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crise

Cultura

Projeto Ecos leva performances sobre crise ambiental a quatro cidades do RS

Por Jonathan da Silva 10/03/2026
Por Jonathan da Silva

O projeto Ecos – Crise e Criação realiza apresentações gratuitas em espaços públicos de Maquiné, Osório, Canoas e Porto Alegre nos dias 15 e 16 de março, com performances que abordam a crise ambiental contemporânea. A iniciativa reúne 12 artistas e é resultado de um laboratório intensivo de pesquisa e criação em Artes Cênicas realizado durante dez dias no Ponto de Cultura AMÓ – Lugar de Bem Viver, em Maquiné. O projeto foi contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, com realização do Ministério da Cultura e financiamento da Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul.

As apresentações ocorrem no domingo, dia 15, às 11h, no Balneário Municipal de Maquiné, e às 15h, na Vila Olímpica, em Osório. Na segunda-feira, 16, as performances serão realizadas às 11h no Calçadão de Canoas e às 16h no Largo Glênio Peres, no Centro Histórico de Porto Alegre.

Processo de criação

O trabalho reúne 12 performers que ocupam o espaço público com ações corporais e vocais desenvolvidas a partir das experiências vividas durante a residência artística. As apresentações abordam temas relacionados à crise ambiental, como enchentes, secas severas, erosão, poluição e o uso de agrotóxicos.

A criação foi desenvolvida durante a residência do projeto, realizada de 9 a 16 de março em Maquiné, município localizado em área de Mata Atlântica e que enfrentou quatro enchentes no período de um ano. Durante o processo, os artistas participaram de saídas de campo em locais afetados por desastres ambientais, encontros com comunidades tradicionais e conversas com especialistas em meio ambiente.

A orientação artística do trabalho foi realizada pela atriz Tânia Farias, enquanto a orientação musical ficou a cargo do músico Sérgio Bai.

Participação dos artistas

A performance foi criada coletivamente pelos artistas Agêlú, Alex Pantera, Elis, Gabriela Soledad Tomasín, Harú, Jacs, Jade Rocha, Kalisy Cabeda, Marina Zoé, Murillo Munii, Pascal Berten e Sandra Bittencourt.

Segundo a organização, o trabalho foi concebido como um processo em desenvolvimento, no formato de work in progress, permitindo que a criação tenha novos desdobramentos após a circulação inicial das apresentações.

Etapas do projeto

O projeto Ecos – Crise e Criação é dividido em três etapas: oficina comunitária de teatro, residência artística e circulação da performance. A oficina é gratuita, tem duração de seis meses e é voltada à comunidade de Maquiné e região, especialmente jovens.

As atividades abordam a crise ambiental em níveis local e global por meio de práticas teatrais, jogos de improvisação e criação cênica.

Todo o processo do projeto está sendo registrado em audiovisual e resultará em um vídeo-documentário que será disponibilizado em plataforma online. De acordo com a organização, a iniciativa parte da reflexão sobre a catástrofe ambiental recente ocorrida no Rio Grande do Sul e busca discutir modos de produção, consumo e relação com a natureza por meio da arte.

Serviço

  • O quê: performances do projeto Ecos – Crise e Criação
  • Quando: 15 e 16 de março
  • Onde:
    15 de março – 11h, Balneário Municipal de Maquiné; 15h, Vila Olímpica de Osório
    16 de março – 11h, Calçadão de Canoas; 16h, Largo Glênio Peres, Centro Histórico de Porto Alegre
  • Quanto: entrada gratuita
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 118 Visualizações
Política

Amvarp apoia carta da Famurs ao governo federal por ajuda ao agronegócio

Por Jonathan da Silva 17/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) decidiu, nesta segunda-feira (16), apoiar e assinar conjuntamente um manifesto elaborado pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) ao governo federal, cobrando ações emergenciais para socorrer produtores rurais afetados pela crise no agronegócio. A deliberação ocorreu durante assembleia na sede da Famurs, em Porto Alegre, com a participação de prefeitos e lideranças de diversas regiões do estado.

O presidente da Amvarp e prefeito de Sinimbu, Nestor Ellwanger (PP), afirmou que o momento exige união dos gestores municipais. “O que vimos hoje em Porto Alegre é uma pequena mostra da situação, que é desesperadora no interior. Se não fizermos nada, iremos assistir a um verdadeiro colapso na produção rural e um caos social em nossa região, por conta da crise que será gerada no agronegócio”, enfatizou Ellwanger.

