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Business

Avança Turismo: Sicredi Pioneira RS lança linha de crédito especial

Por Milena Costa 26/05/2021
Por Milena Costa

Apoiar e alavancar o turismo local é o foco do mais novo projeto desenvolvido pela Sicredi Pioneira RS em parceria com Sebrae RS, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e RS Garanti. Lançado na última semana, Programa Avança Turismo busca auxiliar os empreendedores do setor a superar os prejuízos sofridos com a pandemia de covid-19 por meio de uma linha de crédito especial, o Fungetur.

Sabendo dos impactos que o setor sofreu com a pandemia, a cooperativa mapeou as empresas voltadas ao segmento turístico e identificou suas principais necessidades, com vistas a uma retomada gradual e segura das atividades. Segundo dados do Sebrae RS, o setor turístico ainda sofre com os impactos das restrições e está faturando cerca de 60% a menos do que faturava antes da pandemia, apesar das flexibilizações. Daí a importância de ações que operem sob um olhar setorial, oferecendo soluções e minimizando prejuízos, enquanto a pandemia não for superada.

Crédito para as empresas e consultoria 100% subsidiada

O projeto tem como foco parques temáticos, serviços de alimentação, meios de hospedagem, agências de turismo e transporte. Além de prestar assessoramento e acompanhamento técnico, o Programa Avança Turismo busca capacitar os empreendedores associados à cooperativa de crédito para tomadas de decisão acertadas, sempre com prioridade para clientes do Sicredi e do Sebrae.

Já o Fungetur é uma linha de crédito exclusiva para empresas que atuam no turismo com taxas e condições diferenciadas. Estão aptas a receber o benefício empresas direta ou indiretamente ligadas ao turismo, com faturamento até R$ 4,8 milhões/ano, sejam microempreendedores individuais (MEIs), empresários individuais ou micro, pequenas e médias empresas. Pela linha de crédito, será possível financiar capital de giro de até R$ 200 mil, com prazo de carência de até 12 meses e pagamento em até cinco anos, com taxa Selic + 5% ao ano. Conforme o gerente de Crédito da Sicredi Pioneira RS, Marcus Pinheiro, o total disponibilizado pelo BRDE é de R$ 20 milhões.

Além do crédito, ao contratar o serviço o associado tem acesso a uma consultoria do Sebrae personalizada e 100% subsidiada. A linha é uma parceria da Sicredi Pioneira com o BRDE e que conta com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“O programa Avança Turismo visa apoiar este setor que foi fortemente afetado. Uma das alavancas deste projeto é o crédito. Por meio de uma parceria entre Sicredi Pioneira, BRDE, RS Garanti e Sebrae RS, conseguimos viabilizar uma linha especial para micro e pequenos empresários, pois sabemos que este segmento tem dificuldades de acesso, em razão de garantias. Os demais segmentos – médias e grandes empresas – também podem acessar a linha, através da parceria Sicredi Pioneira e BRDE”, explica Pinheiro.

Saiba mais em www.sicredipioneira.com.br/avancaturismo.

O Fungetur

Financiamento de capital de giro de até R$ 200 mil
Prazo de carência: até 12 meses
Prazo de pagamento: até 60 meses
Taxa: Selic + 5%/ano.
Sem cobrança de taxa de abertura de crédito (TAC) e IOF

Quem pode contratar

Microeempreendedores individuais (MEIs), empresários individuais, micro, pequenas e médias empresas;
Com faturamento até R$ 4,8 milhões/ano;
Cadastrados no Cadastur – Ministério do Turismo;
Que não estejam negativadas e estejam regularizadas com as negativas tributárias.

Empresas associadas à Sicredi Pioneira RS precisam

Preencher o formulário;
Aguardar contato da sua agência;
Atualizar o cadastro com os seguintes documentos: DAS ou DASN-SIMEI, faturamento e demonstrações contábeis (se houver).

Empresas não associadas à Sicredi Pioneira RS precisam

Preencher o formulário;
Aguardar contato das agências envolvidas;
Abrir uma conta, providenciando os seguintes documentos: documento de identificação e CPF, comprovante de renda do último mês ou IRPF, comprovante de residência (com data de emissão inferior a 90 dias), documento de identificação e CPF do cônjuge, certidão de casamento (somente se o comprovante de residência estiver no nome do cônjuge).

Foto: Divulgação/Susana Nery Moreira | Fonte: Assessoria
26/05/2021 0 Comentários 667 Visualizações
Business

Zonas livres de febre aftosa sem vacinação serão oficialmente reconhecidas esta semana

Por Caren Souza 26/05/2021
Por Caren Souza

A participação essencial dos auditores fiscais federais agropecuários (affas) nos resultados positivos do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA) é evidente no longo caminho percorrido para alcançar o ponto mais alto do Plano Estratégico desse Programa, iniciado em 2017, sob a gestão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Trabalhamos muito na educação e na comunicação com o produtor, porque depende dele a iniciativa de notificar o serviço veterinário oficial.

