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Business

Concurso de Velos é destaque no terceiro dia de julgamento de ovinos na 49ª Expointer

Por Ester Ellwanger 02/09/2026
Por Ester Ellwanger

O foco principal na pista de ovinos desta terça-feira, no Parque de Exposições Assis Brasil, foi o concurso de velos (cobertura completa de lã que é retirada de uma ovelha de uma só vez durante a tosquia, mantendo-se unida como uma espécie de manto ou capa que reveste o corpo do animal – exceto a cabeça, as patas e a barriga). Alguns tem características quase invisíveis, mas importantes o suficiente para alterar o valor do produto final.

Segundo Sérgio Muñoz, do programa Lã Certificada, o valor final do preço da lã depende de dois fatores: a sua finura, a micronagem, e o rendimento ao lavado. O ideal é que para cada 1 quilo de lã lavada, saia 800 gramas, em um rendimento de 80%.

“Este é um bom número. Mas, existem outros fatores como coloração, comprimento de mechas (o tamanho que os blocos de fios de lã atingem entre uma tosquia e outra, dependendo diretamente da raça da ovelha e do tempo de crescimento do velo) e a quantidade de velos A (de alta qualidade)”, revela.

Referências já trabalhadas pela Arco apontaram cerca de US$ 10 por quilo para lã de 18 micra e US$ 2,40 para lã de 31 micra. Muñoz afirma que o destino final do produto vai para as confecções, sendo que as lãs finas para a alta costura, onde é altamente remunerada, e as lãs grossas para os casacos pesados, cobertores, tapetes, etc. “Alguns subprodutos da lã da ovelha serve até mesmo para ser utilizado em filtros de carro e rolos para pinturas. Existe até mesmo quem esteja produzindo cosméticos com o lubrificante da lã”.

Os números

O Rio Grande do Sul concentra mais de 90% da lã brasileira com valor têxtil, e o programa Lã Certificada já acumulou quase 600 mil quilos em quatro safras. Porém, quem determina o preço é o mercado internacional, em especial, o Australiano. No Brasil, 95% de toda a produção é comercializada para o Uruguai, pois são elas que melhor remuneram os produtores.

“A variação de preço em cima de uma lã certificada em comparação com a lã não certificada é de 30% a 100%. É por isto que eu recomendo a utilização do serviço da Arco na produção de um rebanho de qualidade, pois no nosso site existe uma lista de empresas de esquilas que autenticam o produto”.

Durante à tarde, foram avaliados nove Merinos Australianos e sete Corriedales. O método utilizado foi o Tally-Hi, uma técnica australiana de tosquia de ovinos que prioriza o bem-estar animal, a qualidade da lã e a ergonomia do esquilador. A lã retirada do ovino é avaliada em uma mesa, onde são destacadas características como coloração, resistência, finura e peso.

Também é gerado um valor comercial de acordo com estas características, o material é pesado e os números são inseridos em uma planilha. Raquel Rodrigues, presidente da Associação Brasileira de Criadores de Merino Australiano (ABCMA) ressalta a apresentação de boas finuras de velo, bem destacados. ‘É uma lã de excelência, muito procurada pelo mercado e a indústria, incluindo as malharias do Sul”.

Troféus

Os troféus de campeões macho e fêmea da raça Merino Australiano foram para a cabanha Santa Camila, de Alegrete, de propriedade de Manoel Francisco Zirbes Rodrigues. O macho (Camila 3855, tem peso de velo de Kg 9,9); e a fêmea (Camila 4494, peso de velo de Kg 10,4). “Nas palavras do vencedor, o segredo do sucesso é investimento em genética e muito trabalho”, diz ele.

 Foto: Stéphany Franco/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/09/2026 0 Comentários 52 Visualizações
Business

3ª Supercopa Jovem reúne 51 conjuntos na Expointer 2026

Por Ester Ellwanger 02/09/2026
Por Ester Ellwanger

Entre esta quarta-feira, 02 de setembro, e sábado, 05 de setembro, 51 conjuntos vencedores dos ciclos 2024 e 2025 estarão na Arena do Cavalo Crioulo para a disputa da 3ª Supercopa Jovem. Realizada a cada dois anos pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), a competição reúne jovens talentos da modalidade.