Segundo o dirigente, o documento da Famurs, com cinco páginas, detalha propostas para a reconstrução do setor. Entre as medidas sugeridas está o parcelamento das dívidas dos produtores em até 20 anos, com carência inicial, por meio da securitização. “Isso não é um favor, é uma necessidade, é justiça com quem carrega o Brasil nas costas, que são os trabalhadores e trabalhadoras do campo”, acrescentou o presidente da Amvarp.

Medida provisória de emergência

A presidente da Famurs e prefeita de Nonoai, Adriane Perin de Oliveira (PP), destacou a importância da mobilização conjunta das associações municipais. A gestora afirmou que o governo federal precisa editar uma medida provisória de emergência para garantir a manutenção da atividade rural e a segurança alimentar no país. “Não abriremos mão dessa pauta, porque sabemos que quem produz no campo precisa de condições para se reerguer e continuar gerando alimento e desenvolvimento”, ressaltou Adriane.

Mobilização continua em Vera Cruz

O próximo encontro da Amvarp está marcado para quarta-feira, 18 de junho, durante a Feira da Produção, em Vera Cruz. Na ocasião, os 17 prefeitos dos municípios associados devem assinar formalmente o documento, que será enviado à Presidência da República. “Nossa luta não acaba aqui. Estamos juntos e ao lado dos produtores rurais para que juntos possamos garantir a continuidade da atividade no campo em nossa região e estado”, salientou o presidente Ellwanger.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2025 0 Comentários 280 Visualizações
Variedades

Fórum IEL de Inovação aborda desafios e oportunidades em tempos de adversidade

Por Jonathan da Silva 03/12/2024
Por Jonathan da Silva

O 10º Fórum IEL de Inovação, foi realizado nesta segunda-feira (2) na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre, e discutiu o tema “Serendipidade: Inovação e Resiliência em Tempos de Adversidade”. O evento, promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS), integra um esforço do Sistema Fiergs para fomentar uma cultura de inovação acessível às indústrias do estado, que enfrenta os impactos do maior desastre climático de sua história.

Durante a abertura, o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, destacou a importância de modernizar estruturas e incentivar a inovação, especialmente entre as pequenas indústrias. “Noventa e cinco por cento das nossas indústrias têm menos de 50 funcionários. Precisamos mostrar que a inovação é possível e manter nossos talentos no estado. Isso é um compromisso com o futuro da economia e com o fortalecimento da indústria como motor de desenvolvimento”, afirmou Bier.

Entre os palestrantes, a empresária Sônia Hess, fundadora da marca Dudalina, falou sobre o impacto do propósito e pertencimento na inovação. “Cuidar de gente sempre foi a minha maior missão. O mundo só mudará quando o feminino de homens e mulheres, que acolhem, cuidam e protegem, se sobressair”, declarou Sônia, que também enfatizou a importância do vínculo humano na escolha de sua equipe, priorizando a conexão pessoal mais do que a formação acadêmica.

O engenheiro e conselheiro empresarial Celso Ienaga abordou como as empresas podem se preparar para o futuro, enfatizando a necessidade de focar na essência dos negócios e utilizar a tecnologia para potencializá-la. “Olhar o essencial, o que realmente faz a diferença, e utilizar a tecnologia para potencializar isso, é o grande desafio para o futuro”, afirmou Ienaga.

O evento também marcou o lançamento do edital do Programa Cientista na Indústria, uma parceria entre o IEL-RS e a Fapergs. O programa busca inserir pesquisadores com mestrado e doutorado na indústria para promover inovação e ampliar a interação entre o setor produtivo e o meio acadêmico.

Outros destaques incluíram painéis sobre hubs de inovação, parques tecnológicos e startups, além de palestras de especialistas como Daniel Leipnitz, que abordou ecossistemas de inovação, e Marcelo Elias, que falou sobre protagonismo e adaptabilidade em cenários de mudança. O encerramento ficou por conta de Caíto Maia, criador da Chilli Beans, que participou virtualmente com a palestra “Construindo uma Marca de Sucesso – Abordagens de Empreendedorismo para Potencializar Negócios”.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/12/2024 0 Comentários 508 Visualizações
Projetos especiais

Acist-SL realiza ciclo de palestras para líderes

Por Jonathan da Silva 23/08/2024
Por Jonathan da Silva

Um ciclo de palestras focado em Gestão Emocional na Crise foi iniciado pela Acist-SL na segunda-feira (19). A programação, direcionada a gestores e líderes, faz parte de um projeto que busca fornecer subsídios para que lideranças possam desenvolver novas formas de gestão que acolham os colaboradores, especialmente em períodos de crise, como o das enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul em maio deste ano.

