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Saúde

Estudo de vacina terapêutica contra melanoma aponta avanço no tratamento de casos avançados

Por Marina Klein Telles 10/02/2026
Por Marina Klein Telles

Resultados recentes de um estudo internacional de fase 2 reacendem a esperança no tratamento do melanoma, a forma mais agressiva de câncer de pele. A pesquisa avaliou uma vacina terapêutica baseada em tecnologia de mRNA, associada à imunoterapia já utilizada na prática clínica, e demonstrou potencial para reduzir a mortalidade em pacientes com doença avançada. O tema é acompanhado de perto pela Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS), diante do impacto que esse avanço pode representar para o manejo da doença no futuro.

De acordo com a dermatologista associada da SBD-RS, Sabrina Sanvido, o estudo chama a atenção por focar justamente em pacientes que apresentam os quadros mais graves da doença. “É um estudo muito promissor, porque ele acaba afetando pacientes em estágios clínicos avançados do melanoma, que já não respondem mais à imunoterapia sozinha ou às terapias convencionais. Então são pacientes que geralmente já têm uma doença bastante avançada”, explica.

Apesar do termo “vacina”, a especialista reforça que não se trata de uma estratégia preventiva contra o câncer de pele. Na realidade, ela é um tipo de imunoterapia. “É um tratamento que auxilia o sistema imunológico a identificar as células tumorais e, assim, combater essas células”, esclarece a dermatologista associada da SBD-RS, Sabrina Sanvido.

Outro ponto importante destacado pela médica é que, apesar dos resultados animadores, o tratamento ainda está em fase de investigação e realizado com um número reduzido de pacientes. Um estudo de fase 3, com uma amostra maior, é fundamental para confirmar esses resultados e, no futuro, pensar na incorporação desse tipo de tratamento à realidade clínica”.

O estudo acompanhou pacientes com melanoma em estágios 3 e 4 e apontou redução de até 49% no risco de recorrência ou morte pela doença. O melanoma é responsável pela maior parte das mortes por câncer de pele, apesar de representar uma parcela menor dos diagnósticos. Por isso, avanços no tratamento da doença em estágios avançados são considerados estratégicos para a redução da mortalidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2026 0 Comentários 88 Visualizações
Business

ACI pede revisão do modelo de concessões rodoviárias e avaliação de alternativas com menor impacto econômico

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Em documento divulgado nesta segunda-feira, 09, a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) manifesta posicionamento contrário ao atual modelo do Projeto de Concessão do Bloco 1 de Rodovias do Rio Grande do Sul, conforme apresentado pelo Governo do Estado.

O posicionamento é reforçado a partir do debate realizado no último 05, na sede da ACI, que reuniu deputados estaduais, empresários, representantes de entidades de classe, universidades e lideranças regionais, em um espaço plural e técnico de diálogo. “O encontro evidenciou, de forma consistente, os impactos econômicos, sociais e logísticos que o projeto, em seu formato atual, pode causar às regiões abrangidas”, afirma o presidente Robinson Klein, que assina o manifesto juntamente com o presidente da Regional de Campo Bom, Eduardo Luiz Gottlieb, e o diretor, Fauston Saraiva.

Ao longo do debate, foram levantadas preocupações comuns quanto ao aumento exponencial das tarifas de pedágio, à falta de transparência nas planilhas de custos, à ausência de obras estruturantes prioritárias e à onerosa repercussão sobre trabalhadores, estudantes, empresas e a competitividade regional.

Diante disso, a ACI, alinhada às manifestações já realizadas em sessões públicas e audiências, reafirma que:

  1. O projeto carece de transparência e aprofundamento técnico. O modelo de concessão apresentado não detalha de forma clara os critérios de composição tarifária, os investimentos previstos e os retornos esperados, limitando a análise técnica e o debate público qualificado.
  2. O impacto financeiro é desproporcional. As tarifas projetadas tendem a elevar significativamente os custos de deslocamento e logística, penalizando diretamente a população e o setor produtivo, com reflexos negativos na economia regional.
  3. As obras previstas não atendem às demandas prioritárias. O projeto não assegura a execução de intervenções consideradas essenciais para a segurança viária, fluidez do tráfego e desenvolvimento econômico das regiões impactadas.
  4. As especificidades regionais precisam ser respeitadas. As regiões abrangidas pelo Bloco 1 possuem características econômicas, sociais e logísticas distintas, que exigem um modelo mais equilibrado, justo e aderente à realidade local.
  5. Defesa de diálogo, revisão e alternativas. A ACI defende revisão do modelo de concessão e das tarifas propostas; divulgação transparente de todas as informações técnicas e financeiras; ampliação do diálogo com a sociedade, entidades e especialistas e avaliação de alternativas que reduzam o impacto econômico sobre usuários e empresas.

