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CPI

Política

CPI critica modelo de pedágios no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 17/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Pedágios da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) apontou problemas no modelo de concessões rodoviárias adotado pelo governo estadual no chamado Bloco 3. A avaliação foi apresentada nesta segunda-feira (16), durante oitiva com o diretor-presidente da Concessionária Caminhos da Serra Gaúcha (CSG), responsável por trechos nas regiões da Serra e do Vale do Caí. Segundo o relator da CPI, deputado estadual Miguel Rossetto (PT), o modelo garante reajustes tarifários às concessionárias, mas não assegura a execução das obras previstas, o que motivou a investigação.

O deputado Rossetto afirmou que o cenário atual evidencia falhas na concessão. “O usuário paga uma tarifa cara, que é reajustada todos os anos, mas não recebe as obras prometidas. Esse é o retrato do fracasso desse modelo”, enfatizou o parlamentar. De acordo com dados apresentados na comissão, mais de 31 quilômetros de duplicações deveriam ter sido concluídos até o momento, mas nenhuma obra foi finalizada após três anos de contrato.

Entre as intervenções previstas estão duplicações na ERS-122, no contorno de Caxias do Sul, na ERS-453 entre Bento Gonçalves e Farroupilha, na RS-446 em São Vendelino e na RS-240 em Montenegro, além de melhorias como acostamentos, vias marginais e pontos de parada.

Tarifas e multas

Ainda segundo a CPI, as tarifas de pedágio foram reajustadas em cerca de 35% desde o início da concessão, percentual superior à inflação medida pelo IPCA. O relator também destacou o volume de penalidades aplicadas aos usuários nas rodovias administradas pela CSG, que ultrapassa 1,1 milhão de multas.

Para o parlamentar, os dados indicam um modelo que amplia custos à população sem a correspondente entrega de melhorias na infraestrutura viária.

Pedidos de reequilíbrio

Durante a reunião, foram discutidos os pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro apresentados pela concessionária, que podem alcançar cerca de R$ 760 milhões. A CPI questiona a solicitação de recursos adicionais diante do não cumprimento integral do cronograma de obras previsto em contrato.

O deputado Miguel Rossetto também criticou ações do governo estadual relacionadas à divulgação de investimentos nas rodovias concedidas. “Apesar do atraso das obras e do descumprimento do contrato, o governo participa de um evento hoje, em Caxias do Sul, para anunciar investimentos que ainda não saíram do papel. A pergunta que fica é: essa festa é para comemorar o quê? O reajuste das tarifas ou mais um adiamento das obras?”, questionou o parlamentar.

Próximos passos

O relator destacou que o caso do Bloco 3 deve ser considerado na elaboração de novos projetos de concessão. O governo estadual prepara editais para o Bloco 1, na Região Metropolitana, e para o Bloco 2, que abrange rodovias do Vale do Taquari, Norte e Serra. A CPI avalia que os problemas identificados precisam ser enfrentados antes da ampliação do modelo.

Foto: Charles Scholl/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/03/2026 0 Comentários 196 Visualizações
Política

Presidente da CPI da Energia na ALRS pede cassação da concessão da CEEE Equatorial

Por Jonathan da Silva 10/12/2025
Por Jonathan da Silva

O presidente da CPI da Energia da Assembleia Legislativa (ALRS), deputado Miguel Rossetto (PT), apresentou uma declaração de voto pedindo a cassação da concessão da CEEE Equatorial nesta segunda-feira (8). Segundo o parlamentar, a empresa apresenta o quadro mais grave entre as investigadas pela comissão, com evidências de má gestão e descumprimento contratual. O deputado anunciou que enviará ofícios ao Ministério Público Federal (MPF) e à Aneel solicitando o início do processo para perda da concessão.