De acordo com a vice-presidente da associação, Rita Geremia Pavoni, o projeto está sendo elaborado com cuidado e carinho. “Esse evento é uma oportunidade única de refletirmos sobre a importância de uma gestão que acolha os colaboradores em momentos de crise. Queremos preparar as lideranças para lidar com situações adversas de maneira mais humana e eficiente,” afirma Rita.

A diretora de Saúde da Acist-SL, Leila Klin, ressalta que, ainda em 2024, está prevista a realização de um segundo encontro, que complementará as discussões iniciadas. “A entidade precisou se adequar para atender às demandas deste momento, ajustando seu calendário de temas, que inicialmente incluía a importância da Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho”, pontua Leila. No entanto, segundo Leila, devido ao contexto de tensão vivenciado no Vale do Sinos, especialmente em São Leopoldo, a associação decidiu priorizar o tema de gestão emocional em resposta à situação enfrentada.

Gestão emocional na crise

A psicóloga Josivani Mendes, diretora na Dedicar-se Saúde Emocional e Bem-Estar e vice-coordenadora do Núcleo de Empreendedoras da Acist-SL, destacou durante o evento “Gestão Emocional na Crise” que as doenças psicoemocionais são a terceira maior causa de afastamento laboral no Brasil e que, até 2030, poderão se tornar a principal. De acordo com Josivani, a construção de uma cultura de cuidado psicoemocional é essencial para criar um ambiente corporativo menos propício ao desenvolvimento de transtornos. “As mulheres têm 40% mais chance de desenvolver transtornos psicoemocionais, o que torna ainda mais urgente discutir a gestão emocional nas empresas, especialmente após a crise que vivenciamos no Vale dos Sinos e em todo o Rio Grande do Sul,” enfatizou a psicóloga.

Josivani explicou também que a crise pode ser um processo necessário para a mudança, ressaltando a importância de auto-observação e preparação para novas formas de vida e tomada de decisões. “O estresse pode surgir de múltiplos ‘estressores’, mas é a falta de manejo que agrava a situação”, destacou a palestrante, que também questionou os participantes sobre os obstáculos para oferecer uma gestão empática.

Durante sua palestra, a psicóloga utilizou o modelo cognitivo para ilustrar como os pensamentos ativam as emoções, que por sua vez produzem comportamentos que reforçam os pensamentos. Ela apontou que o que dificulta uma gestão empática são condições de trabalho precárias, falta de conhecimento, baixa habilidade socioemocional e uma inteligência emocional limitada. “As lideranças precisam ter muito cuidado com a forma como tratam e acolhem seus colaboradores,” alertou Josivani.

A palestrante enfatizou ainda a necessidade de desenvolver habilidades sociais indispensáveis para uma gestão empática e assertiva, como autoconsciência, escuta ativa, comunicação eficaz e a construção de uma relação de confiança. “Acolher é estar presente, dar atenção, escutar sem julgamento e estar com o outro”, pontuou Josivani.

A psicóloga sugeriu também a técnica de grounding como uma ferramenta eficaz para momentos de alta ansiedade ou pânico, onde as pessoas podem se concentrar em cinco coisas que podem ver, quatro que podem tocar, três que podem ouvir, duas que podem cheirar e uma que podem degustar. A palestrante enfatizou a importância de reconhecer nossa humanidade no contexto da gestão emocional, destacando que a falta de uma boa gestão pode agravar situações de crise em vez de auxiliar. No lugar de adotar a mentalidade do “tenho que fazer”, Josivani sugere que seria mais benéfico adotar a abordagem “seria bom que”. Deste modo, é possível ter maior flexibilidade e há permissão para pensar de forma diferente, reconhecendo as emoções como um primeiro passo para melhorar as estratégias de gestão emocional.