Trata-se da certificação da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso, como zonas livres de febre aftosa sem vacinação. Com essa conquista, o Brasil passa a ter 20,7% do rebanho bovino e 47,2% do rebanho suíno em áreas livre da doença, sem vacinação, incluindo o estado de Santa Catarina, que foi o primeiro estado brasileiro a receber essa certificação internacional.

A expectativa é que todo o país esteja totalmente livre da aftosa sem vacinação até 2026, conforme meta prevista no PNEFA, o que trará mais benefícios econômicos a toda a nação, possibilitando a ampliação da exportação de produtos de origem animal e diminuindo custos aos produtores rurais brasileiros. A erradicação da doença no Brasil é perseguida há mais de 60 anos pelo governo federal e autoridades sanitárias, e vem ocorrendo por etapas. Atualmente, somente o estado de Santa Catarina tem a certificação internacional.

Quem explica é o auditor fiscal federal agropecuário (affa), Diego Viali dos Santos, que há 15 anos trabalha no Serviço Veterinário Oficial. O PNEFA tem como principal estratégia manutenção de país livre da doença e a ampliação, gradativa, das zonas sem vacinação, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela OIE. “O PNEFA tem autonomia técnica muito grande”, afirma Santos e reforça que “o sucesso do Programa está na gestão compartilhada, entre o setor público e privado, sem norteamento ideológico”.

O auditor atua na Divisão de Febre Aftosa do Departamento de Saúde Animal (DIFA/SDA) desde 2018 e já foi coordenador estadual do Programa de Prevenção e Erradicação da Febre Aftosa na Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul (SEAPA-RS) de 2006 a 2009. “Agora, temos 20% do rebanho bovino e cerca de 50% da população de suínos do país nessas regiões livres da febre aftosa sem vacinação, podendo atingir outros mercados, trazendo benefícios a todos os produtores rurais, que é com quem trabalhamos diretamente”, destaca Santos.

Com a experiência e visão de quem acompanha de perto todas as etapas do processo para erradicação da febre aftosa, o auditor relembra a importância da comunicação com o produtor rural para o avanço desse Programa. “Trabalhamos muito na educação e na comunicação com o produtor, porque depende dele a iniciativa de notificar o serviço veterinário oficial quando há suspeita que seu rebanho esteja infectado pelo vírus da aftosa”, explica.

Ele informa que essa é uma etapa crucial para assegurar a prevenção da doença, pois se essa ação não for seguida à risca, o impacto de uma reintrodução seria muito grande. “Se o produtor não estiver comprometido com o programa e com seu protagonismo neste processo, a magnitude de um possível foco pode ser muito maior devido ao atraso na notificação”, explica o auditor.

Diego informa que em 2007, o estado de Santa Catarina foi reconhecido pela OIE como uma zona livre da febre aftosa sem vacinação. Agora, em 2021, é a vez de Rio Grande do Sul, Paraná, Rondônia, Acre, Sul do Amazonas, na região onde hoje há 70% de seu rebanho, e este do Mato Grosso, área que compreende cerca de 1% de seu rebanho bovino.

“Em Santa Catarina já são cerca de 4 milhões de bovinos que pertencem a zona livre de febre aftosa sem vacinação”, destaca. Com o ingresso dessas novas áreas, outros 40 milhões de bovinos existentes nestes estados passaram a pertencer a zonas livres sem vacinação.

Apenas três países da América Latina são considerados livres de febre aftosa sem vacinação, pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE): Chile, Guiana e Peru. Além disso, existem zonas livres dentro de países (como é o caso de Santa Catarina) na Argentina, Bolívia, Colômbia e Equador.

Nessas áreas livres sem vacinação da América do Sul, exceto o Brasil, há cerca de 13 milhões de bovinos, demonstrando ainda mais o impacto desse novo reconhecimento brasileiro – só no Brasil haverá aproximadamente 45 milhões de bovinos em áreas livres sem vacinação, mais de três vezes o que há no resto dos países sul americanos.

Fiscalização e inspeção

A febre aftosa é uma doença infecciosa aguda que causa febre, seguida do aparecimento de vesículas (aftas), principalmente, na boca e nos pés de animais de casco fendido e o último passo da erradicação dessa doença numa região é a retirada da vacinação. “É esse resultado que será validado pela OIE nesta semana. Ele é fruto de um trabalho conjunto de muitos grupos envolvidos, incluindo vários auditores fiscais federais agropecuários”.

