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Variedades

Mangalarga define grandes campeões na Expointer

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

A égua Othina da Piratininga, da Fazenda Utopia, de Cambará do Sul, foi escolhida Grande Campeã da raça Mangalarga na 49ª Expointer. Além disso, o cavalo Egito da Braido (TE), do Haras Schmitz, de Gravataí, recebeu o título de Grande Campeão entre os machos. O julgamento ocorreu em duas etapas, com a avaliação de Morfologia iniciada no sábado e a etapa de Andaduras realizada posteriormente. As notas das duas avaliações foram somadas para definir os vencedores.

Cinco animais participaram da etapa de Andaduras e foram avaliados pelo jurado do Núcleo Riograndense de Criadores de Cavalo da Raça Mangalarga, Hugo Lipp Farias. Os animais já haviam passado pela avaliação morfológica no primeiro dia da 49ª Expointer, quando foram observadas características relacionadas à estrutura física.

O jurado do Núcleo Riograndense de Criadores de Cavalo da Raça Mangalarga, Hugo Lipp Farias, explicou que acompanha os animais durante cerca de uma hora antes de emitir o parecer. “Nesta uma hora a gente vê a regularidade do cavalo, a comodidade do cavalo, a constância do cavalo, o equilíbrio do cavalo, e se o cavalo está andando sempre no mesmo padrão, que seria a regularidade. E a comodidade quando a gente monta em cima”, detalhou Farias.

Na avaliação morfológica, o jurado observa aspectos relacionados à conformação e à estrutura dos animais. “A gente vai fazendo um raio-x, observando amplitude de costela, ossatura, e vendo o curvilhão”, completou Farias.

Segundo o jurado, a estrutura óssea e o curvilhão têm importância na avaliação por se tratar de uma raça que permanece em movimento por períodos prolongados. O curvilhão corresponde à região do calcanhar das patas traseiras.

Grandes campeões

A Grande Campeã da Expointer foi a égua Othina da Piratininga, da Fazenda Utopia, de Cambará do Sul, de propriedade de Elisandra Aguiar da Cruz. Entre os machos, o Grande Campeão da Raça foi Egito da Braido (TE), do Haras Schmitz, de Gravataí, de propriedade de Christian Schmitz.

Foto: Ieda Risco/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 57 Visualizações
Variedades

Memorial do Queijo Gaúcho na Expointer apresenta história dos lácteos

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Memorial do Queijo Gaúcho apresenta ao público da 49ª Expointer a história e os diferentes elos da cadeia de lácteos do Rio Grande do Sul. Instalado junto à sede da Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, o espaço tem como principal estrutura um monumento em forma de cunha de queijo com mais de 14 metros de altura. Inaugurado em 2025, o memorial reúne informações sobre a produção de leite, os processos industriais, a evolução da atividade e a participação de produtores, famílias, mestres queijeiros e empresas na formação do setor.

A criação do memorial teve início em 2015, com o objetivo de fortalecer o setor de lácteos e estimular o consumo de seus produtos. A iniciativa atravessou três gestões da Apil até chegar à execução e contou com recursos da Lei de Incentivo à Cultura e com 12 patrocinadores, sendo 11 laticínios do estado. Parceiros da entidade também participaram diretamente da execução.

Ao longo dos anos, o projeto passou por adaptações para acompanhar mudanças na realidade do setor e nas condições orçamentárias. A estrutura foi reconhecida pelo RanKBrasil como o maior monumento em forma de cunha de queijo no Brasil, com mais de 14 metros de altura.

O assessor executivo da Apil, Jefferson Farias, explica que o espaço foi estruturado para apresentar ao visitante as diferentes etapas da cadeia produtiva, desde a produção do leite até a chegada dos produtos ao mercado. “Essa abordagem busca ampliar a compreensão sobre a dimensão da cadeia de lácteos”, afirma Farias.