A psicóloga afirmou que não é necessário deixar de sentir, mas sim aprender a manejar melhor o que sentimos. Para isso, é fundamental nomear, reconhecer e validar nossas emoções, além de praticar técnicas como a respiração e a autorregulação. A palestrante ainda destacou a importância de manter um sono adequado, uma alimentação balanceada, atividades físicas regulares e prazerosas, e a necessidade de mudanças no estilo de vida para uma melhor administração das emoções.

O Ciclo de Palestras é uma iniciativa da Acist-SL por meio da vice-presidência de Serviços e Diretoria de Saúde, e tem o patrocínio das empresas ELSMED, Exatta Contabilidade, Laboratório Fleming e Schuck Escritório Contábil.

Foto: Acist-SL/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/08/2024 0 Comentários 409 Visualizações
Esporte

Por crise em autódromos, Stock Car muda o calendário

Por Jonathan da Silva 21/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Promotora da Stock Car Pro Series, Vicar, anunciou alterações no calendário da temporada de 2024 em função de deficiências técnicas e de estrutura em alguns autódromos nacionais. A nova programação, divulgada nesta quarta-feira (19), manteve uma prova em El Pinar, na região da capital uruguaia, Montevidéu, mas não terá mais as etapas de Londrina-PR, Campo Grande-MS, Santa Cruz do Sul e Tarumã, onde a categoria surgiu em 1979.

Para o CEO da Vicar, que também promove as categorias Stock Series, Turismo Nacional, BRB Fórmula 4 Brasil Credenciada pela FIA, TCR Brasil e TCR South America, Fernando Julianelli, esta é uma fase negativa na história das competições automobilísticas no Brasil. “Neste aspecto, acredito que estamos em um dos piores momentos da história do automobilismo brasileiro, no qual poucas pistas conseguem abrigar as maiores categorias em condições técnicas satisfatórias, o que inclui segurança, algo que nos preocupa”, afirma Julianelli.

Hoje temos eventos extremamente profissionais que por isso mesmo precisam atender a exigências como acomodação do público, acessos, estacionamento, alimentação disponível, hidratação e, claro, condições técnicas mínimas. Pistas não podem esfarelar, guard-rails precisam estar íntegros, boxes precisam ter energia elétrica e devem abrigar as equipes no caso de chuvas. Até por isso, estamos olhando com mais atenção para pistas fora do Brasil, como a do Uruguai”, destaca Fernando Julianelli.

Fora do país, a Stock também disputará uma prova em Buenos Aires, junto com a Fórmula 4 Brasil.

De acordo com um estudo do Centro de Inteligência da Economia da Secretaria do Turismo do Estado de São Paulo, a Stock Car sozinha despeja o equivalente a R$ 30 milhões na economia local de seus principais palcos. “Nosso evento energiza a comunidade, ou seja, gera ganhos para o cidadão e empresas locais. Geramos cerca de dois mil empregos indiretos e ainda realizamos rotineiramente ações de ESG. Alguns governos locais não enxergam isso”, comenta Julianelli.

De outro lado, cidades como Cascavel, Mogi Guaçu (onde fica o Velocitta) e Nova Santa Rita (Velopark) se tornaram mais conhecidas e visitadas também por serem sedes de eventos como os nossos, do esporte a motor, entre outras atrações. É uma pena: há pistas onde gostaríamos de competir e simplesmente não podemos. Lamentamos, especialmente, pelos fãs”, ressalta Fernando Julianelli.

Velocitta, em Mogi Guaçu-SP, será palco da próxima etapa, em de 28 a 30 de junho

Renovação

Há projetos de autódromos em andamento nas cidades de Chapecó-SC, Cuiabá-MT, Brotas-SP e, já anunciado, mas com reformas em andamento, o retorno do Autódromo Internacional de Brasília. “Essas iniciativas são especialmente louváveis. São empresários e governantes com visão de futuro. Esperamos em breve competir nestas pistas, o que será um impulso fantástico para o esporte brasileiro”, avalia o CEO da Vicar.

Outra iniciativa é o BH Stock Festival, em Belo Horizonte-MG, já confirmado e que será disputado nos dias 17 e 18 de agosto. A pista já está sendo preparada e percorrerá a região no entorno do Estádio do Mineirão. “Será um evento épico e que vai revitalizar o automobilismo mineiro”, afirma Julianelli. “Toda a nossa comunidade espera ansiosamente por essa etapa, por que sabemos que será um dos maiores eventos da história da categoria”, complementa o executivo.