Com relação ao trabalho dos affas no PNEFA, eles são distribuídos por superintendências estaduais. Cada uma conta com a presença de um auditor fiscal federal agropecuário, responsável por fazer a gestão estadual do Programa. São eles que se comunicam diretamente com os Órgãos Estaduais de Sanidade Animal (OESAS) e todas demais partes interessadas, incluindo os produtores rurais.

Segundo Diego, todos os affas que atuam em unidades de vigilância agropecuária internacional, na inspeção de produtos de origem animal, nos laboratórios de diagnóstico e controle de vacina, na área de saúde animal nas SFAs nos estados trabalham com a febre aftosa, mesmo indiretamente. Esclarece que ainda há muito a ser feito no Programa e que até 2026 espera que o país se torne totalmente livre da febre aftosa, sem vacinação.

Sobre o PNEFA

Doença viral de alto contágio, a febre aftosa ainda desafia autoridades sanitárias no mundo. No Brasil, começou a ser combatida em 1963, com o início das imunizações. Com a elaboração do Plano Estratégico para o PNEFA, feita pelo Mapa e executado com o envolvimento do setor público e privado, a infraestrutura dos Serviços Veterinários e os fundamentos técnicos os resultados não demoraram a aparecer até alcançar o patamar em que está hoje, com o Brasil prestes a ser reconhecido oficialmente com país com áreas livres da doença sem vacinação.

Nesse processo, outro organismo com papel estratégico é o Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária (PANAFTOSA), que faz parte do Departamento de Doenças Transmissíveis e Determinantes Ambientais da Saúde da OPAS/OMS. Trata-se de instituição internacional, situada no Brasil, referência para a OIE e outras entidades que atuam com o fim de erradicar a febre aftosa.

Cabe ao PANAFTOSA coordenar o Programa de Saúde Pública Veterinária e trabalhar para prevenção, vigilância e controle de zoonoses, promovendo iniciativas para melhorar os sistemas de segurança alimentar e a erradicação da febre aftosa, com o objetivo de promover a saúde pública e o desenvolvimento socioeconômico da região.

Fonte: Assessoria
26/05/2021 0 Comentários 548 Visualizações
Cidades

Novo ouvidor da trensurb é empossado

Por Milena Costa 26/05/2021
Por Milena Costa

Na tarde desta segunda-feira (24), o diretor-presidente da Trensurb, Pedro Bisch Neto, reuniu-se com o metroviário Edmilson Klein da Rosa, empossado como novo ouvidor da empresa, e demais funcionários e estagiários da Ouvidoria. Edimilson Klein faz parte da Trensurb desde 2003, quando ingressou na empresa como agente de estações. Desde então, já passou pela área administrativa e operacional, ocupando os cargos de chefe do Setor de Apoio e do Setor de Tráfego. Até o momento, exercia a função de condutor de trens na empresa.

No encontro realizado na sala da Ouvidoria (foto abaixo), Klein disse que assume a Ouvidoria “com uma responsabilidade muito grande: de dar prosseguimento ao legado construído pelo nosso querido colega Giovani Vasconcellos, meu antecessor, que praticamente criou a Ouvidoria na Trensurb, com o qual tive o privilégio de trabalhar nas estações e tão brilhantemente defendeu os interesses dos cidadãos usuários e empregados da nossa empresa”. Em sua fala, Klein salientou, ainda, que “através dos assuntos que entram via Ouvidoria, quero ajudar a criar soluções que possam auxiliar na expectativa de melhoria de vida de nossos usuários e empregados”. Giovani Vasconcelos, primeiro Ouvidor da empresa, esteve responsável pela área, até março deste ano.

O diretor-presidente, Pedro Bisch, salientou a importância do cargo de ouvidor, ligado diretamente ao Conselho de Administração (Consad). “Uma Ouvidoria funciona para o entendimento da empresa sobre si, suas atividades e seus funcionários. (…) É o elemento ligado à consciência da empresa”, diz.

“Nossa intenção é de que ele consiga prosseguir o trabalho que o Giovani muito bem conduziu por esses anos todos e possa ajudar a empresa. Ser quase os ouvidos da empresa tanto para funcionários quanto para usuários em geral”, finaliza o diretor-presidente.

Ouvidoria Trensurb

A Ouvidoria tem a função de receber, examinar e encaminhar aos setores competentes todas as sugestões, reclamações, dúvidas, elogios e denúncias que lhe sejam enviadas pelos usuários, analisá-las e propor soluções dos casos, visando o aprimoramento do processo de prestação do serviço público. Além disso, é sua competência acompanhar as providências adotadas e garantir que o cidadão receba resposta à sua manifestação. Ao ser acionada, a Ouvidoria registra e analisa a manifestação. Encaminha e solicita ao responsável pelo problema esclarecimentos e/ou adoção de providências, buscando resolução no menor tempo possível.
Os canais de contato da Ouvidoria Trensurb podem ser acessados através aqui.