História da produção no estado

O percurso pelo memorial apresenta informações históricas e cronológicas sobre a atividade no Rio Grande do Sul. Fotografias, equipamentos e referências a antigas construções são utilizados para mostrar a evolução da produção de lácteos e a relação do setor com a formação do estado. “O memorial apresenta a trajetória do queijo gaúcho, incluindo suas origens, a chegada dos imigrantes e destaca a participação de produtores, famílias, pequenas e médias indústrias e mestres queijeiros na construção dessa história”, reitera Farias.

O conteúdo também acompanha o caminho do leite desde a propriedade rural, passando pelo transporte, pela regulamentação e pelo processamento, até a transformação da matéria-prima em produtos destinados ao mercado.

Novos conteúdos estão previstos

A coordenadora de marketing da Apil, Gabriela Brustolin, afirma que o memorial é considerado um espaço em permanente construção e que novas iniciativas devem ser incorporadas ao longo do tempo. “É um trabalho contínuo. Inauguramos, mas não paramos por aí. A cada momento estamos trazendo uma novidade. Uma das frentes de expansão é a criação de novos conteúdos sobre a cadeia, o consumo e os produtos lácteos”, informa Gabriela. De acordo com a coordenadora, a intenção é que o espaço receba novidades continuamente, principalmente durante a Expointer, mas a atuação do Memorial não fica restrita ao período da feira. O local funciona durante todo o ano e recebe visitantes mediante agendamento.

De olho no futuro

A Apil também mantém uma parceria com a Embrapa para desenvolver um projeto voltado a escolas e crianças de diferentes regiões do Rio Grande do Sul. As ações têm como foco a educação e o estímulo ao consumo de produtos lácteos.

Outra iniciativa em preparação é uma vitrine dedicada aos queijos produzidos no estado. De acordo com a coordenadora de marketing da Apil, a proposta prevê a utilização de modelos em 3D dos rótulos dos produtos fabricados pelos associados da entidade. “O projeto prevê a apresentação de modelos em 3D dos rótulos dos produtos dos associados da Apil, reunindo diferentes marcas e ampliando a exposição da produção estadual”, salienta Gabriela Brustolin.

Foto: Rejane Costa/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 63 Visualizações
Variedades

Quiz na Expointer testa conhecimento sobre pecuária

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

Um quiz sobre carne, cortes bovinos e produtos derivados da pecuária é atração para visitantes no espaço do Universo Pecuária na 49ª Expointer, realizada no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A experiência interativa, instalada no Pavilhão Internacional, busca aproximar o público, especialmente o urbano, de informações sobre a cadeia produtiva da pecuária. Antes de responder às perguntas, os visitantes percorrem conteúdos sobre cortes bovinos, características nutricionais da carne, subprodutos da atividade, rastreabilidade, carbono e manejo.

O percurso começa com painéis que apresentam informações sobre diferentes cortes bovinos, características nutricionais da carne e produtos provenientes da atividade pecuária. Os conteúdos também mostram como matérias-primas de origem animal chegam a outros 49 segmentos, incluindo itens utilizados na alimentação, na indústria e na medicina.

Segundo a diretora executiva do Universo Pecuária, Marcela Santana, a experiência tem atraído visitantes e, em alguns períodos, formado fila diante do quiz. “A gente mostra os cortes, a qualidade nutricional e também esses subprodutos que vão da pecuária para outros 49 segmentos e participam do nosso dia a dia. Depois vem o quiz para ver se o pessoal aprendeu sobre os cortes e os outros conteúdos”, explica Marcela.

O espaço também aborda temas relacionados à atividade pecuária e às questões ambientais. Dentro do eixo Pecuária do Futuro, a programação apresenta conteúdos sobre rastreabilidade, carbono e manejo, com o objetivo de estabelecer uma conversa com o público urbano sobre aspectos da produção que nem sempre são percebidos fora do meio produtivo.

Pecuária do Futuro

A diretora executiva Marcela Santana afirma que a abordagem também trata da relação entre produção pecuária e questões ambientais. “Queremos trazer esse futuro, essa tendência que temos em relação à pecuária e aquilo que a gente já entrega, falando sobre o quanto a rastreabilidade é importante e como uma pecuária bem manejada pode ter um balanço de carbono que sequestra mais do que emite”, acrescenta Marcela.