“A ACI reafirma seu compromisso com o desenvolvimento regional e com soluções que promovam infraestrutura de qualidade, sem comprometer a competitividade, a mobilidade e o bem-estar da população”, acrescenta Fauston Saraiva. Conforme ele, o avanço da malha rodoviária deve ocorrer com equilíbrio, responsabilidade, participação social e foco no interesse público. Por fim, a entidade convida a toda a sociedade, sociedade civil organizada, órgãos governamentais ou não, empresas, associadas ou não, comunidades, enfim, que participem ativamente sobre este debate tão importante e que impactará o RS pelos próximos trinta anos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 74 Visualizações
Business

IBEF-RS promove primeira confraria de 2026 com foco no panorama econômico em ano eleitoral

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Iniciando as atividades de 2026, o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Rio Grande do Sul (IBEF-RS) realiza seu primeiro evento do ano no formato de sua tradicional confraria mensal. Reconhecido como o maior ecossistema de finanças do Estado, o IBEF-RS traz a Porto Alegre especialistas em geopolítica e economia para debater as perspectivas econômicas do Brasil em um ano marcado por eleições federais e estaduais. O encontro ocorre na próxima terça-feira, 10 de fevereiro, a partir das 19h, na sede da Decision FGV.

Sob o tema “Brasil 2026: certezas e incertezas do panorama econômico”, os palestrantes Dr. Cezar Roedel e Dr. Mauro Rochlin – com mediação da vice-presidente do IBEF-RS, Elisabete Griebeler – irão analisar, a partir de suas áreas de atuação, os principais vetores que devem influenciar o cenário econômico, político e geopolítico ao longo do ano. Roedel é estrategista e consultor internacional, doutor em Filosofia pela PUCRS e pela Universidade de Bonn, na Alemanha, com especialização em conflitos internacionais, além de especialista em geopolítica na UniAbrapp (SP). Já Rochlin é doutor em Economia e coordenador acadêmico da Fundação Getulio Vargas, com sólida trajetória nas áreas acadêmica e corporativa.

“Em anos eleitorais, a volatilidade do mercado aumenta, trazendo incertezas sobre o cenário econômico nacional. Ao reunir especialistas com visões complementares, o IBEF-RS reforça seu compromisso de oferecer conteúdo qualificado, que ajude as lideranças financeiras a interpretar riscos, identificar oportunidades e planejar um 2026 com mais segurança”, destaca Eduardo Estima, presidente do IBEF-RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 82 Visualizações
Variedades

Mercado projeta valorização dos imóveis novos a partir de 2026

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

O mercado de novos imóveis deve passar por um momento de valorização em 2026. Esta é a projeção de importantes agentes e entidades ligadas ao setor, como o Sinduscon-RS, que lançou, ainda no ano passado, a campanha “Imóvel Zero – Essa é a Chave”. Isso porque, neste início de ano, uma combinação rara de fatores sustenta um novo ciclo de valorização. Estoques reduzidos, ampliação de crédito imobiliário, mudança no perfil da demanda e até o ano eleitoral formam a base desse movimento.

Segundo a leitura do setor, os imóveis novos se beneficiam diretamente da virada do ciclo econômico. Após um período prolongado de juros elevados, o mercado começa a projetar uma trajetória de queda da taxa básica, o que historicamente provoca a retomada do crédito e a recomposição dos preços dos ativos reais. Nesse contexto, os lançamentos imobiliários costumam liderar os movimentos de valorização.

Dados recentes do Sinduscon-RS reforçam essa leitura. A pesquisa “Panorama do Mercado Imobiliário”, elaborada em parceria com a Alphaplan Inteligência em Pesquisas e a Órulo, aponta estabilidade nas vendas em 2025, com 4.225 unidades comercializadas, e manutenção do valor geral de vendas (VGV) em R$ 4,8 bilhões, indicando valorização dos preços médios. Os lançamentos cresceram 17,3% em unidades e tiveram aumento de 50% no VGV, refletindo a retomada gradual do mercado após a retenção observada em 2024 e a sinalização de queda dos juros.