A modalidade é dividida em categorias Infantil e Juvenil, onde cada uma conta com as subcategorias A e B. Antes do início das disputas, os participantes passam pelo exame de admissão, na terça-feira, das 15h às 17h. A partir da quarta-feira, começam as provas de Andaduras, Figura, Volta Sobre Patas (VSP) e Esbarradas, seguidas das etapas da Mangueira e de Bayard/Sarmento.

A programação segue até sábado, quando será realizada a prova de Campo, seguida da premiação da 3ª Supercopa Jovem. As atividades acontecem paralelamente à programação do 45º Freio de Ouro, movimentando a Arena do Cavalo Crioulo durante a segunda metade da Expointer.

O julgamento ficará a cargo de Fernando Guilherme Horst e Mateus Gularte da Silveira, com Diogo Pinto Ferreira como jurado reserva. As provas poderão ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial do Cavalo Crioulo no YouTube e pelas redes sociais oficiais da entidade.

A 3ª Supercopa Jovem do Cavalo Crioulo conta com os patrocínios de John Deere e Supra.

Programação:

  • Freio de Ouro – 1º a 5 de setembro (Final: 05/09 – a partir das 14h)
  • Supercopa Jovem – 1º a 5 de setembro (Final: 05/09 –  a partir das 8h30min)

Foto: Felipe Ulbrich /Divulgação | Fonte: Assessoria

02/09/2026 0 Comentários 101 Visualizações
Variedades

Federarroz recomenda cautela na próxima safra de arroz

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) lançou a 37ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas nesta terça-feira (1º), durante a 49ª Expointer. A abertura será realizada de 16 a 18 de fevereiro de 2027, na Estação Terras Baixas Clima Temperado, em Capão do Leão. O evento deverá reunir cerca de 25 mil visitantes e terá entre os principais temas os preços e estoques de arroz, custos financeiros, educação financeira, exportações e redução dos custos de produção. Durante o lançamento, o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, alertou que os estoques de passagem ainda estão elevados e recomendou cautela aos produtores na definição dos investimentos para a próxima safra.

O lançamento oficial ocorreu no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, durante a 49ª Expointer, que segue até domingo, 6 de setembro.

Ao apresentar as expectativas para a próxima edição, o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, destacou o evento como espaço de atualização e troca de informações entre produtores, pesquisadores, empresas e demais integrantes da cadeia produtiva. Segundo ele, a intenção é ampliar a participação do público e o acesso a informações sobre tecnologias, mercado e gestão das propriedades. “Isso é muito importante para os produtores, ter essa troca de informação, sair de suas propriedades para que consigam entender o que está acontecendo nas novas tecnologias e no mercado e voltem para casa com maior robustez de informações para tocar os seus negócios”, afirmou Dias Nunes.

Estoques e preços

A rentabilidade da atividade orizícola deverá estar entre os principais assuntos da 37ª Abertura Oficial da Colheita. Segundo o presidente da Federarroz, os produtores precisam acompanhar não apenas o comportamento dos preços, mas também os estoques e as condições do mercado antes de definir os investimentos para a próxima safra.

Nunes afirmou que a produção precisa estar alinhada à capacidade de absorção do mercado e observou que o setor ainda enfrenta estoques elevados de passagem. Embora espere uma recuperação das cotações, o dirigente defendeu cautela. “Nós esperamos que o preço seja remunerador”, ponderou o dirigente.

Não podemos ter euforia porque os estoques de passagem ainda são altos”, alertou Denis Dias Nunes.

O presidente da entidade também destacou que muitos produtores terão compromissos financeiros significativos no próximo ano, mesmo diante de eventuais medidas de renegociação de dívidas. Para ele, a expectativa é de uma correção positiva do mercado, mas as decisões de investimento precisam considerar os riscos existentes.