Além dos conteúdos disponíveis no percurso, o espaço conta com uma programação diária no Estúdio UP. As entrevistas e atividades começam às 10h, com o Estúdio UP. Às 12h, são realizadas atividades sobre Carne Gaúcha; às 14h, o tema é Pecuária do Futuro; e, às 16h, a programação aborda o Universo Além da Carne.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 50 Visualizações
Variedades

Falta de cordeiros limita oferta de carne ovina

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

A falta de cordeiros para abastecer a indústria foi apontada como um dos principais desafios para acompanhar o crescimento do consumo de carne ovina durante o Conexão Cordeiro, realizado neste domingo (30), na Expointer, em Esteio. Promovido pela Associação Brasileira de Criadores de Corriedale (ABCC), o encontro reuniu representantes da produção, frigoríficos, varejo e mercado para discutir a oferta de animais, as mudanças na comercialização e as formas de ampliar o consumo da proteína.

O presidente da ABCC, Gustavo Velloso, explicou que o objetivo do evento foi reunir diferentes segmentos da cadeia durante a feira para discutir os desafios de cada etapa. “Temos produtores, frigoríficos e consumidores. A ideia foi juntar todos eles para que cada um possa falar dos seus desafios e, a partir disso, buscar alternativas para aumentar a produtividade de cordeiros e o consumo”, afirmou Velloso.

A raça Corriedale também foi abordada no encontro pela participação na produção ovina do Rio Grande do Sul. Segundo Velloso, a raça representa atualmente mais de 60% do rebanho gaúcho, colocando os criadores entre os envolvidos nas discussões sobre produção e mercado da carne.

Indústria busca matéria-prima

O aumento da disponibilidade de animais foi apontado pela indústria como uma necessidade para acompanhar a demanda. O diretor-presidente do Frigorífico Carneiro Sul, João Bernardo da Silva, afirmou que existe espaço para expansão do mercado, mas identificou a oferta de animais como principal gargalo. “O consumo da carne ovina vem crescendo e temos um mercado enorme construído. Hoje, o nosso grande desafio como indústria é ter matéria-prima”, detalhou o empresário.

Para Silva, a aproximação com os produtores é necessária para que os frigoríficos possam planejar os próximos passos e ampliar o abastecimento. “Nós precisamos do produtor rural. Ele é um elo extremamente importante para o desenvolvimento da ovinocultura e do consumo da carne ovina”, acrescentou o diretor-presidente da marca.

Novos formatos no varejo

As mudanças no consumo também aparecem na forma como a carne ovina é comercializada. A consultora de mercado Ana Doralina Menezes observou que, além da carne congelada, o consumidor encontra atualmente produtos resfriados, manipulados, fracionados e oferecidos em bandejas. “A carne ovina também está sendo desafiada a entender qual é o seu mercado, quem é o seu cliente, o que ele avalia quando vai comprar e o que a cadeia precisa entregar para atender às características e à qualidade que ele busca”, pontuou Ana Doralina.

O proprietário da Calvi Carnes, Eloir Francisco Calvi, afirmou que a comercialização do produto está mais fácil atualmente, mas que ainda existe espaço para ampliar a divulgação da proteína. “Hoje está mais fácil de vender do que anos atrás. Quando comecei, há mais de 40 anos, um quilo de cordeiro custava o preço de um quilo de frango”, relatou Calvi.

Participantes

Com o tema “Mercado, tecnologia e valor na cadeia da carne ovina”, o Conexão Cordeiro também contou com José Magalhães, da Estância Alagoas; Daniel Barros, médico-veterinário, produtor rural e gerente de Ruminantes da Supra; Gabriel de Oliveira, sócio-proprietário da Cordeiros Arroio Malo; Humberto da Silva, diretor industrial da Carneiro Sul; e Victor Pigues, médico-veterinário, produtor rural e gerente de Território da ADM Nutrição Animal.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 59 Visualizações
Variedades

Carne de búfalo é destaque na Expointer

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Gaúcha de Criadores de Búfalos (Ascribu) apresentou a carne bubalina e suas possibilidades de preparo na Vitrine da Carne Gaúcha neste domingo (30), durante a 49ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A atividade contou com a preparação de um filé paillard com fettuccine na manteiga de sálvia pelo chef Bruno Ivanoff e teve como objetivo ampliar o conhecimento dos consumidores sobre a proteína e reduzir preconceitos relacionados à carne de búfalo. A ação foi realizada pela Farsul em parceria com a Escola de Gastronomia do Senac.