Rossetto justificou que votou contra o relatório oficial da CPI, produzido pelo deputado Marcus Vinícius (PP), por considerá-lo insuficiente. “Apresentei um relatório paralelo pois o relator optou por apenas expor os problemas denunciados durante os trabalhos da CPI, sem um posicionamento da comissão e encaminhando as denúncias para outros órgãos realizarem novamente a investigação. Isso se revela completamente insuficiente para o trabalho que realizamos”, afirmou o parlamentar petista. O pedido de cassação se fundamenta em dois eixos: má gestão do serviço público e descumprimento do contrato de concessão.

Irregularidades apontadas

Entre as irregularidades listadas por Rossetto estão fraudes em certificados de treinamento de segurança (NR-10 e NR-35) envolvendo milhares de trabalhadores terceirizados, apontadas como causa de acidentes fatais. O deputado também citou cobranças retroativas ilegais de pelo menos 8 mil famílias que nunca tiveram contrato com a empresa, atendimento precário com 36% dos postos presenciais irregulares e descumprimento reiterado das metas de qualidade DEC e FEC, previstas no contrato. Em 2024, 95,2% dos conjuntos elétricos operaram fora dos limites regulatórios, configurando, segundo ele, um colapso generalizado.

Outros pontos levantados foram uma tentativa da empresa, aceita pela Aneel, de reduzir metas contratuais e evitar fiscalização em 2025, o que afetaria cerca de 700 mil famílias; e um endividamento muito acima dos limites contratuais, com risco ao equilíbrio financeiro da concessão, enquanto o grupo distribuiu R$ 1,8 bilhão a acionistas e aprovou novas debêntures.

Encaminhamentos

Rossetto anunciou que enviará ao Ministério Público Federal (MPF) um pedido para a instauração imediata de processo de caducidade (perda) da concessão. Ele também vai solicitar que a Agência Nacional de Energia Elétrica (aneel) inicie processo administrativo para a perda da concessão por descumprimento de metas e má gestão. O deputado afirmou que “o povo gaúcho merece serviço público de qualidade” e que “não é aceitável que consumidores sigam reféns de uma concessionária que descumpre obrigações contratuais, que trabalhadores morram em acidentes evitáveis e que famílias vulneráveis sejam vítimas de cobranças ilegais”. Rossetto reforçou que a retirada da concessão não é punição, mas “a única resposta possível diante de uma empresa que falhou e segue falhando sistematicamente com o povo gaúcho”.

Foto: Nathan Oliveira/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/12/2025 0 Comentários 159 Visualizações
Política

CPI do Transporte Público é entregue na Câmara de Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 01/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou os problemas no transporte público municipal de Novo Hamburgo entregou seu relatório final nesta segunda-feira (30). A reunião, realizada na Sala de Comissões do Parlamento, deliberou e aprovou o documento que traz conclusões sobre as dificuldades do sistema de transporte e propostas para melhorar o serviço prestado à população.

O relator da CPI, vereador Raizer Ferreira (PSDB), apresentou o relatório, que foi aprovado por unanimidade pelos membros da comissão presentes: o presidente da CPI, vereador Inspetor Luz (PP), o secretário Enio Brizola (PT) e a vereadora Lourdes Valim (Republicanos).

A próxima etapa será a apresentação de um projeto de resolução, que, junto com o relatório e os resultados das investigações, será encaminhado ao plenário para apreciação dos demais parlamentares.

Foto: Moris Musskopf/CMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/10/2024 0 Comentários 544 Visualizações
Cidades

Comusa e sindicato debatem denúncias de assédio moral na autarquia

Por Marina Klein Telles 08/08/2023
Por Marina Klein Telles

No último dia 17, o Grêmio Sindicato dos Funcionários Municipais (GSFM-NH) protocolou ofício na Câmara de Novo Hamburgo relatando uma série de reclamações de servidores da Comusa a respeito de supostas inconsistências na folha salarial e denúncias de assédio moral. A manifestação motivou um grupo de quatro vereadores a propor a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI). A falta de uma quinta assinatura, no entanto, inviabilizou a criação do colegiado. Apesar disso, o assunto foi discutido na sessão desta segunda-feira, 7, na presença de representantes da autarquia e do sindicato.