Expectativas em ano eleitoral

“Normalmente, o mercado em ano de eleição acaba se movimentando. Existe o receio de as pessoas não se decidirem pela compra, mas, muitas vezes, pela própria polarização, independentemente do lado, elas acabam vendo no imóvel um porto seguro”, afirma Romeu Tomasetto, diretor da Tomasetto Engenharia, que aposta na valorização dos novos imóveis em 2026 com lançamentos recentes.

Um deles é o Soul República, na Cidade Baixa, em Porto Alegre, entregue no fim de 2025 e que conta com 132 unidades compactas. O empreendimento, assim como outros recém-lançados, pode se beneficiar da oferta mais restrita no segmento, apontada pela campanha do Sinduscon. De acordo com a entidade, nos últimos anos, incorporadoras reduziram lançamentos em função do aumento dos custos da construção, da inflação dos insumos e das restrições ao crédito.

E, neste cenário, a capital gaúcha ganha uma força adicional, já que apresenta valores de metro quadrado abaixo da média de outras grandes cidades brasileiras, indicando espaço para correção. “Porto Alegre é uma das capitais mais defasadas em preço por metro quadrado no Brasil. É natural que haja um reajuste, e quem se posicionar antes acaba tendo vantagens”, afirma Romeu Tomasetto.

Redução de juros e antecipação do mercado

Um dos eixos centrais da campanha é a expectativa de redução dos juros ao longo dos próximos meses. Mesmo antes da queda efetiva, o mercado passa a se antecipar. A lógica econômica por trás desse movimento é clara. Como reforça a campanha “Imóvel Zero”, períodos de juros altos tendem a comprimir os preços dos ativos reais. Quando esse cenário começa a se inverter, ocorre uma descompressão gradual.

Outro ponto estrutural destacado pela campanha é o custo da construção civil. O setor opera com aumento contínuo dos custos, medidos por índices como o INCC, que precisam ser repassados aos lançamentos futuros. Isso significa que muitos empreendimentos atuais ainda refletem um ciclo anterior, enquanto novos projetos tendem a chegar ao mercado com valores mais elevados.

A ampliação do crédito imobiliário também reforça esse cenário. As novas condições de financiamento, com aumento do teto de enquadramento e maior acesso para a classe média, devem impulsionar diferentes segmentos. “O alto padrão segue com uma probabilidade grande de performar bem, e há uma oportunidade muito relevante na faixa 4 do Minha Casa, Minha Vida, que deve destravar o financiamento para a classe média”, avalia Tomasetto.

Além disso, a compra de imóveis na planta surge como uma alternativa de planejamento financeiro em um momento de transição dos juros. “A compra em planta permite que o cliente vá pagando direto para a construtora e não precise financiar imediatamente no banco com a taxa elevada que temos hoje”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 172 Visualizações
Cidades

Magia da Páscoa deve valorizar a cultura germânica e ampliar oportunidades para o turismo e os negócios em Nova Petrópolis

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Nova Petrópolis se prepara para viver mais uma edição da Magia da Páscoa, de 20 de março a 5 de abril, período que tradicionalmente transforma a cidade em um espaço de convivência, cultura e experiências voltadas para moradores e visitantes. A proposta é reforçar a identidade germânica do Município, criando um ambiente acolhedor e atrativo, capaz de movimentar o turismo e gerar oportunidades para os negócios locais.

Durante o período, a Rua Coberta e a Praça das Flores devem concentrar atividades que estimulam a permanência do visitante no Centro da cidade, conectando o lúdico, a simbologia da Páscoa e as manifestações culturais que fazem parte da história de Nova Petrópolis. O evento é pensado como uma ação estratégica de promoção do destino, alinhando cultura, turismo e desenvolvimento econômico, de acordo com a Secretaria Municipal de Turismo e Cultura. “A Magia da Páscoa é uma oportunidade de gerar visibilidade para o destino e permitir que o visitante tenha contato com a nossa cultura local, por meio do lúdico e da simbologia da Páscoa. Também é um momento importante para que o trade turístico aproveite o período para apresentar experiências, cardápios elaborados, qualificar produtos e serviços e atender melhor quem nos visita”, declarou o secretário de Turismo e Cultura, Rodrigo Sangali, ao afirmar que a expectativa é muito positiva, tanto em relação ao público, quanto aos reflexos para o trade turístico.