Durante a oficina, o chef Bruno Ivanoff explicou que o filé paillard é levemente batido para ficar fino e que o fettuccine é preparado com manteiga clarificada. “O que a gente quer demonstrar aqui na Vitrine da Carne é que esta é uma proteína extremamente fácil. Podemos fazer qualquer tipo de prato que eu faço com bovino, eu faço com bubalino, sem problema nenhum. Qualquer prato que vocês imaginarem com a carne bovina, eu consigo fazer com o búfalo, sem problema algum. É muito fácil, muito simples”, destacou Ivanoff.

Produção em Passo do Sobrado

A produtora Vanessa Ferreira, que cria búfalos em Passo do Sobrado, apresentou informações sobre a bubalinocultura e a produção de derivados. Ela possui uma agroindústria no município onde produz salame de búfalo.

Filha de produtores, Vanessa estudou e trabalhou na cidade antes de retornar ao campo para ajudar o marido na atividade. Segundo a produtora, a produção de embutidos passou a incorporar a carne bubalina como forma de trabalhar com uma atividade relacionada às origens da família e ao município. “Eu fui a primeira a fazer universidade, fui fazer Contabilidade, fui para a cidade para poder trabalhar mas, eu via que eu precisava voltar para poder dar ajuda para o meu marido. Ele estava montando uma agroindústria de embutidos, e a gente reforçou um pouco mais, trazendo o búfalo que é das nossas origens, que fala muito de Passo Sobrado. E também para levar a carne de búfalo e tirar esse preconceito que as pessoas têm da carne”, contou Vanessa.

Salame na Agricultura Familiar

O salame produzido pela agroindústria de Vanessa está à venda no Pavilhão da Agricultura Familiar durante a Expointer. Para comercialização até o último dia do evento, foi produzida uma tonelada do produto.

Depois da preparação da receita na Vitrine da Carne Gaúcha, o público presente pôde degustar o prato apresentado pelo chef Bruno. Os visitantes também foram convidados a conhecer os búfalos expostos pela Ascribu no Pavilhão do Gado de Corte.

Foto: Stéphany Franco/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 57 Visualizações
Variedades

Paranaense de 12 anos vence três provas de 5 Tambores na Expointer

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

A paranaense Fernanda Banak dos Santos, de 12 anos, venceu três das seis categorias da prova de 5 Tambores da raça Mangalarga, realizada neste domingo (30), durante a 49ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Montando Orpheu NCM, a jovem ficou em primeiro lugar nas categorias Feminino, Principiante e Infantil. A competição faz parte de um circuito de quatro provas que definirá o grande campeão da programação esportiva da raça durante a feira.

A programação esportiva do Mangalarga começou no sábado (29), com a prova Seis Balizas e a tradicional Cavalo x Moto. A próxima etapa será o Working Penning, na sexta-feira, dia 4. A programação será encerrada no sábado, 5 de setembro, com a prova 3 Tambores.

Na modalidade 5 Tambores, os conjuntos percorrem um trajeto previamente definido e contornam cinco tambores posicionados na pista. O objetivo é concluir o percurso no menor tempo possível, mantendo a regularidade nas voltas e evitando penalidades. A prova exige mudanças rápidas de direção, aceleração, equilíbrio e sintonia entre cavalo e cavaleiro. A modalidade também considera características dos animais como docilidade, versatilidade, agilidade e funcionalidade.