Convidados pelo vereador Gustavo Finck, o diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders, e o advogado do GSFM-NH, Nelson Lilioso, ocuparam a tribuna para externarem suas versões sobre os acontecimentos. A fala inicial coube ao vice-prefeito, responsável pela gestão da companhia de saneamento.

Segundo ele, tudo iniciou com o adiantamento do 13º salário. “Houve divergência de entendimentos sobre os descontos dessa antecipação, fatos elucidados no final do mesmo dia. Não contente, um servidor denunciante mandou um e-mail para todos os funcionários da Comusa relatando sua indignação. Nós o chamamos para uma reunião de diretoria para que ele pudesse nos explicar melhor os motivos. Durante sua fala inicial, o servidor acusou a direção da Comusa, de forma explícita e reiterada, de ser conivente com um caso de assédio moral, mas não apresentou nenhuma prova”, relatou Lüders.

“Na semana seguinte, recebemos uma notificação de denúncia por parte do GSFM-NH, através de um ofício desta Casa, de que havia algumas inconsistências com relação aos pagamentos, e também foram apresentados dois processos judiciais que supostamente versam sobre assédio moral. Em nenhum momento o sindicato nos oficiou, oportunizando o contraditório. E fomos surpreendidos na última sexta-feira, 4, com a abertura de um requerimento pedindo uma CPI sem que nos tenha sido feito qualquer questionamento”, continuou o diretor-geral.

O pedido de abertura de CPI foi subscrito por Enio Brizola, Fernando Lourenço, Inspetor Luz e Lourdes Valim. O requerimento, contudo, acabou arquivado. Por disposição regimental, comissões parlamentares de inquérito precisam ser propostas por um terço dos membros da Câmara, quórum que só seria atingido com um quinto vereador.

Enio Brizola justificou a tentativa. “Não há mais espaço para ambientes hostis de trabalho, tensões ou assédio moral. Não podemos fugir do debate. Temos que investigar, uma das finalidades desta Casa. Não se trata de disputa política, mas dignidade no trabalho”, pontuou o vereador, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Inspetor Luz reforçou o discurso do colega. “A CPI serve para investigar. E ela pode até absolver o acusado. Não existe a intenção de prejudicar A, B ou C”, frisou.

Nelson Lilioso reiterou o pedido do sindicato e dos funcionários pela instauração da comissão. “É um espaço democrático pertinente para requisitar documentos e informações. Não sabemos o que é verdade ou não. Não é a Casa Legislativa que tem de apurar isso? Se for verdade, responsabilize quem fez. Se não for verdade, responsabilize quem denunciou. É temerário que uma CPI seja desmobilizada. Qual o interesse de não se realizar uma investigação? Na dúvida, investigue-se. Com a confiança dos 13 servidores que foram corajosos em assinar seus nomes, e hoje nos ligaram apavorados com medo de retaliações, conclamo esta Casa a abrir a CPI. É aqui que deve ser investigado. Não deixaremos que denúncias sejam ocultadas”, asseverou o advogado.

Lüders ponderou que as reclamações colhidas pelo sindicato não representam a situação laboral da maioria dos colaboradores da autarquia. “Dos 293 servidores ativos da Comusa, três efetivaram denúncias por assédio moral. Duas delas judicializadas, em cujos processos ainda não fomos citados, e outra está tramitando. Os outros três reclamantes apenas preencheram formulário do sindicato apontando questões meramente administrativas, não se tratando de uma denúncia efetiva. Temos, de fato, seis servidores descontentes em um universo de 293. Trabalhamos para que isso não ocorra, mas nem sempre é possível. Aproveitamos o espaço para nos colocarmos à disposição para corrigir qualquer falha”, concluiu o diretor.

Foto: Tatiane Lopes/divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2023 0 Comentários 606 Visualizações

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