Calendário da Stock Car em 2024

  • 29 e 30 de junho – 5ª etapa, Velocitta-SP
  • 27 e 28 de julho – 6ª etapa, Goiânia-GO
  • 17 e 18 de agosto – 7ª etapa, Belo Horizonte-MG
  • 7 e 8 setembro – 8ª etapa, Velopark-RS
  • 5 e 6 de outubro – 9ª etapa, Buenos Aires, Argentina
  • 25 e 26 de outubro – 10ª etapa, El Pinar, Uruguai
  • 23 e 24 de novembro – 11ª etapa, Cascavel-PR ou Brasília-DF
  • 14 e 15 de dezembro – 12ª etapa, Interlagos-SP
Fotos: Fabián Caló e Duda Bairros/Stock Car/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2024 0 Comentários 680 Visualizações
Business

Secretaria de Inovação de Gramado realiza reunião entre Sindilojas e Associação das Malharias

Por Jonathan da Silva 03/06/2024
Por Jonathan da Silva

Uma reunião entre o Sindilojas Região das Hortênsias e a Associação das Malharias, Couro e Confecções de Gramado foi promovida pela Secretaria de Inovação do município na quarta-feira (29). O encontro aconteceu na sede do Sindilojas e foi foi mediado pelo secretário Heitor Noel. Em pauta, esteve o estreitamento de laços entre as entidades para fomentar as vendas e os negócios da região neste momento de crise.

Para o presidente do Sindilojas, Guido Thiele, o encontro foi o início de uma relação promissora para Gramado. “Juntos, podemos construir negócios e fazer com que nossa economia gire ainda mais dentro de Gramado. Estamos contentes com esta reunião e acreditamos que coisas boas estão por vir,” comentou Thiele.

Entre as atribuições da Secretaria de Inovação de Gramado estão as relações institucionais que envolvem a comunicação entre o município, entidades, comunidade e outros setores.  “Estamos em um momento de união em todo o estado. É hora de estreitar laços, fomentar negócios e criar parcerias. O Sindilojas é uma potência e sabemos que pode ajudar a Associação a crescer. Esta reunião foi estratégica, e estamos felizes em poder ajudar por meio da Secretaria de Inovação,” pontuou o secretário Noel.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2024 0 Comentários 370 Visualizações
Variedades

Gramado prorroga prazos dos impostos municipais

Por Jonathan da Silva 09/05/2024
Por Jonathan da Silva

Por causa da situação de calamidade pública do Rio Grande do Sul, a Secretaria da Fazenda de Gramado, através do Decreto Nº 1773, de 9 de maio de 2024, prorrogou o vencimento de tributos municipais, manteve ativos os parcelamentos de dívida ativa com inadimplência e decidiu por sustação de protestos extrajudiciais, negativação de nomes, execuções fiscais, entre outros. Também serão prorrogadas as validades das certidões negativas municipais. As medidas administrativas estão vigentes durante o estado de calamidade pública.

Como ficam os prazos

  • IPTU e taxas de lixo 2024: Parcelas que venceriam em 15/05/2024 e 15/06/2024, ficam com vencimento prorrogado para 16/09/2024 e 15/10/2024, respectivamente.
  • ISS fixo (profissionais liberais): Parcelas que venceriam em 20/05/2024 e 20/06/2024 ficam com vencimento prorrogado para 23/09/2024 e 21/10/2024, respectivamente.
  • ISS variável e TTS: Empresas vinculadas ao Simples Nacional devem seguir a regulamentação da Receita Federal (Portaria CGSN N° 45) | Demais empresas: Competência de março, abril e maio com vencimento original do ISS em 20/04/2024, 20/05/2024 e 20/06/2024 ficam com vencimento prorrogado em 30 dias, ou seja, vencimentos passam para 20/05/2024, 20/06/2024 e 20/07/2024, respectivamente.
  • Créditos Não Tributários (como concessões): Vencimentos de maio e junho ficam prorrogados até o último dia dos meses de setembro e outubro de 2024.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2024 0 Comentários 669 Visualizações
Saúde

Crise na Saúde em Canoas afeta montenegrinos

Por Marcel Vogt 30/06/2023
Por Marcel Vogt

A crise no sistema de saúde de Canoas, onde os hospitais enfrentam grandes dificuldades por falta de repasses da Prefeitura, produz efeitos colaterais sobre os montenegrinos e moradores de outros municípios do Vale do Caí. É que o atendimento em diversas especialidades médicas, incluindo exames, consultas e cirurgias, têm a cidade vizinha como referência. Sem dinheiro, os hospitais não recebem os pacientes, que acabam esperando vários meses por procedimentos urgentes.