Resultados

Na categoria Aberta, Robson Walter Rech dos Santos Sereno venceu montando Sereno VJC, com o tempo de 26,310 segundos. No Feminino, Fernanda Banak dos Santos ficou em primeiro com Orpheu NCM, em 27,738 segundos. Entre os Amadores, Caio da Cruz dos Santos venceu com Bolt da Utopia, em 27,316 segundos. Na categoria Amador Master, Luciane Ludwig ficou em primeiro lugar com Recado VJC (T.E.), com 29,829 segundos. Fernanda voltou a vencer na categoria Principiante, novamente com Orpheu NCM, ao completar o percurso em 27,746 segundos. Na categoria Infantil, a competidora também ficou em primeiro lugar com o mesmo cavalo, registrando 28,198 segundos.

Preparação

Ao conquistar três das seis categorias disputadas, Fernanda atribuiu o resultado à dedicação aos treinamentos e aos cuidados com os animais. “É muita dedicação e concentração nos treinos. Não é só querer correr. Tem que treinar, acalmar o animal, ter uma rotina boa e um professor bom”, afirmou a jovem.

A competidora treina com Fernando Antunes, do Centro de Treinamento Equestre (FRE), localizado em Tijucas do Sul, no Paraná. Segundo Fernanda, a preparação para as competições envolve disciplina, concentração e sintonia entre cavaleiro e cavalo.

O diretor de Esportes do Núcleo Riograndense de Criadores de Cavalo da Raça Mangalarga (NRCCRM), Cristiano Antunes, destacou o nível técnico dos competidores e as condições da pista, que ficou enlameada em razão das chuvas dos últimos dias. “Ano após ano, o nível aumenta. A disputa entre o primeiro e o quinto lugar é definida por até milésimos de segundo. Então, é uma competição bastante acirrada, que mostra, sobretudo, a resiliência da raça, mesmo quando o clima não ajuda”, afirmou Antunes.

Foto: Artur Chagas/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 85 Visualizações
Variedades

Milanesa de cordeiro atrai público na Expointer

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

A carne ovina foi destaque na Vitrine da Carne Gaúcha durante o primeiro dia da 49ª Expointer, realizada no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Cerca de 40 pessoas acompanharam a preparação de uma milanesa de pernil desossado de cordeiro com risoto de limão siciliano, elaborada pelo chef Bruno Ivanoff. A atividade foi realizada em parceria entre a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), Farsul, Celebra Gourmet e Escola de Gastronomia do Senac, com o objetivo de apresentar o produto ao público e abordar uma resistência relacionada ao odor e ao sabor da carne ovina.

Entre os participantes, alguns não haviam experimentado a carne ovina ainda. Segundo a gerente executiva da Arco, Lorena Riambau Garcia, a resistência de consumidores está relacionada a uma prática de comercialização de décadas atrás. De acordo com ela, eram vendidas em açougues ovelhas mais velhas, o que deixava a carne com características diferentes de odor e sabor. “Só coloque na sua mesa, para sua família, aquilo que você sabe de onde vem. Senão, não coma”, pontuou a gerente executiva da Arco.

Cordeiro certificado

Lorena explicou ainda que, atualmente, os frigoríficos certificados trabalham com cordeiros abatidos com até 12 meses. A iniciativa na Expointer busca apresentar diferentes formas de preparo e cortes da carne ovina ao público.

A carne ovina será apresentada diariamente na Vitrine da Carne Gaúcha, sempre às 11h. Ao longo da programação, serão preparadas diferentes receitas utilizando cortes variados. A 49ª Expointer ocorre até 6 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

Foto: Tamires de Moraes/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 74 Visualizações
Variedades

Dia de Cooperar atrai visitantes na Expointer

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

A programação do Dia C – Dia de Cooperar reuniu centenas de visitantes na Casa do Cooperativismo, na Expointer, em Esteio, neste sábado (29). Organizada pelo Sistema Ocergs com apoio de cooperativas gaúchas, a ação fez parte da mobilização nacional de cooperativas em atividades de responsabilidade social e ofereceu ao público atividades educativas e recreativas ao longo do dia.

Famílias que passaram pelo espaço foram recebidas por mascotes de cooperativas e participaram de atividades como distribuição de balões, pipoca e kits educativos, além de pinturas artísticas. Personagens como Homem-Aranha e Hello Kitty também participaram da programação, voltada principalmente ao público infantil.