Gestão financeira

A questão financeira também deverá integrar a programação do evento. Dias Nunes afirmou que o custo elevado do dinheiro reduz a capacidade de investimento e pode afetar a rentabilidade das empresas rurais. “Quando o dinheiro está custando muito alto, não temos capacidade de investimento”, afirmou o dirigente.

Nesse contexto, o dirigente defendeu que a entidade amplie a orientação aos produtores sobre gestão financeira e educação financeira, para que possam avaliar custos, investimentos e riscos antes de cada safra. “Essa parte financeira cada vez mais nós temos que orientar e temos que educar os produtores”, enfatizou Dias Nunes.

Busca por novos mercados

As exportações também foram apontadas como parte das estratégias para ampliar a rentabilidade da cadeia produtiva. O presidente da Federarroz defendeu a abertura de novos mercados internacionais para o arroz brasileiro e afirmou que o aumento das vendas externas pode contribuir para gerar mais riqueza e fortalecer o setor. “É preciso exportar mais, conquistar novos mercados”, afirmou Dias Nunes. O dirigente também ponderou que o desempenho das exportações também dependerá das condições do mercado internacional e do comportamento da produção no Hemisfério Norte.

Atuação conjunta

A atuação conjunta entre instituições e produtores para enfrentar os desafios da cadeia orizícola foi destacada pelo chefe-Geral da Embrapa Clima Temperado, Eduardo Ferreira Dutra. A próxima edição do evento deverá dar continuidade à parceria entre Embrapa, Federarroz e Senar.

Segundo Dutra, existe a perspectiva de formalização de um acordo de cooperação técnica para garantir a realização da Abertura Oficial da Colheita na Estação Experimental Terras Baixas (ETB) pelos próximos dez anos. “Isso nos dá previsibilidade e tranquilidade para podermos fazer as programações. A cada ano, o evento recebe mais participantes e expositores, e isso tem sido significativo”, afirmou o chefe-geral da entidade.

Dutra também destacou que as pesquisas desenvolvidas pela Embrapa buscam respostas aos impactos das mudanças climáticas e à necessidade de reduzir os custos de produção. Entre as prioridades estão o desenvolvimento de cultivares resistentes à brusone e a disponibilização de bioinsumos.

Importância da orizicultura

O superintendente do Senar-RS, Eduardo Condorelli, deu ênfase a participação da orizicultura gaúcha na agricultura do estado. Segundo o dirigente, o setor é referência para a agricultura estadual em razão da atuação dos produtores nas áreas de inovação, trabalho e persistência. “É sempre importante que nós possamos ter a orizicultura como destaque na nossa sociedade, porque ela é um dos faróis para toda a agricultura que é feita no Rio Grande do Sul”, afirmou Condorelli.

O superintendente também abordou a complexidade da atividade rural e a necessidade de ampliar o conhecimento e a capacidade de análise dos produtores diante dos desafios econômicos. “Se a agricultura e a pecuária deste país no século passado foram feitas com muita coragem, muita força física e até uma pitada de inconsequência, hoje, além de muitíssimo mais coragem, alguma pitada de inconsequência e um pouco menos de força física, ela precisa de muito mais inteligência”, concluiu Condorelli.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 53 Visualizações
Variedades

Na Expointer, Hub Agro aborda desafios e tecnologia no agronegócio

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

O Hub Agro, espaço mantido pela Prefeitura de Esteio e pela Universidade Feevale no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, realizou atividades sobre produção leiteira, bubalinocultura, inovação e acesso a crédito nesta terça-feira (1º). As atividades reuniram profissionais de diferentes áreas para discutir desafios enfrentados no campo e possibilidades de desenvolvimento do setor.

Uma das atividades realizadas nesta terça-feira foi a apresentação “Entre propriedades e pessoas: um olhar sobre a bovinocultura leiteira no Vale do Paranhana”, com participação do curso de Medicina Veterinária da Universidade Feevale. Na programação, a zootecnista Raphaella Duarte Gimnecki apresentou o trabalho desenvolvido em propriedades de produção de gado leiteiro no Vale do Paranhana e abordou dificuldades enfrentadas pelos produtores da região. Entre os problemas citados estão a baixa remuneração, o alto custo de produção e a falta de sucessão familiar. “É preciso olhar para as propriedades e seus problemas como um sistema, pois cada propriedade pode ter uma solução diferente”, expressou Raphaella.

