropecuária, gastronomia, cultura, paisagens e modos de vida do campo. A proposta é transformar esses atributos em experiências turísticas e ampliar a visibilidade das propriedades participantes.

O diretor técnico do Sebrae RS, Ariel Berti, explica que a escolha da Expointer para o lançamento está relacionada à conexão entre a produção agropecuária e o turismo. Segundo ele, a iniciativa pretende reconhecer experiências que utilizam produtos, territórios, histórias e modos de fazer como elementos de atração de visitantes interessados na cultura e na identidade de diferentes regiões. “Quando falamos de turismo autêntico, do papel dos produtos de origem e de uma gastronomia ligada ao território, estamos falando de atributos que já existem no turismo rural gaúcho. O desafio é posicionar essas características como parte de uma oferta turística de excelência, capaz de agregar valor às propriedades e aos territórios”, destacou Berti.

Até 50 propriedades no primeiro ciclo

No primeiro ciclo da Coleção Terra Gaúcha, poderão ser selecionadas até 50 propriedades e empreendimentos rurais. Os participantes terão uma identidade própria dentro da coleção, com o objetivo de estabelecer uma conexão entre diferentes experiências do meio rural do estado.

O diretor técnico do Sebrae RS ressaltou que a atividade turística já representa uma forma de diversificação da renda em propriedades rurais, mas afirma que a proposta é ampliar o valor gerado por essa atividade. “O turismo diversifica a renda, e isso já acontece. Mas queremos ir além, agregando valor e criando oportunidades para que os produtos, as histórias e os modos de vida do campo sejam também experiências para os visitantes, alinhadas a uma estratégia de promoção do estado”, pontuou Ariel Berti.

Selo e capacitações

A iniciativa também terá o selo Terra Gaúcha, que será utilizado para identificar e diferenciar as propriedades integrantes da coleção. Segundo o coordenador do Departamento de Desenvolvimento e Inovação do Senar-RS, Henrique Padilha, o reconhecimento poderá estimular a troca de conhecimentos entre empreendimentos em diferentes estágios de desenvolvimento. “A Coleção Terra Gaúcha busca identificar propriedades com diferenciais e potencial para o turismo rural. Algumas já apresentam um nível maior de maturidade e podem servir como referência, enquanto outras ainda possuem aspectos que poderão ser desenvolvidos e qualificados”, pontuou o coordenador do Departamento de Desenvolvimento e Inovação do Senar-RS, Henrique Padilha.

O selo não terá caráter de certificação. Ele será utilizado como forma de reconhecimento e diferenciação das propriedades participantes.

Para auxiliar no desenvolvimento dos empreendimentos, o Senar-RS oferecerá capacitações e treinamentos em áreas como gestão, atendimento, segurança, legislação, adequações das propriedades e organização da atividade turística. O Sebrae RS atuará principalmente nas áreas de gestão, posicionamento, mercado e desenvolvimento de pequenos negócios.

Essa combinação contribui para que os produtores consigam transformar aquilo que já possuem de diferencial – produção, gastronomia, cultura, história e modo de vida – em experiências turísticas cada vez mais qualificadas, estruturadas e sustentáveis”, concluiu Henrique Padilha.

Oferta turística do estado

O secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Raphael Ayub, afirma que a iniciativa pretende contribuir para a apresentação de uma oferta turística relacionada às características do meio rural gaúcho. “O Rio Grande do Sul tem no meio rural alguns dos seus maiores diferenciais turísticos: a nossa cultura, as tradições, a gastronomia de origem, os produtos locais, as paisagens e, principalmente, a autenticidade das experiências. A Coleção Terra Gaúcha nasce para identificar, qualificar e dar visibilidade ao que temos de melhor, reunindo experiências capazes de representar o Estado com um padrão de excelência”, reforça o secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Raphael Ayub.

A expectativa do Governo do Estado é que o projeto também contribua para fortalecer a cadeia turística nos territórios, envolvendo produtores, agroindústrias e outros negócios relacionados à atividade.

Queremos que o programa deixe um legado concreto para quem empreende no meio rural. Isso passa pela qualificação das experiências e do atendimento, pelo aprimoramento da gestão e pela abertura de novos canais de promoção e comercialização”, finaliza Raphael Ayub.

Seleção das propriedades

Durante o lançamento da Coleção Terra Gaúcha serão apresentados o processo de seleção das propriedades e os critérios para participação. Na ocasião, também serão divulgadas as orientações para inscrição.

A iniciativa reúne Sebrae RS, Senar-RS, Farsul e CNA, por meio do programa Juntos pelo Agro, com apoio do Governo do Estado.