Participaram da iniciativa o Instituto Unimed, Sicredi, Instituto Unicred, Sicoob, Cresol e CCGL.

Visibilidade às ações sociais

O presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, ressaltou que a programação apresentou ações desenvolvidas pelas cooperativas durante todo o ano. “O Dia C dá visibilidade a ações sociais que as cooperativas realizam durante todo o ano. Aqui na Expointer, mostramos um pouco dessa atuação e aproximamos o cooperativismo da comunidade”, afirmou Hartmann.

Segundo o dirigente, as ações não estão restritas à programação da data. “O Dia C não se resume a um fim de semana. É um trabalho permanente das cooperativas junto às suas comunidades”, completou Hartmann. Em 2026, o Fundo Social do Sistema Ocergs destinou R$ 3 milhões do Sescoop/RS para 15 projetos sociais de cooperativas.

Educação financeira

A bibliotecária Juliana Knuppe, de Sapiranga, no Vale do Sinos, visitou a Casa do Cooperativismo acompanhada do marido e das três filhas pequenas. A família já tinha contato com o cooperativismo por meio do consumo de produtos de cooperativas. “Procuramos consumir produtos de cooperativas porque sabemos de pequenos produtores que se reúnem e se ajudam. Já conhecíamos também o carimbo SomosCoop, que estampa as embalagens”, expressou Juliana.

A visita também levou a família a considerar ações relacionadas à educação financeira. “Saímos sensibilizados para trabalhar mais essa questão da educação financeira”, acrescentou a bibliotecária.

Também do Vale do Sinos, o professor Thiago Luciano Ledur, de Novo Hamburgo, relacionou a programação ao trabalho desenvolvido com estudantes. “Trabalho com projetos de vida e educação financeira com os alunos. Aqui conseguimos captar informações e pensar em formas de levar esse conhecimento para a sala de aula”, pontuou o professor.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 68 Visualizações
Variedades

Cavalo vence moto por 8 a 5 em desafio na Expointer

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

O cavalo venceu a moto por 8 a 5 em um dos desafios da programação do Mangalarga no primeiro dia da Expointer, neste sábado (29), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A disputa ocorreu após a prova de Seis Balizas, sob forte chuva e com a pista afetada pelo barro, condições que aumentaram a dificuldade para os participantes. O desafio fez parte da programação esportiva da raça, que terá quatro modalidades para definir o grande campeão e distribuirá até R$ 100 mil em prêmios.

O diretor de Esportes do Núcleo Riograndense de Criadores de Cavalo da Raça Mangalarga (NRCCRM), Cristiano Antunes, destacou como o público permaneceu no local durante as atividades, apesar das condições climáticas. “Deu 8 a 5, o cavalo ganhou. Com chuva e barro tudo fica mais difícil, mas deu tudo muito bem e o pessoal não arredou o pé”, afirmou Antunes.

Antes do desafio entre cavalo e moto, foi realizada a prova de Seis Balizas. Cauê Cucker da Silveira, com Outlander EFF, ficou na primeira colocação, com o tempo de 23,073 segundos. Marco Antonio Sampaio, montando Ostigoso HPL, terminou em segundo, com 23,285 segundos. Matheus Machado Costa, com Onda do Corumbau, completou o pódio, com 23,760 segundos.

Quatro provas definem campeão

As Seis Balizas fazem parte da série de quatro provas que definirão o grande campeão da programação esportiva do Mangalarga na Expointer. Também integram a disputa as modalidades Cinco Tambores, Working Penning e Três Tambores. A pontuação será acumulada ao longo das quatro provas.

Os participantes poderão concorrer a até R$ 100 mil em prêmios, distribuídos entre as diversas categorias. Conforme Cristiano Antunes, a definição do grande campeão ocorrerá somente após a realização de todas as modalidades.

O diretor de Esportes do NRCCRM também destacou que as premiações vêm sendo distribuídas entre competidores do Rio Grande do Sul, de São Paulo e do Paraná.