Na sequência, a zootecnista Vitória Leite Di Domenico conduziu a palestra “Do campo à ciência: inovação e perspectivas para a bubalinocultura”. A apresentação abordou o mercado de búfalos no Brasil e no Rio Grande do Sul, além de temas relacionados a manejo e reprodução.

Depois, a advogada no agronegócio Paula Nicolay e o administrador Marcelo Hofmeister falaram sobre financiamento e acesso a crédito para o setor.

Programação desta quarta-feira

O Hub Agro terá novas atividades nesta quarta-feira, 2 de setembro. A programação prevê debates sobre tecnologia, dados, startups, oportunidades e desenvolvimento do agronegócio gaúcho.

Às 14h30min, será realizado o debate “O Agro que vem: tecnologia, dados e startups no campo”. Participam João Paulo Delapasse Simioni, da LOP/Podas Inteligentes; Antônio Augusto Abelin Borges, da Agrolink; e Talles Rosa, da Avant Sementes e Drones. A mediação será de Christian Lemos, da Wyse Conexão.

Às 15h30min, ocorrerá o debate “A Virada que já Vale: oportunidades do agro gaúcho”. A atividade terá a participação de Jackson Freitas Brilhante de São José, coordenador do Plano ABC+ RS; Paula Hofmeister, assessora da Presidência da Farsul; Giovani Stefani Faé, gestor da Área de Transferência de Tecnologia da Embrapa Trigo; Leonardo Busatto, diretor de Planejamento do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE); Anderson Pilhou, da Harbour Capital; Juliana Rolla de Leo, da OMA Ativos Ambientais; e Amanda Rosa, assessora técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A moderação também será de Christian Lemos, da Wyse Conexão.

A programação da Universidade Feevale na Expointer pode ser consultada no site feevale.br/terradainovacao.

Foto: Jhullye Neumann/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 73 Visualizações
Variedades

Final do Freio de Ouro na Expointer terá 106 cavalos crioulos

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Grande Final do 45º Freio de Ouro será realizada neste sábado, 5 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, com 106 exemplares admitidos para a disputa, sendo 53 fêmeas e 53 machos. A admissão dos animais foi conduzida pelo inspetor técnico credenciado à Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), Thiago Andreolla Persici. As atividades que antecedem a final começaram nesta terça-feira (1º) e seguem até sábado, com avaliações de diferentes etapas da competição.

Ao longo da semana, os conjuntos passam pelas etapas de Morfologia, Andaduras, Figura, Voltas Sobre Patas e Esbarradas, Bayard/Sarmento, Mangueira I e II e Campo I e II. A etapa morfológica começou com a avaliação das fêmeas e dos machos por dois grupos de jurados.

Preparação para a final

O presidente da ABCCC, André Luiz Narciso Rosa, acompanha as provas em Esteio e afirma que a expectativa é de uma semana de competição de acordo com a importância do evento. “Chegamos a mais uma grande final com a certeza de que teremos uma semana à altura do que o Freio representa”, celebra Narciso Rosa.

O dirigente também destaca a trajetória dos conjuntos classificados ao longo do ciclo de competições. “São conjuntos que construíram suas trajetórias ao longo de todo o ciclo e chegaram à pista máxima da raça Crioula. É a hora de viver esse momento com a pista cheia e com essa expectativa que só o Freio de Ouro é capaz de proporcionar. A cada edição, o Freio nos mostra a força e a paixão que movem o Cavalo Crioulo”, completa Narciso Rosa.

Campeões retornam à disputa

A final deste ano terá a participação de animais que já venceram o Freio de Ouro. Entre os machos, Ópio da Baraúna retorna à competição após conquistar o título no ano passado. O animal foi criado e exposto pela Baraúna Agropastoril Industrial Ltda., da Cabanha Baraúna, de Arroio Grande.