Sangali ressalta ainda que a qualificação da oferta turística é fundamental para consolidar Nova Petrópolis como um destino competitivo. “Somente assim é possível entregar um destino com qualidade. O visitante busca contato com o que é nosso, com o que é autêntico, e a Páscoa é um período estratégico para reforçar essa identidade”, afirma. “A programação deve contar com apresentações culturais que já fazem parte do cotidiano da cidade, como bandinhas típicas alemãs e corais, criando um cenário que embeleza os espaços públicos e promove a interação direta com o público. A proposta é ofertar um espetáculo acessível, com experiências que aproximem o visitante da cultura local de forma espontânea e afetiva”, disse o secretário Municipal.

A Magia da Páscoa 2026 é uma realização da Prefeitura de Nova Petrópolis, por meio da Secretaria de Turismo e Cultura, em parceria com a Associação Tchon Ji. O evento ocorre de 20 de março a 5 de abril, na Rua Coberta e Praça das Flores. Mais informações no Instagram e Facebook do evento, em @magiadapascoanp.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 91 Visualizações
Business

54ª edição do Prêmio Exportação RS abre inscrições e traz banca acadêmica como novidade

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Estão abertas, de 6 de fevereiro a 12 de março, as inscrições para a 54ª edição do Prêmio Exportação RS. Consolidada como a maior distinção do segmento no Estado, a iniciativa reconhece as organizações que impulsionaram a economia gaúcha no mercado externo ao longo de 2025, ano em que o Rio Grande do Sul alcançou a marca de US$ 21,5 bilhões em vendas internacionais, tornando-se o sétimo maior exportador do Brasil.

Uma das novidades desta edição é o aprimoramento do processo seletivo. Além da avaliação técnica do Conselho do Prêmio Exportação, as empresas inscritas passarão pela análise de uma banca de jurados acadêmicos convidados. A iniciativa busca agregar ainda mais rigor científico e metodológico ao processo, conectando a prática do mercado ao pensamento estratégico das principais instituições de ensino e elevando ainda mais o nível do projeto.

Para o presidente do Conselho do Prêmio Exportação RS, Rafael Biedermann Mariante, a premiação cumpre um papel estratégico para o desenvolvimento do Estado. “Sabemos da importância que o setor exportador tem para o Brasil e, em especial, para o Rio Grande do Sul. O prêmio não reconhece apenas o volume financeiro exportado, mas também a capacidade de adaptação, inovação e inteligência comercial demonstrada pelas empresas gaúchas no cenário global”, reforça Biedermann.

Na edição de 2025, o evento reuniu mais de 800 convidados na Casa NTX, onde 60 empresas foram reconhecidas por sua competência e protagonismo no mercado internacional. Para Edmilson Milan, CEO do Prêmio Exportação RS, a distinção consolida-se como uma vitrine de excelência, mesmo diante de cenários complexos. “Em 2025, o prêmio deu visibilidade ao esforço do setor exportador gaúcho para superar os impactos das enchentes ocorridas em 2024. Agora, nosso foco volta-se à resiliência e à persistência das empresas em um ambiente de novos desafios à globalização, especialmente diante das recentes barreiras tarifárias impostas pelos EUA aos produtos brasileiros”, destaca Milan.

A cerimônia de premiação de 2026 está prevista para o dia 6 de agosto, em Porto Alegre.

Processo seletivo

Podem se inscrever empresas gaúchas com atuação na exportação de produtos, serviços e suporte à exportação que tenham exportado em 2025 e possuam uma ou mais operações no Rio Grande do Sul há, no mínimo, um ano.

As empresas serão avaliadas com base em suas estratégias exportadoras do ano anterior. Durante a inscrição, é necessário responder a perguntas norteadoras sobre os desafios enfrentados, estratégias adotadas, ações realizadas e resultados obtidos, além de apresentar um breve perfil da organização.

Após as inscrições e a validação do Comitê Executivo, a banca de jurados, composta por membros do Conselho do Prêmio Exportação e profissionais acadêmicos avaliarão as empresas inscritas, atribuindo notas que serão usadas para determinar os vencedores. As organizações deverão atingir a nota mínima de 7 pontos. O processo passa ainda pela empresa de auditoria que é responsável pela compilação das notas, chegando aos vencedores da edição.