Foto: Divulgação/Leonardo Marion | Fonte: Assessoria
26/05/2021 0 Comentários 869 Visualizações
Cidades

RS receberá a principal autoridade do Krav Maga da América Latina

Por Caren Souza 26/05/2021
Por Caren Souza

O Rio Grande do Sul receberá, no próximo sábado, 29, a mais importante autoridade do Krav Maga – a defesa pessoal israelense – da América Latina, Grão Mestre Kobi Lichtenstein. Ele irá retomar pessoalmente os exames de graduação dos praticantes do estado gaúcho (Porto Alegre, Viamão, Canoas, Taquara, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Caxias do Sul).

A pandemia deixou incertezas sobre quando seria possível retomar os treinos e os exames de graduação, mas a hora chegou e todos estão prontos.

Grão Mestre Kobi, que foi aluno direto do criador do Krav Maga, Imi Lichtenfeld, em Israel e trouxe a modalidade para a América Latina em 1990, sempre cuidou pessoalmente da evolução de cada um dos alunos da Federação Sul Americana de Krav Maga, no Brasil e fora dele.

Durante a pandemia, a Federação Sul Americana de Krav Maga tem trabalhado a partir das determinações de segurança dos órgãos responsáveis, governadores e prefeitos e os exames de graduação seguem as mesmas determinações.

Segundo conta Roberto Bokowski, instrutor habilitado pela Federação Sul Americana de Krav Maga e responsável pela prática no Rio Grande do Sul, os alunos estão bastante preparados e ansiosos por esse momento. “A pandemia deixou incertezas sobre quando seria possível retomar os treinos e os exames de graduação, mas a hora chegou e todos estão prontos”, afirma o instrutor. E completa: “nos mantivemos unidos – mesmo à distância – e ativos, para que nossa mente e corpos estivessem prontos para a retomada das atividades”.

As academias estão atuando com total atenção à higienização e desinfecção dos tatames, equipamentos e das próprias instalações. Também foi reduzido o número de alunos por turma e foram adotados procedimentos como a medição de temperatura dos alunos, o uso obrigatório de máscaras e de álcool em gel, além do distanciamento entre as pessoas durante a aula.

A dinâmica da aula também foi adaptada para que as técnicas do Krav Maga pudessem ser trabalhadas tal como foram criadas, na década de 40, por Imi Lichtenfeld em Israel, porém, mantendo o distanciamento entre os praticantes. “Da mesma forma, o exame de graduação sofre adaptações neste momento. Desenvolvemos métodos que nos permite avaliar o aluno mesmo com as restrições que a situação pede”, afirma Grão Mestre Kobi.

Por se tratar de uma modalidade de defesa pessoal e não de um esporte, o ensino e a avaliação dos alunos de Krav Maga são de grande responsabilidade. Grão Mestre Kobi explica que, para poder avançar no aprendizado, o praticante deve ter assimilado todos os detalhes da técnica que um dia salvarão a sua vida. “Sendo assim, a avaliação tem grande importância, pois é quando eu verifico pessoalmente o avanço de cada um dos alunos da Federação e também avalio o trabalho de cada um de meus instrutores”, afirma Grão Mestre Kobi.

A Federação Sul Americana de Krav Maga é extremamente rigorosa na formação de seus instrutores para garantir ao praticante que ele terá o melhor preparo para um dia poder defender sua vida e voltar bem para casa.

Sobre a Federação Sul Americana de Krav Maga – há mais de 30 anos na América Latina, atua para divulgar e difundir o Krav Maga de Imi Lichtenfeld, exatamente como ele o criou em Israel na década de 40. Presidida por Grão Mestre Kobi Lichtenstein, aluno de Imi, a Federação se orgulha de transformar, comprovadamente, a vida de milhares de pessoas ao longo desses anos.

Fonte: Assessoria
26/05/2021 0 Comentários 1,K Visualizações
Business

Supper Rissul reinaugura loja no Operário, em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 25/05/2021
Por Gabrielle Pacheco

Desde o último mês de abril, a comunidade do bairro Operário, em Novo Hamburgo, conta com um novo Supper Rissul. O supermercado, localizado na Av. Nações Unidas, nº 334, passou por uma ampla reforma com uma série de reformulações. Entre as principais novidades está a ampliação da área de vendas em quase 40% e um novo estacionamento, com 307 vagas cobertas.

A obra foi pensada para que pudéssemos oferecer uma loja ainda melhor e mais moderna para os clientes.

“A loja como um todo foi repaginada, além de aumentar setores, como o de perecíveis, que está 20% maior e o número de caixas de pagamento, que agora são 22. A obra foi pensada para que pudéssemos oferecer uma loja ainda melhor e mais moderna para os clientes, com espaços ampliados que farão a diferença no atendimento do dia a dia”, afirma José Leandro Assis, superintendente de varejo da UnidaSul, holding que administra o Supper Rissul.