Nascido em 2019, Ópio da Baraúna é filho de Niazzi Improviso e Algazarra da Palmeira. O ginete Raul Teixeira Lima será responsável por conduzi-lo durante a competição.

Entre as fêmeas, a atual campeã, Índia Envenenada Del Chamamé, também volta à disputa. A égua foi criada e exposta por Tomás y Martín Gurmendez Marquez, do estabelecimento El Chamamé, de Florida, no Uruguai.

Nascida em 2017, Índia Envenenada Del Chamamé possui genética de Basco Veneno e Indiecita Del Chamamé. A condução na pista ficará a cargo do ginete Gabriel Viola Marty.

Acompanhamento das provas

As disputas do Freio de Ouro podem ser acompanhadas em tempo real pelo canal oficial do Cavalo Crioulo no YouTube.

O 45º Freio de Ouro tem patrocínio de Banrisul, Bompack, Florestal, Intacta 2 Xtend, John Deere, Supra e Vetnil. O evento também conta com o apoio da Associação Brasileira de Hereford e Braford, Irani, Oviedo, RAM, Real Wood e Vinícola Salton.

Programação

Terça-feira, 1º de setembro
  • 8h30min – Etapa morfológica – Categoria Fêmeas
  • 14h – Etapa morfológica – Categoria Machos
Quarta-feira, 2 de setembro
  • 8h30min – Andaduras/Figura/VSP/Esbarradas – Categoria Fêmeas
Quinta-feira, 3 de setembro
  • 8h30min – Andaduras/Figura/VSP/Esbarradas – Categoria Machos
Sexta-feira, 4 de setembro
  • 8h30min – Mangueira I
  • 15h – Campo I
Sábado, 5 de setembro
  • 10h – Mangueira II
  • 14h – Abertura Oficial da Final do 45º Freio de Ouro
  • Na sequência – Bayard/Sarmento
  • Na sequência – Campo II
  • Na sequência – Encerramento Freio de Ouro no Boulevard do Cavalo Crioulo
Foto: Maurício Vinhas/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 115 Visualizações
Business

Painel da Agergs na Expointer debate mudanças climáticas

Por Ester Ellwanger 02/09/2026
Por Ester Ellwanger

Para discutir o futuro dos serviços públicos diante do cenário de transformações na sociedade, incorporação de novas tecnologias e mudanças climáticas, a Agergs realiza painel, nesta quarta-feira, 02 de setembro, a partir das 12h, no estande do Governo do Estado na Expointer.

O evento reunirá o conselheiro-presidente da Agência, Marcelo Spilki, o secretário da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi, e o secretário executivo do Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática, Professor Joel Goldenfum​.

“Será uma oportunidade para dialogarmos sobre serviços públicos regulados a partir de diferentes perspectivas, desde a adaptação climática com preceitos científicos, passando pelo planejamento e pelos investimentos do Estado em infraestrutura, até a regulação e a revisão de contratos para qualificar as entregas à sociedade”, explica Spilki.

SERVIÇO

  • O quê: Painel “Serviços públicos do futuro: como atender melhor uma sociedade em transformação”
  • Quando: quarta-feira, 02 de setembro, das 12h às 13h
  • Local: Estande do Governo do Estado na Expointer

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/09/2026 0 Comentários 43 Visualizações
Variedades

Irmãos Soldera recebem prêmio Esteio do Agro na Expointer

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

Os irmãos Leonardo e Luiza Soldera, da Cabanha Soldera, de Panambi, receberam o prêmio Esteio do Agro na noite desta segunda-feira (31), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A premiação reconhece iniciativas e profissionais ligados ao setor agropecuário. Os engenheiros agrônomos foram vencedores na categoria Jovens do Campo e representam a terceira geração da família à frente das atividades rurais, conduzidas ao lado do pai e dos demais familiares.