As inscrições voluntárias devem ser realizadas pelo site: advbrs.com/premio-exportacao/, onde é possível encontrar o formulário de inscrição e regulamento do projeto

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 77 Visualizações
Cultura

Campeões do Crioulaço são definidos após 12 horas de disputa em Vacaria

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Depois de mais de 12 horas de competição de alto nível técnico, quatro duplas dividiram o prêmio maior do Crioulaço no Rodeio de Vacaria entre as 200 que participaram da prova no Parque de Rodeios Nicanor Kramer da Luz, compartilhando o prêmio de R$ 60 mil após 23 voltas de final.

Um dos vencedores foi o ginete Gilson Santos, que destacou a importância de uma prova exclusiva de Cavalo Crioulo no maior torneio de laço do Rio Grande do Sul. O ginete competiu com a égua Herança da Santa Elfrena, exemplar que também conquistou o título de Melhor Égua de Laço na disputa. A dupla foi composta por Israel Freitas e Pampeana dos Três Pastores (Box 82). “Comecei a laçar aos seis anos de idade, foi uma satisfação muito grande participar do Crioulaço. Foi uma laçada maravilhosa, o gado estava muito bom. É ótimo ver o Cavalo Crioulo em uma das maiores laçadas do Rio Grande do Sul”, comemora Santos.

As outras três duplas vencedoras foram Pompílio Ramos, com Presilha da Santo Anjo, e Gustavo Sartorelli, com Penumbra da Fazfar (Box 161); Lucas Vanaz, com Don Basto Hecho a Mano, e Alan Ferraz, com Sobradinho Campero, (Box 118); e Adrian Pereira, com Catanduva Sentença, e Leandro Rafaeli, com Maragata do Cipó, (Box 112).

Promovida pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), esta é a segunda vez que o Crioulaço integra a programação do rodeio. Segundo o presidente da ABCCC, André Luiz Narciso Rosa, é muito importante a participação da associação em provas que envolvem a raça Crioula. “É uma satisfação voltar à Vacaria, não como competidor, mas como representante dessa entidade que tanto amamos. É gratificante ver o nível que o evento alcançou, cada vez mais tradicional e qualificado. Grande volume de participantes e de público. Com certeza, o Crioulaço é uma das nossas modalidades mais importantes”, afirmou o dirigente, que acompanhou pessoalmente as disputas.

Mudanças tecnológicas na competição

Neste ano, a participação do Cavalo Crioulo nas provas do 36º Rodeio de Vacaria contou com uma parceria inovadora entre a ABCCC e o Mundo do Laço, sistema especializado em eventos de Laço Comprido e rodeios. A partir da união, a realização de inscrições e acompanhamento de resultados das modalidades promovidas pela associação puderam ser acompanhados no endereço mundodolaco.com. A medida garante mais agilidade nas inscrições, maior confiabilidade na conferência dos animais e rapidez na apresentação dos resultados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 205 Visualizações
Variedades

Reitor da Universidade Feevale recebe relator da CPI dos Pedágios

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

O reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, recebeu, na manhã desta sexta-feira, 6, o relator da CPI dos Pedágios na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, deputado estadual Miguel Rossetto. Na reunião, o reitor entregou ao deputado um estudo elaborado pela Instituição que analisa os efeitos da implantação do free flow prevista pelo governo estadual no Bloco 1 de concessões rodoviárias, que abrange municípios do Vale do Sinos, Paranhana e Hortênsias.

De acordo com o levantamento, dos cerca de 10 mil estudantes da Universidade, 1.244 residem em municípios diretamente impactados pelos novos pontos de cobrança – que vão aumentar de dois para oito no trajeto dos alunos. Para Rossetto, os dados demonstram que o modelo proposto pelo governo pode comprometer o acesso ao ensino superior e gerar prejuízos sociais e econômicos para a região.

Segundo o levantamento apresentado, estudantes que hoje pagam R$ 6,50 em pedágios enfrentarão aumentos expressivos com o novo modelo. Um aluno que se desloca de Sapiranga para estudar em Novo Hamburgo, por exemplo, poderá passar a pagar R$ 18,64, um aumento de 186%. Para estudantes vindos de Taquara, o valor pode chegar a R$ 29,68, representando alta de 356%. Já para quem se desloca de Três Coroas, a tarifa poderá atingir R$ 33,36, um aumento de 410%.