A loja ganhou uma nova fachada e marca também a estreia da nova comunicação visual para as lojas da rede varejista, mais moderna e jovem. Confira a lista completa de melhorias na galeria:

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2021 0 Comentários 2,6K Visualizações
Business

Setor calçadista modifica realidade em cidades brasileiras

Por Milena Costa 25/05/2021
Por Milena Costa

Presente com força econômica em dez estados brasileiros, o setor calçadista nacional emprega, diretamente, mais de 260 mil pessoas, tendo impacto direto no desenvolvimento econômico e social. Em cidades menores, a importância se torna ainda maior, transformando realidades e, consequentemente, incrementando os índices de desenvolvimento humano.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que muitas cidades brasileiras passaram a existir no mapa econômico a partir do setor calçadista.

“Os ganhos sociais não são somente no setor calçadista, que como todos sabem é intensivo em mão de obra. Quando uma fábrica se instala em uma cidade, vão atrás de pousadas, restaurantes, supermercados, farmácias e o comércio em geral. Movimenta toda a economia”, avalia o executivo.

A movimentação econômica gerada a partir da instalação de uma indústria calçadista é sentida não só com o surgimento de novos negócios, como também a partir de indicadores de desenvolvimento. Um deles é o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para aferir o desenvolvimento de sociedades em quesitos como educação, saúde, renda. Dessa forma, reflete a importância da indústria calçadista para as cidades onde está inserida. Em algumas, o IDH dobrou após a instalação das fábricas, que além de empregos, geraram desenvolvimento por meio de incremento em infraestrutura e investimentos.

Sugar Shoes: melhoria da qualidade de vida no Ceará

O Grupo Sugar Shoes/Neorubber, que começou a produzir calçados em 1998 com 70 funcionários em Picada Café, no Rio Grande do Sul, expandiu sua produção em 2000 para a cidade de Senador Pompeu, no Ceará. Em 2010 se junta ao grupo a empresa Neorubber, que hoje já possui unidades fabris em Capela de Santana/RS, Solonópole e Crateús, no Ceará. Ao todo, as fábricas do grupo empregam cerca de 2,9 mil pessoas. Destas, mais de 2 mil trabalham na unidade de Senador Pompeu. Quando a empresa chegou na cidade cearense, o IDH era 0,487 – baixo – , índice que pulou para 0,619 – médio/alto – em 2010 (último dado disponível). Um dos diretores do grupo, José Paulo Boelter, conta que a fábrica da empresa é a única da cidade. “Senador Pompeu é uma cidade antes e outra depois, a instalação da fábrica mudou a vida das pessoas. E esse é o papel da indústria, melhorar a qualidade de vida por meio do emprego e da renda”, fala Boelter, ao citar que o comércio da cidade se desenvolveu a partir da chegada da empresa.

Outro fato que orgulha o empresário é que a fábrica já emprega os filhos dos primeiros colaboradores.

“Isso é maravilhoso na sucessão dos sócios e, muito mais, quando nos vemos na equipe de trabalho. Preservando a história que é da empresa, mas também de toda a comunidade de todos os colaboradores que passaram e continuam aqui. Podemos ter prédios e máquinas, mas as pessoas são nosso maior patrimônio”, frisa Boelter.

Beira Rio: mais empregos em toda cadeia do interior do RS

Outra gigante do setor calçadista nacional é a Beira Rio, com dez fábricas localizadas no Rio Grande do Sul. Uma dessas plantas está em Mato Leitão, município do interior gaúcho com pouco mais de cinco mil habitantes. Tendo a fábrica destruída por um incêndio em 2020, a Beira Rio investiu mais de R$ 43 milhões na reconstrução da planta. O presidente do grupo, Roberto Argenta, destaca que a mão de obra qualificada foi um dos atrativos para insistir na cidade. “Optamos sempre por cidades que fiquem geograficamente próximas da matriz e do cluster de fornecedores do Vale do Sinos, de onde compramos mais de 80% dos nossos insumos”, conta. A estratégia comercial do empresário acaba por gerar desenvolvimento econômico e social para os municípios que sediam as plantas. Em Mato Leitão, por exemplo, são 180 empregos diretos e outros 1.500 indiretos. “Os sapatos irão cortados para a costura de terceiros, o que trará mais agilidade e qualidade aos processos, por isso os empregos indiretos são ainda mais expressivos”, informa Argenta.