Leonardo e Luiza Soldera atuam nos campos da família, onde são desenvolvidas atividades de cultivo de soja e milho, além da criação de animais das raças Angus e Brangus. A participação dos irmãos integra a continuidade da atividade rural familiar, que está atualmente em sua terceira geração.

Estamos constantemente em busca de inovação que possam colaborar e modernizar os processos”, enfatizou Leonardo Soldera.

Luiza Soldera afirmou que o prêmio também representa o reconhecimento às gerações anteriores da família. Luiza destacou que o troféu não contempla apenas os dois irmãos, mas também aqueles que serviram de referência para a continuidade das atividades. “É um prêmio a todos os Soldera e ao legado deixado por meus avós Gaspar e Miracy Soldera”, destacou a premiada.

Foto: Carolina Jardine/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 47 Visualizações
Variedades

Entrega de chaves na Expointer formaliza cessão da Casa Febrac

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

TangA entrega das chaves da Casa Febrac formalizou, durante a 49ª Expointer, a cessão definitiva do espaço destinado à Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O ato ocorreu durante a feira e assegura à entidade a manutenção da sede utilizada para reuniões, atividades com associações de criadores e programações realizadas durante a Expointer. A chave foi entregue ao presidente da Febrac, Marcos Tang, pelo presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Domingos Antônio Velho Lopes, e pela subsecretária do parque, Elizabeth Obino Cirne-Lima.

A cerimônia também marcou a primeira edição do Mérito Febrac e uma nova entrega da Medalha Paulo Brossard. Ao todo, dez profissionais ligados à agropecuária, às associações de criadores e à organização do setor foram homenageados.

Casa Febrac

Com a cessão definitiva, a Febrac passa a ter assegurado o uso da Casa Febrac dentro do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil. O local é utilizado para reuniões, atividades com associações de criadores e ações relacionadas à programação da Expointer.

Durante a cerimônia, o presidente da Febrac, Marcos Tang, destacou a atuação dos homenageados na trajetória das entidades ligadas à produção animal. “Estamos aqui porque temos um passado, um presente que nos alicerça para o futuro. Essas pessoas fizeram muito pelo passado e, em sua grande maioria, continuam fazendo muito pelo presente. Então, é, como se diz, por justiça e dever homenageá-las”, afirmou Tang.

Mérito Febrac

A primeira edição do Mérito Febrac homenageou cinco profissionais. Receberam a distinção o assessor técnico junto ao Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, Sandro Schlindwein; a gerente administrativa e financeira da Associação Brasileira de Angus, Katiulce Santos; a superintendente administrativa da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul, Marcia Gonçalves dos Santos; a secretária da Associação Núcleo Sul de Criadores de Cavalo Quarto de Milha, Darlene Marques; e a secretária da Associação Brasileira de Hereford e Braford, Carmen Diva Santos Saraçol.

Criado em 2026, o Mérito Febrac tem como objetivo reconhecer profissionais com atuação relacionada às entidades de criadores e à agropecuária.

Medalha Paulo Brossard

A Medalha Paulo Brossard, criada em 2019, teve cinco novos agraciados nesta edição. Foram homenageados o vice-presidente administrativo, financeiro e de patrimônio da Febrac, Valdir Ferreira Rodrigues; o presidente da Associação Brasileira de Angus e Ultrablack, José Paulo Dornelles Cairoli; o coordenador do Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte (Nespro/UFRGS), Julio Barcelos; a subsecretária do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, Elizabeth Obino Cirne-Lima; e o criador de Angus José Roberto Pires Weber.

Cairoli, Elizabeth e Weber já ocuparam a presidência da Febrac. A medalha é concedida pela federação desde 2019 a profissionais ligados à agropecuária e às organizações de criadores.

Foto: Karoline Ávila/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 43 Visualizações
Variedades

ANC celebra 120 anos com anúncio da 4ª Fenagen na Expointer

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC) celebrou 120 anos de atuação nesta segunda-feira (31), durante a 49ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A solenidade reuniu autoridades, presidentes de entidades, criadores, técnicos e familiares na casa da entidade e marcou o lançamento de um documentário sobre a trajetória da associação, do novo site institucional e o anúncio da 4ª Feira Nacional de Genética Promebo (Fenagen), prevista para ocorrer de 30 de junho a 3 de julho de 2027, na Associação Rural de Pelotas.