Na tarde desta quinta-feira, dia 29, prefeitos e secretários de saúde vinculados à Associação dos Municípios do Vale do Caí (Amvarc) reuniram-se com o prefeito de Canoas, Jairo Jorge, em busca de soluções imediatas. A coordenadora regional de Saúde, Ane Natal, também compareceu. Ao argumento da falta de recursos, os secretários destacaram que o Estado e a União repassam a Canoas verbas para atender as cidades da região na Média e na Alta Complexidade.

O prefeito Gustavo Zanatta esteve na reunião, acompanhado da secretária municipal de Saúde, Andreia Coitinho da Costa. Ele ressalta que os problemas enfrentados por Canoas na gestão da Saúde afetam diretamente a população da região. “Hoje estamos com uma demanda reprimida imensa de pessoas que necessitam desses atendimentos”, lamenta.

As áreas em que são registrados os maiores problemas são Traumatologia, Ortopedia de alta complexidade, Neurologia, Cardiologia, Neurocirurgia, Cirurgia Vascular, Ortopedia Pediátrica, Gestação de alto risco, Ortopedia de coluna, Ortopedia de joelho, Ortopedia de mão, entre outras. “Só na área de Cirurgia Vascular, nossa demanda reprimida é de 266 pacientes e estamos conseguindo agendar apenas um por mês. Já na Ortopedia Pediátrica, em junho, não tivemos disponibilidade de nenhum agendamento”, revela a secretária Andreia.

Como resultado do encontro, foi criado um grupo de trabalho, composto pela equipe da Secretaria de Saúde de Canoas e três secretários de Saúde da região da Amvarc. Andreia é uma das integrantes. O objetivo é participar da pactuação de medidas que visam minimizar os problemas para os usuários. A primeira reunião será quinta-feira, em Canoas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/06/2023 0 Comentários 473 Visualizações
Variedades

Trabalhadores com ensino superior sofrem menos impactos da crise de Covid-19

Por Milena Costa 26/07/2021
Por Milena Costa

O Banco Mundial divulgou, na última semana, o relatório Emprego em Crise: trajetória para melhores empregos na América Latina pós-Covid-19. O documento apresenta uma profunda avaliação dos efeitos da pandemia sobre o emprego na América Latina e no Caribe, os quais os estudiosos chamam de cicatrizes. Uma das conclusões do estudo é que os trabalhadores com ensino superior não sofrem tanto os impactos das grandes crises, em termos salariais, e vivenciam, apenas, impactos de curta duração em matéria de emprego, em comparação a trabalhadores com menor escolaridade.

O relatório projeta, também, que os efeitos sobre o emprego e os salários dos trabalhadores ainda persistem por nove anos após o início da crise. Nesse cenário, e principalmente no Brasil, em que o salário de quem possui curso superior, praticamente, dobra em relação a quem não possui (conforme dados do relatório Education at a Glance, de 2020, da OCDE), a Universidade Feevale realiza ações para facilitar o acesso de seus acadêmicos ao mundo do trabalho. A Instituição mantém um grupo de trabalho responsável por gerir a pauta da empregabilidade, direcionando as ações a fim de aumentar, cada vez mais, o número de seus alunos em destaque no mercado de trabalho, incrementar parcerias com empresas e acompanhar estudantes e egressos em busca de colocação.

No dia 30 junho, por exemplo, estavam cadastradas 359 vagas no total, entre empregos e estágios, no endereço www.feevale.br/oportunidades, site que conecta os acadêmicos da Universidade a empresas em busca de novos profissionais. A cada mês, são cadastradas, em média, 300 novas vagas. Já o número de empresas com cadastro ativo na plataforma, no final de junho, era de 856.