Com IDH de 0,746 – considerado alto – , Mato Leitão deve muito do seu desenvolvimento ao setor calçadista, especialmente à Beira Rio. O prefeito da cidade, Carlos Bohn, afirma que a empresa é responsável por 50% do retorno de ICMS ao município, o que possibilita investimentos públicos em prol da sociedade. “Após o incêndio, como forma de apoiar a reconstrução do projeto, concedemos incentivos fiscais previstos na legislação municipal, auxiliamos em terraplanagem, aterro e transporte de materiais”, conta o prefeito, ressaltando que os benefícios sociais e econômicos que a Beira Rio proporciona são imensos, por meio da geração de empregos e renda para as famílias, pelo movimento do comércio, dos serviços de transporte, alimentação e no fortalecimento da economia do município.

Potencial do setor

Apesar das dificuldades dos anos recentes, a indústria calçadista brasileira segue sendo a quarta mais importante do planeta, a maior fora da Ásia, tendo produzido mais de 763 milhões de pares no ano passado. A produtividade por trabalhador, que demonstra que a indústria faz a lição de casa intramuros, é uma das maiores do mundo. Conforme Relatório Setorial da Abicalçados, cada trabalhador brasileiro produz 3.480 pares por ano, mais do que nos países concorrentes do setor, caso da China (3.361 por trabalhador), Indonésia (1.991 por trabalhador) e Vietnã (920 por trabalhador).

“Fica muito claro que a indústria precisa de políticas públicas de apoio, especialmente no que diz respeito à diminuição urgente da carga tributária, que nos prejudica na concorrência com os principais players internacionais do mercado. Ao valorizar a indústria nacional, estamos oportunizando a geração de mais postos de trabalho, de uma nova realidade com mais qualidade de vida e, consequentemente, impulsionando não apenas o desenvolvimento regional como também do País”, conclui Ferreira, destacando o potencial da indústria calçadista nacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2021 0 Comentários 794 Visualizações
Variedades

INPI concede as duas primeiras patentes da Feevale

Por Milena Costa 24/05/2021
Por Milena Costa

Nos meses de abril e maio, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) deferiu as duas primeiras patentes da Universidade Feevale. Os dois projetos foram desenvolvidos no âmbito dos programas de pós-graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais e em Diversidade Cultural e Inclusão Social da Instituição. As tecnologias projetadas propõem inovações para diminuir os impactos ambientais no setor da construção civil e para proporcionar mais conforto e segurança aos cadeirantes usuários do sistema de transporte coletivo.

A diretora de Inovação da Feevale, Daiana de Leonço Monzon, lembra que o depósito de patentes é um processo muito longo, sendo fruto de anos de pesquisas desenvolvidas na Universidade, junto aos mestrados e doutorados. Para Daiana, as patentes deferidas são muito importantes para a sociedade, cada uma em seu segmento – sustentabilidade e acessibilidade.

“Somos uma instituição inovadora, empreendedora, que abraça a comunidade e que tenta resolver os gargalos, não apenas das empresas, mas também das pessoas, da sociedade que nos cerca. Então, acreditamos muito que essas patentes concedidas vão chegar às empresas, a fim de melhorar seus processos e trazer produtos novos para o mercado”, completa.

Conheça as duas invenções:

Conforme a professora do PPG em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais, Patrice Monteiro de Aquim, o projeto começou com pesquisas sobre alternativas sustentáveis do uso do farelo de couro wet-blue – muito utilizado na indústria calçadista –, classificado como resíduo perigoso devido à presença de cromo III. O objetivo era que o rejeito fosse utilização na construção civil a fim diminuir os impactos ambientais causados pela deposição e armazenamento dos seus resíduos em aterros industriais perigosos ou pelo seu descarte em locais inadequados, a partir de seu reaproveitamento.

Após estudos iniciais, foi desenvolvida uma areia leve especial a partir da extrusão do farelo de couro wet-blue em uma matriz de polipropileno. O uso desta areia em argamassas à base de cimento Portland, em uma proporção, em volume, de até 75% da ALE e 25% de areia natural de rio, permitiu a produção de uma argamassa leve, o que demonstra uma importante inovação tecnológica sob o aspecto ambiental. “A areia leve especial poderá ser um material alternativo a materiais tradicionais utilizados na construção civil, como EPS e vermiculita, para citar dois exemplos, quando utilizada em argamassas à base de cimento Portland para a produção de componentes não estruturais para a construção civil, como, por exemplo, blocos para alvenaria de vedação, divisórias leves e forros”, explicam os inventores.


Conforme um dos inventores, Juan Felipe Almada, a inovação, que foi criada em um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do curso de Design e aprofundada no Mestrado do PPG em Diversidade Cultural e Inclusão Social, projeta uma nova disposição para acomodação de pessoas com necessidades especificas que fazem o uso de cadeiras de rodas em transportes coletivos, possibilitando melhores condições de acessibilidade, bem como, a utilização adequada de materiais que aperfeiçoem o acesso, o conforto e a ergonomia para estes usuários. O sistema é formado por um apoio para encosto da cervical no guarda-corpo, o qual oferece segurança (absorção de impacto) e estabilidade que gera sensação de conforto, evitando, entre outras coisas, o chicoteamento da coluna vertical que acontece nos choques dos veículos e brusca desaceleração do carro.