A ANC atua no registro genealógico e no melhoramento genético da pecuária brasileira. Atualmente, a entidade registra 41 raças bovinas, bubalinas e equinas e realiza mais de 100 mil registros de animais por ano.

Trajetória de 120 anos

Durante o evento, a ANC apresentou um documentário que resgata a história da entidade ao longo de mais de um século de atuação no registro genealógico, no melhoramento genético e na evolução da pecuária brasileira. Também foi apresentado o novo site da associação, desenvolvido com uma proposta de navegação mais moderna e intuitiva.

O presidente da ANC, Joaquin Villegas, destacou a participação da entidade no desenvolvimento genético dos rebanhos brasileiros e lembrou episódios da formação do Herd-Book Collares. “A ANC representa o melhoramento genético dos rebanhos do país. Em 1904, Leonardo Brasil Collares idealizou a ANC. Foi em 1906 que foi registrado o primeiro animal, um touro Shorthorn importado da Inglaterra. Naquele mesmo ano, foi registrado o primeiro animal Angus, um touro chamado Melenic, importado do Uruguai. Na sequência, vieram outras raças, como Hereford e Devon”, recordou Villegas.

O Charolês passou a ser registrado pela entidade em 1927, com a novilha Fadech, importada da França por Cipriano de Sousa Mascarenhas. “E assim, várias raças foram chegando”, completou Villegas.

Atualmente, a ANC mantém registros de 41 raças entre bovinas, bubalinas e equinas e ultrapassa 100 mil registros anuais. Ao falar sobre o aniversário da entidade, o presidente também destacou a participação de criadores, dirigentes, colaboradores e técnicos na construção da trajetória da associação.

Fica aqui nossa homenagem a todos os criadores, dirigentes, colaboradores e técnicos que construíram esses 120 anos de história. Uma história de muito trabalho, pautada sempre pela ética, pela seriedade e pelo compromisso com o melhoramento genético da nossa pecuária”, ressaltou Joaquin Villegas.

Fenagen terá quarta edição em 2027

A programação também confirmou a realização da 4ª Feira Nacional de Genética Promebo, a Fenagen, entre 30 de junho e 3 de julho de 2027, na Associação Rural de Pelotas. A feira foi criada em 2024 para marcar os 50 anos do Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo).

Segundo Villegas, as três primeiras edições apresentaram crescimento no número de animais, expositores e empresas participantes. “Os criadores gostaram muito do formato e a feira acabou se tornando um evento anual. A segunda Fenagen superou a primeira e a terceira superou a segunda, tanto no número de animais quanto no número de expositores. Em 2026, tivemos 48 expositores, 18 a mais do que em 2025”, afirmou o dirigente.

O presidente do Conselho Deliberativo Técnico (CDT) da ANC, médico-veterinário Leandro Hackbart, relacionou a realização da Fenagen à renovação da entidade e à experiência acumulada ao longo de seus 120 anos. “A ANC é aquela entidade centenária que se renova. Acho que a feira veio justamente com esse propósito: mostrar o potencial que temos de uma entidade que tem história, tem base e tem trabalho, mas que também está alinhada e preocupada em entregar um produto diferente para seus sócios”, expressou o dirigente.

Segundo Hackbart, o Promebo e a Fenagen estão relacionados ao trabalho desenvolvido com os criadores. A proposta da feira, de acordo com o dirigente, é ampliar o debate sobre melhoramento genético, além da exposição dos animais. “A Fenagen vem com um modelo novo de julgamento. Ela não está preocupada apenas em bater metas de animais inscritos, como uma exposição convencional, mas em se tornar um polo de discussão do melhoramento genético das raças britânicas e suas cruzas”, explicou o médico-veterinário.