Serviço

  • O quê: lançamento da Coleção Terra Gaúcha
  • Quando: quarta-feira, 2 de setembro, às 17h30min
  • Onde: Casa do Senar, em Esteio, durante a Expointer 2027
Foto: Maurício Concatto/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 59 Visualizações
Variedades

Agroindústrias de Canela participam da Expointer

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

Quatro agroindústrias de Canela estão participando da 49ª Expointer, realizada desde sábado (29), até 6 de setembro, no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A Queijaria Alvorada Missioneira, o Sítio das Goiabeiras, a Flor de Canela e o Morro Calçado levam à feira produtos artesanais produzidos no interior do município, com itens como queijos, doce de leite, geleias e mel. A participação permite a exposição e a comercialização da produção da agricultura familiar de Canela para visitantes de diferentes regiões do Rio Grande do Sul.

Durante a feira, as quatro agroindústrias comercializam produtos coloniais produzidos no município. Entre os itens estão queijos, doce de leite, geleias e mel, além de outros produtos elaborados pela agricultura familiar.

Foto: Júlio Dias/Prefeitura de Canela/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 35 Visualizações
Variedades

Hub Agro recebe programação de inovação durante a Expointer

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Hub Agro, mantido pela Prefeitura de Esteio e pela Universidade Feevale no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, receberá uma programação do Terra da Inovação voltada a temas relacionados ao agronegócio nesta terça-feira, 1º de setembro. A partir das 14h, serão realizados debates sobre bovinocultura leiteira, bubalinocultura, financiamento e acesso a crédito, com participação do curso de Medicina Veterinária da Universidade Feevale. As atividades integram a programação da 49ª Expointer e têm o objetivo de promover conexões entre inovação, tecnologia, empreendedorismo e agronegócio.

A programação desta terça-feira começa com o debate “Entre propriedades e pessoas: um olhar sobre a bovinocultura leiteira no Vale do Paranhana”. Na sequência, serão realizados os debates “Do campo à ciência: inovação e perspectivas para a bubalinocultura” e “Financiamento e acessos a crédito”.

As atividades fazem parte do Terra da Inovação, programação que teve início no sábado (29), durante cerimônia de lançamento realizada no Hub Agro. As ações seguem até domingo, 6 de setembro, quando termina a 49ª Expointer.

A programação foi apresentada pela diretora de Inovação da Universidade Feevale, Manuela Bruxel, e está disponível no site da instituição. Durante a Expointer, o Hub Agro recebe o público diariamente, das 8h às 20h, com atividades relacionadas a inovação, negócios, conhecimento e networking.

Parceria entre universidade e poder público

O reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, destacou a parceria com a Prefeitura de Esteio e a participação de diferentes instituições na programação. “Esse evento, Terra da Inovação, tem tudo a ver com o agro. A programação ao longo da Expointer destaca ações de inovação, tecnologia e empreendedorismo, em uma parceria junto com a Prefeitura, com a Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia e com vários parceiros que vão utilizar este espaço para essas discussões”, ressaltou da Rosa.

O prefeito de Esteio, Felipe Costella (PL), também abordou a função do Hub Agro, inaugurado em 2024 com o objetivo de fomentar empresas e profissionais voltados à criação de soluções para o agronegócio. “O Hub Agro está aqui para que possamos construir soluções e trazer ideias. “Queremos fazer as melhores entregas e ofertar os melhores serviços para aqueles que depositam a confiança não só no poder público, mas também no trabalho da universidade e da iniciativa privada”, afirmou o chefe do executivo local.

Presenças na cerimônia

Também participaram da cerimônia de lançamento o presidente da Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), Marcelo Clark Alves; o superintendente executivo da Feevale, Roberto Sarquis Berté; o prefeito de Glorinha, Leonardo Carvalho; a diretora de Educação a Distância da Universidade Feevale, Isabel Cristina Cezar da Rosa; a diretora de Marketing e Relacionamento, Cláudia Beretta; a chefe de Gabinete da Prefeitura de Esteio, Roberta Szczepaniak; e a chefe de Gabinete da Feevale, Isabela Guzzon, entre outros participantes.

Hub Agro na Expointer

O Hub Agro está localizado no Parque de Exposições Assis Brasil, ao lado da Casa de Esteio, e é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Esteio e a Universidade Feevale. Durante a Expointer, o espaço recebe atividades voltadas à integração entre academia, poder público e iniciativa privada para o desenvolvimento do setor agropecuário.

Nesta edição, o Terra da Inovação busca promover conexões entre startups, pesquisadores e empresários. O espaço é utilizado para debates, apresentações de projetos tecnológicos e ações de networking.

A iniciativa também reúne representantes do governo, da academia, da iniciativa privada e da sociedade civil, em uma proposta de integração da chamada quádrupla hélice. O objetivo é estabelecer um canal para a validação de novas tecnologias e modelos de negócios direcionados à modernização das cadeias produtivas locais.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 78 Visualizações
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