Também conta com regulagem de altura do encosto, que possibilita um melhor ajuste dependendo do percentil do usuário. No guarda-corpo, foi, ainda, redesenhada toda a estrutura que buscou o ajuste do encosto de cervical, assim como uma maneira mais rápida de ancoragem do cadeirante ao conjunto, tornando o atendimento mais rápido e seguro para o usuário. Já o apoio de para o antebraço proporciona mais estabilidade e escora para o membro por meio de uma pega perpendicular com diâmetro ergonomicamente ajustado, envolta em um material específico (poliuretano), que não é ofertado nos modelos atuais.

Para Jacinta, pesquisadora do PPG em Diversidade Cultural e Inclusão Social da Feevale e integrante do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, uma das pautas constantes é a dificuldade de acessibilidade para as PcD (pessoas com deficiência) no transporte coletivo. “Já passou a fase de sensibilização, estamos em fase de urgência absoluta na implementação de melhorias em termos de acessibilidade em todos os sentidos, tanto na estrutura do ônibus quanto na disponibilidade de horários e educação/qualificação dos motoristas”, postula a professora, que lembra, ainda, da morosidade dos processos de patente, uma vez que o depósito deste produto ocorreu há nove anos.

Foto: Divulgação/Feevale | Fonte: Assessoria
24/05/2021 0 Comentários 577 Visualizações
Business

Feira digital italiana gera US$ 1,5 mi para marcas brasileiras

Por Milena Costa 24/05/2021
Por Milena Costa

A Micam Milano Digital Show, feira italiana que aconteceu entre 8 de março e 8 de maio, foi um sucesso para as 17 marcas calçadistas brasileiras participantes. Conforme relatório da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), foram gerados mais de US$ 1,5 milhão em negócios, somando os realizados e alinhavados no evento, quase três vezes mais do que na Micam Digital passada. A participação verde-amarela se deu com o apoio do Brazilian Footwear, programa de fomento à exportação de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que foram mais de 64 mil pares de calçados comercializados durante o evento, com destaque para compras feitas por grandes importadores dos Estados Unidos, França, Itália, Rússia, Inglaterra, Alemanha, Colômbia, entre outros.

“No total, foram gerados contatos com mais de 30 países, uma procura mais efetiva e superior à registrada no evento anterior”, avalia Paola, ressaltando que tanto os consumidores quanto as marcas estão utilizando cada vez mais as plataformas digitais para efetivar negociações.

“Os eventos físicos foram prejudicados no período mais crítico da pandemia e com isso proliferaram os digitais. Existem vantagens de otimização de tempo e custos logísticos que vêm atraindo cada vez mais empresas para essa modalidade de negócios”, explica a analista, ressaltando que o Brazilian Footwear apoiará diversas ações do tipo ao longo de 2021. Uma pesquisa realizada pela Abicalçados revela que mais de 70% das empresas seguirão participando das ações digitais mesmo após a retomada dos eventos físicos.

O gerente de Exportação da Andacco, Leandro Oliveira, destaca que a experiência da marca foi considerada um sucesso comercial.

“Diante da impossibilidade de termos feiras presenciais, eventos digitais são ferramentas para podermos estar em contato com os clientes em tempos de isolamento social”, avalia, ressaltando que os negócios foram realizados com clientes dos Estados Unidos, Rússia, Itália e Índia, todos importantes players do mercado internacional de calçados.

Também satisfeito com a participação, o gestor comercial da Ferrucci, Leonardo Lachtermacher, ressalta a abertura de novos e importantes clientes durante o evento. “Pedidos ficaram engatilhados e já estão chegando na fábrica”, comemora. Segundo ele, outro fato relevante foi a alta procura por produtos de marca própria. “Os clientes buscavam nossa marca”, acrescenta o gestor.

Participaram do evento com o apoio do Brazilian Footwear as marcas Pampili, Opananken, Pegada, West Coast, Cravo&Canela, Andacco, Dumond, Capodarte, Malu Super Comfort, Vizzano, Modare Ultraconforto, Activitta, Ghetz, Ferrucci, La Femme, Plugt e Marrie Josefine.

Retomada

O setor calçadista, que viu suas exportações encolherem 18,6% em 2020 (para 93,8 milhões de pares), em virtude da pandemia do novo Coronavírus, espera uma retomada gradual ao longo de 2021. A expectativa é de um crescimento médio de 13%.