A prova de Seis Balizas e a disputa entre cavalo e moto tiveram o patrocínio da Biofarm.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 71 Visualizações
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Crédito rural é visto como termômetro para vendas de máquinas agrícolas na Expointer

Por Jonathan da Silva 30/08/2026
Por Jonathan da Silva

A liberação efetiva do crédito rural deve ser o principal indicador para as vendas de máquinas agrícolas durante a 49ª Expointer, que ocorre de 29 de agosto a 6 de setembro, em Esteio, segundo avaliação da Agritech, fabricante de tratores e implementos voltados à agricultura familiar. A empresa levará à feira os tratores AGT-20 e AGT-25 Cabinado e acompanhará os efeitos do Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027 sobre a concessão de financiamentos aos pequenos produtores. Para a fabricante, a retomada do mercado dependerá da velocidade com que os recursos anunciados pelo governo federal chegarão aos agricultores.

A expectativa da empresa, que no início do ano projetava crescimento de 10%, passou a ser de cautela diante do ritmo de liberação dos recursos. A Expointer será utilizada pela Agritech para avaliar o comportamento do mercado de máquinas agrícolas no segundo semestre, especialmente em relação a financiamento e investimentos dos produtores.

Crédito influencia mercado de máquinas

Segundo o gerente de Vendas e Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, as medidas anunciadas pelo governo federal trazem perspectivas para o setor, mas a velocidade de acesso ao crédito será determinante para os próximos meses. “Vivemos um momento de cautela, tanto para os produtores quanto para a indústria. Vamos revisar nossas metas de vendas para este ano, mas vemos com otimismo o lançamento do Plano Safra. Agora, é fundamental acompanhar a velocidade com que o crédito chegará ao agricultor familiar”, afirma Guimarães de Oliveira.

A empresa avalia que o acesso ao financiamento é um dos principais fatores para a decisão de compra de máquinas pelos pequenos produtores. No Rio Grande do Sul, o cenário é acompanhado também em razão das restrições de crédito enfrentadas por agricultores após perdas provocadas por eventos climáticos.

Tratores para a agricultura familiar

Durante a Expointer, a Agritech apresentará os tratores AGT-20 e AGT-25 Cabinado, voltados a pequenas e médias propriedades.

O AGT-20 é um trator 4×4 de 17 cavalos de potência, com bitola superestreita, desenvolvido para operar em lavouras com espaçamento reduzido. O modelo possui transmissão 9×3, sistema hidráulico universal e tomada de potência de 540 e 1.000 rpm. Entre as operações indicadas estão pulverização, roçada e acionamento de trincha.

Já o AGT-25 Cabinado foi desenvolvido para diferentes operações agrícolas em propriedades de pequeno porte. O modelo conta com cabine climatizada e estrutura compacta, com foco nas condições de trabalho do operador.

Medidas do Plano Safra

O Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027 destinou R$ 85,2 bilhões ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O pacote também inclui medidas de apoio financeiro a produtores que tiveram perdas de safra relacionadas a eventos climáticos.

Entre as medidas está a possibilidade de renegociação de dívidas rurais em até 10 anos, com período de carência para agricultores que registraram perdas. Nas operações do Pronaf enquadradas nessas condições, as taxas de juros podem chegar a 5% ao ano.

Outra medida é a prorrogação do prazo de adesão ao Desenrola Rural até 20 de dezembro de 2026, conforme o Decreto nº 12.956/2026. O programa permite a regularização de débitos relacionados ao crédito rural da agricultura familiar, com descontos sobre juros e encargos.

Para a Agritech, a feira ocorre em um período de avaliação sobre os efeitos dessas medidas nas decisões de investimento dos produtores.

A expectativa é que a efetiva ampliação do acesso ao crédito seja determinante para impulsionar a renovação da frota e a mecanização das pequenas propriedades nos próximos meses”, conclui o gerente de Vendas e Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira.

O que é a Agritech

A Agritech Lavrale – Divisão Agritech fabrica tratores, microtratores e implementos agrícolas voltados à agricultura familiar. A empresa tem fábrica em Indaiatuba-SP e integra o Grupo Stédile, de Caxias do Sul, que também engloba a Agrale S.A. A Agritech surgiu a partir da cisão da Yanmar do Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/08/2026 0 Comentários 116 Visualizações
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