O dirigente também afirmou que as primeiras edições contribuíram para o aprimoramento do formato da feira e para sua consolidação no calendário da pecuária.

Embora nossa equipe também venha superando cada vez mais os desafios, porque aqui ninguém sabia organizar eventos e exposições, estamos conseguindo, ano a ano, ajustar e entregar uma exposição melhor”, afirmou Leandro Hackbart.

As atividades da ANC durante a Expointer 2026 têm patrocínio de Alta Genetics/Progen, ABS Pecplan e Neogen.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 42 Visualizações
Variedades

Corriedale amplia critérios de julgamento na Expointer

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

O julgamento da raça Corriedale na 49ª Expointer está incorporando, pela primeira vez, a avaliação da área de lombo entre os critérios utilizados na seleção dos animais. A análise ocorreu nesta segunda-feira (31), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, com 30 ovinos inscritos. A novidade foi integrada à avaliação de características relacionadas à produção de carne e lã, estrutura corporal e pureza racial, em uma estratégia de melhoramento que busca ampliar a produtividade sem alterar a característica de duplo propósito da raça.

A grande campeã foi Pimenteira 650, uma borrega de 103 quilos da Cabanha Pimenteira, de Santa Vitória do Palmar. O animal foi apresentado pelo criador Marco Petruzzi.

Seleção considera carne e lã

Segundo o criador Marco Petruzzi, a escolha considerou o conjunto de características apresentadas pela borrega, incluindo a finura da lã e sua origem genética. “Era o animal mais completo, com finura de lã de 31 micras e filha de um campeão eleito em 2023. Isto significa que genética e melhor trato são fundamentais para se obter grandes resultados”, afirmou Petruzzi.

O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Corriedale (ABCC), Gustavo Velloso, explicou que a raça é avaliada por características relacionadas tanto à produção de carne quanto à produção de lã. Entre os aspectos considerados estão porte, vigor e conformação corporal.

De acordo com Velloso, os animais também devem apresentar andar ágil e vitalidade, características relacionadas à capacidade de deslocamento. Por ser uma raça de duplo propósito, o equilíbrio zootécnico é orientado em 50% para a produção de lã e 50% para a produção de carne.

O dirigente também destacou que o animal deve apresentar esqueleto bem constituído e velo pesado, extenso e de boa qualidade. Na avaliação dos machos, a cabeça deve expressar masculinidade, com largura, fossas nasais abertas, boca forte e boa cobertura de lã na parte superior. “A raça Corriedale ostenta bom nível no Rio Grande do Sul, tanto de machos, quanto de fêmeas. Melhoramos consideravelmente a produção de lã e de carne. Com isto, os produtores estão conseguindo uma rentabilidade bem maior”, destacou Velloso.

Área de lombo entra na avaliação

A avaliação da área de lombo foi incluída pela primeira vez no julgamento da raça na Expointer. A mudança amplia os critérios relacionados às características corporais dos animais e à produção de carne.

O jurado uruguaio Rafael Elhordoy afirmou que, no Uruguai, os dados de Evolução de Peso Vivo (EPV), que envolvem informações zootécnicas e estatísticas, são utilizados há anos em trabalhos de melhoramento genético de bovinos e ovinos. “Nós tivemos um resultado, em especial na finura da lã, passando de 24 a 25, considerada de finura média e fina”, afirmou Elhordoy.

O também jurado uruguaio João Mattassoles acrescentou que o objetivo do melhoramento é avançar nas características produtivas sem deixar de considerar a conformação corporal dos animais.

Grande campeão masculino

No final da tarde, foi divulgado o resultado do Grande Campeão masculino. O título ficou com o ovino Letícia 3195, da Cabanha Letícia, de Barra do Quaraí, de propriedade de João Antônio Fittipaldi. Para o criador, a seleção deve considerar as características relacionadas à produção de carne, à pureza racial e à lã. “Precisamos enaltecer a parte carniceira, a pureza racial e a finura de lã adequada, almejando as demandas do mercado”, pontuou Fittipaldi.

Foto: ABCC/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 55 Visualizações
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