Fonte: Assessoria
24/05/2021 0 Comentários 546 Visualizações
Cidades

Helena Hermany entrega a chave da cidade aos campeões brasileiros do União Corinthians

Por Caren Souza 24/05/2021
Por Caren Souza

Atletas e comissão técnica do União Corinthians, campeões brasileiros de basquete, foram recebidos em frente ao Palacinho pela prefeita Helena Hermany, vice-prefeito Elstor Desbessell, secretários municipais e representantes dos patrocinadores. Devido aos protocolos da pandemia, a rápida recepção foi ao ar livre, mantendo o distanciamento e o uso de máscaras e álcool em gel.

Depois de 27 anos, os bravos guerreiros do União Corinthians trouxeram novamente um título tão esperado para Santa Cruz do Sul.

Antes de desfilarem em caminhão de bombeiros pelas principais ruas, Helena Hermany realizou a entrega simbólica da chave da cidade ao capitão da equipe, o argentino Enzo Cafferata.

“Depois de 27 anos, os bravos guerreiros do União Corinthians trouxeram novamente um título tão esperado para Santa Cruz do Sul. Fiz questão de entregar a chave da cidade para que eles se sintam homenageados por todos os 134 mil moradores que torceram muito”, disse a prefeita.

Além de agradecer ao empenho dos atletas e principalmente do técnico Athos Calderaro, há anos parceiro da prefeitura em projetos sociais e esportivos com crianças e adolescentes, Helena lembrou de uma feliz coincidência: em 1994, quando a Pitt/Corinthians venceu a Liga Nacional, ela era primeira-dama. “Agora, como prefeita, estou extremamente emocionada e orgulhosa com mais essa conquista! Vamos todos celebrar a vida e a nossa tradição no basquete brasileiro!”

Crédito: Luiz Fernando Bertuol | Fonte: Assessoria
24/05/2021 0 Comentários 554 Visualizações
Cidades

Stock Med/União Corinthians é campeã brasileira de basquete

Por Caren Souza 24/05/2021
Por Caren Souza

Após 27 anos, o Esporte Clube União Corinthians, de Santa Cruz do Sul (RS), volta a ser campeão nacional de basquete com um time adulto. Na temporada 1993/94, a equipe santa-cruzense, comandada por Ary Vidal, venceu os confrontos realizados no Ginásio Tesourinha, em Porto Alegre, contra a Sabesp/Franca. Na noite deste sábado, 22, a Stock Med/União Corinthians, do técnico Athos Calderaro, venceu o Flamengo Blumenau por 80 a 68, na Arena Multiuso Brusque (SC), conquistando o título do Campeonato Brasileiro de Clubes Basquete.

É a realização de um sonho, Santa Cruz merece.

Os destaques do campeão foram o pivô Ralfi Ansaloni com 21 pontos e 6 rebotes e o armador Enzo Cafferata com 22 pontos e 8 assistências. O começo da partida foi avassalador por parte do União Corinthians. A equipe santa-cruzense abriu 16 a 6 nos primeiros quatro minutos, com aproveitamento de 75% dos arremessos de quadra. O primeiro quarto de domínio ofensivo teve 25 a 16 para o clube gaúcho, destaque para o pivô Ralfi Ansaloni com 9 pontos e 4 rebotes.

Com uma arrancada de 14 a 3, o Flamengo Blumenau passou à frente do placar na metade da segunda etapa. A reação gaúcha veio pelas mãos dos experientes Enzo Cafferata e Ralfi Ansaloni, responsáveis por cinco pontos seguidos que levaram a equipe na liderança ao intervalo, 40 a 38.

A estratégia do União Corinthians foi atacar o garrafão adversário no terceiro período – foram 18 pontos até o final do quarto. Para isso, o grande destaque foi Ansaloni, que contribuiu para 19 pontos antes do início do período final. A terceira etapa manteve a liderança para a equipe santa-cruzense, 58 a 53.

Com excelente trabalho de administração e controle da vantagem, o União Corinthians venceu o quarto final, 22 a 15, e sagrou-se Campeão Brasileiro de Basquete, fazendo 80 a 68. “É a realização de um sonho, Santa Cruz merece”, enfatizou Athos Calderaro ao fim da partida. “A comunidade merecia, estávamos há muito tempo sem basquete. Quero dedicar aos meus amigos, família e a minha cidade”, completou o ala/armador Ícaro Parisotto.

A Stock Med/União Corinthians teve 8 vitórias e 2 derrotas na primeira fase, venceu o Brusque por 2 a 0 nas quartas-de-final, passou pelo Botafogo na semifinal e derrotou o Flamengo Blumenau na grande decisão. Uma campanha histórica para retornar ao topo do basquete brasileiro. Para o diretor de Basquete, Diego Puntel, a conquista pode ser atribuída há muitos fatores. “Foco, determinação, amor, parcerias, amigos, ética e um time que joga com o coração”, destacou.

Crédito: Diego Maranhão | Fonte: Assessoria
24/05/2021 0 Comentários 633 Visualizações
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