Após a demonstração, Rossetto convidou o reitor para apresentar, na Comissão Parlamentar de Inquérito, esses dados. Rossetto também informou que a bancada do Partido dos Trabalhadores analisa uma proposta alternativa para melhorar a segurança e a qualidade da infraestrutura rodoviária da região. O estudo prevê que a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) assuma a administração das estradas, com pedágios com valores mais baixos, além de investimentos de R$ 1,5 bilhão provenientes do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), recursos públicos provenientes da suspensão da dívida do Estado com a União.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Política

Issur defende educação técnica para suprir falta de mão de obra qualificada no RS

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Durante reunião na Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (SICT) com representantes do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinepe), o secretário Adjunto Issur Koch destacou que a formação técnica precisa responder às demandas reais do mercado de trabalho.

Professor de formação, Issur ressaltou que empresas de diferentes setores enfrentam dificuldades para preencher vagas por falta de profissionais qualificados. “A educação técnica tem papel decisivo no desenvolvimento social e econômico porque oferece aprendizado prático e imediato. Mas, para gerar resultados, precisamos planejar com previsibilidade e escutar o mercado, formando pessoas para as vagas que já existem e para as que estão surgindo”, afirmou.

A Secretaria tem feito reuniões estratégicas com representantes do Sinepe-RS para avançar na construção de um plano de fortalecimento da educação técnico-profissionalizante no Estado. O encontro contou com a participação das secretarias da Educação (Seduc), do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e da Invest RS, reforçando a articulação do governo com as instituições de ensino e o setor produtivo.

Já o Sinepe apresentou dados do ensino superior no Estado – como número de estudantes e instituições ativas -, e sugeriu caminhos para ampliar ações voltadas à educação técnico-profissionalizante. A Seduc, por meio da Superintendência da Educação Profissional, detalhou o modelo atualmente adotado para definição de prioridades e seleção de cursos ofertados em programas públicos, considerando demandas regionais e setoriais.

As discussões também levaram em conta os recursos futuros do Propag, mecanismo federal de renegociação das dívidas dos estados que vincula a economia gerada a investimentos sociais e estruturantes, incluindo cursos de qualificação profissional.

Ao final do encontro, foi definida a criação de um grupo de trabalho para consolidar propostas para a área, fortalecendo a conexão entre escola, setor produtivo e desenvolvimento econômico.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 74 Visualizações
Variedades

Carnaval deve aquecer vendas no comércio e serviços do RS

Por Jonathan da Silva 06/02/2026
Por Jonathan da Silva

A proximidade do Carnaval 2026 pode impulsionar as vendas no comércio e nos serviços do Rio Grande do Sul, segundo avaliação da Federação das Câmaras de Comércio e de Serviços do RS (FCCS-RS). A estimativa se dá em razão da realização da festa em fevereiro, período de férias e de maior circulação de pessoas em diferentes regiões do estado.

De acordo com a entidade, a movimentação turística associada ao Carnaval tende a refletir em resultados para hotéis, bares e restaurantes, além de lojas que comercializam produtos ligados à festa. “O Carnaval é uma oportunidade de alavancagem de vendas, aparecendo em primeiro plano os artigos que são inerentes a festividade, como roupas, calçados, acessórios, artigos de decoração e fantasiais. Contudo, a movimentação também se dá em vários segmentos, tais como hotelaria, campings, bares e restaurantes, venda de combustíveis, locações no segmento imobiliário, e várias áreas de prestação de serviços que aumentarão sua demanda no período”, detalha o presidente da FCCS-RS, Vitor Augusto Koch.

Segmentos com maior movimento

Segundo Vitor Augusto Koch, o calor registrado nos últimos dias no Estado e a previsão de continuidade até o Carnaval podem influenciar o desempenho do comércio de vestuário e acessórios, setor que concentra o maior número de lojas. Conforme a estimativa citada pelo dirigente, o preço médio das compras nesse segmento é de R$ 270. “Além disso, artigos típicos dos festejos carnavalescos, como máscaras, tiaras, fantasias completas e glitter, certamente terão vendas expressivas”, complementou o presidente da FCCS-RS.

Empregos temporários

A federação também aponta que o período carnavalesco costuma ampliar a oferta de vagas temporárias em áreas como cozinha, atendimento em bares e restaurantes, recepção, limpeza e animação, em função do aumento da demanda por serviços durante a festa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2026 0 Comentários 84 Visualizações
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