Para a pró-reitora de Ensino da Feevale, professora Angelita Renck Gerhardt, apesar de evidenciar uma maior desigualdade da renda, na América Latina, o relatório do Banco Mundial reafirma uma realidade conhecida desde o início do século – na sociedade do conhecimento, o que determina a classe social é o conhecimento e as competências para trabalhar em atividades que não são substituíveis por máquinas ou inteligência artificial.

a formação em nível superior amplia as opções de atuação profissional, permitindo que determinadas competências sejam demandadas”

“Por isso, a graduação e a pós-graduação são as opções mais seguras para quem busca melhorar as suas condições de vida e das suas famílias. Além da profissão em si (e das respectivas reservas de mercado), a formação em nível superior amplia as opções de atuação profissional, permitindo que determinadas competências sejam demandadas, até mesmo, em atividades não diretamente relacionadas à graduação”, afirma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2021 0 Comentários 665 Visualizações
Business

Pesquisa realizada pelo Sebrae/RS aponta melhora nos negócios gaúchos

Por Milena Costa 23/06/2021
Por Milena Costa

A mais recente Pesquisa de Monitoramento dos Pequenos Negócios na Crise, realizada pelo Sebrae RS entre os dias 03 a 31 de maio de 2021, traz um alento vindo dos próprios empresários. Isso porque houve uma melhora na percepção dos entrevistados em relação à situação dos negócios em seu ramo de atividades, subindo de 9%, em abril, para 20%, em maio, mostrando uma considerável reversão das expectativas. Além disso, houve uma redução proporcional de 73% para 54% na percepção dos que expressaram uma perspectiva de piora em suas condições.

A flexibilização de funcionamento das atividades e a reabertura da maior parte dos negócios proporcionou uma alta de 5 pontos percentuais no número de empresas em funcionamento (86%), sendo que em maio eram 81%. Tal situação trouxe também uma elevação do otimismo em relação à economia do Estado, que saltou de 2% para 13% em maio.

“Em maio, 86% das empresas pesquisadas já estavam funcionando, o que é fundamental para a sua sobrevivência, haja vista que o faturamento é o oxigênio que as mantém vivas. Com o avanço da vacinação, a tendência é que o ritmo da recuperação se mantenha”.

“O mês de abril já havia sido marcado pela retomada das atividades no Estado, sinalizando uma perspectiva de recuperação mais consistente. Em maio, 86% das empresas pesquisadas já estavam funcionando, o que é fundamental para a sua sobrevivência, haja vista que o faturamento é o oxigênio que as mantém vivas. Com o avanço da vacinação, a tendência é que o ritmo da recuperação se mantenha”, destaca o diretor-superintendente do Sebrae RS, André Vanoni de Godoy.

Houve também uma redução de cinco pontos percentuais no número de negócios que não estavam funcionando em maio (14%) ante os 19% registrados em abril. Restrições governamentais (24%), o fato de sua atividade funcionar apenas presencial (22%), necessidade de remodelar o negócio (12%) e a decisão de fechar definitivamente (9%) foram os motivos apontados para o não funcionamento das empresas. Dos 14% das empresas que estavam sem funcionar, 9% delas adiantaram que irão encerrar definitivamente as atividades. Entre as principais razões estão a falta de clientes (31%), a falta de capital de giro (13%) e não conseguir reposicionar o negócio (13%).

Otimismo refletido em números

No mês de maio, 60% dos empreendedores mostraram-se mais confiantes na melhora da situação do seu ramo de atividade, 32% acreditam que deve permanecer igual e apenas 16% acham que pode piorar. Isso é resultado da melhora no comportamento do faturamento, mostrando que a reabertura das empresas está impactando positivamente no caixa das empresas. Em maio, 18% dos negócios sinalizaram aumento do faturamento, 37% indicaram redução (ante os 68% de abril), e destas, apenas 18% apontam que a queda foi superior a 50%.

Neste contexto, 71% das empresas pesquisadas revelaram que não necessitaram financiamento em maio. Entre as razões citadas, 35% foi porque a empresa não precisou, 24% estão utilizando recursos próprios, 20% não querem se endividar e 20% não buscaram crédito devido à instabilidade econômica.

A Pesquisa de Monitoramento dos Pequenos Negócios na Crise foi realizada de forma online com clientes atendidos pelo Sebrae RS. O nível de confiança é de 95% e margem de erro de 5,6%. Veja as outras edições da pesquisa no link https://datasebrae.com.br/rs/.

Foto: Sebrae-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

23/06/2021 0 Comentários 755 Visualizações
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